Dizem, os mais velhos e as produções audiovisuais da época, que nos anos 1980 as pessoas andavam por aí com aparelhos de som enormes movidos a baterias, as boomboxes. Talvez o equivalente moderno daqueles trambolhos sejam as pequenas caixas de som Bluetooth.
Menores, conectadas e com um som de respeito, elas são fáceis de transportar, duram bastante longe da tomada e, de quebra, ainda são bonitas. Uma das menores disponíveis no mercado é a MD-12, da Microsoft (ainda com a marca da Nokia estampada). Ela está, também, entre as mais baratas do Brasil, o que é sempre interessante, mas um detalhe suscita o questionamento: é o tipo de economia que vale a pena? Descobriremos agora. (mais…)
Quando algum escândalo como o da NSA em 2013 estoura ou, um mais recente, o do spyware Regin, ou ainda quando Google, Facebook ou outra empresa de Internet é flagrada em práticas que vão contra os interesses dos usuários, em prol de anunciantes, governo ou qualquer outro terceiro, a bandeira da privacidade é erguida.
Só que muita gente parece não entender a importância dela. Minimizam o caso, dizem que é essa violação é o que paga a comodidade dos serviços que usamos — o que é verdade, ainda que não seja o único caminho. Não é raro nos depararmos com alguém dizendo que “não tem nada a esconder”, ou que “não faz nada de errado”. Duvido muito que exista alguém tão imaculado, mas de qualquer forma não é esse o ponto. (mais…)
Em 2012 Paris ganhou uma loja pop-up diferente — para dizer o mínimo. Em vez de produtos industrializados ou mesmo orgânicos, homens em embalagens gigantes estavam expostos na vitrine. Um deles foi parar dentro de um carrinho de mercado! Ao olhar para a fachada lia-se AdopteUnMec.com, endereço de uma rede social de encontros. (mais…)
O Android 5.0 é a maior atualização da história do sistema. Ela traz gráficos mais leves, cores chapadas e animações fluídas — o Material Design é tão gostoso que quase dá vontade de morder. Mas há mais do que visual nesse novo Android sabor pirulito. Passei alguns minutos com um Nexus 5 recém-atualizado e conto, com palavras, fotos e vídeo, o que achei.
O Twitter é incrível. Tudo o que está acontecendo está lá. Seus amigos, que usam o serviço, comentam diversas coisas e acabam mandando um punhado de links sobre os assuntos do momento. São muitos links de muitos amigos, o suficiente para se afogar neles. Como filtrar o que importa para ler depois? Com a ajuda de alguns apps — inclusive o do próprio Twitter! (mais…)
A internet começou como uma rede do governo dos EUA e acabou se tornando o habitat natural de lolcats, GIFs animados, textões do Facebook, blogs como o Manual do Usuário e todo esse monte de informação que consumimos diariamente. Ela é algo que ninguém toca, que poucos veem, embora ocupe cada vez mais espaço físico no mundo. E que não para de crescer. Como podemos deixar ela ainda mais interessante no futuro?
Essa é a pergunta do Onward Internet, um projeto do estúdio Buck que junta as melhores ideias sobre o futuro da rede. E para promover o projeto, nada melhor que um vídeo lindão, todo animado e com muitas informações concentradas em pouco mais de um minuto — afinal, quem aguenta vídeos longos no YouTube, né? [Via Pristina] (mais…)
Com a proximidade da Black Friday, estão surgindo no Instagram supostos perfis de marcas e lojas do varejo prometendo brindes irresistíveis para quem segui-los, tirar um print screen do perfil da marca (?) e publicá-lo no seu próprio.
Não faça isso, são “promoções” falsas.
Clique para ampliar.
Note que além da forma de participação pra lá de esquisita, os perfis trazem erros estranhos. A Apple nunca escreveu “iPhone 6’s” (porque é errado), e não creio que a Saraiva prometeria “R$400,000”, seja lá que valor for esse. E seria estranho a Netshoes escrever seu nome em letra minúscula, usar ponto para separar as casas decimais dos centavos, errar “blackfrday” e escrever “so” em vez de “só”. Esses perfis são uma espécie de spam revigorado — até os erros grotescos dos antigos e-mails permanecem.
