Post livre #272

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo à noite.

184 comentários

    1. Hahaha, obrigado pela lembrança! Pior que tem um monte de coisinhas que serão úteis, mas é um volume tão grande que periga não encontrá-las. Por exemplo (e algo que não sabia antes de ler essa matéria), “You can now manually adjust the time and data associated with a picture in Photos”. Isso já é possível no Fotos do macOS, apesar da interface ser ruim, e um recurso que uso direto para ajustar fotos antigas, que estou aos poucos organizando no iCloud.

      Este artigo desenvolve melhor a parte desgostosa do caminhão de anúncios da Apple. Além de fazer sistemas bons, parece que eles querem concorrer com os desenvolvedores de apps. Há um limite no tanto de coisas que você (empresa) consegue fazer bem, mesmo sendo a empresa mais valiosa do planeta.

  1. Hoje é dia dos namorados… 😥😥😥

    Quem ai já foi romântico online?

    1. eu já, já até cheguei a mandar uma declaração pra uma página nerd com nossa foto, heheh

    1. Boa! Vou passar para o cara que cuida do marketing da minha empresa.
      Valeu!

    2. Tinha visto a chamada, mas não li, mas depois dessa recomendação, lerei. O motivo pelo qual passei batido é que esses posts oficiais jamais revelam “o segredo” por uma questão talvez um tanto óbvia: o valor do algoritmo reside em sua opacidade. No momento em que uma técnica para burlá-lo é descoberta e disseminada, todo mundo passa a fazer aquilo e aí a técnica deixa de funcionar. Por essas e outras que abomino SEO e o equivalente para feed algorítmicos: essas técnicas colocam no topo resultados que, num campo nivelado (leia-se sem artimanhas para enganar o algoritmo), provavelmente não estariam lá.

  2. Pessoal, alguém lembra do Hover, um joguinho que acompanhava algumas versões do Windows 95? Ele servia meio que para demonstrar o novíssimo OpenGL. Nele, o jogador comandava um Hovercraft (daí o nome) vermelho que tinha por objetivo percorrer os labirintos (eram três) e capturar as bandeiras do time azul. Apesar de só haver 3 labirintos, a dificuldade ia aumentando com os níveis, já que com o passar deles, a quantidade de bandeiras e de hovers do outro time ia aumentando.

    Dia desses achei uma cópia perdida nos meus backups antigos e resolvi rememorar e até que é um bom passa tempo.

    Enfim, não sou muito de jogar e por isso a pergunta: Alguém conhece algum jogo mais moderno (ou menos velho) similar a esse?

    1. Tinha um que era de corrida, que eu me esqueci o nome, e inclusive dava pra jogar online. Foi o primeiro jogo que joguei via internet, nos idos de 1997/8

    2. Nossa, joguei mto esse, eu era bem ruim mas nos anos 90 a gente jogava com o q tinha. Tbm ia gostar de achar algo parecido

  3. Alguém sabe de um site para aluguel de filmes?

    Quero assistir Jojo Rabbit, mas só consta no TeleCine.
    Pra alugar, geralmente uso o YouTube Movies, mas este filme não está disponível no Brasil.
    Aproveito pra mencionar como tá difícil alugar filmes. A tendência é só streaming. Mas, não dá pra pagar todos (eu mesmo não pago nenhum) e as vezes a gente quer ver algum conteúdo específico.
    Valeu pessoal!

    1. Não rola assinar o Telecine por um mês? Tudo bem que é três vezes o valor de um aluguel, mas você tem 30 dias (em vez de 48 horas) para assistir ao filme e aproveitar o resto do catálogo (que é muito bom, acho que o melhor para filmes disponível no Brasil).

      1. Pois é, to pensando nisso. 37,90 é meio salgado pra mim, mas se eu me planejar, de repente até dá pra ver outros filmes.

        Eu já peguei o período gratuito e assisti dois filmes que curti muito: “Yesterday” e “Turma da Monica Laços”. Gostei do TeleCine

      1. Valeu Capitão!

        Mas dá pra acessar o Now sem ter assinatura de TV?

    2. Vai no canal do super 8 e pega a promoção de degustação grátis por um mês. Mas concordo com o Ghedin, Telecine para filmes é o melhor e maos variado, pena que não dá para repartir no Kotas.

    3. Telecine costuma ter com frequência promoção de degustação por 2 meses. Procure no hardmob promoções

  4. História que vou contar pros meus netos: Uma repórter do New York Times, Julie Creswell, entrou em contato comigo querendo fazer uma matéria sobre o ataque de ransomware que as filiais gringas da JBS sofreram esses dias. Segundo ela, queria saber o motivo das operações no Brasil não terem sido afetadas, também.

    FYI: Eu evito comentar aqui, mas fui auditor de sistemas e segurança por 3 anos na empresa. Por isso o motivo do contato.

    Recusei a entrevista por 2 motivos: 1 – Já saí da empresa, e 2 – O ataque aconteceu 2 dias depois que eu saí, então não tenho ideia do que a TI BR fez pra mitigar.

    1. Justo sua ética. O engraçado é pensar que ocorreu dois dias depois de sua saída. Provavelmente alguns devem ter sentido sua falta depois desta situação.

      Acho que não entro em áreas correlacionadas a segurança digital pois tenho muito o conceito de “ema com cabeça no buraco”. Além do mais, sou mais afeito a exagerar na reação contra quem faz algo do que se proteger em si.

      De qualquer forma é uma área admirável.

    1. Achei pesada a punição do Facebook, embora, encarando-a friamente, possa fazer sentido. Pelo que foi apurado até agora, a mLabs pedia os dados de login dos usuários para fazer o agendamento de stories no Instagram. Um agente malicioso poderia injetar conteúdo à revelia do cliente sem deixar rastros, não? Enfim, um pepino gigantesco que pode quebrar a empresa.

    1. tem coisa mais cringe do que esse Elon Musk? Não entendo o endeusamento desse cara. Será que também era assim na época daquele babaca do Henry Ford?

    2. Toda vez que falam desse sujeito, recordo me quando ele fez um dildo gigante para salvar os moleques presos na caverna.

  5. Sei que estamos todos de saco cheio de pandemia, covid, vacinação capenga e tudo o mais, no entanto, acho legal compartilhar o vídeo da última live do Átila: https://www.youtube.com/watch?v=U52azs_yGCI
    O bom é que tem bastante informação, é didático e vale super a pena olhar as outras lives do canal.

