Com a compra da Aviary, Adobe expande sua presença online

A Adobe acabou de comprar mais uma empresa, a Aviary. Essa produz um kit de desenvolvimento que fornece capacidades de edição de imagens para outros apps. O Twitter, por exemplo, recorre à tecnologia para dar a seus usuários filtros e ferramentas básicas.

A quantia paga pela Adobe não foi revelada, mas uma coisa a empresa, conhecida pelo PDF e pelo Photoshop, não pode esconder: a transição para um mercado centrado na nuvem tem sido bem sucedida.

Em 2011 os principais aplicativos de produção da Adobe tiveram sua distribuição repensada. Em paralelo às versões anuais vendidas a peso de ouro, Photoshop, Illustrator, Premier e outros passaram a ser comercializados também em um sistema de assinatura, com preços mais acessíveis. Desde maio de 2013, esse passou a ser o modelo exclusivo para as novas versões desses apps. No Brasil, o pacote para fotógrafos, que inclui Photoshop e Lightroom para desktop, dispositivos móveis e na nuvem, custa R$ 22 por mês. A Creative Cloud completa, com apps e extensões a perder de vista? R$ 65 R$ 1091 por mês.

Ao mesmo tempo em que mudava seu ganha-pão, a Adobe reforçou a presença online comprando startups. A lista de aquisições nos últimos anos é vasta e inclui o Typekit, um serviço de distribuição de fontes para a web; Behance, portfólio para artistas digitais; soluções para gerenciamento de campanhas, como Demdex e Neolane; e, por último, o Aviary. Ela também lançou soluções próprias, como o Revel, para armazenar fotos na nuvem e permitir o acesso a elas via dispositivos móveis.

Apesar de ter desapontado levemente os acionistas no último trimestre, a base de usuários da Creative Cloud continua subindo. Já são 2,81 milhões de clientes pagando mensalmente para ter acesso à tecnologia mais recente da empresa. Para uma empresa tão antiga, dona de um dos softwares que ainda hoje uma multidão usa diariamente, é um feito e tanto.

  1. O valor de R$ 65/mês é válido apenas para clientes que tenham a Creative Suite 3 ou posterior. ↩

Ganhe 15 GB de espaço para fotos e vídeos no OneDrive

Por ocasião do lançamentos dos novos iPhones, a Microsoft lançou uma promoção maluca que oferece 15 GB extras no OneDrive para salvar fotos e vídeos no serviço.

Para dobrar o espaço da sua conta no OneDrive, basta instalar o app e ativar o upload automático da câmera. E vale para todos, não só proprietários do iPhone 6 ou iPhone 6 Plus. Quem tem um mais velhinho ou usa Windows, Windows Phone ou Android também se beneficia, da mesma forma e nos mesmos termos, ou seja, baixando o app e ativando o upload automático da câmera.

A única pegadinha é que esses 15 GB têm destinação específica, só servem para salvar fotos e vídeos. Não é muito difícil encher smartphones de 8 ou até 16 GB de espaço com esse tipo de conteúdo, então a ajuda é bem-vinda. Não deixa de ser uma pena, se você não é do tipo que tira 50 selfies por dia, que os 15 GB extras não possam ser usados para salvar outras coisas.

Atualização (23/9, 8h55): Desfazendo a confusão: os 15 GB podem ser usados para qualquer tipo de arquivo, não apenas fotos. E a Microsoft precisa seriamente de alguém que redija anúncios menos ambíguos.

Ah sim: a promoção vale até o fim do mês.

Primeiras impressões do Zenfone 5

Não é de hoje que a Asus produz e comercializa smartphones. Bom, pelo menos do outro lado do mundo. Aqui, no Brasil especificamente, a fabricante taiwanesa se prepara para entrar nesse disputado segmento com três aparelhos da linha Zenfone. O intermediário, Zenfone 5, chegou para eu testar e enquanto brinco e analiso suas virtudes e defeitos, segue um rápido hands-on misturado com primeiras impressões.

