O Moto G do meu pai, salvo graças ao Cyanogenmod

Moto G: suportável com ROM alternativa.

Por acompanhar de perto os últimos lançamentos e estar atento à flutuação dos preços de coisas como smartphones e tablets, não é raro as pessoas me pedirem conselho sobre o que comprar. Mesmo estando a par do mercado, dar esse tipo de indicação é sempre um desafio — não existe produto que sirva a todos com o mesmo nível de satisfação e os orçamentos costumam variar bastante. Embora eu faça isso de bom grado sempre que possível, há uma pressão inerente devido ao risco de errar, ou seja, da pessoa comprar o que eu indiquei e acabar com um produto que não a atende.

Quando isso acontece, fico um pouco frustrado.

Quando aconteceu com meu pai, fiquei muito frustrado.

Meu pai usa celular faz um bom tempo, mas até uns dois anos atrás ainda carregava um daqueles modelos simples, do tipo que só faz ligações e troca mensagens. Num dado momento, suspeito que ao perceber que todos à sua volta, incluindo amigos e familiares, estavam trocando as formas mais tradicionais de comunicação pelo WhatsApp, surgiu nele o interesse de ter um smartphone. Claro que coube a mim indicar um.

Olhando em retrospecto, a escolha pelo Zenfone 5 foi até fácil. Minha mãe já tinha um e o aparelho a atendia muito bem. Imaginando que o perfil dos dois não diferiria muito, era uma indicação óbvia. Ele acabou comprando um e estava bastante satisfeito.

Mas, no que aparenta ser uma sina familiar recente, meu pai também teve seu celular furtado. Quando saímos em busca de um substituto, já estava difícil encontrar o Zenfone 5 no varejo nacional. No meio da busca deparei-me com um Moto G de segunda geração sendo vendido com um belo desconto. Havia certa urgência e como eu tinha testado esse aparelho também (embora fosse a versão sem 4G) e gostado o mesmo tanto que do Zenfone 5, fechamos nele.

O Moto G cresceu, mas continua cabendo bem na mão.
Moto G no final de 2014, ainda com Android 4.4.

Esperava não ouvir reclamações tão cedo, porém não foi o que aconteceu. Desde o primeiro dia meu pai reclamou da lentidão do Android e dos poucos apps que ele usa — basicamente Chrome, Facebook e WhatsApp. Seria exagero? Havia essa possibilidade. Fui ver de perto a situação e… não, ele não estava exagerando. Apps e links demorando horrores para abrir, sistema congelando do nada, tudo incrivelmente lento. O Spotify, que instalei numa festa para fazer um som ambiente, sequer abria. Era uma experiência muito diferente da que eu tivera com o mesmo Moto G no final de 2014. A diferença entre eles, além da conectividade 4G? A versão do Android.

O Moto G de segunda geração foi lançado com o Android 4.4. Hoje, o aparelho está na mais recente, a 6.0. O do meu pai saiu da caixa já com o Android 5.0 (ou 5.1, não lembro direito). Em algum ponto desse processo de atualizações a Motorola perdeu o jeito — e o que havia de otimização e cuidado com o Android do Moto G. Parece outro smartphone esse do final de 2015, muito diferente (muito pior, digo) que aquele que eu vira e recomendara sem ressalvas um ano antes.

Tentei o básico para situações como essa, que é procurar por apps que talvez estejam consumindo recursos desnecessariamente. Nada. Na superfície estava tudo ok, nenhuma anormalidade à vista. Sem sucesso, o que me restou foi sugerir algo drástico: desbloquear o Moto G e instalar uma ROM alternativa.

Cyanogenmod e o universo de ROMs alternativas do Android

ROMs alternativas são versões do Android feitas por outras pessoas ou empresas que não a fabricante original. Existem algumas mais estabelecidas como Cyanogenmod, MIUI (da Xiaomi), AOKP e Pac-ROM. A variedade permite que as ROMs alternativas foquem em aspectos específicos para agradar nichos, então você tem ROMs focadas em desempenho, outras em personalização, algumas em apenas ser diferente ou melhor que as originais… fica ao gosto do freguês, inclusive ao gosto duvidoso como acontece com frequência na cena:

As ROMs são gratuitas e na maioria dos aparelhos, talvez em todos, o desbloqueio (necessário para a instalação) e a troca dela implicam na perda da garantia. Vale a pena repetir para ficar bem claro: fazer isso invalida a garantia do seu smartphone ou tablet. Pense bem antes de tomar esse caminho, pois.

Além de resolverem problemas pontuais, ROMs alternativas também são bastante utilizadas quando um aparelho é abandonado pela fabricante, ou seja, quando ele deixa de receber atualizações, coisa que ainda é bastante recorrente com dispositivos que rodam Android. Rafael Rigues, jornalista e entusiasta de tecnologia, diz que “é uma forma de dar ‘vida extra’ a aparelhos que, embora não sejam mais topo de linha, ainda funcionam perfeitamente para as atividades básicas do dia a dia.”

(Curiosidade: o termo “ROM” nesse contexto é um desses erros de linguagem que, pelo uso, acabam ganhando espaço em nosso vocabulário. “ROM” significa “memória somente de leitura”, ou seja, refere-se a um tipo de memória que não pode ser alterada ou que até pode, porém através de processos demorados e complexos. Um exemplo fácil de ROM são os antigos cartuchos de jogos do Super Nintendo, Mega Drive e Gameboy: havia um chip de memória dentro do cartucho de plástico que armazenava o jogo inteiro, sem dar espaço para modificações. No léxico androidiano, como explicado acima, “ROM” ganhou outra significação. Usa-se o termo para se referir a versões modificadas do Android. Virtualmente toda ROM é modificada — até mesmo o “Android puro” que o Google usa na linha Nexus é modificado em relação ao projeto de código aberto do Android, o AOSP, que não inclui os apps do Google, por exemplo. Então, quando você ler “ROM alternativa” ou “custom ROM” num contexto de smartphones Android, pense em versões modificadas do sistema.)

Tela inicial do Cyanogenmod num Moto G.

Para o Moto G do meu pai escolhi o Cyanogenmod 12.1, que usa como base o Android 5.1. A instalação me tomou cerca de três horas entre backups, leitura de tutoriais e alguns vídeos esteticamente esquisitos (porém eficientes) no YouTube e o procedimento em si. Ao final, tudo correu bem: o Moto G de segunda geração estava novo de novo, com um sistema diferente e a promessa fazer as coisas mais rápido.

Algumas semanas depois, pedi uma avaliação ao usuário — no caso, meu pai. Ele me disse que o celular ficou “praticamente igual ao antigo [Zenfone 5]”, o que é um elogio nessas circunstâncias. Segundo ele os vídeos do Facebook e WhatsApp abrem na hora e os intervalos de vários segundos entre um toque e outro em virtualmente qualquer tela ou elemento, especialmente em links para páginas web, sumiram. O veredito? “Bem melhor”.

