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Post livre #252

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.

83 comentários

  1. Ghedin, por que o título do site colado no topo? Parece que tá cortando as letras e os acentos :P

  2. Estou pesquisando um ar condicionado pois o climatizador já não da conta (e é um saco ficar colocando água kkkk), além do LG Dual Inverter, recomendaria mais algum outro modelo? (para ser colocado em um cômodo apenas)

  3. Eu estava escrevendo esse comentário na notícia sobre o Signal, porém decidi trazer para cá para ter mais gente opinando.

    Sobre a migração do What’s app para Signal ou Telegram:

    Eu tenho uma estranha sensação com o Telegram no ponto de vista de a “oferta ser boa demais, pra ser verdade”.
    Ele com certeza é uma alternativa melhor ao What’s app porém ainda não está claro como irão manter uma estrutura tão grande e complexa no longo prazo (que deve ter um baita custo).
    Até o momento, existe um bilionário bancando porém é bem complicado depender somente de promessas e de uma fonte única de financiamento.
    Espero que consigam rentabilizar algumas funções do app tendo alguma transparência sobre isso.

    Além disso, eles terão um desafio gigantesco com diversos líderes criando canais por lá (prevejo a prova de fogo na eleição do Brasil ano que vem!). Como eles irão tratar caso algo escale a níveis que vimos nos EUA??

    1. Bons pontos, realmente é de se pensar se não vai ocorrer algo semelhante ao concorrente, uma aquisição por parte de alguma big tech.

      Apesar dos pesares, não me vejo saindo do Whatsapp dada a difusão dele aqui no país. Gostaria até, mas…

  4. Estou surpreso com esses diálogos… Posso até mesmo expressar ingenuidade, mas há tempos que não paro para ler conversas “interessantes” como estas.
    Chego a sentir algo próximo a desejo, quanto a alguma futura discussão dentre os comentaristas deste post.
    Creio que não haja algum grupo específico em alguma plataforma da qual vocês se encontram além desta, estou certo?

  5. Devo vender meu Galaxy S9 para minha irmã, e nessa transição de um celular para o outro, vou ficar um tempo sem WPP. Irei anunciar que ficarei um período sem e os motivos nos grupos de WPP da empresa e caso não sintam muito minha falta, ficarei sem mesmo.

  6. Estou usando o Lineage OS em um Redmi 7A e estou gostando, até mais que o Galaxy S9 (sem modificações), estava pensando em migrar para a Apple mas estou esperando alguma promoção do iPhone SE.

      1. Estou gostando, ele dura em média um dia e meio, talvez um pouco mais (o meu uso também é muito restrito, então não devo ser um bom ponto de referencia) mas, acredito que ele poderia durar mais se fosse otimizado, digo isso pois, não é ROM oficial da Lineage e sim, uma mantida por um usuário, mas se fosse uma oficial, acredito que tenha uma autonomia melhor.

        Estou pensando pegar um iPhone SE pq o Pixel 3 esta muito caro aqui no Brasil, mas ele seria um celular pelo qual eu gostaria de comprar e colocar um Lineage sem dúvidas.

    1. O S9 não estava te atendendo? Uso um Zenfone 5Z e apesar do poder de processamento sobrar (roda tudo o que tem na play store), no fundo uso como se fosse um intermediário normal, que é o meu uso típico. A única coisa que é negativa é a duração da bateria, são 3300mAh que acabam bem rápido por conta do processador.
      Pensei em comprar um iPhone 8 usado para experimentar o sistema da Apple, mas ia pagar 2 mil por um aparelho já usado. Talvez o SE novo seja melhor, mesmo pagando mais caro, mas não tenho coragem de pagar mais de 2 mil num celular e sair andando com ele na rua.

      1. Nossa, o S9 me atende super bem, não tenho nada a reclamar mas, minha irmã esta precisando e ai venderia mais barato pra ela (bem mais, quase 50% mais barato). Dei uma pesquisada entre os valores do iPhone 8 e o SE, e o SE esta saindo mais em conta uma vez que, vire e mexe a magalu esta vendendo por 2500 (vale até mais que comprar nos EUA uma vez que ele está em torno de uns US$450).

        Entre os Androids eu estava pensando em comprar o Pixel 3 e colocar um Lineage mas esta muito caro aqui no BR e em último caso, ir para um Note 10 ou S10 que tb estão na faixa dos 2500.

        1. Mas estou tentando fugir um pouco do ecossistema da Google/Samsung.

  7. hoje a Wikipédia faz 20 anos

    em meio a tanta notícia ruim, ao menos um lampejo de otimismo para nos lembrar de que a internet ainda vale a pena

    acho sinceramente que a Wikipédia é a coisa mais legal que a internet já fez em toda a sua breve vida

    parabéns à Wikipédia!

    por mais 20 anos de alertas de que fontes fiáveis são necessárias!

