Post livre #218

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.

137 comentários

  1. Duvido que o Paulo Guedes caía antes do Bolsonaro. Principalmente porque demitir o Paulo Guedes seria um acerto, e o Bolsonaro nunca acerta.

  2. Quais são ótimas impressoras de Jato a tinta custo benefício, que me recomendam qual impressora a Jato da tinta?

    1. A Epson tem uma boa linha de impressoras com tanque de tinta.
      Vai imprimir regularmente e precisa ser colorida? Vai de Epson.

  3. Tava pensando aqui. Hoje várias empresas oferecem soluções com foco empresarial, entre elas Google, Microsoft e Facebook. Como o Zoom, uma empresa q até pouco tempo ninguém conhecia, conseguiu angariar um mercado tão grande? As grandes empresas não ofereciam nenhuma solução parecida?

    1. Sim, o principal concorrente do Zoom é o Cisco WebEx.

      O Zoom começou a ganhar espaço por um motivo muito simples: ele é simples e funciona. Já vi incontáveis relatos de usuários do WebEx e outras soluções reclamando não só da interface complicada, mas também de como as reuniões sempre demoravam para começar pois ora o áudio, ora o vídeo, ora o compartilhamento de tela não funcionava e as pessoas tinham de ficar mexendo lá e cá. A qualidade das chamadas também é outro fator importante.

      Creio que o Zoom conseguiu atingir esse crescimento meteórico pois, embora boa parte das pessoas não o usasse, alguém que elas conheciam ouviu falar ou estava usando. Empresas sabiam de outras empresas que usavam e estavam tendo bons resultados. Daí, quando a demanda por ferramentas de videoconferência aumentou, o Zoom começou a aparecer nas conversas e o resto é história.

      1. Não só a Cisco. Google e Microsoft (Skype) também. Quando o Zoom explodiu, algumas reportagens de fora tentaram responder essa pergunta. Fora esse efeito boca-a-boca, que transformou o Zoom em uma bola de neve, o que muitos levantaram foi a latência mais baixa das videochamadas, que deixa a conversa mais natural. O próprio CEO e outros executivos já disseram, mais de uma vez, que no Zoom há uma obsessão em manter a latência das chamadas abaixo de 150 ms, limite para que as conversas soem naturais.

      2. Esse Cisco WebEx não me causou uma 1º boa impressão. Tem que instalar plugin no navegador e depois baixar um aplicativo para depois abrir a sala. Não facilita muito.

        A Hikvision dá treinamentos online nesse webex :( e a Intelbrás essa próxima semana vai usar Youtube e Microsoft Teams.

  4. Uma bela campanha está acontecendo no Twitter nesse exato momento, unindo diversos veículos e políticos, pedindo a todos os cidadãos dos EUA que não bebam água sanitária como medida preventiva ou curativa contra o novo coronavírus. Tudo graças à ideia do Trump de dar uma “injeção de desinfetante” nas pessoas.

    A humanidade é sensacional mesmo.

    E eu nem falei do Bolsonaro nesse PL.

  5. Rapaz, a briga do Goku contra o Moro no Dragon Ball Super tá bem da hora. Vale a pena ver.

  6. Esses dias eu tenho estado em uma nostalgia do Windows Phone. Aquela tela inicial do 8.1, os aplicativos da Nokia, os Lumia… havia tantos sites inclusive em português com artigos sobre a Microsoft. Hoje parece um passado inexistente, os sites em português migraram o foco, alguns sites em inglês falam da empresa mas o foco parece ser sempre “corporativo” (exceto o site All About Windows Phone). Enfim, para pobres usuários comuns como eu só resta aceitar que não verei mais o Windows em telefones (até porque o Surface Duo tem Android e, como toda a linha Surface, provavelmente nunca chegará no brazil). Apple, você quer ser minha empresa favorita?

