A fome de aquisição do Magalu chega ao delivery

O Magazine Luiza voltou ao interior do Paraná para uma nova aquisição. Depois do Aiqfome, nesta terça (30) a varejista anunciou a compra do GrandChef, sediada em Paranavaí (PR), que fornece um software de gestão para restaurantes. No mesmo comunicado ao mercado, o Magalu também anunciou a compra da ToNoLucro, um app de delivery com atuação em +40 cidades de Goiás, Pará e Tocantins. As duas aquisições visam fortalecer o “food delivery” via super app do Magalu — a empresa faz o caminho contrário de apps que nasceram na entrega de comida e tentam virar super apps, como a Rappi. Via Neofeed.

Na data desta publicação, eu tinha ações do Magazine Luiza (MGLU3).

Spotify adquire aplicativo de áudio ao vivo, tipo o Clubhouse

Por um valor não revelado, o Spotify adquiriu a startup Betty Labs, dona do app Locker Room, uma espécie Clubhouse focado em esportes. Aos poucos, o Spotify mudará a marca do Locker Room, a fim de expandi-lo para áreas de cultura e música, e não descarta integrá-lo ao app principal e a seus podcasts. Falta alguém para competir com o Clubhouse? Via The Verge (em inglês).

A privacidade dos seus arquivos armazenados no Google Drive

No Twitter, a cientista da computação e pesquisadora Nina Da Hora publicou um fio questionando as práticas de privacidade do Google em relação ao conteúdo dos usuários guardado no Google Drive.

O assunto é antigo. Em 2012, quando o Google unificou suas políticas de uso e privacidade, levantamos a questão no Gizmodo Brasil. O texto dava margem à interpretação de que os direitos sobre arquivos enviados ao Drive fossem compartilhados com o Google. Não era bem assim.

Ao longo dos anos, o texto da documentação do Google foi refinado. Hoje, a parte que se refere ao conteúdo do usuário armazenado pelo Google está mais fácil de ler. De qualquer modo, o alerta da Nina é válido; sobram histórias de arquivos apagados e contas Google excluídas sem aviso prévio ou chance de revisão.

Mi 11 Ultra tem uma telinha extra no calombo das câmeras

Dois celulares Mi 11 Ultra, um branco e outro preto, deitados com as telas viradas para baixo, exibindo o calombo das câmeras.
Foto: Xiaomi/Divulgação.

A Xiaomi anunciou o Mi 11 Ultra, seu novo celular topo de linha. Tudo é superlativo nele e, entre tantos números enormes, os da câmera se destacam. Não só por ter alcançado o topo do ranking Dxomark, mas pela aparência: trata-se de um conjunto de três câmeras em um calombo nas costas tão avantajado que foi possível colocar uma mini-tela secundária, de 1″. A telinha exibe data, hora e notificações e, quando a câmera está ativa, vira um viewfinder.

Outra coisa legal é a bateria, ou as baterias (são duas, como nos RoG Phone 5 da Asus e OnePlus 9 Pro), que podem ser recarregadas de zero a 100% em 36 minutos, com fio ou sem fio — o tempo de recarga é o mesmo. Na Europa, custa € 1.199 (~R$ 8 mil). Ainda sem previsão de chegar ao Brasil. Via Xiaomi (em inglês).

Nomeação de Stallman ao conselho da FSF gera retaliações de empresas; Red Hat suspendeu doações

O retorno de Richard Stallman ao conselho diretor da Free Software Foundation (FSF) ainda repercute. Nesta segunda (29), a Red Hat suspendeu todas as doações que fazia à fundação e aos eventos promovidos por ela. Em um comunicado, a empresa disse que “o retorno de Richard Stallman reabriu feridas que esperávamos seriam lentamente curadas após sua partida”, e que acredita que “para ganhar de volta a confiança na comunidade de software livre como um todo, a FSF deve implementar mudanças basilares e de longo prazo à sua governança”.

Outros nomes fortes manifestaram insatisfação com o episódio, como Melissa Di Donato, a CEO da SUSE, e Miguel de Icaza, co-fundador do Gnome e atualmente engenheiro na Microsoft. A Document Foundation, responsável pelo LibreOffice, suspendeu o assento da FSF em seu conselho e cessou quaisquer outras atividades com ela. Membros do Debian Project estão votando se assinam ou não uma carta pedindo a saída de Stallman. Via ZDnet (em inglês).

Startup de links para o Instagram recebe investimento de US$ 45 milhões

A Linktree levantou US$ 45 milhões (~R$ 250 milhões) em uma rodada série B de investimentos. O serviço, que oferece a criação de sites simples, de uma página só e com links externos, é usado por 12 milhões de pessoas e empresas e meio que só é popular por causa do Instagram. Como alguém comentou, é toda uma empresa (com dezenas de milhões de dólares em capital de risco!) que só existe porque o Instagram não deixa colocar link em posts. Via Linktree (em inglês), @Jota/Twitter.

