O que você precisa saber para trabalhar na área de tecnologia

por Manual do Usuário

Oferecimento:
Logo do Revelo UP.

Em dezembro de 2019, a Revelo, um marketplace de carreiras, lançou o Revelo UP, um programa de financiamento para cursos de tecnologia nas melhores escolas do Brasil. Além de aliviar o bolso de quem deseja mudar de carreira ou avançar naquela em que está, o Revelo UP faz mais e ajuda o participante durante todo o processo.

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Achados e perdidos #15

Uma AirTag tem 0,8 cm de espessura, ou seja, é grossa para ficar dentro de uma carteira. Este cara “tunou” uma dentro de um cartão, reduzindo a espessura do localizador da Apple a 0,38 cm (em inglês).

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O WhatsApp alterou a página de suporte que detalha o que acontecerá às contas daqueles que não aceitarem a nova política de privacidade do app, que passa a valer a partir de 15 de maio.

Em inglês, a nova redação diz que “ninguém terá suas contas apagadas ou perderá funcionalidades em 15 de maio por causa dessa atualização”. A redação anterior, que ainda está na versão em português do Brasil, dizia que “O WhatsApp não apagará sua conta, mesmo se você não aceitar a atualização dos Termos de Serviço até essa data. Entretanto, você não poderá usar alguns recursos do WhatsApp até aceitar essa atualização. Por um curto período, você ainda poderá receber chamadas e notificações, mas não poderá ler nem enviar mensagens pelo app.”

Ainda segundo o novo texto, os pedidos para que o usuário aceite a nova política de privacidade se tornarão mais frequentes e, depois de “algumas semanas”, o WhatsApp começará a parar — chamadas, mensagens e notificações deixarão de ser recebidas pelo aparelho.

O histórico do app não será apagado mesmo após isso, mas a política de contas inativas continuará valendo. Segundo ela, o WhatsApp pode apagar contas após 120 dias de inatividade.

Morre Aleksandar Mandic, pioneiro da internet no Brasil

por Guilherme Felitti

Morreu nesta quinta (6) Aleksandar Mandic, a primeira pessoa a ganhar dinheiro com a internet no Brasil — antes mesmo de a internet oficial estrear por aqui.

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Vivendo o bastante para cair no ostracismo

No filme O cavaleiro das trevas, um raro bom filme de super-herói, o personagem Harvey Dent/Duas Caras profere uma frase memorável quando debate o papel do Batman com o próprio, só que à paisana: “Ou você morre como um herói, ou vive o bastante para se tornar o vilão.” É difícil atribuir tais qualidades a empresas, mas lembrei dela quando soube, nesta segunda (3), que a Verizon vendeu a Aol e o Yahoo para um fundo de capital privado. É que no mundo dos negócios, as empresas que não “morrem” no auge correm outro risco: o de cair no ostracismo.

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Post livre #267

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo à noite.

Toda quinta, na newsletter do Manual (cadastre-se gratuitamente), indico leituras longas/de fôlego (artigos, reportagens, ensaios) publicadas em outros sites.

Seria o máximo se esse trabalho fosse colaborativo, feito com a sua ajuda.

Indique nos comentários uma leitura longa da última semana, relacionada aos temas que costumam aparecer aqui no site, que você acha que deveria ser lida por mais gente. Vale em português ou inglês.

Saiu a decisão do Comitê de Supervisão do Facebook sobre a suspensão por tempo indefinido do ex-presidente norte-americano Donald Trump das redes sociais do grupo — Facebook e Instagram. Em linhas gerais, o Comitê ratificou a decisão de suspender os direitos de publicação de Trump, mas cobrou do Facebook uma posição definitiva em relação ao caso em até seis meses, pois a pena aplicada não é prevista em lugar algum. Via Comitê de Supervisão (em inglês).

Nesta segunda, Trump revelou sua nova “plataforma social”, que é… bem, um blog. Além da suspensão por tempo indefinido do Facebook, ele foi banido do YouTube, do Twitter, do Snapchat e de outras redes sociais. Como disse John Gruber, “isto demonstra que ser banido do Twitter e suspenso do Facebook não silenciou ou censurou Trump, da mesma maneira que ser banido de um restaurante não leva ninguém à fome”.  Via Daring Fireball (em inglês).

