⭐️ Tem novidades na Insider — e com cupom especial!

por Manual do Usuário

O mês de outubro está quase acabando, mas queremos trazer os lançamentos e novidades que a nossa parceira Insider trouxe nas últimas semanas.

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Uma nova ferramenta para burlar paywalls está disponível, o Leia Isso. Ele funciona e até lembra um tanto o finado Outline.

Há algumas semanas, troquei uns e-mails com o criador do Leia Isso, que prefere manter-se anônimo. “O que motivou a criação da ferramenta foi a vontade de ter um ambiente favorável à leitura”, explicou. “Sempre assinei feed [RSS] e newsletters para consumir conteúdo em razão da simplicidade na entrega do material. Pensei em levar essa experiência para leitura de artigos e notícias em geral.”

O funcionamento do Leia Isso é similar ao do Outline e 12ft Ladder, ou seja, ele recarrega a página indicada pelo usuário sem JavaScript, o que em muitos casos basta para derrubar paywalls porosos.

Por isso, o criador anônimo se diz tranquilo quanto a retaliações, “pois o robô não faz nada além de exibir o conteúdo que o próprio site divulga”. Ele lembra que publicações insatisfeitas podem bloquear o Leia Isso, o que seria “tecnicamente muito simples”. “A ideia não é infringir qualquer tipo de direito, apenas auxiliar de algum modo no aprimoramento da divulgação de informação pela internet brasileira”, defende-se.

Existem outras maneiras de burlar paywalls porosos de sites de notícias. Aqui no Manual tem um guia completo com quatro maneiras de burlá-los.

30 anos de ThinkPad

A entrada na Wikipédia não especifica o dia, a Lenovo comemorou em 5 de outubro, mas acho que ainda é válido comentar os 30 anos do ThinkPad, uma das marcas de computadores mais longevas disponíveis no mercado.

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou uma resolução que endurece o combate à desinformação nas eleições a dez dias do segundo turno. Na avaliação do ministro Alexandre de Moraes, presidente do TSE, após um bom primeiro turno nesse sentido, o segundo tem sido um desastre.

São várias medidas que têm a intenção de acelerar a remoção de conteúdo que desinforma deliberadamente e frear canais e veículos que agem de má fé, como a Jovem Pan e canais bolsonaristas do YouTube.

Plataformas de vídeo — YouTube, Kwai e TikTok — têm sido as principais fontes de dores de cabeça.

Há quem diga que as novas regras chegaram tarde e me pergunto, sem desmerecer o trabalho que tem sido feito nem sua importância, se isso não é enxugar gelo. O ambiente está contaminado por uma força política mitomaníaca que, infelizmente, conseguiu enganar metade do país.

Para ler o que muda, sugiro as coberturas dos veículos ao lado. Via Folha de S.Paulo, Jota, Núcleo.

Quem precisa da Adobe? Estes estúdios de design usam apenas software livre

Em janeiro de 2021, o jovem Dylan Field, co-fundador do Figma, serviço de prototipagem de interfaces digitais, disse que “o nosso objetivo é ser o Figma, não a Adobe” em uma conversa em que alguns usuários, insatisfeitos com a Adobe, especulavam quanto tempo levaria para o Figma desbancar a dona do Photoshop.

Quase dois anos depois, em setembro de 2022, a Adobe comprou o Figma por US$ 20 bilhões e Dylan, no mesmo Twitter, pareceu animado com a notícia de que sua empresa acabara de se tornar a Adobe.

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O ótimo Pocket Casts abriu o código dos seus aplicativos para Android e iOS — links ao lado para os repositórios no GitHub. O aplicativo foi comprado há alguns anos pela Automattic e é uma ótima opção para ouvir podcasts. Ele é gratuito e oferece um plano “Plus” com alguns recursos extras. Custa ~R$ 40/ano. Via Pocket Casts (em inglês).

por Shūmiàn 书面

Logo depois de os Estados Unidos publicarem restrições no segmento, a China foi listada formalmente como o principal desafio econômico para os EUA, segundo documento publicado pela Casa Branca na semana passada. De acordo com a Estratégia de Segurança Nacional do governo de Joe Biden, a China tem destaque sobretudo na concorrência econômica.

Mais do que isso, a nova política do governo Biden levou à demissão em série de funcionários estadunidenses que trabalhavam em empresas de semicondutores chinesas.

