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Post livre #236

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.

78 comentários

  1. vcs tem alguma sugestão de suporte de notebook que seja bom e um pouco mais alto do que a média?
    vejo aqui nos escritórios postados alguns que tem 10, 12 cm de altura… precisava de algo um pouquinho mais alto.

    1. Bom, eu não me aprofundei nos suportes, mas eu fiz um de cano pvc mesmo, deu certo. Como a parte de baixo fica alta (por causa do diâmetro do cano pvc) eu uso teclado + mouse USB. Tirando isso, foi uns 12 reais (fora a serrinha) e tô satisfeito.
      Fiz por esse vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=yYou2Dr5Ecc
      Quando eu quero usar o teclado do note, pego um dicionário ultrapassado e uso como “suporte” haha.
      Espero ter ajudado.

  2. Como vocês organizam a tela inicial do smartphone?

    Aqui, depois do artigo que o Ghedin escreveu sobre Como deixar o celular minimalista, acabei desinstalando os aplicativos de redes sociais. Só deixei o Telegram e o WhatsApp, por conta do trabalho. Sem contar que desativei todas as notificações e sempre com o modo não perturbe ativado.

    1. Uso Zeam Launcher.

      Depois do desbloqueio:
      Tela 1 apenas linha de baixo com telefone, mensagens, superfreezze, acesso aos apps, Firefox e whats.

      Tela de apps normal.

      Uso fundo preto.

    2. Quando usava Android, colocava os apps que mais usava em uma só tela, e os outros eu deixava na gaveta mesmo. No iPhone eles meio que ficam jogados. Nem ligo mais.

      1. Uso android, faço a mesma coisa. Tudo numa tela só.
        Linha de baixo: telefone, spotify, galeria, câmera
        Linha logo acima:
        1ª pasta com gmail, outlook, whatsapp, telegram, firefox e instagram.
        2ª pasta com um app de pianinho, app de cifras, gravador de voz, shazam.
        3ª pasta com serviços do google
        4ª pasta com apps de banco e calculadora científica
        5ª pasta com jogos (tetris, pixel dungeon,horizon chase, mini metro, implosion)
        Última linha de apps: gerenciador de arquivos, relógio, calculadora simples e liturgia

        Widget: relógio e previsão do tempo. Mais nada.
        Ainda tem muita coisa, mas por enquanto tá show.

        1. Nossa, nem pasta eu usava. Eu tinha um Moto G, então colocava dois de cada lado do botão que abria a gaveta, e mais cinco na linha logo acima. Só. Acho que nem o widget de relógio eu usava.

  3. Por mais que eu me esforce (dentro das limitações de um sujeito preguiçoso por natureza), não consigo me acostumar com o Darktable e obter bons resultados. Fico suspirando pelo Camera Raw, que considero ainda imbatível para revelação de fotos.

    Eu tenho tentado usar open source e coisas livres nos últimos anos mas sei lá. Por outro lado sou pobre demais para arcar com assinatura de programas que uso casualmente.

    Então me pergunto se $$$…pi…ra…te…ar…$$$ de empresa grande não é um crime menor. Digam que sim ou não digam nada!

    1. Cara, cá entre nós.

      Usar algo não licenciado no Brasil virou “lugar-comum”. Fiscalização pífia (só funciona geralmente com denúncias), custo dos softwares geralmente atrelados ao dólar – o que acaba ficando proibitivo para muitos; falta de uma educação voltada a valorizar os profissionais de todas as áreas (imagino que se um técnico de suporte direto ganhasse o mesmo que um desenvolvedor senior, talvez um técnico ajudaria a pagar o software desenvolvido pelo desenvolvedor – divago). Etc… etc…

      Não esquecendo os artigos sobre tal assunto no MdU

      Acredito que no BR, usuário comum não tem problema com isso. Geralmente a fiscalização é voltada mais às empresas. E salvo engano, no BR usar algo não licenciado não é um crime que vai para a prisão (tenho umas histórias na verdade que não cabe aqui no MdU), é mais a venda ou uso em larga escala de algo não licenciado (e mesmo assim o máximo que dá é multa e/ou processo para ressarcimento…).