Enquanto isso, no Brasil, Jair Bolsonaro (sem partido) ameaçou publicar um decreto que alteraria o Marco Civil da Internet a fim de proibir as plataformas digitais de banirem ele próprio. Via @caffsouza/Twitter.

O escritório em casa do desenvolvedor front-end Caíque Almeida

Durante a pandemia de COVID-19, a seção de mochilas será convertida em escritórios domésticos. Faz mais sentido, certo? Vale para os recém-chegados ao home office e para quem já está nessa há tempos. Mande o seu seguindo estas instruções. Todo o texto abaixo é de autoria do Caíque.

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Depois de muitos atrasos e burocracias, o WhatsApp começou a liberar o envio e recebimento de dinheiro dentro do app. Para ativar o recurso, é preciso ter um cartão com função de débito de um dos bancos e bandeiras parceiras (veja a lista). Via @WhatsApp/Twitter.

Em abril, o app do Clubhouse foi baixado 922 mil vezes. É pouco comparado ao pico de fevereiro, de 9,6 milhões de downloads (queda de 90,4%), e mesmo em relação a março, quando o app teve 2,7 milhões de downloads (-65,8%). Os dados são da consultoria Sensor Tower. Via Insider (em inglês).

Nesta segunda (3), começaram os testes da versão para Android do Clubhouse. Segundo a empresa, ainda é um “beta rudimentar”. No mesmo dia, o Twitter oficializou o Spaces, seu clone do Clubhouse: agora ele pode ser usado por qualquer usuário com mais de 600 seguidores. No iOS e no Android. Via The Next Web (em inglês), Twitter.

Quase 30 organizações sul-americanas assinaram um comunicado conjunto a respeito da nova política de privacidade, cujo aceite passa a ser obrigatório no próximo dia 15 de maio. Elas pedem para que o Facebook suspenda no mundo inteiro a aplicação da nova política de privacidade e desfaça o compartilhamento de dados entre WhatsApp e Facebook, vigente desde 2016. Via AI Sur (em espanhol).

Para entender o que está em jogo na nova política de privacidade do WhatsApp e por que ela causa tanta aversão, leia esta análise.

Colaborou Jacqueline Lafloufa.

O Twitter anunciou a compra do Scroll nesta terça (4). O serviço, lançado ano passado, é uma espécie de “Netflix de jornais/sites”: o usuário paga uma mensalidade de US$ 5 que é repartido entre os sites participantes que ele visita. Por sua vez, o usuário deixa de ver anúncios nesses sites — mas passa a ser monitorado pelo próprio Scroll, que precisa conhecer seus hábitos de leitura para fazer o rateio.

É a segunda aquisição de startups focadas em “leituras de fôlego” que o Twitter faz em 2021. Em janeiro, foi a vez do Revue, um serviço de newsletters similar ao Substack. De imediato, o Scroll não aceita mais usuários e segundo Tony Haile, fundador do serviço, ele deverá ser integrado ao Twitter em uma assinatura paga, que deve ser lançada até o final do ano.

Nessa, o que importa para (parte de) nós é que o Nuzzel, um agregador de redes sociais que envia uma newsletter automatizada diária com os links mais populares, será encerrado dia 6 de maio. Pena. Via Scroll (em inglês), Axios (em inglês), @arctictony/Twitter (em inglês).

O caminho é longo, mas venha comigo. A Rockley Photonics, uma startup do Reino Unido, enviou a papelada à SEC, nos Estados Unidos, para abrir seu capital em Nova York. No material, a Rockley revelou que sua maior cliente é a Apple. A startup é especializada em desenvolver “sensores ópticos não-invasivos”, aqueles usados no Apple Watch para aferir dados biométricos do usuário.

Dito isso, e considerando a escala do Apple Watch e a importância da Apple nos balanços da Rockley, já se especula que o relógio da Apple deva ganhar, no futuro próximo, recursos como medidores de pressão sanguínea e dos níveis de glicose e álcool no sangue. O Apple Watch se torna cada vez mais um robusto auxiliar de saúde preventiva àqueles que podem comprar um — o mais barato no Brasil neste momento, o Series 3, sai por R$ 2,6 mil (e precisa de um iPhone para funcionar) . Via MacRumors (em inglês).