Post livre #273

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo à noite.

133 comentários

  1. Vocês teriam alguma sugestão de aplicativos que deixam a interface do sistema Android mais amigável para idosos que não tenham muita prática em utilizar smartphone?
    Preciso trocar o celular do meu avô, porém os que são vendidos sobre a chancela “celular do idoso” não são nenhum pouco atrativos.

    1. O modo fácil dos Samsung sao interessantes.

      Se for celular de outra marca, pode se tentar adaptar a interface a maneira que quem vc quer atender mais confortável.

      Nunca testei, mas sei que existem “launchers” para idosos – o tal celular para idoso vem ja com ele instalado, mas pode comprar tal launcher a parte.

      1. Acabei de instalar o BIG Launcher aqui e achei interessante. Salvo engano é ele que é usado em celulares de idosos.

  2. Saudações pessoal do Manual!

    Sou empregado CLT, mas como preciso complementar a renda estou em busca de alternativas de renda extra (exclusivamente online). Além disso, a empresa em que trabalho será vendida dentro em breve e como é muito comum que o comprador faça uma “limpa” no pessoal da empresa comprada, estou com uma necessidade ainda maior de fontes alternativas de renda para já ter pelo menos um mínimo necessário caso o pior aconteça.

    Que sugestões vocês tem para dar?

    A propósito, o que eu tenho a oferecer? O principal são textos. Sobre quais assuntos? A princípio, sobre qualquer um que eu ache que tenha condições de aprender o suficiente para redigir um texto com um mínimo de qualidade, mas claro que tem vários assuntos que eu nunca nem sequer tentarei abordar pela absoluta convicção da minha incompetência para tal, tais como moda, maquiagem, cultura pop, fitness, autoajuda, etc.

    O que eu escrevi até o momento foram alguns textos para um site de investimentos, para um blog de uma loja de papelaria, um artigo sobre internet rural e alguns roteiros para alguns vídeos de um canal do Youtube (o que incluiu as fontes). Segue alguns links (são textos bastante antigos, mas não tive nada depois disso. Os roteiros são recentes):
    https://janusinvestimentos.com/setor-bancario-um-investimento-seguro/
    https://janusinvestimentos.com/empresas-que-nao-estao-no-ibovespa/
    https://janusinvestimentos.com/devemos-fugir-de-bolhas-especulativas/
    https://janusinvestimentos.com/qual-o-problema-da-divida-publica-brasileira/
    https://janusinvestimentos.com/ouro-preservar-o-seu-patrimonio/
    https://edcentaurus.com.br/agranja/edicao/764/materia/4567
    https://blog.printloja.com.br/servicos-de-impressao-vale-a-pena/
    https://blog.printloja.com.br/cartucho-e-toner-tem-validade/
    https://www.youtube.com/watch?v=IhMMp0JhMMY&t=864s
    https://www.youtube.com/watch?v=4sgOJ3w_Dp4&t=907s

    Além disso, já dei aulas de reforço de matemática para alunos do ensino fundamental e estou pensando sobre oferecer também serviços de Excel (resolvendo problemas específicos ou criação de planilhas completas do zero).

    Fiz cadastro em um monte de aplicativos/sites de trabalho freelancer, mas só tive algum retorno no 99Freelas, pelo qual consegui alguns trabalhos, mas muito poucos, nada que resolva a situação.
    O GetNinjas parecia promissor, mas na época do cadastro eu estava desempregado e a falta de dinheiro era tanta que eu não tinha condições de pagar para liberar os contatos. Desde então não entrei mais no GetNinjas. Será que vale a pena tentar no GetNinjas, agora que eu tenho condições de pagar para liberar os contatos?

    Abri um CNPJ como MEI (com CNAEs que abrangem tudo que posso oferecer) e já estou apto a emitir notas fiscais. Fiz isso com a esperança que assim eu possa ter mais trabalhos ao poder oferecer para empresas também. Quem já passou por isso pode me dizer se realmente se consegue mais trabalhos?

    Já pensei também em fazer um site para oferecer meus serviços, nos moldes da Jacqueline Lafloufa (https://lafloufa.com/). Quem tem pode me dizer se dá retorno?

    Enfim, estou aberto a todas as sugestões de como ganhar algum nesses tempos tão bicudos.

    1. Se você gosta e tem facilidade com escrita, tenho visto muitas vagas de redator em agências e até dentro de empresas. Elas aparecem no LinkedIn — infelizmente, para certas categorias o LinkedIn se tornou o principal canal de contratações.

      Ter um portfólio com certeza ajuda. No mínimo, facilita na hora de você mostrar seu trabalho, ou seja, em vez de despejar trocentos links, como fez nesse comentário (o que fez ele ficar pendurado no filtro antispam 😄), basta um.

      1. O formulário de comentários poderia permitir incluir a URL de quem comenta. Daí, talvez permitir um link só no corpo do comentário.

        1. Tirei o campo de URL porque pouca gente usava e, sendo assim, acho que ele só aumentava o atrito para comentar. O filtro antispam leva em conta muitos links porque inserir muitos links num comentário é um comportamento típico de spam. Acho que tem funcionado, no geral. Sempre rolam uns falsos-positivos, como este, mas temos conseguido detectá-los e desmarcá-los manualmente.

      2. Oi, Ghedin!

        Não sei se por acaso poderia me ajudar com uma dica.

        Sou estudante de jornalismo no início da faculdade e estou me aplicando em algumas oportunidades de estágio, mas não sei bem como montar o portfólio. Eu simplesmente fiz uma coletânea dos textos que escrevi e coloquei em uma pasta na nuvem. Tem alguma plataforma ou método que indique para esse fim?

        Agradeço qualquer dica

        1. É legal ter uma apresentação caprichada. Existem alguns serviços específicos para esse fim, como o Clippings.me, mas você resolve o problema mesmo com uma conta gratuita no WordPress.com, escolhendo um template legal e personalizando-o.

          Este é o meu, que agora está com um visual meio Linktree.

          Ah, e selecione seus melhores trabalhos em vez de colocar tudo. Talvez não neste momento, em que você está começando a formar um portfólio, mas no futuro, depois que você tiver no currículo centenas, milhares de matérias assinadas, é bom fazer uma filtragem porque ninguém tem tempo, paciência e/ou interesse em ler absolutamente tudo que você já fez. (A minha lista.)

  3. Não sei se dá tempo (e se vale) para o “Achados e Perdidos”, mas achei algo hilário aqui: uma empresa norte-americana/mexicana copiou a identidade visual de uma empresa de ônibus brasileira.

    Em tempos: estou nos últimos capítulos da série “Odd Táxi” (que recomendei acho que faz um ou dois meses por aqui no PL). E uma coisa que acho que poucos sabem é que tal série tem duas atividades em conjunto a série:

    – As atividades do twitter de um dos personagens secundários (que teve alguma atenção até o meio da série).
    – Um “audio-drama” de outro personagem (este que agora vem se revelando).