      1. Como proposta de interface eu adorava, especialmente comparado ao Android da época que era o 2.x.

        O único celular velho que guardei de recordação na minha mudança foi um Lumia 800, o design era bem especial e gostava muito de usar….mas quando nem a Microsoft suportava o seu próprio aparelho era lutar contra o inevitável.

        1. Com certeza era mais inovadora. Os live titles, que nunca funcionaram bem no Windows desktop, no Windows Phone funcionavam muito bem como “pré-visualização” do conteúdo de cada aplicativo. A organização da tela com eles era muito mais interessante, principalmente pela capacidade de dar mais destaque ao que você uma mais (com retângulos maiores). Eu realmente era fã do Windows Phone.

          O problema, como você mesmo disse, é que a MS abandonou a ideia. Quando o Satya entrou na MS ele matou muita coisa interessante (queria matar o Xbox, por exemplo) e se não me engano o WP foi uma das coisas que ele bateu o martelo (não que o sistema estivesse muito bem das pernas né …).

      2. Na época em que tinha Lumia 520 vs Razr D1, era muito boa. Os Lumias faziam milagre com 512mB de RAM, tinham desempenho de androids com 1gB de RAM.
        O que matou foi a falta de aplicativos e suporte. Eu mesmo troquei pra um android bem inferior em specs (câmera, tela e processador) para curtir os aplicativos que não tinham pra Windows Phone.

        1. Eu tive 3 aparelhos com Windows Phone: O Samsung Omina, o Lumia 535 e o Lumia 920 que eu consegui MUITO barato na finaleira do sistema. Eu nunca senti falta de nenhum aplicativo especifico, a maioria tinha a sua versão pro sistema. Os únicos que não tinham nada eram os aplicativos do Google por uma guerra comercial entre as empresas. Como desde aquela época o que eu uso do Google em termos de serviços é apenas o Gmail (e vez ou outra o Drive), isso nunca me afetou, até porque o aplicativo de email do WP recebia as mensagens do Gmail de boas (e do iCloud).

          Eu iria preferir usar um aparelho feito pela MS hoje em dia ao invés do Google =(

    1. Eu tive dois aparelhos e gostava muito deles. Só fui ter smartphone tarde, em 2015, e foi um Lumia 530, mas não fiquei com ele por muito tempo pois fui furtada no mesmo ano (imagino a cara de decepção da pessoa quando viu que era um Nokia ahahah). Depois tive um Lumia 630, que só foi aposentado em 2018 após a bateria inchar e como o Whatsapp ia deixar de rodar nele eu acabei comprando um da Samsung… A interface do Windows Phone era ótima, com a tela principal com os ícones em três tamanhos diferentes e uma segunda tela com os aplicativos em lista. Nunca senti falta de nenhum aplicativo, os que eu usava eu tinha ali. Uma observação: parece que tem (ou tinha) um aplicativo que simula a interface do WP em Android, mas nunca testei.

  7. Ultimamente tenho notado o aumento das ligações indesejadas no celular, e muitas vezes o aplicativo de chamadas padrão não bloqueia essas ligações, dito isso, vocês utilizam algum bloqueador de chamadas?

    1. Não. O que eu faço é bloquear números após receber uma ligação do tipo, o que, eu sei, é meio enxugar gelo.

      No iOS existe uma opção interessante, que faz com que ligações de números desconhecidos não toquem. Ela não elimina o problema, mas mitiga as interrupções que ligações causam — não sei você, mas sempre que meu telefone toca eu saio correndo meio desesperado para atender.

      1. Também faço isso, vou bloqueando conforme vou recebendo as ligações. Não sei o tamanho da minha lista, mas já deve estar bem grande, sem contar que, a samsung tem um sistema integrado que tenta identificar a chamada e dizer se é spam, telemarketing etc, o que também deixo habilitado para eventuais descontentamentos.

