A única mudança que funcionou: me bani das mídias sociais — e meus filhos nunca estiveram tão felizes
theguardian.com
Lendo mais um dos infinitos artigos e colunas de opinião de gente que descobre que é bom não passar o dia com o celular enfiado no rosto, aprendi uma ~técnica interessante. Quando a Anna Mathur está com seus filhos e precisa fazer algo no celular, ela “anuncia” a ação:
Um hábito que ajudou [a conter o vício] foi anunciar em voz alta o uso do meu celular. Quando o pego na frente das crianças, digo: “Estou apenas adicionando bananas à lista de compras.” Isso me mantém na linha, porque uma vez dito, eu faço aquela coisa e deixo o celular de lado. O que diz aos meus filhos que não estou “desaparecendo”, como costumava fazer.
Acho que vale também para situações envolvendo apenas adultos.
Eu luto contra o vício há muito tempo, e a única solução que realmente me ajudou e que está fazendo diferença foi cancelar o wi-fi e usar apenas dados móveis, limitados a 30gb por mês, roteando para o meu notebook. Isso evita que eu fique navegando aleatoriamente e rolando a tela, assistindo a vídeos que não agregam em nada. No meu caso está funcionando. Moro sozinho, e meu trabalho não depende muito da internet.
É uma técnica muito boa. Eu já morei sozinho de aluguel e não tinha vizinhos para dividir a internet.
Eu baixava videos e podcasts em wifis publicas pra assistir em casa. Assim como torrents de vez em quando.
Meu consumo de mídia era muito mais saudável. Passava mais tempo ouvindo música do que ouvindo podcasts que as vezes não agregam muito a minha vida.