    Aparentemente o Reddit achou peças da série que montam o conjunto, como uma caneta (que vai circulando entre os personagens).

    Bem, eu estou mais atento no roteiro principal e já digo que mesmo se o final foi fora (negativo) das minhas expectativas, já tenho uma das minhas séries favoritas agora.

    Odd Táxi tem oficialmente no Brasil pela Crunchyroll.

  4. Sobre aquele assunto segurança no celular, a corretora que eu uso inventou agora um “token de segurança”, que será obrigatório em breve. Até aí, tudo bem. Fui configurá-lo no site e, para tanto, preciso baixar o aplicativo da corretora, que eu fazia questão de não ter instalado, pois inútil no meu dia a dia. Agora estou com o app instalado para aumentar a segurança (?) da minha conta.

    1. Acredito que esse tipo de medida de segurança sempre leva em conta a maioria que usa aplicativo. Passei pelo mesmo problema, tive que cadastrar esse token. Eu já usava aplicativo, mas sempre se torna uma demora a mais.

    2. A minha corretora também fez a mesma coisa há algum tempo. Mesma situação que a sua, não tinha instalado, tive que instalar, fica lá abandonado.

    3. Porque não usam soluções padrões de OTP, que provavelmente são bem mais fáceis de implementar, afinal, você só precisa resolver do lado do servidor, eu não entendo.

  5. Olá!
    Me chamo Levy Estevam, sou estudante de jornalismo.
    Estou estagiando em um projeto de pesquisa científica na área do meio ambiente da minha universidade. Acredito que seja bom para me tornar especialista no assunto, mas não é o que eu quero seguir na minha carreira. Por causa disso tenho sempre a sensação de que estou perdendo tempo construindo algo que não pretendo terminar no futuro. Meu sonho mesmo é me especializar na área de tecnologia, mas parece fora da minha realidade. Não sei nem por onde começar. É difícil ter sonhos, porque parece que eles existem para serem inalcançáveis. De qualquer forma, todo conhecimento é válido. Como diria minha querida mão, “faça uma limonada”.

    Atenciosamente,
    Levy.

    1. Se me permite um pitaco, use seus estudos no jornalismo para justamente aprender sobre os ramos de tecnologia, gerando reportagens sobre as áreas que lhe interessam. Com o tempo, pode ser que alguma área lhe agrade e aos poucos você migre do jornalismo / comunicação para tecnologia, em uma área que graças ao seus estudos de jornalismo, você aprendeu um pouco mais e com isso se empolgou em lidar com ela.

      Lembrando que tecnologia em si é várias áreas. De hardware (eletrônica, robótica, etc…) ao software (programação, desenvolvimento, etc..).

    2. Aproveitando a deixa, vocês acham que vale a pena fazer um curso de tecnólogo para gestão de tecnologia da informação para se inserir no mercado, ou se vendo vídeos no youtube e estudando sozinho é possível se inserir do mesmo jeito? E tecnólogo vale tanto a pena quanto um bacharelado em ciência da informação? Foco é conseguir um emprego na área.

      1. Maioria do meu conhecimento foi (e é) baseado em pesquisa do google, dicas em videos e foruns, e uns livros que li tempos atras.

        Cursos sempre ajudam, mas você no final é quem deve buscar o caminho a ti.

    3. Hmm… e se por acaso plantar bananeira e inverter esse olhar? Algo como:

      “sonhos existem para serem alcançados”

      Existem fases na vida onde levantamos essas questões existenciais, isso é normal. Pode ser que eu chegue aos 80 anos e continue perguntando a mim mesmo, e se eu tivesse feito isso, ou aquilo, desse jeito, ou do outro? Fato é que convivemos com satisfação e o arrependimento o tempo todo.

      Essa dúvida realmente torna-se mais cruel quanto mais perto chegamos do final da estrada (estou quase no meio dela diga-se de passagem :). Quanto mais próximos do final mais difícil e complicado é tomar decisão de voltar para trás e escolher outra entrada ou cominho que nos leva a um outro lugar. Quanto mais velhos mais conforto vamos adquirindo e juntando o que torna mais difícil abrir mão o se desfazer deles. Saiba que esses questionamentos como caminhos sempre existirão, só que quanto mais no começo da vida estivermos, mais fácil, menos impactante é voltar e experimentar outra opção.

      Se não escolher um caminho e percorrer pelo menos alguns bons metros nele, não há como saber se lá na frente podemos encontrar uma ou mais recompensas, ou é este é um caminho ruim, ou ainda se nele encontraremos uma pequena ruazinha de terra que se pavimentada que poderia ligar o caminho A no caminho no B..C..D.. , uma ponte que nos permita transitar de um ao outro sempre e quando fosse necessário.

      Minha esposa é educadora ambiental, possui doutorado na área e uma pequena empresa(grande negócio :) também. Imagino que você conheça um pouco dessa área dada sua experiência através de seu projeto no jornalismo. EA não é uma área tão valorizada e carece da atenção que merecia. É difícil de desenvolver projetos, principalmente por não ser tão atrativa como outras áreas, possui menos incentivo, consequentemente menos dinheiro, oportunidades, pelo menos no Brasil. Porém, não é por isso que temos que desistir e abandonar sempre o barco.

      Aos olhos do público geral(massa), é notadamente menos interessante noticiar o fato do descobrimento de determinado inseto que existe na natureza há anos, contribui para proliferação de um agente biológico que permitirá no futuro converter energia solar em energia elétrica (estou inventando este exemplo), podendo este estar em extinção neste exato momento, se comparado ao lançamento de um novo dispositivo tecnológico ou Aplicativo, já que este traz um movimento instantâneo de mudança no ambiente(tecnológico) que nós atores nos sentimos mais inseridos.

      Esse interesse é natural em nós, dados efeitos psicológicos e culturais a que somos submetidos, mas lembremo-nos que o ambiente natural está tão e anteriormente ligado a a nossa existência física quanto a tecnologia, mas seu brilho não parece tão intenso quanto o de uma tela AMOLED de um iPhone ou Galaxy S. Por isso a importância de preservar o convívio com a natureza, o ser humano precisa para se lembrar quem é e de onde veio, pode estar aí o motivo de tantas pessoas estarem deprimidas e não encontrarem sentido nos dias de hoje, esquecemos de quem fomos.

      Voltando.. rs

      Tal situação/necessidade direcionou ela (minha esposa) a encontrar um caminho e construir uma ponte entre a educação ambiental e tecnologia. Com isso difundir EA através da criação de aplicativos “Stores” do mundo digital. Tem que se buscar o público aonde ele está, para poder inserir as estratégias e conceitos educacionais e plantá-los como semente na mente das pessoas(utilizadores de aplicativos), de forma inteligente utilizar a tecnologia a favor da educação para preservação do meio ambiente.

      Esse é um exemplo de construção de uma ponte que liga uma estrada em outra e onde nós podemos transitar juntamente com outras pessoas de outras áreas um caminho que forma uma rede de conhecimentos interligados. Tudo podemos mapear e transformar em conhecimento científico, filosófico, humano, cada qual em parte possui uma ligação individual para o todo.

