Google, pare de tentar arruinar o e-mail

Logo do Gmail contra fundo branco.

Se você tivesse uma máquina do tempo, voltasse dez anos atrás e acessasse a internet de lá, veria uma rede um tanto diferente. Poucas coisas são resilientes em um meio em que a única constante é que as coisas mudam o tempo todo. O e-mail é uma das poucas exceções que confirmam essa regra.

Desde que foi inventado, entre as décadas de 1960 e 1970, ele mudou de maneira tangencial. Desde que o Google passou a oferecer um serviço de e-mail, menos ainda.

O e-mail continua sendo uma maneira de nos correspondermos, um meio de comunicação simples, aberto, multiplataforma e incontrolável. Ele é de todos e de ninguém, algo que nenhuma empresa que o ofereça é capaz de mudar por conta própria.

O Gmail, serviço de e-mail do Google, tem como mérito ter livrado as caixas de entrada da limitação do armazenamento. Quando apareceu, em 2004, o espaço que oferecia era — pelo menos — 500 vezes maior que o dos principais rivais, como Hotmail e Yahoo Mail. Foi uma mudança dramática e, ao mesmo tempo, uma tranquila. Ela mexeu com a maneira como usamos o e-mail (o mote do Gmail era que o usuário nunca mais precisaria apagar uma mensagem), mas foi uma operação dentro das regras do jogo. Ela não modificou as fundações do e-mail, que seguiu funcionando da mesma maneira para quem não usava o Gmail e queria/precisava de comunicar com usuários do Gmail.

De lá para cá, junto a outras empresas, o Google também conseguiu vencer o spam. Na época, era um problema sério e dificílimo de lidar. Meses antes do Gmail aparecer, Bill Gates disse que o spam seria coisa do passado em questão de uns poucos anos. A declaração foi recebida com ceticismo, mas se provou correta. Ainda recebemos muito lixo por e-mail, mas a maioria é consentida ou fruto de incompetência ou má vontade de uns aí que ainda fazem comunicação de massa por e-mail — quem não oferece ou desrespeita os links de descadastramento, por exemplo. O spam clássico bate e para nos filtros.

Agora, chegamos a um ponto de inflexão. Até hoje, todas as invenções do Google para o Gmail atuaram em uma camada superior, que não pretendia modificar o e-mail em si. Não mais. O Google dá sinais fortes de que o e-mail como ele é e sempre foi não é mais suficiente. O Google sinaliza querer espaço dentro das mensagens de e-mail em vez de apenas entregá-las. O Google quer sitiar o e-mail e subvertê-lo aos seus interesses.

O primeiro sinal dessa nova fase foi a fragmentação da caixa de entrada. De repente, passamos a ter mais de uma e as mensagens, sortidas entre elas de acordo com um algoritmo. A ordem cronológica inversa, que coloca as mensagens mais recentes no topo da lista, foi pulverizada, e, nessa, afetou usuários e profissionais que confiam no e-mail para se comunicarem.

No celular, as caixas de entrada do Gmail são ainda piores, pois, fora a principal, todas as demais ficam longe do olhar do usuário. É preciso expandir um menu de hambúrguer para acessá-las. Ruim, mas o pior ainda estava por vir.

Na semana passada, o Google anunciou o “AMP para E-mail”, um projeto que visa tornar o e-mail dinâmico, com formulários, seletores e informações que se atualizam em tempo real. A base da proposta é um subconjunto do AMP, sigla em inglês de “Páginas Móveis Aceleradas”, que, por sua vez, surgiu para facilitar, a quem desenvolve sites, a criação e distribuição de versões mais leves deles.

O AMP é bom para o Google, mas nocivo à web. O verniz comunitário, que costuma aparecer nessas coisas sob o rótulo de “código aberto”, caso do AMP, faz tanta diferença quanto o fato do Android ter o código aberto — na prática, pouquíssima. O Google enforca quaisquer vantagens desse modelo de desenvolvimento na distribuição e nas camadas proprietárias que coloca antes da distribuição. Basta ver quantos forks comerciais ou mesmo comunitários bem sucedidos — e livres dos serviços do Google — do Android existem. Excluindo a China, apenas um, e de outra empresa quase tão poderosa quanto o Google: a Amazon.