  6. Olá pessoal, queria um suporte da comunidade do Pihole. Já tem uns dois meses que instalei em um raspberry pi 4, ligado em um roteador Twibi da Intelbras via wifi. A conexão é boa e estável, e ele esta fornecendo o DNS do roteador para todos os dispositivos da rede. Mas tenho a forte impressão que ele está bloqueando muito pouco (?!). Menos de um 1% das queries estão sendo bloqueadas. A grande maioria delas é de um google home (eu sei), que fica checando o tempo todo a conexão. Mas mesmo assim acho muito discrepante esse numero. No Google Chrome quase nenhum anuncio é bloqueado, enquanto em outros navegadores (uso o Vivaldi no celular) funciona direito aparentemente. Pergunto, estou fazendo alguma coisa errada? Não tenho muita experiência com essas coisas e aprendi tudo olhando tutoriais mesmo.

    Aqui tem um print do dash board: https://ibb.co/k333Y0G
    E aqui o debug do pihole: https://tricorder.pi-hole.net/5zvnjr4lde

    1. Abri o meu aqui e, no momento, o percentual de queries bloqueadas está em 3%.

      Uma maneira simples de verificar se o Pi-Hole está funcionando é abrir o dashboard e ver se os seus dispositivos aparecem nas listas “Top Clients (blocked only)” e “Top Clients (total)”. Ou na tela Query Log, que lista as últimas queries e mostra o que está sendo bloqueado ou não.

      1. Então, checando aqui e só o IP do roteador (192.168.5.1) aparece. Será que tenho que mudar o DNS de todos os dispositivos?

        1. Você configurou o DHCP no Pi-Hole e tirou isso do roteador/modem da operadora? Talvez seja isso. Não vou poder ajudá-lo a desativar o DHCP do roteador, mas configurá-lo no Pi-Hole é de boa: entre nesta página http://[endereço IP]/admin/settings.php?tab=piholedhcp, marque a opção DHCP Server Enabled e preencha os campos.

          1. Não, o DHCP é do roteador, e o modem da Claro está em modo bridge. Mas não saberia dizer se consigo mudar essa configuração. As opções são bem limitadas no Twibi.

          2. O meu é da Vivo, um modelo “2-em-1” (modem e roteador Wi-Fi), e embora as opções sejam pouquíssimas, ele oferece a de desativar o servidor DHCP. É só desativar, não tem que fazer mais nada no modem; o resto é no painel de controle do Pi-Hole.

        1. Era esse o comportamento que eu esperaria aqui em casa. Acho que com o tempo vou ajustando.

    2. Na minha instalação aqui, o percentual de bloqueio é de 20% das queries.

      Pergunta meio boba, mas no seu roteador, nas configurações de DHCP, você especificou que o endereço de DNS a ser repassado aos clientes é o da Raspi e não o do próprio roteador?

        1. Lista padrão, mas fui incluindo, na blacklist, alguns domínios que eventualmente passavam batido. E tive que liberar outros (tipo o Quora) que eram bloqueados erroneamente.

          Mas acho que a quantidade de queries bloqueadas tem relação com o número de dispositivos conectados à rede. Não moro sozinho e, com os telefones, computadores e TVs conversando quase que o tempo todo com a internet, é normal uma taxa mais alta.

          1. Eu fiquei encafifado e me lembrei que recentemente minha namorada disse que anúncios estavam aparecendo no celular dela quando conectava à minha rede. Aí comecei a fuçar nas configurações do Pi-Hole aqui — algo estava errado.

            O que eu fiz: troquei os servidores DNS da Quad9 para não filtrados e sem DNSSEC, ativei o “Conditional Forwarding” (na esperança de identificar os dispositivos corretamente, em vez de exibir endereços IP), ativei o “Enable DHCPv4 rapid commit (fast address assignment)” e removi listas extras de bloqueio que haviam dobrado a quantidade de URLs bloqueadas.

            Isso foi há ~18 horas. No momento, o dashboard exibe uma taxa de bloqueio de 6,4%.

      1. Não sei responder. No roteador, a aba DCHP só permite configurar o range dos IPs que são distribuidos na rede.
        No Pi hole, a opção DHCP tá desmarcada.

        1. Bem, talvez o problema esteja aí: Se os clientes não são instruídos a direcionar ao PiHole as solicitações de resolução de DNS, ele não está sendo de fato usado. Se o roteador não te deixa especificar o endereço do servidor de DNS, uma possível opção seria desabilitar o servidor DHCP do roteador e habilitar o da RasPi.

          1. Pois é. Será que devo então colocar o roteador em bridge ou IP estático?
            O modem da Claro está em bridge só fornecendo a internet.

    3. Te respondendo aqui porque não não dá pra responder diretamente o seu último comentário: Procurei informações sobre esse seu roteador pra ver se conseguia te dar uma ajuda, mas não achei muita coisa. Não acho que o caminha seja alterar a forma com que o rádio está configurado. Teoricamente você precisa desabilitar o DHCP no roteador e habilitar no PiHole, mas fica complicado te falar o que fazer sem conhecer o seu equipamento. Se conseguir, posta uma (ou mais) captura de tela das configurações dele.

        1. Vou tentar ajudar:

          Que eu me lembre, o Deco da TP-Link, assim como o Twibi da Intelbras, não tem controle de DNS (posso estar equivocado). Ele ficaria em algum campo tipo “DNS” ou no campo “Servidor DHCP” (pois o DHCP é quem serve os endereços de rede e envia os endereços DNS junto).

          Se tiver o campo DNS para preencher manualmente (acabei de checar e tem sim), coloque o endereço do Pi-Hole, reinicie a rede e tente de novo. Se não tiver, teria que ou fazer o Pi-Hole ser o roteador “cabeça”, ou ao menos o servidor DHCP, tirando do Twibi a função referida.

          (Fico pensando se redirecionar portas também ajudaria, pois pode ser algum bloqueio de porta.)

          1. O meu Deco M4 da TP-Link realmente não tem opção para desabilitar o servidor DHCP, então para o Pi-Hole rodando no Raspberry funcionar aqui eu configurei manualmente o IP do DNS do Pi-Hole nos dispositivos, funcionou super bem. Atualmente está bloqueando 22% das propagandas nos dispositivos que configurei.

        2. Pelos screenshots não fica claro se você consegue editar o endereço de IP do DNS. Se conseguir, informe o IP da Raspberry Pi (lembrando que o IP dela tem que ser fixo. Não me lembro bem, mas acho que a instalação do PiHole cuida disso…).

          Se ele não te deixar editar, a saída é mesmo desabilitar o DHCP dele e habilitar esse recurso no PiHole, mas pelo que vi nas telas que você mandou, também fiquei na dúvida se esse roteador te permite desabilitar esse recurso.

          Dá uma olhada nesse vídeo que o Ligeiro linkou. Pode te ajudar.

          1. Puxei no manual, aparentemente dá sim para mudar o DNS. O ponto é saber se o roteador não está com bloqueio de porta.

          2. vi de novo o manual. O Servidor DHCP não tem como mexer infelizmente.

            Do manual – 5.11.Servidor DHCP | Você pode alterar o endereço IP do Twibi principal e as outras configurações de IP e servidor DHCP serão feitas automaticamente com base no endereço IP selecionado. Basta selecionar o endereço IP desejado e clicar em Salvar.