      Por isso, não precisamos saber tudo, aprender tudo, escolher/decidir fazer tudo, querer ser tudo, ter todas as experiência, estar em todos os lugares, consumir todos os conteúdos, apenas porque eles estão lá, mas se caminharmos em alguns desses lugares, tivermos a possibilidade de nos deparar ou construir mais algumas dessas pontes, mais possibilidades criamos para nós mesmos.

  6. Talvez o comentário mais aleatório do mural.

    Tenho duas contas de whatsapp (pessoal e profissional) e utilizo a troca de mensagens entre elas para guardar lembretes.
    Bem, dito isso, uma bela madrugada entrei em uma bad trip horrível causada por ingestão de psilocibina (cogumelo). Pequenos traumas esquecidos no subconsciente vieram a tona, maximizados de forma exponencial, que me amassaram como uma folha papel.
    Estava buscando desesperadamente algo que me fizesse fugir dos pensamentos negativos. Eis que hoje fui ver o histórico dos lembretes e achei isso aqui: https://ibb.co/T89hDqt

    Ghedin, com tom de voz tranquilo e seguro sempre me transmitiu uma certa paz e sobriedade. Adiantou, “nem tanto”, por alguns minutos.

    Apesar de sempre acompanhar o podcast, quase nunca posto aqui.
    Espero que o comentário fique anônimo.

  7. No penúltimo guia prático foi discutida a pretensão do YouTube de colocar anúncios nos vídeos sem dividir a receita e que o Ghedin estava procurando alternativas para os vídeos do manual (que não fosse o YT). A questão que fica: Existe realmente uma alternativa ao YouTube?

    1. IMHO Não existe alternativa. Por mais que o YouTube seja ruim eu só vi os concorrentes com coisa pior.
      Além do mais o YouTube exigiu queimar muita grana por muito tempo. Quem hoje estaria disposto a fazer isso durante uns 5 anos?

      1. A verdade é que a curto e médio prazo, não tem muito o que fazer. O que dá pra fazer no momento é criar uma plataforma própria para upar os vídeos e ter mais controle sobre o conteúdo pra não ficar refém das diretrizes.

        As partes mais chatas no entanto é ter algum conhecimento pra criar essas plataformas (por mais simples que seja) e a outra parte é que não vai ter de imediato as mesmas visualizações do que no YT.

        É isso, gente. Estamos reféns e só percebemos isso depois que o estrago já foi consumado. Temos que começar a diminuir a dependência desses grandes serviços, e essa vai ser a tendência da nova década. Talvez não dê pra se livrar 100% ainda, mas quem sabe nos “novos anos 30” possa ser possível.

        1. Teoricamente, os blogs morreram e ninguém comenta neles mais… mas aqui estamos.
          O wordpress suporta subir vídeos. Não teria muita visualizações, mas consolida o próprio domínio.

          1. Essa é uma opção foi (ainda é, na real) considerada aqui. Como temos uma CDN configurada, rolaria hospedar vídeos sem impactar o desempenho do site. A única coisa que pega é isso que você falou: falta de estatísticas, mesmo que básicas.

          2. Tenho pensado muito sobre essa questão e vejo a galera falando muito do Peertube e da Kolektiva como alternativa. Dei uma olhada esses dias e ví que tem muito material bom mas percebi uma dificuldade de carregar vídeo pelo meu celular.. E estou um pouco confusa sobre a Kolektiva porque parece que ela é um espaço onde sobem vídeos do próprio Peertube. Bom, estou aprendendo. É muita coisa pra uma pessoa só as vezes, todas as coisas que tenho interesse..

            Eu gosto da opção que o Michel apontou..
            Ghedin…. por mais que eu tenha curtido muito te ver em vídeo e entender que mais pessoas poderiam ter acesso a esse trabalho seu pelo YT, eu fiquei um pouco decepcionada pensando “poxa achei que ele era da resistência”.. Mas rapidamente entendi que estava projetando e que apesar de você tratar do tema e apontar soluções, você não necessariamente precisa ser coerente e estar ou não em certos espaços e bem, vivemos no capitalismo né.
            Gostei muito de ler o Rodrigo sobre os novos anos 30. Da possibilidade de tendência dessa década de cuidar disso…. Esperança né..
            As vezes eu penso em criar um site só pra poder ter um cantinho… Mas aí também precisa ver onde hospedar né. To estudando….
            Fiquei curiosa pra saber onde esta o MDU..

          3. @ Argy

            Não conhecia esse Kolektiva. Eles usam sistemas abertos e descentralizados (sim, incluindo o Peertube). Sabe quem está por trás?

            A ideia dos vídeos, do ponto de vista “negócio”/Manual do Usuário, surgiu para alcançar novos públicos, para expandir. Desde o início havia o desejo de hospedar os vídeos em uma plataforma à parte, para aqueles (como eu) que não se sentem confortáveis com o YouTube. A ausência de uma plataforma alternativa acessível, e o fato dessa frente ainda ser algo experimental, explicam a ausência dessa alternativa. Mas, na medida em que os vídeos passam a ser mais importantes para o projeto, aumenta a urgência de termos essa alternativa.

            O problema de hospedar diretamente no WordPress, fora a falta de dados mínimos de audiência, é que a solução é mais “quadrada” que a de qualquer site especializado nisso. Por exemplo, para oferecer versões em diferentes resoluções, dinamicamente, de acordo com a velocidade da conexão do usuário. A única solução completa viável hoje é o Vimeo, porém é uma despesa elevada para uma funcionalidade que não é prioritária e que com certeza será usufruída por uma fatia muito pequena dos espectadores.

            Continuo atento, pesquisando por alternativas. Uma hora ela aparece.

            Quanto ao site próprio, tem todo o meu incentivo! Dá para começar em uma ferramenta mais simples, como o WordPress.com, por exemplo, desde que ela permita exportar o conteúdo em um formato importável em outros sistemas.

            O Manual está hospedado na Cipher Host, uma (futura) empresa especializada em WordPress. O Manual/eu somos uma espécie de “beta tester” do produto e sócios na empreitada. Ela ainda não foi lançada, e deverá focar em clientes corporativos/grandes, mas de qualquer modo avisarei por aqui quando ela estiver aberta a negócios.

      2. Não só a queima de dinheiro, mas o descaso com direitos autorais. O grande diferencial do YouTube foi liga o dane-se por anos para vídeos de canais de TV, estúdios e gravadoras que, hoje, cairiam matando em qualquer plataforma que tentasse repetir a dose. Foi isso que fez o YouTube gigantesco. Típico do Vale do Silício: quebre tudo e barganhe só depois que uma base de usuários gigantesca estiver fidelizada.

    2. Podem existir alternativas, porém nenhuma terá a capilaridade do YT. São muitos devices, smarTVs, etc, que tem acesso somente ao YT.

