A partir das 15h (horário de Brasília), a Apple deve apresentar seu primeiro computador com chip ARM, desenvolvido por ela mesma, no lugar dos tradicionais x86 da Intel.

A Fiverr estreou no Brasil nesta terça (10). A plataforma conecta freelancers com empresas que necessitam dos seus trabalhos, que ela define como “Service as a Product (SaaP)”, ou um marketplace da força de trabalho. (Ou, e aqui uma definição minha/popular por aí, uma plataforma de bicos.) São 400 categorias de serviços em 8 verticais, como design gráfico, marketing digital e redação. Em troca da conexão, a Fiverr fica com 20% dos pagamentos. Agora com presença oficial no Brasil, a vantagem é que os pagamentos podem ser feitos e recebidos em reais e todo o site está localizado. Via Estadão.

O Nightcam, app de Ahmet Serdar Karadeniz que promete dar o poder das fotos noturnas a qualquer iPhone a partir do 6S, está saindo de graça por tempo limitado na App Store. Baixe-o aqui.

Atualização (14h15): Parece que a promoção acabou no final da manhã. Pena.

Imagem do canto superior esquerdo de três janelas com os ícones antigos do Gmail, Agenda e Meet — serviços do Google. Ao lado, com uma seta apontando aos prints, a mensagem (em inglês) "Ela [a extensão] simplesmente te devolve isto:".
Imagem: Chrome Web Store.

A extensão Restore old Google icons faz o que propõe: traz de volta às abas do Chrome (e, em breve, do Firefox também) os ícones antigos, mais distinguíveis de Gmail, Google Agenda e Google Meet no lugar daqueles novos.

O Spotify disparou um questionário a alguns usuários com perguntas de um possível plano pago exclusivo para podcasts. A empresa quer saber que recursos compeliriam alguém a assinar esse plano (programas exclusivos? Conteúdo extra? Remoção de anúncios?) e quanto essa pessoa estaria disposta a pagar (entre US$ 2,99 e 7,99). Em nota, o Spotify diz que conduz pesquisas do tipo o tempo todo e que elas não necessariamente sinalizam novidades no serviço.

A ideia de cobrar uma assinatura pelo acesso a podcasts não é exatamente nova. A Amazon já está fazendo algo do tipo com o Audible (US$ 7,95/mês) e, em 2019, uma startup fortemente financiada, a Luminary, surgiu com a proposta de vender acesso a podcasts premium (o lançamento foi um fiasco e pouco se ouviu dela desde então). A estratégia do Spotify, de primeiro obter a exclusividade de podcasts de alta qualidade e grandes audiências e criar o hábito nos usuários para depois cobrar, parece mais promissora, porém. Via The Verge (em inglês).

Motoristas que moram em uma região com alto índice de roubo e furto podem ser beneficiados caso a seguradora detecte que eles transitam prioritariamente pelas vias menos visadas por ladrões.

— Eduardo Sodré

Nesta coluna, Eduardo Sodré nos apresenta a uma direção do mercado ainda menos atenta à privacidade das pessoas e, não bastasse isso, com um grande potencial para reforçar estigmas e preconceitos. Tenho certeza que qualquer planejador urbano poderia tecer longos comentários sobre o absurdo da proposta citada acima. Via Folha.

Já faz algumas versões que o Telegram implementa versões grandes, animadas e até com som (!) de emojis populares em mensagens enviadas apenas com o emoji em questão. Para quem prefere os emojis convencionais, basta desativar a opção Emoji Grande — ela está em locais diferentes, dependendo da plataforma, então é mais fácil usar a busca das opções para encontrá-la. Via @DicasTelegram.

A título de curiosidade, os emojis com som são estes: ?, ⚰️, ?, ?‍♂️, ?‍♀️, ? e ❤️. Para ouvi-los, envie um e, depois que a animação terminar, toque no emoji.

Devido à pandemia, a tradicional Festa do Livro da USP será virtual este ano. O evento, que reúne +170 editoras oferecendo livros dos seus catálogos com no mínimo 50% de desconto, começou nesta segunda (9) e vai até o dia 15 de novembro.

Funciona assim: no site, é possível acessar as listas de todas as editoras. Ao decidir pela compra de um livro, o interessado deve acessar o site da editora e finalizar a compra por lá. Isso significa que não será possível levar livros de editoras distintas pagando só um frete, mas foi a melhor solução encontrada pela Editora da USP (Edusp), promotora do evento, para não gerar custos às editoras, o que poderia afastar as menores. O site da festa, no momento, está lento. Via Jornal da USP.

