Esses headphones “estilo DJ” da Philips entraram no meu radar por estarem sempre em promoção no varejo online. O preço sugerido da fabricante é R$ 84, mas com o desconto eles chegam a custar menos de R$ 40. (mais…)
Em abril do ano passado a Samsung anunciou uma nova linha de produtos de áudio. Batizada Level, ela é composta por caixas de som Bluetooth (já vimos uma) e fones de ouvido, todos de alta qualidade, segundo a fabricante. A Level Box Mini agradou bastante. Agora, recebi para testes o headphone Level Over, o item mais caro dessa sofisticada safra. Vale a pena pagar quatro dígitos em fones de ouvido da Samsung? (mais…)
Gadgets vestíveis, ou “wearables” estão em ascensão e embora ainda não seja fácil avistar um relógio inteligente ou um (bate na madeira) Google Glass nas ruas, produtos mais em conta e menos agressivos socialmente já estão no nosso alcance. Hoje, o jeito mais fácil e barato de experimentar essa nova categoria é com uma pulseira fitness.
O gadget mais popular do Natal de 2014, aqui e em vários outros países, não foi um smartphone, nem algo tão avançado quanto. Na verdade, foi um negócio simples que, se muito, traz alguns botões e uma interface Bluetooth. Estou falando do pau de selfie.
Para quem está acostumado ao som “padrão” dos gadgets modernos, o contato com equipamentos de qualidade levemente superior é sempre chocante — sejam fones de ouvido mais refinados, seja uma caixinha Bluetooth, mesmo os modelos de entrada. É nesse momento que você percebe que com os fones que vêm no smartphone ou os alto-falantes do notebook você não ouve música, mas sim uns barulhos que, por acaso, lembram música.
A Level Box Mini é a caixa de som Bluetooth mais barata vendida pela Samsung. Ela é maior, mais poderosa e mais cara que a primeira do tipo que passou por aqui, a minúscula Nokia MD-12 da Microsoft. Suas qualidades justificam o preço e tamanho maiores? É o que veremos (e ouviremos) agora. (mais…)
Há muitos anos abdiquei da carteira em prol dos bolsos da calça. Tem quem ache (e me diga!) que essa ideia é meio ruim, infantil, mas nunca tive problema ou sequer liguei para tais observações. Só que agora, resolvi mudar essa estratégia e voltar a carregar uma carteira. Não por praticidade ou qualquer outro motivo de ordem lógica, mas apenas porque descobri um universo de carteiras slim bonitas e que prometem não criar um calombo no meu traseiro.
Convenhamos, com quatro bolsos dá para acomodar o kit básico de sobrevivência urbana. No meu caso, faço assim: (mais…)
Dizem, os mais velhos e as produções audiovisuais da época, que nos anos 1980 as pessoas andavam por aí com aparelhos de som enormes movidos a baterias, as boomboxes. Talvez o equivalente moderno daqueles trambolhos sejam as pequenas caixas de som Bluetooth.
Menores, conectadas e com um som de respeito, elas são fáceis de transportar, duram bastante longe da tomada e, de quebra, ainda são bonitas. Uma das menores disponíveis no mercado é a MD-12, da Microsoft (ainda com a marca da Nokia estampada). Ela está, também, entre as mais baratas do Brasil, o que é sempre interessante, mas um detalhe suscita o questionamento: é o tipo de economia que vale a pena? Descobriremos agora. (mais…)
Em mais de uma oportunidade manifestei, aqui e em outros meios, meu desapego pelos smartphones. Eu abraço o risco (no sentido de arriscar, não o risco na tela). Não uso capinha, case, nada disso para proteger meu aparelho. Gosto dele ao natural, com o tamanho, peso e equilíbrio concebidos pela fabricante ainda que, desnudo, ele fique mais suscetível a acidentes.
As marcas de um gadget carregam um certo charme, são histórias contadas sem palavras. Isso vale não só para objetos inanimados; para a gente, também. O iPhone 5, meu atual smartphone, é especialmente sensível. Digo, ele é duro na queda (no meu caso, nas quedas), mas aquela borda chanfrada só de olhar fica detonada. E alguns tropeços depois, ela está assim: (mais…)
O Pebble foi o pioneiro entre os relógios inteligentes modernos. Para segurar a concorrência, que aumentou um tanto nos últimos meses, foram anunciadas novidades e um corte nos preços.
Agora o Pebble simples, de plástico, custa US$ 99 e o modelo superior, de metal, US$ 199. Antes, os preços eram de US$ 149 e US$ 239, respectivamente.
Além do desconto, uma nova atualização do firmware (versão 2.6) habilita o monitoramento de atividades físicas e do sono continuamente e em segundo plano. Junto dela, Jawbone, Misfit e Swim lançaram apps que exploram a nova capacidade dos relógios.
A página inicial do site do Pebble está bem engraçadinha e ressalta as suas melhores características frente aos rivais com Android Wear, da Samsung e o Apple Watch: autonomia mensurada em dias, não em horas, e o preço em conta.
A loja do Pebble envia produtos para o mundo todo, inclusive o Brasil. Existem duas formas de envio, uma gratuita que pode demorar “várias semanas”, e outra de US$ 25 com entrega em até cinco dias úteis.
O novo produto é, à primeira vista, parecido com o Chromecast, mas alcança o mesmo fim por um caminho diferente. O Wireless Display Adapter usa o protocolo Miracast em vez de um fechado, como o Cast do Google. E, por isso, ele independe de conexão à Internet para funcionar. O que o dongle da Microsoft faz é compartilhar a tela, qualquer tela, de dispositivos rodando Windows, Windows Phone ou Android 4.2.1+ — nada de iOS, já que a Apple não suporta o Miracast. (mais…)
Mário Nagano, falando das novas impressoras da Epson, L1300 e L1800:
Como já comentamos no review da Epson L200 — nosso palpite é que com a introdução da série L a Epson abandonou o modelo do Freebie Marketing, ou o mito do barbeador e das lâminas de barbear cujo modelo de negócios é baseado na ideia de vender um item por um preço muito baixo (ou mesmo distribuído de graça) com o objetivo de criar uma ampla base de consumo para um produto/serviço complementar. No caso das jato de tinta, vendendo cartuchos.
Assim, com a L1300/L1800 a Epson talvez não vai lucrar tanto com suprimentos (ou até vai já que pode compensar na quantidade), mas em contrapartida ela vai cobrar aquilo que ela acha que sua impressora realmente vale — e como a empresa não é nenhuma instituição filantrópica, não há muito o que se queixar nesse caso né?