      1. E a propria qualidade do stream. Apesar de alguns problemas roda muito bem nessa gama de dispositivos…. agora a “concorrência” é uma desgraça…

  8. Alguém aí por acaso já teve experiência com “Sensor de Vazamento de Água inteligente”? (tem da xiaomi, zigbee, etc).
    Meu apartamento é no primeiro andar e nos últimos 4 meses aconteceu 3 vezes de voltar água pelo ralo do banheiro (água o suficiente pra vazar pro quarto). Vai rolar uma limpeza (hidrojateamento) em toda a tubulação, mas por ser menor do que o ideal (tem 100mm), é possível que isso volte a acontecer (dessa vez encontraram pedras e panos na tubulação…)
    Por isso tô pensando em comprar um aparelho desse pra deixar ali no banheiro e me avisar (celular e alarme) se/quando acontecer novamente. Por sorte, todas as vezes eu estava em casa, mas como enche rápido (dessa vez levou 30 minutos), qualquer ida ao mercado é perigoso. Foda…

    1. Sim, funcionam bem.
      Tem uns da Tuya e da Aqara (marcas mais comuns). Prefiro essa última, acho melhor construído.
      Tem opção Wifi (vai comer MUITA bateria) ou zigbee (dura muito mais a bateria).
      “Desvantagem” do zigbee – vai precisar de um HUB (pra falar a “lingua” do zigbee), mas no medio/longo prazo acho q vale mais a pena que wifi

  9. aguardando técnico para instalar NET/Claro no endereço novo…

    em situações parecidas passadas o técnico SEMPRE cancelava a visita e eu precisava remarcar

    tomara que hoje dê certo

    1. Eu nunca dei muita sorte com o pessoal da Net, mesmo antes de ser da Claro. Na casa dos meus pais, depois que um surto induzido, por um raio, no cabeamento da Net fritou tudo o que estava ligado ao cabo porque o primeiro técnico não instalou o dispositivo de proteção, um cara chegou para avaliar e foi tão, mas tão grosso comigo que mandei ele parar o que estava fazendo e ir embora. Tive que ligar de novo, reclamar do cara e pedir que mandassem outro, porque se o mesmo cara aparecesse lá eu não ia nem abrir o portão.

      Numa outra oportunidade, quando instalaram um link de 15Mbps na casa da minha então noiva, com um modem sujo de tinta e uma fonte de alimentação de 7V ao invés da original do modem que era de 12V, ela teve um problema com pouco tempo de assinatura e ficou sem acesso. Na época, eu havia colocado um bom roteador para os padrões daqueles tempos. Ao ligar no suporte da operadora, os atendentes foram unânimes em alegar que o problema estava no roteador e que se um técnico fosse fazer o reparo, a visita seria cobrada (na época quase R$100,00). Ela me ligou e eu pedi que aguardasse até que eu pudesse ir lá. Quando cheguei, de cara vi que o LED que indicava o status do link estava apagado no modem e fui acompanhando o cabo até o poste.

      Liguei na operadora e a resposta da atendente foi a mesma: O problema está no seu roteador. Eu questionei como ela tinha certeza disso e a resposta foi que “estou acessando seu modem e está tudo certo com ele!”. Aí eu perguntei como ela estava acessando o meu modem e de imediato ela me informou que o “sistema da Net permite acesso remoto aos modems dos clientes, exatamente para esse tipo de situação”. Ao que eu respondi: Sim, eu sei que vocês têm como diagnosticar o modem à distância, mas o que quero entender é que mágica você está fazendo para acessar o meu modem se o cabo está partido no poste!

      Depois de um silêncio sepulcral do outro lado, dei aquela descascada básica no péssimo atendimento que eles sempre prestaram, sempre colocando a culpa por qualquer problema no equipamento do cliente e nunca sequer cogitando que a falha poderia estar no lado da operadora. No outro dia mandaram um cara na casa da noiva para, supostamente, trocar o cabeamento. Claro que o cara só esticou o cabo de novo e fez uma emenda usando dois conectores… Pelo menos ele passou fita autofusão em cima, mas sempre desconfiei daquela emenda pelo tempo em que o link esteve ativo.

      1. rsrsrs no começo da pandemia solicitamos um tecnico aqui pra mudar o modem de local e o cara furou um cano e alagou o quarto, molhou todos meus livros, minhas prateleiras, cama, móveis, meu hd externo…… A parede até hoje tá úmida ..
        Fiz um acordinho humilde e ficou por isso
        Mas que situação cara…………..

    2. Se for algo que acontece de forma recorrente, faça uma denúncia na Anatel. As teles normalmente tem pessoal dedicado para atender a estas reclamações e o fazem de forma bem rápida (pois a Anatel multa caso uma denúncia não seja atendida e tempo hábil).
      https://apps.anatel.gov.br/AnatelConsumidor/

    1. As vezes me pergunto porque algumas culturas acham isso rídiculo (como nós) e outras não (como eles ?)

      1. Bom, mas se bem que, se pegar a fonética do nome e “abrasileirar”, ficaria um pouco menos estranho. Podia virar, sei lá. “Ághatemielle”.

      2. Eu estou supondo aqui, mas ficaria muito surpreso se isso não fosse considerado ridículo lá também e em qualquer lugar do mundo.

        No Brasil, aliás, por lei o cartório pode se negar a registrar um nome que exponha a criança ao ridículo.

        1. Estou lembrando também de um pai que deu o nome na criança de “Corinthienzo”. E o pior é o cartório aceitou o nome.

          Coitada da criança.

          1. Em último caso, a criança pode pedir a troca ou retificação do nome quando ficar mais velha. O estrago já terá sido feito, mas é alguma coisa.

        2. É recente isso? Porque essa semana mesmo eu vi um “Cornélio”. Acredito que antigamente isso não existia e os pais podiam colocar o nome que quisesse, do contrário o cidadão do cartório devia estar de “bom humor” pra permitir isso.

          1. Cornélio e Braulio eram nomes comuns ate a hora que virou meme. Assim como Raimunda

        3. Eeeeeu acho que ridículo é essa mania de repetir nomes
          Sou mais a favor de Html do que de Rafael, Juliana, etc etc…
          Sou dessas que daria um nome diferentch pra cria
          Mas nem quero ser mãe
          Esse mundo é escroto demais pra eu fazer uma maldade dessa..colocar alguém aqui

    2. Li essa notícia ontem e me lembrei do Facebookson aqui no Brasil.

      No começo da pandemia, teve uns casos na Ásia também, se não me engano eram gêmeos: Lockdown e Covidson.

      Com uma cabeça dessas, me entristece que gente assim possa ser capaz de se reproduzir.

    3. Muitos sobrenomes são derivados de profissões. Se vc parar para pensar, é bem comum: em inglês tem Smith (Ferreiro), Tailor (alfaiate), Hunter (caçador). Em português no momento só me lembro de Ferreira, mas certamente tem outros.
      Não me parece haver um critério muito claro do que cada cultura considera razoável ou feio para nomes.

