Ainda pensando no Google I/O

O Google apresentou “agentes de IA” capazes de fazer o trabalho da pessoa em inúmeros cenários, nenhum deles muito crível para gente de verdade. (Quem precisa de IA para organizar uma festinha na rua?) No TechCrunch, Sarah Perez assina uma boa crítica dessa utopia questionável que o Google tenta nos vender.

Do meu lado, penso que estamos vivemos um “Dia da Marmota” daquele recurso do Google Now, de ~2012, que avisava via notificação que o portão de embarque de um voo havia mudado. Como se essa informação não estivesse na sua cara o tempo todo dentro de um aeroporto. Há 15 anos o Google usa diferentes tecnologias, cada vez mais complexas e caras, para tentar sanar problemas com que nenhum ser humano jamais se deparou.

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3 comentários

  1. Primeiro criam uma solução que ninguem precisa… agora tem que correr pra encontrar um problema pra essa solução.

    Que eu me lembre, o certo seria o contrario, né?

  2. Há 15 anos o Google usa diferentes tecnologias, cada vez mais complexas e caras, para tentar sanar problemas com que nenhum ser humano jamais se deparou.

    Com um detalhe importante: A maioria delas plenamente disponível só nos EUA.

    A Google é alérgica a produtos globais e escalabilidade.

    1. Essa crítica eu acho meio injusta, hehehe. O Google é muito mais “global” que a Apple, por exemplo. Gmail, YouTube, Maps… são todos serviços que funcionam bem em quase todo o mundo.