O que os criadores desses perfis, que não são as marcas que alegam ser, querem, é obter grandes bases de seguidores rapidamente para vender esses perfis em seguida. Obviamente, os prêmios prometidos são apenas fachada.
Só entre quem eu sigo já vi “prints” de supostos perfis da Netshoes (10 mil seguidores no momento), Apple (43 mil) e Saraiva (2700). Tudo balela. Na dúvida, acesse o site oficial da loja ou empresa e veja se o perfil está listado lá. A Saraiva, por exemplo, atua em seis redes sociais, mas o Instagram não está entre elas. A Netshoes tem perfil, mas esse, oficial, não promete prêmios nem pede coisas malucas aos seguidores. E a Apple… não, né? Perfis relacionados à Apple nesse esquema, aliás, já existem aos montes.
Compartilhe este post nos perfis dos seus amigos que porventura publicarem uma dessas “promoções” no Instagram. Para facilitar, copie e cole este link encurtado: j.mp/bfigfalsa
Um estudo recém-publicado pela ScientiaMobile apontou o Moto G como o smartphone mais popular do Brasil, seguido pelo Lumia 520 e, em terceiro lugar, o iPhone 4S. Entre os tablets, as cinco primeiras posições são ocupadas por modelos do iPad. Algo errado?
O questionamento é válido porque, a julgar pelos números de vendas de tablets no país, é pouco provável que a Apple esteja tão no topo assim. Juntas, segundo levantamento da Folha, DL, Lenoxx e Samsung, que fabricam tablets quase que exclusivamente com Android, detêm 55% das vendas no mercado nacional.
A ascensão do iPad no relatório da ScientiaMobile e algumas outras estranhezas (a maioria relacionada à Apple) decorrem da metologia usada. As conclusões se baseiam em uma amostra de 2,5 bilhões requisições a sites, coletadas e analisadas pelo WURFL.io, uma solução para detecção de dispositivos e adequação de conteúdo às peculiaridades de cada formato. (mais…)
No final do ano passado o Facebook anunciou uma mudança na estratégia para dispositivos móveis. Em vez de concentrar todos as suas funções em um app, como vinha fazendo até então, a empresa passaria a desmembrar algumas mais importantes em apps independentes.
Os apps abaixo fazem mais do que dispensar o principal do Facebook. Eles são mais ágeis, livres de anúncios e, não raro, mais acessíveis. Tome por exemplo o Groups: em vez de navegar por três, até quatro níveis para encontrar um grupo específico no app principal do Facebook, aqui todos os grupos estão disponíveis de cara, a um toque de distância. (mais…)
Faz apenas seis meses que a venda da divisão de dispositivos da Nokia à Microsoft foi finalizada e poucos dias desde que a empresa de Satya Nadella derrubou a marca “Nokia” em prol da “Lumia” com o smartphone de entrada Lumia 535. Pouco tempo, mas o suficiente para a Nokia, ou o que restou dela na Finlândia, anunciar o N1, um tablet Android que parece bem bacana.
O anúncio foi precedido de um teaser mostrando uma caixa que, na foto, parecia muito um set-top box nos moldes do Apple TV. Não era. Aquela é a caixa do N1, um tablet Android avançado que será fabricado e vendido pela Foxconn. (mais…)
Estúdios de cinema investem cada vez mais em sequências de sucesso do passado. Na semana passada, por exemplo, tivemos a estréia de Debi e Lóide 2, vinte anos depois do original. É um tipo de projeto mais seguro aos grandes estúdios, já que franquias consolidadas costumam ter um retorno financeiro mais garantido.
Infelizmente, existem filmes incríveis que ou não deram dinheiro, ou que acabaram se perdendo entre diversos projetos de seus criadores. Em ambos os casos, são histórias que dificilmente ganharão uma sequência. Por conta disso, alguns artistas criaram imagens e títulos fascinantes para filmes que não devem sair do papel. Além das imagens que selecionamos, abaixo, você pode ver e comprar elas e outras no site oficial ou, caso passe por Los Angeles até o dia 23, conferir in loco a exposição SEQUEL: Artists Imagine Movie Sequels That Were Never Made. (mais…)
Caso você nunca tenha visto um servidor de perto, saiba que eles esquentam bastante. Por isso, em empresas normais, essas instalações costumam ficar em salas muito bem refrigeradas. Só que o Facebook não é uma empresa normal: a rede social é o segundo site mais acessado da internet, perdendo apenas para o onipresente Google. Como resfriar tantos servidores assim? Construindo um gigantesco data center eficiente num refrigerador natural, ou seja próximo ao círculo ártico.
