Toda quinta, na newsletter do Manual (cadastre-se), indico quatro leituras longas/de fôlego publicadas em outros sites — artigos e reportagens, basicamente. Seria o máximo se esse trabalho fosse coletivo, feito com a sua ajuda. Indique ali nos comentários uma leitura longa da última semana que você acha que deveria ser lida por mais gente. Vale em português ou inglês.
Web
Eu sempre recorri ao IMDb para pegar referências de filmes. Funciona bem, mas me incomoda um pouco por ser da Amazon. Para minha surpresa, ontem descobri a existência do The Movie Database, ou TMDb, uma alternativa independente, feita pela comunidade e com “forte foco internacional”. O TMDb existe desde 2008 e tem até uma API, usada por diversos apps. Virou a minha nova referência para filmes.
Toda quinta, na newsletter do Manual (cadastre-se), indico quatro leituras longas/de fôlego publicadas em outros sites — artigos e reportagens, basicamente. Seria o máximo se esse trabalho fosse coletivo, feito com a sua ajuda. Indique ali nos comentários uma leitura longa da última semana que você acha que deveria ser lida por mais gente. Vale em português ou inglês.
Toda quinta, na newsletter do Manual (cadastre-se), indico quatro leituras longas/de fôlego publicadas em outros sites. Seria o máximo se esse trabalho fosse coletivo, com a sua ajuda. Indique ali nos comentários uma leitura longa da última semana que você acha que deveria ser lida por mais gente. Vale em português ou inglês.

Não é nova, mas topei só agora com esta implementação do Windows XP na web. O mais curioso é que ela foi feita com o React, uma biblioteca JavaScript muito popular, mantida pelo Facebook, e normalmente associada a sites pesados — o que não é o caso desse XP, que roda leve até em navegadores móveis. Aos curiosos, o código inteiro está disponível no GitHub.
Amanhã (desta vez, pra valer!) enviarei a primeira edição da newsletter no novo formato (cadastre-se), com indicações de leituras longas/de fôlego. Vamos fazê-la de maneira colaborativa? Indique ali nos comentários uma leitura longa da última semana que você acha que deveria ser lida por mais gente. Vale em português ou inglês.
Sempre que acesso um site estranho e aquele popup pedindo meu consentimento para coletar dados é apresentado, dou uma vasculhada à procura de links e botões para negar a coleta. Nem todos têm isso, mas alguns sim, e é sempre um choque perceber que um site qualquer, às vezes aparentemente inofensivo, é capaz de sugar uma tonelada de dados de um simples acesso.
Ontem caí em um link do Yahoo e fui surpreendido pela página de consentimento mais longa que já vi até agora. São centenas de empresas “urubuzando” a minha singela tentativa de ler uma notícia no site do Yahoo. Veja o vídeo acima; a essa altura, virou uma piada sem graça. Não é possível que isso seja sustentável ou economicamente saudável. O Yahoo é uma propriedade da operadora norte-americana Verizon.
Amanhã mandarei a primeira edição da nova newsletter (assine grátis aqui), agora com indicações de leituras longas/de fôlego. Pensei em fazer algo colaborativo, daí peço a sua ajuda: indica aí nos comentários uma reportagem, artigo ou outro texto longo relacionado à tecnologia que você leu e gostou nos últimos dias. Valeu!
O bloqueio do Mega e o futuro do DNS
O site de armazenamento de arquivos Mega (mega.nz) está inacessível para clientes das operadoras Claro, Vivo, Oi e Algar Telecom por força de uma tutela de urgência deferida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. (Curiosamente, a TIM não é citada.) Não é possível saber detalhes do processo, como quem pediu o bloqueio, porque ele corre em sigilo.
A decisão foi publicada no último dia 12 de setembro, mas ganhou destaque após o braço brasileiro do Partido Pirata comentá-la no Twitter na última sexta-feira (27). Desde então, clientes das operadoras afetadas têm manifestado nas redes sociais a impossibilidade de acessarem o serviço.
Aquele cadeado verde ao lado do endereço do site não significa que ele é legítimo
Você já deve ter lido e ouvido — várias vezes — aquela famigerada dica de sempre procurar pelo cadeado verde ao lado do endereço do site antes de comprar algo ou fornecer dados online, pois ele sinalizaria que o site é legítimo e seguro. Acontece que, hoje, essa dica é quase inútil. (mais…)
Dez anos depois, o Chrome virou o novo Internet Explorer
No dia 4 de setembro de 2008, o Google lançou oficialmente a versão 1.0 do seu navegador web, o Chrome. Ele era rápido, leve, moderno, a antítese do líder da época, o famigerado Internet Explorer (IE). Dez anos depois, o Chrome lembra muito o que o IE era na época de seu lançamento. (mais…)
Firefox ganha opção para impedir que sites ofereçam notificações
“Querido site da web”, começa um tweet muito popular de dezembro passado, “não, não queremos permitir notificações. Jamais”, pede. “Atenciosamente, todo mundo”.
“Todo mundo” é uma extrapolação. O recurso existe, está disponível nos principais navegadores e, imagino, há quem goste dele. Só que, pelas reações inflamadas que o tema gera, é seguro presumir que uma parcela significativa dos que usam a web o detesta. Por isso, os navegadores permitem que se desative esse tipo de abordagem de todos os sites. (mais…)
Como parte de um acordo com o Getty Images, o Google removeu o botão “Ver imagem” dos resultados da pesquisa por imagens. Agora, é preciso visitar o site que hospeda a imagem antes de ter acesso a ela.
O argumento do Getty Images era de que o recurso facilitava a pirataria de imagens protegidas por direitos autorais. Há sentido nele, mas o remédio acabou sendo mais forte que o necessário, já que ele afeta partes que não são suscetíveis à pirataria, como quem distribui imagens de domínio público.
Uma maneira de reverter essa mudança, pelo menos em computadores, é instalando a extensão View Image (Chrome, Firefox). Ela restaura o botão “Ver imagem”. Outra é usar um buscador alternativo, como o DuckDuckGo ou o Bing.
Google, pare de tentar arruinar o e-mail
Se você tivesse uma máquina do tempo, voltasse dez anos atrás e acessasse a internet de lá, veria uma rede um tanto diferente. Poucas coisas são resilientes em um meio em que a única constante é que as coisas mudam o tempo todo. O e-mail é uma das poucas exceções que confirmam essa regra.
Tudo que você precisa saber do bloqueador de anúncios nativo do Chrome [atualizada]
A partir desta quinta-feira (15), o Chrome passará a bloquear anúncios intrusivos no desktop e em dispositivos móveis. Preparei um guia no formato de perguntas e respostas sobre essa importante mudança. (mais…)