            Tem que ler o manual com calma (está linkado no meu outro comentário) para ver se poderia deixar o Twibi como ponto de acesso, e com isso o Pi-Hole viraria o roteador principal. Ou pegar algum outro roteador e transforma-lo em roteador cabeça (se possível com OpenWRT ou DDWRT).

          3. Gente, calma. Não estamos confundindo as coisas aqui? O DHCP só serve para atribuir IPs na rede interna, não tem nada a ver com servidores DNS… ou não?

            David, tente isto: nesta tela, selecione Endereço IP Estático. Presumo que ele gerará um endereço IP. Depois, abra esta página no Pi-Hole: http://[endereço IP]/admin/settings.php?tab=piholedhcp, ative a opção “DHCP server enabled”, e cole o IP do roteador no campo “Router (gateway) IP address”. Nos campos acima, coloque um intervalo que comporte o tanto de dispositivos que você tem (aqui, ficou de XXX.XXX.XX.2 a XXX.XXX.XX.251). Isso talvez resolva.

          4. @Ghedin, o ponto é saber se é possível desativar o DHCP do roteador Twibi, por isso a complicação.

          5. Então, o DNS ja esta com o IP do Pihole (192.168.5.227). Pelos meus testes está funcionando normalmente. Eu não consigo descobrir por qual furo do Pihole os dispositivos estão passando. Mas, obrigado pela força, vou continuar fuçando pra descobrir o que está acontecendo.

          6. @David (E demais) – salvo engano, dependendo do navegador (Chrome, inclusive), eles podem transpassar o DNS da rede e usar uma DNS que está no navegador. Checa isso.

    4. Aqui em casa esta na casa do 36% de bloqueio, isso que, o meu computador, que é o que mais consome, esta conectado a VPN, então não esta sendo contado nessa analise.

      Eu também tive um problema parecido, mas percebi que era pq, apesar do roteador usar o provedor de dns do pihole, isso só se aplica ao IPV4, não ao IPV6, e no meu roteador, ele estava oferecendo o provedor da cloudflare como IPV6 e para resolver isso, fui nas configurações do meu dispositivo e especifiquei o provedor de DNS que queria usar. Segundo, o navegador tb pode estar usando um provedor próprio, o que implicaria nessa falta de registro e para resolver isso, teria que ver algum tutorial sobre.

      1. A VPN já tem a própria lista de bloqueio, e como não consigo conectar ela no meu roteador (por limitações dele), então só meu PC fica ligado. Tenho instalado no celular, mas já que eu quase não uso, não vejo necessidade de habilitar.

        Já sobre o DHCP que estão comentando acima, eu acredito que não tem nada a ver, a questão maior é, todas as requisições tem que ser direcionadas ao pihole, e acredito que, o meu relato acima deve te dar um norte. Uma dica é, entrar em algum site que aponta qual o DNS que você esta usando (procura por algo : qual meu DNS) e ver se realmente esta apontando para a lista de DNS habilitados no PiHole.

        1. Tenho pihole em casa, em média uns 30 por cento de bloqueio tambem. mas nunca abri mão do ublock origin nos navegadores.

          mas tem um outro pulo do gato, alguns aparelhos fogem do pihole. eles têm o dns “hardcoded” no firmware pra justamente fugir dos bloqueios.

          tem alguns manuais por aí que ensinam a forçar todos os pedidos a passarem pelo pihole, mas eu achei nível mais alto pra mim. deixei como está.

          1. Sim, eu tb mantenho alguns plugins, como o ublock. Sobre as configurações, como comentei, eu tive que modificar o servidor de dns em alguns dispositivos para apontar ao pihole pois, estavam fugindo, como você comentou, do dns fornecido pelo roteador.

    5. Corretamente dizendo, você deveria ter um dispositivo com 2 placas de rede (1 placa sai o cabo que vai até o modem, 1 placa sai o cabo que alimenta sua rede).
      Dessa forma, você obriga todo o tráfego a passar por um controle de tráfego, e portanto, o bloqueio de anúncios,etc é muito mais efetivo.

        1. Adorei o script! Parabéns!
          Eu fiz um script maroto aqui para agendamento de vacinas na minha terra. Consegui pra todo mundo que eu queria…kkk
          Alguém tem mais sugestões de scripts, pro Autohotkey?

          1. Que legal! Obrigado! Eu tenho alguns que adaptei ou criei, todos relacionados a texto, que vou publicar nesse site. Por exemplo: contagem de caracteres; atalho para colocação de títulos no formato correto (deve ser “O Crime do Padre Amaro” e não “O Crime Do Padre Amaro”, como se consegue com shift+f3); palavras que não devem ocorrer juntas (se tenho “por exemplo” não devo ter “etc”, “há” não deve vir com “atrás”- para evitar tautologia), se as escrevo abre um pop-up amarelo aqui avisando; verificação rápida das regras de hífen em prefixos e da regência de alguns verbos mais comuns; glossário para ajudar na pós-edição de texto traduzido por tradução automática (como os erros da máquina são recorrentes, ao contrário dos humanos que erram de formas diferentes, facilita um pouco).

  7. Comentários vários em um:

    – no momento que escrevo, estou no meio de uma viagem, agora aguardando baldeação em Curitiba. Notei que aumentou o numero de empresas “regulares” que criaram ou se associaram com aplicativos para justamente combater as empresas de aplicativos de onibus. ClickBus, WeMobi, entre outros, com passagens pela metade (ou ate 2/3) do valor de guichê.

    – Em Florianópolis vi um wifi escrito “Lula Livre”.

    – ow Ghedin, lá no twitter tu falou sobre a comparação da qualidade da câmera em relação ao celular, fiquei pensando: não compensa tu brincar um pouco com a camera para descobrir algum padrao que possa servir até de identidade visual? Usar filtros, mudar configs..

    Chegou meu ônibus! Licença!

    1. O ônibus chegou mesmo na hora que você escrevia ou foi brincadeira?

      Pergunto porque acho muito legal essas coincidências.

      1. Sim, estava esperando o ônibus das 23h59 para SP. Chegou umas 23h40 aprox. Estava escrevendo o comentário enquanto esperava. Se eu estivesse no twitter, ia mandar videos e fotos da viagem.

      1. Eu ia na verdade fazer um comentário perguntando “Qual nome de Rede Wi-Fi que já viram e ficaram encafifados com aquilo?” Tipo “rede com vírus”(um dos mais comuns), “não funciona”, “1 real a hora”, etc…

        1. Cara, em São Paulo no meu prédio tinha uma rede chamada Auschwitz.
          Sim, não leram errado.
          Toda vez que eu abria a configuração Wi-Fi eu passava mal de raiva. Ainda passo só de lembrar.
          Enfim, Brasil.

