Anúncio Black Friday na Insider: descontos exclusivos na máscara antiviral

Post livre #235

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.

89 comentários

  1. Um tempo atrás comprei um projetor num leilão. Modelo bom mas já obsoleto, de 1280×800 nativos. A lâmpada veio queimada. A nova é absurdamente cara, além de difícil encontrar. Como sou do clube do DIY, dei uma pesquisada e descobri que é possível adaptar uma lâmpada HQI de 70 watts. São muito baratas. Basta quebrar o invólucro externo e usar o bulbo interno, que é do mesmo tipo e formato da lâmpada que se encontra em projetores.

    Por enquanto está funcionando bem apesar de não ter a mesma potência, que deveria ser 230w. Mesmo que dure só umas 500 horas já é melhor que nada.

    Fica a dica! No youtube tem uns vídeos de uns malucos explicando como se faz a gambiarra.

    1. Lâmpadas de projetor são realmente caras… (acho que lhe devo uma, não?)

      Fico me perguntando se não existe mods DIY para na verdade usar LEDs ao invés de lâmpadas de halogênio, mas imagino a complexidade por causa do fato de que a saída de energia da lâmpada é alta, e teria que fazer um circuito para adaptar esta energia.

      1. Geralmente LED tem potência menor, puxa menos amperes. Não conheço a adaptação, mas não teria problema em fazer.
        O que não pode ocorrer é instalar uma carga de mais potência do que a fonte de energia suporta.

  2. Sobre Pi, mas não bem dele.

    Dias atrás fui abrir um daqueles notebooks Positivo com 32GB de memória flash.

    O tamanho da placa é praticamente similar o do Pi, e o jeito de lidar tb No final, a bateria era maior x4 que a placa mãe.

    1. Surgiu a ideia de adaptar um Raspberry na carcaça do notebook?

  3. alguma coisa específica faz vcs deixar de consumir algum conteúdo? pra mim o q pega é homofobia, racismo, especismo, sexismo e aquelas empresas q detesto patrocinando. acabei de deixar de ouvir um podcast q começava com um ‘patrocinado pelo ifood’. não creio q se encaixe na questão do cancelamento e sim do boicote, pois se as posturas forem revistas e certos anunciantes dispensados, por que não voltar a ouvir ou ver algo?

    1. Conteúdo eu ainda não observei, mas produtos eu já deixei de consumir. Não foi na intensão de “cancelar” ou de “boicotar”, porém passei a me sentir mal de consumir produtos de empresas que apoiam esse tipo de coisa que você mencionou, além do negacionismo.
      Acho que a tendência é cada vez mais as empresas tomarem partido em várias questões da sociedade. E esse posicionamento vai depender do público consumidor que elas tem como alvo. Então, quando não compactuo com esses valores passo a não me considerar público dessa empresa, logo não faz sentido eu consumir os produtos dela.
      Provavelmente esse comportamento de empresas deve empurrar a sociedade a refletir e discutir cada vez mais sobre seus próprios valores, o que acho um ponto positivo. Porém, na contra-mão, penso que haverá mais polarização e intolerância de todos os lados.

    2. Acho que racismo e homofobia. E liberalismo, claro. Qualquer empresa associada ao partido NOVO não existe mais pra mim. Qualquer empresa que fale em “pagadores de imposto” ou coisa do tipo, eu deixo de consumir qualquer coisa relacionada. Nerdcast eu deixei de consumir, por exemplo, no momento em que eles começaram a veicular aquele podcast sobre empreendedorismo com o infeliz do Augusto lá. Mamilos eu já tinha deixado de consumir quando elas lançaram um podcast sobre pirataria e cortaram um dos defensores e partidário do Partido Pirata, contudo, ainda escutava alguns programas esporádicos que me chamavam atenção, depois da treta do banco eu simplesmente larguei completamente de mão.