    1. A única coisa ruim da Wikipédia é ela ser o único (?) serviço de internet usado na casa dos bilhões que vingou sem se render à publicidade e/ou à devassa da publicidade online. Queria que houvesse mais exemplos.

  8. estou usando o DNS do google (oito oito oito, etc) e o provedor é claro/NET (antigo net virtua)

    percebo que, eventualmente, o twitter se recusa a abrir (tanto no navegador quanto no aplicativo de celular — que passa a funcionar quando desativo o wi-fi e uso 4G)

    isso também acontece com outros sítios, mas noto com mais frequência no twitter (acontece com reddit também)

    alguém também passa por isso?

    1. Tenho usado o 208.67.220.220 e o quad nome, e eventualmente o cloudflare como dns. Da menos problemas.

    2. Eu estou usando o NextDNS, ele também permite alguns filtros, acho que vale apena dar uma olhada.

    3. Faz alguns meses que não acontece aqui, mas já me deparei com esse problema. E não uso o DNS do Google. Só resolve quando apago o cache do site twitter.com no navegador.

      Tenho usado o DNS da Quad9, uma das recomendações do Pi-hole. Até agora, zero reclamações.

  9. Fala, gente lindaaa!
    Antes de mais nada, um feliz ano novo a todos! Espero que tudo tenha corrido muito que bem.
    Eu podia tá matando, roubando, mas tô só humildemente pedindo aos senhores e senhoras que se inscrevam no meu canal do YouTube. Vou dar umas dicas de tecnologia para o dia a dia, instalação de extensões, etc.
    Já tem um vídeo, falando justamente sobre o maravilhoso uBlock Origin.
    Segue o link do canal – https://www.youtube.com/channel/UCypARqlMyOZZ9yuX5KS5qig
    Deixo aqui meu muito obrigado, gente!

    1. Rapaz, que doido tu fazer logo um primeiro vídeo sobre este assunto… :P

      1. Hahahahahah pois é, bicho!
        Torcendo pra ajudar a galera, de verdade.

    2. Boa! Você fez algum planejamento antes de lançar o canal. Um amigo meu, que está prestes a lançar um canal também, quer saber 👀

      1. Putz, pior que não kkkkk.
        Sabia do que eu queria falar, com certeza. E já tinha uma ideia dos formatos dos vídeos.
        Mas tirando isso, quase nada de planejamento.

  10. Ghedin, se me permite uma sugestão de matéria…
    Não sei se vc reparou, mas ultimamente aquele banner para aceitar os cookies estão cada vez maiores nos sites internet a fora.
    Já chegaram no ponto em que vc se sente “obrigado” a aceitar pra conseguir ler o que está atrás do banner.

    1. Eu uso a funcionalidade de bloquear elementos do uBlock Origin para bloquear esses banners.

      1. Esqueci de informar que refiro-me ao smartphone.
        No desktop é bem fácil de resolver.

        1. Com o Firefox pra Android é só usar o uBlock também (não sei como é para iOS). Pra mim, usar o Google Chrome para Android é uma tormenta por justamente não possuir extensões.

    2. Eles se proliferaram com as leis recentes de privacidade — primeiro a GDPR, agora a nossa LGPD. Apesar da chateação e da falta de padrão, acho legal quando esses popups me permitem escolher quais cookies aceito. Sempre nego todos os possíveis.

      Não sei se rende uma matéria agora, mas valeu pela sugestão!

  11. Alguns que me veem por aí já sabem que eu tive um Multilaser ZAPP com KaiOS.

    Tive, porque comprei no sábado e acabei, de raiva, vendendo na quarta.

    Vamos a um review rápido:

    – É interessante ver um OS deste tipo em celulares que a gente considera barato. É um OS bem feitinho, não muito difícil de aprender seus macetes (no manual dele não tinha muitos – para aprender mesmo, tem que ir no site da KaiOS), mas que peca pela falta de apps e pela baixa capacidade do mesmo.

    – A interface é legal. Como é totalmente via teclado, é algo que vai agilizando com o tempo – navegar nos menus, dar o OK, etc… Na verdade nem tanto, eu me atrapalhei várias vezes procurando o botão de ação ou retorno (não estão em locais óbvios).

    – São poucos apps disponíveis na loja, e não tem Telegram oficial ou Signal. Existe uma versão de instalação externa do Telegram, mas não deu tempo de testar.

    – A versão do whatsapp para o KaiOS deste aparelho é bem capado. Me lembro de um teste do Positivo P70S no Ztop (na época do saudoso Mário Nagano), que era possível fazer ligações em vídeochamada no mesmo. No ZAPP, negativo. Apenas conversas via áudio e texto, envio de fotos e vídeos e só. Não tem Whatsapp Web, o que seria um ótimo complemento e poderia colocar o ZAPP como “Celular da Firma”.