O AMP assalta o navegador e quebra uma série de convenções da web. Ele joga com suas próprias regras em um ambiente que já tem regras definidas democraticamente por um órgão, o W3C, e que funcionam muito bem. A partir do buscador do Google, que serve de gatekeeper da web para muita gente, o AMP coloca todos os sites nos servidores do Google e os apresenta da maneira que convém ao Google. Até pouco tempo atrás, até a URL dos sites era do Google e não havia um jeito simples de acessar a capa do site, de escapar daquele pedaço de conteúdo que o Google queria que o seu usuário acessasse dentro do seu próprio domínio.

Não há absolutamente nada de errado com os padrões web, definidos pelo W3C. Se os sites fossem publicados com as mesmas restrições que o AMP impõe — basicamente, sem todo o lixo em JavaScript que sustenta sistemas monstruosos de publicidade invasiva e vigilância do usuário —, eles seriam tão rápidos quanto a versão AMP.

O único incentivo válido para se adotar o AMP deriva do poder de mercado do Google: o local privilegiado em que páginas no formato aparecem nos resultados do buscador do Google.

Publicações estão comemorando o fato de que o Google está entregando mais visitantes que o Facebook e que boa parte desse aumento se deve ao AMP. Parece um alívio à luz das mudanças no algoritmo do Facebook. Mas é apenas uma troca de seis por meia dúzia. E se daqui a um ano o Google diminuir a relevância do AMP no buscador? Estamos no mesmo ponto de sempre, que é depender de uma empresa enorme e centralizadora. E isso pode ocorrer, porque o AMP atende aos anseios de apenas uma das partes, o Google.

O AMP é um assalto à web para manter o usuário dentro do Google, consumindo o Google. Por esse histórico e pelo que se viu até agora, o AMP para E-mail tem a mesma finalidade, só que dentro do e-mail. Aliás, por que isso está vinculado ao AMP? Que parte do e-mail precisa ser “acelerada”?

No anúncio do AMP para E-mail feito no GitHub, William Chou, engenheiro de software do projeto AMP, escreveu que:

O e-mail é a pedra angular de muitos fluxos de trabalho corporativos e pessoais. Entretanto, o conteúdo enviado em uma mensagem de e-mail ainda é limitado — as mensagens são estáticas, podem se tornar datadas e não são acionáveis sem que se abra um navegador.

São precisamente essas limitações que explicam a resiliência e que são a razão de ser do e-mail, que fazem dele essa “pedra angular de muitos fluxos de trabalho corporativos e pessoais”. O e-mail é comunicação, não é interação. Se uma mensagem ficou datada, envia-se outro e-mail. Se é preciso que o usuário faça alguma ação, pede-se para que ele vá ao local correto — locais de interação, como a web ou aplicativos.

O e-mail tem uma série de chateações, mas ele funciona. Sua natureza imutável, que o Google se apressa em  classificar de “limitada”, é uma das suas grandes virtudes. Por exemplo, para que ele sirva de prova judicial. No momento em que um e-mail pode ser atualizado após o envio, isso acaba. Os verdadeiros problemas do e-mail, como as caixas abarrotadas de mensagens, não são atacadas pelo AMP para E-mail, porque o objetivo dele não é melhorar o e-mail.

Como disse Devin Coldewey em uma bela crítica do AMP para E-mail, o e-mail “pertence a uma classe especial [de produtos] maduros, itens úteis que fazem exatamente o que eles precisam fazer. Que transcenderam o mundo do gostar e odiar”.

Uma olhada na repercussão do anúncio do AMP para E-mail, no Github, evidencia a rejeição que desenvolvedores e outros perfis técnicos têm ao AMP. Isso deveria soar como um alerta a todos que estão mais longe dessa ponta do processo.

