Por que o WhatsApp consome tanta bateria do celular?

A escassez faz aumentar nossa atenção aos detalhes. Reflexo evidente de que convivo com poucas, uma das que têm me intrigado é a minúscula capacidade da bateria do meu celular.

Ela já não era das maiores quando nova e, quatro anos depois, reduzida a ~82% da capacidade original e mais exigida pelas grandes atualizações de software anuais, hoje exige algum planejamento nas vezes em que sei que passarei um longo período longe de tomadas.

Não chega a ser um problema porque trabalho em casa. Ainda assim, às vezes me vejo no papel de babá de bateria.

A escassez energética do meu celular me fez conhecer mais do que gostaria as configurações e gambiarras para estender a autonomia do aparelho. Também me levou a rever algumas práticas que remontam aos primeiros celulares que tive, mais de vinte anos atrás.

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No iOS, dentro dos ajustes do telefone, há uma área dedicada à bateria. As versões mais recentes exibem um gráfico diário de consumo, listando os aplicativos mais gastões e destacando os que excedem o padrão.

Esse gráfico é muito útil para detectar aplicativos mau comportados e aplicativos insanos. Os mau comportados são colocados em seu devido lugar: sem acesso a atualização em segundo plano. Ajuda.

Os insanos são de outra natureza. Eles ignoram a proibição de se atualizarem quando não estão em uso. O pior dos piores é o WhatsApp, e talvez ele só passe debaixo do radar das pessoas devido às baterias grandes de celulares modernos e por se aproveitar da sua fama de aplicativo leve, coisa que deixou de ser há pelo menos uns dez anos.

É difícil abdicar de um aplicativo que se tornou sinônimo de comunicação digital no Brasil. O que fazer para domá-lo?

Tela de consumo de bateria por aplicativos do iOS. WhatsApp em segundo lugar, 9% do total com 12 minutos na tela e 11 minutos em segundo plano.
Ruim, mas pode piorar.
A minha reação padrão, de proibir o aplicativo de se atualizar em segundo plano, não funciona com o WhatsApp. Mesmo com esta configuração feita e pouquíssimo uso ativo (“Na Tela”), os dias passavam com o aplicativo de mensagens da Meta frequentemente no topo dos maiores consumidores de energia, por vezes sinalizado na cor laranja, que indica consumo fora do padrão.

Minha teoria é de que o WhatsApp se aproveita das notificações para manter um canal aberto com os servidores da Meta. Não é teoria da conspiração: em fevereiro de 2024, pesquisadores descobriram que alguns aplicativos no iOS usavam as notificações para capturar dados além dos necessários para seus fins oficiais. Sem surpresa, a Meta, dona do WhatsApp, estava entre as infratoras.

Em dado dia, o WhatsApp foi responsável por 20% do consumo energético do celular por ter ficado quase uma hora trabalhando em segundo plano. Fazendo o quê? Não sei.

Tela de bateria do iOS, mostrando o WhatsApp em primeiro lugar, responsável por 20% do consumo de bateria devido a 49 minutos de atividade em segundo plano.
O que aconteceu aqui!?
Surpresa maior veio quando desativei também as notificações. Essa medida extrema faz com que um aplicativo não exista para o sistema operacional até ele ser aberto.

E ainda assim, as estatísticas da bateria seguiram acusando o WhatsApp de estar trabalhando em segundo plano. Como?!

(Essa dúvida não é nova, aliás. Em julho de 2023, quando suspeitava de que o Signal estivesse devorando a minha bateria, mencionei o WhatsApp de passagem. No fim, o culpado era o WhatsApp mesmo.)

Eu nunca tive o hábito de forçar o fechamento de aplicativos na multitarefa — o duplo clique no botão do iPhone, seguido de descartar a janelinha do app arrastando-a para cima. A própria Apple diz que essa prática é inócua, que o sistema é capaz de gerir seus recursos de acordo com a demanda.

A única explicação a que consegui chegar é que o WhatsApp se aproveita de ter sido aberto para, de alguma forma, continuar sugando dados e recursos quando não está em primeiro plano. Para colocar essa hipótese à prova, passei a forçar o fechamento do dito após usá-lo.