É de se reconhecer que o hardware desse Moto G não é o pináculo da tecnologia em 2016. Mesmo na época do seu lançamento ele já não era de tirar o fôlego. Era um smartphone de nível intermediário e o tempo não faz muito bem a dispositivos dessa faixa. Os requisitos do Android, embora não sejam lá uma ciência exata, são baixos, mas mesmo assim o Moto G, que usa um Snapdragon 400 e vem com 1 GB de RAM, sofre com a versão de fábrica do sistema.

O meu ponto é que mesmo com hardware relativamente fraco e defasado, esse aparelho não deveria estar tão ruim como estava. A própria instalação do Cyanogenmod atesta isso: sem qualquer alteração de hardware, mudando apenas a ROM, o Moto G ficou mais esperto, menos lento, bem melhor.

O sucesso na instalação e a melhoria geral me deixaram feliz, mas ao mesmo tempo fiquei intrigado com a situação toda. Como um bando de entusiastas, gente com menos acesso, dinheiro e interesse que a fabricante, consegue fazer uma versão do Android para o Moto G que se sai melhor que a oficial da Motorola? (Eu perguntei isso diretamente à assessoria da Motorola, mas não tive resposta até a data da publicação deste post.) Por que a fabricante não entrega o máximo que o smartphone pode fazer? Não é do interesse dela fidelizar o cliente, não só com atualizações constantes, mas com atualizações que não degradem o desempenho do dispositivo a fim de que quando chegar a hora de trocá-lo ele nem cogite marcas concorrentes?

O que talvez separe empresas como a Motorola de iniciativas como o Cyanogenmod é a burocracia e os padrões de qualidade. É conhecido o dilema dos longos processos pelos quais as atualizações do Android passam dentro de qualquer fabricante — a Sony já o detalhou e, pela demora comum a todas elas, isso deve se repetir nas demais. Comunidades como a do Cyanogenmod são mais descompromissadas e, talvez por isso, mais céleres nos testes e na liberação das ROMs. Só que, apesar do bom trabalho que desenvolvem, elas formam um nicho, são uma solução fora do alcance da maioria que sofre com o software comumente ruim que as fabricantes instalam em seus dispositivos Android.

Aviso medonho de booloader desbloqueado do Moto G.
Foto: InsideandroidPE/YouTube.

Meu pai pode contar com alguém próximo que pensou nessa saída e conseguiu, meio que aos trancos e barrancos, realizar o procedimento. Se dependesse dele, que é muito inteligente, mas entende tanto de software de celular quanto eu das regras do rugby (ou seja, pouca coisa), só lhe restaria reclamar da lentidão até que a paciência se esgotasse e ele decidisse trocar o Moto G por outro smartphone novo e mais rápido. E até mesmo para quem sabe ou tem alguém apto a fazer o trabalho sujo, rooting e a instalação de uma ROM alternativa não é uma decisão simples, automática; isso anula a garantia! (Após o desbloqueio, aliás, um alerta medonho da Motorola passa a ser exibido toda vez que o smartphone é ligado.)

Note, ainda, que não se trata de um procedimento livre de riscos ou que está disponível a todos. Alguns modelos de smartphone não têm ROM alternativa por restrições da fabricante ou pelo uso de componentes mais obscuros, em especial o SoC (o chip tudo-em-um que inclui processador, GPU e, às vezes, as antenas do 3G/4G). O procedimento, embora seja simples, não é à prova de falhas. Mesmo um bem sucedido pode resultar em problemas devido a bugs da ROM. A Cyanogenmod é bem estável com o Moto G; outros aparelhos e/ou outras ROMs já não são tão garantidos.

De qualquer forma, é um submundo alternativo com o qual a pessoa interessada em apenas usar seu smartphone não deveria se preocupar. Desbloquear um aparelho Android e instalar ROMs alternativas são atitudes que abrem um universo de possibilidades; só que para muitos, e eu me incluo facilmente nesse perfil, é um universo que não diz nada, que idealmente não interessa. Quero um celular que eu tire da caixa, insira meu e-mail e senha e comece a usar, só isso. Qualquer trabalho extra no sentido de torná-lo usável é tempo desperdiçado. É querer muito?

Como instala Cyanogenmod no Moto G?

Tela de informações sobre o Moto G com Cyanogenmod.

Como quase tudo na vida, trocar a ROM de um dispositivo Android também fica mais fácil depois que você faz uma vez e passa a conhecer o procedimento. Esse é composto, basicamente, por três etapas:

  • Desbloquear o bootloader do aparelho;
  • Instalar um “recovery” alternativo, uma espécie de software básico para gerenciar arquivos na raiz da memória (leia-se: apagar o Android de fábrica e instalar a ROM alternativa);
  • Instalar a ROM alternativa em si.

Algumas partes são um pouco intimidadoras por envolverem linhas de comando e backup e exclusão de grandes quantidades de arquivos. É preciso, ainda, fazer uma boa preparação: fazer um backup completo para o caso de dar tudo errado, baixar ferramentas como adb e fastboot (dica: não baixe o SDK do Android, pegue esses arquivos avulsos de pacotes como o Minimal ADB and Fastboot ou ADB Installer) e ter os arquivos de instalação do recovery (TWRP), da ROM alternativa e, caso queira, dos apps do Google (usei este pacote que instala apenas o básico, mais os apps que você quiser, e que, de verdade, é tão bom que deveria ser padrão em todo smartphone Android).

Atente que cada smartphone ou tablet tem uma ROM específica. Diferentemente de computadores convencionais, onde o mesmo Windows serve para qualquer um que atenda os requisitos mínimos, dispositivos móveis são altamente especializados e demandam a ROM correta para que tudo funcione. Mesmo diferenças sutis, como é o caso do Moto G de segunda geração com suas versões apenas 3G e com 4G, e mesmo smartphones com componentes quase idênticos, mas de diferentes marcas e gerações, têm ROMs próprias. É preciso muita atenção nesse ponto.

Um dos muitos tutoriais em vídeo, sobre Android, no YouTube.

Fiz todo o procedimento com base na wiki oficial do Cyanogenmod e com o auxílio em vídeo de uns caras no YouTube (estas feras). Deu algum trabalho, demorou, mas foi mais tranquilo do que imaginava que seria. As telas e instruções são bem menos intuitivas do que se costuma ver em software comercial contemporâneo, mas elas são minimamente compreensíveis e, com boa vontade, é possível desbravá-las e chegar ao fim do processo com a ROM alternativa devidamente instalada e rodando no dispositivo.

Instalar ou não uma ROM alternativa?

Para não ficar só no meu relato, pedi aos leitores do Manual do Usuário para que compartilhassem histórias de ROMs alternativas no nosso canal no Disqus.

Vinícius Santana:

“Eu também ainda tenho um Moto G de primeira geração e o motivo de ter instalado a Cyanogenmod 13 foi desempenho. A última atualização oficial da Motorola para o aparelho (Android 5.1) o deixou muito lento. Hoje, meu aparelho roda um Android 6.0 com as vantagens que a personalização da Cyanogenmod [oferece] e desempenho semelhante ao do Android 4.4.”

