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Mini, micro ou nano? Como é o SIM card de corte triplo

Algumas áreas da tecnologia avançam em largas passadas. A dos chips de celular, os SIM cards, se encaixa aí. Em poucos anos fomos do grande mini SIM card ao minúsculo nano SIM. Um paliativo para essa multiplicidade de formatos é o chip de triplo corte, que serve nesses dois padrões, mais o micro SIM. Estou usando um e achei que seria interessante mostrá-lo aqui. (mais…)

O mobile não é uma plataforma neutra

por Benedict Evans

Por uma década ou duas, para a maioria das pessoas “a Internet” significava um navegador web, um mouse e um teclado. Havia algumas coisas complementares como mensageiros instantâneos, Spotify, Skype ou Steam (ou, para alguns, e-mail), mas para a maioria das pessoas e para quase todas as atividades, a web era a Internet. A web era a plataforma, não o sistema operacional — muito mais serviços foram criados para a web do que para o Windows ou o Mac OS. (mais…)

Quantas fotos?

por Benedict Evans

Em 1999, no auge da indústria de câmeras de filmes fotográficos, os consumidores tiraram cerca de 80 bilhões de fotos (segundo a Kodak). Hoje tiramos muito mais fotos. Mas quantas? (mais…)

Do que o Google precisa no mobile?

por Benedict Evans

Eu costumo ver o Google como um grande motor de aprendizado de máquina que vem acumulando dados há quinze anos. Tudo que o Google faz está relacionado ao alcance desse motor — alcance para coletar ainda mais dados e alcance para levá-los à superfície. A busca na web é só uma expressão disso, assim como os anúncios, o Gmail e o Maps — eles estão todos construídos sobre aquele motor fundamental. (mais…)

Microsoft, rendição e o fim do “Windows Everywhere”

por Benedict Evans

A cultura da tecnologia valoriza persistência, teimosia, perseverança e a ideia de que não se deve desistir. Estamos cercados de histórias de visionários que sempre ouviram que não conseguiriam atingir o sucesso e que, mesmo assim, seguiram em frente e mudaram o mundo. Mas, às vezes, devemos colocar o viés da seleção de lado e, bem, desistir. (mais…)

Web Design: Os 100 primeiros anos

por Maciej Ceglowski

Nota do editor: Este texto é a adaptação de uma palestra de Maciej Cegłowski, um programador que vive em San Francisco. Maciej escreve o blog Idle Words, tem um perfil divertidíssimo no Twitter e é fundador e único funcionário do Pinboard, o melhor serviço de bookmarks da Internet. É uma honra poder traduzir e publicar parte do seu trabalho aqui, no Manual do Usuário.


Designers! Sou um programador de San Francisco, mas venho em paz! Gostaria de começar com uma parábola sobre aviões. (mais…)

Zune HD: hardware icônico, software marcante, timing horrível

Considero-me um consumidor consciente — quem não, né? Mesmo assim, reconheço que às vezes sucumbo aos impulsos, aos desejos que o marketing e a publicidade tentam criar em nosso âmago, e acabo comprando algo meio idiota. Há seis anos eu fiz uma dessas compras que acabou sendo marcante por motivos alheios aos costumeiros: um Zune HD. (mais…)

Esqueça a ideia de Internet móvel

por Benedict Evans

Desde o surgimento da ideia de “Internet móvel”, pensamos nela como um subconjunto limitado da “verdadeira” Internet. Sugiro que é hora de invertermos essa lógica — pensar na Internet móvel como a verdadeira Internet, e no desktop como a versão limitada e reduzida. (mais…)

Blogs sobreviventes

É muito fácil criar um blog. Com uns três cliques e sem gastar um tostão, você pode começar a escrever para o mundo. Da mesma forma, é fácil largar um blog. Desde que comecei a acompanhá-los perdi as contas de quantos testemunhei perecer, alguns abruptamente, outros abandonados aos poucos.

Dia do Blog, 31 de agosto.Hoje é o “Dia do Blog”, escolhido arbitrariamente porque “31/08”, com alguma boa vontade, lembra a palavra “blog” — veja ao lado. Até uns anos atrás, era tradição, neste dia, blogueiros escolherem cinco blogs para indicar a seus leitores. Participo da brincadeira desde 2006, com apenas dois buracos (2011 e 2014) na série. Por ocasião da data, enquanto escolhia os blogs de 2015 comecei a pensar na efemeridade deles e nos que eu acompanhava e que acabaram. Então resolvi fazer um pequeno exercício: entre as minhas indicações de anos anteriores, quais ainda estão no ar? (mais…)