“Criminosos de SP agora roubam celulares para limpar contas bancárias das vítimas”, diz o título desta notícia na Folha de S.Paulo. O primeiro personagem é alguém que tinha um iPhone 11 protegido pelo Face ID. Mesmo assim, logo após o furto sua conta bancária já tinha um rombo de R$ 5 mil.
A própria reportagem aponta as possíveis brechas que os criminosos exploram para invadir sistemas que, a princípio, são seguros contra esse tipo de ataque. Segundo um especialista consultado, os casos mais comuns de fraudes são realizados por meio de aparelhos celulares com sistemas operacionais desatualizados ou levados ainda abertos, ou seja, desbloqueados, com o Waze aberto, por exemplo.
No nosso grupo do Telegram (participe!), outra hipótese foi aventada: a recuperação de senhas a partir de códigos enviados por SMS. Nesse caso, bastaria colocar o chip em outro celular para escapar das travas do aparelho roubado/furtado.
Alguma outra ideia de como seria possível invadir esses celulares e contas bancárias?