      2. Eu faço isso de ir bloqueando, mas essa opção do iOS parece uma coisa que pode trazer problemas sérios. Fico imaginando uma situação onde alguém querido precise lhe ligar de outro telefone (delegacia, hospital, qualquer lugar) porque foi roubado, o telefone quebrou num acidente ou seja lá o que tenha ocorrido. E daí a pessoa lhe liga e … não toca.

  8. No PL passado foi levantada a questão dos blogs e sobre qual era a melhor plataforma para se publicar um blog.

    Dando a minha opinião furada, ainda acho que o Medium hoje é o melhor lugar por dois motivos: i) você tem uma plataforma consolidada com pessoas que te seguem e leem, normalmente, o que você escreve e ii) você pode ter um domínio próprio sem pagar a mais por isso.

    Dito isso, passei a semana mexendo com as opções que eu encontrei.

    A primeira foi o Write.as que o Ghedin citou aqui. Achei muito boa. O leiaute limpo é agradável de ler e o sistema de escrita usando mardkdown é muito melhor do que os editores pesados do Medium ou do WordPress. Contudo, para se mexer no CSS do seu blog, ter um domínio próprio ou aparecer na página inicial deles você precisa pagar o plano premium (que não é caro, USD5 mensais) mas ainda assim é um custo mensal fixo.

    A segunda foi me aventurar no próprio WordPress, onde eu já mantenho um blog. E, sinceramente, a plataforma me deixa cada dia mais distante. Se você quiser instalar um plugin simples, para colocar uma tabela no seu post, você precisa pagar o plano “business” que são mais de R$300 anuais. Se você quiser ter um domínio próprio, pode pagar o plano “pessoal”, que ainda assim são R$144 anuais (mas você não poderá instalar nenhum plugin). Sem, falar que no plano free a página é coalhada de anúncios enormes. Claro, você ainda pode usar o WordPress como plataforma na sua própria hospedagem, o que lhe dá acesso completo à plataforma, mas dai some os custos de domínio + hospedagem (onde quase todas partem de R$35 mensais e, quando em promoção, são planos anuais que passam dos R$200) e você ainda não tem, em nenhum desses locais, a comunidade ao seu redor.

    Terceira opção que eu testei foi a mais inusitada: publicar no gist.github.com. É algo que algumas pessoas realmente fazem porque esses posts vão ficar acessíveis pelo seu perfil no Github. Ele também usa markdown para publicação e, usando o StackEdit você pode publicar diretamente pelo aplicativo. É um modelo quie faz uma gambiarra no sistema deles, mas, funciona (e é capaz de dar mais retorno comunitário que o WordPress).

    Um exemplo de um gist meu: https://gist.github.com/BalaloTheGreat/54fd1ef6823742e6d2aa09eff61c6ebd

    Enfim, a minha próximo tentativa é usar o github.io com um blog estático, como o Ghedin citou no PL passado, e ver como está funcionando. Eu já tive algo assim alguns anos atrás e não me agradou muito, pode ser que tenha mudado.

    Quem for me achar os endereços que eu uso são:
    https://mtgr18977.wordpress.com/
    https://medium.com/pensamentos-rasos
    https://paulogpd.writeas.com/
    https://lorismeissom.tumblr.com/

    A minha intenção é, em algum momento, publicar apenas em um local e apagar todas as outras contas, por enquanto eu ainda testo tudo (importação, exportação, personalização e custos) de vou mantendo vários espelhos de tudo o que eu escrevo e traduzo.

    1. vc chegou a testar o listed.to? eu curti muito, mas pra ter domínio personalizado precisa de pagar o standard notes.

      Cheguei a pesquisar as outras opções tb, mas tô pensando em criar meu bloguinho no Medium de novo, tive um há muito tempo, mas quando meu domínio expirou eu deixei pra lá e depois exclui tudo.

      1. Não testei, mas recai no mesmo problema de todas essas plataformas: 10USD por mês ou 50USD por 1 ano.

        E o leiaute é bem, hmm, estranho? O Write.as é bem mais desenvolvido do que eles e metade do preço.