      (Eu tenho uma regrinha moral sobre questão de não-licenciamento. Se for para usar algo assim, geralmente procuro usar algo que tenha mais de 10 anos de existência – versões anteriores ou antigas que não tem mais suporte. Acredito que assim evito problemas. Mas isso é uma regra simplória e bem, como falei, tem coisa que não cabe nesta área de comentários)

    2. Pirateie.
      Esse papinho moralista de não piratear é coisa de quem tem posses ou quer posar de moralmente superior.

      1. Esses dias eu tava pensando sobre isso. Eu não gosto de baixar filmes por aí. Me sinto mal. Eu uso contas de familiares em diversos serviços de streaming, mas a produtora ainda assim não tá vendo meu dinheiro. Me sinto menos mal, mas realmente só vou me sentir bem quando puder assinar com meu dinheirinho.

        1. Se me permite perguntar: porque você se sente mal?

          1. Não é mal do tipo pena das produtoras, mas eu sinto que tô fazendo algo errado. Sei lá… E, óbvio, não julgo quem baixa coisas por aí. Já baixei muito.

        2. mas eduardo, tem filme q não tem no streaming, não tem pra alugar e nem tem pra comprar! o q nos resta é pegá-lo na internet. não considero pirataria isso aí, pq, de fato, ninguém está ganhando nada… vc está apenas acessando a um arquivo q está, digamos, solto nessa grande rede mundial, ora pois. que mal tem isso? nenhum… agora se fulano tá ganhando os tubos pirateando o trabalho alheio, aí é feio. moralmente condenável! não carece ir pra cadeia, claro, mas uma bela multa e apreensão de bens me parecem ok.

      2. quer posar de moralmente superior

        Rapaz, todo mundo se acha moralmente superior, mas ignora que pode ter atravessado fora da faixa, falado no celular enquanto dirige ou votado porque queria um cargo na câmara municipal.

        Acho que esta discussão sobre pirataria é mais funda do que falar sobre moralidade, e tem a haver com o valor que as pessoas dão uns aos outros também…

        (Até porque tem gente que paga para ir no McDonalds só por causa do nome, mas não come o lanche da hamburgueria da vizinha que faz com algo mais fresco porque é o mesmo preço do McDonalds…)

        1. Você mistura coisas quando comparar piratear um programa com atravessar fora da faixa. Qual o real perigo de se piratear o Windows? Zero. Qual o real perigo de se atravessar fora da faixa? Pra você, morrer atropelado; pros outros, morrerem na colisão ou mesmo causarem acidentes maiores ao desviar de você.

          Se tem relação com o valor que damos uns aos outros eu não sei, mas pirataria é sobre circulação de informação e igualdade de condições. Sem falar que cópia não lesa ninguém.

          1. Não é tão diferente piratear e atravessar fora da faixa. Falo de regras, que justamente são criadas para tentar equilíbrio e compensações e não só dos resultados de não seguir a regra.

            Não seguir uma lei geralmente é corrupção, a mesma praticada pelo salnorabo (e demais políticos Br – e quem os ajuda a serem eleitos). Se a lei sobre o direito autoral é errada, que se corrija ao invés de só vivermos burlando. Para isso que (deveria) serv(ir) a política: programadores, tradutores e técnicos tentando se entender e achar uma forma justa para todos ganharem – acho que o último tecnocracia fala por cima disso quando fala sobre em tempos atuais os direitos autorais terem ganhado mais força que o Creative Commons.

            Não se morre atropelado quando alguém pirateia um software. No entanto, dado que muitos leigos praticam a pirataria baseado geralmente em ferramentas adquiridas por crackers com intenções escusas, o risco de morte pode ser dados vazados por exemplo.

          2. @ Ligeiro

            Leis são, de uma maneira bem objetiva, contratos sociais que convencionamos, via representantes eleitos, para resolver conflitos do cotidiano. Há leis mais severas/importantes, como as do Código Penal que versam sobre crimes contra a vida, e há leis mais brandas, menos importantes, como as de direitos autorais. (Mesmo dentro da esfera penal existe essa gradação; não é à toa que a lei das contravenções penais é apartada do Código Penal, por exemplo.)

