“Quase 88% dos usuários do meu app são brasileiros, mas mais da metade da receita vem dos outros 12%”

Depois de ler aquele post sobre a pesquisa da Opinion Box/Mobile Time que constatou que a maioria dos brasileiros não paga por apps, o leitor Renan Ferrari compartilhou, no nosso grupo secreto no Facebook (só para assinantes), algumas estatísticas interessantes sobre seu app para Android.

O app do Renan é o Grana, um gerenciador financeiro simples e leve que tem o diferencial bacana de contabilizar automaticamente as despesas que o banco comunica ao correntista via SMS — o app detecta a mensagem e faz o lançamento.

Pedi autorização ao Renan para republicar seu relato aqui. Segue abaixo: (mais…)

MixRadio é a melhor opção para ouvir música de graça desconectado

Ouvir música por streaming já é algo corriqueiro para muita gente. Para boa parte dos que ainda não aderiram a serviços como Spotify, Rdio e Deezer, ter que pagar é, geralmente, apontado como fator decisivo ao não uso. Afinal, mesmo baratos eles ainda são mais caros que “de graça.”

Por isso alguns desses serviços oferecem planos gratuitos com inserção de publicidade entre as faixas tocadas. Só que eles não são as melhores opções para quem quer ouvir música sem botar a mão no bolso. O MixRadio é. (mais…)

É 2015, e o app mais baixado para iPhone faz isto

No momento o app gratuito mais baixado da App Store é um chamado Myidol. Ele é chinês e não tem tradução, e a interface não é tão óbvia quanto sugere todo o sucesso que está fazendo no ocidente. Por ora, está disponível apenas para iPhone.

O que ele faz? Isto:

Desculpa.

A video posted by Rodrigo Ghedin (@rghedin) on

Write e outros editores de texto “zen” para Windows

O Word é um dos programas mais fascinantes já criados. Num belo texto publicado ano passado, o jornalista Paul Ford o colocou (o Office, na verdade) ao lado de outros grandes, como Photoshop e Unix, no rol dos cânones do software. Apesar disso, eu não o uso. Não é a qualidade do Word que está em questão aqui, mas sim a sua aplicação. Ele faz coisas muito legais, só não é lá muito bom para o meu tipo de escrita.

Mesmo reconhecendo suas virtudes, não costumo usar o Word com tanta frequência. A saída quase perfeita que ele tem no papel não se repete na web. O texto copiado do Word e colado num editor online costuma vir carregado de código desnecessários. As ferramentas de formatação, tão poderosas para compor documentos elaborados para impressão, beiram a insignificância quando o fim é publicação online. Isso se faz com CSS, não no conteúdo.

No fim, acabo quase sempre escrevendo diretamente no editor do WordPress, o CMS que uso no Manual do Usuário. Não é o ideal, mas funciona bem. E, ao longo dos anos, ele evoluiu um tanto: tem salvamento automático, corretor ortográfico, é totalmente WYSIWYG, inclusive com a formatação do próprio tema e, recentemente, até passou a lidar melhor com texto importado do Word, removendo aqueles códigos inúteis já mencionados. (mais…)

Como instalar o Dubsmash em celulares Android incompatíveis

O Dubsmash é um fenômeno, com mais de 20 milhões de downloads e presença constante nas timelines do Instagram e Facebook nos últimos dias.

Se você ainda não esbarrou com uns dos vídeos com a gigantesca marca d’água do app por aí, trata-se de um app para Android e iPhone que permite dublar frases famosas da cultura pop e músicas em vídeos curtinhos. É meio bobo, é rápido e compartilhável. Apesar de ter sido lançado no começo do ano, só agora explodiu no Brasil — e com força.

Só que há um grupo relativamente grande de usuários de smarpthones Android ainda fora da brincadeira. E não de aparelhos simples, que costumam ficar de fora por limitações de processamento. Entre os modelos incompatíveis constam as duas gerações do Moto X, o primeiro G Flex e alguns sabores antigos do Galaxy S/S Mini. Por quê? E como resolver o problema? (mais…)

O que significam os emojis na lista de amigos do Snapchat?

Os mais observadores repararam que uma atualização recente do Snapchat, para Android e iPhone, trouxe emojis ao lado dos nomes de alguns contatos. O que eles significam?

Antes, o app exibia uma lista de “melhores amigos” na lista de contatos. Um toque em qualquer um relevava o Top 3 daquela pessoa. Era uma crítica recorrente — como um app que preza a comunicação privada expunha os usuários de tal forma? A mecânica incongruente felizmente foi abandonada em prol de uma mais reservada, baseada em emojis, os populares emoticons japoneses disponíveis nos sistemas móveis.