    – O bom é que o celular pode ser usado como “roteador” também, e foi o que acabei fazendo alguns dias.

    – A bateria dura bem, só não consegui chegar a zero por costume mesmo. Mas uma vez fiz um teste: tirei do carregador meia-noite, dormi, acordei e já fui usando. Ainda sobrou 50% de bateria no fim de tarde.

    É uma pena que não teve muitos que se dedicaram a criar apps para o KaiOS – muitos na loja eram indianos ou africanos, diga-se de passagem. Mas torço que ele ganhe mais força no mercado e possa ser um sistema padrão para celulares mais “baratos”.

  12. Fui comprar um medicamentos na farmácia após uma breve consulta e fiquei abismado como as coisas também estão caras na parte de medicamentos… O protetor solar que uso reduziu sa embalagem em 40% (de 100 para 60g), porém o preço permaneceu o mesmo.
    No supermercado é até pior!
    Não sei onde vamos parar.

    1. Eu tenho tentado comprar algumas coisas nas lojas de 1 real / 1,99. Por incrível que pareça, muitos produtos lá tem um preço mais estagnado. Tou pensando em convencer minha mãe para parar de fazer grandes compras mensais e ir abastecendo mais baseado nestas lojas. As compras mensais ficaria mais para comprar itens que a gente sabe que dura um mês o preço vai variar.

  13. Me interesso muito por wearables (ainda acho estranho falar vestíveis), e como usuário de Android fico com aquele sensação de estar várias gerações atrás a cada lançamento de um Apple Watch.

    Aparentemente o Google ainda insiste no Wear OS e tive uma boa expectativa quando ele anunciou a aquisição da Fitbit.

    Pelo comunicado de hoje no blog a aquisição agora está feita com a promessa de não misturar dados de saúde de usuários com ads. Será possível?

    https://blog.google/products/devices-services/fitbit-acquisition

    1. Eu sempre fico com um pé atrás com promessas das big techs, porque elas quebram promessas sem cerimônia.

      Para ficarmos no Google, em janeiro de 2014 eles compraram a Nest. Na ocasião, disseram isto:

      He [Matt Rogers, co-fundador da Nest] did address any potential concerns about Nest’s customer data being opened up to Google for advertising or other purposes. “Our privacy policy clearly limits the use of customer information to providing and improving Nest’s products and services,” writes Rogers. “We’ve always taken privacy seriously and this will not change.”

      Anos depois, na Google I/O de 2019:

      But in a surprise development, Google has also announced that it will be entirely doing away with Nest accounts for new users, in addition to urging existing users to migrate to a unified Google account for a better “seamless” experience.

      Se eu tivesse qualquer coisa da Fitbit, deixaria de usar a partir de agora.

  14. Opinião impopular: o banimento do Trump é um ato completamente irracional e fere o direito das pessoas de falar/defender ideias.

    A esquerda e os setores progressistas comemoram o banimento porque ele configura “discurso de ódio” ou, nas palavras do congresso norte-americano, “incitação à insurreição” no movimento da invasão ao Capitólio.

    Claro que o Trump e seus seguidores, nazistas/fascistas/supremacistas, cometem crimes todos os dias e devem ser punidos (dura lex, sed lex) legalmente responsabilizados pelas mortes que ocorreram em função desse discurso. Acho que isso é ponto comum entre qualquer pessoa que seja capaz de viver em sociedade.

    A questão tangente (ou nem tanto) ao banimento das redes sociais dos perfis do POTUS é que isso escancara que temos poucas empresas, capitalistas, determinando como o fluxo de informações deve ser. Elas controlam, hoje, todo o fluxo de informação relevante do planeta. Twitter, Facebook (Instagram e Whatsapp inclusos), Amazon (AWS) e Google (Youtube) determinam como a rede deve ser, como a informação deve ser e como as pessoas devem se comportar. E tudo isso de acordo com os ditames do capital. Quem comanda a nossa informação e a nossa capacidade de atingir objetivos comunicativos são empresas que correm atrás do que o capitalismo determina (lucro).

    Não defendo nenhum trumpista e muito menos o seus discurso, contudo, o banimento dele das redes sociais é uma clara demonstração de que não temos mais liberdade na internet.

    Hoje é o Trump sendo considerado “propagador de discurso de ódio”, mas amanhã pode muito bem ser um deputado defensor dos direitos da minoria ou um partido divulgados das ideias comunistas (principalmente as que pregam a ruptura pelo meio revolucionário). Qualquer discurso que desagrade o capital pode ser enquadrado, em algum momento, em algum termo de serviço das redes e ser, assim, podado e apagado.

    Pau que abate em Chico bate em Francisco.

    Pra mim, comemorar o banimento do Trump pode significar que, mais tarde, qualquer pessoa que não pense dentro da caixa capitalista-religiosa possa ser banida do mesmo modo.