    2. Recomendo bater cabeça por um fim de semana e instalar o Jekyll no Github Pages. É chato de fazer a instalação e configurá-lo, pelo menos para quem não entende nada (meu caso), mas depois é super tranquilo de manter. Para blogs rápidos, que precisam de agilidade, e para quem pretende publicar por dispositivos móveis, não é uma boa — o sistema de commit é bem mais lento que escrever em um formulário numa página web e apertar um botão. Mas acho que não é o seu caso, né? Então é tranquilo.

      Ah, só um detalhe: o Medium deixou de trabalhar com domínios personalizados em novembro de 2017.

      1. Ah, uma pena. Eu cheguei a ter um domínio antigamente no Medium mas deixei de pagar.

        Vou ver o Jekill hoje de noite, da outra vez eu não me lembro o que eu usei como plataforma no Github.

      2. Fiz um blog pelo Github Pages e foi muito menos traumático do que eu esperava, sinceramente.

        Instalei o Jekyll e criei um repositório no github e fiz quase tudo de primeira. O que me trouxe mais problema foi importar os posts do Wordpres. É preciso exportar um arquivo XML pelo próprio ADMIN do WordPress e depois usar um script em Ruby (de umas 7 linhas) para transformar tudo pra markdown. Algumas imagens não foram importadas direitos, não se falha do WordPress, do script ou dos dois, mas paciência.

        Para colocar os vídeos de algum streaming é um pouco mais complexo, precisa colocar um arquivo na pasta de includes do Jekyll, depois colocar o ID do vídeo do Youtube no cabeçalho da página e depois colocar uma linha indicando onde o vídeo deve ser carregado (que é simples, é apenas colar uma linha de código como se fosse um vídeo do Youtube).

        No final, tudo OK mesmo. Tirando os vídeos que eu vou fazer aos poucos, não vi grandes questões para um blog despretensioso como o meu. Sem propagandas e sem pagar nada. Com um domínio próprio provavelmente se torne a melhor solução (ao menos pra mim).

        E, sem esquecer, dá pra usar o SlackEdit como plataforma para escrever e publicar direto no Github pages, ele vem com tudo pronto, inclusive, com os padrões de posts do Jekyll, então é basicamente escrever num editor de textos e fazer upload (commit) pro site. Funcionou 100% aqui.

        1. só falto o link do site.

          vou testar depois, devo bater um pouco de cabeça, pq não manjo nada de programação

        2. Muito bom!

          Quanto aos vídeos do YouTube, copiar o código de incorporação não resolve? O Jekyll interpreta HTML como um “fallback”, logo basta colocar o código embed do vídeo e, em tese, ele será renderizado no post.

          (“Em tese” porque não sei se isso vale na prática. Acho que nunca publiquei um vídeo incorporado nesses três anos desde que migrei meu blog pessoal para o Jekyll.)

          1. Teoricamente, não. Nativamente o MD não aceita nem códigos “embedados” e nem centralização de imagens, contudo, descobri que esse tem que eu usei (e muitos outros) criam includes/plugins que resolvem esses problemas transformando o sistema de MD pra HTML e assim você pode usar ambos, HTML e MD, no seu texto, só precisa salvar com extensão HTML ao final.

            No primeiro vídeo (EUA, 50 mil mortes) eu testei isso com um código HTML do streamable e funcionou, então não deve ter maiores problemas com os código do Youtube e outros.

    3. Antigamente eu pensava, a é só 5 dólares! Mas juntando 5 aqui , 5 ali chega no fim do mês/ano pesa bastante, por isso entendo o seu raciocínio de ter que pagar algo mensalmente.
      Já testou webnode, livejournal ?

      Você quer algo simples/minimalista e que tenha uma comunidade que “divulgue” seus textos semelhante ao que o Medium faz?

    4. Eu que falei do Medium e dos blogs semana passada. Eu ia agradecer na postagem as dicas mas quando entrei o post já tinha fechado. Bom, agradeço agora, obrigada a todos! Vou tentar criar uma página em cada blog e ver qual me adapto melhor.

