Post livre #261

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.

132 comentários

  1. Peguei uma mania de ver vídeos no YouTube de gente que viaja de trem e mostra como é a viagem. Acompanho o canal “Simple Railway” e “Dylan’s Travel Reports”.

    São canais que funcionam assim:

    – Relatam uma viagem de trem gravada (em algum aparelho com estabilizador de imagens).
    – Relatam custos, conforto, tempo de viagem e as paisagens por onde passam.
    – Geralmente é feito em texto (legendas), que distraí um pouco mas ajuda a entender melhor.

    O legal é ver como é usar trens como os TGVs europeus, as linhas inglesas de turismo ferroviário, as linhas do Leste Europeu, as linhas americanas; e os tipos de vagões (carros) usados, geralmente em longas jornadas viajam em trens com quartos conversíveis ou quartos de viagem com banheiro.

    Sonho em um dia poder viajar de trem pelo Brasil, ou até pelo mundo.

    1. Não sabia que existia isso. Um dos meus sonhos, que conservo desde criança, é um dia fazer uma viagem de mais de um dia nesses trens europeus. Dormir num trem desses deve ser algo muito legal.

      1. Os trens de longa distância pararam de operar aqui em São Paulo nos anos 90. Sempre quis pegar eles, mas o único da família que teve sorte para isso foi um tio meu (materno) que visitava parentes em Ourinhos. Quando fiz 18 anos, já não tinha mais trens de longa distância.

        Queria ter condições de um dia fazer um mochilão e relatar em vídeo as ferrovias brasileiras (como a Vitória – Minas). Mas isso é só quando a pandemia acabar (e eu tiver grana e um pouco mais de gás).

        E quem sabe, poder um dia viajar nos europeus também. Os vídeos instigam legal, diga-se de passagem. E há trens por exemplo que pegam “ferry-boat” para continuar viagem, isso na Itália.

        Os canais, que esqueci de linkar: “Dylan’s Travel Reports” , e “Simple Railway” (o meu favorito).

    2. Eu viajei em alguns trens na Europa e tive bons e maus momentos. O bom foi pegar o tgv entre Nápoles e Roma. Incrível o conforto viajando a 310km/h.
      Porém passei uns perrengues, como cancelamentos sem explicação e perder um trem porque avisaram que tinha que trocar de carro só em holandês ( daí eu fiz um bate e volta sem querer).

      1. Invejo-lhe.

        O máximo que fiz foi andar em todas as linhas da CPTM…

  2. No apagar as luzes do PL, recomendo (mais uma vez) a lista do EduF.
    Destcando esse trecho do número de hoje:

    A intelectualidade Bilionária
    Por falar em Elon Musk, estou muito interessado em entender esse novo tipo de “intelectualidade bilionária”, que quer definir o futuro do planeta.

    É fácil ficar no nível do entretenimento e apenas descer a lenha em Musk, Bill Gates, etc., ou se irritar com a atitude do CEO do Twitter perante o congresso norte-americano. Mas é preciso entender que tipo de visão de mundo os bilionários estão estimulando na sociedade.

    Já cheguei a recomendar o livro What Tech Calls Thinking, de Adrian Daub, que me parece tratar o assunto com a seriedade que ele merece. Mas nunca falei sobre a Logic, a revista que está por trás de uma série de livros, do qual o de Daub faz parte. Pois, então, está recomendado.”

    Os links
    1) https://www.theguardian.com/us-news/2021/mar/25/elon-musk-climate-plan-reward-jeff-bezos-gates-investments
    2) https://slate.com/technology/2021/03/jack-dorsey-testify-twitter-congress-annoyed.html
    3) https://www.adriandaub.com/books/what-tech-calls

  3. Meu celular acabou de liberar a atualização pro Android 11 hoje (é um Galaxy A51). Vocês acham que ainda é necessário formatar depois de uma atualização grande (como essa, de quase 2GB) ou continuam usando normalmente?

    1. Geralmente não precisa formatar um celular depois da atualização. Fica a seu critério.

      (até porque formatar um celular significa perder boa parte dos dados em cache que está no mesmo….)

  4. Aguém já notou diferença entre o número de comentário que aparece na página inicial do MdU e no número de comentários exibido no post propriamente dito? Vejo isso isso sempre no post mais recente.

    Por exemplo, no momento que escrevo esse comentário, na páginal inicial aparece o Post livre #261 tem 95 comentarios, enquanto que no post são 97.

    1. Cache. O cache da página do post, onde ficam os comentários, é atualizado a cada novo comentário, já a página inicial, é atualizada em períodos fixos.

      Poderíamos atualizar a página inicial a cada comentário também, mas com a quantidade de comentários que o post livre recebe, a página inicial ia acabar sem cache nenhum.

  5. Pessoal, vale a pena montar um Hackintosh? Vi um vídeo recomendado no YouTube e fiquei bastante interessado, principalmente pelo custo-benefício (no vídeo, o cara montou um só com peças compradas pelo AliExpress e gastou por volta de 1500 reais).

    O fator principal de montar um, além da “diversão” de montar algo próprio, seria para trabalhar novamente em um desktop – algo que já estava querendo e a matéria da semana daqui também reforçou isso. Trabalho principalmente com edição de foto e vídeo e meu modesto notebook da Lenovo que vive na tomada – já que a bateria morreu – não aguenta muito. Acredito que um Hackintosh seria mais barato de montar que um desktop comum e teria mais poder de processamento (não sei se estou errado).

    Por outro lado, estou meio perdido em alguns aspectos. Eu conseguiria atualizar o macOS para uma nova versão ou ficaria preso à versão que instalei? Quais seriam as peças ideais para a montagem de um, que seja acessível e com um bom processamento por um bom tempo? Estou engatinhando pra entender isso pelo hackintosh.com, mas uma ajuda daqui seria ótimo.

    1. É gambiarra, e como quase toda gambiarra, é bastante suscetível a problemas e será sempre uma dor de cabeça manter o macOS atualizado (sinta o drama). Eu não faria nada sério ou em ambiente de produção com um Hackintosh.

      O bom é que, se der ruim, você pode usar o mesmo computador com trocando o Hackintosh pelo Windows 10 ou um sabor Linux qualquer.

      1. Eu acho o Linux muito interessante, mas até onde sei, a falta do suporte ao pacote Adobe acabaria interferindo no meu trabalho, já que uso o pacote todos os dias… talvez num futuro que eu tenha um segundo computador, seja algo a ser posto em prática.

    2. Eu vi o mesmo video e pode não ser tão facil, pois precisa ficar atento aos componentes, principalmente lan e wifi.
      Quanto ao SO em si… vale mesmo a pena? Windows 10 está tão bom.
      Teria algum software muito específico pra OSX que não tenha pra Windows?
      E vale a pena prender-se ao um sistema que vai perder suporte a Intel em alguns anos?
      E não esqueça que Windows têm jogos…

      1. Eu não tenho muita preferência pelo software, já usei os dois por um bom tempo… é mais pela estética de ficar vendo algo novo mesmo haha
        O meu uso seria relativamente básico mesmo, programas que já uso no Windows e continuaria usando no macOS. Não teria de cabeça algo que precisaria ser usado exclusivamente por lá. E jogar eu não jogo, então não seria algo que sentiria falta.

        1. Sobre os componentes, alguns sites possuem um catálogo com todas as peças suportadas. Acredito que se seguir tudo certinho, não teria muito erro (espero).

    3. Melhor forma de fazer um Hackintosh hoje em dia, e a forma que dá menos dor de cabeça, é usar virtualização com uma distribuição Linux como hospedeira. Você dá uma GPU para o Linux (pode ser a integrada mesmo) e uma GPU para o macOS, mas sinceramente, não acho que vale à pena.

      Você está rodando um sistema operacional em um hardware não suportado, e se não tiver o conhecimento e paciência para lidar com os problemas que vão surgir, vai acabar se estressando, colocando a culpa em quem não merece, e perdendo o dia.

