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Post livre #208

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.

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154 comentários

  1. Como sempre, se este for o último comentário, digo que se o site fosse na verdade uma rádio de ondas curtas, se chamaria “Canal do Usuário”. ZYB 1406

    (Dica de vídeo do dia: o canal VWestlife resolveu mostrar um pouquinho de como é escutar ondas curtas nos USA, e ainda mostrou que existem canais que você paga 35 dólares por hora para mandar sua mensagem).

    https://www.youtube.com/watch?v=52eNrXa8M9Q

  2. Como comentei mais abaixo, estou procurando alguma distração para fazer nas horas vagas e me veio a mente uma câmera para me acompanhar em algumas saídas aleatórias que as vezes eu realizo e pesquisando, fiquei na duvida entre duas câmeras mirrorless: Sony Nex 6 ou Sony A6000 sendo a A6000 quase R$1000 a mais.

    A pergunta é, esse caso entra naquela velha frase, “vale mais a pena juntar mais e comprar o item X (mais caro) do que esse mais barato” ou a vantagem não é lá tão grande?

    1. A Nex 6 é antiga, foi lançada em 2013, mas se o seu objetivo é apenas tirar fotos, ela ainda dá um bom caldo. O sensor muda pouco entre as gerações de câmeras mirrorless; as mudanças são mais circunstanciais — vídeo com maior resolução, Wi-Fi, GPS, sistemas de foco mais rápidos etc. No que diz respeito à qualidade da imagem (estática, para fotos), qualquer NEX das antigas ainda faz imagens muito bonitas.

      Aí é o caso de avaliar se esses recursos circunstanciais valem a diferença de preço.

      1. Mas a Sony A6000 é de 2014, um ano apenas de diferença, mas acho que vou pegar a NEX 6 pois, pensando bem, já é um hobby meio caro e pegar uma mais cara ainda apenas para isso não é tão vantajoso ao meu ver, sem contar que tenho outros planos ainda para esse ano e R$1000 deve fazer diferença.

        …procurando sobre lente, elas são mais caras que a câmera :(

        Alguma recomendação para lentes? Algo apenas para o dia a dia de um leigo mesmo.

        1. Ops, é mesmo 😬

          Essa que você vai pegar já vem com um kit de lente? Essa padrão já é mais que suficiente para aprender bastante e conseguir resultados muito superiores aos de um celular ou compacta. Só esquenta com lentes quando estiver dominando a câmera — você vai saber quando elas se tornarem necessárias.

          1. Então, eu só estou comprando o corpo, mas pelo o que eu pesquisei, recomenda a lente Sony E-mount 16-50mm que é meio que a padrão, mas estou aberto a outras indicações.

          2. ..ah, e joveliano “sou eu”, mas troquei de sobrenome por conta de um processo para tirar a cidadania italiana e o sobrenome antigo ainda está gravado no meu navegador..

    2. Cá entre nós? Comece com uma câmera barata para indo pegando macetes. Tu vai comprar uma câmera top para depois ter prejuízo, é fogo.

      Mesmo uma Point-and-Shoot ou superzoom (os que no BR chamam de “Semi-profissional) pode lhe atender para um hobby, pois assim você pega noção de enquadramento, iluminação e ajustes básicos – ISO, abertura, exposição, velocidade.

      Câmeras DSLR e Mirroless são ótimas, mas são chamariz de problemas também.

      Se decidir pegar por um DSLR / Mirrorless, lentes lidam com o tipo de foco que você vai buscar – fotos retrato, longa distância, macro, ambientes, etc…

      Não sou bom nisso, mas sei a lente padrão da maioria das máquinas já ajuda a tirar diferentes tipos de foto. Tenha mais em mente ir experimentando a máquina e brincando com as técnicas, e na hora que você se sentir bem a vontade, pegar uma lente que atenda um desejo ou necessidade.

      Por exemplo, tu começa a pegar gosto por fotos de paisagem. Então “Olhos de Peixe” / “Grande Angular” lhe atenderão bem. Ou “Ornitologia” (Pássaros) – Lentes de zoom, que geralmente são mais caras, podem lhe ser as melhores “armas” para registrar a beleza da natureza no espaço urbano.

      1. vc está corretíssimo. não vale gastar os tubos, especialmente iniciantes.
        eu tenho uma, semi-profissional e atende a tudo aquilo q faço e a câmera ainda poderia ir mais longe. as câmeras mais simples são muito poderosas.
        no link do canal abaixo, o cara mostra como é possível fazer fotos BEM interessantes com equipamentos antigos ou subvalorizados.
        https://www.youtube.com/channel/UCBeMB1BquDgEnY2kf0eFoKw

        miroless é pra quem tem muito grana sobrando e não sabe o q fazer com ela. e a lente básica que vem na câmera (na maioria delas), qdo vc não compra só o corpo, tb é mais que suficiente para um amador conseguir ótimos resultados.

      2. como estou muito longe de ser profissional, uso há mais de dez anos câmeras tipo “superzoom”

        sei que os fotógrafos desprezam essas câmeras (com razão, aliás, porque o sensor delas é horrível), mas pra mim elas são bastante úteis (já que equivalem a distâncias focais gigantescas).

        para começar elas valem a pena, já que são bem baratas

        minhas fotos com elas estão aqui: flickr.com/gaf

    3. fotografia é um ótimo hobby. só não precisa gastar os tubos e basta ter uma lente versátil para fazer de tudo um pouco. a q vem no kit da máquina geralmente resolve ou uma outra mais abrangente (a sigma tem modelos bons e baratos). o ligeiro, abaixo, já deu boas dicas.

      se vc partir para uma sofisticação logo de cara, o seu resultado tende a ser frustrado, pq esses equipamentos entregam muito e não mão de um leigo… não servem pra muita coisa. se vc domina os princípios da fotografia e já tem conceitos em mente, ok, mas fora isso… vais gastar à toa.

      1. Como comentei logo acima, estaria comprando apenas o corpo dela, e dando uma pesquisada, indicaram a lente Sony E-mount 16-50mm que é a que vem em uma A6000.. mas estou aberto a sugestões de câmera e lente.

        Agora, sobre comprar uma câmera mais básica, eu realmente quero aprender e essa NEX 6 está na faixa do R$1000 sem a lente, o que para mim, estaria dentro de algo aceitável. Poderia investir em algo mais barato e depois migrar, sim, mas eu não sei se vale a pena toda a energia que iria gastar para vender X para depois comprar Y pois gostaria de migrar para algo melhor. E acredito que essa NEX 6, depois dos perregue para aprender, deve satisfazer por uns bons anos ainda.

        ah, e obrigado pela dica de canal

  3. Acompanhando aqui um pouco da “polêmica” (não gosto desse termo, por isso as aspas) sobre o último episódio do podcast ‘Mamilos’. Já não ouço há um tempo, por conta da, digamos, pegada mais comercial. Antes ouvia e gostava das dicas culturais e os convidados, qdo o assunto me interessava, tinham algo a dizer. Elas nitidamente vacilaram, há um bom tempo, qdo deviam ter se manifestado contra o machismo no mundo nerd, mas deixaram passar. Até aí… vai saber o q houve. Bom, neste último (q ainda não ouvi, mas ouvirei), uma convidada (uma mulher negra, a Nath Finanças) não teve o merecido espaço para falar. Parece q as apresentadoras pisaram na bola nesse sentido (e talvez mais, não sei, ainda não ouvi).

    Mas o mais intrigante é q, geralmente, qdo mulheres fazem algo não tão legal ou mesmo condenável, a turma cai matando sem dó. Vejo muitos homens pisando feio na bola e há, de fato, alguma repercussão, mas sem essa virulência e logo os caras já estão integrados na galera (Murilo Cleto, por exemplo; a Lola tem um texto bacana sobre homens de esquerda machista). Não é a via do ‘cancelamento’ q tomam qdo são homens, mas a do linchamento e o máximo de humilhação possível (vindo de homens e, claro, mulheres). Isto está me lembrando o lance da Bel Pesce, q, apesar dos pesares, ela foi massacrada numa medida desproporcional. Pra mim, está nítida, uma forma enrustida de machismo disfarçada de inconformismo com a ‘classe média branca’.