Acabamento bonito do Zenfone 5.

Gostei: do visual. É um smartphone bem bonito e isso ajuda a disfarçar um pouco a espessura — no ponto mais grosso, chega a 10,3 mm. Minha unidade tem a tampa branca e a frente escura, com um efeito metalizado em radial na base. Parece uma mistureba descrevendo assim, mas o resultado é de bom gosto. A empunhadura, mesmo sendo um smartphone de 5 polegadas, parece ok; para ter certeza, só usando por mais tempo mesmo. (mais…)

Google Play Música estreia no Brasil restrito a gadgets da Samsung

Demorou, mas enfim o Brasil foi contemplado com o Google Play Música, serviço de streaming musical do Google que compete com Spotify, Rdio, Xbox Music, Deezer e outros. Como se vê, é um mercado populoso, logo um em que não é fácil se destacar ou obter lucro.

A estreia do Google Play Música no Brasil teve uma forcinha da Samsung. Para aumentar a diferenciação dos seus gadgets, os sul coreanos apostam em cortesias de software — e fazem bem; é uma das coisas mais legais mesmo dos seus topos de linha como o Galaxy S5. O streaming musical do Google é, a princípio, um reforço nesse diferenciador de mercado.

Nessa primeira fase, apenas donos do Galaxy S5 (incluindo as variantes Mini e Duos), Galaxy Tab S, Galaxy S4 e o futuro Galaxy Note 4 têm acesso ao Google Play Música. A oferta vale por seis meses e pode ser ativada entre hoje e 31 de janeiro de 2015.

A segunda fase, que começa no dia 1º de novembro, estende o benefício aos demais usuários Samsung. Vale para smartphones, tablets e a nova linha de equipamentos musicais Level, e dá direito a três meses de acesso gratuito ao Google Play Música.

E os demais? Ady Harley, diretor de parcerias musicais da Google Play, disse à Exame que “ainda não temos uma data, nem o preço da assinatura, mas ele deve chegar a todos os usuários até o final do ano”.

Além da exclusividade limitada, outro efeito da parceria entre Google e Samsung é que o serviço de streaming dessa, o Milk, não deve aparecer no Brasil.

O Google Play Música oferece acesso a 25 milhões de músicas por streaming, permite o envio de arquivos MP3 do próprio usuário à nuvem e ainda tem um catálogo de venda de arquivos individuais, nos moldes da iTunes Store. Ah, e também funciona (muito bem, diga-se) com o Chromecast, um ponto em que o Rdio, mesmo com a recente reformulação, ainda deixa a desejar.

[Review] Gear Fit, o elo perdido entre smartwatches e pulseiras fitness

Samsung Gear Fit.

Enquanto Google, Apple, Motorola e outras gigantes tentam resolver o quebra-cabeças que é colocar um relógio inteligente que seja útil, bonito e durável , a Samsung, que também integra esse time, paralelamente tem uma aposta low profile: uma pulseira para monitorar exercícios físicos com tela, que exibe as horas e tem algumas funções extras.

O Gear Fit é o elo perdido entre smartwatches e pulseiras fitness como a SmartBand, da Sony. Será que ele é a melhor personificação desse ressurgimento dos relógios? Descobriremos agora. (mais…)

iOS 8 e Android L são criptografados por padrão

A carta de Tim Cook sobre privacidade aos clientes está cheia de declarações fortes, promessas que poucas ou nenhuma outra empresa talvez consiga cumprir e o compromisso único e irrestrito com a privacidade.

Nela, Cook diz que a privacidade dos clientes da Apple é prioritária, que a empresa não cria perfis, nem lucra cedendo informações a parceiros, que nunca trabalhou com governo algum, nem permitiu acesso aos seus servidores. A cereja do pudim é que com o iOS 8, a criptografia do dispositivo é automática, basta colocar uma senha no dispositivo. “Não é tecnicamente possível para nós responder a pedidos do governo para extração desses dados de dispositivos na posse deles rodando o iOS 8.”