          1. Tem horas que acho que tivemos um problema nos anos 2000-2019 em relação a educação sobre humor, gerando deste esta piada estúpida que tu falou até o Ganilo Dentili.

          2. Então, Pedro. Eu queria estudar mais a fundo sobre o humor (e a comédia e tudo relacionado) – só que sou preguiçoso para isso.

            Tenho a sensação que se nós como população entendesse sobre o humor, saberíamos os limites dele ou como usa-lo para evitar de fazer um mal a outro. A pessoa que colocou o péssimo nome de rede o fez “pensando no humor”, pois para ele, rir do mal alheio é o que o alimenta.

        2. A de um amigo se chama “pergunta de novo” e a de outro é a senha kkkkk

          1. Não acredito que seja humor, pelo contrário. Considerando o país que temos atualmente.
            E esse é o problema.

          2. @Pedro, calma jovem, acredito eu que colocar o nome ou a senha como “pergunta de novo” não ofende ninguém, ao menos não quem iria frequentar a minha casa e se ofender, precisa sair dela e procurar um pouco de humor antes de voltar.

          3. A resposta foi para mim, acho que ele errou na hora de responder.

            De qualquer forma, o que eu tava falando sobre humor não é bem piada de tio do pavê (se bem que hoje para mim até isso perdeu a graça pois estamos sendo governados por um) e nomes de rede bobinhos, mas sim as “piadas” com “Auschwitz”. Falo “piadas” porque tem gente que se escora neste argumento para usar este tipo de atitude estúpida.

            Vou deixar esta discussão para um futuro PL.

  8. Ghedin, reparou que o Fotos (iOS) ocupa um espaço meio que absurdo da memória do telefone? No meu, 10 mil arquivos (80% capturas de tela), ocupam absurdos 43GB (ou não, afinal não tenho ainda a mesma liberdade em manipular arquivos que tinha no Android, e tenho dificuldades para verificar o tamanho de cada arquivo para ter uma noção). Sou novato no iOS, talvez isso também explique o susto. Talvez.

    1. Você assina o iCloud? Eu tenho uns 70 GB de ~15 mil fotos e vídeos, mas no iPhone esses arquivos só ocupam 3 GB. O resto fica na nuvem e, caso eu abra uma foto que não está no celular, ela é baixada na hora. Também faço isso no computador e funciona muito bem.

    2. O que sei é que as capturas de tela no iOS são salvas como PNG, então come um espaço maior mesmo. Geralmente cada uma tem mais de 1 Mb. Mas em cima disso também percebo que ele tem um certo problema pra liberar espaço depois de apagado, às vezes so aparece como livre depois que o sistema reinicia.

  9. Gostaria de usar este espaço para agradecer ao Guilherme e à equipe do Tecnocracia por me dar uma motivação para lavar a louça a cada 15 dias

      1. Culpa do Guilherme, se o Tecnocracia fosse diário eu lavava todo dia… Mas falando sério, sou meio órfão de podcasts realmente bons, se tiverem recomendações, aceito. (Qualquer gênero exceto “papo de bar” hehe)

        1. Se gostar de basquete, recomendo fortemente o Bola Presa. E se gostar de música (rock e pop, mais exatamente), o Discoteca Básica.

        2. o Darknet diaries é bem interessante. Também recomendo o repertório (programa de entrevistas do xadrez verbal) e o modus operandi. E o rpguaxa costuma ter uns episódios interessantes.

  10. começou a valer o ajuste de qualidade de áudio no apple music: https://imgur.com/a/2VQJz7S

    mudei para a qualidade intermediária (ALAC), já que a máxima demanda equipamentos especiais, até onde entendi

    meu ouvido é péssimo então não notei qualquer diferença significativa do ALAC para o AAC

    minha dúvida é: numa situação perfeita (bons fones com bons DACs, etc) me trariam realmente uma experiência de áudio muito melhor?

    1. Ontem eu tava ouvindo algumas músicas e tentei fazer um comparativo entre AM e YouTube, buscando perceber essa diferença. Meus fones são os JBL Duet NC, e as especificações não são as melhores do seguimento, mas pra básicas também não serve. Penso que percebi uma certa diferença, mas não sei até que ponto isso é coisa da minha cabeça querendo dizer pra mim mesmo “nossa, como melhorou”.
      Procura por Mindtheheadphone no YouTube. Se ele não falou sobre isso ainda, deve fazer em breve.

      Aproveitando, vi aqui o link e gostaria de saber: Imgur é usado pra armazenamento de imagens, tendo as imagens privadas, ou é tipo um mural público onde todos veem tudo?

      1. O Imgur despontou como um lugar fácil e conveniente para hospedar imagens usadas em fóruns, em especial o Reddit. Ficou super popular, aí criaram uma espécie de rede social em torno do envio de fotos — e pioraram o serviço original no processo. Era super rápido de abrir, agora é uma monstruosidade que leva vários segundos para carregar e não exibe facilmente links diretos para as imagens…

        1. Obrigado, Ghedin! Estava esperançoso que seria uma alternativa ao Google Fotos após o fim de armazenamento ilimitado.
          Penso em migrar para o iCloud que oferece os 200GB no Apple One, porém vejo muita gente reclamar dele, que tem algum problema com a exclusão de fotos. Alguém por aqui usa iCloud para esse fim?

          1. Eu uso o iCloud e nunca tive problema. Aliás, também vivo pesquisando alternativas ao iCloud Fotos/Google Fotos (ruim não ter alternativas) e também ainda não a encontrei…

    2. @Ghedin
      Dei uma pesquisada, e vi que o “problema” do iCloud Fotos é na verdade um mal entendido meu. Ele funciona como o Google Fotos, espelhando a “galeria” dos dispositivos Android. Apagando dali, apaga também da nuvem.
      A maneira de tirar do rolo da câmera do iOS seria salvar esses arquivos numa pasta do iCloud Drive. Lá estariam seguras da exclusão do Fotos, porém sem os recursos de pesquisa inteligente (acho). Talvez no próximo iOS onde o Spotlight ficará mais esperto a busca fique tão eficiente quanto é hoje no Google Fotos, mesmo para os arquivos dentro de pastas.
      Em tempo, hoje cedo fiz um teste da ferramenta Takeout do Google, num ensaio do que seria migrar todas as imagens para o iCloud. Resultado é que ele me envia um link com 33 botões de download, separando assim as quase 40k fotos que tenho lá em milhares de pastas que não fazem o menor sentido, com arquivos .json acompanhando cada imagem. Acho que é p/ usuário desistir da ideia mesmo.
      Enfim, ou eu permaneço onde estou e pago mais por isso, ou começo daqui em diante no iCloud, tendo então duas nuvens. Como diz a menina do meme, “empolgante”!