    O fato do programa, agora, ser patrocinado pelo Bradesco não ajuda muito, a meu ver, por conta das implicâncias q isto naturalmente traz em termos editorais, claro, pois sabemos dos estragos q o mercado financeiro provocam e refletir sobre eles inviabilizaria o patrocínio de um… banco, mas não é bizarro: antes elas tinham o q dizer, eram admiradas, serviram de exemplo pra muita gente, mostravam o poder das mulheres à frente de um projeto bacana, podem viver apenas da atividade no podcast e tal, daí basta uma (ou algumas) bola fora e, nossa, são as piores pessoas do mundo etc etc etc… Patético.

    1. Sim, concordo que pode haver um pouco de machismo estrutural na reação ao trabalho delas e precisamos enfrentar esse problema. Isso se soma aos efetivos problemas do programa e apenas torna mais embaralhada a questão toda.

      Ouvia o Mamilos bem no início do programa. Já me incomodava com o olhar predominantemente liberal e da alta classe média paulistana, mas considerava um programa bem produzido, bem pautado e bem executado — e gostava, afinal, de ouvir vozes discordantes das minhas.

      Contudo, com o tempo, o caráter liberaloide e elitista do discurso delas foi ficando cada vez mais intenso — bem como o silenciamento das vozes dissonantes e a naturalização da perda de direitos no cenário político pós-golpe.

      Até aí, tudo bem, tá cheio de canais de youtube e podcasts conservadores e representativos de nossas elites. O maior problema do Mamilos, contudo, é o discurso isentão. É um programa liberal, de direita, elitista, mas passa a sensação de “jornalismo isento” e “imparcial”.

      Com o patrocínio de banco fica ainda pior.

      1. machismo e falta de sororidade: é o q temos da esquerda (da de ontem e da de hj). tb falta sensibilidade, empatia e conexão com novas complexidades (especialmente as ambientais). a demasiada preocupação com o estilo de vida liberal era pra ser secundaria nu contexto assim, afinal, numa sociedade em q o consumidor tomou o lugar do cidadão, se se trata de um liberal ou de um progressistas, com ambos ligados ao consumo (e consequentemente ao desenvolvimento industrial/comercial, progresso etc), pouco importa o naipe, pois o resultado será o mesmo.

        da direita temos uma perigosa aproximação com o fascismo q, pelo q todos podemos ver, está crescendo e não diminuindo.

    2. Cara, te dizer que não suporto Mamilos, acho muito chato. Sempre lembro de programas de rádio que tinha que ouvir no transporte escolar porque o motorista não botava numa rádio de música. Nunca consegui ir ao final de algum programa, mesmo tendo interesse no assunto ou convidado. Fiquei com vários na fila, mas só por preguiça de limpar as coisas.

    3. Sem entrar no mérito, só para fazer um adendo, boa parte da crítica a esse último episódio recai no outro convidado, o tal do Primo Rico. Te confesso que não li muita coisa, só alguns tweets, mas a maioria citava esse convidado como tão ou até mais problemático que não terem dado espaço à Nath para falar.

      (Fora o discurso mau-caráter de que “qualquer um pode ficar milionário em 12 meses, basta acordar às 5h da manhã e aportar R$ 100 mil por mês em ações”, ele esteve envolvido nesta situação que, segundo consta, não foi abordada no programa.)

      1. Eu ouvi o programa inteiro agora pela manhã e, de fato, a Nath teve mesmo pouco espaço. Mas outro convidado tb. Era difícil ouvi-lo, o jeito do cara era insuportável. Péssima escolha para o debate, mas… é o direito delas escolherem os participantes. O que pegou mesmo é o fato delas falarem demais… Comeram todo o espaço dos convidados e só lá pra depois de uma hora de programa, a Nath conseguiu desenvolver melhor. Houve um momento interessante, que uma das apresentadoras fala que é preciso levantar um extra, e Nath dizendo que não sabia como fazer isso, pelas restrições da vida dela (que são muitos e representam a da maioria da população brasileira) e a outra apresentadora disse como ela, q tb vivia, segundo ela mesma, perrengues parecidos, fazia pra levantar uma grana extras e tal. A Nath, ao fim do programa agradeceu a participação e disse que aprendeu algumas coisas ali. O milionário convidado só tinha uma autoajuda barata para oferecer, daí q não foi uma opção q realmente serviu pra algo (pra ele serviu pra se autopromover, apenas).

        Mas já vi acusações de racismo da parte delas por terem silenciado a convidada e isto não aconteceu. Há um bloco, no fim do episódio, com uma fala de uma participação do Perifa Connection q, inclusive, abordou uma questão do movimento negro nessa mesma participação. Depois os convidados deram dicas q Nath aproveitou para recomendar o próprio canal. Creio que ela atingiu um público de classe média que, provavelmente, torce o nariz para a pauta, mas q no fundo mesmo sabe q está muito mais próximo da pobreza do q da situação milionário feliz.

        As pessoas que se queixaram, muito provavelmente, não se deram nem ao trabalho de ouvir o episódio todo. Até aí, sem surpresas, pré-julgamentos estão aí o tempo todo arruinando reputação e servindo para humilhar pessoas. Ainda creio que há muito machismo nas críticas e ressentimento por parte da esquerda que não se vê mais representada nas pautas do programa. Pra mim isso sugere um misto de incompreensão da atual o contexto que vivemos (de um capitalismo destrutivo com alternativas sendo cada vez mais sabotadas por gente que deveria aderir a elas) e uma forte tendência à violência como primeira resposta (algo igualmente próprio do capitalismo seja simbolicamente ou não).

        1. Elas falam demais mesmo
          fui curiar esse episódio e não aguentei

          quanto o primo rico, por bem ou por mal é um dos maiores canais do assunto no mundo. talvez tenham tentando com aquela outra nath (arcuri? me poupe) ou outroscanais, e não conseguiram agenda

        2. Eu não consigo enxergar esse machismo que você está vendo no caso, Fabio. O Paulo citou o caso do Leon, que também foi “cancelado” no Twitter por opinião bosta, e a repercussão com ele foi maior — virou trending topics mundial, recebeu resposta do Lula etc.

          No caso da Nath, o problema precede o programa. O simples fato de não terem-na avisado de antemão que ela gravaria com o Primo Rico é por si só problemático, e diferente de o Nassif falar dela no Twitter. Sei que não foi a intenção, mas fica a sensação de que jogaram a menina na boca do leão, sem chance de se preparar ou de reavaliar a participação diante desse “detalhe”. (Lembremos a Márcia Tiburi que, em situação parecida na Jovem Pan com um membro do MBL, levantou-se e foi embora; a Nath não tem bagagem para reagir da mesma maneira.)

          Ainda creio que há muito machismo nas críticas e ressentimento por parte da esquerda que não se vê mais representada nas pautas do programa.

          Elas se vendem como progressistas. Desagradar o público que conquistaram é uma escolha que só compete a elas, mas que tem consequências. Não dá para reduzir essa quebra de confiança a machismo (acho que nem é o caso aqui).

          1. Achei tão errado a Marcia se levantar e sair, apesar de ter todo o direito de fazê-lo… Ela justamente por ter uma mega bagagem iria esmagar o Kataguiri (até então só um bostinha do MBL, mas hj uma autoridade federal…) e suas falácias. Não foi na jovem pan, eu acho, mas numa rádio gaúcha. A jovem pan é palco de situações execráveis, mas ainda assim se alguém puder ir pra dizer uma verdades, q vá, pois deve usar aquele espaço pra tanto. A Nath, de fato, é muito jovem e eu acho q ela pode ter mesmo ficado sem saídas ali por estar sem jeito de dizer não ou mesmo saber quem é o figura q falaria com ela. Agora, indicar quais são os participantes não me parece necessário/obrigatório. O ideal seria falar, pra evitar problemas em cima da hora, como a recusa na participação, mas não me parece uma falha ética colocar duas pessoas no mesmo programa sem dizer (para as duas, claro) quem estará lá. Se vc na hora não topar, vc pode sair – foi o q a Marcia fez.