  9. ontem a noite, no jornal da globo(acho) a chamada falava +/- assim: trump muda foco e ataca governantes sobre afrouxar a quarentena, lembrei automaticamente de uma passagem do livro “1984”, e é praticamente o que ocorre lá nos EUA e aqui no Brasil:

    “Um líder do partido da Oceania está no palanque falando: estamos em guerra contra a Eurásia! sempre estivemos em guerra contra a Eurásia!

    Nisso alguém chega perto dele e lhe entrega um papel, ele lê e volta a discursar: estamos em guerra contra a Lestásia! sempre estivemos em guerra contra a Lestásia!

    Os prédios ao redor com várias bandeiras contra a Eurásia e tudo ok até ele mudar o discurso, então os ouvintes entram em polvorosa ao ver tudo aquilo e começam a gritar, falando que tem um espião querendo sabotar a aliança contra a Eurásia.”

  10. Vocês já utilizaram o Grooveshark ? Era minha maneira preferida de escutar música, adorava as rádios, pois você podia pedir músicas para serem tocadas e ainda tinha um chat em que você podia conversar com o pessoal que estava escutando, acabei descobrindo muita música e coisa boa nessa época o que acabou influenciando meu gosto musical, depois que o serviço morreu nunca mais encontrei nada igual, hoje utilizo o Spotify mais é um uso bem desgostoso, se eu encontrar algo parecido com o Grooveshark eu troco na hora. Fico aberto a recomendações.

    1. Sim! Cheguei a pagar pelo “premium” deles. Era um negócio fadado ao fracasso, pois extremamente permissivo com pirataria e sem a força de um Google para bancar esse comportamento errático — como aconteceu com o YouTube.

    2. saudades eternas do gingado do tubarão. talvez o mais próximo seja o soundcloud.

    3. Usei MUITO. Foi o que me fez deixar de ouvir MP3 para ouvir streaming. Logo depois que fechamento dele me falaram do Spotify e do Pandora, na época em que precisava ligar VPN pra assinar o primeiro (Pandora até hoje não veio pro Brasil, assim como o Hulu). Nenhum dos dois me agrada. Usei depois de um tempo o Apple Music, outra decepção. Tidal é muito bom no plano premium deles, com músicas em master ou hifi, de resto, não tem atrativo em relação aos outros. Deezer eu tenho porque vem junto na TIM.

      Hoje eu uso MP3 de novo, num SD no telefone no Foobar2000 ou WinAmp no PC.

      1. Também estou voltando a usar MP3(Flac), só por curiosidade, você prefere ter os albums completos ou baixa as músicas separadamente e monta a sua playlist ? Estou pensando em montar uma mega playlist só com as músicas que eu gosto e ter somente os albums favoritos.

        1. Eu baixo alguns álbuns completos e monto as playlists de acordo com o que eu quero ouvir. Como o Foobar2000 tem abas, eu deixo várias salvas nele pra ouvir de acordo com o dia.

          Baixo algumas discografias completas, mas são raras (Tim Maia, Elis Regina, Queen, Pink Floyd, Chico Buarque, Tropicália [os álbuns do movimento], Alanis Morisstte e Belchior são o que eu tenho a discografia completa). Mas tem muito MP3 da época que eu baixava solto ou que eu ripava CD’s em casa.

          1. @fred: Eu acho torrent (público, pelo menos; meu sonho era ter acesso ao RED) um pouco ruim para baixar disco porque raramente os torrents têm muitos seeds. Há um tempo estava procurando no Google mesmo, principalmente nesses blogs que compartilham discos em one-click hosters. Mas recentemente descobri que o Soulseek, que só conhecia de nome, ainda é ativo, e que é um dos melhores lugares para encontrar coisas desconhecidas. Até agora, quase tudo que eu não tinha conseguido encontrar no Google, tenho encontrado lá. Então acho que vou começar a baixar tudo — mesmo as coisas mais conhecidas — por lá.

