O homem que comprou uma licença do WinRAR
Antes das lojas de aplicativos, dos smartphones, da internet rápida e dos meios de pagamento simples, usávamos computadores ruidosos, em conexões lentas e munidos de um tipo de aplicativo chamado “utilitário”. Entre eles, o compactador de arquivos era um dos mais populares. Dentro desse micro universo, havia o WinZip, que provavelmente aquele seu tio contador tinha comprado e instalado no computador novo dele, e o WinRAR, que, mesmo igualmente pago, podia ser usado de graça e, além de tudo, parecia ser melhor. (mais…)