      As vezes me incomoda quando tem muita propaganda no conteúdo. Nerdologia são dois que eu deixei de consumir faz algum tempo (+1 ano) porque a propaganda se tornou demais.

      1. Qual foi mesmo a treta do Banco do Mamilos? Essa eu não vi…

        1. Elas fizeram um programa sobre a reforma da previdência e chamaram um representante do Itaú pra falar sobre. Foi basicamente um publieditorial delas vendendo o esquema de previdência privada do Itaú e “mostrando” como era bom ter um plano de aposentadoria privado no lugar do atual brasileiro.

    3. Vish, eu acabei de ouvir esse podcast daí e fiz cara feia na hora… achei conflitante com o tipo de postura que eles tentam passar.

      1. O monotema e a tara deles deles já estava me cansando um tanto… Agora essa daí foi de lascar. Sem falar em outras paradas q já achava ruim. Levarei meus ouvidos pra outro lugar por ora.

      1. Esses daí to sem ouvir faz tempo tb. Pena, né? Era uma banda da minha juventude e tal. Não era super fã, mas…

        1. Nunca fui fã do Ultraje e sempre o Roger um imbecil, então nem cheguei a ouvir a banda pra deixar de ouvir por conta da posição dele. Por outro lado, gosto bastante do Lobão. “Me Chama” é uma das melhores músicas do rock oitentista brasileiro. Não consigo deixar de ouvir Lobão.

      2. Acho que isso é algo que não me vejo fazendo com nenhuma banda
        Até porque procuro saber muito, mas muito pouco, o que os integrantes fazem da vida deles.

    4. Se você evitar tudo isso, até mesmo especismo, não sobra muita coisa. Assisti aquela série Perdidos no espaço nova e fiquei abismado com o episódio em que até mesmo num planeta longínquo a humanidade deu um jeito de levar alguns cavalos para montar.

      1. vou dar uma olhada nesse episódio. ontem mesmo terminei de escrever um texto sobre um filme q tem cavalos na história. mas faz sentido: para os americanos, q estão sempre em busca da última fronteira, essa conquista só pode se dar, especialmente no imaginário deles, com cavalos. esse lance do velho oeste é bem forte. não à toa está na série westwolrd de modo tão emblemático.

    5. Sim! Acho que tudo que você mencinou me incomoda…

      Com as marcas, aplicativos, estabelecimentos, pra mim realmente encaro como uma questão de boicote: “não vou financiar isso”.

      Mas no restante dos casos acho que realmente vou pro cancelamento, que seria algo do tipo: “ok, não vou dar palco nem atenção pra essa pessoa”.

      Eu gostava muito da banda Scalene e até fui em show aqui em POA (que tinha sido muito bom) e quando saiu uns relatos sobre uns membros estarem envolvido em relacionamentos abusivos e traição, acabou pegando muito mal e nunca mais consegui voltar a escutar.

      Quando se trata de especismo e quando alguém fala alguma bobagem sobre alimentação, sempre penso também: “que desserviço”. Eu não era fã da Monja Coen, só simpatizava com ela, mas aí quando ela falou umas bobagens sobre veganismo, acabei pegando ranço.

      Acho que é de se avaliar quando se trata de cancelamento, pois acredito que está completamente relacionado a maneira que lidamos com a mídia e celebridades. As pessoas botam idiotas em pedestais, porém na hora de tirar eles de lá, todos sentem que a Internet tá pegando muito pesado. Na verdade, aquela celebridade só está fazendo o que se esperava dela lá em cima e a culpa foi nossa de não ter visto os sinais.

    6. Sim, mas não tenho uma postura absoluta. Há casos e casos, que dependem de variáveis como meu apreço pela obra e/ou necessidade (às vezes, acontece).

      No caso do referido podcast patrocinado pelo iFood, por exemplo, fiquei decepcionado, mas ouvi. Tenho acompanhado a repercussão no Twitter. Não foi uma chuva de reclamações, mas o volume é considerável. Torço para que revejam isso ou que pelo menos comentem no próximo.