          2. @Fred

            Eu baixo do Pirate Bay mesmo, ou normalmente uma busca no Google buscando pelo filetype:mp3 + nome da música/artista. Tem muita coisa escondida por aí.

            Outras vezes eu simplesmente baixo de sites, álbuns completos são downloads rápidos com a internet de hoje em dia, mesmo em FLAC, um download direto costuma acontecer sem maiores problemas.

    4. Usava bastante, não sei por que parei de usar e depois fiquei sabendo que ele acabou, fiquei chateada mesmo assim. Em um Post Livre semanas atrás alguém comentou do Last.fm, outro site bem legal para descobrir música antigamente que tb usei muito e que está acabando.

      Sabe um aplicativo que tem uns recursos interessantes? O Letras.mus.br (daquele site antigo de letras de músicas mesmo, da estrela amarela). Em apps como Deezer e Spotify, na versão gratuita, você não consegue ouvir as músicas na sequência escolhida, tem propaganda (assim como no Youtube), enfim. Já o Letras não tem propaganda, mesmo “puxando” as músicas (não sei o termo técnico) do Youtube, dá para usar outros apps no celular ao mesmo tempo (o vídeo fica em uma janela flutuante na tela), dá para montar playlists e tudo de graça. Vale a pena testar, ainda mais porque é de uma empresa brasileira (acho).

      Mas eu ando sentindo falta de ouvir rádio, sabe? Às vezes quero ouvir uma sequência que não foi montada por um algoritmo baseado no meu gosto, uma música que eu não esperava ou escolheria ouvir, o locutor falando do trânsito ou curiosidades sobre os artistas… Tenho o app de uma rádio da minha cidade e vou ver se volto a ouvir as transmissões do radios.com.br, tem rádio do mundo inteiro, é curioso.

  11. Alguém daqui usa o navegador Brave? No link oficial diz que o site é pró-privacidade (mas usa motor Chromium), tem navegação Tor integrada e mais outras coisas.
    Atualmente uso a última versão do Firefox, e penso em experimentar o novo Edge (que agora é chromium também), mas a proposta do Brave me interessou muito.
    Nem vou mentir, me atraiu por ter um tal de “brave ads” que você ativa, para substituir os anúncios que aparecem normalmente nos sites. Dizem que você recebe 70% do valor do anúncio que é exibido, e são até 5 anúncios por hora, dependendo da configuração.
    Já que passo o dia no notebook, nada melhor que aproveitar para juntar uns trocados. Estranho notar que não tem esses anúncios ativos no Brasil (link para consulta): https://brave.com/transparency/
    Enfim, deem suas opiniões a respeito do navegador. E também do programa de anúncios, que ainda não tenho uma ideia real de como funciona.

    1. Já estive mais preocupado com segurança e privacidade. Hoje uso o Edge novo com uBlock Origin e Privacy Badger. Tem um post no reddit onde alguém comentou algo interessante sobre o Brave não ser tão seguro quanto parece. Se eu estivesse mais preocupado com privacidade, provavelmente pularia pro Firefox.

      1. Pois é, estou satisfeito com o firefox + duckduckgo privacy. É curioso que (mesmo sem uBlock) sites que usam paywall, ou que tem trackers muito intrusivos, dizem que eu tenho um bloqueador de anúncios e não me deixam acessar o site.
        Minha curiosidade mesmo é com essa coisa aí de receber dinheiro de anúncio. É pouco, pelo que eu calculei (no máximo uns 50 dólares por ano, em média), mas é melhor que nada, e dá pra começar a mexer com cripto sem ter que comprar com dinheiro local.

        1. é que o DDG privacy bloqueia conteúdos e os sites acham que é bloqueador de anúncio

    2. Acho meio sacana esse modelo do bloqueador de anúncios deles. É como se “sequestrassem” o potencial de receita publicitária dos sites, o que não me parece muito correto. E usa o Chromium, o que torna a web ainda mais homogênea, o que, sabemos, é sempre ruim.

