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O escritório em casa do cientista de dados Pedro Venturini

Mesa de trabalho com um notebook à direita sobre uma pilha de livros, um monitor grande ao lado, teclado, mouse e um grande mousepad.

Durante a pandemia do SARS-CoV-2, o novo coronavírus, a seção de mochilas será convertida em escritórios domésticos. Faz mais sentido, certo? Vale para os recém-chegados ao home office e para quem já está nessa há tempos. Mande o seu seguindo estas instruções. Todo o texto abaixo é de autoria do Pedro.


Trabalho no Cappra Institute for Data Science ajudando outras empresas e indivíduos a entenderem melhor o mundo dos dados a se tornarem mais analíticos. Faz um pouco mais de dois anos que trabalho remoto e ao longo desse tempo venho atualizando e melhorando o meu setup.

Não tenho muito problema em trabalhar sem um escritório fixo, mas agora que não dá para sair e o local de trabalho é sempre a minha casa, estou com saudades de trabalhar de cafeterias, no cliente, no aeroporto…

A principal parte do meu setup é o meu MacBook Pro (13 polegadas, 2017). Gosto muito de usar um notebook pela flexibilidade. Para complementar a tela de 13″ do notebook, tenho um monitor da Philips 4k de 27 polegadas (276E8VJSB). Para mouse e teclado, uso o K380 e o MX Master 2S respectivamente, ambos da Logitech.

Ilustração com uma mãozinha depositando uma moeda em uma caixa com o logo do Manual do Usuário em uma das faces, segurada por dois pares de mãos. Ao redor, moedas com um cifrão no meio flutuando. Fundo alaranjado.

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Como da para ver pela foto, não uso nenhum suporte específico para notebook. Nunca encontrei um que me agradasse totalmente, então fiquei com uma pilha de livros mesmo. Por último, uma parte importante que não está na foto são os meus fones de ouvido. Uso os AirPods Pro.

Outros itens que aparecem na foto mas não são tão relevantes: HD externo da Seagate de 500 GB, adaptador USB-C da Aukey e o Mousepad Logitech G240.

Evolução

Notebook, caderno e caneta sobre uma mesa.
Março de 2018: como era o meu setup quando comecei a trabalhar remotamente. Foto: Arquivo pessoal.
Mesa com um notebook elevado por uma pilha de livros, teclado, mouse, caderno e caneta; ao fundo, uma janela e alguns objetos (porta-canetas, porta-retrato etc.).
Agosto de 2018: pouco depois do meu primeiro upgrade. Foto: Arquivo pessoal.
Mesa de trabalho com um notebook à direita sobre uma pilha de livros, um monitor grande ao lado, teclado, mouse e um grande mousepad.
Agosto de 2020: versão atual, com monitor e mousepad grandes. Foto: Arquivo pessoal.

Edição 20#30

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7 comentários

  1. que bacana, estava vendo informações sobre esse teclado aí e se vale a aquisição. atualmente tenho um “comum” com teclado numérico e com fios (não que isso seja problema). mas aí vem a questão… valeu a pena a troca do teclado da Microsoft por esse?

    1. Pra mim valeu pois queria algo menor e bluetooth (sem o adaptador USB) , mas ele não é um teclado muito superior ao da Microsoft não, qualidade parecida.

      1. O suporte passa a ideia de firmeza e robustez, mas em termos estéticos ele deixa a desejar. Então vai muito de acordo com o estilo de sua mesa: a mesa “pé no chão” meio bagunçada, papéis e fios espalhados mas que está sempre usada na produção ou a mesa em que existe a preocupação com estética e estilo, que além da preocupação com produtividade tem a necessidade de “sair bem na foto’. Mas é muito melhor que uma pilha de livros. Já imaginou se derrepente vc precisa consultar um dia livros?

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