      1. Justo. Wagner é relacionado a carroça/carruagem/carros (Wagon).

      2. No sobrenome é uma coisa que vem de séculos. O meu sobrenome é um derivado de profissão. Mas ver isso hoje me dia, e no primeiro (ou primeiros nesse caso) nome é dureza!

      3. com a conversão forçada dos judeus portugueses para o cristianismo, muitos precisaram esconder o sobrenome “marrano” e passaram a usar baseados exclusivamente em nomes de plantas, árvores, frutas, animais e acidentes geográficos (Oliveira, Parreira, Bezerra, Pereira, Terrão, Lobo/Lopo/Lopes, Monte, Falcão, etc).

        O que hoje nos é estranho, amanhã pode virar normalidade.

        https://www.olharconceito.com.br/noticias/exibir.asp?id=3514&noticia=-confira-a-lista-de-sobrenomes-judaico-portugueses-usados-para-fugir-da-inquisicao

  10. Sugestão de roteador

    Mudei pra um imóvel bem mais antigo e com alguns espelhos.
    O roteador fica num dos piores lugares possíveis, bem perto da saída. No outro extremo do imóvel, o sinal é péssimo.
    Uso um ASUS AC-68U comprado há 2 anos e até antes da mudança só alegrias, mas agora tenho esse problema.
    No outro extremo da casa tenho um ponto de rede cabeada (único disponível no imóvel).
    O orçamento anda apertado, então queria gastar “o mínimo possível”.

    Estou num dilema:
    1. Comprar outro roteador igual e fazer rede mesh
    2. Comprar outros 2 routers pra rede mesh (um par de Deco M5, por exemplo) e vender esse ASUS
    3. Comprar outro router meia boca e ligar como ap nesse ponto cabeado.

    Qual a opinião de vocês?

    1. E aí. Olha, minha experiência com roteadores mesh não foi das melhores não. Usei o twibi da intelbras. Além de ser bem pelado pra configurar, ficava dando mensagem direto de “ponto de acesso cheio”, algo assim.

      Fora que quando conectado no segundo roteador a conexão caía bastante, pra menos de 50% da velocidade original. Não achei nenhuma diferença entre o que uso aqui em casa.

      Meu “setup” aqui é assim:
      1 roteador da net num canto (um Tecnicolor bem vagabond dual band) e em outro canto, conectado ao Tecnicolor por um cabo que eu havia passado previamente, um Archer C60 V1 (fastnet e não gigabit) como AP.

      Meu plano é 240mbps da net. No Tecnicolor, pelo iphone, consigo quase sempre 240mbps no speedtest, quando conectado pelo archer beira os 100mbps.

      Quanto aos ssids, muita coisa que li dos experts é que deveriam ser diferentes (Rede1 e Rede2 por exemplo), porém, quando conectado no Rede1 com sinal bem fraco e muito próximo do Rede2, o celular não conecta no Rede2 e fica com a rede ruim no Rede1. Aí coloquei ambos os roteadores no mesmo ssid, mesma senha, etc, porém em canais diferentes, tanto no 2,4ghz quanto no 5ghz e o celular faz o handoff como se fosse uma rede mesh mesmo.

      Enfim, eu, se fosse você, ficaria na opção 3, compraria só um roteador “meia boca” gigabit na faixa de 200~300 e faria dele um AP na outra ponta cabeada.

      1. Cara, estou passando um problema semelhante na casa dos meus pais, que é muito grande e tem as paredes bem grossas. Na época dos links mais lentos e roteadores predominantemente operando a 2.4GHz, minha solução foi levar modem e roteador para cima da casa e usar antenas maiores, com ganho maior. Depois de bem posicionadas, conseguia cobrir a casa inteira e dava pra usar até fora de casa, quando tinha visada para o telhado.

        Hoje com um link de 240Mbps e a necessidade de usar os rádios em 5GHz a cobertura ficou prejudicada e, evidentemente, a qualidade do sinal. Estou apostando em um kit mesh que já foi comprado. Ainda não tive tempo de ir lá fazer a instalação, mas espero que amenize ao menos o problema.

    2. Eu compraria outro roteador da Asus que tenha a função Mesh e seja mais barato. Pelo que vi aqui me parece um excelente equipamento (e caro).

      Eu uso o Twibi. Tem seus problemas de configuração, simples demais, mas quanto a rede mesh, a qualidade é muito boa.

    3. Vou com parte da galera – se seu próprio (modelo de) roteador possuí mesh, adquira outro igual e aproveite a função ou use na outra ponta.

      (Use o WiFi Analyzer ou similar para saber até onde teu WiFi tem conexão e se onde tu tem o ponto cabeado compensa por outro).

      Mas se está sem dinheiro, sugiro comprar um roteador mais simples (tem TP-Links baratos em classificados e brechós por aí) e coloca um Open WRT ou DD-WRT para dar mais estabilidade ao aparelho. Quando tiver condições melhores financeiras, aí você vê o que dá para entrar no orçamento, seja um similar ao seu, seja a troca dos equipamentos.

    4. Olha, olhei aqui e esse seu roteador é bastante bom. Tente dar um jeito de colocar ele num lugar melhor, um pouco mais alto, reposicionar antena também. Aliás, as antenas são destacáveis pelo que parece, então você tem possibilidades aí. Pode ser que nem precise por a mão no bolso agora ou gastar muito. Nessa eu não teria dó nem de furar uma parede ou duas.

      1. Roberto,
        Infelizmente reposicionar o roteador não é uma opção
        No apartamento o ponto da Net chega num local inviável do ponto de vista de WiFi, mas q faz sentido pra TV a cabo.
        É um imóvel com mais de 30anos.
        Só tem 1 único cabo de rede, como disse acima.

        E adoro tecnologia, minha esposa, nem tanto. Tenho que “ajustar” entre forma e função. Nem sempre é fácil.

  11. Entrei pro mundo do Notion também e estou encantado.
    Na verdade estruturei a firma ™ no Notion e tem funcionando muito bem.

    Agora temos um CRM e gerenciamento de projetos mais bacana e foi feito tudo muito rápido com os tutoriais e fuçando as ferramentas. Como ainda somos bem pequenos, tá funcionando legal e por hora não faz sentido ferramentas de gestão mais robustas.

    1. Eu tô usando o Notion pra algo mais trivial e tô adorando: como um hub de hábitos de alimentação (finalmente um lugar que consigo juntar as receitas de todo canto da Internet e mídias diferentes)

      1. Eu uso para gerenciamento de estudos, trabalho,livros e coisas pessoais.

    2. Você chegou a cogitar outras ferramentas? Não acha o Notion pesado? E não tem medo do “efeito lock-in” (dificuldade ou impossibilidade de exportar os dados para outras ferramentas)?

      1. Nada pesado nos nossos testes.

        Tudo começou com busca por ferramentas para gerenciar projetos que apresentassem gráfico em forme de timeline/gantt. Encontramos opções interessantes mas muito caras. O notion já tinha 90% do que a gente precisava e custando muito menos (0 vs sei lá, 80 a 100 dólares/mês).