            O machismo está na virulência de quem quer o fim do programa, o cancelamento, o boicote, a exposição a denúncia de racismo e explorar o fato pra ganhar projeção pra si próprio. O Paulo apontou elementos q realmente enfraquecem o podcast como um todo, como não serem claras sobre posicionamento político ante a ameaça concreta q temos com os milicianos, mas são escolhas editoriais. Não vejo problema algum um podcast como o Mamilos coexistir com tantos outros conteúdos q tendem a ser mais progressistas. A pauta liberal deveria ser encarada de modo crítico e qdo vc recebe patrocínio de um banco é mais complicado isso… Enfim, elas fizeram escolhas.

            O lance do Leon não acompanhei muito, mas ele não é o cara q desmascarou o Nando Moura e o Narloch numa só tacada analisando um vídeo do cara? Acho q sim e, veja, se depois ele disse algo bosta, isso é perdido… Acho q tem a ver com ressentimento, já q ele não seria vítima de machismo. Leon e a esposa fazem propaganda mundial pra Samsung, então, entendo a projeção deles ser maior e repercutir mais. Mas me parecem situações diferentes. A pressão é maior sobre as mulheres e nesse caso se confirma. Li comentários de pessoas com muito seguidores dizendo coisas bem pesadas sobre as duas, como se elas sempre fossem pessoas terríveis e agora se relevaram por terem feito um programa ruim do ponto de vista formal e de conteúdo ao perderem a chance de falarem de coisas legais ao mesmo tempo q deram espaço, pouco, a um cara q não merecia… Pra mim é mais uma dessas situações de desproporção escorada em algo bem problemático dentro da sociedade (o machismo, no caso).

    4. A crítica à elas não tem relação com machismo diretamente – muitos homens são severamente criticados, vide o tal Leon, o 1/2 bit ou mesmo todo mundo do Nerdcast – e sim com o fato delas terem propangada a ideia de uma discurso e análise “isenta” e “progressista” que, no final, era apenas marketing mesmo. Muita gente com menos bagagem em sociologia vai ouvir elas e reproduzir discursos elitistas e “isentos” como se fossem algo bom. Elas promovem a pós-política em sua essência. E são discursos ensebados como esse que elege figuras como o Bolsonaro, Dória e Paulo Guedes.

      1. Quando ouvia mais elas mantinham um posição firme contra coisas q este governo fascista atual propõe. Não creio q elas tenham mudado tanto a ponto de abrir caminho pra algo como essa podridão q temos agora. O machismo pode não vier de vc, de mim ou de outros q comentam aqui, mas vi muitos comentários no Twitter execrando as duas (de homens e mulheres). A própria Nath, e de fato a opinião q mais me interessa ouvir, se disse desconfortável e não aceita uma nova rodada. O que faz todo sentido. Mas creio q outra lição q Nath deva tirar disso é q nem sempre ela terá um cenário favorável e deve dizer o q quer dizer, nem q seja enfrentando determinadas fala. Pode não ser da personalidade dela o embate, tanto q qdo o Nassif falou mal dela sem ao menos conhecê-la, ela foi super gentil. Não me lembro de ter visto gente execrando o Nassif pela conduta dele – passou-se um pano rapidinho, afinal, ele é contra o governo atual etc… Nitidamente pegam mais pesado com mulheres e este foi o caso. O q se dá com o Leon e outros é parecido, mas não vejo a mesma virulência (por limitação minha mesmo de acompanhar todas essas discussões). Acho q o papel de vítima e agressores ali no episódio não existiu. Nath não foi vítima de uma cilada e nem foi agredida pela pauta liberal. Ela só não teve o merecido espaço como participante de um debate, basicamente monopolizado pelas apresentadoras. Qto ao debate em si, pode interessar a uns e pode não interessar a outros, mas muitas pessoas se ligam emocionalmente com podcasts assim como com o rádio – especialmente pessoas solitárias. Já ouvimos dezenas ou centenas de relatos de pessoas q dizer q podcast X a ajudou a encarar uma depressão etc. Assim, é fácil bater. Discutir e pleitear espaço é mais complicado… demorado e às vezes sem resultado. Então a turma bate. Qdo elas falaram sobre vegetarianismo fiquei bem incomodado. Sugeri a elas, qdo fossem falar do assunto novamente, q convidassem minha esposa, q entende deveras do assunto direito dos animais. Ela aguarda o convite até hj.

        1. Ela podem bater o quanto quiserem no governo, mas o discurso delas de “não enfrentamento” ou por vezes de pós-política, é o que cria a ideia de que todos os políticos são iguais e que todos os lados (esquerda e direita) tem podres comparáveis. Esse discurso leva o debate de quem ouve para a ideia de que precisamos de “alguém de fora” pra “arrumar o país”. Nesse cenário quem ganha é exatamente o tipo de político encarnado no Bolsonaro, Dória, Huck, Paulo Guedes e tantos outros. Elas podem não fazer o jogo do governo e serem críticas, mas elas sedimentam uma base muito grande de ouvintes que acabam reproduzindo esse discurso esvaziado da pós-política.

          A Sabrina Fernandes fala muito sobre isso: https://www.youtube.com/watch?v=rnYpZmCbXUo

  4. Essa semana engatei um combo Kleber Mendonça Filho e finalmente assisti Bacurau e Aquarius. Diria que gostei mais do que desgostei e até por uma boa margem, mas fiquei cabreiro de ter achado os filmes interessantes por motivos que me parecem diferentes do que os tornou tão populares (ou pelo menos do que vejo as pessoas destacando como mérito desses filmes). Por exemplo, em Bacurau eu não dei muita bola para esse papo de “ah como é simbólico o museu e a escola serem os espaços de resistência perante ao mal opressor do etc”. Achei isso até meio raso e didático demais*, o que me fez gostar do filme foi ele ser interessante como um todo no ritmo, filmagem, tensão, expectativa e outras coisas que as pessoas que entendem de cinema sabem bem mais do que eu. Em Aquarius, de maneira similar. A personagem Clara era por si só interessante, apesar de achar meio forçado o sentimentalismo dela com o edifício — ficava já pistolada quando falavam mal dele. Achei ela com muito mais potencial do que o edifício, apartamento e um papo de gentrificação que poderia acontecer. De qualquer forma, isso tudo pode ser tanto uma limitação de leitura minha como apenas uma forma de enxergar as coisas de maneiras diferentes. Em todo o caso, fiquei um pouco mais empolgado com filmes nacionais e vou tirar o atraso de algumas coisas da última década.

    *como se fosse um texto do Nexo Jornal

    1. e ‘o som ao redor’? o q achou? até agora acho o melhor filme dele. aquarius em segundo e bacurau em terceiro, mas se sair outro, provavelmente vai pular pra quarto e assim vai. curiosamente consegui ver todos os três no cinema e achei a experiência mais poderosa do q ver em casa. é estranho, mas parece q sem ser numa sala de cinema (e nem digo uma sala moderna) os filmes dele perdem um pouco da ‘potência fílmica’ (acabei de inventar essa, nem existe esse negócio).

      1. Eu acho que isso ocorre com várias mídias, mas infelizmente não há dinheiro pra tudo e não tivemos a oportunidade de presenciar tais obras.
        A música mesmo até perdeu um pouco com o formato de ‘album’. O negócio hoje é lançar músicas avulsas.
        Eu ainda preservo o hábito de colocar um album inteiro, mesmo que esse não tenha tantos hits. The Game do Queen é um dos meus discos favoritos, mas nunca sequer pude ouvi-lo em vinil ou CD….

      2. Ainda não vi. Se ainda tiver no netflix, vejo amanhã mesmo

        E de fato o cinema melhora as coisas, mas em aquarius eu fiquei pescando o celular por uns tempos, dava pra ser conciso — mas ao mesmo tempo não me parece super arrastado, eu é que to criando intolerância com >2h

    2. Concordo com você. O didatismo dele me irrita DEMAIS, mas de resto é um excelente diretor em aspectos que são justamente desprezados ou ignorados pela maioria das pessoas: edição, ritmo e sobretudo o pastiche com que ele trabalha tão bem em bacurau.

    3. Só vi Aquarius e Bacurau. Para mim, são filmes sensacionais que conseguem embutir mensagens poderosas, transcendentes à realidade, e por isso são tão exaltados. É como se fossem filmes educativos, mas sem a pecha de chatos que esses filmes têm, justamente porque independentemente da mensagem eles funcionam como bons filmes. Deu para entender?