Hoje o meu WhatsApp é um aplicativo tratado como se radioativo. Não manda notificações, não atualiza em segundo plano. Nas raras vezes em que preciso abri-lo no celular, faço o que tenho que fazer e, em seguida, forço seu fechamento.

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Quatro prints da tela de bateria do iOS, mostrando o WhatsApp sob controle.
Domado, mas a que custo?

O esforço extra tem se pagado, como se vê nos prints acima. Preferia não tê-lo? Certamente. Trocar o celular por um com maior capacidade de bateria resolveria à base da força bruta: com mais energia disponível, os excessos do WhatsApp causariam menos danos, proporcionalmente. Talvez até passasse despercebido. Seria uma (cara) solução individual para um problema coletivo, porém.

Óbvio que não farei isso. Não por avareza. Recuso-me a saná-lo dessa maneira, porque não há razão plausível para um aplicativo de mensagens exigir tanto do celular nem para eu substituir um celular funcional por outro mais novo e/ou “melhor”.

Em paralelo às medidas de contenção, continuo tentando me comunicar com as pessoas por outros aplicativos mais comportados. Tem o Signal e, melhor que ele nesse sentido, o padrão de mensagens do sistema, agora viável graças à chegada do RCS nas conversas entre Android e iOS.

Atualização (12h): Existe, também, a possibilidade de que meu celular sofra com algum erro muito específico e difícil de replicar. Pessoas que usam iPhone, como é o consumo de bateria do WhatsApp nos seus celulares?

31 comentários

  1. Olá, Ghedin!

    Acho que cheguei tarde na discussão, mas antes tarde do que nunca. Eu tenho a solução pra você e é um app! Vamos lá, vou tentar convencê-lo e espero conseguir me expressar. Já adianto o link do app: https://apps.apple.com/app/id6444819615

    O app se chama “cape”; antes seu nome era “cloak”, tanto que o bundle ID permanece o mesmo: “com.air-matters.Cloak”. O que ele faz:

    Basicamente, este app opera na API de sistema do Tempo de Uso, já bem conhecida. Ele tem duas opções, uma que ele chama de “bloquear” e uma chamada “ocultar”. A opção de bloquear é simples e funciona como a restrição de Tempo de Uso normal do iOS, na qual um app fica inacessível, porém ainda é exibido na springboard; você pode estipular tempo de bloqueio e blá-blá-blá.

    O que nos interessa é a opção “ocultar”. Nessa opção, o Cape, usando a API da Apple, oculta virtualmente o app de todo o sistema; ele desaparece completamente, e não só superficialmente: é como se não existisse! Não aparece na springboard, não aparece no Spotlight e não se comunica com a internet. Isso significa que, se aplicar essa opção ao WhatsApp, ele sequer consegue receber mensagens. Sim, eu já testei! Trabalho à noite e durmo de dia, então ativo isso e o WhatsApp some da minha vida até a hora em que preciso abri-lo novamente, e só então as mensagens chegam literalmente no aparelho. Para as pessoas, a mensagem enviada fica com somente um tique (v) em seus dispositivos. Isso corta a comunicação com a Meta totalmente. Um bug que me ocorre, por exemplo, é que tenho algumas pessoas seletas que deixo passar no Foco do iOS, e às vezes coloco no modo avião para sumir, mas a ligação do WhatsApp passa. Com o Cape ativado, é impossível: ele não toca, o WhatsApp está morto e enterrado.

    Para você, que não usa muito o WhatsApp pelo que relata, é perfeito. Deixe neste estado e só desbloqueie quando precisar. Como eu fico ativando e desativando o tempo todo a função, não sei dizer o impacto na bateria, mas vale a tentativa.

    Existem outros apps similares, mas nenhum tão completo. Não sei o preço dele hoje e sou avesso a comprar apps, mas nesse eu investi na época (dois anos atrás) cerca de 30 reais.

    E um detalhe antes que pergunte: apesar de ser uma API nativa do sistema, essa função específica de ocultar o app não existe na interface do iOS. Ele só permite, até onde sei, bloquear pelo Tempo de Uso ou aquela função de bloquear com o Face ID, mas isso só opera, como expliquei, no nível superficial de interface; não corta a comunicação do app. E o melhor é que não preciso mexer em mais nada, como atualizações em segundo plano, notificações, etc. Posso deixar tudo normal para o uso diário.

