Mastodon e Twitter: Breve guia das principais diferenças entre as duas redes sociais

Quem acessa o Mastodon pela primeira vez tem uma sensação de déjà vu: parece muito com o Twitter. A semelhança, porém, é superficial.

Sim, tal qual o Twitter, o Mastodon é uma rede social de posts curtos (até 500 caracteres, contra 280 do Twitter), mas há diferenças profundas entre os dois, que vão desde nomenclaturas e recursos simples, até uns lances bem técnicos e filosóficos.

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Lista de instâncias brasileiras do Mastodon

A venda do Twitter ao bilionário Elon Musk provocou um êxodo de usuários preocupados com o futuro da rede para o Mastodon, uma alternativa descentralizada e de código aberto.

O Mastodon se parece com o Twitter, mas é diferente em alguns aspectos principais. Talvez o mais importante dele seja a descentralização. Em vez de um lugar central para se cadastrar, como ocorre no Twitter, no Mastodon existem instâncias, ou servidores diversos, que são independentes, mas que podem se comunicar entre si.

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Confirmando os rumores, o Twitter aceitou a oferta de Elon Musk e foi vendido ao bilionário nesta segunda (25). Musk pagará US$ 54,20 por ação, o que significa uma aquisição de quase US$ 44 bilhões. Após a conclusão do negócio, prevista para o final de 2022, o Twitter voltará a ser uma empresa de capital fechado.

O que será do Twitter? A essa altura, ninguém sabe. Em nota, Musk disse:

A liberdade de expressão é a base de uma democracia funcional e o Twitter é a praça digital da cidade onde são debatidos assuntos vitais para o futuro da humanidade. Também quero tornar o Twitter melhor do que nunca, melhorando o produto com novas funcionalidades, abrindo o código fonte dos algoritmos para aumentar a confiança, acabando com os robôs de spam e autenticando todos os seres humanos. O Twitter tem um potencial tremendo — estou ansioso para trabalhar com a empresa e com a comunidade de usuários a fim de desbloqueá-lo.

Via PR Newswire (em inglês).

O Parlamento Europeu e os países-membros da União Europeia chegaram a um “consenso político” no sábado (23) em torno do Digital Services Act (DSA), nova lei que quer responsabilizar as empresas digitais pelo conteúdo ilegal e danoso que veiculam.

O DSA deverá obrigar as grandes plataformas (+10% de usuários no bloco europeu, +45 milhões de pessoas hoje) a agirem mais rápido na remoção de conteúdo ilegal e a tornarem seus algoritmos de recomendação mais transparentes.

Em caso de descumprimento das regras, as plataformas poderão ser multadas em até 6% da receita global ou até mesmo serem banidas da União Europeia, em caso de reincidência.

Apesar do nome parecido, o DSA é diferente do Digital Markets Act (DMA), que passou por este mesmo estágio no final de março. O DMA tem por objetivo aumentar a competitividade e impedir absusos de poder entre as empresas de tecnologia.

O acordo libera caminho para o DSA começar a valer, o que deve acontecer 15 meses após as últimas formalidades — finalização do texto legal e votação — ou janeiro de 2024, o que vier mais tarde. Via Comissão Europeia, The Verge (ambos em inglês).

Depois de assegurar o dinheiro necessário para honrar a proposta de aquisição do Twitter — US$ 25,5 bilhões em empréstimos bancários e US$ 21 bilhões do próprio bolso —, Elon Musk está cada vez mais próximo de alcançar seu objetivo.

De acordo com fontes da Reuters, o conselho do Twitter se reuniu na manhã de domingo (24) e decidiu recomendar a venda para o bilionário da Tesla.

O anúncio da recomendação de venda pode ser feito ainda nesta segunda (25), mas “é sempre possível que o acordo colapse no último minuto”, segundo uma fonte. Via Reuters, CNBC (ambos em inglês).

O Android tem inúmeras vantagens sobre o iPhone. Uma delas, aplicativos capazes de gravar ligações telefônicas, está com os dias contados.

Esses aplicativos usavam uma API de acessibilidade para gravar as chamadas, ou seja, uma deturpação do intuito da API. O Google fechará essa brecha em 11 de maio, quando todos os aplicativos disponíveis na Play Store não poderão mais usar a tal API e, portanto, perderão a capacidade de gravar ligações.

Não está claro, ainda, se quem já tem esses aplicativos baixados perderá o acesso a eles.

A investida do Google não afeta os sabores de Android que já vêm com gravador de chamadas nativo, como a MIUI (Android da Xiaomi) e o Android do Pixel, do próprio Google. Via 9to5Google (em inglês).

Existem vários aplicativos para iPhone que prometem gravar ligações, mas, como não existe uma maneira oficial segura de fazer isso, todos confiam em um método potencialmente arriscado: uma “ligação a três”, em que o terceiro é um servidor que grava a conversa das partes e disponibiliza a gravação posteriormente.

O futuro da web é texto de marketing criado por algoritmos

O futuro da web é texto de marketing criado por algoritmos (em inglês), por Tom Simonite na Wired:

A Jasper também pode gerar conteúdo ideal para anúncios no Facebook, e-mails de marketing e descrições de produtos. Ela faz parte de um grupo de startups que adaptaram uma tecnologia de geração de texto conhecida como GPT-3, da empresa de inteligência artificial OpenAI, para satisfazer uma das demandas mais antigas da internet — criar texto de marketing que gere cliques e apareça na primeira página do Google.