A medida, corajosa, já encontrou resistência entre as autoridades e, segundo o especialista forense Jonathan Zdziarski, não é absoluta: a sincronia entre o iPhone e computadores representa um ponto fraco nesse grande esquema de segurança. Há indícios de que o iCloud também possa servir de vetor para ataques e vazamentos. Só que embora ainda exista trabalho a fazer, o que o iOS 8 já traz é um reforço e tanto. Zdziarski: “Esta é uma postura significativamente pró-privacidade (e corajosa) que a Apple está tomando para seus dispositivos, e ainda que sete anos atrasada, é mais do que bem-vinda. Na verdade, estou impressionado com os últimos esforços da Apple para aperfeiçoar a segurança de modo geral, incluindo o iOS 8 e a autenticação em dois passos do iCloud.”

Além de beneficiar seus usuários, a ação da Apple ecoa em outros lugares. O Google foi rápido ao anunciar que o Android L, com previsão de lançamento para outubro, também virá com criptografia ativada por padrão.

Você não precisa mais criar um perfil no Google+ para ter um e-mail no Gmail

Como inflar a base de usuários da sua rede social recém-lançada e que não caiu no gosto do povo? Se você tem um serviço muito popular, integre as duas.

É uma ideia bem ruim, mas só mais uma das terríveis que o Google colocou em prática para emplacar o Google+. Com a saída de Vic Gundotra da empresa, o serviço perdeu muita força e um tímido processo de desmantelamento foi inciado. Primeiro, perfis de autores perderam espaço nos resultados do Google. Agora, a criação de um perfil durante a criação de um e-mail no Gmail não é mais obrigatória.

A opção continua existindo, só que agora é isso: uma opção. E, conforme um porta-voz do Google disse ao WordStream, para realizar outras ações no ecossistema Google, como publicar um vídeo no YouTube ou escrever o review de um restaurante, o perfil no Google+ continua a ser pré-requisito.

Às vezes, no mundo dos negócios, é difícil decidir quando parar e quando continuar insistindo. Parece que o Google se decidiu após dois anos de intenso trabalho para emplacar o Google+. Não deu. Rumores dizem que o ótimo serviço de fotos do Google+ é o próximo que se tornará independente.

Respostas rápidas via notificações no iOS 8 são úteis, mas por ora estão restritas ao iMessage

O iOS 8 tem tantos recursos legais que talvez Joanna Stern, do Wall Street Journal,  não tenha exagerado ao dizer que instalá-lo é como ter um novo smartphone sem precisar comprar um.

Recurso muito útil.
Valeu, Rics!

Um dos mais legais é a resposta rápida na notificação do iMessage. Ao receber uma mensagem, se você puxa a notificação para baixo um campo de texto aparece, junto com o teclado, permitindo que se digite a resposta dali mesmo, sem a necessidade de abrir o app inteiro ou sair do app em uso no momento. É prático num nível que nem mesmo o sistema de notificações do Android é, e ele desde sempre foi referência nessa área.

A única limitação é que… bem, é um recurso, por ora, apenas do iMessage. É a nova versão do iOS que o viabiliza, mas nenhum outro app replica essa facilidade. E ainda há alguns casos de uso que precisam de mais reflexão para serem melhores, como o recebimento de novas mensagens enquanto se está digitando uma resposta rápida. A mensagem não é atualizada e a única saída é tocar na notificação para abrir o iMessage e, aí sim, visualizar o que chegou por último.

Talvez a resposta rápida do iMessage siga o mesmo destino do TouchID: a princípio, restrito para destravar o iPhone e fazer compras na App Store, no iOS 8 qualquer desenvolvedor tem acesso a ele e coisas legais propiciadas pela nova extensibilidade do sistema, como o 1Password onipresente, já estão aparecendo.

Notificações do Twitter adaptadas ao iOS 8.
Imagem: MacStories.