    1. Não me parece uma questão simples (como escrevi aqui), e nem motivo de comemoração, mas não acho que deixá-lo ativo fosse uma opção também. Todo espaço, real ou virtual, precisa de regras de convivência, e quebrá-las regularmente, chegando ao ápice de ensejar uma tentativa de golpe que resultou em cinco mortes, é algo extremo.

      Existe a lei, e abaixo dela os contratos que firmamos com outras pessoas e empresas. Ao cadastrar-se num Twitter, por exemplo, você concorda em não incitar atos de violência. Trump descumpriu esse acordo, acabou banido.

      De que outra forma a gente (ou as empresas) poderiam conter abusos? Deixar rolar tudo é inviável — vide o Parler, ou o Gab, ou qualquer chan.

      1. Eu li o texto quando você publicou. Eu concordo que o modelo das redes sociais, principalmente do Facebook/WhatsApp, é fadado ao fracasso social – não capital, no capital eles vão muito bem.

        A questão central pra mim é exatamente a que você toca mais adiante no texto: pode uma empresa nos EUA deter a chave pra internet? O fluxo de informações e conteúdos, hoje, está preso em 4 empresas que controlam quase toda a presença online de todos nós. Mais do que a comercialização de dados pessoais, me assusta como eles tem essa capacidade de convergir toda a nossa presença online e assim ditar o que podemos (ou não) fazer.

        Como eu disse, hoje são os apoiadores do trumpismo que foram banidos ou estão sendo caçados pelas redes; amanhã pode muito bem ser um grupo LGBTQI+ ou mesmo uma organização como o MST. Qualquer pode ser enquadrada em “quebra” dos termos deles.

        1. Vejo dois degraus nessa questão. O primeiro é esse que você levantou e que apenas citei no texto. É insano se dar conta que empresas norte-americanas tenham tanto poder, mesmo em se tratando das suas próprias redes. (Mea culpa, ninguém nos obrigou a usá-las, mas agora já estamos todos lá, lidemos com isso.)

          O outro problema está circunscrito às próprias redes, regidas por seus termos de uso. Mesmo sendo uma empresa de fora, há um contrato que nós (incluindo Trump) “assinamos” no ato do cadastro e que rege essa relação. Se uma parte quebra uma cláusula dos termos, há consequências previstas. O ditado “o combinado não sai caro”, salvo quando o combinado está viciado e/ou extrapola o razoável, é perfeitamente válido juridicamente. O caso do Trump está aqui, nessa esfera mais limitada do problema, acho eu. É um caso paradigmático, mas cuja resolução não serve, ou não seria tão aceita, para líderes de outros países.

          1. Claro.

            A minha questão inicial era mais sobre o Twitter hoje, com uma crítica pesado ao PCO quando o Rui Pimenta disse que não deveríamos (esquerda) comemorar o banimento do Trump das redes porque isso abre precedente para que qualquer pessoa considerada “problemática” seja banida da mesma forma. É uma questão de colocar todo o fluxo de informação em mãos de grandes empresas privadas e capitalistas e achar que isso não vai se voltar, hora ou outra, contra nós mesmos.

          2. Não é a solução do problema, mas uma boa maneira de mitigá-lo é não contar com o Twitter como algo garantido e usá-lo como canal para direcionar seguidores (na falta de um termo melhor) a meios de comunicação mais resilientes/estáveis. É o que eu faço no Manual, por exemplo: redes sociais são acessórias para os que considero canais prioritários de contato com os leitores — site e newsletter, que são coisas que eu controlo.

          3. Claro que o ideal é isso, mesmo assim, resvalamos nas Big Techs.

            A maioria das pessoas vai receber a sua newsletter no Gmail. Muitas pessoas vão hospedar um site pessoal na Amazon (mesmo sem saber) e usar alguma ferramenta do Google (seja algum plug-in de WordPress ou mesmo o Analytics).

            Deixar de usar o Gmail, deixar de usar as redes do Facebook e o Twitter, deixar de comprar na Amazon ou em lojas que usam o Facebook Pixel, navegar sempre usando bloqueadores de anúncios e scripts em conjunto com uma VPN etc. Tudo isso, por mais que mitigue um pouco a nossa relação com as empresas de TI, ainda é apenas um grão de areia no deserto. Ainda estamos, mesmo sem querer, usando o AWS e tantas outras ferramentas que são de propriedade dessas empresas.

            Ou vivemos eternamente em “contenção de danos” ou começamos a pressionar pelo fim das “Big Techs” (antes que elas acabem com a internet em si).

    2. Acho que a gente tem que pensar que nenhum direito ou liberdade é absoluto ou tem sua utilização garantida de forma irrestrita. A expressão de alguém tem que ser restringida sempre que violar interesses maiores, de uma coletividade, ou sempre que interferir em outros direitos. Sendo assim, não deveríamos mesmo ter liberdade irrestrita na internet.