Luis Henrique:

“Uso uma custom ROM (acho que a Cyanogenmod) para o meu tablet velho de guerra, um Galaxy Tab (as atualizações oficiais pararam no 4.1). Fiz o procedimento já tem mais de ano, mas estou com uma puta preguiça de procurar uma ROM nova e atualizada. No meu antigo Galaxy Mini praticamente trocava de ROM a cada 15 dias. Não sei como gostava desse sofrimento de ter que lidar com esse processo chato.”

Adriano Garcez

“Moto G (2013) com Cyanogenmod 12.1. Troquei porque estava sofrendo com memory leak. Tinha de reiniciar o celular todos os dias para não ficar impossível de usar. Fiz um teste com a CM por 30 dias ligados e não houve degradação de desempenho. De qualquer forma, é ligeiramente mais rápido do que a melhor desempenho que conseguia antes, ou seja, logo depois de reiniciar. O modo f.lux nativo e o root ativado em dois cliques é vida, sem contar algumas personalizações que posso fazer. Em questão de sistema, a experiência é quase igual, já que tanto a Motorola quanto a CM possuem Android quase puro.”

Andre Guilhon

“Eu uso no meu Galaxy S4 por alguns motivos. O ganho em desempenho após a retirada da sofrível Touchwiz é gritante, a autonomia da bateria também aumenta. O celular se mantém atualizado. Para mim, isso já seria uma grande vantagem. Mas a maior delas é a possibilidade de tirar aquele monte de app inútil da memória interna do celular.”

Roberto Oliveira

“A ROM alternativa, além de tudo, deu um gás no aparelho com a possibilidade de personalização através de temas e outras coisas. A função mais interessante, aliás, que veio quando atualizei da CM 12.1 para a 13, é a possibilidade de utilizar o cartão de memória como uma extensão do armazenamento interno. Ajuda a resolver um dos principais problemas do Moto E, que é a limitadíssima memória interna (de 4 GB, com 2,1 GB disponíveis ao usuário).”

Como já dito, nem tudo são flores. Fabio Montarroios arriscou uma ROM alternativa em seu tablet e…:

“Tablet LG Pad 8.3. Estava tudo em ordem e funcionando, apesar do Android velharia. Daí fui lá, todo pimpão, e instalei o diabo do Cyanogenmod 12 (que agora está versão 12 e muitas-letras-e-números ao lado do 12, com praticamente uma atualização por semana). Agora tenho um visual bacana e tal, mas sou assolado, vez ou outra, pela black screen of death (certamente apelido dado por algum nerd viciado em Star Wars). A tal tela preta da morte (eu tô vivo, apesar do nome) faz com que você não veja nada… Só reiniciando.”

O comentário do Nelson Souza revela outro possível problema das ROMs alternativas, que é a falta de otimização em alguns componentes do aparelho:

“Atualmente eu não uso uma ROM diferente. Usei no meu antigo Galaxy SIII, que tinha um desempenho sofrível. Com o Cyanogenmod eu consegui extrair um desempenho muito melhor do celular. A perda considerável foi na câmera, que ficou muito pior, mas convivi com isso até o fim da vida do celular.”

Pelos relatos fica a sensação de que ROMs alternativas, rooting e essas nerdices de Android são coisas que demandam muito tempo e tolerância a eventuais falhas. Às vezes você só se dá conta de que algo está quebrado na ROM quando precisa daquele recurso — um bug no Bluetooth quando conectado a dispositivos de áudio, por exemplo. E como a troca implica na formatação e exclusão de todos os seus arquivos e apps (ah é, isso é um detalhe importante!), é preciso paciência para realizar o procedimento, fazer e restaurar backups e reconfigurar todo o aparelho a cada instalação de ROM. Quem tem tempo para isso?

Se eu recomendo? Depende. Se você descobriu que é o único herdeiro vivo de um tio milionário que não conhecia, esqueça esse negócio e compre um celular decente. Se o tio milionário não apareceu (droga!) e você estiver disposto a abdicar da garantia do seu aparelho perdendo uma manhã com vídeos ruins no YouTube e tutoriais que presumem que tu sejas alguém manjado em Unix, enquanto se debate com um negócio enfadonho em frente a um computador na esperança de que seu smartphone ou tablet fique menos detestável, vá em frente. Há casos, como o do Moto G do meu pai, que pior do que está não fica.

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110 comentários

  1. Eu já não tive tanta sorte assim. Segui todos os passos direitinho, instalei o ROM alternativa e o Moto G não achava sinal do celular de jeito nenhum. Tive que reverter pro software da Motorola, só que depois de restaurar e reiniciar o celular, boom, ele morreu. Virou um lindo peso de papel. Sorte, a gente vê por aqui. :)

  2. Eu tenho um Moto G2 comprado em 2014, versão sem 4G, com 16Gb e TV digital. Acho que foi o primeiro lançado. Hoje ele está rodando o Android 6 e não tenho problema algum com os aplicativos básicos: Whats App, Uber, Netflix, Spotify, Youtube, Waze. Não sou muito de jogos, mas roda bem Alto Adventure e Sky Force. Ele dá umas travadas de vez em quando, dá uma engargalada que trava tudo, mas só esperar que volta. Quando dá o problema é iniciando um aplicativo, uma vez aberto não dá pau.. Tá velho, mas não tive os problemas como os reportados no início do post. Inclusive hoje rodei o Antutu e o resultado foi 22.254 que achei muito bom. Tenho um cartão SD de 32Gb, não sei se isso influencia (acho que não).

    Tô numa dúvida danada para trocar de aparelho. Moto Z Play, pelo preço, android puro, tamanho de tela e por ser mais novo, ou o Galaxy S7 que é Samsung com aquela interface escrota, tela menor mas com desempenho monstro e uma câmera top. Na oportunidade que tenho, a a diferença entre eles é de R$ 400.

    No futuro, com as possíveis atualizações do Android, não estaria mais bem servido com um celular Motorola que tem garantia de atualização do sistema operacional?

    Outra coisa que questiono. Qual a necessidade de uma tela QuadHD em um celular? O meu é HD, 720 linhas, e não vejo nem um ponto. Um aparelho menos potente, com uma tela com menor resolução, não teria o desempenho mais aproximado de um TOP com resolução esdrúxula? Faço uma analogia com PC. Tenho um Core i5 de 2012, velho, com uma placa de video razoável e roda muito bem absolutamente tudo que preciso, inclusive jogos novos. Não roda jogo no máximo, mas me atende muito bem.

    Dúvida cruel. https://uploads.disquscdn.com/images/c304f877d471a8be2da7da6873affda70f2c51dc85cca1b567f88cfbd07b0dc3.png

  3. Recentemente comprei um moto g 2 para minha irmã, eu não sabia que havia tanto relatos de problemas assim da linha moto g, além dela está enfrentando por problemas de lentidão, está também com problemas muitos serios com a bateria. (Demora a carregar, e descarrega em questões de minutos). Estou pensando seriamente em instalar uma ROM CyanogenMod, para ver se ameniza mais esses problemas!!!