        Daí ao acaso topei com tutoriais interessantes para outras funções (CRM, que seria iniciada num excel da vida) e estamos experimentando com resultados satisfatórios.

        Talvez final do ano que vem valha a pena migrar para algo mais robusto (Monday parece interessante, ClickUp talvez, ou algo combinando Team Gantt + algum CRM dedicado nativo), mas por hora tem servido muito bem. Como não somos startup e ganhar escala absurda não faz parte do nosso planejamento, acho que tá tranquilo.

        1. Saquei! Eu gosto sempre de priorizar ferramentas específicas. A abertura do Notion me dá calafrios, tipo quando vejo tutorial de gente recriando listas de tarefas e agendas de compromissos lá dentro — não é mais fácil usar… apps de listas de tarefas e agenda?

          A minha necessidade por um CRM deve ser ainda menor que a de vocês. Faz algumas semanas, comecei a usar o Capsule. Tem plano gratuito e é a coisa mais simples que encontrei para esse fim — porém com os recursos esperados de qualquer CRM.

          1. Andei usando o Notion para basicamente tudo da minha vida nas últimas semanas, mas atualmente o Notion anda mais ajudando do que atrapalhando, na verdade.
            Tenho que organizar minha vida acadêmica de mestrando, minha carreira como cientista de dados e um novo empreendimento que estou montando, mas é muito difícil de organizar todas as atividades só com texto (que o Notion faz muito bem por sinal). Cogitando partir para algo como um Trello da vida ou algo do gênero também.

            Um uso do Notion que acabou caindo muito bem para mim e eu nem imaginava é o de guardar fragmentos de código que uso com frequência. Apesar de lento, é mais rápido abrir o Notion e caçar aquele pedaço de código padronizado que sempre uso em meus projetos do que o próprio Github, por exemplo.

    1. Uma coisa que concordo com o Gongoni é que apesar da ideia ser justa, isso falando sobre o mercado de tech, o problema maior é justamente a inexperiência das pessoas quanto ao uso de softwares fora do padrão de mercado.

      É justo pensar que sim, a prática de monopólio é incômoda e prejudicial. No entanto, é uma faca de dois gumes: ao mesmo tempo que limita as opções, também facilita aos leigos, dado que não precisa se gastar tempo aprendendo novos softwares ou padrões de uso para cada troca de equipamento ou padrão de uso diferente em software.

      Um terceiro ponto é que tira a responsabilidade das Big Tech quanto a segurança do software (por mais que o Android tem suas falhas, ainda assim tem algum nível de segurança) e joga nas costas do usuário esta responsabilidade.

      Explicando: Quando o usuário comum tem que lidar com segurança e geralmente ele é leigo nisso, o resultado no final é ir pelo google pesquisar o que ele precisa para usar o pc / celular / equipamento computadorizado.

      Aí vai o usuário leigo cair em links para “antivírus de celular”, “programas de limpeza”, etc… No ecossistema Apple é mais difícil ter estes problemas, mas em ecossistema Windows e Android, é mais comum se deparar com estas supostas soluções.

    2. Isso não vai passar porque seria desastroso. O problema da concentração de poder nas fabricantes de sistemas operacionais não está na oferta de apps pré-instalados. Pelo contrário, as pessoas esperam que esses aparelhos venham com apps pré-instalados e essa prática é positiva, porque permite a qualquer usar os recursos deles sem maiores dificuldades. O problema está nas práticas em torno disso, como impedir a desinstalação ou a definição de outros apps como padrões do sistema.

      Tivemos essa mesma discussão nos anos 2000, durante o processo antitruste da Microsoft. Falava-se em tirar o Internet Explorer, mas aí como as pessoas baixariam o Firefox ou o Opera? No fim, adotou-se uma solução similar à que a matéria cita relacionada ao Android: mantiveram o IE e incluíram uma tela de escolha com softwares alternativos.

    3. Esses apps pré instalados também contribuem com a obsolescência programada dos aparelhos… meu ultimo smartphone eu tive que trocar por falta de espaço de armazenamento, sendo que tinha uma quantidade absurda de aplicativos que não tinham nenhuma utilidade para mim e o celular não permitia desinstalar

      1. Sim. Sofro com isso também. Por ter um celular antigo e com pouco amarzenamento, noto que certas atualizações atrapalham e deixa lento o apatelho.

  12. Comprei em dezembro de 2019 um notebook VAIO. Meu primeiro notebook também era um VAIO, mas quando a Sony ainda estampava a marca, e optei por permanecer no modelo. A garantia era de 12 meses. Em fevereiro de 2021, o notebook começou a reiniciar ou a se desligar sozinho, e assim permaneceu. Entrei em contato com a VAIO, que é representada no Brasil pela Positivo, que me orientaram a fazer alguns procedimentos, como, quando ele se desligar e não ligar em sequência, segurar o botão power por 1min, para fazer uma drenagem na placa do aparelho, tanto com ele conectado quanto na bateria, e depois dar um “load” na BIOS. Funcionou por alguns dias e depois voltou a apresentar o problema. Levei em várias empresas de informática aqui da minha cidade, que não conseguiram identificar o problema, uma vez que todas as peças foram testadas, e não apresentaram problema individualmente. Agora, toda vez que esse problema aparece, tenho que fazer esses procedimentos. A Positivo é horrível na assistência técnica, e não apresenta qualquer solução para o problema. Maldita hora que resolvi manter a marca VAIO.

    1. A linha Vaio, mesmo quando ainda era da Sony vez ou outra apresentava uns problemas meio bizarros. Peguei um há alguns anos que só funcionava quando eu o segurava pelas quinas opostas e o torcia. Segurava torcido e ligava numa boa, carregava o sistema, abria programas… Soltava a máquina e ela apagava. Na época lembro de ver a placa fora dele e vários componentes meio tortos, evidenciando um problema de posicionamento ainda na linha de montagem. Como isso passou desapercebido pelo controle de qualidade?!

      1. Sempre evitei Vaios pois notei que tanto o reparo quanto as peças dele são difíceis de lidar. Um cliente meu tinha problemas com a ventoinha (adaptou a maneira dele). Tenho um aqui parado que consegui até adaptar a tela de um para outro, mas deu diferença de espessura.

      2. Com o meu outro notebook VAIO não tive problemas. Peguei ele em 2012, enquanto ainda estava na faculdade, e usei direto até 2019. Troquei mais pela tela que estava um pouco zoada depois do acidente de carro que sofri e o notebook estava no banco de trás e voou pra sei lá onde, deixando umas manchas na tela.

        1. Não é regra, claro: Eu tenho um Vaio, que ganhei sem HD, o carinhosamente apelidado de Penélope Charmosa, por causa da cor dele (dizem que a cavalo dado não se olha os dentes). Coloquei um SSD e está funcionando muito bem há algum tempo. Chegou inclusive a ser o único computador que eu tinha quando meu Mac mini de 2009 resolveu morrer. A questão dos Vaios é que parece que o controle de qualidade não é lá essas coisas, a julgar pela quantidade de problemas que algumas unidades apresentam. E aí, como consumidor, sabendo dessas falhas, eu não arriscaria a comprar um Vaio. Pode ser uma máquina muito boa, mas posso ser sorteado para receber uma unidade dessas que inexplicavelmente passou pelo controle de qualidade (ou pela falta dele).