Só é possível vislumbrar dois ganhadores para um e-mail interativo ditado pelo Google: o próprio Google e a publicidade. Porque mensagens trocadas entre pessoas, newsletters de publicações e a maioria das demais comunicações feitas por e-mail não precisam de nada que o AMP para E-mail propõe. Preços em um e-mail marketing? Confirmações de compra? Retargeting? Dá para sacar que o AMP — web e o do e-mail — é nada mais que o Google exercendo seu poder descomunal para expandir o controle que tem sobre partes basilares da internet e colocar na agenda funções dúbias que beneficiam seu modelo de negócio, apenas.

E se achar que estou exagerando, basta lembrar o que aconteceu na última vez que o Google tomou para si o controle de uma tecnologia aberta. O fim do Google Reader, até hoje inexplicável, causou tanto dano ao RSS que ele jamais se recuperou junto ao usuário final.

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39 comentários

  1. Meu Gmail só tem propaganda. Enviei vários textos, imagens, documentos que não estão em pasta alguma. Só as propagandas. ..

  2. Ótimo alerta, Ghedin! Creio que para muitos, e me incluo nessa, essa discussão estava fora do radar. Confesso q lamentei um tanto qdo a empresa em q trabalho optou pelo Gmail como email corporativo ao invés do servidor próprio que usávamos acessando via Outlook. E depois soube que a USP tomou o mesmo caminho… A questão da praticidade (e tb da redução dos custos) parece ajudar muito as empresas, mas elas tb perdem o domínio sobre essas questões qdo assinam com essas grandes empresas de como as coisas vão funcionar. O Email como ele é funciona não tem o q tirar nem pôr. Está redondinho e o que precisa ser diferente pode ser desenvolvido à parte como um novo serviço e comercializado para quem o queira. Infelizmente quase todo mundo deu (e dá) esse poder todo ao Google. Eu tento me esquivar dele o máximo que posso. E nesse sentido, alertas como esses são fundamentais.

  3. O finado Hotmail, agora Outlook, também está horrível. A saída pra quem gosta de e-mail com “cara de e-mail” é usar provedores menores. Atualmente uso SAPO que é conhecido em Portugal. Tem também o BOL, não uso, mas sei que pelo menos até pouco tempo atrás também era bom de se usar (leia-se simples, bonitinho e funcional).

  4. Eu mesmo tenho 4 emails. O Gmail do google, o Outlook da Microsoft, o iCloud da Apple e o yahoo. E de todos o que mais gosto de usar é o do Yahoo.

  5. Lendo o final do post me veio uma sugestão.
    Que tal um guia pra RSS. Tem muita gente que não conhece, e tem gente que usava mas não sabe pra onde ir desde que acabou o google reader.

  6. O problema é vc esquecer a senha na hora de recuperar manda coloca a senha mais recente q vc lembra vc coloca e ele fala q não reconhece q a conta e sua deveria ter um outro jeito pq ai vc perde tudo aquilo que tava salvo la perdi um monte de coisa, fotos e assinatura no play story da um ódio não sei mais pq faço tive q criar outra conta.

  7. Argumentos válidos, mas conclusões exageradas. Li esse texto e só me resta uma pergunta: Toda essa histeria com invasão de privacidade é para atrair leitores ou só tentar tornar o artigo mais “sério” (lê-se: encher linguiça)?

    Enquanto isso, vivemos por anos acostumados com a vigilância virtual do Pentágono, a despeito de toda a polêmica que o assunto causou na época, mas nada mudou de verdade.

    Se a Google fizer metade do que foi falado aqui, garanto que será uma das maiores idiotices que já fizeram, mas para nós, isso é mais assunto para conversar e rir do que motivo para preocupação; O e-mail continuará lá em seu lugar para quem precisar, por mais ridículo que tenha se tornado. E os hipersensiveis a burradas podem então migrar para outros serviços.

    1. Não se tais opinões forem quase que exclusivamente baseadas em fatos.

      O AMP tem zero funcionalidade para o usuário? Confere.

      O AMP é um mecanismo invasivo? Com certeza.