      Melhor montar o desktop e usar uma distribuição Linux como Ubuntu, ou continuar no Windows—e os seus milhares de problemas de privacidade.

      O que eu fiz por um tempo, quando ainda usando o Lightroom para edição de fotos de clientes, era usar o Ubuntu para tudo, e quando precisava editar um ensaio, ligava a máquina virtual com o macOS e fazia o que eu precisava. Eventualmente passei a usar o Darktable e dei adeus a Adobe e a máquina virtual, mas enquanto usei, funcionou melhor do que a versão “no metal”.

      1. Interessante esse darktable!
        Uma bucha quando as empresas são reféns de software proprietário. Faz uns meses que tínhamos que gerar adesivos para armários elétricos e a gráfica queria que fosse no formato do Corel. Burocracia desgraçada pra ativar essa porcaria pra usar apenas quatro vezes.

    4. Eu queria fazer um Hackintosh para tentar treinar melhor no uso do editor de vídeos do Mac (Que acho sensacional).

      Como já dito, existe N passos a serem feitos que dificulta o trabalho – muitas vezes é seguir um roteiro de digitar coisas em linha de comando e instalar drivers de terceiros, inseguros quando fora do ambiente de hardware da Apple. O site https://www.tonymacx86.com/ é uma referência quando se fala em Hackintosh.

      Eu ia fazer no meu Core 2 Duo (agora Core 2 Quad), mas já não tem tantas atualizações também. Tou com um notebook que ganhei também que sugeriram a instalação do Hackintosh, mas ainda tá parado pois preciso ver um HD.

    5. acho que a maioria das pessoas que fala que montar hackintosh não é um bom negócio ou nunca fez, ou fez em outra época (quando, de fato, era mais difícil), ou fez utilizando componentes que não são compatíveis e por conta disso requerem muito trabalho no pós-instalação do macOS.

      eu montei o meu em novembro do ano passado utilizando apenas componentes 100% compatíveis com o macOS. deixei tudo funcionando redondinho em menos de uma tarde, e de lá até aqui, sigo com um total de 0 problemas – utilizando ele de 8h à 1oh por dia.

      o único ponto negativo que vejo é que pra atualizá-lo provavelmente o trabalho será um pouco maior. mas considerando que é lançado um OS por ano, dá pra separar um diazinho nas férias no fim do ano para fazer isso (considerando que você vai atualizar todo ano. tenho um macbook pro 2013 em que eu devo ter pulado pelo menos umas 2-3 atualizações, e meu hackintosh provavelmente tb seguirá o mesmo ritmo).

      um fato engraçado dessa minha experiência com o hackintosh é que eu fiz ele com dual-boot. enquanto o hackintosh eu instalei em menos de uma tarde, o windows 10 por outro lado me deu uma baita dor de cabeça e me tomou alguns dias para resolver, pois após o boot do instalador do W10 via pendrive, o próprio instalador, por algum motivo, não reconhecia mais as portas USB do computador e não dava andamento na instalação.

      1. O ponto é justamente achar equipamentos 100% compatíveis – inclusive quem não tem grana, como eu por exemplo. É compreensível que equipamentos compatíveis tem mais facilidade de ser instalado um Hackintosh.

        No Windows 10, hoje tenho mais facilidade para trabalhar e instalar. O problema é que na verdade muitas vezes pensamos que instintivo, mas seja um Hackintosh, Linux ou o clássico Windows, sempre temos que nos atentar às configurações da BIOS / UEFI. Não sei o que pode ter acontecido no seu caso, mas muitas vezes uma configuração na UEFI ou BIOS gera este problema de não reconhecer a USB um tempinho depois. Me lembro de ter pego um caso similar, mas que eu me lembre, resolvi ajustando as configurações na bios e tudo se foi dentro dos conformes depois.

        1. ah sim, é mais caro sem dúvidas. mas nesse caso eu parto do pressuposto de que a pessoa está montando um hackintosh pois quer muito ou precisa trabalhar com macOS (meu caso), mas não dispõe de 15k+ pra investir em um computador apple. ainda que não seja barato, acaba sendo muito mais em conta do que comprar um mac.

          já no caso do OP, ele está considerando montar um hackintosh com todas as peças compatíveis por ~R$ 1500,00. particularmente, me parece um bom negócio.

          1. Qual é a configuração do seu? Saiu muito caro? Aqui em casa temos um desktop parado, com uma configuração básica. Estou pensando em ver se as peças que já tenho são compatíveis para fazer um teste sem ter dor de cabeça.

  6. O modem da Vivo Fibra aqui em casa tem ficado muito quente (eu o desligo qdo vou dormir, mas passa o dia ligado). Não tenho ar condicionado e as temperaturas até que não estão super altas, apesar do calor que tem feito (máxima de 32° quase todo dia). Coloquei uma pequena elevação em baixo dele pra ver se a proximidade com a prateleira estava fazendo ele ficar mais quente ainda, mas parece que não ajudou… Devo me preocupar ou ele só está mesmo dissipando o calor?

    1. Já tive um roteador da TP-link que esquentava bastante, mas nunca teve problema de funcionamento, nem chegou a danifica o móvel ou incendiar.

      1. Meu limite é o incêndio! Se pegar fogo tomarei uma atitude!

    2. Certamente o dispositivo é problematico. Mas esse dispositivo é problema da Vivo. Então, tem dois caminhos: i) esquecer e deixar ligado, o máximo que vai acontecer é ele “queimar” e parar de funcionar; ii) contatar a empresa e pedir a substituição.

      Eu escolheria a segunda, se ele está tão quente assim certamente está consumindo mais energia do que deveria, aumentando sua fatura de energia eletrica.

      1. Acho q vou pedir uma troca. Ele não extremamente quente, mas está mais e mais quente… Notei isso por desligá-lo todo dia e como ele fica bem no alto, passo a mão por cima dele e noto o calor. Não sei se ele está dissipando… Acho q só está quente mesmo. Apesar de ser uma grande chateação e não ter a certeza de receber um equipamento novo, vou falar com a Vivo.

        1. Pesquise o modelo na internet para ver se acha reclamações similares. Se sim, isso é um incentivo para a troca.

          1. coloquei um cooler de notebook em baixo dele e baixou bem a temperatura. mas ele faz um barulhinho. de dia não noto, mas à noite sim… estou vendo se mantenho a solução, ou não. me preocupa o modem ficar tão quente num momento que dependo tanto dele…

  7. Eu escrevo muito, nenhum texto técnico ou profissional, escrevo muitas anotações, listas, lembretes etc. Atualmente uso o Evernote e notas da Apple, mas quero e pretendo agrupar tudo num app só. Tentei usar o Notion mas achei uma desgraça o tamanho trabalho que é organizar tudo lá entre as muitas opções, logo desisti.
    Eu sei que o aplicativo que usamos é uma gota e os que não conhecemos são um oceano, então, queria saber, qual app vocês usam para anotações e coisas do tipo? Ele tem um visual limpo? Você se preocupa com a segurança das suas anotações? Tu paga pelo serviço? Alguém por aqui já testou o Obsidian?

      1. Até que é, mas no trabalho tenho que usar Windows ou Linux e o notas da Apple pelo navegador é meio sofrível.

    1. Cara, eu uso o Simplenote, da Automattic (mesma desenvolvedora do WordPress). Tem verão para Android e Linux, portanto deve ter para qualquer outra coisa também. É grátis e, acho, codigo aberto, também.

    2. Uso o IA Writer para os textos (q ficam na nuvem, então dá pra abrir no desktop e Android) e bem pouco para notas (em reuniões, por exemplo). As notas, especialmente as do meu projeto pessoal, q envolve produção de conteúdo, eu faço no Trello e já me dou por satisfeito.

      Notion é um Excel com emojis e desisti de usá-lo tb depois de algumas poucas tentativas. Mas há quem goste.