A Apple divulgou, nesta sexta (6), os preços sugeridos da linha iPhone 12 no Brasil:

  • iPhone 12 Mini (64 GB): R$ 7 mil.
  • iPhone 12 (64 GB): R$ 8 mil.
  • iPhone 12 Pro (128 GB): R$ 10 mil.
  • iPhone 12 Pro Max (128 GB): R$ 11 mil.

Os preços acima são das versões “de entrada”, com menos memória. Os modelos simples ainda contam com versões de 128 e 256 GB, e os Pro, de 256 e 512 GB. O iPhone 12 Pro Max de 512 GB custa R$ 14 mil. Comprando qualquer um deles à vista, a Apple concede 10% de desconto. Via MacMagazine.

Coincidência ou não, surgiram relatos de que os sistemas informatizados de outros órgãos do poder público teriam sido hackeados, como os do Ministério da Saúde. Nesse caso, segundo a assessoria de imprensa, apenas algumas estações foram infectadas por um vírus, sem qualquer indício de invasão. O pedido do Departamento de Informática do SUS (DataSUS) para bloquear o acesso à internet e à rede interna foi por precaução, para evitar que o vírus se espalhasse. Via Reuters.

No Twitter, porém, um grupo chamado CyberTeam alega ter hackeado o site do Ministério da Saúde. Eles conseguiram colocar páginas HTML com mensagens em alguns locais do site.

A partir do print do pedido de resgate encontrado nos sistemas do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o Bleeping Computer, site especializado em segurança da informação, detectou o grupo por trás do ataque: é o RansomExx, que está bastante ativo desde junho e mira em alvos importantes — outras vítimas governamentais do grupo incluem os sistemas judiciário e de transporte público do Texas (EUA), o sistema de transporte público de Montreal (Canadá) e a Tyler Technologies, uma das maiores fornecedoras de tecnologia para o setor público dos EUA. Via Bleeping Computer (em inglês).

Ontem (5) à noite, o presidente do STJ, Humberto Martins, divulgou uma nota afirmando que os processos do tribunal estão seguros e que a inteligência do Exército se juntou à Polícia Federal para auxiliar nas investigações. Via Conjur.

Ninja, mãozinha italiana, esquilo, órgãos realistas… são só alguns dos novos emojis do iOS 14.2, liberado há pouco pela Apple. Como nem só de emojis é feito uma atualização de sistema, ela ainda traz novos papéis de parede, melhorias diversas na integração com o HomePod, um novo botão do Shazam para a Central de Controle e as correções de falhas habituais. Via The Verge (em inglês).

Em tempo: a linha iPhone 12 será lançada no Brasil no dia 20 de novembro. Via Apple.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) sofreu um ataque hacker na tarde desta terça-feira (3). “Por precaução, os prazos processuais seguem suspensos até a próxima segunda-feira (9/11)”, diz a nota do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Até lá, demandas urgentes estão sendo encaminhadas por e-mail. E, no final da nota, o CNJ recomenda aos usuários que “não utilizem computadores, ainda que os pessoais, que estejam conectados com algum dos sistemas informatizados da Corte, até que seja garantida a segurança do procedimento”. O site do STJ está com uma página simples/temporária, informando o ataque e os procedimentos excepcionais postos em virtude dele.

A nota não especifica que tipo de ataque foi esse. Nesta quinta (5), Diego Escorteguy, em seu novo blog (?), afirma ter ouvido de uma fonte de dentro do STJ que se trata de um ataque do tipo ransomware, quando o hacker criptografa todos os dados da vítima e exige um pagamento para liberar a chave. Diz, ainda, que o ataque foi grave e que o STJ e que os técnicos do tribunal e especialistas terceirizados não estão conseguindo contornar o problema. Via CNJ, O Bastidor.

20#41

O criador solitário de apps para Android que desafia Google e Samsung

Todos os sistemas operacionais contemporâneos trazem uma seleção básica de aplicativos pré-instalados: navegador web, agenda de contatos, agenda de compromissos, calculadora etc. Goste deles ou não, muita gente os usa apenas porque já estão ali, disponíveis assim que o aparelho é ligado pela primeira vez.

O poder do padrão é forte e as empresas por trás desses aplicativos mundanos, gigantes como Apple, Google e Samsung, têm recursos de sobra para torná-los minimamente usáveis. Apesar disso, tem quem desenvolva e lance aplicativos alternativos, com recursos extras ou ideias mais avançadas que os padrões. Entre eles está um insuspeito jovem programador da Eslováquia que só queria uma calculadora que não se conectasse à internet.

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