            Esse ideal de respeitar em absoluto todas as leis, como você mesmo disse, é impossível. Burlar leis ruins é, também, uma maneira de evidenciar a baixa qualidade delas. Existem outros mecanismos, mas esse também é válido e, em alguns casos, o único meio da população afetada se fazer ouvir.

            De qualquer maneira, não existe lei no Brasil que criminalize a pirataria. Pode procurar. Reforçando: pirataria não é crime. Existe crime quando alguém fere direitos autorais com intenção de lucro, o que não é o caso daqueles que baixam um filme ou livro por torrent, sem pagar nada.

            A pirataria não é ilegal, mas pode — deve — ser uma questão moral. Esse debate é super válido. Eu me sentiria mal em piratear um filme independente ou o livro de um autor novato, por exemplo, mas filme velho (que já se pagou dezenas de vezes e continua bancando herdeiro) e blockbuster de grandes estúdios? Pff… zero peso na consciência.

            * Falei e falei de filmes e obras culturais, mas tudo isso vale para software também.

          3. @ Ligeiro

            Eu acho que você está confundido algumas coisas. Piratear e atravessar fora da faixa não são comparáveis à corrupção. Ambas podem ser contravenções, claro, mas são de natureza muito diferente de corrupção (ativa ou passiva). Em nenhum dos casos existe prejuízo material direto a nenhum terceiro – uma cópia pirata não subtrai um item, por exemplo; assim como atravessar fora da faixa não implica em um acidente. Corrupção envolve ganho ilícito direto ou indireto e, normalmente, envolve um ente estatal no meio.

            Quando você assiste Vingadores em casa, baixado do Pirate Bay, não teve nenhum tipo de crime envolvido nisso (você não obteve lucro, você não subtraiu nada de outra pessoa e você não colocou nenhum terceiro em risco),

          4. @Ghedin e @Pilotti

            Entendo que a educação e vivência de vocês é diferente da minha, por isso a minha interpretação sobre o que é ou não crime acaba diferente. Sinceramente não vou muda-la por consenso de vocês dois. Mas não vou me considerar certo ou errado também.

            Entendo como crime e corrupção a não obediência de leis e regras. Não importa o tipo. Dado que há culturas que permite a morte de outros, inclusive em lei, ou que minimiza impactos de alguns tipos de atos que fazem mal a outro, enquanto que pune atos que não fazem mal a ninguém; não vejo como diferenciar matar alguém, atravessar fora da faixa (e correr o risco de ser atropelado) e fazer uso de algo não licenciado (e fazer alguém não ter uma renda, e com isso passar fome).

            Isso na verdade noto que é bem variável conforme culturas. No BR, há o risco de voltarmos a um estado de cultura que só de xingar o vizinho, o risco de levar um tiro ou facada é maior… e este vizinho sair impune enquanto que quem xinga, vivendo vira o mal exemplo do bairro e morrendo vira o exemplo de que quem manda é o poder da violência…

            Isso falando de forma simplista e provocativa, obviamente. Acho que sacaram que estou provocando vocês, não?

            E não por mal Ghedin, mas esta frase sua tem uma contradição:

            Reforçando: pirataria não é crime. Existe crime quando alguém fere direitos autorais com intenção de lucro (…)

            Quando alguém fere direitos autorais com intenção de lucro – seja um técnico instalando windows não licenciado, um camelô de rua vendendo um dvd copiado, a empresa de cópias que copia um livro ou o site com anúncios que tem filmes sem licença, ou a empresa que usa AutoCad ou Corel Draw sem licença para vender canequinhas ou produtos com artes, tudo isso aos olhos de leigos (ou policiais e fiscais) é considerado pirataria.

            Acho que sacaram que isso significa sobre mim também, né?

      3. Com o que você quer que os desenvolvedores comam? Graça divina?

        Espero que os que contratam seus serviços tenham posses ou sejam moralmente superiores e estejam pagando por suas traduções.

        1. Os desenvolvedores que lutem.
          Ou melhor, os programadores. Desenvolvedor é uma tradução errada.

          Na realidade ele exploram meu trabalho ganhando absurdamente mais do que eu apenas por serem atravessadores.

