A minha mochila no FIB16, em Belém (PA)
Um pedido: Seções como esta, das mochilas, dependem da participação de quem lê o blog. Mande a sua. Não usa mochila? Mande a sua mesa de trabalho e/ou a tela inicial do seu celular. Quer ver mais mesas? Acesse o arquivo.
Durante o Fórum da Internet no Brasil (FIB16), em Belém (PA), carreguei uma mochila ao centro de eventos com itens básicos para passar o dia lá, fazer o trabalho que foi contratado para fazer e, quando sobrou algum tempo livre (o que foi raro), dar uma olhada neste Manual do Usuário.
As descrições seguem a ordem da esquerda para a direita, de cima para baixo.
- Mochila Case Logic Huxton: Gosto dela por ser discreta e pela quantidade de compartimentos. Acho que não é à prova d’água, mas descobri que o tecido tem alguma tecnologia repelente no voo de ida, quando derrubaram um copo de água em cima dela.
- MacBook Air (M1): Está com quatro anos de uso e, a despeito da Apple já estar na sexta geração do seu chip próprio, continua entregando mais do que preciso. Acho este projeto visual mais bonito que o dos novos MacBook Air. Acredito que continuarei com ele por mais uns bons anos.

- Blusa: Cidades do Nordeste e — agora sei também — do Norte são quentes, o que leva os locais a exagerarem no ar condicionado nos espaços fechados. O FIB16, a exemplo do FIB 15 em Salvador (BA), em 2025, estava o tempo todo gelado. Levava uma blusa dentro da mochila para vesti-la ao chegar no centro de convenções. (Se o fizesse ao sair do hotel, provavelmente derreteria no caminho.)
- Copo térmico: Ganhei esse do pessoal do NIC.br. Tem a marca do podcast Nós da Internet e segurou bem a temperatura da água — apesar de eu preferi-la em temperatura ambiente à gelada.
- Adesivos do blog: Alguns de “primeira geração”, feitos em 2016, e outros que fiz há uns dois anos. Deixei de enviá-los a novos assinantes, daí sempre que vou a algum lugar onde encontrarei muita gente, levo eles para distribuir. (Note que colei um em cima da logo da Apple, no notebook, antes de embarcar nesta viagem.)
- Câmera fotográfica Sony RX100 V: Parece aquelas Cybershot das antigas, mas é relativamente recente e entrega fotos muito bonitas com seu sensor de uma polegada. Há anos parei de tirar fotos por lazer e achei que Belém seria um bom lugar para revisitar esse antigo hábito.
- Kindle de 11ª geração: Usei o Kindle em dois momentos: nos voos de ida e volta e durante as gravações do podcast, para acompanhar o roteiro. Como ele ficou em frente às câmeras, pedi à produção para colar uns adesivos a fim de ocultar a marca da Amazon.
- Bateria externa da Samsung: Agora essas baterias precisam viajar fora da mochila e não podem ser usadas durante o voo. Ganhei esta da Samsung em um evento, em 2017. A capacidade é pequena (~5 mil mAh) e acabei nem usando. Não costumo andar com ela, porém achei prudente tê-la à mão estando tão longe de casa porque o iPhone SE nunca teve uma bateria boa e, depois de quatro anos, ela só piorou.

- Estojo com escova de dentes elétrica da Xiaomi, creme dental e fio dental: Esse tem que ter, para higienizar a boca após as refeições, em especial o almoço. (Comi os três dias no próprio evento, que havia contratado um bufê.) Comprei desconfiado a escova de dentes elétricas e acabei gostando muito. Talvez escreva a respeito dela no futuro.
- Pano de microfibra: Serve para limpar telas e as lentes dos óculos. Troquei os meus uns dias antes da viagem, quis economizar nas novas lentes e acabei me arrependendo: sujam mais fácil e são mais difíceis de limpar.
- Cabos: Tinha outros, como o do notebook, que deixava no hotel. (Amém à bateria dos MacBooks!) Para o evento, levava apenas um USB-A/Lightning, para o iPhone, e um USB-A/USB-C, com adaptador de USB-A para USB-C, para transferir os roteiros das entrevistas para o Kindle, usando o Calibre.
- Balinhas de menta: Para refrescar o hálito.
- Álcool em gel: Sempre útil.
- Barrinha de proteína: Não sou de comer essas barrinhas, mas achei que seriam úteis. E foram: a agenda das gravações quase sempre não batia com o café que o NIC.br oferece aos participantes do FIB e, mesmo quando sim, junta uma galera ao redor das mesas.
Não aparece na foto, mas aonde vou levo a minha “mini-farmácia”: remédios para os desconfortos mais comuns.
A câmera também não apareceu porque usei ela para fazer a foto.
poxa, passou por Belém e nem avisou?
Para ter uma recepção digna amazônica, com o roteiro pelo veropa, açaí de verdade e feira de peixe – pra sair com “xeiro de pitiú”
Avisei na newsletter de sábado passado!
poxa, perdi essa leitura. Estava num evento na igreja.
Amo ver mochilas de desconhecidos!
Mochila e mesa de trabalho: as sessões mais divertidas do MdU.
Obs: Estou no aguardo da review da escova de dentes elétrica
Eu gosto muito desses conteúdos, porque eu sou curioso e porque eu gosto de ter “dicas” de como otimizar o dia a dia da mochila.
Eu atualmente estou usando uma bem básica, que o critério de escolha foi basicamente o peso leve que ela tem.
Antes dessa eu usava uma mochila estilo de viagem, expansível, da Bagaggio, mas que infelizmente não foi uma boa compra. O recurso de expansão dela não é bom, e o material é meio “méeh”.
Antes dela, eu tive uma de courino da Swisswin que erá ótima. O que me fez trocar além dos sinais do tempo que ela passou a apresentar, foi o peso que ela tinha.
Tomou tacacá?
Gostei da praticidade e objetividade da mochila. Um dos melhores EDCs que já vi, pois é realista.
Tomei! Não sei se era algo específico do restaurante onde comi, mas achei bastante salgado. Dos pratos típicos da região, gostei muito da maniçoba e do peixe filhote.
Aqui no Centro-Oeste também funciona assim: a blusa de frio vai dentro da bolsa ou mochila porque geralmente está quente do lado de fora e muito frio do lado de dentro.
Como foi a visita ao Pará? Conseguiu ir em algum ponto turístico?
Qual o modelo dessa escova de dente?
Como você guarda a mini-farmácia? Eu uso uma latinha de balas que achei no trabalho, kkkk, dá pra colocar vários remédios e band-aid.
Muito bonitinha essa bateria portátil, eu tenho uma de 20.000 que só uso em viagens também, no dia a dia uso uma da Anker de 5.000 que parece uma pilha grande (e infelizmente é USB antigo, então vira e mexe tenho que pegar no fundo da gaveta um cabo para carregar).
Visitei alguns lugares em Belém, sim. Achei bem legal e, em breve, sairá um post aqui no Manual em que abordarei esse assunto.
A escova de dentes é o modelo mais básico, uma T100.
A mini-farmácia fica em um bolso menor dentro da mochila.