A área de notificações ainda tem outros recursos bacanas, como botões de ação ao alcance de um arrasto, remoção de notificações individuais e widgets no painel Hoje. Alguns apps já se aproveitam disso — Twitter, Wunderlist e Dropbox, para citar alguns.

O primeiro primeiro comprador de iPhone a derrubá-lo no chão em rede nacional

Entra ano, sai ano e as intrigantes filas para comprar iPhones continuam:

https://twitter.com/YahooSG/status/512621681009913857

Em Perth, na Austrália, o roteiro “entra na loja, compra, sai comemorando” mudou. Um rapaz, o primeiro a comprar o iPhone 6 lá, ao ser entrevistado por uma emissora local conseguiu inovar e entrar para a história das filas de iPhone como o primeiro primeiro comprador a derrubar o aparelho novo no chão.

Teclados no iOS 8: uma experiência com o SwiftKey no iPhone

iPhone com teclado novo, SwiftKey.

O iOS 8 está mais aberto, mais flexível e agora aceita teclados de terceiros. Vários já estão disponíveis na App Store e, nesses primeiros dias de novas possibilidades, dois, SwiftKey e Swype, rapidamente alcançaram o primeiro lugar nas listas dos apps gratuitos e pagos mais baixados. Instalei alguns, inclusive esses dois, para ver como eles se comportam na prática.

A instalação é feita através das opções, da mesma forma que, até o iOS 7, se instalava um teclado de outro idioma, ou o de emojis. Lá também é possível gerenciar a ordem e os teclados disponíveis e, em alguns casos, conceder acesso irrestrito, leia-se o envio do que é digitado para um servidor externo. O SwiftKey pede essa permissão para funcionar plenamente, usando seus padrões de digitação para aperfeiçoar as sugestões. (mais…)

Telefônica fecha acordo para comprar GVT por R$ 21,9 bilhões

Da Folha:

A Vivendi anunciou nesta sexta-feira (19) que chegou um acordo para vender a GVT, sua operadora no Brasil, para os espanhóis da Telefônica, em um acordo avaliado em € 7,2 bilhões [R$ 21,9 bilhões].

Serão € 4,7 bilhões (R$ 14,3 bilhões) em dinheiro e o restante em ações da Telefônica e e Telecom Italia (TIM), 7,4% e 5,7%, respectivamente. A venda ainda está sujeita à aprovação do Cade e da Anatel.

Sou cliente da GVT há seis anos e pelo que ouço e leio de relatos, ela parece ser uma ilha em meio a serviços absurdamente ruins. Aquela história de garantir no mínimo 10% da velocidade contratada, por exemplo, parece tão surreal… Sempre tive 100% do plano contratado. E o pior é que isso nem deveria ser mérito, afinal, é o que foi acordado entre as partes.

Enfim, agora é esperar e torcer para que a boa qualidade que a GVT sempre teve, de quando era independente e na gestão da Vivendi, seja mantida.

[Review] Galaxy S5, de volta às raízes

Galaxy S5 em toda a sua glória.

Há três anos, smartphones Android não eram tão bons. Estávamos nas versões 2.x e essas tinham problemas crônicos de desempenho, visual horrendo e uns poucos apps realmente legais. O hardware não era tão padronizado quanto hoje, o que dava espaço para grandes saltos. Nesse cenário caótico a Samsung ganhou a dianteira com o Galaxy SII, um smartphone que deixava para trás seus concorrentes.

Mas o mundo mudou e, hoje, a situação é diferente. Hardware virou commodity, as rivais da Samsung amadureceram e o que era uma virtude, os incrementos no Android trazidos pela camada de software Touchwiz, se transformou em defeito. O Galaxy S5 surgiu com menos pompa que seus dois antecessores, na apresentação e no discurso. A promessa da Samsung era de “voltar às raízes”. Conseguiu? É o que descobriremos juntos em mais um review no Manual do Usuário. (mais…)

Amazon lança novo Kindle Voyage e atualiza modelo básico

Os novos Kindle.
Foto: Amazon.