Talvez o único problema desta novidade tenha sido a comunicação. O Snapchat só explicou do que tratam os novos emojis em seu canal no Discover, a parte do app com histórias de parceiros editoriais. Nem no blog oficial consta qualquer informação a respeito disso. Para quem, como eu, só abriu o Discover no lançamento, ver emojis ao lado de alguns nomes dos meus amigos gerou confusão e dúvidas. Felizmente, o Manual do Usuário está aqui para explicar! (mais…)

Aniversário de um ano da última atualização do Instagram para Windows Phone

No final de 2013, quando o Instagram foi lançado para Windows Phone, escrevi aqui sobre o que pensava ser o próximo desafio da Microsoft em sua plataforma móvel: tornar-se atraente para novos apps, esses que surgem do nada e depois de um tempo geralmente somem. Como o Kiwi.

Eu estava errado.

Afinal, não basta ter os apps populares em seu sistema, é preciso que eles sejam atualizados com regularidade e acompanhem as versões para Android e iOS. O que, como qualquer dono de um Windows Phone sabe, é algo longe da realidade nesse sistema.

Ícone do Instagram BETA para Windows Phone.O próprio Instagram serve de exemplo: ainda rotulado como BETA, domingo a última atualização dele no Windows Phone completou um ano. Faz 368 dias que o Instagram para Windows Phone não é atualizado.

Não é por falta de dinheiro ou, ainda, de gente para cuidar disso. O Instagram é do Facebook, e o Facebook tem muita grana e muitos profissionais competentes na folha de pagamento. Outro indicativo de que não são limitações técnicas ou financeiras que explicam esse descaso é a atividade frenética vista nas outras versões do app, para Android e iOS. Nesse pouco mais de um ano, o Instagram:

  • Ganhou suporte para mensagens/fotos diretas no Android e iOS.
  • Recebeu uma atualização grande no Android, que padronizou o visual com a versão do iOS e diminuiu drasticamente o “peso” do app.
  • No iOS, o efeito “Lux” ganhou uma barra para controlar a intensidade.
  • Recebeu outra grande atualização, desta vez para Android e iOS, com controles manuais de edição de fotos e mudanças na interface.
  • Lançou um novo app para iOS, o Hyperlapse.
  • Passou a exibir anúncios nos EUA.
  • Liberou a opção de editar legendas das fotos no Android e iOS.
  • Lançou cinco novos filtros e suporte a vídeos em câmera lenta, para Android e iOS.
  • Fez a limpa em perfis falsos.
  • Mudou a exibição dos vídeos, de apenas uma para mostrá-los em loop eterno.
  • Acrescentou suporte a carrossel de imagens para anúncios.
  • Lançou o Layout, app para criar colagens de fotos, para o iOS.

Assim fica difícil.

Atualização (31/8/2015): Já são 17 meses sem uma atualização sequer. O que era questão de tempo finalmente aconteceu, o cliente oficial do Instagram para Windows Phone está quebrado. Não funciona, não carrega o feed de fotos. Parabéns a todos os envolvidos.

Quais os cinco apps mais importantes do seu smartphone?

Enquanto tirava as fotos do G Flex 2 para seu review, Vlad Savov, editor do The Verge, reparou em uma delas a multitarefa aberta com cinco apps que, segundo ele, são os mais importantes em qualquer smartphone:

Na hora pareceu uma seleção aleatória, mas olhando em retrospecto não acho que tenha sido acidental. Email, mapas, fotos, o navegador e redes sociais (incluindo formas mais sofisticadas que o SMS de trocar mensagens) são, na verdade, as características definitivas que separam smartphones dos seus antecessores. (…) Eles são peças-chave para determinar a qualidade de qualquer celular.

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Com uma conexão bem lenta, eu fiz ligações gratuitas (e boas!) pelo WhatsApp

Em fevereiro de 2014 o co-fundador e CEO do WhatsApp, Jan Koum, prometeu que o app receberia a função de ligações gratuitas via Internet [paywall] até o fim do ano. Muita coisa aconteceu nos meses seguintes: a compra do app pelo Facebook, o furacão dos avisos de leitura via duplo tique azul e a versão web. Ligações? Nada ainda, pelo menos não oficialmente.

Um ano mais tarde, mês passado, o BGR India publicou com exclusividade telas do recurso de ligações gratuitas no WhatsApp. E sentenciou: o recurso é “um vencedor”, funcionando a contento mesmo em condições ruins. Ainda em testes, no último fim de semana foi a minha vez de ter acesso a ele. Eu falei por voz com outras pessoas pelo WhatsApp e conto, agora, como foi. (mais…)

Facebook Lite faz jus ao nome: economia em recursos do smartphone chega a 75%

Lançado sem alarde e por ora limitado a oito países emergentes, o novo app do Facebook faz quase tudo que o principal, porém consumindo menos recursos do smartphone. Não é a primeira vez que a rede social segue esse caminho, logo cabe a pergunta: que o Facebook Lite traz de novo?