      1. Ah, mas aí a gente tem que debater a definição de “problema”. O iCloud, em essência, não é uma solução de backup, é de armazenamento na nuvem e sincronia entre sistemas. Então, sim, ao apagar uma foto no iPhone, é esperado que a exclusão se reflita na nuvem e em outros dispositivos.

        A gente ainda se apega muito ao paradigma de pastas e arquivos. Tente esquecê-lo por um minuto. O iCloud Fotos trata fotos como… fotos, e funciona incrivelmente bem se você deixar de lado o paradigma de pastas e arquivos. (Até porque as fotos do iPhone podem não ser necessariamente um arquivo; se você exporta uma live photo, por exemplo, acaba com dois arquivos, um da foto e outro do vídeo.)

        É meio desconfortável confiar as fotos e vídeos ao iCloud, por isso é bom ter um backup (um backup de verdade) em outro lugar. Uma maneira descomplicada de baixar todas é pela interface web do iCloud.

        1. Pois é, o problema na verdade era que até então eu não entendia muito bem a proposta do iCloud. Agora entendido, o desafio é encontrar esse lugar pra ter o backup do backup.
          Se o dólar estivesse mais amigável, iria nos 2TB do Dropbox sem pensar duas vezes.

          1. Já pensou em usar o OneDrive para esse backup? O preço é mais interessante que o do Dropbox e no Google Takeout tem a opção de envio do arquivo gerado por eles direto para o OneDrive, o que eliminaria o download de 33 arquivos.

          2. @Gabriel Peres
            Boa! Vou verificar se o OneDrive permite um download direto, assim seria mais simples trazer pra um HD externo, conforme a dica do @Ghedin.
            Tenho um HD no notebook que posso considerar substituir por um SSD, e então usar p/ backup.
            Obrigado pelas dicas pessoal!

  11. Olá Galerinha dos comentários, como cês tão? Espero que tudo ok :)

    Seguinte: Tou buscando aprender sobre investimentos/mercado financeiro e preciso de dicas de materiais sobre o assunto, seja livro, canal no YouTube, blog/site, podcast, etc. Alguém aí tem algo pra me recomendar?

    1. Um bom ponto de contato inicial são as apostilas de sites de finanças pessoais, como a do Valor Investe. São bem didáticas e menos deslumbradas e/ou desonestas que a maioria dos youtubers/influenciadores de finanças.

    2. Recomendo os livros da Suno – https://www.suno.com.br/ebooks/ é uma casa de investimentos porém trabalham em uma linha de investimento a longo prazo e não prometem lucros mirabolantes, os livros gratuitos são muito bons e permitem você adquirir o conhecimento inicial para investir em Ações, FIIs etc..

      1. Por uma indicação eu conhecia a Suno e achei realmente interessantes os livros que vi. O que não gostei muito foi o tanto te spam que enviam depois de eu ter baixado o primeiro livro: 45 e-mails em menos de um mês (usei o Firefox Relay no cadastro).

  12. Alguém tem o LineageOS puro instalado em seu celular? Puro mesmo, sem microG, openGapps… Queria partir para isso, mas creio que muito aplicativo não irá funcionar, como o Strava e aplicativos de banco. Não sei nem se o WhatsApp irá (preciso dele) com todos os recursos.
    E aproveitando, como é o uso do microG? Funciona direitinho? Qual a experiência que vocês tiveram?

    1. Queria fazer isso futuramente. Meu Asus max pro m1 tem um excelente suporte da comunidade.

    2. Sem gapps ou microg qualquer aplicativo que utilize o maps do google tipo Uber já não vai funcionar. Desisti dessa empreitada por isso.

      1. Não uso uber e afins… na verdade meu uso de aplicativos é bem pouco. Tenho instalado o aplicativo do Banco do Brasil, Fastmail, Firefox, banco Inter, Lockwise, Nubank, Pocket, Simplenote, Spotify, Strava e WhatsApp.

        O do Strava não é realmente necessário, pois, uso o meu Garmin Edge 520 para gravar minhas atividades.
        O Simplenote eu estou repensando. Tem um bloco de notas bem bom embutido no Fastmail, acho que vou trocá-lo. Ainda não decidi.

        O resto é realmente necessário.

        E para mapas, existe o OsmAnd. Nunca o usei e não sei a dependência dele para com os serviços da Play Store.

        1. OsmAnd é opensource e fornecido pelo F-Droid. Não precisa do G-Apps, salvo engano.

          1. hmmm… obrigado pela dica!

            Eu ia atrás disso mais tarde, mas já que tu falou, agradeço a ajuda! =D

        2. Eu até estou pensando em ter um segundo aparelho, mas esse seria mais como uma carteira digital, onde posso instalar os apps de banco, pagamentos, cartões (que nem o PagPhone), e libero espaço para o meu celular principal.

        3. se pretende usar o OsmAnd pra numeração, nem vale a pena, pq ele não puxa (pelo menos nas vezes que instalei)

          1. Para “numeração” que tu falas é os números das casa nas ruas?

          1. Ah, mas nunca levei a sério o do Maps, do Google, então acho que não faz diferença para mim.

        4. Eu acho que já usei o LineageOS com whatsapp sem o microG ou o opengapps. Instalei pelo Aurora Store. Quando a aplicativos de banco, o do banco do brasil parece ser o menos exigente quanto ao SO do celular. E muita coisa dá pra fazer com os apps que se ligam ao nextcloud se você tiver uma instância ou puder montar uma.

    3. Tenho o Lineage puro instalado em um MotoG1 que está parado. Instalei o F-Droid, o que ajuda para alguns apps. Não testei, mas sei que funciona o Telegram só. Whats, creio que só com o micro G/OpenGApps.

      Até penso em instalar no meu MotoG3, mas temo pq uso o Caixa Tem, e não sei se ja foi testado o mesmo no Lineage.

      1. Ligeiro, você tem links para eu instalar a Lineage num Moto G1 também? Se tiver um tutorial também ajudaria muito, tentei instalar vendo uns vídeos no YouTube mas não deu certo :/

          1. Pô valeu mesmo, Ligeiro. Tu tem o link pra uma custom recovery? O twrp que baixei não tá funcionando :/

    4. Diego,

      Passei por essa experiencia em 2017.

      Muitos apps como uber, Ifood e tal bugam pela falta do gmaps.
      Mas era impressionante a duração da bateria cara, 3-4 dias de bateria.

      É um tradeoff que eu vejo que não compensa pelo trabalho que dava.

      Se for um smartphone secundário, pra usar apps de mensagem e midia, dai eu acho válido.

      1. Pois é, André. Seria para o meu aparelho “primário”, mesmo.

        Como disse acima, não faço uso desse tipo de aplicativo. Tu usava com o microG ou o LineageOS vanilla?

    5. tenho muita vontade de fazer isso, cheguei a pesquisar muito durante um tempo, mas é bem improvável sem o microG, então um dia pretendo fazer isso, colocar ao menos ele, aí já deve dar uma boa privacidade.