    2. Me dei de presente ano passado um dell xps 13, no começo do ano começou a dar tela azul do nada sozinho, como tenho o suporte premium deles, acionei o suporte, trocaram tudo, placa-mãe, ssd, palmRest (teclado), até depois de muito tempo descobrir que o problema era o drive do leitor de digital, que o windows não conseguia “desligar” quando o sistema ia suspender/hibernar, a solução foi desativar a opção do windows desligar o leitor, resolveu, eu sempre usei e recomendo dell, acho que fora eles só compraria outro se for samsung que tem feito uns notebooks bom e bonitos

      1. Caraca maluco, comprei um inspiron 5406 2 em 1, que tem leitor de digital, e está dando um problema parecido: às vezes o sistema reiniciava quando eu ficava ausente e entrava numa tela do support assist na BIOS, com a mensagem indicando que não havia falhas de hardware. Aí quando rebootava ele não consegue entrar no windows e entra no “scandisk” ou simplesmente reinicio de novo e entra no windows.

        Hoje mesmo lendo no fórum da Dell alguém comentou desse famigerado leitor de impressão digital, pra entrar no gerenciador de dispositivo e desabilitar a opção de que o windows pode desligar o dispositivo que esse erro não ocorreria mais. Fiz o procedimento e agora vou ficar monitorando pra ver se ocorre novamente esse erro.

        Só acho surreal que MUITA gente apresenta um problema do tipo e a Dell continua usando esse hardware aí.

        Como vinha de um Lenovo que com menos de 2 anos fritou o processador, resolvi pegar esse Dell com a garantia estentida, atendimento no local e complete care, o valor não foi tão alto assim e peguei uns 4 anos. Quero ver agora essa josta dar problema.

      2. O meu notebook também tem esse leitor de impressão digital. Por enquanto tem funcionado bem, e me agrada poder desbloquear o dispositivo com a digital. Mas, por desencargo de consciência, como faz para desativar essa opção no Windows?

        1. Opa, quando o pessoal tava atendendo meu chamado eu já tava cogitando a possibilidade de trocar o equipamento completo, ai o pessoal “achou” essa solução e resolveu.
          @Matheus pra desativar isso é só ir no Gerenciador de Dispostivos > Vai nos Dispositivos Biometricos > Goodix fingerprint > Botão direito > Propriedades > Gerenciamento de Energia > Desmarca a opção: O computador pode desligar o dispositivo para economizar energia
          Ai depois disso o computador não dá mais problema e o leitor funciona normal.

    3. Eu nunca vou superar o fato desse notebook não ter usado o slogan Ou VAIO ou racha.

      1. Sabe o slogan “Dafra, você por cima”?

        Imagine a Sony sofrendo do mesmo mal por causa do Vaio no BR.

  13. Acabei não tendo tempo para responder aos comentários no Post Livre passado, antes que ele fosse fechado no domingo.

    E aí, David, conseguiu resolver seu problema com o PiHole?

    1. Opa, tudo bem? Obrigado pela lembrança.

      Pior que não. Revisei o setup aqui e confirmei que está funcionando, mas ainda não entendi por que a taxa de bloqueio anda tão baixa.

      Enfim, acho que vou pesquisar mais um pouco para ver o que está acontecendo.

      1. Confira as listas de bloqueio da instalação. E vale reler o comentário que o Ghedin fez na semana passada e ver como está a configuração dos serviços de DNS no PiHole. Lembro que por aqui eu tinha um problema sério com falsos positivos enquanto o DNS da Cloudflare estava habilitado.

        1. Pode deixar, vou conferir.

          Tem alguma lista de bloqueios que você recomenda?

    1. Kindle se você é um leitor voraz, caso contrário tablet, é mais flexível.

    2. Kindle, sem dúvidas.
      Ainda mais se pessoa usar para ler livros, se for ler PDFs e etc, o tablet é a melhor escolha.

      1. Mas compra-se kobo novo?? O mercado tá monopolizado pelo Kindle

        1. O problema que só importando ou usado, Kindle + Calibre é bom tbm.

    3. é só pra ler livro? se sim, kindle, se não, vai de tablet, fora que dá pra consumir outros tipos de conteúdo.

      eu tenho um kindle, mas se fosse comprar um hoje, iria de tablet

    4. Kindle, com certeza. Aliás, acho que já passou da hora da Amazon lançar uma versão com uma tela um pouco maior. 8 polegadas seria ótimo.

        1. A tela do Kindle Oasis tem o mesmo tamanho das dos demais modelos, 6 polegadas. Láááá atrás, entre 2009 e 2010, a Amazon tinha o Kindle DX, esse sim com tela maior, de 9,7 polegadas. Durou só uma geração.

          1. Na verdade o Oasis é de 7″, mas não faz tanta diferença assim.

          2. Opa, verdade! Será que não faz tanta diferença? Não a ponto de justificar a (enorme) diferença de preço para um Paperwhite, mas estamos falando de uma tela 16,6% maior.

    5. Kindle (s2)
      Mas tenho também um tablet que uso para ler quadrinhos – e transferir esse hábito para o digital ainda é um processo em curso.

      1. taí pq quero um tablet, ler mangás e assistir animes / séries é bem melhor do que no smartphone, mas tb não tenho vontade de carregar mais um dispositivo por aí

  14. Curiosidade: como vocês estão enxergando a questão de formação, agora que muito do ensino tradicional (graduação/pós) é feito de forma remota?

    Arrisco dizer que, para área de dados/desenvolvimento, seja a que mais tenha conteúdo na forma de MOOC, tutoriais, artigos, etc. Em geral, prefiro aprender o teórico com cursos estruturadores (Coursera, edX, etc..) e coisas práticas eu prefiro aprender fazendo e recorrendo a documentação e outros conteúdos quando preciso.

    Nesse contexto, eu nunca senti necessidade em fazer uma pós lato sensu, mas elas são muito populares entre o pessoal da área. Um dos grandes argumentos a favor, era a questão do networking e mesmo um ambiente para incentivar o aprendizado, que deve se perder muito (ou mudar) nesse modelo remoto.

    1. disclaimer: não sou profissional de TI.

      Pós agrega (pode agregar) visão de mundo, networking, furar sua bolha, abrir sua cabeça, te apresentar para conceitos e conhecimentos que você não domina, uma boa pós vai ter uma boa curadoria de conteúdo, coisas relevantes e atuais.

      Pós para temas técnicos propriamente ditos, não me parece agregar valor, certificações profissionais ou até mesmo portfólios me parecem mais interessantes.