      Agora, o que me irrita é a histeria do artigo. Exageraram bastante.

        1. Obviamente, é um artigo de opinião destinado a quem já tem algum conhecimento sobre o tema. Se não, há vários links espalhados por ele para ajudar os que estão por fora.

      1. O melhor blogueiro de tecnologia agora trabalha pra jornalão. Com o amp no email eles pedem trafego. Por isso está reclamando.

        1. Agradeço o elogio, mas peço que me explique duas coisas, José: de que maneira o AMP no e-mail afeta o tráfego de uma publicação como a Gazeta do Povo? E como, nessa sua teoria da conspiração (uma acusação grave que você faz contra mim sem qualquer embasamento), a minha crítica ao AMP para a web, que faz a Gazeta do Povo ganhar muito tráfego, se encaixa?

          1. Não quis ofendê-lo, se vc se sentiu assim, me desculpe. Mas será muito difícil eu explicar pra você e você entender.

            Todo mundo acha que faz análise isenta, ou “opinião sem viés” ou que não se influencia pela propaganda. Ninguém quer admitir isso. É como se achássemos que as agências de publicidade são estúpidas e ganham dinheiro influenciando os “outros”, os “cabeças fracas”. Mas não a nós, que somos inteligentes e não somos facilmente influenciados. Enquanto achamos isso, as agências e os anunciantes vão ficando ricos. Toda vez que ouço alguém falar que publicidade não funciona com ele, eu penso que alguém ganha aumento na agência de propaganda.

            Da mesma forma, Rodrigo, quando estamos influenciados por aquilo que paga nossas contas, nossa opinião é enviesada, ainda que subjetivamente. Você acha que não, que é realmente “sua opinião”. Que se não dependesse disso pensaria da mesma forma. Pronto, mais alguém da agência ganhou aumento.

            Você tem todo direito de trabalhar no que bem entende, e, sinceramente, quero o melhor pra você, pois é um profissional muito competente e dedicado. E tem muita qualidade editorial.

            Mas você critica a monopolizacão das notícias pelo Google com o amp. Mas trabalha no jornal que “comprou” seu blog. São dois pesos e duas medidas, mas eu entendo, pq vc está dentro e não percebe.
            Já imagino uma resposta do tipo: “minha opinião é isenta” ou “não faz diferença, pq é como eu penso mesmo”. Bingo, mais aumento pra alguém.

            Já vi muitas vezes as opiniões mudarem em virtude dos interesses. Sei que você é um profissional honesto, sem dúvidas. Mas acho no mínimo conflito de interesses a opinião dada no artigo.

            Abraço.

            http://www.stateofdigital.com/google-amp-case-studies/

          2. Aceito as desculpas, mas discordo ainda mais da crítica. Nunca me isentei de ser influenciável; respondi o seu comentário original porque a suspeita que você levanta não tem fundamento. Pelo contrário: se eu estivesse escrevendo sob a influência da Gazeta do Povo, estaria exaltando o AMP, porque ele está trazendo um tráfego considerável para nós. Acho que sou o único, ou um dos poucos aqui, que não gosta do AMP — e definitivamente uma voz dissonante da direção, que investe no AMP e acredita no formato.

            E quanto ao AMP para e-mail, ele não tem absolutamente nada a ver com a atuação do jornal. Mandamos uma newsletter em texto puro, sem qualquer tipo de interação fora os links; isso não é afetado pelo AMP para e-mail.

            Por isso estranhei e achei seu comentário ofensivo: ele me ataca sem nenhuma base, com umas correlações inexistentes. Um ataque gratuito.

      2. Contra-argumente aí, Joao. Trata-se de um artigo opinativo, logo, óbvio que tomo um lado. Os comentários estão aí para que me contradigam, sem essa de “histeria”.

        1. Não lembro de ter dito que discordo do que você disse em momento algum, apenas tenho um profundo desprezo pela cultura das manchetes exageradas.

          Veja bem, como jornalista você provavelmente não escreve relatórios e sim matérias que possuem sua própria marca nelas, certo? Pois bem, se o jeito de cada escritor de escrever faz parte da sua obra, por que isso não é passível de crítica tanto quanto o conteúdo em si?

