Google Play: Pix chega à loja de apps e amplia opções de pagamento

O Google Play, loja de aplicativos Android do Google, agora aceita pagamentos por Pix:

Ao realizar uma compra e selecionar “Pix” como forma de pagamento, você recebe um código de pagamento ou o QR code, que tem validade de quatro dias. É só copiar o código ou escanear o QR code e pagar no banco de sua preferência. Após a conclusão do pagamento, pode levar até 10 minutos para que o pagamento seja processado e os itens comprados fiquem disponíveis.

Detalhe importante presente na documentação: o Pix só pode ser usado para compras únicas, ou seja, não funciona para assinaturas.

TSE erra a mão em nova obrigação às plataformas digitais para as eleições de 2024

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou novas resoluções para as eleições municipais deste ano.

Entre elas, há uma que traz novas regras relacionadas à propaganda eleitoral na internet. Na visão deste leigo aqui, há dois aspectos que merecem atenção.

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Meta está construindo um modelo gigante de IA para alimentar todo o seu “ecossistema de vídeo”, diz o executivo

A Meta está usando GPUs da Nvidia para criar um sistema de recomendação de vídeos mais viciante. Os primeiros resultados mostraram um aumento de 8–10% no tempo gasto com Reels no Facebook.

Lá se vão três anos que o Spotify prometeu músicas em alta qualidade e, até agora, nada. Deu tempo de todos os rivais se adiantarem. O Tidal abrirá uma nova frente no próximo dia 10/4, quando os formatos de alta qualidade (HiRes FLAC, Dolby Atmos e Sony 360 Reality Audio) serão liberados no plano básico, de R$ 21,90 no Brasil, que passa a ser o único individual.

Fica a pergunta se esse fator de diferenciação tem alguma relevância fora dos círculos de audiófilos. (Arrisco dizer que não.)

Apps voltam a ser vendidos em compra única, só que com preços salgados

Lembra quando a App Store era um universo de aplicativos geniais e baratinhos? Depois, ali por volta de 2015, veio a fase das assinaturas. Agora, tenho notado uma espécie de retorno às origens, só que com preços… não tão baratinhos.

Tomemos o recém-lançado Simple Scan, para iOS, que expõe um recurso muito legal nativo do iOS — a digitalização de documentos — que, por padrão, fica um pouco escondido nos apps Arquivos e Notas.

O Simple Scan é comercializado via assinatura (R$ 24,90 por ano) ou em compra única de R$ 99,90. A única diferença é que, agora, as licenças perpétuas são chamadas de “lifetime”.

Alguns apps que uso e que aderiram a esse modelo de negócio:

  • O Daylio, que já comentei aqui, custa R$ 14,90 por mês ou compra única de R$ 149,90.
  • O 1Blocker custa R$ 12,90 por mês ou R$ 199,90 em compra única.
  • O KeepPassium custa R$ 4,90 por mês, R$ 49,90 por ano ou R$ 249,90 em compra única (app alternativo, KeePassium Pro).

E tem muitos outros exemplos por aí.

Estamos tristes por ter chegado a isso com alguém [Elon Musk] que admiramos profundamente — alguém que nos inspirou a mirar mais alto, depois nos disse que fracassaríamos, lançou uma concorrente e, então, nos processou no momento em que começamos a fazer progressos significativos na missão da OpenAI sem ele.

Sam Altman e outros executivos da OpenAI.

A frase acima fecha um post no blog da OpenAI que rebate os argumentos de Elon Musk no processo que o bilionário move contra a empresa que co-fundou. O texto é recheado de e-mails contraditórios de Musk — que, sem surpresa, tentou controlar a OpenAI e abandonou o barco quando fracassou.

Twodos: Aplicativo simples e livre de estresse com apenas duas listas de tarefas

Ícone do Twodos: duas folhas de caderno, com uma checkbox marcada, levemente inclinadas.

O Twodos se define como “um aplicativo de listas de tarefas deliciosamente simples”: sem prazos, lembretes ou notificações.

Como o nome sugere, no Twodos existem apenas duas listas, uma de tarefas para “em breve”, outra para “depois”. “Este paradigma facilita a triagem de tarefas e mantém o estresse no mínimo”, diz o criador do app, Adam Whitcroft.

O visual do Twodos é simples, mas agradável, e o app brinca com efeitos sonoros e táteis. A interface pode ser manipulada por gestos.

Para fechar, o Twodos é gratuito e conta com widgets para a tela inicial e de bloqueio.

Provavelmente não substitui um aplicativo completo de listas de tarefas, mas pode ser uma boa para lidar com tarefas menos urgentes e/ou importantes.