    2. Fiz MBA de eng. de software na Fiap e estava adorando as aulas presenciais, tínhamos aulas bem mão na massa com arduíno, construção de projetos com lego e kanban sem nada de usar computador, network com empresários de pequenas startups, depois de 9 meses de curso veio a pandemia e acabou tudo isso! Aulas só online, então na minha opinião, a gente perdeu muito com esse modelo remoto.
      Não raro tinha algum problema, professor ou aula com queda na conexão, problema na conexão com a AWS que usamos em algumas aulas, falha no áudio. Conclui o MBA dessa forma sentindo falta das aulas presenciais.

      1. Pois é, eu trabalhei com muita gente que ensina/estuda na FIAP, parece que muito da graça era o ambiente com profissionais da área. Um colega acabou fazendo tudo remoto, ele também não gostou muito da experiência.

        Fico imaginando como será no futuro, porque apesar de facilitar, fazer de casa parece perder um pouco de sentido. Em uma graduação, que o foco é mais o conteúdo, acho que funciona melhor remoto…mas essas pós de mercado acho que são mais prejudicadas.

    3. Eu sou de humanas, então talvez nesse campo as dinâmicas sejam diferentes, mas imagino que fazer a graduação à distância teria sido uma experiência muito, mas muito mais pobre que a que tive.

      A graduação é um período de crescimento que transcende o aspecto institucional, ou técnico. É uma vivência. As circunstâncias são muito enriquecedoras e acrescentam muito à formação dos alunos.

      Porém, é caro, e não é à toa que o EAD virou uma praga no Ensino Superior. É barato, não tem limitações quanto ao número de alunos inscritos e tem um retorno muito maior. É a imposição de um modelo utilitarista de ensino, que quer formar mão de obra em vez pessoas com pensamento crítico.

      1. Eu sou de humanas, então talvez nesse campo as dinâmicas sejam diferentes, mas imagino que fazer a graduação à distância teria sido uma experiência muito, mas muito mais pobre que a que tive.

        A graduação é um período de crescimento que transcende o aspecto institucional, ou técnico. É uma vivência. As circunstâncias são muito enriquecedoras e acrescentam muito à formação dos alunos.

        Ah sim, graduação acho que é um cenário pior que pós, mais do ponto de vista pessoal que acadêmico, especialmente quando se tem o luxo da dedicação integral.

        Na verdade, acho os problemas do remoto mais complicado para essa fase da vida como um todo, a socialização é importante em todos os aspectos quando se é jovem. Não só a experiência de graduação, como outras coisas da vida nessa época, em que a parte social é tão relevante. Seja primeiras experiências profissionais, relacionamento, etc…

        Porém, é caro, e não é à toa que o EAD virou uma praga no Ensino Superior. É barato, não tem limitações quanto ao número de alunos inscritos e tem um retorno muito maior. É a imposição de um modelo utilitarista de ensino, que quer formar mão de obra em vez pessoas com pensamento crítico.

        Acho que é normal o EAD ser de especial interesse do ensino commodity, mas acho que não é necessariamente assim. Ao menos, não considerar que pode ser uma opção melhor.

        Eu sou privilegiado, por morar em um grande centro e ter uma condição razoável, mas mesmo assim não pude ter a experiência de graduação ideal. Seja pela locomoção na cidade, seja porque precisava trabalhar. Perdi provas/aulas no trânsito, chegava moído para assistir aulas, festas não idas, etc…

        Foi sofrido, mas consegui contornar. Não é o ideal de uma graduação com vida de campus, amizades, eventos, iniciação científica, etc….mas ao menos tive acesso às aulas, discussões, direcionamento, algumas amizades.

        Acho que graduação formadora de pessoas e de qualidade é algo pouco disponível, não vejo como saldo negativo, se a USP pudesse oferecer algo remoto e mais democrático. Claro que se perde muito de uma aluno presencial e dedicados, mas já é uma experiência que a maioria não pode ter nem de forma parcial.

  15. Falando da YubiKey, estou adiando um “dilema” do pós-pandemia. Hoje, deixo a chave em cima da minha mesa de trabalho. Quando a gente puder sair mais ou menos despreocupado de novo, acho que seria legal tê-la comigo sempre. E aí mora o “dilema”: não sei como carregá-la. Já me ocorreu na carteira (arriscado), em uma pulseira (acharia estranho) ou corrente (idem). Fora esses lugares, não consegui pensar em algum outro que esteja sempre comigo, mas que não me cause estranhamento.

    Ideias?

    1. Ponha-o em um chaveiro disfarçado. Ache algum penduricalho que possa guardar dentro dele de forma que não se solte do chaveiro.

      1. A ideia de pulseira é legal tb. Pode se fazer uma pulseira personalizada com compartimento para a chave 2FA, que seja discreta e segura.

    2. Eu tenho bastante vontade de ter uma dessas.
      Mas uma já implica em ter duas, por questão de segurança hehehe.
      Por hora ficaria em torno de 500/600 reais, um tanto proibitivo nesse momento.
      Minha ideia seria deixar uma num lugar de difícil acesso (o mais próximo possível de um cofre) e outra num chaveiro (quem sabe, com a possibilidade de deixar junto uma airtag)

      Se usa smartwatch ou smartband deve ter alguma solução pra carregar junto.
      Outra alternativa seria colocar junto do celular, como aqueles “penduricalhos” que se usava há tempos para enfeitar o celular (não gosto dessa ideia).

      1. Em vez da segunda chave, você pode guardar os “códigos nucleares” nesse local próximo. O efeito é o mesmo, e não implica em ter duas chaves.

        Não uso nada no pulso, nem relógio, mas é uma ideia a ser considerada. Já o penduricalho, sem chance, haha!

      2. Gosto da ideia da smarttag.

        Para mim o melhor é esconder de forma obvia mesmo. Deixa junto com tuas chaves de casa, que vai dar a impressão que é só mais uma delas.

    3. +1 pra chaveiro. Só precisaria de algo pra proteger aqueles contatos do USB, não?

    4. Opa, Rodrigo!

      Eu tenho o hábito de usar com muia frequênca um cinto / pochete da Decathlon.

      No começo comprei pra levar o celular na hora da corrida, mas hoje acabo usando quando quero levar algo “escondido” ou que não quero perder, como uma chave ou algo assim. Uso por baixo da camiseta, na barriga/cintura.

      https://www.decathlon.com.br/cinto-para-celular-grande/p

      1. Eu tinha um destes aí genéricos que comprei no Brás. Não sabia que a Decathlon tinha um. Legal, bom saber.

    5. Na carteira você diz que é arriscado em que sentido? No caso de roubo?
      A meu ver, não haveria muuuuito problema, já que a ideia é que a YubiKey seja usada como segundo fator de autenticação né? Então o assaltante precisaria saber seu e-mail (ok, seria relativamente fácil, caso ele roube seu celular também) e sua senha daquele serviço, o que eu considero que já seria mais complicado.

      1. Roubo/furto, perda e por considerar a carteira um negócio não muito higiênico, devido ao dinheiro em espécie. Quase nunca uso, mas sempre carrego umas cédulas ali para emergências.

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