      Faz tempo que vi Aquarius, mas lembro que saí do cinema com uma visão bem peculiar dela: uma mulher forte, que resiste aos avanços de uma grande construtora, mas que está longe de ser uma mocinha, pois ela mesma é cheia de maneirismos, relativizações e hipocrisias típicas da classe média alta. Ou seja, o papo da gentrificação acaba sendo um pano de fundo para um debate muito mais espinhoso que o filme consegue abordar de uma maneira delicada e, dentro do que é possível em um filme de duas horas, aprofundada.

          1. Mas você sentiu que o filme aborda bem sobre isso para chamar de debate? Achei que não aprofunda nesse sentido (e não vejo como demérito na verdade, porque meu interesse no filme estava sendo a história da Clara mesmo).

            E acho que nem dá pra chamá-la de classe média alta, porque ela fala que tem cinco apartamentos na cidade e que os 2 milhões ofertados não fariam falta.

          2. “Classe média alta” talvez tenha sido um eufemismo para “rica”, rs. Faz uns quatro anos que vi o filme, mas essa crítica foi o que ficou em mim. É algo sutil, bem sutil, na real, mas que ao ser encarada como o cerne do filme, deixa ele muito melhor do que se fosse apenas uma crítica à gentrificação/especulação imobiliária.

  5. Sabe esses testes de DNA em casa, tipo o 23andme? No Brasil tem a Genera, e eu tô querendo produzir um vídeo pro meu canal no YouTube (Laboratório 2000). O que vocês gostariam de ver num vídeo sobre isso? O canal Smarter Every Day tem um vídeo que eu acho legal, ele vai no laboratório deles, mostra como funciona, etc. Quero fazer um vídeo bem legal, original, então qualquer comentário é válido :D

    1. Eu coloquei alguns nos favoritos e faz alguns anos que tenho curiosidade sobre meu DNA. O preço não é tão caro, mas no momento vou ter que esperar.

      Já vi alguns sites como o myheritage.com.br , 23andme.com e o que você indicou para num futuro fazer o meu teste.
      Uma coisa que já vi comentarem é que teve pessoas que fizeram o teste e foi diferente em cada site, não sei o quanto foi diferente nos resultados.

    2. Você tem acompanhado os escândalos envolvendo essas empresas nos EUA? Dados repassados a polícias e laboratórios/farmacêuticas. Distópico demais e não vejo como seria diferente aqui.

      Quando publicar o vídeo, avise a gente aqui :)

  6. O interessante dessa matéria é ver que a uberização precariza não só os entregadores, mas os restaurantes. Só quem se dá bem é quem consegue jogar com os donos do capital. Daí lembrei do post sobre a questão dos direitos trabalhistas que dos entregadores que rolou ano passado aqui no Manual.
    Vocês já leram? https://www.bbc.com/portuguese/geral-51272233

    1. Acabei de ler isso e vim com o link copiado pra postar. É assustador! Me sinto à beira de um precipício distópico, parece que tudo está prestes a ruir e tomarmos um rumo sem volta pra Admirável mundo novo ou 1984.

      1. Nenhum dos dois…., essa historia ai estaria mais proxima de uma realidade ancap onde uma empresa acaba dominando o mercado e sufocando a concorrencia.

    2. Importantíssima essa reportagem. Cada vez mais fica visível que grandes plataformas digitais sufocam a inovação em vez de fomentá-la — nessa brincadeira do iFood, só leva vantagem o próprio iFood e o consumidor final, pelo menos enquanto houver caixa para queimar com promoções.

    3. cacete de matéria hein! mandei pra minha irmã que têm uma lanchonete e é refém do iFood.
      aqui na cidade tem um tal de “Amo Ofertas” e descobri (a partir dela) que eles deixam a disposição para o estabelecimento o celular e email da pessoa que fez pedido….

    4. Acho q tirando os donoa do ifood, só o Fabio Porchat ganhou algo pra valer. E okha q ele nem precisou fazer um prato e nem entregar nada.

  7. Há algum post que detalhe os aspectos técnicos do site? Tecnologias e linguagens usadas por exemplo? Outra coisa (sou novo por aqui), para aparecer a foto de perfil no comentário tem que estar logado no WordPress? E o site identifica automaticamente?

  8. saiu na folha de são paulo essa parada muito doida aqui: “Elite militar brasileira vê França como ameaça nos próximos 20 ano”.
    daí vc lê o texto e não vê em nenhum momento a ‘elite militar’ imaginando um cenário de cyberwar, pra ficar só uma coisa q todos os exércitos modernos do mundo estão pensando e se preparando no momento.
    elite do regresso…

    1. Fanfic dos milico.

      Tão esperando financiamento do pentágono de Hollywood.

  9. Gente, sei que é um assunto batido mas vocês viram que a Ghostery lançou o Ghostery Midnight? Um app pra Windows que funciona como bloqueador de anúncios, VPN e bloqueador de rastreamento? Tá saindo uns 15 reais no primeiro mês. Como Ghedin recomendou eles em 2015 resolvi dar uma chance, porém vi que eles lançaram uma função chamada Ghostery Rewards que meio que coleta seus dados anonimamente e vende a anunciantes.
    Isso é muito ruim? Existe alguma alternativa mesmo que paga com algo do tipo?

    1. O Ghostery mudou de mãos desde que o recomendei e agora está com esse Ghostery Rewards que, para mim, quebra totalmente a confiança no serviço.

      Acho que nesses moldes tem o AdGuard. E se quiser montar um “pacote” você mesmo, dá para usar o uBlock Origin para bloquear anúncios e, quando precisar, o ProtonVPN — ambos são confiáveis e, no caso da VPN, o plano gratuito deles é suficiente para usos esporádicos; o uBO é gratuito.

  10. esse bloco de notas desta semana tá bem bacana, hem? tanta coisa complicada e q dá pra refletir bastante ali. a parte da vigilância da molecada me preocupa bastante. há muito tempo, acho q aqui no post livre mesmo, cheguei a comentar q o ECA garante a privacidade das crianças, mas q essa ideia era meio controversa, pq muitos acreditavam q os pais deveriam monitorar os filhos etc etc etc. mas qdo isso é terceirizado por uma empresa e ela quer embutir ali a ideologia empreendedora… o ECA tinha q entrar em ação. O Ministério Público em seu berço esplêndido deixa tudo rolar…

    O lance dos mapas, com a intervenção do artista, achei genial mesmo. Mas tb foi algo q até cheguei a conversar brevemente com o Paulo Higa e ele tinha um otimismo em relação a essa relação empresas/mapas. Enfim, acho q as coisas não estão bem. E esse lance de cartografia tem um espaço especial no campo da História. Aos muito interessados no assunto recomendo o livro “O mapa que inventou o Brasil”, da historiadora Júnia Ferreira Furtado. O problema é q o livro tá esgotado, é caro e é um mega trambolho. Trata-se de uma edição bancada pela Odebrecht (é…) e eles fizeram uma edição de luxo muito, mas muito pesada. E tem o Nicholas Carr refletindo um pouco sobre isso no “The Shallows”, sobre como os mapas mudaram nossa compreensão de mundo e o nosso cérebro, consequentemente.

    1. O mais maluco do Google Maps é que nós fazemos ele de graça para o Google, seja usando o app, seja contribuindo com edições voluntárias. A nova versão do aplicativo, lançada ontem, tem uma aba própria para contribuições, com todos os artifícios para estimular a participação, como gamificação.

      E aí temos o OpenStreetMap, gratuito e aberto, se arrastando para manter-se atualizado. Não é muito difícil editar pontos de interesse e ruas no OSM; semana passada fiz a minha primeira edição. Acho um trabalho muito mais relevante e nobre que alimentar o Google Maps, equivalente ao de editar verbetes da Wikipédia.

      1. tentei usar o OSM, mas ele não tem numeração nas ruas, o que me afastou totalmente do aplicativo

          1. Que foi, basicamente, o que o Google fez durante os 15 anos de Google Maps: dependeu das nossas contribuições para melhorar o sistema de mapas deles. A diferença crucial é que ele, tal qual o IE nos anos 90, veio embutido no Android e todo mundo “arrumou” o GMaps sem se dar conta.