      1. interessante essa repercussão no twitter! imaginei q tivesse incomodado algumas pessoas, mas pelo visto foi até maior do q imaginava. mas eles talvez aleguem q não têm relação com o comercial, mas quem lê o anúncio é a jornalista, aí complica, né? é a voz dela associada a essa empresa q, convenhamos, tá pra lá de queimada.

    7. Tem horas que me pergunto se eu continuar sendo cínico muitas vezes é o melhor jeito de lidar com a vida.

      Você falando estas coisas me faz pensar em como a sociedade hoje tenta achar seus filtros, mas não presta atenção muito na convivência. Não sabemos tentar lidar com a diversidade de situações, e muitas vezes vamos sempre “caminhar para algo prejudicial a nós”, devido ao egoísmo humano. Seja pelo lado do capital, seja pelo lado de quem teoricamente pensa no social.

      Não creio que “cancelando marcas” ou “agindo de forma ‘ética/moral'” resolverá os problemas da humanidade. Resolve “os nossos”, a gente se sente mais confortável com as situações pois sabe que não estamos mais dando valor a situação que nos desconforta. Faz a gente meio que se sentir “que vai ir para a outra vida sem pecados”.

      Corrigir o que o marketing / capitalismo / domínio de poder fez com a humanidade talvez até seja impossível, utópico. Mas sei lá.

      Eu convivo com vários tipos de pessoas e evito outras. Apenas isso. Acho que no final, acabamos tentando rotular para achar nossa moral, mas o melhor mesmo é pensar que apenas nos conforta saber que não viver mais com aquela pessoa / marca / etc nos faz ao menos mais confortáveis.

      1. A depender do boicote, pode ser q a empresa q faz algo q não deveria, por razões éticas, perca alguma grana ou saia com a imagem bem arranha (q tb pode fazer com ela perca grana ou valor em algum momento). De fato, pode nem fazer cócegas a gente deixar de consumir ou seguir algo, mas nos ajuda pessoalmente a marcar posições. E apesar de vivermos em sociedade e não conseguirmos fazer nada sozinhos, apenas uma pessoa habita os nossos corpos e vive nossas vidas. Daí q se não buscar sentido nas coisas q fazemos, tudo pode ser meio vazio… Tipo o ifood. Pode ser q em algum momento eu volte a ouvir podcasts patrocinados por eles, pode ser q até eu use, involuntariamente, o ifood se alguma empresa mandar uma compra por eles mesmo se eu ter solicitado essa via de entrega… A vida ficou BEM complicada e o cinismo até pode te ajudar a levar as coisas, mas não acho q tende a ser a melhor forma. Não parece um bom sentimento a se alimentar pra se ter com a vida… Existem outras formas de encarar as questões e acho q vale buscar a melhor dentro do possível. Soa meio auto-ajuda, mas me parece o mais razoável…

        1. Tipo assim: eu não me enquadro em muitas coisas que você provavelmente é contra – me alimento de carne, ganho dinheiro que provavelmente tem origem ilegal (tenho algumas convicções sobre isso, mas divago), então teoricamente você pode até parar de me responder pois não enquadro em sua métrica moral.

          Contando um pouco do que ocorreu comigo nos últimos tempos: Quando o salnorabo ganhou, toda pessoa que eu sabia que era apoiadora dela, bloqueei ou apaguei das redes sociais. Fiz uma mensagem e deixei de status nas mesmas. Detalhe: muitas delas clientes minhas de serviço, dependia das mesmas para sobreviver.

          Isso virou assunto na terapia e tudo mais. Acho que demorei uns 2 meses para voltar a falar aos poucos com elas, pois de alguma forma eu precisava ganhar dinheiro também – daí o que falo de ser cínico.