    3. Meu bloco de notas se resolve com o Google Keep ou com uma conversa comigo mesmo no WhatsApp… não são ideais, mas resolvem para o que preciso. Talvez no f-droid tenha algumas opções mais seguras, vou até dar uma olhada.

      1. A propósito, Telegram e Signal têm essa “conversa consigo mesmo” suportada nativamente. No Telegram, é uma conversa chamada “Mensagens Salvas”; no Signal, “Anotações”.

    4. Eu uso uma combinação de vim, gpg, e um repositório git, só. Escrevo e edito as notas em markdown, encripto elas com gpg, e envio para o repositório para poder acesso de outros computadores pela casa.

      Eu uso o vim para quase tudo no dia a dia, mas para escrita de texto em markdown ou e-mails—porque ele também é o editor do meu cliente de e-mails—, uso alguns plugins para corrigir a gramática e criar uma experiência sem distrações parecida com editores como o iA Writer, já que por padrão eu tenho ele configurado para escrever código.

      Funciona porque eu vivo na linha de comando e gosto da linha de comando, mas talvez não funcione para todo mundo. Até existe uma interface gráfica para o vim, mas não sei como funciona ou se funciona bem.

    5. Eu faço assim:

      1) Na minha casa mantenho um servidor com Debian (sem o repositorio nonfree) + Nextcloud (https://nextcloud.com/) e com o kernel Linux-libre, mantido pela Free Software Fundation Latin America (https://www.fsfla.org/ikiwiki/selibre/linux-libre/). Para notas existe o Nextcloud Notes, inclusive no FDroid (https://search.f-droid.org/?q=nextcloud&lang=en).

      2) Escolhi um roteador com suporte ao LibreCMC (https://librecmc.org/) instalando nele o Wireguard (https://www.wireguard.com/).

      Com isso, fora de casa estou sempre usando a VPN, podendo acessar o Nextcloud.

      Repara que todos os softwares acima são software livre. Não existe possibilidade de segurança se o software não for livre (ou seja, se for proprietário). Alem disso, se você não auto hospeda um serviço, você fica sujeito ao prestador do serviço.

      Por fim, qual máquina usar? Sugiro um laptop que seja possível instalar o Libreboot (https://libreboot.org/), possibilitando fazer uma instalação com todo o disco encriptado, nem mesmo uma partição /boot.

  8. Eita que a ansiedade e inquietação tá forte aqui. O que vocês fazem ou recomendam pra aliviar esse sentimento?

    1. Técnicas de respiração e muito chá de camomila. Experimente meditar também. O app da natura tem umas meditações guinadas bem rapidinhas e boas. É o que tem me salvado nesses tempos tão sombrios.

        1. Baixei o de compras sem querer, meditei concentrada meia hora nas promos, comprei 2 Kaiak e 1 shampoo na promoção. Kkkk. Vou tomar um chá de camomila e abrir o app correto. Como é fácil desviar o foco.

          1. Muito fácil desviar o foco das ações e pensamento que é mais fácil ainda.

        1. Acredito que a busca para a ansiedade é individual. Falei mais como propaganda (e pelo respeito que tenho aqui).

          Mas tipo, no meu caso, eu prefiro sair e caminhar, mas estamos em época de lockdown e com isso dificulta este ato.

          Na verdade até mexer em computador para mim já está enjoando, cansando. Ao invés de acabar com a ansiedade, aumenta mais.

      1. Como moro em apartamento as vezes falta muito dessas coisas manuais. Quando vou para casa dos meus pais saio procurando coisas manuais para fazer e tem muita coisa, saio consertando tudo. Chega a tal ponto que nem lembro que tenho celular para checar, mas é só chegar no AP e voltar para a rotina que a ansiedade vai voltando.

      1. Nessa vibe só entro com recomendação do psiquiatra.rsrsrsrsrs

    2. Já identificou possíveis causas para essa ansiedade? No meu caso, as mídias (redes sociais, sites de notícias e consumo exagerado de conteúdo) estavam me deixando assim. Deletei TODAS as minhas redes sociais e restringi os sites que acompanho, acessando-os apenas uma ou duas vezes por dia. Melhorou 1000%.

      1. Essa é uma das causas. Já faz uns 6 meses que abandonei instagram, facebook….. Acho que o que ficou enraizado na minha mente foi os sites de notícias, muitas vezes me pego digitando ‘UOL’ no browser da internet inconscientemente.
        O que você descreveu é boa parte do que me deixa ansioso também, os comentários de política me deixa muito frustrado também.

    3. No meu caso, terapia para entender a origem e os gatilhos da minha ansiedade. E para além disso, o meu dia é muito mais tranquilo se de manhã eu medito uns 5/10 minutos e se treino, corrida ou bicicleta.

      PS: E o eu sai do Twitter, que era a minha única rede social.

      1. Obrigado pelo comentário. Estou decidido em fazer terapia. Você faz exercícios durante o período da manhã?
        Você já tentou fazer a tarde? Teve alguma diferença de comportamento sendo de manhã ou tarde ( caso você já fez)? Eu só faço no comecinho da noite.

        1. Quando eu fazia academia, eu ia a noite. Mas desde que fechou no ano passado não vou mais. Para esse exercícios aeróbicos sinto que não performo tão bem se fizer a noite, mas é bem individual.

    4. Quando eu tenho algumas crises de ansiedade, eu tenho uma técnica:

      Você já deve ter percebido que a crise de ansiedade rola quando o cérebro entra num loop e não consegue sair do ciclo de um pensamento ruim… Seja Covid, contas, perda de algum parente… Essas coisas.
      Então, diminuir a ansiedade significa “voltar a sua mente pra realidade”. Normalmente eu penso em uma contagem regressiva e tento associar cada número a uma lista que me traga “pra realidade”. EXEMPLO:
      5 – Tentar listar 5 barulhos que estou ouvindo
      4 – Tentar listar 4 cores que estou vendo
      3 – Tentar listar 3 lugares que eu gosto
      2 – Quais foram as minhas 2 últimas refeições
      1 – Qual a cor da minha bermuda/calça

      Costuma me ajudar a lidar com as crises, espero que te ajude também =]

      1. “Você já deve ter percebido que a crise de ansiedade rola quando o cérebro entra num loop e não consegue sair do ciclo de um pensamento ruim… Seja Covid, contas, perda de algum parente…”
        É desse jeito mesmo. A pessoa fica semanas focado,disciplinado e fazendo todas os afazeres, mas é só uma preocupação (atividade atrasada, procrastinar) chegar que o coisa desmorona de vez. E assim passo dias para voltar o foco e ansiedade diminuir.

    5. Cara, isso é bem complicado. Acho que varia de pessoa para pessoa e de situação para situação. Eu venho tendo crises de ansiedade desde o ano passado, por volta de fevereiro, mais ou menos. Sim, já faz um ano e um mês. Iniciou quando minha relação com minha ex começou a ficar “estranha” e piorou quando terminamos, ainda por cima fazendo eu cair em depressão. Eu já vinha ruim há mais tempo antes disso. Tem vezes que melhora, tem vezes que piora. Nos últimos dias tem piorado.

      Para mim, coisas que resolvem são: ficar sozinho, não falar com ninguém nem ver ninguém. Treinar ciclismo. Passear com meu cachorro. Trabalhar em coisas PARA mim. Sou marceneiro, e nos últimos tempos o fato de pegar alguns trabalhos tem me gerado MUITA ansiedade, mas quando faço coisa para mim ocorre extremamente o oposto, sinto um alívio em estar mexendo com madeira (trabalho manual, como disseram acima).

      Só lembrando que isso vale para mim. Sei o que gera a minha ansiedade. Como disse, varia de pessoa para pessoa e de causa geradora para causa geradora.

