“Como usuário do Windows, é um jeito surreal de instalar um aplicativo”
unsung.aresluna.org
Das muitas estranhezas que uma pessoa novata tem no macOS, a maneira de instalar aplicativos é das mais curiosas. Basta arrastar o ícone para qualquer lugar, de preferência o diretório /Applications. Os instaladores (arquivos *.dmg) costumam abrir janelinhas no Finder com instruções. Marcin Wichary coletou um punhado delas para analisar as diferentes maneiras com que desenvolvedores guiam os usuários.
Tão surreal quanto é o apagar arrastando o ícone para a lixeira.
Também nunca usei o sistema, mas pelos prints que vejo tenho a impressão que o MacOS tem um pouco daquela interação divertida dos CD-ROMs dos anos 90. Um pouco esqueumórfico, é como se fosse um encarte bonito que evoca mais sensações do que os programas podem entregar. Muito legal. Deveríamos ter mais disso.
Eu não tenho contato com o sistema. Esse .dmg é uma “pasta” com o programa e nesse caso, um atalho para a pasta apps? Seria isso?
É uma imagem que precisa ser montada no sistema, como se fosse um pen drive ou SSD externo. Dá para criar imagens
*.dmgcom arquivos comuns também. Sei lá por que esse formato foi adotado para distribuir aplicativos. Talvez por ter um “autorun.ini” (essa só os terceira idade vão pegar) embutido? Porque assim que você monta o*.dmg, ele abre essa janelinha do Finder que o post reuniu.É meio besta, mas meio que funciona? O mais curioso é que os próprios aplicativos são pacotes de arquivos (dá para clicar com o botão direito e escolher “Mostrar Conteúdo do Pacote”). Em certo sentido, lembra (e talvez tenha inspirado) esses novos formatos do Linux — Flatpack, AppImage, Snap.
Em paralelo, tem a App Store, que é como lojas de aplicativos para celulares: nela é só clicar no botão “Obter” e o aplicativo é baixado e aparece no local correto automaticamente.