Anatel aprova proibição de senhas fracas em modems e roteadores domésticos
A Anatel aprovou novas regras para roteadores e modems domésticos. O ato nº 2.436 prevê que esses dispositivos tenham senhas aleatórias e únicas, que impeçam o usuário de configurarem senhas fracas e obriga as fabricantes a disponibilizarem atualizações de segurança gratuitas. O objetivo é combater invasões que criam “botnets” e expõem dados dos usuários. Fabricantes têm até 10 de março de 2024 para se adequarem. Via Anatel, Convergência Digital.
Aqui os provedores locais costumam mudar a senha dos roteadores pra uma mais forte.
O curioso é que existe roteador que por padrão, nem tem senha para entrar no painel de controle.
Votos: 0Na verdade o que tenho mais visto é empresa de telecom bloqueando modificações no roteador, apenas eles acessando (e cobrando por isso).
Votos: 0Pergunta bem leiga, e por acaso pode isso?
Acho que aqui não consigo fazer nada no roteador sem intervenção do provedor.
Votos: 0Eu entendo que se o roteador/modem foi fornecido pelo próprio provedor (de forma ‘gratuita’), é válido ter o bloqueio.
Mas aqui em casa eles forneceram apenas o modem, me oferecendo a opção de comprar o roteador deles ou usar o meu próprio.
Optei por usar o meu.
Votos: 0O chato é que essa situação acaba criando alguns problemas.
Se você tem roteador próprio e precisa de suporte (mesmo que não envolva seu roteador na história), eles podem dar a desculpa que seu roteador pode estar causando problemas.
Outra coisa é que boa parte dos provedores locais tem feito CGNAT, o que impede que os clientes possam abrir portas (jogos, servidores, etc), e ai eles impedem o uso do cliente pra evitar possíveis aberturas de chamados.
Agora acredito que seja ilegal provedor cobrar pra dar suporte relacionado a roteador que só eles tem acesso.
Votos: 0Eis algo que se eu não fosse preguiçoso, ia pesquisar mais para saber, mas não duvido que seja um limbo da lei também.
Ao meu ver, penso assim: um roteador doméstico que faz a intermediação provedor – residência, não é que nem um medidor de energia ou água. Ele é apenas uma interface de acesso, uma das diversas formas de acessar a internet. Para evitar conflitos, é possível criar uma interface que separe a parte de manutenção da operadora da parte de manutenção do cliente (na verdade isso é comum e notório em modens/roteadores de grandes operadoras).
Quando se tira o direito de o cliente mexer em algo que é mais relativo a casa dele – no caso o wi-fi – entendo que é algo que prejudica a própria operadora, pois acaba tendo mais custos para deixar pessoas de prontidão para atender clientes, o que encarece a operação. Fora o risco de estresse e de deixar o cliente dependente demais do suporte técnico.
Votos: 0Depende do provedor, por incrível que pareça as maiores costumam ser mais fáceis, aqui em SP a Vivo e Livetim já tem opção de Bridge nativa nos seus roteadores. Acredito que a Claro também tenha nos modelos mais novos (inclusive sempre pode pedir para trocar).
Você acaba precisando do roteador deles mesmo que como ponte porque ele converte a fibra para um cabo de rede (se for mais habilidoso pode comprar uma ONT).
Votos: 0Ai liga o roteador deles no seu e faz uma conexão PPPoE, cada provedor pode definir qual usuário e senha, os grandes é tudo padrão. Isso é legal porque permite controle total de portas, firewall e afins.
infelizmente sim. e isso é ilegal
Votos: 0Bom saber. Tem umas operadoras “real” por aqui que mereciam umas investigações…
Votos: 0E a grande maioria que faz isso, faz ilegalmente, já briguei com uma operadora na casa do meu sogro porque para trocar a senha do Wifi eu precisava informar a eles a nova.
Pedi no contrato onde tava a obrigação dessa maluquice e não me responderam, eles abusam disso porque a grande maioria vai aceitar, assim como fez meu sogro e gastei saliva atoa.
Se fosse minha casa mandava cancelar e usava uma operadora até de menor velocidade.
Votos: 0“7.1.3. Item 6.1.4 – Garantir o provimento de atualizações de segurança por, no mínimo, 2 (dois) anos após o lançamento do produto ou enquanto o equipamento estiver sendo distribuído ao mercado consumidor, sendo aplicável a opção que mais se estender.”
Atualizações de segurança por 2 anos ou o tempo que o produto estiver sendo distribuído no mercado (o que for maior) é simplesmente muito, MAS MUITO POUCO!!!! Perderam uma ótima oportunidade de melhorar isso.
Pra mim deveria ser no mínimo 2 anos APÓS o produto tenha DEIXADO de ser distribuído. Não vão nem ter que se esforçar para seguir isso.
Votos: 0Me pergunto quando eles vão começar a usar o OpenWrt como base para os sistemas de roteadores. Creio que assim eles garantem estas atualizações.
(bem, nem o Android garante 100% atualizações…)
Votos: 0Creio que roteadores atuais (fabricados nos últimos dois anos) já fazem isso. Isso irrita muita gente, mas bem, como sempre digo, não tem um “beakman” de informática para ensinar a galera a lidar com a tecnologia… :p
Votos: 0Interessante. Talvez isso explique porque a Claro deixou de usar em seu cable modem senhas de wifi que eram o MAC da interface. Parecia bom para um leigo, mas era trivial de descobrir. Pela norma, também tem que detectar se o usuário está colocando senhas fracas. Parece uma boa medida.
A questão da atualização eu acho uma boa, mas pelo texto não vai muito longe: Enquanto se vende o aparelho ou no mínimo 2 anos após o lançamento, sendo aplicável a que mais se estender. Acho pouco para o tempo de vida de um roteador. Fora que tem muito usuário que jamais vai verificar se há novas atualizações do firmware, fora fazer uma. Devia ser algo compulsório se a ideia é evitar que os roteadores façam parte de uma botnet.
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