          Um amigo de longa data parei de falar com ele depois que fui na casa dele e ouvi dele e da esposa sobre apoiar o salnorabo. Parei a conversa no meio e fui embora. A amizade nunca mais foi a mesma. Era a única pessoa que eu meio que conversava direto sobre vários assuntos e tinha muito tempo de amizade. Acabou por causa desta coisa de polarismo político.

          Acho que pessoas que realmente militam (você incluso) talvez ignoram que a vida das pessoas se entrelaçam de diversas formas, e não é fácil retirar este entrelaçamento. Como até já disseram nestes últimos tempos: o erro da esquerda é ficar muito na ideia da militância e esquecer da base, da galera que tá trabalhando todo o dia para sobreviver e cuidar de onde mora e convive. É como se para a esquerda o pobre fosse um número, enquanto que a direita caiu a ficha e “humaniza” a pessoa de forma a ela participar da sociedade nas regras da direita (“meritocracia”, “valor ao dinheiro”, etc…).

          Eu (que eu me lembre) tinha valores próximos a isso há uns 10 anos atrás, quando estava na faixa dos 20 e vivia tentando achar comunidades para participar em fóruns e sites. Aos poucos fui mudando minha visão política e hoje ela é próxima a cínica, mas com tendência a defender os valores de esquerda (“respeito ao social”, “valor a coletividade” [acho que fiz pleonasmo aqui]).

          Enfim, entendo seu lado e não duvido que seja o certo cada um buscar o melhor para se confortar, mas não dá para universalizar seu valor ao outro sendo que o outro teve outras experiências e condições que o levaram a aceitar o outro valor, muitas vezes contrário. E no final, quem hoje domina é o mercado, é o dinheiro, é o poder, é a ideia de que vale a autoridade posta ao invés do ser humano. E isso não vai acabar enquanto não souberem uma forma que não use de violência para acabar com esta forma de poder – ou que faça uso da violência de forma cirúrgica, apenas atingindo quem realmente deve ser atingido.

    8. Específica acho que nao. Tenho minhas antipatias diversas, algumas vezes sim me fazem parar de consumir conteúdo, noutras não, e nada absoluto. Nesse universo de podcast, por exemplo, eu meio que parei de ligar pro B9 porque desenvolvi uma antipatia pelo Merigo.

  4. A gente sempre fala para tomar cuidado com golpes e tudo mais, e aí se depara com empresas de ramos super sensíveis, como finanças, dando bola fora.

    Hoje cedo recebi um e-mail de um app chamado Trader Evolution Mobile, me convidando a usá-lo para fazer operações na Easynvest. O mais bizarro: o e-mail trazia senha e chave eletrônica no corpo da mensagem, para eu logar no Trader Evolution Mobile.

    Em nenhum lugar da mensagem ou da descrição do Trader Evolution Mobile na App Store o nome da Easynvest é mencionado. Tem cara e cheiro de golpe. Entrei em contato com o suporte da Easynvest e fui informado que o app é legítimo, e que se trata de uma nova plataforma deles.

    Além da falha de comunicação, fiquei temeroso do risco também. Esse tipo de coisa (senhas de acesso e chaves eletrônicas) não se manda assim, do nada, para o e-mail. É um risco alto e desnecessário.

    1. Conheço pessoas que cairiam fácil no golpe. Isso é uma forma psicológica de tentar “fisgar” alguém, seja para um golpe ou fazer a pessoa gastar dinheiro sem motivo – que TB é golpe.

  5. Nestes anos de reparo de PCs, tenho sempre a sensação que tou devendo para os clientes.

    Explico.

    Todos aqui sabem que ser leigo em informática é comum. Sabe-se mexer em celulares, sabe buscar no Google, mas não tem um conhecimento maior sobre o que usa as pessoas. Claro que isso vale para muitas coisas – carro também tem disto.

    Muitas vezes vem nas minhas mãos algum PC que perdeu dados, corrompeu, etc… E a pessoa pede para formatar sem perder os dados. Eu ainda não tenho “fluência” nisso. Uso algumas ferramentas, mas sou bem limitado neste conhecimento e sugiro ao cliente procurar empresas ou especialistas em recuperação – e são poucos. E o mais barato é em torno de 500 reais ou mais.