O impacto, explicado nesta edição do ChinaTalk, veio a partir de um documento, lançado na sexta-feira (7), que impõe uma série de sanções no setor, inclusive exigindo licenças para seus cidadãos trabalharem com essas tecnologias na China e exigindo inspeções em uma lista de fábricas selecionadas.

A Associação Chinesa da Indústria de Semicondutores (CSIA) respondeu às mudanças, criticando a decisão de transformar uma questão comercial em tema de segurança nacional. O discurso de Xi Jinping — sobre autossuficiência — parece estar em consonância com o perigo que a nova política oferece para a indústria chinesa, conforme comentou Jordan Schneider.


A Shūmiàn 书面 é uma plataforma independente, que publica notícias e análises de política, economia, relações exteriores e sociedade da China. Receba a newsletter semanal, sem custo.

Post livre #339

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Os comentários fecham segunda-feira ao meio-dia.

O Facebook vai encerrar o projeto Instant Articles em abril de 2023. Depois da derrocada do AMP, projeto do Google e do Twitter para sabotar a web, o fim dos IAs joga uma pá de cal nessa tentativa de assaltar a web, um dos últimos refúgios online (relativamente) livres da big tech. Via Axios (em inglês).

A aposta de Mark Zuckerberg é de longo prazo, o que ajuda a minimizar tropeços pontuais. É de se questionar, porém, se o que temos visto nos últimos dias são tropeços pontuais ou algo mais grave.

O Wall Street Journal obteve documentos internos da Meta apontando uma queda no número de usuários ativos mensais no Horizon Worlds, o ambiente de realidade virtual da empresa.

Em fevereiro, a própria Meta havia divulgado que o HW tinha 300 mil usuários. Segundo o documento vazado, a base diminui em 1/3, ou seja, não chega a 200 mil usuários. A meta para o ano, que era de 500 mil usuários, foi revisada para baixo com força, para 280 mil. Provável que nem isso alcance.

“Um mundo vazio é um mundo triste”, diz o documento vazado em referência aos 91% de “mundos” (ambientes construídos pelos próprios usuários) que nunca receberam mais do que 50 pessoas. A maioria, aliás, nunca recebeu sequer uma pessoa. Via Wall Street Journal (em inglês).

Semana passada o Obsidian chegou à versão 1.0, trazendo uma reformulação visual e alguns novos recursos. Segundo a dupla de desenvolvedores, a marca não significa que o aplicativo de anotações está completo, nem que esteja livre de falhas. “Significa que estamos orgulhosos o bastante para abandonar a palavra ‘beta.’”

Criado em 2020, o Obsidian é um dos favoritos da galera que aderiu a esses novos aplicativos de anotações com links internos, usados por quem deseja criar um “segundo cérebro” ou PKM (sigla em inglês para “gerenciador de conhecimento pessoal”). É gratuito para uso pessoal e tem uma base enorme de plugins, algo notável para um projeto tão recente.

Acho coisa demais, um tipo de gerenciamento de conhecimento que foca muito na forma, mas para quem gosta é difícil encontrar pontos fracos no Obsidian. Via Obsidian (em inglês).

O Google liberou o suporte a chaves-senha no Android e no Chrome. O padrão, que a Apple inaugurou em dispositivos comerciais com o iOS 16, substitui senhas por dispositivos na hora de autenticar-se em sites e aplicativos. Numa explicação grosseira, o seu celular vira a “senha”.

Por ora, as chaves-senha no Google estão restritas a canais de testes. A empresa disse que espera promovê-las ao Google Play Services e Chrome estáveis até o fim do ano e desenvolver, ainda em 2022, uma API para aplicativos nativos no Android. Via Google (em inglês).

⭐️ Nomo reduz os preços de todos planos — de novo

por Manual do Usuário

Nomo: “Melhoramos nossas ofertas por você. Venha para a operadora que escuta os teus sinais.”

A Nomo surgiu para ser uma operadora de celular justa. As mexidas nos preços nos últimos meses ilustram bem isso. Não, os preços não aumentaram. A Nomo baixou os preços — não uma, mas duas vezes.

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Erga as mãos ao céu e agradeça: enfim, o WhatsApp liberou uma opção para esconder o status “Online”. A libertação do recurso está sendo gradual (ainda não apareceu no meu celular).

Quando estiver ativa aí, você a encontrará nas opções do WhatsApp, indo em Conta, Privacidade e Visto por último. A nova opção vincula o status “Online” à definição do Visto por último, ou seja, é preciso marcar esta como Ninguém para que ela surta efeito. Via Estadão.