Twodos / iOS / Gratuito

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Revisado e reduzido, diretório de newsletters brasileiras é relançado

Ao longo dos anos, o diretório de newsletters brasileiras ganhou novas publicações e, ao mesmo tempo, foi ficando desatualizado. As taxas de mortalidade e abandono de newsletters são altíssimas, o que resultou em um diretório degradado, com muitas newsletters que não levavam a lugar algum.

Entre janeiro e fevereiro, revisei uma a uma todas as +240 newsletters do diretório. A nova versão, revisada e reduzida (sobraram ~120 newsletter), já está no ar.

Removi todas as publicações que:

  • Não receberam atualizações em 2023;
  • Tornaram-se pagas;
  • Não têm arquivos públicos, o que inviabiliza saber se continuam ativas; e
  • Que saíram do ar.

Além disso, também removi newsletters de publicações jornalísticas. Elas já têm plataformas de divulgação, por isso a mudança — para focar em newsletters pessoais, de pequenos coletivos e/ou que tenham no e-mail o principal canal de divulgação.

O diretório segue aberto a novas submissões. As orientações e o formulário estão no final da página.

O Substack lançou um recurso de “mensagem direta” (DM), no site e no aplicativo próprio, para que escritores e leitores troquem mensagens. Tenho certeza de que alguém lá dentro deve ter se lembrado, em algum momento, de que as newsletters trafegam por e-mail. E, embora possa haver ligeiras diferenças, pode-se dizer que o e-mail é um tipo de DM.

Não surpreende, porém, que o Substack esteja reinventando o e-mail em uma versão fechada/proprietária. Porque o lance do Substack nunca foi servir newsletters, mas sim alavancar o formato para acabar com ele, para substitui-lo. Via On Substack (em inglês).

O Google anunciou algumas medidas para combater resultados de baixa qualidade em seu buscador. As medidas incluem um rebaixamento de domínios que publicam em escala industrial (agora com a ajuda de IA gerativa), que aceitam posts pagos não sinalizados (no Brasil, muito comuns vindos de apps de apostas esportivas) e o reaproveitamento de domínios expirados, prática exposta pela Wired recentemente. Via Google (em inglês).

Na sexta (1º/3), participei do podcast Código do Caos, do Rique Sampaio, falando desse assunto. Ouça aqui ou no seu app de podcasts favorito.

A mesa de trabalho do Leonardo Santos

Trabalho full home office há pouco mais de um ano, porém, antes disso trabalhava em modelo híbrido há pelo menos dois. Atuando como Engenheiro de Software, acabava passando a maior parte do dia neste ambiente, mesmo fora do trabalho, daí a necessidade de tais equipamentos.

Cada um dos itens nesta mesa fora pensado em me manter produtivo, confortável, organizado e prezando pela minha saúde (cuidado com olhos e ergonomia).

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Publique no Bluesky, Mastodon e Nostr ao mesmo tempo com o Nooti

Ícone do Nooti: ponto de exclamação em itálico, branco, contra fundo vermelho.

Era apenas questão de tempo para algo assim aparecer e cá está: um aplicativo para postar no Bluesky e Mastodon ao mesmo tempo. (E também no Nostr, caso interesse a alguém.)

O Nooti é bem simples, mas traz alguns recursos legais na manga — incluindo o talvez único essencial, que é poder personalizar a mensagem para cada uma das três redes sociais.

Também é possível anexar imagens e vídeos e cartões de links.

Em caráter experimental, existe um meio de publicar os posts no X (antigo Twitter) e Threads via folha de compartilhamento do iOS.

Nooti / iOS / Gratuito

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Yellow e outros puzzles de Bart Bonte

por Fabio Bracht

Ícone do jogo Yellow: quadradinho preto dentro de um quadrado amarelo.

Infelizmente, eu tenho a tendência de complicar as coisas. A série jogos integrais só tem quatro posts antes deste, e dois deles (metade!) são sobre jogos que “fogem à regra” de alguma forma.

Em um, eu tive que escrever uma tese inteira sobre o problema da baixa percepção de valor dos jogos mobile; no outro, eu tive que explicar as regras de um jogo analógico jogado com um baralho comum.

Neste, vou pecar pela simplicidade.

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Apagão nos canais sociais do Manual

A solução que os executivos da Vice encontraram para tirar a publicação do buraco onde eles mesmos a enfiaram foi parar de publicar no site próprio e distribuir conteúdo nas plataformas dos outros.

Não, não estamos em 2012. A estratégia (se é que pode ser chamada assim) talvez seja o menor dos problemas da publicação canadense. Ou o último. Enfim.

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KDE Plasma 6 traz melhorias importantes, mas pouco perceptíveis

O projeto KDE fez o “mega lançamento” de quatro peças fundamentais do seu ambiente Linux nesta quarta (28).

O mais chamativo é o Plasma 6, nova versão do ambiente gráfico portada para o Qt 6 (o framework em que é baseado) e que migra a plataforma gráfica para o Wayland.

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