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O blog do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, saiu do ar nesta quarta (2). Nesse aspecto, Trump é gente como a gente e também abandona blogs dias depois de lançá-lo — o From the Desk of Donald J. Trump foi ao ar em 4 de maio. Um porta-voz explicou que o blog “era apenas um auxílio aos esforços mais amplos em que estamos trabalhando”. Acredita quem quiser. Via CNBC (em inglês).

Brincadeiras à parte, esse episódio reforça o papel que as redes sociais têm na amplificação de discursos extremistas. A relação de Trump e de outros populistas com redes como o Twitter é simbiótica. Em um blog, sem a atenção do equivalente a transeuntes digitais e sem as ferramentas embutidas de amplificação, é muito mais difícil ter o mesmo desempenho e, por consequência, manter a empolgação.

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Isso significa que o uso do formato AMP não é mais obrigatório e que qualquer página, independentemente da pontuação nas Principais métricas da Web ou do status da experiência na página, estará qualificada para aparecer no carrossel de notícias principais.

Google.

A atualização do algoritmo do buscador do Google, prevista para junho, acaba com o privilégio do AMP de aparecer em certos locais das páginas de resultados. Agora, os critérios para a veiculação passam a ser os “web vitals” (em inglês).

Para entender o que é o AMP e por que ele é nocivo à web aberta, leia isto.

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“O dia de hoje marca o início do fim dos hidrantes, faixas de pedestres e semáforos na internet.” Com esta frase bem humorada, a CloudFlare anunciou sua investida para acabar com o CAPTCHA, aqueles desafios visuais que muitos sites exibem para evitar tráfego artificial por robôs.

A solução encontrada pela CloudFlare foi usar chaves confiáveis físicas, como as YubiKeys. Em vez de clicar nos quadrantes de uma imagem em que há semáforos, basta inserir a chave numa porta USB. Se a sua chave tiver suporte a NFC, encostá-la no celular também funciona.

A CloudFlare criou um site para demonstrar a funcionalidade. Testei com uma YubiKey 4 e funcionou muito bem.

A CloudFlare estima que a humanidade perde o equivalente a 500 anos por dia resolvendo os CAPTCHAS visuais de empresas como Google e hCaptcha. Apesar do preço proibitivo das YubiKey e similares por aqui (~R$ 500), tomara que a moda pegue. Via CloudFlare (em inglês).

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O Chrome 90 traz um recurso que parece bem útil à primeira vista: links diretos para trechos específicos de uma página. Basta selecionar o trecho, clicar com o botão direito do mouse e clicar em “Copiar link para o destaque”. O recurso está sendo ativado no Android e computadores, e chegará ao iOS “em breve”. Via Google (em inglês).

Os desenvolvedores do WordPress estão debatendo como o software, que está por trás de 41% dos sites da web (incluindo este Manual do Usuário), tratará o FLoC como uma questão de segurança. (FLoC é o projeto do Google para continuar segmentando publicidade sem o auxílio de cookies. Falamos dele no último Guia Prático.) A proposta é que o WordPress saia de fábrica configurado para bloquear a atuação do FLoC. Se um administrador quiser alterar essa configuração, ele poderá. A configuração padrão, como sabemos, é o que importa. Via WordPress (em inglês).

Em paralelo, Microsoft (navegador Edge) e Apple (Safari), embora não tenham se manifestado explicitamente sobre o assunto, já deram sinais de que devem rejeitar o FLoC. Via Bleeping Computer (em inglês).

Não é só o DuckDuckGo que bloqueará o FLoC, novo método de rastreamento de usuários do Google. Nos últimos dias, os navegadores Brave e Vivaldi (ambos baseados no Chromium) e as extensões AdGuard e uBlock Origin também já anunciaram que bloquearão o FLoC.

Por ora, o Google está testando o FLoC em um pequeno grupo de usuários (0,5%) em alguns países, Brasil entre eles. A Electronic Frontier Foundation (EFF) publicou um site que verifica se o FLoC está ativo no seu navegador. Clique aqui para conferir.

Não sabe o que é FLoC? Leia isto.