    6. Não seria melhor vc investigar as causas dessa ansiedade? Porque a depender da sugestão que vc ler aqui, sua ansiedade pode até aumentar…

  9. Depois de ver um comentário em que alguém citava uns “toots” do Mastodon, criei uma conta na plataforma.

    Alguém tem indicação de perfis legais para seguir?

      1. Me cadastrei numa tal de mastodon.technology, essas que tu citou estão com cadastro fechado. Comecei a seguir O Manual.

  10. Perdi a conversa de semana passada sobre hobbies e queria levantar ela novamente, para falar de um hobbie que aflorou em mim durante a pandemia: Jogos de tabuleiro.

    Sempre gostei de jogar, desde os básicos damas e ludo (acho que porta de entrada da maioria das pessoas) até os convencionais Banco Imobiliário, War e outros mais que você encontra nas Ri Happys da vida.

    Mas desde que fui apresentado a jogos menos “mainstreams”, parece que virou um chavinha. Tenho acompanho fórums como a Ludopedia e o BGG, canais no YouTube e até uma comunidade de trocas no Facebook.

    Dito isso, alguém aí também curte?
    Estou aberto à sugestões.

    1. Gostei da conversa dos hobbies semana passada. Até o início do ano passado eu morava com uns amigos e tínhamos um armário com alguns jogos de tabuleiro, mas jogávamos apenas o Blood Rage. É divertido, demora, gera caos, raiva e discussões, mas é muito bom de jogar. Só é caro, e essa é a minha crítica aos jogos de tabuleiro, é tudo caro!

      1. Hahaha, essa questão do valor é realmente complicada. Atualmente vejo que o fator dólar seria o causador disso, mas pelo que leio, parece que sempre foi caro. Vi um jogo na Amazon por $28 que aqui custa na faixa de R$320. Mesmo com dólar flutuante entre R$5 e R$6, esse valor de conversão tá bem pro que a Apple costuma praticar.

        Sobre o Bloodrage, é o tipo de jogo que acho bonito (por causa das miniaturas e afins) mas não curto muito. Tipo Zombiecide.

      2. Outros jogos legais: Dixit (sucesso, já perdi a conta de quantos amigos compraram depois que jogamos) e Coup.

    2. Eu e meus amigos jogávamos sempre War, acho que porque é o jogo de tabuleiro mais difundido entre a galera da minha idade e que não é considerado infantil. Mas demora. Meu Deus, como demora. Horas e horas e mais horas. Além do fato de que eu detesto o lance de um jogo que se baseia em sorte (lance de dados, cartas aleatórias, objetivos aleatórios, DADOS!), se vender como um jogo de estratégia. Chegamos a criar algumas regras da casa para abortar partidas e começar de novo.

      Hoje procuro conhecer alguns jogos para dois jogadores (eu e a morena), e gostei bastante de Santorini: bonitinho demais, regras simples de pegar mas que podem evoluir rapidamente, partidas de alguns minutos – 10/10.

      1. Te entendo, Adnilson.

        Citei a Ri Happy, juntamente com o War e o Banco Imobiliário, porque acho que é a porta de entrada da maioria das pessoas – Os jogos da Grow e Hasbro. Mas justamente o fator sorte me desanimou depois de um tempo, principalmente após conhecer alguns outros jogos mais estratégicos.

        Sobre o Santorini, já vi gameplay e achei bem legal. Tá na minha lista.
        Estou de olho na compra do Azul, que é até 4 pessoas, mas que pra duas ou três pessoas também roda bem.

        1. Pois é, durante muitos anos a jogatina era War, e eu ficava feliz (pelo menos não era Fifa, que eu sou PÉSSIMO). Azul eu acho lindo e é super bem recomendado, mas não sei se gosto da dinâmica da coisa toda.

          O que eu mais gosto no Santorini é que ele é um jogo pensado para duas pessoas, desde a concepção. Não é como a maioria dos jogos, que é pensada para 3 a 6 jogadores, funciona no auge com 4, e eles fazem umas regrinhas de última hora para 2 (até War tem regra pra 2 jogadores. Aí eu te pergunto, vc já tentou? É um desastre).

          Outro que tô pensando em pegar é o 7 Wonders Duel, pelo mesmo motivo, e o Wingspan.

          Uma curiosidade grande que tenho é em relação a jogos de tabuleiro single player. Conhece algum?

          1. Nossa, tô doido no Azul, mas o valor no momento tá meio complicado. Esperando uma promoção pra ver se encorajo pegar.

            Sim, concordo com essa questão do jogo ser feito para X jogadores. É nítido como sempre tem uma quantidade de pessoas que o jogo roda melhor, que deve ser aquele para o qual foi concebido. Sobre o War, nunca tentei em dois, mas parei uns 10 segundos pra pensar e deve ser péssimo. HAhaha. Tu só tem uma opção de pessoa pra atacar, não tem muita estratégia.

            O 7 Wonders Duel é super bem rankeado (melhor que o original), mas nunca joguei nenhum dos dois.
            Wingspan me chamou à atenção. Achei um jogo bonito, e a temática é bem diferente.

            Dentro da ideia de concepção, do jogo ser pensado desde o início para 1 jogador, não sei já vi algum. Mas tem aqueles que dá pra jogar solo, como Zombiecide, Pandemic e Gloomhaven (sonho de consumo).

          2. Avenue, Noctiluca, Bandido, Pandemic, Pandemic: O Reino de Cthulhu, Terraforming Mars, Mansions of Madness, Agricola, Elder Sign.

        1. Ghedin, desses jogos não difundidos, o valor base é esse mesmo. Começam todos na faixa de uns R$200/250. E daí é disso pra cima.

          O Azul que eu citei, tá sendo vendido na faixa dos R$300/350, e é super simples.

          Novamente, entendo o valor dólar, mas acho que as empresas que publicam no Brasil – Galápagos, Devir, Meeple – exageram um pouco.

          1. Socorro! Bizarro demais! Zombiecide aqui, que eu acho caro, custo $80, $90 no máximo.

            Acho que o mais caro que vi por aqui foi o Gloomhaven (não sei do que se trata e tenho até medo de descobrir e querer comprar), que sai na casa dos 150. O Carcassone completo, por exemplo, com todas as sete expansões, sai na casa dos 40 euros.

          2. eu comprei um muito bom, por um preço em conta: Noctiluca, por 100 reais. Tem modo solo. Recomendo.

      2. adorei esse santorini, vou colocar na lista

        e pode indicar mais jogos bons pra 2?

        1. Cara, eu só conheço esse até agora. Mas todo mundo fala super bem do 7 Wonders Duel, provavelmente minha próxima compra.

          Acho que vale a pena olhar o canal do Will Wheaton, Table Top, e procurar por lá

          1. Adnilson, vou responder seu outro comentário aqui, porque o fio só permite até 4 respostas.

            O Gloomhaven é nessa pegada do Zombiecide, de matar monstro de maneira cooperativa, mas também tem uma pegada de RPG. Você upa o seu personagem, tem side quests, pode aposentar ele caso tenha cumprido o seu propósito e daí pega um novo pra continuar a jornada.
            Ele não tem dados, é uma dinâmica nova com cartas, bem diferente. O jogo tem cerca de 100 missões, e ele vai se desenrolando ao longo delas.
            São quase 10kg de componentes.

            Lançou aqui no BR por R$1000 e esgotou. Hoje os usados estão chegando até R$1500. Doideira!

        2. Will, vou dar meu pitaco aqui também.

          Um jogo que peguei recentemente foi o Pandemic, e rodou legal em duas pessoas. Vou te sugerir o Azul também, que deve ser minha próxima compra.
          E uma sugestão meio fora desse tipo de jogo é Gamão. Aprendi a jogar não tem muito tempo, e achei maravilhoso. Recomendo!

          Se inglês for um problema, sugiro o canal Romir Play House, De Quem é a Vez e o Mesa Secreta.

    3. Aqui em casa já tínhamos o hobby e ele se intensificou na pandemia. Todo mundo em casa favoreceu para jogarmos mais boardgames. Passamos a comprar mais jogos também.