    E o motivo de eu ter comprado nem foi o WhatsApp, foi aquela onde de roubo de celulares com a tela desbloqueada, com esse app eu ocultava totalmente apps sensíveis como os de banco. Depois que o iOS melhorou a segurança nessa questão o cape ficou menos relevante porém ainda é poderoso.

    1. Interessante, Fábio! Não conhecia o Cape. A descrição que você fez é muito similar ao recurso de ocultar aplicativos do iOS — quando ele fica naquele último grupo “Ocultos” na biblioteca de apps. Será que não é a mesma coisa? Vou testar com esse lance da ligação pelo WhatsApp.

      No mínimo, seu comentário me deu a ideia — que estava debaixo do meu nariz — de ocultar o WhatsApp. Por que não pensei nisso antes? 😬

      1. Sim eu pensei exatamente nisso. Perguntei pra IA se o iOS tinha esse recurso nativo porque meu iPhone 13 mini está no iOS 18.7.7 e não encontrei. Não fui mais a fundo nisso porque já tenho o recurso pelo app, mas se operar de forma similar…
        Se encontrar melhor ainda porque sai de graça.

        1. Testei o recurso ocultar nativo com faceid. WhatsApp vai para a pasta oculta, e não aparecem chamadas e notificações como esperado, mas no celular que envia as mensagens aparecem dois tiques (vv), então o WhatsApp continua comunicando com a meta e recebendo o conteúdo, e desconfio, gastando bateria nesse handshake. Então a api e o recurso que citei estão de fato restritos aos apps que o utilizam em seu código como o cape. Agora resta saber se existe alguma alternativa gratuita.

          1. Tem que desativar a atualização em segundo plano para ele não “trabalhar” em… segundo plano, hehe. E, aproveitando o embalo, as notificações também.

      2. Vou deixar mais um adendo caso opte pelo cape:
        Eu travei ele na versão 3.3.6 porque a versão 4 do app foi reformulada e me deixou um pouco insatisfeito, reclamei pro dev e ele explicou que dava pra voltar o uso antigo, mas não testei, permaneço após downgrade na versão 3.

        “Não gostei da versão 4: tenho apps que devem ficar disponíveis e somente bloquear em condições específicas via atalhos, e a nova atualização quebrou isso. Porque agora se chama “escudo anti distrações” e ficam bloqueados por padrão, e só deixa usar por 15 minutos. Horrível quebrou meu fluxo.”

        Resposta:
        “ Desculpe por ter quebrado seu fluxo de uso! Você pode resolver isso desligando o “Acesso sob demanda” nas configurações. Com isso, os apps não ficarão bloqueados por padrão e voltarão a funcionar com seus atalhos normalmente.”

  2. O consumo de bateria do WhatsApp não é um mistério. O aplicativo está constantemente mandando nossos dados pro servidor da Meta. É um devorador de dados, e faz isso da maneira mais ineficiente possível, como tudo que faz essa empresa podre.

    Fiz há uns dias uma versão alternativa pra Android (usando o whatsmeow por baixo dos panos), caso alguém queira testar. Não tornei o repositório público porque estou com receio de a Meta derrubar (ou coisa pior…).

    A ideia do meu app é oferecer uma interface bem semelhante ao WhatsApp oficial, porém sem a lista quilométrica de bugs, limitações e fome sem controle por dados. Por ora não há suporte a chamadas (e não pretendo incluir isso tão cedo) nem stickers (idem). Mas creio que o principal já está implementado: mensagem texto, voz, imagem, vídeo, editar, deletar, encaminhar, responder, busca, etc.