  4. Sabe o pior? Eu havia atualizado e logo nos primeiros dias tava de boas, tanto que recomendei pra várias pessoas que tinham. Depois de um tempo, começou os problemas, me senti um idiota perante ao pessoal que indiquei a atualização. Os fabricantes deveriam dar o direito ao downgrade se a versão nova não agradar. O meu próximo telefone, ao invés de pegar um intermediário, vou pegar um flagship da geração anterior da samsung.

  5. Ghedin,
    Tenho lido bastante a respeito mas estou com uma dúvida.
    Meu MOTO G é da primeira geração e tem 2 chips. Será que o cyanogenmod aceitará dois chips também?? Fico com receio de a room, por algum motivo da vida, reconhecer só um dos chips… o que acha?o do teu pai também tinha os dois slots?

    Valeeu, abraço!

    1. A princípio imagino que deva funciona, especialmente porque o suporte a dual SIM se tornou nativo numa das últimas versões do Android (5.1, acho). Mas para não ter dúvida, dê uma olhada nas notas da versão do Cyanogenmod ou nos fóruns de suporte.

      1. Rodrigo, vim aqui responder caso alguém chegue aqui com o mesmo problema. Pesquisei nos foruns e parece que sim, o suporte a dual SIM é nativo na Cyanogenmod 13.0.
        Valeu!

  6. <(este retrato não é meu)

    Não quero manual não sei de que.
    Me assustei com isso: EM PÚBLICO ?
    "…na média, visitantes do Google não são muito bons para o modelo de negócio do Manual. Eles derrubam métricas importantes (tempo de permanência e taxa de rejeição) e poucos que chegam por aqui ficam — assinando a newsletter, por exemplo."
    Amigo, isto aí é a sua opinião; sua.

    Como uma queixa contra usuários do Google e parece que você NÃO VISITA O GOOGLE.
    – Visitantes do Google NÃO SÃO BONS para o SEU modelo (DO) negócio (DO) manual não sei de que… (Quanta pretensão, os caras que usam google não estão à altura de SEU manual…), ainda diz: ELES DERRUBAM a taxa de rejeição que é uma "métrica importante", (que bom pra você).
    Academicismo, você também foi deliberadamente vaidoso..

    Quanto a narrativa dramática do Moto g do seu pai, não gostei do modelo circular e fragmentária. Eu queria que o "mocinho" morresse no final que não existiu. Desculpe.

    Cuidado ao mexer em read only memory, mesmo com receita de bolo em fastboot: quem receita erra muito. Abraços.

    P.S. Há um retratinho ali que não é meu, mas aqui embaixo aparece: Post de Paulo Schulz, sou eu.)

  7. Deu trabalho, mas consegui modificar o moto g2 da esposa. Instalei o android 6. Ficou muito mais rápido e agora veremos se a bateria dura mais. Ótimas dicas e roteiro!

  8. Sempre usei Roms alternativas desde o primeiro Milestone da Motorola. Neste caso, também fui salvo pela Cyanogem.
    Mas como sou usuário Samsung (me acostumei com algumas funções exclusivas) continuei recorrendo a essas Roms.
    Detalhe: brikei meu Note 3 e mesmo assim levei à assistência técnica. Me deram um novo sem questionar. Atualmente estou com o Note 4 também com Rom alternativa (Erobot) sem problemas nem bugs.

  9. Tenho de concordar, há uns bons 5 anos, quando eu estava sossegado de trabalho e estudos, eu era entusiasta demais com roms, testava várias, em poucos dias ficava atendo a pequenos detalhes, como performance, diferença na duração da bateria etc… Hoje em dia, atolado de ocupações, não quero nem ficar pensando nisso… quero simplicidade. Não deixei de usar roms quando necessário, mas hoje entendo quando a pessoa não tem saco e quer simplesmente algo funcionando right outta the box.

  10. Pela primeira vez instalei uma custom ROM no meu celular. Sempre tive medo de brickar o aparelho, mas inspirado por esse post resolvi tentar, já que também sofro com um Moto G 2014 com desempenho sofrível. Instalei o mesmo Cyanogenmod baseado no Android 5.1 seguindo os tutoriais recomendados.

    Aparentemente deu tudo certo. E o processo até que é fácil, levei mais tempo baixando os arquivos e fazendo backup do que efetivamente realizando o processo de instalação da ROM.

    1. kadug estou querendo migrar para o cyanogem 13. Meu moto g2 TV ta uma porcaria esquentando direto e travando demais, sem falar de lerdo. Poderia me dizer como conseguiu instalar a ROM? quero fzr no meu.

      1. Fernando, eu segui as recomendações do Ghedin que estão nos posts (e as referências dele, principalmente os vídeos).

        1. Chefe o problema são as funções do aparelho que acabam se perdendo mediante a atualização ( câmera, G, dual chip entre outros ). A ROM não está fechada com as correções? Ou realmente temos essas perdas na migração?

          1. A ROM (CM 12) é adaptada ao aparelho, então essas funções continuam funcionando. A única função que se perde é a TV digital, mas na internet se encontra como reinstalar o APP e fazê-lo funcionar

          2. Porém a cm12 eh equivalente a lollipop 5.0, e já estou com o marshmallow 6.0, que precisa do cm 13 que está altamente instável. Por isso q preciso de uma ROM boa, para não brickar meu cel.

  11. Quero morrer!!! Amava meu motog2, compramos mais 2 na minha família e agora, estamos todos sofrendo com essa queda trágica de desempenho. Ele esquenta tanto que mal pode-se conversar encostando o aparelho na orelha – queima!!! Pra quem é leigo total como eu, se eu for numa assistência técnica da marca, eles fariam isso para mim? Que desespero, usava esse smart pra administrar meus negócios e agora, tá uma b.

    1. Provavelmente a assistência técnica oficial não faria essa tarefa para você, uma vez que o procedimento não é homologado por nenhuma marca. Isso teria que ser por sua conta realmente. :(

  12. Quero morrer!!! Amava meu motog2, compramos mais 2 na minha família e agora, estamos todos sofrendo com essa queda trágica de desempenho. Ele esquenta tanto que mal pode-se conversar encostando o aparelho na orelha – queima!!! Pra quem é leigo total como eu, se eu for numa assistência técnica da marca, eles fariam isso para mim? Que desespero, usava esse smart pra administrar meus negócios e agora, tá uma b.

  13. Eu tenho um Galaxy S4 3g, já usei ROMs alternativas (baseadas na stock) até o Android 4.4… Com a mudança para o 5.0.1, não vejo mais tal necessidade. O aparelho tem bom desempenho, todos os recursos funcionam bem, até mesmo o smart stay, que era problemático no kit Kat.
    Ah… E gosto da TouchWiz. Ela traz recursos interessantes ao aparelho. Já usei cyanogenmod (isso nos tempo de Android 2.3) pq o Android era sofrível.
    Pra quem reclama de desempenho com relação a TouchWiz, meu primeiro conselho é… Desinstale qualquer App otimizador que vc tenha em seu aparelho. O sistema de gerenciamento de memória cumpre bem seu papel.