Tem um novo Kindle nas lojas — não na brasileira, por enquanto. O Kindle Voyage é uma evolução do Paperwhite grande o suficiente para que a Amazon a tenha lançada com novo nome e em uma faixa de preço superior.

As diferenças do novo modelo são:

  • Tela com definição maior — 300 pontos por polegada contra 211 PPI do Paperwhite.
  • Brilho automático.
  • Botões sensíveis a pressão nas laterais.
  • Novo design mais fino — apenas 7,6 mm, o Kindle mais fino já fabricado.

São novidades legais e todas úteis. Quando testei o Kindle Paperwhite, escrevi:

Como outros já notaram, os botões físicos para avançar e retroceder páginas têm uma função importante em usabilidade: com eles ali a leitura transcorre de maneira mais natural. A sensibilidade da tela é surpreendentemente boa, mas obriga o usuário a (literalmente) movimentar um dedo, ao passo que com botões físicos bastava descansar o polegar sobre um deles e aumentar a pressão na hora de passar para a próxima página.

É um detalhe, mas em um equipamento tão refinado como o Kindle Paperwhite, os detalhes, para o bem ou para o mal, se notam mais facilmente.

Problema resolvido.

Nos EUA, o Kindle Voyage custa US$ 199 na versão Wi-Fi com anúncios. Fazendo a conversão para cá, quer dizer que ele sairá bem caro. Para colocar o valor em perspectiva, o Kindle Paperwhite, que continua à venda, começa em US$ 119 lá e é vendido aqui a partir de R$ 479. Se a mesma diferença valer para o novo modelo, uma regra de três nos leva ao valor de R$ 801. Ouch.

O Kindle básico também mudou: ficou 20% mais rápido, tem o dobro de espaço interno e perdeu todos os botões em prol de uma tela sensível a toques. Só ficou um pouco mais caro, US$ 10 para ser mais preciso. Agora custa US$ 79.

O site brasileiro não apresenta nem o Kindle Voyage, nem o novo modelo básico. Entrei em contato com a assessoria da Amazon para saber se e quando eles chegarão aqui e recebi aquela resposta padrão: “A Amazon não comenta planos futuros”.

Usa iPad 2 ou iPhone 4S? Pense duas vezes antes de instalar o iOS 8

Vale a pena instalar o iOS 8 no iPhone 4S?
Foto: Andrew Cunningham/Ars Technica.

Saiu hoje a versão final do iOS 8. A lista de dispositivos compatíveis é longa e alcança até o iPhone 4S e o iPad 2, dispositivos lançados em 2011. Lembra dessa época? Foi meio logo depois que descobriram o fogo e os dinos foram extintos. Faz tempo.

Editores do Ars Technica instalaram o sistema nesses dois dispositivos (iPhone 4S, iPad 2). Ambos compartilham o mesmo SoC, o Apple A5 (mesmo do iPad mini original), e demais especificações bem defasadas. (mais…)

As primeiras análises do iPhone 6 e iPhone 6 Plus

Reviews do iPhone 6 e iPhone 6 Plus.
Foto: Will Lipman/Engadget.

Assim que o embargo para os reviews dos novos iPhones caiu, vários sites norte-americanos publicaram os seus. Já li alguns, outros estão na fila, e dessas leituras já foi possível concluir algumas coisas.

Walt Mossberg, do Recode, diz que o iPhone 6 é a opção a ser considerada por quem prefere as versões anteriores, menores:

A Apple vê o iPhone 6 como sucessor direto do iPhone 5s e como o modelo mais popular dos dois — um smartphone com uma tela grande e outras melhorias. Eu também. O iPhone 6 Plus está em uma categoria diferente, um cruzamento entre um smartphone e um tablet pequeno, ou um “phablet”. Se você adora seu iPhone, mas quer uma tela significativamente maior, eu diria para ir com o 6 normal. Se você quer algo muito, muito maior (algo diferente) e adora seu iPhone, então o Plus provavelmente é para você.

(mais…)