      1. Estou me coçando para fazer. Quando fizer, faço um resumo e aviso aqui.

    6. Eu instalei o LineageOS (não official) em um note 8 com o microG, e ele se tornou outro celular, muito melhor, então, se estiver na dúvida entre se manter na StockROM ou ir para o lineage+microg, eu iria sem pensar na combinação lineage+microg (um adendo, isso se tiver lineage oficial estável ou se for um celular secundário igual o meu, manter em sistema beta ou não oficial é um risco pelo qual eu evitaria se fosse o meu celular principal).

      Agora, sem microg eu acho complicado, principalmente pela sua descrição de aplicativos necessários. Infelizmente muitos apps dependem de APIs disponibilizadas pelo Google, o que implica necessariamente no microg e suas variantes.

      1. Cara, então. É um Moto X4. O suporte à ele pela comunidade do LineageOS é bem bom, pelo que dizem. Vou ver se no próximo final de semana coloco a mão na massa e coloco o LOS+microG.

  13. Arrisco comprar uma bateria pro meu notebook que só encontrei no AliExpress? No Brasil não tem em nenhum lugar (a não ser que eu entre com um pedido pela marca, mas o preço é absurdamente caro). O medo de dar ruim é maior :/

    1. Se o note vale o esforço, sim. Só precisa ver se o vendedor é ok mesmo e se a bateria é boa. Com sorte nem dá taxa.

      1. Complementando: se o note:
        – é recente (+ 10 anos ou qq série Core i?)
        – se está em bom estado
        – se o custo da bateria não supera o de comprar outro note.

    2. e o valor do frete compensa? por que depois daquela treta de galaxy note explodindo o transporte de baterias ficou muito mais rígido e caro.

      1. Respondendo todo mundo:

        – Pelo o que fiquei vendo na loja, ela é confiável (se chama SupStone). Vi comentários em vários produtos e todos falaram que funcionou certinho.

        – O notebook é relativamente recente, é um Lenovo 330s que foi substituído pelo agora bastante popular s145. É um i5 de 8ª geração, com 12GB de RAM com um SSD. É bastante competente pro meu uso, só a bateria que morreu fazendo que ele só funcione ligado na tomada.

        – O frete está dando 100 reais. O valor total do produto fica na média do que já vi preços de baterias de outros modelos e por volta de 1/5 do valor que a Lenovo passou para trocar a bateria.

        1. Então abraça!

          (Estranho uma empresa chamada SupStone. Depois da moda do uso da marca Sup!, acho estranho qualquer coisa que tenha sup no meio.)

        2. Tá valendo!
          Costuma usar muito fora da tomada? Temos um 320 aqui e a bateria ainda funciona um tempão.

          1. Se eu tirar ele da tomada, tenho menos de 10 segundos pra achar uma tomada ou ele morre haha
            Ele tá ligado eternamente ligado na tomada, depois dos sustos que passei com ele por conta da bateria. Já passou uns dois dias sem dar sinal de vida algum, até votlar como se nada tivesse acontecido.

        3. Mas você tem o costume de usar muito na bateria? Aqui a gente sempre usa plugado. O meu ainda aguenta uns 30min mesmo com 8 anos de uso.

          1. Antes de começar a dar problema, era um uso normal. Só ligando quando precisava e tal. Agora tem que ficar ligado direto.

  14. Estou terminando de programar, espero, minha nova lojinha virtual. Feita no braço e só com php e sqlite. Nem sou programador, só sei juntar os códigos, mas estou satisfeito com o resultado porque o que mais me interessa é ter um site simples e leve em que eu consiga controlar de verdade a base de dados de produtos.
    Estou querendo compartilhar o código no github. Se eu fizer isso minha loja vai correr mais perigo? Tipo, os hackers vão ver lá o ícone do github, o código, e pensar: “deixa o cara, ele tá se esforçando” ou vão é ter menos trabalho pra detonar o pequeno comerciante? Existe algum benefício real em mostrar o que está por baixo do capô?

    1. Não sou programador, mas vejo isso como uma faca de dois gumes. Sim, pode ser que alguém encontre uma falha no código e a explore, mas também pode ser que seu código encontre outros programadores que curtam o trabalho e queiram contribuir para fechar aquelas mesmas falhas.

      (E nada garante que seu site não será atacado só porque o código não está exposto.)

    2. Se este é seu primeiro projeto, eu diria: espere um pouco. Digo porque demanda um tempo até construirmos códigos sólidos. Ainda mais se não usou nenhum framework como base (não ficou claro no seu relato). Frameworks já tratam de vulnerabilidades comuns – ou então você precisa se preocupar com todos “do zero”.

      Por outro lado, às vezes achamos que somos muito importantes, mas será que vais despertar tanta atenção assim? (espero que sim, sucesso!)

      1. Eu me baseei um pouco no código do meu blog que fiz um tempo atrás, nele eu pesquisei bastante para evitar brechas: https://github.com/robertostrabelli/notscape-composer

        Até tentei o tal Laravel, mas fiquei perdido porque sou bem iniciante mesmo e não tive paciência para tentar descobrir como se usa. Sou tão principiante que fui trocar o Atom pelo VS code e fiquei perdido por causa do tema de cores! Ainda bem que achei o mesmo tema senão minha carreira de programador teria tido um fim prematuro :D

        Meu medo é que usem meu site como ponte para outras tretas.

    3. Cara, como já disseram, é uma faca de dois gumes. Eu concordo com o que o Rafael Goulart escreveu, espere um pouco mais para liberar o código. Até pegarmos a prática e começarmos a escrever código realmente bons e sólidos demora um tempo. Pratique e vá aprimorando, ou compartilhe apenas com pessoas que tu confia para que elas possam te dar dicas e usar ele também. Assim, quando o projeto já estiver com um pouco mais de corpo, libere. ;)

    4. Ah, e coloque o endereço do site aí para a gente ver!

      Queria que o site da minha marcenaria também fosse feito assim, mas na época não deu e acabei cedendo para plataformas já prontas (Nuvemshop que usa serviços da Amazon… =/ ).
      Enfim. Parabéns, pelo trabalho! =D

  15. Viram que o Vivaldi agora tá com leitor de feeds, cliente de e-mail e calendário sincronizado com outros serviços? Lançou ontem

    1. me parece legal, ate entrei no site e gostei bastante do visual e de como ele se apresenta, uso o opera gx mais por causa das funcionalidades e queria começar a usar um browser mais focado em privacidade e tals (só pesquiso pelo duckduck), o vivaldi é bom nesse e nos outros aspectos ? ou tem algum que se destaque mais ?