A maior novidade é que ele agora é um app. O antigo Facebook Lite e a outra versão ainda mais simples, totalmente livre de imagens e com dados gratuitos graças a acordos com operadoras ao redor do mundo, o Facebook Zero, eram acessadas pelo navegador. A nova encarnação do Facebook Lite é um app para Android que, no momento, está disponível em poucos lugares, a saber: África do Sul, Bangladesh, Nepal, Nigéria, Sri Lanka, Sudão, Vietnã e Zimbábue. (Atualização, em 16/6: agora, no Brasil também.)

O Facebook Lite lembra bastante a versão para Symbian e as antigas móveis para a web, e o TechCrunch diz que ele é baseado no finado cliente do Snaptu, uma startup que criava apps de redes sociais para featurephones e que foi adquirida pelo Facebook em 2011 por cerca de US$ 70 milhões. Ou seja, das origens ao que o precedeu, tudo aqui diz respeito a velocidade e leveza. (mais…)

Como usar o WhatsApp no computador

Alguns padrões que emergem entre os usuários são difíceis de entender. Um deles, para mim, é o uso do WhatsApp como ferramenta de trabalho, principalmente em tarefas que exigem um PC como escrita ou produção de vídeos, ou para gerenciar grupos na faculdade. Quando me vejo na situação, ter que alternar entre o teclado físico do computador e o celular apenas para conversar com alguém da equipe acaba sendo algo extremamente contraproducente. O problema é que quase sempre sou voto vencido na sugestão de uma alternativa.

E não é que elas faltem. A abordagem como a do Telegram e do Slack, com aplicativos móveis e web/desktop, existe e é melhor nesse cenário. Afinal, tenho a comodidade do teclado físico do mesmo dispositivo onde desempenho o trabalho e, de quebra, a companhia do app móvel quando não estou na minha estação. Mas vai convencer o povo. É difícil :-) (mais…)

Como acompanhar os melhores links que seus amigos postam no Twitter

por J. P. Neto

O Twitter é incrível. Tudo o que está acontecendo está lá. Seus amigos, que usam o serviço, comentam diversas coisas e acabam mandando um punhado de links sobre os assuntos do momento. São muitos links de muitos amigos, o suficiente para se afogar neles. Como filtrar o que importa para ler depois? Com a ajuda de alguns apps — inclusive o do próprio Twitter! (mais…)

Como usar o melhor do Facebook em seu smartphone sem recorrer ao app principal

No final do ano passado o Facebook anunciou uma mudança na estratégia para dispositivos móveis. Em vez de concentrar todos as suas funções em um app, como vinha fazendo até então, a empresa passaria a desmembrar algumas mais importantes em apps independentes.

Isso realmente aconteceu e com o lançamento do Groups, hoje é possível usufruir dos bons serviços que o Facebook oferece sem depender do app principal. Além de jogar contra a sua produtividade com o Feed de notícias, esse app é bastante exigente no consumo de recursos e, não raro, a fonte de instabilidades e outras anomalias do smartphone — tanto que, recentemente, uma atualização prometendo diminuir em 50% a incidência de travamentos do app foi recebida com entusiasmo pelos usuários.

Os apps abaixo fazem mais do que dispensar o principal do Facebook. Eles são mais ágeis, livres de anúncios e, não raro, mais acessíveis. Tome por exemplo o Groups: em vez de navegar por três, até quatro níveis para encontrar um grupo específico no app principal do Facebook, aqui todos os grupos estão disponíveis de cara, a um toque de distância. (mais…)

Rooms, o novo app do Facebook sem relação com a rede social, é todo sobre discussões no celular

O novo app do Facebook não tem nada a ver com o Facebook. Chamado Rooms e por ora exclusivo para iPhone, ele é uma releitura dos antigos fóruns nas telas pequenas dos smartphones. Isso funciona?

Primeiro, é preciso ter uma conta americana na App Store para baixar o app. A exemplo do Paper, outro app do Facebook saído do Creative Labs da empresa, o Rooms só está disponível lá e em alguns outros mercados cujo idioma nativo é o inglês. Se isso não for impeditivo a você, o download e o registro subsequentes são tranquilos. (mais…)

Inbox, o novo app de e-mail do Google, leva o poder do Google Now ao Gmail

O Google tem um novo front-end para o Gmail. Chamado Inbox, é um aplicativo para iPhone, Android e Chrome feito pela mesma equipe responsável pelo Gmail. Ele repensa a interface do e-mail, acrescenta e modifica funções típicas do meio e terceiriza o gerenciamento e a descoberta de conteúdo a algoritmos similares aos do Google Now.

O app é bonito. Ele já adota a Material Design, linguagem visual que dá o tom do Android 5.0 e aos poucos se espalha nos domínios do Google. Infelizmente pode demorar para você ver toda essa beleza em movimento em seu próprio e-mail. O Inbox está sendo distribuído por convites, então é preciso esperar a benevolência da empresa (ou de um amigo que já entrou) para usufruir da novidade. Ele só funciona com o Gmail, ou seja, se você estava esperando um cliente agnóstico ou mesmo algo que funcionasse com o Google Apps, esqueça. (mais…)