    E, antes que perguntem, sim, existe chance de a Meta banir quem usa clientes alternativos, embora eu venha usando o nchat (que usa o mesmo whatsmeow) há mais de 2 anos sem problemas. De qualquer forma, é recomendado manter o WhatsApp oficial instalado porque é a aplicação pai (…). Aqui está o APK:

    https://www.mediafire.com/file/ycxe72xiuugm2ak/wmchat-0.37.7.apk

  3. Realmente o WhatsApp é desastroso em muitos sentidos..

    Em relação ao consumo de bateria, eu desativo as atualizações em segundo plano (não apenas dele, mas de todos os apps no meu iPhone). Não que isso adiante algo, pois o WhatsApp parece forçar as atualizações de dados via Push. Então desabilitando as notificações, resolve 100% desse consumo em segundo plano. Ainda sim, quanto ativo, ele consegue consumir mais que todos os Apps do meu celular. Ele e o Instagram são terríveis para a bateria! Instagram também consegue ser terrível para o uso de dados, mas aí é aceitável.

    Em relação ao consumo de armazenamento, eu simplesmente desabilitei o backup automático do WhatsApp, e confio no backup completo do celular direto pelo iCloud. Resolvi dois problemas de uma vez!

    Torço para um momento em que os protocolo seja aberto no brasil, permitindo usar outros Messengers, mas ja imagino a quantidade de recursos que serão incompatíveis de forma proposital (talvez até mesmo chamadas de audio).

  4. Ghedin, acho que já está na hora de dar o braço a torcer e troca de celular… De fato o Whatsapp consome muita bateria mas isso não chega a ser um problema em aparelhos mais novos. No meu 15 Pro fica atrás apenas do Instagram, porém com bem menos tempo de tela e muito mais atualizações em segundo plano, mesmo assim a bateria dura o dia inteiro.

    1. Ah, é difícil seguir esse caminho porque, como escrevi acima, não tenho do que reclamar desse celular fora a bateria. Funciona bem, é pequeno (raridade) e… sei lá, acho que me sentiria mal em descartá-lo, mesmo que o repassasse para outra pessoa.

  5. Qualquer aplicativo da Meta bebe bateria de canudinho.

    Por uma necessidade pontual, instalei o Facebook no telefone e me esqueci dele. Dias depois, fiquei encucado com o quanto a bateria baixava rápido. Mesmo fechado usando “Force stop” no Android, o aplicativo estava rodando!

    Desinstalei e tudo voltou ao normal.

    Já tive experiências semelhantes com o Instagram.

  6. Bom dia.

    Que matéria curiosa, o problema é geral.

    Ontem enquanto meu celular descarregava novamente (iPhone 17 comum), vi que o WhatsApp estava chupando uma bateria violenta, além de ser um DEVORADOR de iCloud (com backup duplicado) e de dados móveis (com mídias baixadas a todo tempo), e para piorar as mensagens demoravam para sincronizar.

    A solução provisória foi desligar atualizações em segundo plano, deletar a redundância, limpar a mídia e deletar chats antigos (muito útil) e limitar mídias automáticas e o backup só programado via Wi-Fi.

    Ao menos o tem e hoje se comportou, 6% ao invés dos insanos 35%.

    Outro vilão que identifiquei era o roaming. Estava desativado e o 5G estava sugando muita bateria.

    Agora nunca imaginei que um celular novo consumisse tanta bateria. Só não é pior que meu antigo s22…

  7. a minha média diária de consumo do WhatsApp no iPhone é 33%. É algo estratosferico

  8. Fico imaginando o parafuso que entraria o Ghedin tendo que usar o MS Teams.

  9. Abandonei em abril um S20FE de 5 anos com bateria falida por um iPhone 17 base (primeira vez com Apple). Com 3 dias de celular, fui verificar o consumo de bateria e percebi justamente isso que relatou durante o texto. O WhatsApp consome bateria de forma inexplicável e destruidora, não importa a gestão q faço com os outros apps, o Wpp sempre está em primeiro lugar.
    Não sei se trocar de celular será uma solução que irá lhe satisfazer, pq o consumo no Wpp continuará insano, a diferença é que tem mais bateria e processador para trabalhos paralelos.

    1. Estou no mesmo barco que você. O WhatsApp consome data, bateria e espaços gigantescos !!! E ficava em dobro no iCloud.

      Coloquei em segundo plano, limitei o backup e deletei mensabfens antigas, vamos ver se ajuda. Vou ver se baixar o app no computador ao invés de usar a versão Web ajuda também.