  14. ter suporte da comunidade é requisito de compra mim, nçao consigo usar uma rom styock de fabricante nenhuma. das que conheço, a que mais se aproxima de um rom “fora da caixa” seria a da lenovo, no vibe a7010, mas ainda assim faltam alguns recursos
    uma dica pra quem está experimentando pela primeira vez e quer trocar de celular, mas ter sempre uma “tábua de salvação”, é verificar se o dispositivo que quer comprar é vendido na memsa exata variante nos EUA. isso por si só costuma garantir uma grande variedade de roms disponíveis. e como destacado no artigo, o soc não pode ser chato de desenvolver (leia-se mediatek)
    hoje uso um lg g2 com rom crdroid,e pico gapps. perdi um pouco na câmera, mas ganhei em todo o resto, personalização, funções, controle sobre o hardware, bateria, velocidade da ui. recomendo a todos os proprietários

  15. ter suporte da comunidade é requisito de compra mim, nçao consigo usar uma rom styock de fabricante nenhuma. das que conheço, a que mais se aproxima de um rom “fora da caixa” seria a da lenovo, no vibe a7010, mas ainda assim faltam alguns recursos
    uma dica pra quem está experimentando pela primeira vez e quer trocar de celular, mas ter sempre uma “tábua de salvação”, é verificar se o dispositivo que quer comprar é vendido na memsa exata variante nos EUA. isso por si só costuma garantir uma grande variedade de roms disponíveis. e como destacado no artigo, o soc não pode ser chato de desenvolver (leia-se mediatek)
    hoje uso um lg g2 com rom crdroid,e pico gapps. perdi um pouco na câmera, mas ganhei em todo o resto, personalização, funções, controle sobre o hardware, bateria, velocidade da ui. recomendo a todos os proprietários

  16. estou na mesma… o da minha esposa está praticamente inusável (novilíngua here), mas não tenho conhecimento técnico suficiente pra tanto… o máximo q fiz foi formatar 3x o troço.

    melhora, mas depois de um tempo, volta tudo de novo. e a última atualização que ele aceitou, séculos atrás, detonou o sistema e ele enxerga q tem uma nova, baixa mas na hora de atualizar, volta ao estado inicial.

    um saco.

    ah, é o modelo de 8GB, um lixo.

  17. Eu havia saído de um falecido Moto X 2013, como podia pegar de graça fiquei com um Moto G 2 4G, desde o começo achei o smart um lixo até que chegou a update pro marshmellow, dai ficou inutilizável, em uma situação bem parecida com este da matéria. Eu tava pensando em usar ROM alternativa ou comprar outro aparelho mas antes disso fiz um Factory Reset, e acabou que deu muito certo, o desempenho está muito parecido com o meu X, boa fluidez, realmente entendi a custo beneficio que muito diziam ter esse modelo mas até então eu só tive frustração e agora estou feliz de ter economizado um smarphone, o valor que ia “investir” já fiz bom uso, não penso em trocar tão cedo de aparelho, é um celular que só decepciona para jogos pesados e fotos, duas coisas que faço bem pouco no smart.

      1. Fazem 3 meses, mas de um tempo pra cá comecei a instalar alguns apps que eu tava evitando e senti uns engasgou a mais, ainda tá muito longe da meleca que era mas não recomendaria a compra do modelo.

  18. No da namorada, o mesmo Moto G segunda geração, estava muito ruim com a versão 5 do Android. Eu já estava pensando em fazer isto de instalar roms alternativas.

    Até que ela atualizou para versão 6 e não parou de falar elogios. Elogiou de tudo, principalmente a bateria que estava esgotando antes do meio dia… Está muito feliz agora.

  19. Rodrigo, lembra quando falei sobre isso (péssimo desempenho) num Moto G 2ª geração no começo do ano passado? Na época, parecia exagero meu e voce mesmo falou que quando testou que o aparelho que era muito bom. Estava no 5.0.2 e era um horror. Viu como tinha razão? O fato é que Moto G deixou de ter bom desempenho faz tempo nas versões com 1Gb de RAM.

      1. Ah, o que tive (com todos esses problemas que você mesmo viu no aparelho do seu pai) era o modelo 2ª geração xt1069 com Lollipop 5.0.2. Como passei pra frente faz quase um ano, não posso afirmar como se portaria no 6.0 mas foi sensível a piora do 4.4.4 para 5.0.2

  20. Olá Rodrigo Ghedin, o consumo da bateria melhora? No 6 ele é um monstro devorador, no Moto G1 e G2.

  21. Tenho um Moto G 2014 dual SIM DTV com o Android 6.0. Ele tá rodando melhor do que com o Lollipop. Quando estava com o 5.0.1, tive que dar um hard reset com uns três meses de uso pra ver ele respirar de novo. Sinto que a atualização pro Marshmallow deu novo fôlego pro aparelho.

  22. Eu tenho um caso interessante pra contar: 2 amigos pouco letrados en TI com celular da Samsung (um Grand Duos e outro J alguma coisa) reclamando do desempenho do celular. Um deles falou que “o problema é a internet que fica lenta”.

    No caso “a internet” é o browser, sugeri que trocassem o chrome por uma alternativa na play store e precisa ver a cara deles: “nossa, parece um celular novo”.

    Não sei se é o caso do MotoG (acho que não), mas já vi uns 3 aparelhos Samsung e LG onde o Chrome consome uma barbaridade de recursos. Fica a dica

    1. Isso também interfere e a dica de experimentar um navegador alternativo mais leve é boa! Eu até troquei o Chrome pelo Opera Mini no celular do meu pai, mas a lentidão não derivava dele exatamente.

  23. Bom, antes de partir pra uma ROM alternativa, poderia ter limpado o cache ou feito um hard reset. E uma ROM sensacional que descobri pro Moto G se chama Nexus Experience e curti bem mais que a mainstream CyanogenMOD. Eu usava ela no meu versão 2014 até ele vir a óbito por descuido meu.

  24. Eu tenho um Galaxy Grand Duos e o fabricante parou na versão 4.4 do Android. Ele tava horrivelmente lento e então um colega disse que já havia colocado uma ROM custom no Galaxy S2 e que tinha funcionado muito bem. Fui e procurei para o meu. Então achei a versão 5.0 e inatalei porque já tinha acabado mesmo o período de garantia. Foi a melhor coisa que eu fiz. O telefone ficou muito rápido. E então procurei pra versão 5.1.1 e inatalei também. Não tenho nada a reclamar. Logico que perde algumas funções que tinha como radio mas como eu não utilizava eu nao me preocupei com isso. Hoje possuo a CM 12.1 e adoro meu telefone assim. Pena que a versão CM 13 parece que não cai sair. Mas estou satisfeito como esta versão.