      Concordo que deveria haver uma legislação para determinar as punições e restrições de uso que acontecem nas redes sociais, mas não acredito que isso vá acontecer, até porque é muito difícil. Teríamos que ter, por exemplo, o “Facebook do Brasil” e o “Facebook dos EUA”, cada qual se adequando às legislações de cada país, porque vai ser muito difícil haver um consenso sobre as regras gerais a serem definidas em uma lei internacional; por enquanto, vamos ter que ficar confiando nas diretrizes das big techs, infelizmente.

      1. Mas quem determina o que são “interesses maiores”?
        Quem determina que algo interfere nos direitos comunitários?

        Esse tipo de ação é muito subjetiva. Hoje foi o Trump com um claro discurso aberrativo em relação à democracia dos EUA; amanhã pode ser um parlamentar de esquerda com um discurso de igualdade de gênero. Esses conceitos de “interesses” e “coletividade” são, usando Bauman, líquidos, ou seja, eles dependem de uma associação livre dentre pessoas/entidades e de uma superestrutura social que dá conta de mantê-los em funcionamento e, sendo assim, nós devemos nos perguntar quem mantém essas superestrutura e com que motivação a mantém.

        Atualmente é bem claro que esses direitos/interesses são mantidos de acordo com o capitalismo – fetiche pela mercadoria, mercado de consumo, lucro – e que esse age de acordo com o seu interesse.

        Qualquer pessoa, dentro do meu entendimento atual, que pregue a autodeterminação e eleições sem a interferência burguesa é, hoje, um elemento de “insurreição” dentro do capitalismo e, por isso mesmo, passível de censura.

        1. Essa censura que você fala no último parágrafo já existe de forma velada, e geralmente com a interferência de governos. O que está em questão é a liberdade de falar o que bem entender, certo? Acho meio sem lógica a comparação que você faz entre discurso de ódio e discurso progressista (em termos gerais).

          O meu ponto foi só demonstrar a relatividade dos direitos e liberdades do cidadão. Se uma pessoa usa as redes para disseminar discurso de ódio, ameaçar o exercício da liberdade de imprensa, inflamar massas para a prática de violência e inclusive restringir a expressão de grupos variados de pessoas, essa pessoa tem que ter sua liberdade de expressão restringida ou inclusive removida (assim como um sentenciado tem retirada sua liberdade de ir e vir) e acredito que qualquer um aqui concorda com isso.

          Eu entendo sua preocupação que ficamos reféns da motivação dessas big techs pra fazer isso acontecer e é por isso que eu também acho que uma regulação fora do âmbito das empresas privadas por algum órgão internacional autônomo é essencial, mas até isso ocorrer (se ocorrer) acho que os banimentos que o Trump sofreu é o mínimo.

          1. Acho que depende muito de quem está no poder. Se uma pessoa começa a levantar questionamentos sobre a democracia atual em prol de uma democracia proletária, por exemplo, ela pode muito bem ser enquadrada nessas diretrizes e modelos de termos de uso. Quem determina isso é quem tem dinheiro e poder. Tudo é subjetivo quando se analisa ações humanas. Violência contra o Estado deve ser punida? E contra pessoas? E contra empresas? São questões que vão aparecer, certamente.

            As contas de esquerda e de atores de esquerda tem seu alcance diminuído via algoritmo faz bastante tempo – membros do governo da Venezuela, a conta da revista “Mother Jones” e a conta do PODEMOS da Espanha – mas agora podemos entrar numa nova era onde será simplesmente mais fácil banir uma conta “problema”.

            Urge fazer algo com essas empresas. Não me vem nada na mente senão quebrar em várias e repassar o controle acionário para outros atores e, junto, passar uma pesada regulamentação do setor.

        2. No Brasil, a lei determina os limites da liberdade de expressão. Muito provavelmente ela não contempla todos os discursos que, na nossa visão de mundo, talvez devessem ser considerados ilegais, mas aos poucos, com conscientização e trabalho, a gente vai suprindo essas lacunas. Foi assim que criminalizamos o racismo, por exemplo, uma coisa horrenda que não faz muito tempo era normalizada em piadas na TV e que, hoje, é crime inafiançável.

          A lei também vale nas redes sociais, o problema é que a celeridade dos discursos nesses ambientes acentua ainda mais a lerdeza do Judiciário. E tem demandas que, embora sejam problemáticas, não valem a provocação da Justiça, ou seja, podem ser resolvidas internamente, pelos próprios termos de uso da rede social.

          1. Mas eu acho que usando esse raciocínio a gente resvala no juspositivismo (quando encara que a lei determina o que é ilegal ou não). Ademais, a lei é feita por quem, novamente, detém o poder. O direito é uma peça de opressão à população, um braço aristocrata-burguês que determina as relações sociais. Não é pra ser um balizador moral, pelo contrário, o direito é mais um retrato histórico de cada época, delimitando quem detém poder e quem não detém (de acordo com o que é proibido ou permitido, podemos fazer um belo retrato de cada tempo).