  10. Tirando a parte do Whatsapp, já pensou em trocar apenas a bateria do telefone, uma vez que ele ainda é funcional pra você? Com o meu finado S20 FE eu fiz isso. Fui à autorizada da Samsung e a troca saiu por 280,00, preço muito próximo de baterias paralelas. E melhorou muito o desempenho do telefone. Além de ganhar autonomia, senti que ele parou de engasgar em momentos de baixa carga (abaixo de 30%). Acho que como a bateria estava velha, ela passou a não fornecer energia necessária para picos de processamento.
    Acabei me rendendo ao consumismo e comprei um S25 base. Muito feliz com ele: pequeno, bateria boa e um monstrinho no processamento.

    1. Já sim, mas… sei lá. Não é como se a bateria estivesse com problema ou não aguentasse o meu padrão de uso. Ficaria com um gosto amargo de morrer numa bateria nova (+R$ 500) só por causa do WhatsApp, sabe?

      1. Acho que se vc pesquisar atualmente esta mais barato as baterias nas assistências oficiais da Apple.

        Troquei a bateria do 13 Pro Max da minha sogra por 600

        Verifique no aplicativo Suporte as opções de assistências oficiais que aparecem,depois pegue o contato de umas três ou quatro e faça orçamento.

        Chuto que vc vai achar por uns 350.00

  11. E o backup em segundo plano? Chegou a conferir a configuracao disso?

  12. O meu é Android, mas vendo aqui que o WhatsApp é top 3 de consumo de bateria. Porém, em segundo plano, é campeão absoluto: 4h46 hoje, 6h30 ontem, 4h52 no domingo… Como estou em muitos grupos de vagas de emprego, imagino que as centenas de mensagens sendo atualizadas ajude nesse consumo. Como já costumo deixar as notificações desligadas, deixei agora o uso em segundo plano desativado. Espero que contribua com a eficiência de bateria.

    1. Acho que você matou a charada. No meu galaxy S23 o WhatsApp consome menos de 1% em dias comuns, e uns 6% num dia que faço chamadas de vídeo. Participo de uns poucos grupos que são bem inativos, então parece que isso influencia bastante na atividade que o wpp mantém no fundo e consequentemente o consumo de energia.
      @Ghedin, diz aí se os grupos que você está são muito ativos ou não, ou talvez algum contato seu posta muito stories de whatsapp.

      1. A hipótese dos grupos muito ativos faz sentido, sim. Ontem à noite fiz uma limpa aqui naqueles em que eu estava e nunca via as mensagens.

        Quanto aos stories, eles são “desativados” porque não compartilho os meus contatos com o WhatsApp. É meio estranho (todo mundo vira o número de telefone), mas prefiro assim. Foi uma decisão motivada por privacidade que teve esse efeito colateral positivo de desabilitar o Status.

        1. Pior que no meu modelo é impossível proibir o uso em segundo plano, apenas restringir. Mesmo no restrito, o WhatsApp já rodou 12 minutos segundo plano em cerca de 1h de uso do celular.

  13. Essas semanas que se passaram foram atipicas porque eu fiquei muito tempo no Tiktok procurando como resolver um problema com a porta do meu Clio (tive que trocar o miolo e o batente da porta do motorista no final), então o WhatsApp ficou em 2 ou 3 lugar quase sempre.

    Mas a média de gasto de bateria dele é ~6% por dia (Galaxy S24).

    Uma vez li que essa diferença era por causa dos sistemas de notificações mesmo (VoIP da Apple x Firebase Cloud) onde o Android era mais eficiente energéticamente. Mas sem notificações (seu caso) acho isso indiferente. Acho.

  14. Por causa desse artigo fui dar uma olhada no consumo no meu Android.
    Hoje de manha o app permaneceu ativo por 5 horas e 18 minutos, sendo 4h e 59 minutos no background!

  15. Rindo que por um instante eu li “Esse gráfico é muito útil para detestar aplicativos (…)”, o que não deixa de ser verdade.

  16. O meu WhatsApp não tem esse índice de consumo, quando comparado aos outros apps.
    Mas pq eu sabia que teria menção ao rcs até o final do texto?