      1. O vivaldi tem foco em privacidade né. Dos navegadores mais mainstream (Chrome, Edge, Firefox, Opera e Vivaldi), talvez seja o que tenha maior foco em privacidade, sempre buscando usar como padrão serviços que não sejam intrusivos. Mas como é todo customizavel, nada impede que você coloque o serviço que queira.

  16. graduação praticamente finalizada, só falta a nota do tcc, e semestre que vem farei um tecnólogo e em 6 meses estarei formado de novo, pois com minha graduação consigo cortar praticamente todas as matérias existentes nesse segundo curso.

    aí a pergunta é: quando se formaram, procuraram logo uma pós pra fazer? descansaram um tempo? decidiram parar de estudar formalmente?

    eu estou com alguns pensamentos e queria a opinião de vcs, pq depois dessa segunda graduação não sei se colo em uma pós, ou foco no inglês (que sei praticamente zero), se uso o tempo livre para estudar mais sobre python, excel e power BI (o primeiro mais pra automatizar minha vida, os dois últimos mais pra área que pretendo atuar), eu sei que dá pra fazer tudo junto, mas o aprendizado fica parco, e tirando um curso da equação me sobra bastante tempo e cabeça.

    1. Eu dei um hiato de um ano pra fazer a pós. Pois quando comecei a trabalhar tive que dispender um certo tempo em aprender em caso mais sobre a atividade que estava realizando.

    2. Inglês e os conhecimentos pra área que vc quer atuar, sem nenhuma dúvida

      1. Concordo com o fred, inglês e conhecimentos da área. E quando for fazer a pós pesquisa bem antes de escolher uma. Eu fiz uma que nada agregou e me arrependo de ter perdido esse tempo.

    3. Eu decidi emendar pós logo em seguida, mas é porque eu queria fazer um mestrado. Se tiver interesse em algo mais acadêmico, que talvez exija mais dedicação e perda de rendimentos, é bom considerar algo emendado porque as circunstâncias podem dificultar no futuro.

      Suponho que depende da dinâmica do seu mercado também, TI não precisa fazer uma logo depois, mas é bom fazer por toda essa dinâmica de “estar atualizado” e tals. Eu pessoalmente, acho meio zoada essa dinâmica de fazer pós por obrigação, mas é outra discussão haha

      1. mas pra fazer mestrado não precisa de pós, e sim, penso em fazer um mestrado, mas só pra frente, no momento não tenho interesse.

        e eu estou me formando em ciências contábeis e farei gestão financeira, como pretendo trabalhar com gestão, pós é interessante pra área que pretendo atuar, mas também preciso ter um melhor conhecimento nos softwares que comentei no post (além do inglês), rs

        1. mas pra fazer mestrado não precisa de pós, e sim, penso em fazer um mestrado, mas só pra frente, no momento não tenho interesse.

          Eu fiz mestrado logo depois da graduação, tecnicamente mestrado é pós-graduação, só é “Stricto sensu” enquanto um MBA seria “Lato sensu”.

          Ai estou dizendo que fazer mestrado mais tarde tende a ser muito mais complicado, porque pode ser necessário dedicação exclusiva por exemplo. Quando se é mais jovem, normalmente se tem menos obrigações, então é melhor fazer antes de ter apartamento/casamento/filho/etc.

          Estou falando de computação, em que é bem raro alguém fazer mestrado depois, não sei como é contabilidade.

          Em relação a algo como MBA, acho que não faz mal esperar, diria que até agrega mais fazer quando se tem um pouco mais de experiência de mercado. Idealmente um MBA é para pessoas trocarem experiências, o que se torna mais valioso quando se tem mais tempo de carreira.

    4. Vi mais abaixo que é da Contábeis. Nesse caso um MBA pode ser vantajoso em relação ao mestrado pois não precisa passar por toda a seleção do mestrado, mas o mestrado no futuro fica mais difícil justamente por isso, a seleção é osso e você perdeu o contato com os profs do curso.

      Eu acho que o mestrado logo após a graduação é o ideal a quem tem interesse em mestrado, seja acadêmico ou profissional. O mestrado em Contábeis também leva em conta o teste da ANPAD?

      A segunda graduação seria em que? Será realmente necessária, mesmo que cursando apenas 6 meses?

      E o inglês dá pra ir fazendo paralelamente, acho.

      1. nunca cheguei de fato a procurar sobre o mestrado em contábeis, então não saberia te dizer se eles levam em conta o teste ad ANPAD.

        e a graduação seria em gestão financeira, creio que seja bom, pois vão ver que estou focando na área de gestão

        1. Olha, desculpa ser o chato, mas eu acho um desperdício, nesse caso que você já tem um bacharelado, fazer um tecnólogo numa área tão afim. Não vai te agregar titulação, vai ter um estresse, mesmo que básico, pra fazer um TCC. Nesse caso pra demonstrar teu foco nessa área e agregar conhecimentos correlatos, eu partiria pra um MBA em Gestão Financeira mesmo, que aí sim te agrega uma titulação. O problema do MBA é achar uma instituição boa, porque fazer em qualquer bodega também não compensa.

          É claro que é minha opinião, não tenho todo o contexto da tua vida, mas como pediu conselho agora aguenta hahaha. Brincadeiras à parte. Se já tá com o segundo curso engatilhado e decidido mesmo, minha sugestão é aproveitar ao máximo essas disciplinas novas.

          Não sei se é a sua área, mas como comentou em gestão financeira, se tiver interesse nos certificados da Ambima ou outros do mercado financeiro, também dá pra já ir pensando.

          Agora que vi que não contei da minha situação específica. Me graduei em História, assim que me formei comecei a estudar para concursos públicos, da área e fora da área, dei aula alguns anos e passei em um cargo de nível médio em um instituto de previdência estadual. Depois até fiz um MBA em Regimes Próprios de Previdência, já estando no cargo, mais pra agregar conhecimento do que salário, pois no nosso caso sendo cargo de nível médio não ganhamos adicional por titulação.

          1. obrigado pelas dicas, hehe

            e tecnólogo não faz TCC, por isso estou cogitando muito fazer, rs, pra mim é como fosse só mais um semestre, rs

            e creio ter me expressado mal, pois não tenho interesse em trabalhar em mercado financeiro (já tinha pesquisado sobre a ANBIMA antes e CPA não é minha área rs), cogito trabalhar com parte contábil junto a gestão financeira, tal qual patrimônio das empresas, fluxo de caixa, consultoria e não com aplicações financeiras diretamente.

  17. First!
    Ninguém mais posta isso né?
    Enfim, estou num dilema das redes, já que não tenho rede social há algum tempo mas acabo sentindo falta da interação fácil com alguns amigos e conhecidos e de ter um lugar para compartilhar coisas interessantes. Porém não gosto dessa lógica de tudo pelo engajamento toda e laudo aquilo o modelo de negócios impõem aos usuários. Vocês já tiveram esse tipo de dilema? É possível estar nas redes sociais sem cair nas armadilhas viciantes e discussões que não levam a lugar algum?