            Nesse interim, quem determina o que é interesse maior? Atualmente muitos eleitores do Bolsonaro defendem a criminalização do comunismo, por exemplo. Com o lobby correto e a quantidade de votos, uma lei desse tipo passa e o comunismo vira um análogo ao nazismo, ao menos no Brasil.

            Pra tentar explicar melhor: os interesses comuns, da comunidade, são determinados por relações de poder que se personificam, posteriormente, no direito e em última análise, nos termos de uso das redes sociais (nesse caso) que emula os interesses comuns daquela sociedade. O discurso de ódio pode ser subjetivo, inclusive, a ponto de abranger qualquer discurso fora do que uma empresa determina como sendo (incitar uma revolta, incitar ódio aos bilionários etc).

            Claro, quando entramos em uma rede aceitamos esses termos; mas nisso voltamos ao meu primeiro comentário: dura lex, sed lex. Só porque é a lei (ou termo de acesso) é imutável? Só porque é um ambiente privado esse pode ser controlado de forma arbitrária e de acordo com interesses do capital (empresas)?

            Organizações como o Pirate Bay e o SciHub lutam diariamente com esses problemas, dessa vez no outro espectro político, de concentração de poder econômico em algumas poucas empresas. Acho que já passou da hora de diminuir drasticamente o poder de todas elas – poder, valor comercial, market share etc.

          2. A lei é mutável e, idealmente, reflete os anseios da maioria da população. Em um país democrático, ela é a expressão do que a sociedade considera, naquele recorte temporal, serem assuntos de interesse maior. Claro, todo esse papo é idealizado; na prática, interesses privados, contrários ao benefício da maioria, interferem reiteradamente, às vezes de modo tão intenso que desacreditam todo o sistema. Mas, e talvez eu seja meio Poliana nesse assunto, ainda acho que é o melhor caminho que temos na promoção de mudanças e melhorias sociais.

            Atualmente muitos eleitores do Bolsonaro defendem a criminalização do comunismo, por exemplo. Com o lobby correto e a quantidade de votos, uma lei desse tipo passa e o comunismo vira um análogo ao nazismo, ao menos no Brasil.

            Você certamente sabe o que escreverei a seguir, mas destaco este trecho porque ele me passou a impressão de estar alinhado àquela ideia de que democracia é a opinião da maioria (que Bolsonaro, ele sim por desconhecimento, ventilou na campanha presidencial). Elegemos representantes e temos um sistema de pesos e freios entre os três poderes para evitar que essa máxima se consolide. Às vezes, quase sempre, acho, a lei e o direito deve defender a minoria vulnerável.

            No papel é tudo muito bonito e viveríamos no paraíso se o que está escrito ali fosse seguido à risca. O nosso trabalho, como cidadãos, é cobrar para que a distância não seja grande nem que se codifiquem na lei regras injustas, privilégios. As interferências das grandes empresas de tecnologia são um problema que, cada vez mais, parece que só será resolvido com interferência estatal.

          3. Meu problema é esse.

            Teoricamente os 3 poderes deveriam não deixar que algo como o que eu citei ocorresse. O problema é que isso vira mais exceção do que regra. Na prática, tendo com um bom lobby no poder legislativo se passa quase qualquer coisa.

    3. Vou criar uma linha extra neste debate.

      Quando a gente vê galera de esquerda fazendo movimento para entrar no Mastodon por exemplo, a gente vê também uma mistura de polarização, bolhas e ajuste de regras. A pessoa escreve “o que quiser” naquela comunidade, e as responsabilidades e culpas são naquela comunidade que o é resolvida.

      Redes sociais são como aqueles murais que ficam em centro de cidade: vai se colocando informação conforme as pessoas querem (ou imaginam ou possam) colocar até onde dá, com a diferença que o mural da cidade tem um limite físico e uma rede social não o tem (ou melhor, tem que seria a capacidade de armazenamento de onde está…).

      Quem cuida deste mural? Depende. Pode ser a própria comunidade, pode ser os gestores daquela comunidade, uma empresa contratada ou quem comprou aquele espaço. N possibilidades.

      O limite da liberdade da expressão é o quanto a gente como ser comunitário entende. Me lembro bem que já lhe ofendi (e outros daqui) algumas vezes, ou até ameacei. Resultado: bloqueio, conversa ou até banimento, dependendo de onde eu estava. Voltei, aprendi a lição e estou aqui.

      Entre uma ameaça e a execução, basta um gatilho. É o que ocorreu nos últimos dias: um conjunto de ameaças gerou um gatilho. E o que resultou foi isso – um confronto violento com 5 mortes (que do jeito que a os frequentadores de chan estavam, ainda foi pouco…).