  11. Estou tento um probleminha estranho no meu PC, ao ligar. Geralmente aparece um prompt de comando, que desaparece bem rápido e nem consigo ver direito, e tbm ele abre o explorador de arquivos em busca de uma unidade D:, que não existe.
    Alguém tem ideia do que possa ser?
    Obs.: se não me engano isso começou a acontecer depois de eu instalar o Office 365 da universidade.

    1. No windows? Se sim, procure o que carrega na inicialização. (Programas como “autoruns” ajudam nesta tarefa)

      1. Sim, no Windows. Pior que já conferi os programas que carregam na inicialização e não achei nada suspeito.

        1. Checa também o agendador de tarefas, alguns inicializadores se escondem ali.

    2. Confirmando a sua observação, no meu computador também mostra o prompt de comandos na inicialização e isso começou depois que instalei o Office 365, já o Windows Explorer não abre sozinho no meu computador.

  12. Sempre detestei o fato de que, na Netflix, assim que termina um episódio de uma série, o sistema já emenda o próximo automaticamente. Qual foi a minha surpresa ao descobrir, enquanto fazia esta dica, que existe uma opção para desabilitar a reprodução automática do próximo episódio?? Muito bom 😎

        1. uma coisa q nos irrita muito aqui em casa: o filme termina e vc quer curtir a música final ou ainda está emocionado com o q viu e entra informações de outro conteúdo! o q vc estava vendo fica numa janelinha miniatura e vc tem 15 segundos para agir. isso na mibox, claro. não sei se no desktop ou celular é assim. vejo netflix basicamente na tv da sala.

          1. Na minha TV, que é bem antiga, os créditos passam normalmente, mas quando o filme acaba entra um trailer de outra atração (geralmente algum exclusivo da Netflix). Acho isso péssimo também e espero que essa opção que desmarquei acabe com isso.

            (Sim, eu deixo os créditos rolando até o final e quase sempre fico ali, parado, meio que absorvendo e tentando dar sentido ao que acabei de ver. Esse trailer, se esqueço de cancelá-lo com o controle remoto ou não o faço a tempo, quebra esse momento.)

      1. ruim demais. qdo estou vendo o q assistir deixo o som no mudo pra não ficar aquela confusão de áudios. quem deixou as coisas assim não tem muito apreço pela calma q é necessária pra se fazer uma escolha.

  13. Me formei ano passado, estava como estagiário em uma empresa a mais ou menos 5 meses e fui efetivado assim que souberam que tinha colado grau. Até ai, tudo muito bem planejado..

    O problema é que, venho terminando meu dia com um nível de estresses que esta me levando a alguns resultados que esta se tornando um ciclo vicioso (no caso, já não consigo dormir sem melatonina, ai meu dia fica cansativo/menos produtivo, termino estressado, volta..).

    Sei que boa parte disso é por conta da posição que me colocaram e tenho que conversar com meu superiores sobre, mas uma outra é, conversando com meu psicólogo, ele me disse que as pessoas normalmente tem válvulas de escape, como por exemplo, ir a um happy hour.. e eu meio que não tenho “nada”, não tenho redes sociais, não tenho costume de assistir alguma coisa, não saio de casa e no período da faculdade eu apenas estudava (projetos de pesquisa, projetos pessoais, trabalhos da faculdade etc – e mesmo assim eu acabei surtando em 2017 e desde então tenho passado pelo psicólogo).

    Enfim, quais são suas válvulas de escape? E/ou o que vocês sugerem?

    1. Você precisa de um hobby ou alguma distração. Que seja ler, assistir séries, estudar/aprofundar sobre determinado assunto, praticar alguma atividade física.

      Eu acho andar de bike pela cidade algo bem relaxante (sem o foco de estar fazendo exercício). Ou até mesmo caminhar, caso não tenha a bicicleta. No caso seria um “flanar” por aí. Podes acrescentar nisso a fotografia (que seja com o celular, ou com uma câmera “de verdade”) e até combinar com o hábito da leitura.

      Eu vivi por 1 ano em uma outra cidade. Pequena, sem amigos. Após o trabalho eu ia explorar a cidade a pé, parava quando algo chamava atenção para fotografar e também para ler. Era um tempo legal. Na época até instalei um app de corrida que simula um jogo de invasão zumbi (não lembro o nome, faz alguns anos já).

      Enfim, se quiser ficar em casa, como disse, algum hobby ou assunto do seu interesse. No meu caso é café. Vou em fóruns, youtube, baixo uns livros. E claro, compro e preparo meu café também. O leque de possibilidades é bem amplo. Pode até incluir alguma atividade manual, tipo montar modelos, costurar, fazer encadernação artesanal (!!!)… O céu (e o seu tempo) é o limite.

      1. A fugir da regra, as vezes eu saio de casa sem um plano ou objetivo em mente, e isso para mim é muito (MUITO) bom. Tipo, vou para algum parque aqui em SP e fico dando voltas sem algo em mente ou vou fico andando de metro e parando em lugares diferentes ou simplesmente fico parado em algum banco no shopping observando as pessoas, mas isso é bem difícil de acontecer pois, normalmente, final de semana já estou muito cansado para fazer isso.

        Eu já pensei em várias coisas, mas (quase) todas exigem algum nível de esforço que eu não vou ter energia para aplicar.. assistir meio que não exige, mas eu normalmente não consigo começar algo e parar no meio, e se eu começar algo antes de dormir, é bem provável que eu não pare até terminar. Estou seriamente pensando em academia, eu sei que isso me faz bem, e até as dores que isso proporciona eu gosto, mas falta aquele passo de ir na academia me registrar e gastar aquilo que eu não podia no momento mas é necessário rs.

    2. Você ir ao psicólogo já é um ótimo começo. Continue!
      Minhas válvulas de escape são corrida, pilates e leitura. Cada uma entrou na minha vida em um momento diferente e hoje elas meio que se complementam. Me ajudam a sair de casa quando tô com preguiça, me incentivam a não ficar tanto tento online (tenho problema com isso) e até me ajudam a interagir com outras pessoas.
      Como o borges falou, existem muitas opções de hobbies. Se você não souber por onde começar, faz uma lista de coisas que você já quis fazer e nunca fez. Isso pode te ajudar a escolher o que testar primeiro.

      1. Fazer terapia foi um dos meus melhores investimentos, recomendaria para qualquer um independente do estado mental que se encontra.

        Como comentei com o Borges, as minhas maiores dificuldades para conseguir um hobby são, energia para exercer aquilo e/ou a “falta de controle” para parar quando necessário e continuar depois.

        Mas uma coisa que sempre quis ter como hobby foi fotografar (o que combinaria com minhas saídas aleatórias), mas sempre adiei a ideia pois, sou muito “detalhista” com o que eu compro, e a câmera que eu quero não cabe no bolso ainda..

    3. Tenta alguma coisa que seja tipo oposto ao seu trabalho e que você admira. Como válvula de escape acho que dá mais certo assim.

      1. É um excelente ponto para filtrar na hora de pensar em alguma coisa. Obrigado.

    4. Eu nunca fui muito estressado, mas entendo bem que é se sentir perdido depois de viver muito tempo em função de estudos e trabalhos. Fiz isso até uns 1 ano atrás…

      Um jeito que eu percebi de escapes é fazer coisas simples, como exercícios físicas em casa, ler mais, assistir filmes e recentemente comecei a tirar fotografias de rua. Nada que exija muita dedicação para começar sabe…aí você não desiste ou se estressa mais.

      Eu estou tentando conhecer mais pessoas e sair mais também, mas para a minha personalidade é mais fonte de stress que alívio, especialmente relacionamentos românticos. Mas…é um stress diferente do trabalho e que vale a pena (eu espero).

      1. Conhecer e sair mais é um dos pontos que o psicólogo esta pegando já faz uns 6 meses kk

        Eu tb não sou muito sociável, já tentei várias vezes algo no “âmbito romântico”, mas eu tenho zero habilidade para isso, literalmente. Zero habilidade para puxar assunto, manter uma conversa com pessoas “normais”, consigo responder perguntas complexas de diversas áreas/sobre a vida, mas não se encaixa no meu dialogo falar sobre como o dia se encontra (sol, chuva..), como foi meu dia e etc, apesar que não tenho essa dificuldade nas minhas seções de terapia.