          1. Basta pegar um GTA5 como exemplo… não são poucos os casos de trabalho excessivo e stress…. enquanto isso a Rockstar fatura milhoes anualmente…. aposto que vão lançar GTA5 até pro Playstation 8.

      4. eu não tenho posses e não quero posar de supeior :)
        acho q as opções de graça ou mais baratas (affinity) podem substituir.
        o q pega é o relacionamento com clientes, q pode atrasar um pouco.
        mas o q pega no lance da pirataria é a total incerteza sobre o que vc está baixando e instalando no seu computador. eu não arriscaria…
        sem falar na possibilidade instabilidade. a depender do projeto q vc está fazendo, algo de edição de vídeo, por exemplo, o estrago pode ser grande se algo corromper seu arquivo.
        pirataria até vai para estudantes, q não podem pagar e não se comprometem com clientes na maiora dos casos, fora isso, acho arriscado com todas as opções q existem.
        dito isto, não sou contra a pirataria, apenas não a recomendo para determinadas situações.

    3. Eu também sempre opto pela alternativa opensource. Além de menos burocráticas costumam ser muito mais leves.
      Mas se é pra uso pessoal e não vai ganhar dinheiro com isso eu também recomendo que pirateie.

    4. não vejo problema nenhum em piratear (inclusive: viva a pirataria!)

      mas ultimamente tenho procurado soluções licenciadas por pura preguiça

      1. Lembro-me que antes havia uma de piratear TV. Mas em casa eu era o responsável e tinha que ficar atualizando sempre, procurando soluções, trocando de aparelhos. Tinham as eternas dúvidas. Cansei. Hoje, pelo que vi, tem aparelhos até que nem precisam de muito esforço, mas posso dizer que aqui em casa sequer precisa de sinal de TV. Assim, para muitas outras coisas também cansei. Passou. Isso mesmo, preguiça. Hoje, prefiro ganhar o tempo geralmente despendido.

        Quando a livros uso cópias quando acho, compro quando acho que vale a pena, mesmo já tendo cópia. Músicas a mesma coisa, mas compro mais raramente. Filmes e séries baixo, vez ou outra assino serviços de streaming quando acho que vou aproveitar e geralmente depois de algum tempo cancelo, como vou também ao cinema, muito pouco em relação ao que consumo. Vejo que, de certa forma, as assinaturas estão ficando mais possíveis e viáveis para muitas coisas.

        Além de outros tipos de mídia, posso falar principalmente sobre uso de Windows e Android, pois uso também outros sistemas derivados Linux e até então não uso diretamente Apple.

        Windows, clássico, tem sempre gente querendo pirateá-lo. Há bastante tempo recomendo ficar no programa Insider da MS, que permite manter sua cópia sem licença. Aqui em casa teve alguém que está fazendo assim na máquina dele para jogos, desde que montou.

        Outro exemplo, o MS Office tem muitas formas de usar alternativos ou consegui-lo, seja na faculdade ou pagando um valor pequeno SAS, caso seja realmente necessário. Há alternativas Open para muitos, sejam de projetos, imagens, IDEs, etc. Acredito que, quem tenha necessidade de manter assinatura da Adobe, por exemplo, possa ter como bancar devido ao retorno do trabalho – vai de cada um.

        No mais, por exemplo, tem até muito trial, para instalar e desinstalar, quantas vezes necessário, até mesmo sem precisar burlar a instalação anterior, sem voltar com recuperação do sistema mesmo, como no caso do Windows.

        Interessante que, já há algum tempo, com as coisas que preciso, consigo viver numa boa sem precisar recorrer a keygens, patches, cracks, etc. Pelo que me lembro, quando fazia uso, sempre havia algo para me preocupar, como algum software que você era obrigado a utilizar e não sabia exatamente o que estava fazendo com a sua máquina, a começar pela instalação do próprio S.O. muitas vezes. Nem sem como isso é hoje, mas pelo que vejo os jogos parecem ser ainda o maior perigo. E olha, eu nem sou tão preocupado quanto ao que possa acontecer. Nem me espantava, quase sempre, depois de um tempo, algum antivírus ou antimalware atualizavam após algum tempo e conseguiam detectar alguma ameaça escondida. Hoje, praticamente o que possa a vir me preocupar, quando muito, não está relacionado ao que está instalado. Nem tenho muita preocupação com proteções instaladas. Quando ocorre alguma fatalidade inusitada, aí sim, é necessário fazer alguma varredura com alguma ferramenta e depois retirá-la novamente – como um Malwarebytes. Bem raro.