      Sobre a questão do que uma esquerda que defende uma revolução proletariada tem sobre censura e tudo mais, penso assim: noto que falta à esquerda que defende isso algo que seja bom em comunicação o suficiente para convencer os outros de seguir tal ideal. A “direita” (ou melhor, os cínicos estúpidos que se dizem de “direita”) conseguiram isso nos anos 00 do jeito que todos sabemos: usando o cinismo, o humor e o “politicamente incorreto” (que sei que é a soma dos dois últimos) e o resultado colhemos hoje.

      Muitos que eram pobres nos últimos 40 anos conseguiram sobreviver mais por causa do “capitalismo” e das ideias do mesmo – da dita “meritocracia”, da “conquista” e tudo mais; do que pelo socialismo, pela ajuda mútua, pela relação comunitária – esta que ainda que ocorra em um capitalismo, gera mais baseada em recompensas do que em pertencimento comunitário.

      Enfim, tem muito o que se aprender com isso – inclusive os limites da comunicação, da linha entre falar e agir. Trump conseguiu passar esta linha, e ajudou a criar um parâmetro que faltava nestes últimos 20 anos.

      Quanto a luta contra a burguesia, novamente: achar o caminho certo para comunicar esta ideia a população deveria ser o mote, e isso significa também mostrar que todas as lutas que a população faz em relação as suas necessidades também faz parte deste caminho de luta.

      1. Eu não entendi o seu ponto, desculpa. Vou me ater a fazer algumas observações sobre alguns pontos que eu peguei.

        1) As pessoas nos últimos 40 anos melhoraram de vida apesar do capitalismo. Os motivos que as fizeram melhorar de vida, usualmente, tem relação com o que se chama de socialdemocracia (grosso modo, um modelo alemão pós-guerra de desenvolvimento econômico e social que “reforma” o capitalismo com preceitos do socialismo, daí o termo muito usado pela esquerda para contrapor os revolucionários e o reformistas, por exemplo).

        2) Meritocracia não tem relação com isso. A meritocracia, nos moldes citados por mim, não existe porque o Estado, por meio de ações de inclusão como PROUNI, BF, CSF, MCMV e tantos outros programas, cria as condições mínimas de entrada no mercado de trabalho e no mercado consumidor.

        3) Pregar uma revolução nunca é fácil porque pressupõe uma ruptura. A maioria das pessoas não quer uma ruptura. Pelo contrário, a maioria da pessoas quer a manutenção dos sistemas de compensação social porque elas anseiam em serem os protagonistas deste. Nas palavras de Paulo Freire: “quando a educação não é libertadora o sonho do oprimido é se tornar opressor”. Esse é o “pulo do gato” do capitalismo que a gente vive atualmente. Ele vende a ideia (errada) de que todos são passíveis de se tornarem opressores (ricos).

        1. Acho que sem querer aqui é um exemplo de como temos um problema de comunicação e entendimento.

          Realmente posso não ter sido claro no começo – a ideia era tentar uma analogia sobre outras formas de comunicação e seus limites.

          No final você alega que não entendeu e vai refutando todas as posições que tenho sobre o porque de hoje estarmos em um capitalismo e não em um socialismo.

          No final é assim que grande parte da comunicação acaba indo parar: sempre numa tentativa de um convencer o o outro que está certo.

          É nisso que falo que “a esquerda” erra: talvez falte Paulo Freire para a esquerda também, pois tem que convencer muitos (eu incluso) a romper com a cultura que temos hoje.

          Hoje no twitter mesmo vi um comentário tipo “Como posso ajudar?” e a própria se responde “tenho que trabalhar muito para cuidar dos meus”. Como usar um exemplo de Paulo Freire para mudar a comunicação e ela entender que ela é parte do “todos”, não só dos dela?

          Nisso falo: falar “fogo nos fascistas”, apesar de catártico, pode soar ao outro que não se vê como de esquerda (e ainda talvez tenha chance de puxa-lo para a esquerda) como “vão botar fogo em mim”.

          Aí repondo o assunto nos trilhos: se ao Paulo Freire, uma pessoa inculta acaba tendo a ideia de “de oprimido virar opressor”, o ideal aqui é tentar na verdade fazer o oprimido ter as mesmas condições que o opressor, mas sem a opressão. Esta frase é certa no sentido de provocação, mas falha no sentido didático. No final a direita mais usa esta frase – pois ela pega o “oprimido pelo sistema, pelos governos, bláblá” e o faz se sentir o opressor.

          É como, aí usando o exemplo que eu trouxe – e espero agora corrigir minhas analogias – pegar o mural da cidade e faze-lo recheado de textos para que um rapaz que seja morador de rua se converta a ser alguém associado a um grupo político. Só que depedendo de quem cuida do mural, pode ser que os textos possuam ideias que gerem uma polarização nesta pessoa e com isso apesar da mesma melhorar suas condições, ela acaba virando alguém que confronta quem é contrária aos ideais que acabara de aprender.

