A cabine de home office da Stefanini
A pandemia da COVID-19 levou milhões de brasileiros ao famigerado regime “home office”. Não demorou muito para que esse contingente descobrisse que, apesar das óbvias vantagens de trabalhar em casa, o modelo também tem desvantagens. Com o mercado aquecido e essas desvantagens aparecendo, a indústria começou a atacá-las. Primeiro, focou nos problemas mais imediatos, como a falta de equipamentos que resultou em picos de vendas de notebooks, webcams esgotadas e uma alta generalizada de preços. Agora, na segunda onda, estão aparecendo remédios mais sofisticados que prometem curar dores específicas de empregados e de empregadores. Em alguns casos — e sem muita surpresa —, mais as do empregador que as do empregado.