      1. Então, aqui foi a mesma coisa. Só que rolou esse “aprofundamento” no meio. Que talvez seja um movimento natural quando você começa a dar mais importância pra um hobby!?

  11. Uma pergunta para vocês que ocorreu ao Ghedin e eu: para quem aqui usa WordPress, o que mais te incomoda na plataforma e acaba com a experiência do usuário, na sua opinião? Ignorando segurança e desempenho, por favor.

    Alguns de vocês devem saber, outros não, mas o Ghedin, minha esposa, e eu, estamos construindo uma empresa de hospedagem WordPress com código aberto, e foco em privacidade e transparência. O projeto já era para lançar faz um tempo, mas devido à pandemia e a forma porca como o Brasil lidou com a mesma, a Europa fechou as portas para gente e não conseguimos finalizar o processo de abertura da empresa ainda.

    Esse tempo adicional que apareceu do nada nos trouxe a oportunidade de refinarmos a plataforma e trabalharmos em várias coisas que seriam trabalhadas bem mais para frente, já que precisamos esperar de qualquer forma, então estamos tentando corrigir “falhas” que pessoas veem no WordPress hoje em dia, por isso da pergunta.

    Algumas das modificações que fizemos devido a comentários:

    1. Autenticação de dois passos por padrão;
    2. Editor Markdown que traz uma experiência bastante parecida com a do iA Writer para dentro do WordPress;
    3. Sistema de notificação central para resolver a baderna que desenvolvedores de plugins fizeram;
    4. Gerador de senhas mais humano, com senhas estilo dadoware;
    5. Backup automático ao atualizar temas, plugins, ou o WordPress mesmo.

    Outras modificações foram feitas, mas essas são mais focados na experiência do usuário.

    Então fica a pergunta novamente: para você que usa WordPress, o que mais te incomoda na plataforma e acaba com a experiência do usuário, na sua opinião?

    1. Tudo que você citou já resolve boa partes dos problemas para os usuários.

      O que acho chato é que nas ultimas versões veio aquele “modo debug” automático que é ativado quando um plugin é instalado/ativado, ou até atualizado, causando conflito com outro.

      Vai ter algo como se der um erro na atualização, seja WordPress ou plugin, voltar num clique a versão anterior já que vai ser feito o backup? 3:)

      1. > O que acho chato é que nas ultimas versões veio aquele “modo debug” automático que é ativado quando um plugin é instalado/ativado, ou até atualizado, causando conflito com outro.

        Aquele que sobe uma página de manutenção quando um plugin está sendo atualizado, e às vezes empaca até você apagar o arquivo .maintenance? Ou aquele que aparece quando um plugin atualiza e tem problemas?

        O primeiro é um problema resolvido, já o segundo, acho válido como foi implementado no core, já que a alternativa é o teu site sair do ar de vez. O que você faria para melhorar ele? Quem sabe rola de mudar a forma como ele funciona e mandar um patch pro core.

        > Vai ter algo como se der um erro na atualização, seja WordPress ou plugin, voltar num clique a versão anterior já que vai ser feito o backup?

        Vai, mas eu não terminei a função para restaurar ainda, só a do backup. Não sei bem como vou montar a lógica para restaurar, mas estou deixando meu cérebro processando isso enquanto faço outras coisas, haha.

        1. Isso, o segundo. Quando atualiza ou acaba de ativar um novo plugin e causa um conflito e depois é enviado uma mensagem no e-mail do admin com os detalhes do problema (qual plugin causou) mais um link para entrar no modo debug (acho que é esse o nome) para desativar o plugin.

          1. Eu acho a forma que foi implementado válida, para ser sincero. O que acontecia antes era que uma atualização ruim trazia o site todo para baixo, e por conta de cache ou outros N motivos, o usuário só ficava sabendo muito tempo depois.

            Da forma que foi implementado, o WordPress já te avisa logo que deu merda, e te oferece opções para resolver. No caso da Cipher Host, nós temos monitoramento em todos os sites por padrão e também temos o nosso e-mail de suporte configurado para receber essas notificações do WordPress, então o provável é que vamos estar dando uma olhada no problema antes de você notar que o teu site sair do ar.

            Mas como rola um backup antes de cada atualização, quando eu implementar a lógica de restauração, é provável que esse problema nem aconteça, já que no mundo perfeito, o sistema iria notar que a atualização deu ruim, e restaurar para você automaticamente.

        2. Sim é muito boa. Só fico triste de as vezes um plugin atualizado entrar em conflito com um outro um pouco antigo, mas é a vida rsrs

          1. Ah sim, mas aí já não é culpa do coitado do WordPress, haha. Nesse caso não há muito o que possa ser feito.

    2. Quanto ao WordPress não tenho muito o que dizer. Mas como li a palavra privacidade, vou dar uma sugestão: possibilitar acesso via rede Tor (utilizando um TLD .onion) aos serviços hospedados pela empresa. Tornando possível utilizar os serviços hospedados sem sair da rede Tor, do dispositivo do usuário ao servidor que hospeda o serviço. Sem o .onion, o nó de saída da rede Tor sabe o destino final do usuário e, se o serviço não usar https o conteudo que trafega por meio dele (só ingenuos acham que não existem nós de saída na rede Tor vigiando o trafego).

      Aliás, fica a sugestão para o MdU: ter um dominio .onion. Gerar tráfego na rede Tor é uma forma de contribuir com ela. Mais trafego implica em mais dificuldade em desanonimizar os usuários da rede, por aqueles que eventualmente estejam monitorando partes da rede ou da infraestrutura que da suporte a ela.

      1. O Tor já é integrado a plataforma. Não mencionei porque não faz parte direta da experiência do usuário WordPress, mas todo site hospedado com a gente tem um endereço .onion por padrão — que o cliente pode desativar se quiser —, que quando acessado pela rede do Cebolinha, é usado por padrão.

        Nós rodamos pontes para a rede Tor em todos os servidores também, tanto nos servidores dedicados onde ficam os sites dos clientes, quanto nos servidores que rodam os serviços que usamos. Eventualmente vamos colocar no ar alguns nós de saída, mas como a parte legal de rodar as saídas é um tanto chata — eu administro dois na Romênia como pessoa física —, essa parte vai ficar para depois.

        Privacidade sendo um pilar de extrema importância para mim, eu prestei atenção nela mais do que deveria para um produto que nem sequer foi lançado: a escolha da jurisdição onde estamos abrindo a empresa foi feita a dedo (por isso o problema com a Europa no momento), tomei o cuidado de usar zero JavaScript no site da empresa para tudo funcionar direito com o Tor Browser (e eu odeio JavaScript de qualquer forma), oferecemos a possibilidade de você fechar a compra do seu plano de forma anônima, entre outras coisas. Se tudo der errado, pelo menos eu aprendi um monte de coisa nova, haha.

        Ah, e o Manual do Usuário não tem um endereço .onion no momento porque ainda está hospedado na nossa infraestrutura antiga, nos Estados Unidos (a nova fica na Europa), que está de pé na base da fé, cuspe, e chiclete. O site vai ser migrado para a infraestrutura nova em breve.

        1. off: eu vi uma propaganda da alura sobre aprender a programar e o Paulo diz que a melhor a aprender é java (ainda mais se for a primeira), e como não manjo nada e vi seu comentário e fiquei na dúvida, pq tanto ódio pelo java? e se ele não é o melhor para aprender, qual seria?

          1. Apesar dos nomes parecidos, Java é bem diferente de JavaScript. E, do pouco que conheço e já conversei com programadores, Java é apontada como uma boa linguagem para quem está começando. De qualquer forma, é importante aprender, antes de qualquer coisa, lógica de programação, mas imagino que qualquer curso introdutório traga esses conceitos também.