        Também não saio comprando software ou Apps. Voltando, talvez algo como o próprio Windows, quando muito. E, o último Windows que comprei, Windows 8, quando há muito tempo montei uma máquina e a licença, na caixa e lacrada, teve um preço bem bom. A maioria dos sistemas que estavam instalados e licenciados foram atualizados normalmente como Windows 7 e 8 para o 10.

        No Android, APKs geralmente não pego para burlar licenças, mas geralmente para disponibilizar em sistemas que não estão disponíveis, como para alguns dispositivos Android TV ou Fire.

        No mais, são minhas opinões e talvez minhas necessidades sejam poucas.

  4. Recomendo a leitura do livro “Manipulados”, de Brittany Kaiser, sobre a atuação da Cambridge Analytica nas eleições de Trump e no Brexit.

    Acredito que vão gostar.

    1. Vi o documentário da Netflix, mas com certeza irei ler o livro. Obrigado!
      Aliás, já leram o livro do Edward Snowden? É muito bacana e é escrito em forma de diário, o que deixa a leitura mais fluida.

    2. Acabei de ler Quem Manda no Mundo? do Noam Chomsky. Bom pra terminar odiando os EUA e praticamente todos os seus presidentes, até o bom Obama.

      Como diz Stephen King, “só leio ficção, o resto me dá muito medo”.

  5. Cansei de ter problemas com o Brave browser, então queria saber de vocês: Firefox ou Opera?

    1. Eu tou no Firefox pois não suporto o número de propagandas enfiadas pelo Opera.

      (Mas me sinto a pensar em ir para uma fork do Firefox, tipo PaleMoon por exemplo)

          1. Opa, me interesso muito em saber.
            Tô mexendo no brave browser (bloqueador nativo de anúncios) e comecei a ter problemas com algumas coisas.
            Então tô querendo voltar pro firefox (não uso chrome sempre que possível), mas queria saber o que tá acontecendo com ele rs

          2. @Gabriel Rocha

            Tenho a sensação que o Firefox tá esquisito, não sei explicar. No celular, apesar de rápido, tenho que me readaptar a nova interface. Mesmo que é possível deixar similar ao modo antigo, como está agora – com a barra de endereço acima da tela – parece que ele está priorizando muito as sugestões de busca, e tirou algumas funções de configuração.
            Eu queria ter como configurar mais facilmente o firefox no celular, mas não dá.

      1. Sincronização entre celular e computador sempre foram essenciais no navegador para mim (hard user de favoritos), após o novo FF para Android, resolvi dar uma chance…
        1 semana depois eu desisti. 1GB de RAM para abrir 2 páginas web (somente ublock origin de extensão) é inadmissível para mim. No celular ele roda maravilhosamente bem, sendo inclusive mais fluido que o próprio Chrome em meu modesto Moto X4.
        Infelizmente o Chrome ainda é a escolha mais cômoda e eficiente para o Windows (em minhas experiências particulares).
        Não tive muitos problemas com o Brave Browser, você pode falar os problemas que você teve?

        1. Comigo acontece o contrário – o Firefox até que é bom para mim para os favoritos, e o Chrome estava ficando lento e ruim de mexer. Peguei asco.

          1. Eu também acho esses resultados que tenho particularmente estranhos, mas enfim, se não funciona por aqui, não funciona…
            Sempre fico indo e vindo entre navegadores/editores de texto e outros utilitários quando a minha neura com privacidade aperta, talvez logo logo eu volte a testar o FF hahahahah

        2. Claro.

          Eu nunca fui de me deixar de usar algo bom por questões morais ou de privacidade. Durante anos o FF foi o terceiro navegador que eu usava, por exemplo, porque ele era impraticável no meu Mac Mini (a ordem era Chrome e depois Safari; ainda hoje eu acho impossível usar o Safari no High Sierra, por exemplo). Hoje mesmo o único “sabor” que funciona no meu telefone é o Fennec, o FF normal não abre as páginas, todas dão erro no certificado. Acabo usando o Fennec porque ele é MUITO mais leve do que o Chrome no G7 Play que eu uso.