    5. As minhas são música e, mais recentemente pra não morrer das 45 doenças que tenho/posso ter, academia. Às vezes não escapo 100%, mas tem me dado uma bela ajuda.

      Algum tipo de luta também é interessante. Uns anos atrás praticava kendô, até que tive que parar por causa de uma fascite no meu pé de impulso dos golpes.

      Uma alternativa também é airsoft. De vez em quando eu e uns colegas íamos naqueles stands de shopping dar uns tiros na foto de algum gerente babaca que infernizava meio mundo.

      1. Academia é algo que comecei ano passado e algumas outras vezes anos anteriores (quando ainda tinha um pouco de vida) e esse ano eu venho tentando ir a academia me registrar (ainda sem sucesso), mas sei que será algo que deve me ajudar e tenho que priorizar.

        Já fiz Boxe Chinês, mas isso a uns 7 anos, e próximo de casa não devo ter nada desse tipo (não posso ir muito longe se não vou perder muito tempo, já que em SP, qualquer role é no mínimo 40 mim só de ida kkkk).

    6. atividades sociais seriam uma boa, hein? se vc fica muito isolado, principalmente, ou se seu trabalho não dá margem para tanto. um curso de algo fora da sua área pode ajudar ou um clube de livros etc. coisas q vc poderia trocar uma ideia com pessoas, sem pressão ou demandas, de algo do seu interesse. seria preferível mesmo q fosse presencial se não for um problema pra vc. na sua cidade tem unidades do sesc?

      1. Eu sei, na verdade é um ponto pelo qual eu ainda estou meio dividido. Manter relações sociais implica em se importar com alguém, o que isso ira, em algum momento, ocasionar algum desgaste por conta de alguma decepção ou preocupação que envolve qualquer tipo/nível de relação..

        ..e até o momento, não tenho esse tipo de preocupação por, de forma geral, não me importar com praticamente ninguém (com exceção da minha família por parte de pai)..

        ..eu sei que isso é, de certa forma, egoísmo meu, mas não é algo que eu planejei se tornar, eu simplesmente sou assim e sim, sei que isso implica em outras questões, principalmente socais..

        ..enfim, to indo para terapia e isso não preocupa muito meu psicólogo, para ele, isso não está em um nível grave mesmo pq, sou bem sociável e tenho pessoas que me importo

        Agora, sobre o sesc, até onde sei, aqui tem sim (moro em SP), mas o problema de ambientes assim para mim é, primeiro eu não me sinto muito bem, segundo, eu nunca vou chegar em alguém para conversar.. no final vou ficar lá olhando para o nada kk

        1. O SESC tem diversas e distintas atividades. Cada unidade costuma dar enfase em alguma coisa. Mas fora isso, a maioria oferece cursos, palestras, atividades esportivas etc. Mesmo a sociabilização não sendo o seu forte pode ser q em algum momento VC ache pessoas com afinidades para um papo.

          Sei q é una questão muito pessoal. Mas o isolamento total não é bom. Como VC já faz terapia isso com certeza já pode te dar suporte para outros passos se VC assim quiser.

    7. Seguindo teu gancho das tuas idas ao psicólogo. Veja com o mesmo se ele trabalha com a linha do cognitivo comportamental, uma linha diferente da de Freud, que acaba, com as técnicas certas, te motivando a se mover, seja para criar um novo hobby, ou alcançar uma nova meta.

      Uma outra dica legal, ainda mais que você tem essa pegada mais compulsiva para terminar o que está fazendo, ao ler um livro ou uma série, defina um tempo máximo para fazer a atividade. Comece com poucos minutos e vá aumentando caso esteja conseguindo controlar

      1. A linha do meu psicólogo é Logoterapia, eu gosto muito, mas vou comentar sobre o que você indica.

        Pensando bem, o que você disse em determinar um tempo faz sentido, apesar que não sei até onde é funcional, já tentei fazer isso no meu dia a dia e isso só acaba saindo do meu controle.

    8. Cada um precisa refletir e descobrir quais suas válvulas de escape. A minha é a academia e o gatilho foi uma foto em que minha barriga estava muito saliente e aí não pensei 2x, me matriculei na academia e não deixo de ir mesmo quando está chovendo muito, passei de 10 anos frequentando a academia e me sinto muito bem.
      Outras válvulas de escape que gosto muito são videogame e ciclismo, mas como priorizei MBA esse ano, só estou conseguindo um tempinho livre para a musculação.

    9. É não tem como fugir, me parece que o melhor jeito é alguma atividade física, pelo que você pdoe ver nos comentários. Até porque quando fazemos praticamos alguma atividade ela aumenta nossa energia e não ao contrario, sai de 1 mA para uns 10 mA hehe.

      já pensou em fazer algum trabalho voluntario? Pode ser que ajude. Eu mesmo penso em algo do tipo de vez em quando.

    1. Vi quando você postou no Twitter e recomendo o post.

      Meu blog é https://mtgr18977.wordpress.com/ pra quem quiser saber sobre a vida e ler traduções piratas de diversos artigos na internet.

      PS: Pode conter erros de tipografia diversos.

    1. Deve ser uma bucha tão grande gerenciar um serviço de e-mail, sem falar na responsabilidade, que acho que não vai rolar aqui, hehe :)

      Coincidentemente, nesta edição indiquei uma alternativa ao Gmail que uso já vai fazer quase dois anos. De qualquer maneira, ficarei de olho no hey.com — concordo com o Ricardo: se é do Basecamp, deve ser bom.

      1. Em teoria a gente já roda um servidor de e-mail próprio, da Cipher Host — com a minha vasta criatividade, chamei de Cipher Mail —, e gerenciar ele é fácil. O problema é outro.

        O problema é que apesar de ser um protocolo aberto, empresas como Google, Microsoft e Yahoo fazem o que bem entendem, tocam o foda-se e rejeitam servidores novos, sem te dar qualquer erro ou feedback, mesmo quando todas as melhores práticas da área são implementadas.

        Você ainda não tem acesso a ele porque estou dando um tempo pra “esquentar” o pool de endereços IP, mas devo terminar essa semana. O Google já aceita de boa, o Yahoo às vezes nega e-mail e a Microsoft é o maior problema no momento, mas tá quase — por sorte eu tinha um contato vindo da época da Synthesis.

        Em teoria a gente até poderia oferecer esse e outros serviços por aqui, mas não pelos valores atuais :/

  14. Vou aproveitar para pedir três indicações:
    – Fones de ouvido no estilo do Airpods Pro da Apple. Todo mundo me indica os modelos estilo dots mas a verdade é que eu tenho certeza que perderia então prefiro um que tenha um cabo. Também preciso que seja intra-auricular (se vier com mais de uma borrachinha pra trocar, seria perfeito). O único que vi pra vender até agora é o Qcy T5 Touch.

    – Headphone com cancelamento de ruído para usar em casa. Precisa se adaptar a cabeças pequenas

    – Teclado bluetooth pequeno, para carregar junto com o tablet. Pode ser embutido em capinha.

    1. O The Verge publicou um grande comparativo não faz muito tempo. Para nós, porém, faltam alguns produtos com boa representação no Brasil, como os da Xiaomi e o modelo da Edifier. De qualquer maneira, não saberia dizer se são bons ou não.

    2. Comprei o QCY T5 essa semana. É, disparado, o melhor fone TWS que já usei.
      Os graves são menos evidentes, mas os vocais são super claros e destacados. E o volume dele é MUITO alto, no nível de com 15% de volume no smartphone ele já grita. Recomendo sem nem pensar duas vezes.