    No começo da era de trabalho nesta área, eu era ruim nisso – na verdade eu era o cara que rodava o cd do windows, apagava o HD e só.

    Foi “na raça” (e nas broncas e prejuízos) que aprendi que o respeito aos dados dos clientes deve vir na frente. Tem cliente que não tá nem aí com isso, mas tem alguns que tem “a vida” no armazenamento.

        1. Tem o tal leigo que entrega seu dispositivo para alguém, confiando que irá resolver e acaba arranjando mais problemas – seus dados vão embora. Devido àquele alguém que recebe o dispositivo, também leigo, ainda não ter capacidade técnica para fazer o serviço corretamente e muitas vezes sequer tem noção disso. Acontece.

          1. Acho que poucas pessoas atentam-se para a possibilidade de terem seus dados bisbilhotados, roubados e vazados na hora de levarem o computador para reparo. Acho que esse ponto é digno de atenção também.

          2. Eu não sei o que comentar sobre isso, pois sinceramente até senti algo esquisito neste comentário.

            (A se pensar que tenho raiva do Gabriel do “Clube do Hardware” por este tipo de postura que ele traz)

  6. Vi um comentáriuo aqui sobre filtro de linha e queria perguntar: onde é interessante eu usar na minha casa? Que aparelhos ligar ali?

    1. Seria interessante numa tv, computadores, servidores. Sua casa já tem DPS?
      Hoje todos os equipamentos já usam fontes chaveadas que oferecem uma excelente proteção.
      Quando dava uma descarga elétrica que queimava as coisas geralmente vinha pela linha telefônica ou cabo coaxial da TV. Com a internet por fibra e onipresença do wi-fi esses problemas foram drasticamente reduzidos.
      Claro, eu tô dando minha opinião com experiência básica em eletrônica e automação industrial. Um engenheiro poderia te orientar melhor nisso.

        1. Pois é, ele já serve para proteger contra surtos. Mas ainda recomendo você conversar com algum amigo engenheiro eletricista para ver se realmente precisa de filtro de linha. Tem muita região que a rede eletrica ainda pode ser instavel.

  7. Tenho uns 3 ou 4 HDs antigos aqui em casa, tudo com seus 1TB e tão ali parados. Tô pensando em usar como HD externo, pra backup. Ou até como um “servidor” pra troca de arquivos entre a minha esposa e eu (ambos trabalhamos em casa). Pra filmes e séries também, talvez. Enfim: recomendam alguma case (ou até uso) pra esses HDs?

    1. Dá pra ligar tudo num PC ou raspberry pi e instalar o Open Media Vault ou o nextcloud https://www.openmediavault.org/

      Penso que montar como raid também é uma boa ideia para arquivos que não podem ser perdidos de jeito nenhum.

      1. Funcionar até funciona, mas o desempenho não é bom, principalmente se não usar a RasPi 4.

      1. Vim falar isso.
        Uso uma case da Orico, transparente, há uns 2 anos (ou mais) e é excelente. E bonita, na minha opinião.

        1. Tenho uma dessas também! Uma preta mais básica (é virtualmente a mesma coisa, muda só a cara) e um dock. Só não recomendo as fontes deles. Se o dock fica desligado e a fonte ligada, faz um barulho parecendo um disco voador. Não sei se foi azar meu ou se todas as fontes deles são assim. Felizmente é uma fonte chaveada simples, de 12V/2A. Uma hora dessas troco a fonte e resolvo o incômodo.

  8. Boa tarde pessoal!

    Como vocês enfrentam conflitos no trabalho quando se trata de utilizar ferramentas que vão contra sua ética? Mas mais especificamente quando se trata dos grandes monopólios e as questões de privacidade e moral pessoal em oportunidades de trabalho.

