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O escritório em casa do desenvolvedor front-end Caíque Almeida

Foto de cima, na diagonal, da mesa de trabalho do Caíque, com dois monitores grandes, teclado e mouse sobre um mousepad, tablet e um caderno aberto.

Durante a pandemia de COVID-19, a seção de mochilas será convertida em escritórios domésticos. Faz mais sentido, certo? Vale para os recém-chegados ao home office e para quem já está nessa há tempos. Mande o seu seguindo estas instruções. Todo o texto abaixo é de autoria do Caíque.


Olá! Sou o Caíque Almeida, tenho 25 anos e moro em Sorocaba (SP). Trabalho como desenvolvedor front-end desde 2018, quando migrei da área de suprimentos para a de desenvolvimento de software. Sou formado em Administração e fiz um ano e meio da faculdade de Análise e desenvolvimento de sistemas, que acabei trancando após aprender toda a base para poder me dedicar aos estudos para conseguir um emprego. O trabalho remoto começou a fazer parte da minha rotina logo após o inicio da pandemia, em abril do ano passado.

Em agosto, eu troquei de emprego e desde então trabalho no time de tecnologia da Americanas. Todo o processo de entrevista e contratação foi feito online, então até hoje só conheço minha equipe pelas chamadas em vídeo diárias. No início achei um pouco difícil me concentrar, pois minha mesa de trabalho fica no meu quarto. Esta mesma mesa é onde eu jogava à noite com meus amigos, então acabava ficando quase que o dia inteiro dentro de casa e praticamente em um cômodo.

Passei praticamente a quarentena inteira na mesma rotina diária, de acordar, trabalhar, jogar e dormir. Me afundei nos jogos, que é o que estava salvando o psicológico e o social nesses tempos, pois interagia com mais de cinco amigos no Discord, enquanto jogávamos algo juntos. Gostava muito de jogar League of Legends e Counter-Strike: Global Offensive, mas há pouco tempo tomei a decisão de parar um pouco e focar em alguns estudos que acabei deixando de lado na quarentena. No momento estou sem jogar nada, estou assistindo a algumas séries e animes para me distrair, mas comprei um controle para o meu PlayStation 4 (o antigo havia quebrado) e vou tentar substituir os jogos no computador pelos de PS4.

Com o passar da quarentena, vi que é legal tentarmos ter “ambientes diferentes” para nossas atividades. Como não tenho essa possibilidade, acabo mudando as luzes e os equipamentos que utilizo. Luz branca para estudar/trabalhar e luz amarela para jogar e assistir a algo.

No meio da pandemia, minha namorada alugou um apartamento, então precisei tirar algumas coisas para levar para lá. Por isso os diversos buracos na parede :)