          1. Ah, ok. Isso é subjetivo; na minha avaliação, não achei a chamada exagerada. Mas, como dito: é subjetivo mesmo, então, bola pra frente e desculpe se me excedi na defensiva.

    2. Mas até onde sei essa não é uma reportagem. Tá mais para uma opinião do dono do blog, que não tem a obrigação de ser parcial.
      Desculpa a grosseria, mas se quer imparcialidade abra seu próprio jornal.

  8. Vamos por partes. Os benefícios que isso trará para o email são *potencialmente* bons, não? Como você mesmo notou, “o email tem uma série de chateações” que seria útil em algum momento serem resolvidas por alguém e os pequenos benefícios que foram citados são coisas que me ajudariam no meu dia-a-dia (you’ll be able to quickly take actions like submit an RSVP to an event, schedule an appointment). Se der certo, será bom, se der errado, o email vai continuar no seu estado atual.

    A especificação também menciona que, caso o client não suporte AMPHTML, ele ainda será hábil a interpretar o email. Portanto, se você não gosta do Google e usa algum client que não suporte essa funcionalidade, provável que nem vá perceber a diferença.

    No que refere ao AMP como um todo, também tenho certas preocupações, mas o AMPHTML é somente um subconjunto do AMP que só menciona boas práticas para renderização rápida, não vejo problema nesse subconjunto em específico.

    O seu problema está no fato de estarem mexendo no email ou fato de ser o Google que está mexendo no email? :-)

  9. Todo mundo comenta da falha do Google em emplacar uma rede social, mas tem esse aspecto do lado profissional também. Conseguiram emplacar o Google Drive, mas na questão de “evoluir” a comunicação corporativa, o Slack acabou ganhando de todas as gigantes. Primeiro tentaram o Google Wave e agora querem fazer essa invencionice.

    Não vejo isso indo muito longe, com a ascensão do Slack, o e-mail acabou ficando reservado para tarefas em que ele funciona muito bem, como formalização e comunicados gerais. Threads gigantes e “conversas” me parecem ser menos problema hoje em dia do que era no passado, em que e-mail era a única ferramenta corporativa.

    Uma pena que trocar e-mail é um processo meio traumático, se fosse fazer isso gostaria de partir logo para um ProtonMail ou algo similar. Alguém já usou alguma solução alternativa, sem estar atrelado às grandes empresas (Apple, Google, etc…)?

    1. Estou indo para o terceiro ano de FASTMAIL e vai superbem. Abandonei o GMAIL por esse email. Na época não conhecia o Protonmail… talvez tivesse optado por ele. Mas estou satisfeito e não ter meus emails sendo lidos por ninguém mais além de mim. Só não desativo o gmail totalmente, pq ele tem lá alguma utilidade pra certas funcionalidades do google.

  10. EU tenho uma conta antiga do gmail, eu só mantenho por ser antiga.
    Esta tudo migrado para o Outlook, que esta anos luz no sentido de feature, design e usabilidade.

    Gmail, parou no tempo e esse “módus operandi” de tentar centralizar tudo no google, um dia, vai acabar matando-os.

    Google Wave, que o diga.

  11. Por isto que gosto tanto da simplicidade da abordagem Apple no iCloud. Já faz alguns anos que abandonei o GMail e todos os serviços google em busca de mais privacidade e simplicidade com eficiência de uso na Apple e em outros provedores e tudo indica que é o melhor caminho a seguir.

  12. Já adotei o Outlook da MS como e-mail principal.
    Integração com suíte office e onedrive, além do email em si com o recurso alias, colocando mais uma camada de segurança no uso do email.
    O Gmail ficou só para os serviços do Google mesmo.

    1. O grande problema do Outlook, assim como o seu antecessor Hotmail, continuam sendo os spams e e-mails maliciosos, inclusive enviados para outros usuários sem o nosso consentimento. Nunca tive esse problema com o Gmail!

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