    Depois de um tempo já sem redes sociais e cuidando no possível, utilizo Ubuntu, outros provedores de e-mail etc. Eis que uma das únicas oportunidades de trabalho que consegui na pandemia foi um freela que está diretamente associado a um serviço de uma IA que trabalha com reconhecimento de voz em uma das grandes.

    Como é uma das únicas oportunidades que consegui, não vejo como um grande problema.

    Fazendo o devido recorte socioeconômico e dentro da consciência de classe de cada um: quantos aí conseguem achar ferramentas alternativas com frequência e acabar “não cedendo” dentro do meio profissional? Como lidam com isso?

    1. Às vezes tem que ceder, não tem jeito. Aqui mesmo no Manual, vez ou outra acabo empurrado para algum produto do Google, seja para conversar com possíveis anunciantes (Meet) ou revisar propostas e colaborações (Docs). Fechar-se completamente seria loucura e não vejo muito benefício; as pessoas usam o que lhes é mais conveniente, barato ou por obrigação; acho muito mais frutífero trabalhar para apresentar e promover alternativas mais éticas. O Manual do Usuário, paralelamente a ser uma publicação online, é também isso: uma tentativa de fazer diferente, sem essas dependências tão comuns que alguns poderia até julgar inescapáveis. (Isso vale para a minha vida pessoal também.)

    2. Como vocês enfrentam conflitos no trabalho quando se trata de utilizar ferramentas que vão contra sua ética?

      Sendo cínico.

    3. pessoalmente consigo viver tranquilo com ferramentas de software livre. o problema mesmo é que o mercado vai na contra mão disso. mas como sou pobre e preciso de dinheiro pra viver, não tem como não se submeter a essas coisas, daí acabo por usar ferramentas de grandes monopólios, pois em boa parte dos empregos a galera quer facilidade e parece que Google, Teams e/ou Zoom fazem isso.

      mas seria lindo usar ferramentas éticas que seguem padrões abertos e respeitam o usuário fora da bolha de “casa”.

  9. Eu estava pensando cá com meus botões: existe uma rede de anúncios/publicidade que seja ética? Ou melhor, que não devasse todos os seus dados para te entregar uma publicidade mais setorizada? Tem como ser ético nesse meio?

  10. Lendo os comentários do post do Raspberry Pi, uma questão foi levantada: Home Assistants e IOTs muitas vezes trazem certas “facilidades” em troca da sua privacidade total.

    Porém, alguem ja adotou soluções IOT e se preocupou com isso? Sei que existe o HomeAssistant (https://www.home-assistant.io/) que é Open Source, mas até onde sei, você controla tudo pelo celular dai, não tendo assistente por voz.

    Penso em usar, mas ja faz quase 3 anos que controlo todas as luzes, TV e Xbox de casa puramente pelo Google Home, além de que conversar com a Assistant é tão natural pra mim que to conversando com ela o dia todo basicamente, mas recentemente que passei a me importar com privacidade, excluindo facebook, etc.

    1. Nunca adotei por isso. Acho que até toparia alguma automação domésticas pelo HomeKit, mas não vejo necessidade e pela utilidade que proporciona, montar esse aparato sairia muito caro. Também não uso a Siri, porque acho desconfortável ter um microfone aberto o tempo todo ao meu redor.

      Ainda assim, acho muito provável que em algum momento no futuro eu tenha ou seja convencido de usar essas coisas. Nesse sentido, “resistir” é um esforço literal — se não usar, não me acostumarei com tal comodidade e seguirei bem sem ela, afinal, não é um negócio quase obrigatório para se viver em sociedade em 2020, como o celular.

  11. Esses dias assisti Matrix pela primeira vez e, apesar de não ter achado incrível em termos de roteiro, eu fiquei querendo assistir ele de novo, mas no cinema. Queria ver aqueles efeitos numa tela gigante. Teria sido impossível eu ver assim que lançou. Eu tava completando duas semanas de nascimento quando o filme saiu nos EUA :P

    1. Comentários que fazem a gente se sentir velho, haha!

      Matrix é um filmaço! Assisti ele novamente faz uns dois anos e fiquei impressionado em como o tempo não o prejudicou. Os efeitos visuais são bem decentes e a história continua sensacional.