NetNewsWire 6 e CleanMyMac X: grandes atualizações para o macOS Big Sur

O chip M1 da Apple e o macOS Big Sur obrigaram desenvolvedores a atualizarem seus apps. Além do suporte ao novo chip e de alterarem o ícone ao novo padrão, alguns têm aproveitado a ocasião para fazerem grandes lançamentos.

Neste domingo (28), saiu a versão final do NetNewsWire 6, um ótimo agregador de feeds RSS. Tem suporte ao M1 e tem ícone novo, mas muito mais: interface atualizada para o Big Sur, app rodando em “sandbox”, sincronização completa via iCloud, sincronização com mais serviços de RSS e suporte especial ao Twitter e Reddit, entre outras. O app tem o código aberto e é gratuito.

Faz algumas semanas, a Macpaw fez o mesmo com o CleanMyMac X, trazendo um novo módulo que remove a porção desnecessária (M1 ou Intel) de apps universais e uma bem-vinda simplificação da interface. O app é pago, a partir de ~R$ 175/ano.

Achados e perdidos #9

Todo sábado, pego uns links que acumulei ao longo da semana e que, embora curiosos e/ou interessantes, não renderam nem notinhas, e os publico num compilado que chamo de “achados e perdidos”. É um conteúdo mais leve, curto, quase lúdico — a cara do fim de semana.

Você não acredita realmente no lance de urinar em garrafas, né? Se isso fosse verdade, ninguém trabalharia para nós.

— @AmazonNews, perfil oficial da Amazon no Twitter, em resposta a um congressista do Wisconsin. Exceto que fazer xixi em garrafas é, sim, uma prática (e bem documentada) comum entre entregadores que trabalham para a Amazon nos Estados Unidos. A Vice reuniu alguns relatos.

Motorola lança celulares com cheirinho e idiomas indígenas

A Motorola fez um lançamento importante nesta quinta (25). No lugar de iterações rápidas da linha Moto G, com versões distintas de uma mesma geração diferenciadas por “sobrenomes” (Power, Play etc.), agora a fabricante lançará Moto G de baciada, emulando a estratégia (bem sucedida, diga-se) da Samsung com a linha Galaxy A. Até o nome, com um número de dois algarismos, segue a mesma lógica: Moto G10 (R$ 1,7 mil), Moto G30 (R$ 1,9 mil) e Moto G100 (R$ 4 mil).

O Moto G100 é o modelo “intermediário premium” do trio. Ele conta com a plataforma Ready For, que transforma o celular em desktop ao ser ligado a um monitor ou TV e acessórios (teclado e mouse). É outro recurso inspirado pelo Dex, da Samsung, que apesar de útil no papel, não parece ser muito popular na prática.

O recurso mais… peculiar do Moto G100, presente também no Moto G30, é uma “assinatura olfativa”, um cheirinho específico no celular e acessórios, criado em parceria com a Firmenich, empresa líder no setor. É algo que marcas de vestuário, como a Farm, já fazem há muito tempo, e, no caso da Motorola, por ora tem status de “projeto piloto”. Sei lá, acho que prefiro meu celular sem cheiro mesmo.

Os novos celulares saem de fábrica com o Android 11 e contemplam dois idiomas indígenas, Kaingang e Nheengatu. Diz a Motorola que é um passo para oferecer uma “experiência móvel mais inclusiva” e que essa novidade é crucial para a preservação desses idiomas nativos. Os três aparelhos já estão à venda no Brasil. Via Motorola.

O pior computador para trabalhar em home office

A pandemia não dá sinais de arrefecimento no Brasil, mas um dia viraremos o jogo contra o coronavírus. Quando isso acontecer, espera-se que alguns hábitos criados por esse período tão difícil sejam mantidos. O home office é um dos candidatos mais fortes. Mesmo que os escritórios não sumam, a experiência que estamos tendo agora está […]

Post livre #261

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E-mails para o mundo

Acompanho o Basecamp, em idas e vindas, já tem mais de 10 anos. O Jason Fried e o DHH são vozes distoantes da maioria das de tecnologia dos Estados Unidos e, por isso, me chamam muito a atenção. Desde que iniciei minha empresa de e-commerce em 2018, com um time de cinco pessoas todo remoto, […]

Gnome 40

O Gnome 40, grande atualização do popular ambiente gráfico para Linux, foi lançado. A nova versão traz inúmeras novidades e mudanças significativas no visual. Foi feito um site especial criado para destacá-las. Via OMG! Ubuntu (em inglês).

O site recebe uma comissão quando você clica nos links abaixo antes de fazer suas compras. Você não paga nada a mais por isso.

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