          2. Como o Ghedin comentou, Java e JavaScript são coisas diferentes.

            Apesar de eu ter certos problemas com Java também—programas escritos em Java para desktop costumam não se integrar visualmente com o sistema, e inconsistências visuais me incomodam—, não acho a linguagem ruim, e ela é sim, ótima para iniciantes. Pessoalmente, eu usaria Go ou Python como línguas introdutórias, mas é mais por conta do que eu faço. Go é provavelmente a melhor linguagem de programação para construção de APIs e funciona muito bem para programas de linha de comando, que é o que eu mais uso no dia a dia, e Python é shell com anabolizantes.

            Quanto ao meu ódio em relação a JavaScript, é menos com a língua, e mais com os usuários dela. Da mesma forma que o PHP te deixa fazer um número infinito de cagadas sem quebrar e te torna meio preguiçoso por conta disso—e eu me incluo nessa—, o JavaScript e a cultura que se criou ao redor da língua é, na minha opinião, um dos motivos pelos quais a internet hoje é o cú ensebado do diabo.

            O que eu mais vejo no dia a dia são sites que não funcionam se você tiver JavaScript desativado, ou que usam JavaScript para coisas básicos como mostrar texto, de forma que se você não ativar suporte a língua no seu navegador, sequer pode ler alguns sites.

            Se você usa um leitor de telas porque tem problemas de visão e ele não oferece suporte a JavaScript, por exemplo, foda-se você.

            A desculpa que eu vejo dada em sites como o Hacker News é geralmente a mesma: fazer isso em JavaScript melhora a experiência da maioria dos usuários, e arrumar isso para os poucos usuários com problema não faz sentido para a empresa, financeiramente falando. Empatia é um conceito desconhecido para muita gente.

            Desempenho é outro grande problema. Em um país onde grande parte da população possui celulares de entrada com desempenho pífio, carregar um site com JavaScript é muita sacanagem. Mesmo no meu desktop, com uma GPU capaz de rodar jogos em 4K a 60fps e uma CPU que também não deixa a desejar, o desempenho de certos sites é sofrível com JavaScript ativo. Desenvolvedores costumam ter máquinas acima da média, o que, acho, ajuda a criar essa ilusão de que se está rápido na minha máquina, vai estar na sua, e se não estiver, você que compre algo melhor, seu pobre.

            E claro, temos os problemas com privacidade, motivo principal pelo qual eu desativo o suporte por padrão no meu navegador. Desativar suporte ao JavaScript e ativar somente em sites que você confia diminui e MUITO problemas de privacidade, já que a maioria das propagandas, trackers, beacons, e afins, precisam da tecnologia ativa para funcionarem. Aqui mesmo no Manual do Usuário, se você desativar o JavaScript, o sistema de analytics não sabe que você visitou a página.

            O SourceHut, a alternativa ao GitHub que eu uso, funciona sem suporte a JavaScript sem muita mudança no uso, mas se você ativar suporte, a sua experiência pode melhorar. O Manual do Usuário é outro exemplo, apesar de eu não concordar com todos os scripts usados pelo Ghedin, a experiência não muda muito se você tiver o suporte ativo ou não, mas com ele ativo, certas coisas melhoram o teu uso no site, como poder colapsar comentários gigantes como esse aqui.

            Eu não tenho problema com o uso do JavaScript quando ele é feito de forma sã, o meu problema é com a cultura de usar ele para tudo, o uso dele fazendo sentido ou não. Gente que está entrando no mercado agora é ensinado que essa cultura é a certa, e tirar isso da cabeça de alguém é quase impossível; para muita gente, eu sou só um maluco.

          3. O Paulo da Alura quer vender o curso dele, claro. Mandar aprender Java é porque tem mercado de trabalho infinito.

            Mas se eu fosse dar um conselho quando perguntam o que aprender, eu diria: aprenda C.

            Porque?

            Porque é a linguagem que faz tudo ser feito por você e não pela IDE ou por alguma framework. Depois que você souber o básico – struts, ponteiros, estruturas de dados – você pode dizer que “programa” e pode começar a se preocupar com outras coisas como “o que o mercado usa”. E normalmente se você consegue fazer uma interface gráfica em C você consegue pular pra qualquer linguagem depois.

            Essa coisa de “começar por X” deixa a maioria dos programadores dependente de um conjunto de ferramentas. Aprendi isso na prática no último emprego CLT que eu tive – onde eu era “velha guarda”, veja só – e a maioria dos programadores não sabia sair do Visual Studio pra fazer nada (aliás, o VSCode é uma ótima ferramenta, mas na minha opinião você precisa saber fazer tudo o que ele automatiza ANTES de usar o modo automático).

        2. Sendo sincera, não achei que privacidade seria tratada assim. Parabéns, esse nível de cuidado é que mostra o comprometimento com ela. E quando o comprometimento é real, e detalhista, certamente aumenta a possibilidade de conseguirem clientes.

          Me chamou a atenção o comentário sobre JavaScript. Eu costumo desabilitar o JavaScript no navegador em sites que falam em privacidade pra ver o nível de dependência, quanto desses scripts são software livre (usando o https://www.gnu.org/software/librejs/) e o que esses scripts fazem. E associo de maneira inversamente proporcional, mais javascript menos real é a preocupação com privacidade… O MdU usa algum JavaScript. Me incomoda enviar dados para outros serviços como o askimet, gravatar ou para empresas que hospedam conteúdo incorporado em posts. Não tenho uma solução para spam em comentários; o gravatar daria para não usar (e deixar de aparecer a fotinho) e daria para adicionar link no post ao ínves de incorporar o contéudo. Talvez hoje não seja uma preocupação, mas as empresas requisitadas guardam o comportamento, a associação entre autor de comentário ou impressão digital de navegador e o conteúdo em si do post ou de conteúdo embutido.

          Parabéns por contribuírem com a rede Tor. Privacidade, atualmente, não existe sem a possibilidade de esconder origem de uma requisição e sem pessoas bancando a infraestrutura ou gerando tráfego. Fica outra sugestão aí: post no MdU sobre as razões para escolher a Romênia para rodar nós de saída da rede Tor.

          1. Salvo se eu estiver esquecendo alguma coisa, o site tem os seguintes códigos JavaScritp:

            * Analytics (tracker.js), da versão de código aberto do Fathom;
            * Littlefoot (littlefoot.js), para gerar notas de rodapé inline;
            * Lazyload para vídeos (lazyload-shared.js, lazyload-youtube.js), para impedir que vídeos incorporados do YouTube se conectem automaticamente aos servidores do Google (essa conexão só se estabelece caso o usuário clique no vídeo, e os scripts do lazyload só são carregados nas páginas em que há vídeos incorporados do YouTube);
            * Akismet (form.js), antispam para comentários;
            * Padrão do WordPress (comment-reply.min.js), para permitir respostas nos comentários sem recarregar a página.

            Um detalhe legal é que o site não quebra sem suporte a JavaScript ou se o carregamento desses scripts for bloqueado.

            Compartilho com o James a rejeição ao JavaScript e as preocupações com privacidade. Sempre peso muito os prós e contras antes de implementar qualquer coisa aqui; os ativos acima passaram por essa reflexão e, no fim, achei que valiam o impacto em desempenho (que é marginal, pois também estamos muito atentos a isso) e na privacidade.

          2. > Sendo sincera, não achei que privacidade seria tratada assim. Parabéns, esse nível de cuidado é que mostra o comprometimento com ela.

            A ideia é simples: a Cipher Host é uma empresa com valores que gostaríamos de ver em empresas que usamos. Não vamos fazer tudo certo e muito do que fazemos beira a inocência, mas vamos tentar ao máximo se ater a essa premissa.

            > Me chamou a atenção o comentário sobre JavaScript. Eu costumo desabilitar o JavaScript no navegador em sites que falam em privacidade pra ver o nível de dependência.