  25. Tenho um nexus 5 já fazem quase 2 anos e, como as atualizações vêm da própria google, nunca tive problemas com desempenho -exceto na versão 5.0 e seu memory leak.
    Hoje uso custom roms pra extrair mais dele, como substituir o kernel por um que foque em bateria.
    A google deveria expandir o programa Nexus pra levar às massas um android estável e atualizado, mas entendo que as fabricantes não iriam gostar nem um pouco disso, o que seria mau negócio para a google.

  26. Antes de instalar uma ROM , o correto seria dar um hard reset no moto G que recebeu a atualização e verificar o desempenho , caso a lentidão persististe aí sim .. Cyanogenmod nele.

  27. Ghedin, vejo esse problema em todas as plataformas. Iphones mais antigos sofrem com lentidões após atualizações de sistema. Você tentou resetar antes?
    Já vi esses resets salvarem iphones e samsungs da vida.

    1. Não tentei, e talvez devesse ter tentado isso. Mas o problema desse Moto G não era derivado de atualização — ele saiu da caixa ruim. E, na experiência que eu tive com um iPhone antigo (5, de 2012, usado até o final de 2015), não chegou nem perto da deterioração de desempenho sofrida pelo Moto G na transição do Android 4.4 para o 5…

      1. É, se já saiu da caixa ruim e ao mudar o SO a coisa melhora, é algo esquisito.
        O Nexus 5 do meu irmão melhorou absurdamente depois do hard reset (já tinha acumulado umas 5 atualizações sem resetar).
        O iphone 5 de um amigo meu foi a mesma coisa, tava lento, falei pra resetar e melhorou.

      2. Devia mesmo, tive problema muito parecido desde a saida da caixa e resolveu com o reset que fiz depois sofre muito e atualizar pro 6.0.

  28. Ghedin, vejo esse problema em todas as plataformas. Iphones mais antigos sofrem com lentidões após atualizações de sistema. Você tentou resetar antes?
    Já vi esses resets salvarem iphones e samsungs da vida.

  29. Eu usava a CyanogenMod no Motorola Milestone (naquela época que a Motorola se comprometeu a atualizar o Android após pressão dos usuários, mas demorou pacas), no Galaxy SII e no Galaxy SIII. O desempenho em geral sempre foi melhor com a ROM customizada, mas os bugs, principalmente com a câmera sempre me irritavam.
    Nos meus aparelhos atuais, um LG G3 e um Galaxy S6 ainda não senti necessidade de instalar uma custom ROM. O G3 é um candidato, pois tem me parecido bem lento ultimamente, mas como não uso tanto acabo deixando pra lá. Do S6 não tenho do que reclamar por enquanto, a atualização para o Android 6.0.1 melhorou o desempenho e estou bem satisfeito com ele. Futuramente pode ser que instale a CM nele, mas acho que o mais provável é que eu acabe comprando outro aparelho.

  30. Minha única experiência com o CM foi num Milestone 2 velho de guerra uns anos atrás. Deu uma sobrevida considerável ao aparelho mas o processo foi tão desagradavelmente chato que eu nem considerei fazer isso pro meu Moto G primeira geração e acabei comprando um telefone novo mesmo.

    Sem falar na chance de brickar o aparelho que, ainda que seja de modo reversível, é uma chateação danada.

  31. Post muito interessante :) Já salve alguns aparelhos antigos com o CyanogenMod também, mas também já tive diversos problemas com ele.

    O que chama atenção é justamente algo que você apontou…. ROM modificadas mostram que o potencial de hardware dos aparelhos é muito bom, mas o software (leia-se ganância das empresas) estraga o próprio hardware – isso também explica porque geralmente a linha Nexus é muito melhor.

  32. Já tive por um pouco tempo o Moto G segunda geração. Pra deixá-lo usável, tive que desativar todas as atualizações automáticas de aplicativos. Com ela, o celular do nada congelava. Também desativei aqueles efeitos de transição.

    Passei pela mesma situação com meu atual Galaxy A3. Por sorte, após a atualização para o Loliipop, ele ficou muito melhor.

  33. Já tive por um pouco tempo o Moto G segunda geração. Pra deixá-lo usável, tive que desativar todas as atualizações automáticas de aplicativos. Com ela, o celular do nada congelava. Também desativei aqueles efeitos de transição.

    Passei pela mesma situação com meu atual Galaxy A3. Por sorte, após a atualização para o Loliipop, ele ficou muito melhor.

  34. Eu tenho um Galaxy S4 mini. Estava pesquisando por um aparelho novo, com uma versão do Android mais recente. Já tinha experimentado em outros aparelhos a troca da ROM, quando resolvi dar mais uma chance ao meu aparelho atual. Estou com a CyanogemMod 13. O celular ganhou vida nova, até mesmo no desempenho da bateria. Infelizmente os interesses dos fabricantes não vão além das vendas. A Samsung, acredito ser o maior exemplo de descaso nesse sentido. Parabéns pela publicação, condiz com minha feliz experiência.

      1. Pior é que, na média, visitantes do Google não são muito bons para o modelo de negócio do Manual. Eles derrubam métricas importantes (tempo de permanência e taxa de rejeição) e poucos que chegam por aqui ficam — assinando a newsletter, por exemplo.

        1. Não quero manual não sei de que.

          Me assustei com isso: EM PÚBLICO ?

          “…na média, visitantes do Google não são muito bons para o modelo de negócio do Manual. Eles derrubam métricas importantes (tempo de permanência e taxa de rejeição) e poucos que chegam por aqui ficam — assinando a newsletter, por exemplo.”

          Amigo, isto aí é a sua opinião; sua.

          Como uma queixa contra usuários do Google e parece que você NÃO VISITA O GOOGLE.

          – Visitantes do Google NÃO SÃO BONS para o SEU modelo (DO) negócio (DO) manual não sei de que… (Quanta pretensão, os caras que usam google não estão à altura de SEU manual…), ainda diz: ELES DERRUBAM a taxa de rejeição que é uma “métrica importante”, (que bom pra você).

          Academicismo, você também foi deliberadamente vaidoso..

          Quanto a narrativa dramática do Moto g do seu pai, não gostei do modelo circular e fragmentária. Eu queria que o “mocinho” morresse no final que não existiu. Desculpe.

          Cuidado ao mexer em read only memory, mesmo com receita de bolo em fastboot: quem receita erra muito. Abraços.

          P.S. Há um retratinho ali que não é meu, mas aqui embaixo aparece: Post de Paulo Schulz, sou eu.)

  35. Minhas experiências são mistas: Meu Moto G 2014 (Dual SIM e DTV) veio com o 4.4, mas no primeiro boot já atualizei para o 5.0.1. Estava bem ruim há algum tempo quando saiu a atualização para o 6.0. Zerei o aparelho e atualizei para o Marshmallow e, por enquanto, só elogios. O telefone virou outro, mais rápido do que quando saiu da caixa. Muito mais responsivo. Aproveitei e reformatei o cartão de memória naquela opção para expandir o armazenamento interno.