O novo data center do Facebook é uma obra de engenharia pensada para otimizar a forma como algo assim deve ser. O projeto saiu da iniciativa Open Compute Project, criada pela própria rede social para repensar esse tipo de prédio — e que é disponibilizada gratuitamente para todos. Dessa forma, mais empresas podem seguir os passos do OCP e criar data centers mais práticos.
O OCP propõem que as instalações e paredes sejam feitas em outros locais e cheguem no data center só para serem instaladas. Já os servidores chegam em caixas compactas, desmontados, mas com simples passos de montagem. Assim nasceu o Rapid Deployment Data Center (RDDC), nome desse processo para criar e montar um data center de maneira bem rápida como se fosse LEGO.
A área escolhida, com pouco mais de dois hectares, fica no norte da Suécia, na cidade de Luleå. Além do frio (a temperatura é negativa na maior parte do ano), o país tem uma das melhores distribuições de energia do mundo. Isso é bem importante para quem precisa garantir que suas fotos não se percam por aí, afinal eles recebem sete petabytes de imagens por mês! Claro, se a distribuição falhar, o prédio ainda conta com 14 geradores de reserva.
A viabilidade do modelo de negócios dos serviços de streaming de música voltou a ser o centro das atenções essa semana. Culpa de Taylor Swift, que removeu todo o seu acervo do Spotify e boicotou o novo álbum, 1989, de todos os serviços do tipo. Ganância, mal entendido ou a cantora tem razão nas críticas que vem fazendo?
Não foi a primeira vez que Swift se posicionou contrariamente à ideia de ouvir quanta música quiser pagando menos de dez dólares por mês. No começo do ano ela escreveu um editorial no Wall Street Journal dizendo acreditar que o apoio dos fãs (e a venda de álbuns completos) é o que sustenta artistas como ela. Talvez, pelo menos no seu caso, seja verdade: só na semana de lançamento, 1989 vendeu 1,2 milhão de cópias, número estratosférico para os padrões atuais. Para colocar isso em perspectiva, Random Access Memory do Daft Punk vendeu 339 mil cópias em seus primeiros sete dias e PRISM, da Kary Perry, 286 mil cópias no mesmo período. Ambos foram os mais vendidos no ranking da Billboard em suas respectivas semanas de lançamento. (mais…)
Se você usa algum aplicativo próprio do Google talvez já tenha percebido que ele está de cara nova. Ou algum app de terceiro. Há algo diferente no ar, ou melhor, na palma da sua mão… Isso, amigos, amigo, é o Material Design em ação.
A nova linguagem visual do Google foi apresentada na conferência Google I/O desse ano. O Material Design é uma evolução do design de cartões, típico do Google Now e que se espalhou a outras áreas, mas agora com foco em profundidade e movimento, e amparado por cores chapadas.
Falando em sistema, é bom se acostumar ao Material Design: sua influência dentro do Google é tão grande que tudo está sendo feito dessa forma. Android 5.0, Android Wear, web apps e até aplicativos para outras plataformas, como o iOS, têm formas, cores e movimentos padronizados. O ideal do Google é manter a familiaridade dos seus produtos independentemente de onde eles sejam usados.
Como imagens falam mais que palavras, selecionamos alguns vídeos para demonstrar o que é, na prática, o Material Design. (mais…)
Os relógios inteligentes, ou smartwatches, são a nova menina dos olhos para as grandes empresas de tecnologia. Infelizmente eles ainda precisam melhorar em pontos-chave como autonomia e, em muitos casos, design. Embora não sejam tão inteligentes, uma leva alternativa de relógios que não são tão “smart”, mas mais bonitos e capazes de fazer algumas coisas a mais do que o despertador daquele seu clássico Casio de R$ 20 sem pedir recarga todo dia, já está aí. Eles são mais acessórios de beleza do que relógios, mas passam longe de serem só corpinhos bonitos. Conheça-os: (mais…)