            Eu navego com JavaScript desativado por padrão e ativo para sites que confio, apenas. Concordo que o uso de JavaScript em excesso é um grande problema para privacidade—não por nada, o Tor Browser vinha com ele desativado por padrão—, mas como comentei acima, acredito que o buraco é mais embaixo.

            > Me incomoda enviar dados para outros serviços como o askimet, gravatar ou para empresas que hospedam conteúdo incorporado em posts.

            Tomei um certo cuidado com isso na plataforma também, porque eram coisas que me incomodavam. O Gravatar é desativado no dashboard do WordPress—porque o dono do site também merece privacidade—, e no front-end, para quem comenta, agora existe uma caixinha—que não vem selecionada por padrão—que deixa você consentir a enviar um hash do seu e-mail ao Gravatar se quiser, ou comentar sem usar ele.

            Quando você comenta, se decidiu deixar o Gravatar funcionar, o teu avatar é cacheado no servidor e mostrado usando um CDN, então quem não consentiu ao uso do Gravatar não precisa fazer chamada nenhuma para os servidores deles. Além da melhoria em privacidade em relação à solução padrão do WordPress, também há benefícios no desempenho, já que as imagens não são mais carregadas por um servidor de terceiros.

            Quanto ao Akismet, ele também não é usado por padrão, com uma solução rodando ao nível de servidor e WordPress que não envolve terceiros. Todo o processamento acontece no servidor do cliente e nada sai dele, o que também permite que a gente retire o suporte a cookies do formulário de comentários do WordPress e não guarde o endereço de IP de quem deixa um comentário, algo que acontece por padrão com o WordPress hoje.

            Se esse sistema vai funcionar bem ou não, a gente vai descobrir assim que a migração do Manual do Usuário acontecer, mas “em laboratório” me pareceu funcionar melhor do que o Akismet. Veremos.

            Também temos alternativas com foco em privacidade para o Google Analytics, Google Fonts, GitHub, e Gmail que oferecemos para todos os clientes, e uma alternativa ao MailChimp que oferecemos para clientes no plano profissional—entregar e-mails custa caro e é um parto.

            > Fica outra sugestão aí: post no MdU sobre as razões para escolher a Romênia para rodar nós de saída da rede Tor.

            Não tem muito o que falar sobre o assunto, a gente escolheu a Romênia para hospedar o nosso nó de saída porque é onde a empresa vai ser registrada, em Brașov, e para onde minha esposa e eu estamos nos mudando quando a pandemia acabar.

            Como nós de saída podem criar problemas dependendo do provedor usado, a gente não quis colocar no mesmo provedor onde ficam os clientes, já que um problema com o nó poderia trazer todos os clientes para baixo. Na Romênia, alugando um espaço dentro de um data center só para isso, no máximo vai causar incômodo.

            Agora, porque a Romênia foi escolhida como sede da empresa, aí tem um pouco mais de informação.

            A gente precisava de um país com fortes leis de proteção à privacidade—fora dos 14 olhos—, sem leis que nos obrigariam a entregar as senhas dos discos caso as autoridades pegassem os HDs para investigar um cliente—a gente pretende ajudar as autoridades quando necessário, mas você segue a lei a risca e pede com jeitinho, ou vai receber ajuda nenhuma—, de preferência com leis fracas de proteção a direitos autorais, e que permitisse nós, como brasileiros, abrirmos a empresa e emigrarmos para o país.

            O Ghedin vai ficar no Brasil, eu acho, mas minha esposa e eu queremos ficar onde a empresa está, e eventualmente, ter os dados dos clientes no mesmo local—hoje eles ficam em um data center na Alemanha, por N motivos.

            Com esses fatores todos, poucos países se encaixam.

            A gente podia ir para algum lugar do Mercosur, mas situação econômica dos mesmos à parte, eu achei poucas discussões em relação a leis parecidas com a GDPR da Europa, e geograficamente falando, o Brasil parece ser o único país com data centers que conseguem entregar latências aceitáveis para a Europa e Estados Unidos, mas além da latência ser triste para países Asiáticos, os preços praticados aqui são impossíveis.

            Após olharmos mais alguns locais, como Alemanha e Finlândia, sobraram Panamá e Romênia. O Panamá é bastante interessante por N motivos, mas eu sou quase alérgico ao calor e sofro muito no Brasil, em Curitiba, imagina no Panamá. Por processo de eliminação, sobrou a Romênia, haha. O país tem fortes leis de proteção à privacidade e o congresso costuma rejeitar qualquer projeto de lei que tenta mudar isso. Abrir uma empresa por lá, com exceção do fato de termos que comparecer para abrir uma conta bancária para pagar os impostos anuais, é um processo bem tranquilo também.

            O país tem os seus problemas, claro. A máfia parece mandar no país e tráfego humano é um problema grande naquela região da Europa, mas é o que temos para hoje.

    3. Esqueci de perguntar , vai ter pré-instalado algum “analytics”? Exemplo, Fathom.

      1. Sim, cada cliente tem acesso a uma instância do GoatCounter, que é um sistema de analytics de código aberto e com foco em privacidade que não precisa coletar dados pessoais para funcionar—e pode funcionar sem JavaScript, inclusive.

        No site da Cipher Host a gente não vai rodar nada, já que eu sou da opinião que esses números não são importantes à longo prazo e são a métrica errada para se focar como empresa, mas acho importante oferecer a alternativa para quem não concorda comigo.

        Se não oferecermos, as chances do cliente usar o Google Analytics são grandes.

    4. já digo q sou um cliente em potencial! não estou insatisfeito com a minha hospedagem atual, mas eu gostaria muito de ter os parâmetros de privacidade, desempenho e acessibilidade bem consolidados no meu projeto pessoal.
      cuido de muitos sites wp na firma, mas levar essas ideias pra lá seria complicado ainda… mas pode ser q isso mude em algum momento. fora isso, gostei bastante da conversa q seguiu aqui abaixo! essa questão do site quebrar se o javascript for desligado é algo q me preocupa bastante tb. no meu projeto pessoal é, o site até q fica de pé (mas pode melhorar), mas nos da firma, não… quebram feio. achei esse ponto muito importante de ser levantado, pois acessibilidade tinha q ser algo fundamental nos projetos. claro q pode ter umas firulas nos sites q talvez não fiquem acessíveis, mas o essencial tem q estar 100% ok para um leitor de tela ou qualquer tipo de assistente.

    5. @PauloPilottiDuarte

      Gostei da sua dica para começar com C. Na alura mesmo isso é possível, pois eles tb contemplam essa linguagem (além de C++ e C#). Quero dar uma guinada na minha atividade profissional (ou realinhar, não sei, vou precisar consultar um coach quântico pra saber o termo correto) e isso passa por, definitivamente dominar alguma (ou, quiçá, algumas) linguagem. Pensei começar por Python, q tem sintaxe relativamente simples, mas me pareceu legal começar pelo começo, no C :)

  12. Como vocês tão fazendo pra comprar N95/PFF2 online?

    Indo no pffparatodos e abrindo link a link fazendo cotação de preço ou já tão sempre numa mesma loja?

    1. Comprei pelo Mercado Livre mesmo, pesquisando lá. Foi… acho que no final de janeiro, ou começo de fevereiro, e foi fácil. Pedi 10 e, como tenho saído pouco (ainda menos que antes), estão durando bem. Só descartei uma até agora. Paguei ~R$ 3,70 em cada, da Delta Plus.

    2. Estou esperando achar uma loja para comprar um pequeno estoque, mas pessoalmente.

      Eu tinha ido semanas atrás no “Mercado Car”, que é conhecido por ter um setor de produtos por R$ 2,00, e tinha máscaras PFF-2 para trabalhos por este preço. Comprei um apenas e a máscara para mim não ficou confortável. Espero conseguir achar outra máscara um pouco mais confortável. Por enquanto estou com um estoque de máscaras cirúrgicas descartáveis.