Mesa de trabalho branca, com dois monitores grandes, um notebook, teclado e mouse sobre um mousepad enorme, caderno, microfone e Google Nest Mini. À esquerda, na mesa, um tablet em um suporte e uma grade na parede.
Foto: Arquivo pessoal.
  • Mesa. Mesa comprada na Etna há uns dois anos, acho ela bem grande, tem 1,80×0,80 cm, se não me engano. Só tive que mandar soldar uma barra de ferro nela para que ficasse bem firme.
  • Gaveteiro. Comprado na Etna também. Era conjunto da mesa, ele fica em baixo do meu gabinete do computador.
  • Cadeira. Tenho uma DX Racer Nex, que comprei na black friday retrasada, e não paguei nem perto do que é cobrado hoje. Ela é simplesmente excelente, já tem um bom tempo e continua impecável. També tenho uma Flexform Uni que fica em outro lugar, e recomendo como melhor cadeira até uns R$ 800.
  • Computador. É um PC que montei, com esta configuração: Ryzen 5 3600, GeForce GTX 1660 Super, 16 GB de RAM, SSD NVME de 240 GB, SSD M2 de 240 GB e um HD de 1TB. Em um SSD está instalado o Windows (que desativei no início deste ano), no outro SSD, o Pop_OS, que utilizo para meus estudos e projetos pessoais, e no HD que eu guardava meus jogos. Acho essa máquina excelente, tenho ela há mais de um ano e acho que ainda demorará muito para eu mexer nela.
  • Notebooks. Na foto só aparece o meu de trabalho, que é um Dell Latitude 5400 com Core i7 de oitava geração, 16 GB de RAM e SSD de 512 GB. É um notebook excelente para o meu trabalho, não tenho do que reclamar. E tenho também um notebook pessoal da Asus com Core i5 de oitava geração, 16 GB de RAM e SSD de 256 GB. Em ambos utilizo o Ubuntu 18.04.
  • Monitores. Ambos são monitores da Dell, IPS Full HD, um de 27″ e o outro de 22″. Eles possuem regulagem de altura e giro na base. Acho eles excelentes. O menor comprei recentemente, pois pretendo começar a fazer lives pelo simples motivo de focar melhor, por estar em público, e para conhecer gente da área — conheço poucas.
  • Teclados e mouses. Como disse, tenho dois “conjuntos de equipamentos”. Tento utilizá-los como uma maneira de girar a chavinha de trabalho para lazer/estudos. Para trabalho, utilizo um teclado Logitech MX Keys, que é de membrana e possui bluetooth, e que eu amo de paixão, e um mouse Logitech G305 Hero sem fio. Para lazer/estudos, utilizo um teclado mecânico Cooler Master CK 530 com switchs vermelhos, que eu também amo de paixão (já deu para perceber que amo teclados) e um Logitech G403 Prodigy, que eu usava para jogar. Gosto muito dele, ele desliza bem e é bem suave.
  • Assistente virtual. Tenho uma Google Nest Mini, que uso praticamente como caixinha de som e, às vezes, como alarme.
  • Fones de ouvido. Tenho um TWS in-ear Kuba Mali, que costumo usar mais durante o dia para trabalhar. A qualidade de áudio é muito boa, mas a conectividade não me agrada 100%. Tenho também um in-ear KZ Zsn, que é meu fone preferido da vida. Ele tem uma sonoridade muito gostosa, volume alto e qualidade excelente, tanto de construção como de áudio. O cabo dele já chegou a estragar por descuido e comprei outro para repor, e continua firme e forte (também tenho o cabo bluetooth). E também tenho um headphone cabeado Arcano SHP 80, que acho extremamente confortável e uma sonoridade bem flat. A única coisa que não me agradava muito era o cabo, mas já tenho faz uns anos e acostumei.
  • Microfone. Recentemente adquiri esse microfone, seguindo a ideia de fazer lives e assim ficar livre para usar qualquer fone para escutar e não um com um microfone embutido. Acho a qualidade dele excepcional pelo preço, e estou muito contente. Só o pezinho de mesa que poderia ser melhor construído.
  • Plantinhas. Tenho duas suculentas, sendo que uma é um cacto e outra eu não sei o nome. Elas trazem outra vibe para o ambiente.
  • Garrafa de água. Foi a melhor compra do fim do ano passado. É uma garrafinha da Contigo. Eu tomo muita água e ela mantém a água gelada por muito tempo, além de ter um ótimo acabamento e ser linda.
  • Tablet. É um Galaxy Tab A de 7″ da Samsung. Utilizo ele para assistir Crunchyroll, ler alguns artigos da comunidade tech, e ler quadrinhos. Recentemente comprei esse suporte dele, para me ajudar no foco. Deixo o aplicativo de calendário aberto e coloco as tarefas que devo estar fazendo aquele instante. Comecei a pouco tempo, mas tem dado muito certo pra mim!
  • Enfeite. Tenho aquele boneco Pop Funko do Naruto em modo sábio dos seis caminhos, que eu amo de paixão, e também um Rock Lee feito de biscuit que fica dentro do meu cabinete.
  • Caderno. Tenho um caderninho que fica na lateral, que não sei a marca, mas comprei na Kalunga. Eu utilizava o método de bullet journal nele, mas acabei levando tudo pro Notion. Uso ele mais como caixa de entrada de anotações e reflexões quando estou programando.

Ficarei muito feliz se alguém quiser trocar uma idéia sobre programação, jogos, filmes. Eu tenho um site onde tem todos meus contatos. Para quem é dev, estou mudando de GatsbyJS para NextJS e vou construir um blog para de fato publicar artigos e não somente o atual, que é praticamente de enfeite.

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15 comentários

  1. Parabéns pelo post e pelo setup Caíque, bem legal. Eu gostaria de entender o uso do microfone. Eu tinha pensando em comprar um mas queria saber se faz sentido.

    Gostaria de usar em reuniões normais mas fico com receio de ficar longe de mim, assim sobre a mesa. E eu não estou disposto a usar um braço mecânico para o microfone (pelo menos não por agora).

    Você usa ele entre o teclado e você? Ou nessa posição da foto ele capta também?