    3. estou usando um da edifier há algum tempo e gosto bastante: o TWS5. como uso mais na academia, a depender do treino, ele fica um pouco escorregadio na orelha e é preciso fazer alguns ajustes. fora isso, o som é muito bom e o pareamento perfeito.

      tb tenho um edifier W860NB. o cancelamento de ruído dele é muito bom. eu tinha um bluedio, mas ele me fazia doer muito as orelhas por conta do formato. e o cancelamento de ruído dele não era bom… esse da edifier tem um ótimo som, é confortável e o cancelamento funciona de fato. eu tenho q ir pra um escritório algumas vezes na semana q é muito barulhento e apenas aumentando razoavelmente o volume das músicas eu conseguia me isolar um pouco… agora não é mais necessário (e nem era saudável). não parece ser tão bom qto aquele top da sony, mas, cara, ele custa 1/4 do preço se vc pegá-lo numa promoção.

      comprei esses dois fones no dia do solteiro da china!

      e vi q agora a edifier tem modelos novos: TWSNB e o TWS6 (q tem mais borrachinhas pra fixar melhor a capsula). gosto muito da sonoridade deles, q não é puxada no grave. pra mim, é o melhor fone q consigo comprar em termos de qualidade de áudio, conforto e funcionalidade. e logo vou poder usar o codec atpx do bluetooth, pq ambos (o tws5 e o W860NB) são compatíveis!

      1. Mais um voto pro W860NB da Edifier, considero ele tão bom ou melhor do que o famosinho da Bose que esqueci o nome — por um preço muito mais acessível também.

        Quanto ao teclado, uso, amo e coloco a minha mão no fogo pelo Anne Pro 2, um teclado mecânico com layout 60% com suporte a bluetooth ou conexão por cabo USB-C.

        1. Gostei muito desse fone da Edifier, o W860NB. Eu sei a qual Bose vc se refere, mas tb não lembro o modelo. Acho q esses fones até podem ser melhores pra quem viaja de muito de avião, o q não é o meu caso. Meu maior problema é o escritório barulhento e qdo estou em casa e pode tá rolando alguma obra na rua.

    4. esqueci de comentar do teclado, mas a logitech tem uns modelos legais. acho q o q eu tinha se chama KEYS-TO-GO (comprei no ebay época, mas já deve ter por aqui). era todo azul (eles são coloridos). era muito leve mesmo, fino e interessante de usar. a única coisa q lamento muito é q não era abnt2. eu sinto muito falta desse formato de teclado pra uma escrita fluída. se não for um problema pra vc, fica de olho nessa marca. eu o usava combinado com o tablet e ia super bem. o K380 tb é uma boa pedida…

    5. Eu escolhi o meu fone TWS (Tronsmart Spunky Beat) através do comparativo do site Scarbir, o bacana desse site é que são mais de 80 modelos diferentes separados por faixa de preço, categoria (gamer, cancelamento de ruído, esportes, com fio), etc. Lá tem review do QCY T5 Touch que você gostou.

      https://www.scarbir.com/truewireless

      1. Mas vejam só, mais um fã do Scarbir por aqui! hahahaha

        O cara é muito bom nos reviews. Completíssimos e direto ao ponto.

    6. Olha, eu amo o meu Jabra Elite 75t. Já é meu segundo jabra e acho que o som desses novos é tão bom quanto aos Airpods Pro (uso quando quero cancelamento de ruído) e o superior ao Jaybird Vista (são os que uso na academia) . A ergonomia é uma das melhores que eu já experimentei e duram 7h de bateria (que é o ponto fraco dos Airpods), único ponto fraco pra mim é que não é ANC, o cancelamento é passivo (mas acho que super rola de boas).

  15. Um “Contos da Santa Ifigênia” em tempo real teria audiência?

    (Tou indo lá agora)

    1. Primeira etapa: saio de Itapevi e pego o trem até a estação Júlio Prestes, que fica na região. 1h de viagem no meio de pedintes e ambulantes no trem.

      1. Empacou! A bateria do celular acabou bem na hora que eu chegava na Santa! Perdão!

    2. Por não morar mais em SP faz anos que não vou na Santa.

      Mas era meu programa de final de semana na fase adolescente nerd.

      Algo mudou de 10 ou 15 anos atrás?

      1. Tá no esquema de lojas em boxes, o ponto é que muitas lojas faliram (como algumas de games que ficavam na região da Vitória / Aurora). Além de estar hoje mais predominando iluminação e segurança do que informática e games.

        Outra coisa é que tem mais agora “galerias” que cortam quadras, então não precisa ir dar volta pelas ruas, mas sim por dentro destas galerias para atravessar de uma rua a outra.

        As principais hoje são:
        – na terceira quadra da Santa Ifigênia, ligando esta à rua dos Andradas.
        – na quadra próxima à Fatec da rua Aurora, ligando esta à rua Vitória.

        1. Fui muitas vezes na Santa Efigênia, hoje não tenho mais paciência para ir lá, acho os preços de hoje lá não tão mais baratos que no Aliexpress ou Mercado Livre que oferece mais segurança (ok, não tanto) e comodidade.
          Quando eu ia tinha que me preparar colocando carteira e celular do ladrão, cadeado no zíper da minha mochila, sempre lembrar de carregar a mochila na frente do corpo e fone de ouvido com uma boa música para não me incomodar com os puxadores.

          1. Acho que tem alguma equivalência dependendo do local que compra. Comprar online da china é esperar 3 meses + boa vontade da alfândega (tenho trauma pois já tentei comprar duas vezes por lá).

            Comprar na Santa é analisar as lojas de confiança e saber que se necessário, basta voltar lá e trocar, ao invés de esperar a (burocrática) comodidade de enviar nos correios para troca. E claro, testar na hora, tirar todas as duvidas, etc.

            Quanto a questão de assalto, aprendi que o melhor jeito de andar por aí é parecer que não é rico. Já sou um pouco feio, se eu ando bonito chamando a atenção, galera vem em cima (inclusive puxadores). Cara feia e aparência ruim ajuda a afastar os “cresce-olho”

      1. A bateria acabou e esqueci o carregador. Amanhã vou de novo, talvez eu tente uma nova vez. Pode ser até no twitter (@vagligeiro)

    3. Tomou uma bela chuva né? Hoje fui pegar o PC da minha mãe que decidi montar por aqui (moro na Antônio de Godói, então chamo Santa Ifigênia de aqui agora haha) e a volta foi complicada.

      Ir pela Luz deve ser melhor né, me irrita profundamente as pessoas me abordando na rua com aquelas IP TV…mas sempre foi assim e só trocam o produto de tempos em tempos.

      1. Como moro na região da linha 8, acostumei a ir pela Júlio Prestes mesmo.

        E sim, peguei uma chuva enorme quando cheguei. Por causa disto perdi horários e estou agora voltando lá para fazer as pendências de ontem.

        1. (Na Luz acessa a região pelas travessas, mas mesmo nelas tem puxadores. O jeito é fechar a cara e ignora-los)

          1. @pierre

            “Puxadores” porque eles “puxam” você para alguma loja, em troca de bonificação.

            Geralmente eles tem muito a haver com “produtos do momento”, atualmente “iptvs” .

      2. Isso que iria comentar, aqueles caras que ficam perguntando; é fonte? desbloqueador de canais? rsrs
        Com relação a preço acredito que quando você exclui a garantia de fabrica, geralmente 1 ano, o preço reduz um pouco. Claro que nem todas as lojas fazem isso.

        1. Garantia dos “boxes” é de 3 meses geralmente, muitas vezes 1 mês só.

          Mas há lojas que tem preços bons com garantia (recomendo a Fonecar, na Rua Vitória).

          Aew meu patrão, o que vai hoje? Desbloqueador? TVBox? Fonte? Consertar o celular, meu patrão?

          Curiosidade: Uma vez estava andando com uma camiseta “da Ferrari” (réplica da 25 de março), e um puxador tocou e falou “camiseta bonita”. Sou muito reativo, então reagi como se tivesse sido assaltado. O puxador larga: “Ae, não vou te roubar não!”.

    1. Estou ouvindo o último disco do Michael Kiwanuka que comprei o áudio em alta definição essa semana.
      Mesmo com apenas um par de monitores de áudio, já consegui sentir muita diferença.
      Que viagem é esse disco. Pra mim é o melhor disco que ouvi em 2019 e provavelmente um dos melhores que ouvi na vida.

      1. Esse álbum é maravilhoso! Recomendo a todos que lerem isso também.

      2. Não conhecia ele mas já acabei de adicionar na minha lista de favoritos. Pra mim só essa música `Cold Little Heart` já foi mesmo uma viagem incrível, estou explorando o restante.
        Muito obrigado por compartilhar!
        Aproveitando o tópico, sempre tive a vontade/curiosidade de ter um monitor de áudio. Você considera valer a pena o investimento para quem não é profissional da área?

