por Rodrigo Pontes
Em fevereiro lancei meu primeiro livro, As neurofiandeiras de Val, uma ficção científica leve. Foi uma auto-publicação, em formato e-book apenas.
Acredito que, hoje, esse é o caminho mais viável para um escritor estreante. O convencional, de ficar batendo na porta de editoras e implorando para ser lido, é entediante, então nem cogitei essa opção.
Auto-publicar não é algo novo. O estigma de que quem se auto-publica é porque não conseguiu uma editora é ao mesmo tempo verdadeiro — na maioria dos casos — e irrelevante, porque a auto-publicação me parece um excelente primeiro passo para chamar a atenção de editoras, se esse for o seu objetivo.
Acho que ainda faltam referências e exemplos do caminho da auto-publicação, por isso resolvi escrever esse texto, para contar o meu caso, para compartilhar minha experiência de iniciante para que outros possam ver as escolhas que tomei, o dinheiro que gastei e os resultados alcançados.
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