  2. Segue uma pequena reflexão de educador, que nada tem a ver com o tema principal da postagem, mas a mesa está incrível. :)

    “acabei trancando após aprender toda a base para poder me dedicar aos estudos para conseguir um emprego”

    Sou professor universitário em computação e esse tipo de declaração é muito frequente entre nossos alunos.

    Uma pena que saem do curso cedo demais para terem uma base (esta sim) mais sólida, em Sistemas Distribuídos e Arquitetura de Computadores, para ficar em dois exemplos, que garantiriam empregos melhores no longo prazo. No final, temos um mercado abarrotado de “devs”, que saltam do aprendizado de uma tecnologia JavaScript pra outra, a depender das tendências do mercado, e cada vez menos programadores em si.

    Sei que a necessidade de conseguir um emprego e a empolgação com as muitas possibilidades que a carreira possibilita são atraentes demais, mas acho que isso acarreta em um preço alto a pagar no futuro.

    Tomara que o autodidatismo em tópicos de Ciência da Computação (não em “desenvolvimento”) seja o suficiente para suprir as lacunas, que inevitavelmente aparecerão na formação desses profissionais quando estes buscarem empregos mais desafiadores e, consequentemente, mais bem remunerados.

    1. Olá Marcos Paulo, tudo bem ?
      Obrigado pela sua contribuição, gostei bastante, e concordo com você.

      Contando sobre o meu caso, foi uma decisão que eu tinha consciência sobre essas consequências que você citou, mas acredito que no momento foi acertada, para que eu pudesse efetuar a transição de carreira. Inclusive, ano que vem já estarei voltando a uma faculdade e reforçando as bases :) , eu só precisava de dinheiro mesmo pra isso.
      Gostaria de estender essa conversa, tem algum lugar onde eu possa conversar contigo ?

      Abraços !

  3. Cantinho bem bonito. Parece ser bastante agradável trabalhar aí. Gostei bastante dos monitores.

    E cara, como vocês conseguem passar tanto tempo assim presos numa sala? Para mim é uma coisa impossível, eu piro.

    1. E ai Diego, beleza ?
      Obrigado ! Realmente tenho um carinho pelo meu cantinho, tenho todas ferramentas da maneira que gostaria.
      Cara, passar tanto tempo realmente tem sido dificil, as vezes saio dar uma caminhada, mas moro com meus pais parte da semana, dos quais são idosos e quadro de risco.
      Quando estou no apartamento da minha companheira, eu consigo ainda passear no condominio com a cachorrinha, e as vezes uma ida ao mercado, mas infelizmente não passa muito disso :/

  4. Caique Almeida, setup muito bom! Tenho uma duvida com relação a esses monitores, que no mês passado, entraram no meu radar. Bem, preciso de um monitor para desenhos digitais, feitos a partir de uma mesa digitalizadora. a minha questão seria saber se esse monitor possui qualidade de cores boas (fies e relevantes) para essa finalidade? Eu sei que esse é um monitor nível entrada/intermediário e que há opções dedicadas para a função que desejo, porém os preços não ajudam muito e esse monitor da Dell está na faixa de preço acessível, no momento. A grande questão é se você acha que esse monitor seria bom para essa finalidade e possíveis momentos de jogatina em um PS4?
    Obrigado.

    1. Ótima questão. Também gostaria de saber. Não que eu trabalhe com esse modelo que tu citou, mas para mim, um monitor com uma qualidade boa das cores é muito mais importante que outros fatores.

    2. Olá Al,
      Cara, eu não trabalho com cores, mas eu prezo muito pela qualidade do visor e as cores. Tecnicamente eu não sei te dizer, acho que vale você dar uma olhada em alguns reviews mais técnicos na internet, deve ter alguém que fez algo parecido.
      Na minha experiência, já tive vários monitores de várias marcas, e pra mim, as cores da Dell são as que mais me agradam, e o painel também, o preto parece preto mesmo, não aquele preto que fica um pouco “esmaecido” sabe ?
      Eu recomendo fortemente, ainda dei sorte de achar o de 27″ pela pechincha de R$ 900 na sou barato, só porque estava reembalado rs
      Procurei novamente por lá algo parecido, e nunca mais apareceu !

      No mais, se quiser trocar mais alguma idéia, no meu site (que está no final do artigo) tem todas minhas redes !

  5. Setup inspirador. Fazia tempo que não havia uma postagem das mesas de trabalho, mas essa foi um retorno em grande estilo.

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