    Por outro lado, meu contato com a CyanogenMod vem de longa data, lá dos tempos do Android 2.3. Meu primeiro “tablet” rodava essa versão. Um Nook color, que na verdade era um e-Reader on Steroids e que eu reaproveitei como tablet. O hardware era modesto e, talvez por isso, a performance não era lá essas coisas. Lembro de atualizar várias vezes, até o android 4.4. Muitas dessas atualizações mais atrapalhavam do que ajudavam, mas numa época em que eu tinha algum tempo para dedicar a essas coisas era até divertido. E desde então não mexi mais com trocar ROM de aparelho. Por hora ando pensando em experimentar o CM 13 (quando sair uma build minimamente estável) no moto E da minha noiva.

  36. Minhas experiências são mistas: Meu Moto G 2014 (Dual SIM e DTV) veio com o 4.4, mas no primeiro boot já atualizei para o 5.0.1. Estava bem ruim há algum tempo quando saiu a atualização para o 6.0. Zerei o aparelho e atualizei para o Marshmallow e, por enquanto, só elogios. O telefone virou outro, mais rápido do que quando saiu da caixa. Muito mais responsivo. Aproveitei e reformatei o cartão de memória naquela opção para expandir o armazenamento interno.

    Por outro lado, meu contato com a CyanogenMod vem de longa data, lá dos tempos do Android 2.3. Meu primeiro “tablet” rodava essa versão. Um Nook color, que na verdade era um e-Reader on Steroids e que eu reaproveitei como tablet. O hardware era modesto e, talvez por isso, a performance não era lá essas coisas. Lembro de atualizar várias vezes, até o android 4.4. Muitas dessas atualizações mais atrapalhavam do que ajudavam, mas numa época em que eu tinha algum tempo para dedicar a essas coisas era até divertido. E desde então não mexi mais com trocar ROM de aparelho. Por hora ando pensando em experimentar o CM 13 (quando sair uma build minimamente estável) no moto E da minha noiva.

  37. Meu Moto G 2014 está funcionando tranquilo com o Android 6.

    Uma pergunta: a correção da sensibilidade do giroscópio está incluída na Cyanogenmod? Pois com a versão 6 da Motorola a tremedeira foi solucionada. Sem isso é impossível usar o Google Cardboard.

  38. após o root e vários testes com custom roms diferentes meu gran prime virou um smartphone decente, achei essa rom na comunidade do G+ e as roms feitas pelos usuários sempre são melhores do que as que vem de fabrica é incrível como o android é mal otimizado e como as fabricantes subestimam o usuário, acham que precisamos de uma tonelada de aplicativos pre instalados e um monte firulas na interface

  39. Só uma ressalva. Ease negócio de anular a guarantia é balela.
    Lógico q se der um problema de software, como brickar o aparelho, não há garantia.
    Mas um celular com a rom alterada, e q esteja lacrado fisicamente, tem garantia no hardware.
    Eu já fucei bastante em meu finado nexus 4, principalmente no kernel, pq a bateria nunca foi um ponto forte dele. Hj não tenho mais tempo e paciência para isso.

  40. Tirar essa mensagem do bootloader desbloqueado é a coisa mais fácil do mundo. Meu moto x 2014 está com a cyanogenmod desde o primeiro dia em que o comprei. O que posso dizer é que meu celular é melhor em todos os aspectos quando comparo com um moto x no padrão motorola.

    1. Mas e as funcionalidades que a Motorola inclui, como Active Display e despertar a câmera com o gesto de punho? O CM possui essas funcionalidades?

      Possuo o mesmo aparelho e foi o meu primeiro Android que não senti nenhuma necessidade de mudar a ROM mesmo depois de muito tempo de uso. Ele tem a versão mais recente do Android, é estável, continua tão rápido qto novo e as funcionalidades da ROM original possuem apelo.

      1. O Active Display da motorola é substituído pelo Ambient Display na CM. Eu particularmente prefiro o Ambient Display, porém há quem prefira a solução da motorola, ao meu ver ambas são “a mesma coisa”. Com relação aos gestos não há diferença alguma, tanto pra câmera quanto pra lanterna. A diferença é que a CM já possui essas opções integradas ao sistema, não são aplicativos “Moto” que ficam rodando em background o tempo todo. Devido a isso, mesmo rodando os programas simultaneamente mais comuns que todos usam, facebook, facebook messenger, whatsapp, instagram, snapchat, etc. eu ainda tenho 1gb de ram livre em média. O sistema ao meu ver é muito mais fluído e rápido. Até a câmera da CM parece que faz milagre, pois minhas fotos ficam melhores do que as do pessoal do trabalho que usam a câmera da motorola.

    2. No meu Samsung Note 1 aparece um triângulo amarelo com um ponto de exclamação. Será que é fácil tirar também? (Não acredito que seja a coisa mais fácil do mundo, rss, mas acredito que seja possível, vou pesquisar sobre… :) )

  41. Tirar essa mensagem do bootloader desbloqueado é a coisa mais fácil do mundo. Meu moto x 2014 está com a cyanogenmod desde o primeiro dia em que o comprei. O que posso dizer é que meu celular é melhor em todos os aspectos quando comparo com um moto x no padrão motorola.

  42. Olha só, que chique, meu comentário apareceu num texto do blog :D

    Esqueci de comentar que a bateria geralmente dura mais. Fazendo leitura de texto com o FeedMe e Pocket, acessando eventualmente o Twitter, WhatsApp, Gmail e Instagram, consigo fácil passar das 6h de tela. Certa vez, quando cheguei a 7h de tela, fiquei assustado. E isso em um celular de 2 anos, que já perdeu sabe-se lá quanto da carga total da bateria. O máximo que conseguia antes eram 5h, e era bem raro. Geralmente ia até um pouco mais de 4h de tela com o mesmo uso.

  43. Usando LG G3 com a ROM Purity (6.0). A stock da LG e muito pesado. Ja a purity alem de deixar mais rapido ela tem uma boa autonomia d bateria.

  44. O meu moto G1 está funcionando a contento, mas o da esposa, um moto g2 está um pouco estranho. Fiz o reset pra voltar aos padrões de fábrica e melhorou um pouco, mas se perceber q ainda está ruim (aquece demais à toa) vou instalar um cyanogenmod. Acho q no meu caso, com o LG Pad 8.3, posso ter feito alguma barbeiragem tb seguindo os tutoriais…

  45. Lembro que tinham liberado um app pra fazer a troca de rom automaticamente. Logo depois a google tirou o app de loja. Que fim levou? Não voltou mesmo?

  46. Eu troquei a Rom do meu Moto E2 4G ano passado, quando ele estava com 5.1

    Troquei pelo Cyanogenmod 12.1, que também é baseado no Android 5.1

    Hoje, apesar da própria Motorola ter lançado o Android 6.0 para ele, atualizei para o CM13, que também é baseado no Android 6.0

    Por quê vale a pena? Pois eu sei que a Motorola não vai lançar uma nova versão do Android para o Moto E2 4G, até porquê é muito provável que lancem um Moto E3 esse ano.