    2. Eu saí do Brave depois de um bom tempo e fui pro Firefox. Só não sei como fazer com que minha caneta da mesa digital funcione nele pra rolar a página sem selecionar todo o texto.

    3. Dizem que o Opera não é mais seguro porque mudou de mãos, então Firefox mesmo.

  6. peguei um dica na internet de um aplicativo chamado “tracker control” que bloqueia rastreamento da internet, achei ele bem útil e fácil, mas ele cria uma VPN e isso gasta muita bateria.

    então a pergunta é: conhecem algum aplicativo que faça isso mas sem usar VPN? eu já uso o AdAway pra bloquear propaganda, mas ele não bloqueia tracker.

    1. Eu tenho usado o 1Blocker. Parece-me muito bom, porém não está bloqueando os anúncios da Empiricus no YouTube :(

    2. Pois é, difícil.

      Estou usando, mal e porcamente a versão Full do Blokada, que tem opção também de VPN, mas ele fica configurado para ter ícone na barra de notificações de forma a ser ativado e desativado. Assim, faço ativação somente quando necessário. Mas, nem acho que esteja funcionando tão bem assim. Observei que, de uma hora para outra, o Youtube voltou a passar propagandas. Cogitei até o Vanced. Não deu para sacar se foi momentâneo.
      Também fica aquela sensação de Bugs.

      O AdAway lembro que desativei em algum momento que não sei pq, acredito que considerei insuficiente, mas também tinha possibilidade de VPN, acho. Já o Tracker já foi há tempos, também não lembro pq.

      Tenho que rever tudo isso em algum momento.

  7. Gostei muito do novo Firefox pra Android. Espero um dia ver ainda uma versão mobile do Thunderbird.

    1. Eu odiei.

      Ficou um horror para quem já acostumou com a interface e tinha truques para evitar superexposição de informação

    2. Eu também gostei muito, tô usando a versão Nightly há duas semanas como navegador principal, depois de passar mais de dois anos usando o Kiwi Browser.

      Uso o Firefox no PC há anos, mas detestava a versão Android por ser feia, lenta e bugada. Quando adicionarem mais extensões essa nova versão Android vai ficar perfeita.

    3. Eu gostei inclusive de algo que me pareceu estranho. A barra de navegação ter sido movida para a parte de baixo da tela.

      Mas se pensar bem, faz bastante sentido já que o que realmente você deseja ler é o conteúdo do site. Acostumei com ela por lá.

    4. Eu também gostei bastante! Bem melhor que as versões anteriores.

      E esse Firefox Focus, alguém já usou? Tem alguma diferença dele para o Firefox configurado para privacidade rigorosa?

      1. O Firefox Focus é como se você usasse o Firefox no modo anônimo/privado o tempo todo, ou seja, ele nunca salva sessões, cookies ou histórico de navegação.

    5. Gostei demais também. Só o lance de poder escolher onde a barra fica já valeu o update (gosto de deixar embaixo, fica fácil de usar com telas grandes). Agora é instalar o duckduckgo privacy e ser feliz :D

  8. eu estou realmente preocupado com o precedente aberto sobre os dados de usuários do google no caso da investigação do assassinato de marielle

    1. Eu li as matérias, mas acho que uma pessoa comum se preocupar com isso já entra no terreno da paranoia mesmo.

      O problema do Google (e Facebook) é a utilização comercial dos nosso dados de forma a nos moldar politicamente e comercialmente. A devassa nos dados pessoas de forma policialesca é algo pontual em uma regime democrático e em um regime totalitário eles não precisam de ordem judicial pro Google liberar dados.

    2. Eu entendo que eles fizeram isso porque querem tentar investigar pelos números de celulares e/ou ids quais os que estavam na região, dado que provavelmente muitos dos dados estão “anônimos”. Assim com isso “triangular” as informações para ver se bate com as teorias investigadas.