A criação de textos de marketing provou-se um dos primeiros casos de uso em larga escala da tecnologia de geração de textos, que deu um salto em 2020 quando a OpenAI anunciou a versão comercial do GPT-3. Só a Jasper afirma ter mais de 55 mil assinantes pagantes, e a OpenAI diz que um concorrente tem mais de 1 milhão de usuários. A Wired contou 14 empresas que oferecem abertamente ferramentas de marketing que podem gerar conteúdos como posts em blogs, manchetes e comunicados de imprensa usando a tecnologia da OpenAI. Seus usuários falam da escrita potencializada pelo algoritmo como se ela fosse se tornar tão ubíqua quanto a verificação ortográfica automática.

“Sou um péssimo escritor e isso facilita muito criar conteúdos relevantes para o Google”, diz Chris Chen, fundador da Instapainting, que usa uma rede de artistas para transformar fotografias em pinturas de baixo custo.

Use e-mails descartáveis para fugir do spam

Imagine a situação: você topa com um e-book ou qualquer outro material digital que desperta seu interesse, mas para baixá-lo é preciso fornecer seu e-mail. O que fazer?

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Conheça o Future Shorts, o primeiro shorts masculino da Insider

por Manual do Usuário

* Este é um post patrocinado. Leia o nosso compromisso ético.

Tem novidade na Insider: o Future Shorts, o primeiro shorts masculino da marca, aguardado há anos e, como tudo que a Insider faz, cheio de estilo e tecnologia têxtil.

As palavras que melhor definem o Future Shorts são versatilidade e elasticidade. Com design de alfaiataria casual e belas cores, é um shorts que se adapta às mais diversas ocasiões: encontros sociais, na rotina do dia a dia, em viagens e até para fazer atividades físicas. Feito com 92% poliamida e 8% elastano, é um shorts flexível — em todos os sentidos.

Na parte tecnológica, o Future Shorts não deixa por menos: é resistente à água, a cor não desbota com o tempo e lavagens, e conta com a renomada tecnologia anti-odor da Insider.

Ficou interessado, mas está em dúvida? A política de troca da Experiência Insider garante a sua tranquilidade. Conheça o Future Shorts e as outras peças da Insider com a garantia de um pós-venda atencioso e que funciona. Após o recebimento do pedido, clientes têm até 30 dias para trocar as peças ou devolvê-las, sem custo adicional.

E, claro, tem cupom exclusivo do Manual do Usuário. Informe o cupom MANUALDOUSUARIO12 antes de fechar e receba 12% de desconto em toda a loja.

Explicando o Chrome com uma história em quadrinhos e outros links legais

Todo sábado, um amontoado de links curiosos e/ou interessantes. Leia as edições anteriores.

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O ano dos games no Linux

por Cesar Cardoso

Desde que a Valve começou a se aventurar no mundo Linux em reação ao fechamento do ecossistema Windows no Windows 8, todo mundo esperava que em algum momento todo o trabalho se transformasse em algo além de um importante recuo tático da Microsoft no Windows 10; mesmo o fracasso das Steam Machines, com a desistência da Valve de criar um ecossistema de PCs-consoles para competir com Playstation e Xbox, não abalou a fé de que estava chegando a hora de levar o Linux a sério como plataforma de gaming.

Então o Steam Deck foi anunciado, e entrou em pré-venda, e começou a ser vendido, e a ser vendido, e a ser vendido… semanas e semanas subindo nas paradas de sucesso; com pelo menos seis meses de espera para receber um console reservado hoje, não há sinal de que o ímpeto vai arrefecer.

Os patches quase diários garantem que, de um início meio turbulento, o SteamOS vem ganhando estabilidade para rodar os jogos que o gamer quer jogar; a comunidade vem desenvolvendo overlays, criando patches, abrindo issues, testando jogos novos, pedindo aos publishers para otimizar seus jogos para o SteamOS. E o SteamOS é Linux, portanto todo o trabalho é revertido para a comunidade.

O Liam Dawe, do GamingOnLinux, a docking station ganhou upgrades importantes.


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Adam Mosseri, diretor responsável pelo Instagram na Meta, anunciou algumas novidades para a plataforma. A principal? Conteúdo original terá maior peso no algoritmo do feed.

Com a mudança, o Instagram mira os vídeos do TikTok repostados no Reels, nome que o recurso clonado da rede chinesa ganhou no Instagram.

E a ironia dessa história, talvez você já tenha sacado, é que a cópia do TikTok está menos tolerante com conteúdo copiado do TikTok. Via @mosseri/Twitter (em inglês).

Netflix e a impossibilidade de negócios sustentáveis

Em março de 2017, o perfil oficial da Netflix no Twitter publicou que “amor é compartilhar uma senha”. Não era só uma piada do social media. Pouco menos de um ano antes, em julho de 2016, a empresa havia dito ao Business Insider que seus assinantes podiam “usar suas senhas da maneira que quisessem”, desde que não as revendessem.

A Netflix sempre tratou de forma permissiva o compartilhamento das suas senhas. Enquanto outras empresas que trabalham com assinaturas, como o Spotify, são bem rigorosas com quem pode e quem não pode usufruir do acesso compartilhado, a Netflix, como as declarações acima atestam, até incentivava esse comportamento. Era uma farra.

Uma farra está com os dias contados.

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