        1. Comece pesquisando os modelos da Edifier e Microlab.
          Ambos tem bom custoxbeneficio em modelos de entrada.

      3. Nossa, ja conhecia pelo menos duas músicas deles e nunca tinha me atentado para ouvir o disco todo. Vou corrigir essa falha hoje.
        “Cold Little Heart” é maravilhosa mesmo. Conheci (e acho que quase todo mundo) pela serie Big Little Lies, que além de ser muito boa (pelo menos a primeira temporada) tem uma trilha sonora excelente.

    2. Meus melhores de 2019 do Spotify

      Ia ouvir também um podcast da Globo citado no jornal matinal deles, mas nem lembro mais do que se tratava

    3. De música, Pinguini Tatici Nucleari, uma bandinha italiana que tá famosa por lá (toca MPI? indie…?).
      Podcasts, além dos de dev que eu escuto, comecei a ouvir o Naruhodo.

      1. Que podcasts de dev que você ouve? Só ouço uns hipster de alguns tópicos que acho legal e uns da O’Reilly, mas não tenho muito costume.

    4. Tenho escutado bastante o álbum Traffic, do Thom Yorke. Bem legal.

    5. “Noise”, o single novo do Nightwish.

      A letra é um espetáculo, uma paulada gigantesca no estilo de vida vidrado no smartphone e dependente de likes que vivemos hoje.

      Tem até umas cutucadas nos maratonistas de séries (a intro é, propositalmente, idêntica à abertura de Game of Thrones) e referências diretas a Black Mirror. Tudo isso com a deusa da Floor Jansen destruíndo como nunca nos vocais.

    6. Estou alternando entre Intervention, da Anna Akana, e a soundtrack do filme The Greatest Showman, essa semana. From Now On é minha track favorita, com certeza.

      Quanto a podcasts, vou fazer um jabá pra minha esposa já que estou ouvindo um em que ela participa, o Walk ‘n’ Talk Level Up, do Inglês com Rhavi Carneiro. Não canso de ouvir a voz daquela mulher — e eu vivo com ela!

    7. 1. Os discos novos do Nada Surf e do Pet Shop Boys;
      2. Duas bandas indie portuguesas que descobri há pouco tempo: Linda Martini (guitarreira um pouco mais pop) e peixe : avião (com esses dois pontos no meio do nome mesmo, meio shoegaze, quase math-rock).
      3. O podcast de hoje do Bola Presa, sobre a trade deadline da NBA, que foi ontem. :P

  16. Vcs usam app de anotações?
    No meu entendimento existem duas categorias de apps anotações: anotações rápidas e anotações complexas.
    Apps de anotações rápidas são, por exemplo: Notas da apple, Google keep e Simplenote.
    Apps de anotações complexas: Evernote, Onenote, Bear e Notion.
    Os primeiros fazem aquelas anotações simples, tipo lembretes e listas de compras.
    A segunda categoria serve para anexar arquivos, aulas e comprovantes, bem como, colocar tabelas, texto com formatação, fotos e etc.
    Reparei que mantenho as duas categorias no meu uso diário.
    Porém, uso um app de anotações complexas para organizar arquivos de aulas, comprovantes de finanças, anotações de consultas e fotos de exames.
    Só que esses apps geralmente são pouco ergonomicos e mais pesadões para procurar algo ou criar uma simples nota.
    Fora que ficar anexando arquivos de word, excel, pdf e fotos (que depois demoram para abrir) não é das melhores tarefas.
    E ao mesmo tempo reparei que sou um ávido usuário de nuvem. O meu Onedrive é o app que mais uso, pois nele guardo quase tudo (com 2 backups em HD externo, claro).

    Pra vcs entenderem melhor: tenho um bloco de anotações chamado Finanças.
    Nele eu coloco Seções como:
    Cartão de crédito.
    Energia.
    Aluguel.
    Água
    Plano de saúde.
    Telefone.
    Internet fixa.
    Carro.
    Comprovantes de compras em geral.

    Dentro de cada seção acima, existem Notas com ano/mês. E dentro de cada nota, o seu respectivo boleto e comprovante.
    Pois bem, eu fiquei pensando se não seria melhor colocar tudo isso em pastas no Onedrive.
    Trata-se de um jeito bem tradicional que ao mesmo tempo me parece ser bem funcional.
    Qualquer anotação complementar ficaria em um simples arquivo .txt dentro da pasta.
    Imagino que assim eu eliminaria um app do pc/smartphone, diminuiria o workflow, pois organizar através de um explorer é mais rápido e ainda agilizaria a pesquisa pelo que eu procuro.

    Enquanto isso, eu manteria um app de anotações rápidas.
    Gostaria de saber a opinião de vocês sobre e a situação acima.
    E gostaria de saber que app de anotações vcs usam e como usam.

    1. Eu uso o onenote (que estou pensando em eliminar se adotar a solução acima), uso o notas da apple para anotações rápidas e o to-do da microsoft para gerenciar listas.
      Notei que o To-do e o Onenote oferecem mais opções de hierarquia como nenhum outro oferece.
      Tentei enquadrar o uso do To-do no Notas da Apple, mas fica impossível depois que vc se acostuma com todos os recursos do to-do: calendário, lembretes, arquivos anexos, anotações, as categoria Importantes, Meu dia, Tarefas, etc.
      Tentei usar o Simplenote no lugar do Notas, por ser um multiplataforma, mas o simplenote é bem ruinzinho. Aquele lance de tags como única guia bagunça tudo.
      Infelizmente poucos apps de notas rápidas adotam pastas e tags ao mesmo tempo.
      O meu maior receio com o Notas é ter muita coisa ali e um dia precisar sair do iOS.

    2. O Notas da Apple entra na categoria complexa. Ele aceita formatação rica, suporta anexos (a integração com a câmera do iPhone é ótima, aliás, e converte documentos em PDF diretamente), é um negócio bastante poderoso.

      Do seu caso de uso para finanças, não é melhor usar um app específico para isso? O que eu uso, o Pocket Expense, permite anexar comprovantes por foto, anotações para cada gasto e, sendo um app de controle financeiro, faz toda essa divisão de datas e geração de gráficos automaticamente. Usar um app de notas para isso parece pouco prático.

      1. Mas usar um app específico de finanças só pra guardar pdf do boleto e comprovante não seria muito?

        1. Talvez? A ideia é usá-lo para controle financeiro também, aí o armazenamento de comprovantes vira parte do objetivo maior.

          Mas se a ideia é só guardar comprovantes, uma pasta no computador/Dropbox da vida não resolve?

    3. Eu uso para qualquer tipo de nota, o StandardNotes (ele consegue ser simples quando precisa e complexo quando necessário) e para finanças o Organizze que uso desde 2013 e é simplesmente espetacular (multiplataforma, simples e completa) e para To-do, eu uso o Todoist.

    4. Meu principal desafio para sair dos grandes players é encontrar uma alternativa para o Dropbox Paper.

      Pela tua descrição, ele se enquadraria em “complexos”. Não vejo assim. Tem pastas, fácil de organizar, permite anexos, embutem vídeos, previews de sites, enfim. Poderoso.

      Mas você coloca um
      – [ ]
      E vira um tarefa. Pode adicionar data limite, vira uma agendinha.

      Ou, como faço, só rascunhos coisas sem formatação nenhuma.

      É feito pra mim. Mas não é livre, haha. Desapega, Rafael.

    5. to começando a usar bastante o evernote para a faculdade, to achando bem útil.

      já para notas simples não uso nada, meio que não preciso.

      e para comprovantes eu sugeriria a nuvem, mas se usa o evernote premium, recomendaria continuar, pois a busca dele é potente e busca dentro de imagem/arquivos

    6. Para anotações rápidas uso muito o Telegram pois posso anotar/anexar no smartphone e usar no computador.
      Anotações complexas e do trabalho eu uso o OneNote, minhas finanças faço a gestão no app Money Manager Ex, lista de compras do mercado eu falo e terceirizo para a Alexa anotar e comprovantes de pagamento guardo no Google Drive e backup em HD externo.

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