  15. Rodrigo, estou acessando via Safari no iPhone e o anúncio Nord VPN está exibido de forma estranha, com partes cortadas e desalinhado.

      1. O campo de pesquisa aparece completo. Exatamente o lugar onde a pesquisa é digitada que corta uma parte da palavra anúncio aqui. Vou limpar o cache para testar.

  16. In love with Manual do Usuário. Alguém tem recomendações de outros sites que seguem o movimento slow web? =)

    1. Hmmm, de tecnologia? Tem o The Overspill (diário, do Charles Arthur; em inglês), o Interfaces (Henrique Martin e Samir Salim, bem focado em produtos), inessential (do desenvolvedor Brent Simmons; em inglês) e… hm… de cabeça, assim, não consigo lembrar de algum outro. (De olho na thread porque também aceito indicações!)

    2. No tema de inutilidades, para quem ainda quer saber o que rola de “relevante” no Twitter, TikTok e outras redes sociais (mas não quer de fato acessar a timeline delas) eu recomendo a newsletter desse site: https://www.garbageday.email/

    1. Cuidando de 7 cachorros em casa enquanto do outro lado do bairro rolava um pancadão ilegal com mais de 100 pessoas…

    2. Como se fosse um dia normal de 2020, depois de Março. Família com entes que vivem em estados diferentes, dessa vez celebrando via chamada de vídeo. Melhor parte foi não precisar explicar pela 31ª vez que eu não gosto de lentilha.

    3. Praticamente tudo quieto e uma sensação do ano não ter acabado.

      Mas seguimos…

    4. Esse ano foi diferente ouvir muito mais o barulho pela janela de pessoas se desejando feliz ano novo do que o de fogos.

      1. Uia! Por aqui não teve muito isso não. Teve mais é funk pancadão, moleques com diarréia motociclistica (escapamento aberto) empinando e a ponto de cair para se matarem, quando não música de corno tocando em saveiros rebaixadas com 5 alto falantes de 20 polegadas cada…

        1. Esqueço sempre de fazer um disclaimer de aviso de preconceito enrustido em alguns destes comentários que faço. Admito que este tipo de comentário carrega uma carga preconceituosa dentro. Mas entendo que vocês entendam os motivos, né?

    5. Peguei covid. Termino meus 14 dias de isolamento na segunda.

      Na pandemia toda, tomei todos os cuidados e segui todas as recomendações: máscara, álcool gel, distanciamento… Provavelmente peguei em algum vacilo preparando marmita no trabalho ou de um vizinho que passa fds em bar e praia sem máscara, e manobra meu carro (aqui no prédio as vagas são divididas).

      Só tive sintomas leves de gripe forte: coriza, tosse e aquela moleza. Não perdi sentidos, nem tive febre ou falta de ar. Vendo o caos que está o país por causa da doença e como afetou amigos próximos de uma forma muito mais grave, acho que usei minha cota de sorte toda dessa encarnação quando fiquei doente.

        1. Moro em Santo André – SP, Ghedin. Surpreendentemente foi tranquilo.

          De início, achei que era mais uma crise de rinite que costumo ter com frequência, mas, quando depois de 3 dias ela não passava com antialérgico, fui direto no pronto socorro. Pago convênio na empresa e ele é relativamente bom, apesar de ter que pagar mensalidade E co-participação.

          Lá eles já fizeram uma triagem rápida dos sintomas e me mandaram pra uma ala isolada do hospital pra covid. Estava bem vazio quando fui e esperei coisa de uns 10min até a consulta.
          Depois o médico mediu meus sinais vitais, receitou dexametasona pra inflamação e um expectorante e já me mandou pra fazer o PCR na hora. Feito o teste, 3 dias de molho até sair o resultado. Caso desse positivo, voltava lá; caso não, vida que segue.

          Como fiz bem na parte da manhã, o teste saiu no dia seguinte: “DETECTADO” em letras vermelhas garrafais. Voltei pro pronto socorro (super rápido, de novo), onde peguei outro atestado pra completar os 14 dias e, como estava com sintomas leves, complementar a medicação com um antigripal. Nada de cloroquina, tratamento precoce ou Ozônio no c*.

          No trabalho, comuniquei meu chefe que estava com covid, mandei meu teste, e o pessoal do ambulatório mandou todos que tive contato pra casa (a área inteira, basicamente) e depois os testou lá na empresa, mesmo, sem custo. Eles só fazem o teste caso você tenha contato comprovado com alguém covidado. Por sorte, todos que tive contato, inclusive minha namorada, deram negativo.

      1. Putz cara, que venha saúde e proteção para ti em 2021.

        Achei esquisito quando tu falou que pegou covid quando preparou marmita, mas aí me veio a mente que cozinhas são espaços compartilhados, e o risco de uma infecção pode vir de uma falta de limpeza por exemplo.

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