      1. Não é confortável. A PFF2 aperta o rosto; mesmo quando uso para descer à portaria pegar uma encomenda, quando volto e tiro ela deixa marcas no rosto. A ideia é que ela vede a região da boca e do nariz. Por outro lado, é mais fácil respirar com ela, porque seu nariz não fica colado na máscara. Só é meio dureza encarar seu próprio bafo, mas dos males, esse é o menor (chupar uma bala de menta antes já ajuda).

        1. É, já tinham falado que ela fecha mais, e os elásticos apertam bastante (a minha fiz uma coisa que não é o certo, convertendo os elásticos para prenderem na orelha ao invés de prenderem em volta da cabeça).

          Quando eu for comprar a próxima, vou tentar providenciar algo para deixar o elástico mais confortável – algum EVA ou espuma para poder não sentir tanto o aperto do elástico.

          1. Eita Ligeiro, não altere a máscara. Os elásticos são daquele jeito porque têm que ser assim; amarrá-los na orelha pode afrouxar a máscara e ela perder a utilidade. Reitero que é um negócio desconfortável, então é melhor lidar com o desconforto do que tentar “consertá-lo” (o que, na prática, significa estragar a máscara).

          2. Em vez de modificar a máscara, recomendo testar outras até encontrar alguma que te agrade mais. Recomendo muito a Aura da 3M (que está cara e difícil de achar) e a Aero2 da GVS. Essa última é fácil de achar no ML por mais ou menos R$8 a unidade, tem elásticos ajustáveis e flange de espuma em toda a parte superior. Acho ela até mais confortável do que a Aura (são as duas que utilizo)

          3. Então @Bonela, o ruim é achar mesmo. Por enquanto estou mesmo nas cirúrgicas. Comprei um pacote de 50 peças por 25 reais, o que foi perfeito para estes últimos dois meses.

            Na hora que voltar a possibilidade de venda na rua, verei se acho algum PFF / N95 que fique bom em mim. Só que não duvido que com esta “propaganda boca-a-boca”, os preços devem é estar inflados agora. Provavelmente abaixa o preço na rua quando abaixar a propaganda, assim como foi com as máscaras cirúrgicas.

    3. Eu compro de um amigo que tem uma empresa de suprimentos para a área de saúde, sempre vem a bom preço e tal… Mas tá difícil de achar?

      1. Na rua sim. Moro na Grande São Paulo e não é fácil achar em lojas de R$ 1,99 (onde costumo comprar coisas). Mais lojas aleatórias na capital é fácil achar as PFF / N95. Já achei uma vez na Zona Cerealista (Parque Dom Pedro).

    4. comprei uma parte num site e outra no mercado livre. um modelo, de concha, ficou boa pro meu rosto, mas não pro da minha esposa. então comprei aquele modelo tipo bico de pato. uma parte das compras foi num site q vendia epis e a outra parte no mercado livre mesmo. mas elas estão caras… nas de concha paguei 6,50 e nas de pico de pato 12. :/

  13. Sei que é um assunto chato, mas falar sobre a covid é mais que necessário, pois ainda teimamos muito no erro de não se atentar as recomendações.

    Fui ver hoje uma série de twitts do “Tanto” sobre como ele acabou contaminado e as reações que teve com a doença.. É agoniante e ao mesmo tempo explicativo como quem tem condições (como ele) para poder conseguir um diagnóstico mais preciso e com isso combater corretamente a doença. Não são todos que tem a mesma sorte de conseguir consultar um infectologista. E infelizmente muitos caem na mão de médicos mais “preguiçosos”, que acabam recomendando as medicações já ditas que não funcionam.

    Esse é um dos maiores problemas desta doença: para cada corpo, ele age de um jeito, e com isso fica difícil identificar a infecção pelo mesmo.

    Se cuidem e sigam as recomendações de médicos confiáveis.

    1. Assustador mesmo. E legal o relato dele — esse tipo de informação ajuda que outros na mesma situação considerem algo nessa linha.

      Só achei estranho ele não ter notado antes uma variação cardíaca tão violenta (entre 90 e 190 bpm) sem fazer esforço. Isso é muito estranho e sinal de alerta a qualquer momento.

      1. Falo por mim: só nota-se esta alteração se está ou sossegado demais (e aí nota o ritmo cardíaco) ou quando sente que o corpo está com algo errado – o que é difícil quando o mesmo parece querer disfarçar o sintoma.

        Só um dia tive este tipo de sensação e o que fiz foi ficar parado, tentar respirar atentamente e esperar o coração desacelerar. Ir no médico para mim não ia compensar naquele momento.

        1. É que 190 bpm é um ritmo muito forte. Você sente o coração acelerado, é coisa de esforço pesado para não-atletas, tipo… sei lá, correr até cansar.

          Mas, né, o cara estava todo ferrado e angustiado, nem imagino o desespero que deve ter sido. No fim, que bom que alguém reparou nisso e ele conseguiu se salvar.

          1. Eu já sinto alterações com 120bpm se em repouso.
            Mas essa doença é tão louca que eu não duvido de nada.

          2. O mal da Covid é isso: ela é bem “aleatória”, então entender os sintomas e tentar se cuidar é o que sempre deveria ser feito, mas como a galera tenta sempre achar padrões, aí sempre vai pensar que covid só ataca pulmão e faz a pessoa tossir ou ficar com falta de ar.

            Na cidade onde estou, até transformaram o pronto socorro em um centro de recepção de quem tem covid, deixando um prédio menor para o atendimento de PS.

            Soube que um familiar próximo foi para o médico com sintomas e estou um pouco preocupado. Detalhe que ele é uma pessoa que defende o presidente, logo, ele é daqueles que é adepto da cloroquina. Nisso fico com meus receios e só espero que os médicos indiquem a medicação correta e corrija-o quanto ao uso da cloroquina (spoiler: pelo que já recebi de alguns médicos daqui, sei não…) . :\ E claro, melhore o quanto antes.

        2. Carta, 190 BPM é MUITO forte. Meu BPM máximo é de 187 e é algo que eu só chego em treinos muito intensos (ciclismo). A sensação que tenho ao “desacelerar” é que meu coração vai sair pela boca, literalmente.

    2. Por enquanto sinto os olhos ardendo um pouco, garganta incomodando (como se estivesse um pouco inflamada) e tosse seca algumas vezes no dia.

      Comecei a sentir algo estranho no domingo (15/03) e fui no posto na segunda. Suspeitaram de dengue e fiz o exame de sangue. No outro dia (terça) fui buscar o resultado e a saturação estava no limite e fiz o teste do covid-19 no mesmo dia.
      No dia 23 deu positivo, mas já estava tomando alguns remédios que prescreveram.

      Acreditando que estava melhorando, ontem começou um formigamento nas pernas (semelhante a quando para de correr sangue por um tempo) e fui no posto novamente e o medico disse que não tem relação com o covid e receitou AAS Infantil, 1 vez no dia depois do almoço.
      Curioso que mesmo de pé, sentado, andando o formigamento continua.

      Espero que não venha mais nada e possa me recuperar logo. :(

      1. Eu tive problemas no começo do mês e o exame de swab eu fiz por volta do dia 10. Acabei pegando o resultado “por fora” pois não tive tempo de voltar no pronto socorro (não me mandaram fazer retorno) e ninguém da prefeitura me enviou os dados.

        De qualquer forma obedeci a quarentena de 15 dias. E de fato, foram 7 dias realmente passando mal (fraqueza nos três primeiros dias, dificuldade de se alimentar nos seguintes). Melhorei na semana seguinte, me alimentando de forma mais leve.

        1. Atualização: a equipe de saúde me liga HOJE (duas semanas depois) para saber minha situação. Fico feliz, mas ao mesmo tempo implicado: entendo a dificuldade hoje para atendimento, mas poderiam ter feito a correria uma semana atrás.

      2. Ops, ia me esquecendo. Desejo melhoras a ti e vai se cuidando.

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