    1. Eu estou no Twitter ainda, mas poucos amigos e zero parentes usam/me seguem lá. O que funciona para mim é usar grupos em aplicativos de mensagens, como Signal e Telegram, e um blog — é, sim, meio retrógrado, mas se você não colocar um contador de visitas, toda a pressão por “engajamento” desaparece.

      1. Eu estou sem nenhuma rede social (exceto reddit e youtube) desde 2016.

        Cara tem algumas coisas que fazem falta, principalmente por eu ser um homem solteiro, tipo o tinder funciona perfeitamente, mas as vezes a gente só quer mandar um oilar sumida de forma tranquila né.. sem ser uma mensagem direta no whatsapp.

        Com os amigos, eu mantenho a conversa normal, sou inscrito no newsletter do garimpo, então boa parte dos memes chegam em mim.

        Para mim, não existe a opção de voltar a ter rede social, e os motivos são simples: Eu tinha muito FOMO, e me fazia bem mal no meu dia a dia esse uso. Segundo eu voltei a ler e jogar games singleplayer nesse tempo (meio cliche, mas ja foram 58 livros e vários games). Eu acabava passando algumas horas dando scroll, o que eu não tenho nada contra ver besteira por horas, mas quando eu olhava a hora eu não me sentia bem. Ponto válido, há anos eu não sinto tédio.

        Uma resposta muito particular, e que provavelmente não te ajudou. Mas de dica, fica o newsletter do garimpo, com os memes do dia, pra vc se interar do que a galera das xoxo midia tão falando.

      2. Mas no seu caso tu está no Twitter muito mais pelo MDU do que por um perfil pessoal, ou não?

        1. Sim e não. Eu uso mais por causa do perfil do site, mas também uso meu perfil pessoal para ler o que algumas pessoas publicam. O que eu fiz, para escapar das armadilhas do Twitter, foi criar uma lista reduzida, de pessoas que eu sigo “não polêmicas”, e acessar a rede só por aplicativos de terceiros. Expliquei esse sistema nesta matéria.

          1. Listas não funcionam para mim. Já tentei usar várias vezes mas sempre acabo me concentrando só em uma, e deixando as outras de lado.

    2. Grande parte do meu contato com o meu círculo social é oriundo de grupos no whatsapp e conversas em partidas de Call of Duty, basicamente. Redes sociais não são coisas tão importantes nos meus círculos de amizades, então não tenho tantos problemas por não usar tanto nenhuma rede.

      Não sei se essa dinâmica funcionaria em um grupo social mais dependente das redes do tio Zucks e imagino que essa moderação tenha que ser feita por você. Vejo a minha namorada, por exemplo, que possui grupos no Instagram e os amigos mandam uns para os outros posts e comentam sobre essas coisas, então vejo que, no universo dela, por exemplo, esse contato sem rede sociais seria mais difícil.

    3. Eu saí do Facebook, mais porque a minha impressão é que o Facebook virou lar dos boomers. Estou só no Instagram, logo, não foi por questões de privacidade etc. No instagram a interação que mais faço são nos stories de amigos mesmo, acaba puxando uma conversa com alguém que não falava há um tempo e até rola uns flertes.

      E no twitter eu mais leio e entro em tretas hahaha, mas não posto muito no meu perfil mesmo.

    4. Se for pra compartilhar conteúdo fácil entre vc e seus amigos os mensageiros instantâneos dão conta. Não?
      Eu vejo as pessoas perto de mim que usam redes como o facebook e instragram e por mais que alguns posts sejam interessantes e de amigos próximos eles não passam nem 10 segundos no post. Se a legenda da foto tiver mais que dois parágrafos ninguém lê …
      Eu acho que a possiblidade de interação nessas redes é mínima, aqui, nas outras respostas do seu comentário foram-lhe dadas muitas outras melhores formas de ter interação.
      Uma outra sugestão que dou é a simpatia quando anda na rua, quando vai a um comércio e é atendido (puxe uma conversa, se der), ligar para algum amigo …

      1. >Eu vejo as pessoas perto de mim que usam redes como o facebook e instragram e por mais que alguns posts sejam interessantes e de amigos próximos eles não passam nem 10 segundos no post.

        É verdade, e é muito fácil perder uma tarde assim e não saber para onde foi o tempo. Eu abandonei de vez, só uso Whatsapp e Telegram.

    5. Só tenho o facebook para usa-lo como classificado. Twitter meu ta bloqueado (e penso em ir pessoalmente na sede pedir para desbloquear.)

      Fora isso, estou fora de outras redes sociais…

    6. Acho que consegui, após anos de treino, encontrar uma boa rotina de twitter. Sigo umas 60/70 pessoas, entre amigos pessoais, amigos antigos da internet e uns poucos perfis PJ. E nisso uso o microblog quase como um velho MSN pra ficar recebendo/enviando memes e notícias com essa turma.

      (Porém criei duas ou três listas temáticas lá no twitter, uma de política, uma de esportes, outra de séries e música, e quando entro nelas me perco novamente no buraco negro das discussões sem fim – mesmo sem postar, só lendo e clicando.)

    7. Li todos os comentários aqui e acho que na real a falta de interações físicas no momento pandêmico que gerou essa vontade de interações virtuais.
      Provável que eu fique fora das redes mesmo e monte um blog, just like it was in the good times.

    8. Eu passei a utilizar desde 2018 o que eu chamo de “redes sociais do B”. Mastodon no lugar do twitter e pixelfed no lugar do instagram (o qual nunca utilizei muito mesmo). De resto ainda visito o reddit com alguma regularidade e uso o whatsapp/telegram e element-matrix. Acho que se você usar com parcimônia, até rola, mas as vezes você acaba sendo um pouco sugado pra dentro dessas coisas, tem que saber achar o limite :). Gosto do mastodon e do pixelfed porque acho redes muito relax, sem propaganda, praticamente sem empresas (embora, as vezes eu sinta falta de poder marca-las quando posto por lá) e pelo próprio tipo de público, apesar de ter precisado silenciar algumas instâncias que as vezes aparecem no feed federado que gosto de acompanhar.

  18. Nem sei se isso virará/viraria post, mas nesta semana fiquei contente de conseguir rodar o Unreal Tournament 99 no macOS Big Sur (64 bits).

    Isso só é possível graças ao trabalho de uma galera que mantém este projeto. (Em plataformas modernas de games, como GOG e Steam, só tem UT para Windows.) Deu algum trabalho, pois tive que subir uma máquina virtual e instalar um Windows para, dentro dele, instalar o jogo e pegar as pastas de mapas e sons e jogá-las no macOS, mas funcionou!

    1. Isso me lembrou o pessoal que até hoje atualiza os Bomba Patch do PS2.

Os comentários deste post foram fechados.

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