    Então não receberia o 6.1,… 7.0 no meu celular. Com o CM, mesmo que os próprios desenvolvedores oficiais do Cyanogenmod resolvam abandonar o desenvolvimento, haverá sempre milhares de desenvolvedores independentes ao redor do mundo disponibilizando Rom não oficiais baseadas no Cyanogenmod. Então poderei de fato ir contra a obsolescência programada imposta pelas fabricantes.

    Se vale a pena? Muito!
    Porém veja bastante vídeos no youtube, principalmente em inglês (são os melhores) e tenha frio no estômago para fazer isso da primeira vez.
    Se seu celular é Motorola da linha Moto (E, G, X, etc) e desejar colocar uma Rom alternativa, fico aqui a disposição para eventual ajuda aos interessados, salientando que é de total responsabilidade destes os possíveis danos causados em seus respectivos aparelhos. (No meu não deu, já fiz em três modelos diferentes, porém sempre é um risco).

        1. Já fiz esse procedimento em Sony e Sansumg. Chefe o problema são as funções do aparelho que acabam se perdendo mediante a atualização ( câmera, G, dual chip entre outros ). A ROM não está fechada com as correções? Ou realmente temos essas perdas na migração?

  47. Fiz no meu Moto X Play que após a última atualização deu pane na hora de desbloquear a tela, era preciso insistir no botão power para liberar a tela. Com o Cm13 resolveu o problema.

  48. Já disse inúmeras vezes no extinto “Post Livre” e volto a dizer que CyanogenMod está há anos luz do Android do Google e outros sistemas operacionais.

    O que a Apple, Google e WP inserem gradualmente, já existe há muito tempo em desenvolvedores independentes além da CM, como os excelentes SlimRoms (por sinal, melhor ainda que CyanogenMod), Paranoid, Resurrection Remix, CandySix e muitos outros desenvolvedores com versões completas e muitas vezes mais estáveis que as versões “aclamadas” pelos jornalistas.

    O Google, a Apple e a Microsoft infelizmente ainda inserem bloatware nas versões puras de seus respectivos sistemas e precisam melhorar.

    ps: Na CyanogenMod o áudio fica muito melhor e mais alto com AudioFX, o suporte a tema é enorme e o Moto G ainda ganha as funções de notificações na tela desligada.

      1. mais funções, e como são baseadas na própria cm, removem bugs e melhoram o código já muito bom da cm

    1. não tô usando resurrection porque a última versão dela pro lg g2 é MUITO BUGADA, dá até trizteza, foi a rom que mais gostei de usar, atrasei minha saída do L pro M esprando ela se estabilizar, mas pelo visto o dev abandonou. uma pena, tenho um carinho especial por essa rom. hoje tô na crdroid, é uma boa rom, mas falta customização. RR me deixou mau acostumado

  49. Respondi lá no fórum o convite, mas replico aqui certas coisas, entre elas o fato do Lollipop ter bugado o Nexus 4 e o Moto E da minha irmã, entre outros como todos os Moto G dos meus amigos e alguns familiares. Essa atualização foi horrível.

    1. No caso do Nexus 4 não entendo o porque, mas nos demais foi uma preguiça por parte da Motorola. Deixou os seus mais baixos com o 5.0 e suas variações, deviam ter entregue a 5.1 e nada. Tanto que deu uma boa melhorada com a vinda do 6.0 para os que veio…

  50. fiz isso no meu antigo note 2, pela samsung parou no 4.3 e fui pro Cyanogen e passei 1 ano com direito a atualizações rapidas, o maior problema foi a perda da funcionalidade da caneta =(

    Mas aconselho a quem quer o telefone mais rápido.

  51. Ghedin, o meu moto g 2014 está funcionando de boa com o android 6. Fico pensando se é porque 90% do tempo meu uso se resume a spotify/podcasts/twitter/whatsapp

  52. Ghedin, o meu moto g 2014 está funcionando de boa com o android 6. Fico pensando se é porque 90% do tempo meu uso se resume a spotify/podcasts/twitter/whatsapp

  53. Histórias parecidas, mas com finais diferentes. Como ocorreu com você, meu pai também tem um moto g 2014, mas na versão 4g e quando comprei para ele fiquei impressionado o quanto estava ruim (ainda mais vendo em comparação como deveria ser no meu Nexus 5). Com isso vi que ele estava com o Lollipop 5.0 e sabia que essa versão era ruim, mas pensei que a Motorola iria ser mais rápida para liberar a 5.1 para o Moto G, mas não. Só quando liberou a 6.0 que o celular se mostrou competente para aquilo que veio, mas fiquei impressionado com a demora da Motorola, afinal deveria ter liberado o 5.1 para ele, não tinha desculpas para isso. Agora, não sei no caso da versão só em 3g, a versão 6.0 ainda não foi liberada?

    1. Tenho um moto g 2014 3g e foi liberada a versão 6 já faz um tempinho. Tá funcionando de boa, melhor que a 5.

    2. Tenho Moto G 4G 2014, com Android Marshmalow 6, e o rendimento do aparelho não é bom. Se eu instalo Facebook e Messenger o aparelho fica horrível.

      1. Eu por ter o Nexus 5 vejo travamentos simples, como no Photos, mas entendendo pelo hardware. Eu não conseguiria ter sabendo como é, mas pelo preço, hardware e talz, acho ok. Sem contar que quando ele estava com o 5.0 era tão ruim, que com o 6.0 você tem que levantar as mãos para o ceu hahaha

      2. Cara, acho que qualquer celular que se instala o Facebook e o Messenger fica horrível. Nesse caso, a culpa é mais dos apps do que o aparelho em si.

        1. Diogo, minha esposa tem o Galaxy A5 (antigo, com Snapdragon 410) e tem instalado no aparelho Facebook, Instagram, Moments, Messenger e o aparelho não trava ou fica com engasgos como meu Moto G. Isso pq não tenho instalado nenhum desses aplicativos.

          1. Pô, mas ainda assim o Galaxy A5 tem 2GB contra 1GB do Moto G… tudo bem, nesse caso é culpa do aparelho mesmo, mas o app poderia ser muito bem otimizado, como outros apps…

          2. Sim. Mas as fabricantes não estão nem aí pro usuário, só querem nosso dinheiro a todo custo.

        2. Sim, esses apps prejudicam mto o desempenho do aparelho. Mas vejo que alguns modelos não sofrem tanto como outros. O que acontece é que a Lenovo estragou o Moto G, pq em 2013 ele voava, e hj se arrasta.

          1. Ia comentar isso, a Lenovo complicou o negócio, já que o interesse dela é só lançar aparelhos dourados e prateados a preços exorbitantes à la Samchula e iBosta ?

    1. Acho que não, acho que apenas o Kitkat foi programado para rodar em 512MB, do Lollipop para cima ai é outra coisa, acho que nem 1GB é algo bom.

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