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Banimento em massa de Trump suscita perguntas difíceis

Primeiro foi o Twitter, com um gancho de 12 horas à conta @realDonaldTrump. Nos dias seguintes, mais de uma dezena de plataformas digitais se juntaram ao banimento, temporário ou permanente, do presidente norte-americano Donald Trump. Motivadas por uma tentativa de golpe liderada por ele que culminou em uma invasão ao Capitólio, em Washington, e cinco mortes, as empresas do setor finalmente agiram. Antes tarde que mais tarde, mas como demoraram.

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Post livre #252

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.

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A CD Projekt e a Warner, responsáveis por Cyberpunk 2077, e a Garena, dona do Free Fire, tiveram uma sacada para o marketing dos jogos: alugar as laterais de prédios em São Paulo e pintar artes relacionadas aos jogos a fim de promovê-los. A prefeitura, porém, entendeu as artes como publicidade (o que parece… coerente) e, com base na Lei Cidade Limpa (14.223/2006), multou as empresas em R$ 410 mil (Cyberpunk 2077) e R$ 595 mil (Free Fire). Além do prejuízo, as duas pinturas já foram apagadas. Veja o antes e depois na reportagem do Uol Start.

 

Foto de divulgação do Asus Fanless Chromebox, com duas antenas levantadas atrás, lembrando um roteador wireless.
Foto: Asus/Divulgação.

Ainda na série “coisas legais que aparecem na CES”, a Asus anunciou este computador que passa fácil por um roteador. O Asus Fanless Chromebox roda Chrome OS e, como o nome sugere, dispensa ventoinhas para manter o processador (de Celeron até Core i7) e a carcaça em alumínio frios. Sai nos Estados Unidos em fevereiro, a partir de US$ 399. Via The Verge (em inglês).

A enxurrada de novas TVs na CES que usam a tecnologia Mini LED, com algumas microLED, tem causado confusão até em sites especializados. A Cnet trocou a tecnologia ao falar da TV microLED de 110″ da Samsung neste resumão e replicado na newsletter Meio, por exemplo. Apesar dos nomes parecidos, são tecnologias diferentes.

Mini LED é uma evolução das telas LCD, também chamadas comercialmente de telas LED e variações, como QLED (Samsung). As telas Mini LED mantêm uma iluminação de fundo, só que aumentam consideravelmente, na casa dos milhares, a quantidade de mini-lâmpadas LED presentes, todas controladas individualmente, o que ajuda a aumentar o contraste, a diminuir os “vazamentos” de luz, comuns em telas LCD mais antigas, e a reduzir a espessura das TVs. As fabricantes na CES apresentaram vários modelos Mini LED, cada uma com um nome comercial próprio: Neo QLED (Samsung), QNED (LG, única que divulga o número de LEDs das suas Mini LED: 30 mil) e OD Zero (TCL).

Já a tecnologia microLED é mais parecida com a OLED: cada pixel é uma fonte microscópica de luz própria, com a diferença de não utilizar materiais orgânicos (o “O” de OLED significa “organic”) e, por isso, estar menos suscetível à degradação natural com o passar do tempo. Como cada pixel pode ser desligado individualmente para mostrar o preto, o contraste é altíssimo. A tecnologia microLED ainda é cara e só está disponível em painéis enormes e TVs gigantescas, todos caríssimos, como a referida de 110″ que a Samsung mostrou na CES. Preço dela? US$ 150 mil (cerca de ~R$ 760 mil). Via Display Ninja (em inglês).

Mulher de cabelos compridos usando uma máscara N95 gamer da Razer com o ventilador iluminado em azul e roxo.
Foto: Razer/Divulgação.

Uma máscara N95 “gamer”, criada por uma empresa de equipamentos de games, com ventiladores que expelem CO2, amplificadores para projetar a voz do usuário e, claro, LEDs coloridos, é a coisa mais 2020 que você verá em 2021. Ainda é só um conceito, ou seja, sem certificação de órgãos sanitários, preço nem data de lançamento — e talvez nem seja lançada. Via Razer.

O que muda na nova política de privacidade do WhatsApp

No dia 8 de fevereiro 15 de maio, começa a valer a nova política de privacidade do WhatsApp. O pedido de aceite, que os usuários já começaram a ver ao abrir o aplicativo (imagem acima), diz que “após essa data, você deverá aceitar as atualizações para continuar usando o WhatsApp.” O ultimato tem causado rebuliço. O que muda, exatamente? Chegou a hora de abandonar o WhatsApp? Tento responder essas e outras perguntas nesta análise1.

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Saiu o Filmlog 2 (iOS), um aplicativo para registrar filmes vistos e que se quer ver. É um app independente, desenvolvido por uma pessoa só (Simon Braun), cujo apelo está na privacidade e discrição — ao contrário de outros apps do tipo, o Filmlog não é uma rede social; serve apenas para você manter um controle de filmes vistos e a ver. E está traduzido para o português.

A nova versão teve seu visual repaginado e agora é freemium, ou seja, grátis, mas com alguns recursos desbloqueáveis mediante pagamento. Para acessar a versão completa (Plus), basta um pagamento único de R$ 22,90. Via Filmlog.

Gentilmente, Simon disponibilizou cinco códigos promocionais para os leitores do Manual do Usuário (saiba como ativá-los). Leva quem for mais rápido:

  • YW3NXHHHF3N3
  • 9KYL4XX63R9M
  • A773WJLAPYLW
  • LAPTHXYREYR9
  • 4LP3PYJWYYL4