      (Não sei se teve o desprazer de ver as continuações. Faça por sua conta e risco, e se fizer, não diga que não foi avisado!)

      1. Ainda não assisti as sequências (gosto de espaçar filmes de uma série com outros filmes), mas já ouço tanto que são ruins que vou acabar gostando.

        1. isso! ignore as pessoas q dizem q as continuações são “muito, muito ruim”. se for influencer de tecnologia, aí vc pode passar direito q esses só veem defeitos em filmes assim… triste, mas é a realidade. veja os três, depois curta a trilha sonora q é bem boa, veja ‘animatrix’. a única coisa q ainda não ‘consumi’ de ‘matrix’ foi o jogo.

      2. Eu não entendo esse lance das continuações. Pra mim são todos legais. O primeiro tem mais impacto, mas considero os três como um filme só. Tanto é que sempre que assisto o primeiro preciso assistir as sequências também.

        Sei lá, pra mim é tipo a implicância com o Jar jar do star wars. :)))

        1. Nessa última vez que revi Matrix, me dispus a rever toda a trilogia. Parei no Reloaded porque o achei muito, muito ruim. A história é fraca e há um evidente foco em efeitos especiais, perdendo o equilíbrio que o primeiro tinha.

          Eu tenho comigo — para ficar na comparação ao universo Star Wars — que conceberam o primeiro filme e, diante do sucesso gigantesco e inesperado, inventaram aquela história de que desde o início seria uma trilogia. (Tanto que só os dois últimos foram filmados concomitantemente.) Nada contra, mas é muito difícil dois (ou três) acertos sucessivos. O primeiro filme termina super bem e se sustenta perfeitamente sozinho; os outros têm um cheiro muito forte de oportunismo (e a qualidade deles reflete isso).

    2. hahaha, eu o vi em 1999 no cinema.
      na época achei aquilo muito louco.
      nos próximos dois filmes consegui entender melhor aquilo tudo.
      e ‘matrix’ e ‘os inconpreendidos’ são os filmes q mais revejo na vida.
      acho q vê-lo no cinema será melhor qdo eles adaptarem para as novas salas, explorando melhor os sistemas de som e a imagem.

      1. Com certeza em 2029 vão relançar nos cinemas. Eu veria. Espero que esse próximo seja tão criativo quanto o primeiro.

        Os Incompreendidos tá em várias listas que tenho aqui no OneNote. Tá presente em muitas listas “cinéfilas” hahaha

    3. E vc vai achar melhor ainda quando ler as obras que deram origem a essa trilogia (que vai virar quadrilogia).

      1. Tenho muuuita vontade de ler Neuromancer, desde antes da capa lindona que a Aleph fez. Aquela capa… 🤤

    4. Filmaço! Claro que essa coisa de usar humanos como fonte de energia tá defasada, mas ainda é um dos melhores filmes já feitos.
      Tomara que a matrix não exista, pois tenho medo de ser apenas uma ameba sem estrutura óssea boiando num tanque coletivo. Hahahahha

      1. Eu com certeza não seria nem considerado um bom asset pra ajudar lá fora hahaha

    5. Me senti mais titio ainda agora. Vi as continuações, Reloaded e Revolutions, e gostei bastante. Na batalha final do Neo podíamos perceber que aquilo era computação gráfica.
      Acho que na época não tinha como deixar tão bom que passasse a impressão de ser ele mesmo lutando, fora isso achei um ótimo filme.

      A única coisa que continua a mesma é a flexibilidade do chute do Keanu Reeves. Fiz a comparação com o filme “O Homem do Tai Chi” hahaha.