      Entendo também como o dilema da informação. A busca do anonimato ignora que em uma sociedade anônima, talvez haja mais riscos no mal ao alheio do que em uma sociedade rastreada, identificada.

      Criminosos buscam anonimato. E penso que “o melhor criminoso do mundo talvez nunca será conhecido, pois ele sempre estará anônimo”.

      1. Pedidos arbitrários e genéricos (sem especificar pessoas) por motivos aleatórios? Para ficar em um exemplo, imagine uma manifestação contra o governo em que um pequeno grupo, não necessariamente ligado ao movimento ou mesmo infiltrado, promova um quebra-quebra. A Justiça poderia determinar a entrega de dados de todos os presentes na manifestação a pedido do poder público, gerando automaticamente um dossiê de revoltosos.

        1. Isso já existe faz tempo. A ABIN mantém perfis extraoficiais de líderes sindicais desde 2017, pelo menos. Na época da Dilma foram feitos inúmeros dossiês de atividades “suspeitas” por ocasião das manifestações de 2013.

          Como eu disse, uma pessoa comum se preocupar com isso dentro de um ambiente democrático é uma paranoia; dentro de um ambiente de exceção eles não precisam de motivos ou leis para nos vigiar ou prender – vide o que ocorreu hoje com o Witzel ou o processo de impeachment do prefeito de Porto Alegre.

  9. Uma curiosidade:

    Vocês usam o modo noturno no celular/redes sociais ou deixam desativado?

    1. Cheguei a usar quando apareceu no iOS/macOS, mas depois desencanei. Só achei útil em locais realmente escuros, e como é raro eu estar nesses, acabava mais atrapalhando que ajudando.

    2. eu ativo em tudo, quero que todo mundo adote logo, pq é chato alguns aplicativos terem e outros não

      1. Tenho esse problema para adotar… Não adianta usar um Whatsapp no modo escuro se o site que tu tá navegando entre uma resposta e outra tem o fundo branco. Creio inclusive que alternar entre telas escuras e claras repetidamente seja pior do que estar em telas exclusivamente claras

    3. Uso modo noturno a noite pra diminuir a luminosidade que agride os olhos. Durante o dia desligo.

    4. Sempre deixo automático. Normalmente deixo apenas luzes indiretas acesas de noite e o modo escuro fica bem mais confortável aos olhos.

    5. No desktop (MacOS) eu deixo desativado, no smartphone eu deixo no SO mas não em todos os apps. Tenho um astigmatismo forte, interfaces com fundos escuros e textos muito claros geram um efeito “halo” forte e atrapalha a leitura um pouco, então não curto muito no geral.

  10. Alguém me explica pq o guilherme cita a luciana gimenez vez ou outra no tecnocracia?

    1. É quando ele usa alguma expressão em inglês, porque ela tem mania de falar umas coisas em inglês no meio do português haha

  11. Alguém já parou para pensar que não existe algum sistema que faça rotas apenas com qualquer transporte público no mundo?

    1. Explicando.

      Por mais que hoje exista “Moovit” por exemplo, ou até mesmo o Google Maps, eles muitas vezes se limitam a regiões que ou são informadas via cadastro das empresas / órgãos de Estado, “crawler” de informação (que busca informação em sites de transporte), por quem repassa voluntariamente tais dados ou até mesmo pago.

      Regiões Metropolitanas e cidades adensadas até são fáceis de ter informação pois muitas vezes possuem órgãos que informam tais dados.

      O problema é regiões sem tais controles. Ou que o controle é próximo a nulo ou displicente.

      Por exemplo: Existem linhas de ônibus que operam por entre regiões segregadas, sejam elas dois municípios fronteiriços em Estados ou regiões diferentes, ou serviços que são diferentes do considerado “comum”, como ferryboats, catamarã, balsas e linhas em região rural.

      O Moovit abrange bastante, mas me devo saber se ele ele faz por exemplo as duas regiões que costumo visitar, e não tem mapeamento ainda. eu sei que ao menos as balsas de São Paulo (sim, São Paulo tem balsas, não sabia?), ao menos tem uma catalogada – faltando duas que são dos municípios vizinhos, mas todas gerenciadas por um órgão estatal superior.

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