      1. Tem uns caras que trabalham com efeitos visuais e eles fazem vídeos reagindo a efeitos bons e ruins. Eles já reagiram à Matrix. Os vídeos deles são bem legais. Corridor Crew, o canal.

    6. Já entregando a idade, mas tive o prazer de ver esse filme no cinema na época que foi lançado! Lembro que fui numa sessão bem tarde e saí do cinema impactado com o filme e efeitos!

      1. Velhão. Brinks xD

        Nem imagino como deve ter sido na época. Poderia ter ficado igualmente impactado com Avatar em 2009, mas acho que nem ouvi falar do filme na época.

    7. Matrix continua um ótimo filme, assisti a ele ano passado e toda a boa emoção reflorou. Lembro-me quando estava na escola e o burburinho que foi quando passou no SBT. Surreal.

      1. Eu lembro cara!
        Fizeram um marketing enorme. Até colocaram o logo da SBT com aquele efeito do código verde da Matrix!. Hahahhah

      1. Parece uma fala meio jogada. Mas se foi isso mesmo, que bom. Espero que a Lana tenha mais liberdade com o quarto filme.

  12. Eu visito o post livre da edição anterior porque já está “completa”.

    Vocês também tem esse costume?

    1. eu comento geralmente quinta e sexta, aí na segunda vejo o desenrolar das histórias, pior que as vezes fico querendo comentar algo, aí penso comigo “na quinta eu faço”, aí quando chega quinta eu não faço isso, rs

  13. Na semana passada eu pedi a ajuda de vocês sobre disponibilizar áudio para os artigos do meu blog. Recebi várias dicas e orientações legais, mas quando fui comentar aqui no domingo já havia fechado (coisas de principiante haha).

    Gostaria de agradecer a todos que responderam! Por hora eu decidi que vou trabalhar primeiro na “limpeza” do código do site, para que fique mais claro e simples, e daí eu vou evoluindo para outros pontos de acessibilidade.

  14. Para quem gosta de futebol, achei muito legal uma série documental da primeira temporada do Bielsa no Leeds United. O nome é da série é Take Us Home, assisti no ESPN Play.

    1. A do Michael Jordan parece muito interessante também, seu post me fez lembrar dela. Nessas séries de esportes, a Drive do Survive da Netflix também é bem legal. Eu que nem ligava pra F1 passei depois do contato com a série.

  15. O pessoal do grupo no Telegram estava conversando sobre assinaturas e streaming de futebol. Vocês têm acompanhado os jogos? Às vezes deixo rolando um em “segundo plano”, e acho estranho: passa uma sensação de normalidade que rivaliza com o que está acontecendo lá fora. (E ainda tem aquela torcida de video game, que deixa as coisas ainda mais naturalizadas.) Como é para vocês?

    1. O europeu sim, até porque essa deve ser a última temporada que acompanho com mais afinco

      Alguns jogos não tinham som ambiente e achava muito esquisito. É engraçado, eu gosto de assistir futebol no sofá e até gostava de jogar quando mais novo (mais futsal, pela disponibilidade da quadra), porém ir aos estádios nunca foi a minha… não tem replay, não tem narração, é meio desconfortável etc etc

        1. Sou realmente viciado e consome muito do meu tempo.
          São por baixo 15 temporadas muito bem assistidas de EPL + UCL, sem contar algumas vezes que via outros campeonatos e tal…

    2. Eu acho que o futebol acabou ficando muito com a cara dos tempos, já que não é nem o jogo normal e nem os jogos completamente silenciosos em que havia punição ao mandante. Ficará na memória os torcedores de papelão e os bandeirões no “concreto” como retrato do que aconteceu.

      Vou admitir que estou assistindo bem mais que anteriormente, especialmente o europeu já que, bem, são mais interessantes os jogos no geral. Mas estou assistindo o brasileiro também, quando é algo interessante sento para assistir “focado”.

Os comentários deste post foram fechados.

Do NOT follow this link or you will be banned from the site!