      1. É, pois é, tem isso de ruim. Segundo as políticas deles, só bloqueiam anúncios invasivos, porém não deixa de ser receita a menos para os sites que precisam de anúncios.
        E substituem pelos anúncios próprios deles.
        Tem essa questão do Chromium. Será que o Brave é tão pró-privacidade como diz?

        1. Talvez até seja, mas é como diz o ditado: de boa intenção, o inferno está cheio. E tendo uma alternativa mais consolidada à mão (Firefox), não vejo muito motivo para trocar o certo pelo duvidoso.

    3. Você pode testar alguns alguns derivados como o Pale Moon, que tem foco em privacidade e leveza (e um visual datado, exatamente por isso). Ou o WaterFox, que é atualizado mas tem um foco muito mais restritivo em relação à privacidade do que o próprio Firefox.

      1. Legal, vou dar uma olhada neles. Mas acho que vou ficar no firefox mesmo, por hora. Me adaptei bem ao funcionamento dele.

  12. Voces se atentam para quanto tempo usam suas telas? Ficam noiados com isso?

    Vi um video bem legal da Tiffany Ferg (ela estuda mídia e faz vídeos ótimos sobre questões sociais e internet) e no seu video mais recente (https://www.youtube.com/watch?v=S73RFZj1uoQ) ela mostra que ela usa umas 8~9h por dia o celular.

    Eu pessoalmente, sempre achei que usava muito, pois uso muito instagram, reddit e leio varias noticias com ttrss (equivalente ao feedly), resultando em 2h de tela por dia. Mas todo mundo que conversei usa 7~10h.

    1. Celular eu uso muito pouco. Minha bateria dura em média 5 dias, com no máximo meia hora de uso esse tempo todo.

      Em compensação, passo praticamente o dia inteiro no computador. É o local que eu estudo, escuto música, vejo filmes, leio notícias, revistas e livros. É conveniente, mas me preocupa.

      Por um lado, fico aliviado em conseguir focar nas minhas atividades (acho que essa é a principal dificuldade que as pessoas têm e que as fazem cortar o tempo de uso), por outro, me incomodo em perceber que passo o tempo todo em frente de uma tela.

      O que mudaria se eu passasse a ler revistas em papel, ler livros em um leitor de e-book e ver filmes na televisão? O resultado certamente seria o mesmo, então talvez essa preocupação seja mais vaidade do que qualquer outra coisa.

    2. Antes da quarentena eu estava conseguindo baixar minha média, já estava em 3h30/dia. Agora, trancado em casa, o tempo disparou pra mais de 9 horas.

    3. Confesso que prefiro bem mais usar o notebook que o celular, mas como aqui é compartilhado, uso mais de noite a hora de dormir. Também passo tempo demais em frente à telas. Nessa semana consegui reler meu livro favorito pra poder assistir a primeira temporada da adaptação, e acho que reacendeu a vontade de ler novamente. Tenho vários livros aqui em casa, e de vez em quando compro mais, mas acabo não lendo eles. Vou tentar lê-los esse ano 🤞

    4. Caramba, 7-10 horas?

      Instalei um launcher da Microsoft semana passada que tem um relatório de uso e ficou em média 2-3 horas por dia….mas eu uso o adidas Training em dias alternados para exercícios que adiciona de 40 a 60 minutos de uso de tela. Além disso, estou usando para reuniões também o que também infla artificialmente esse número.

      Eu já achei muito isso tudo haha

    5. Meu tempo de uso no smartphone, segundo o ActionDash e o Bem-Estar Digital, não passava de 4 horas antes da quarentena. Agora está entre 3 a 5 horas de tela por dia.

    6. Uma vantagem do ecossistema da Apple é que, desde o macOS Catalina, ele passou a registrar o uso de todos os dispositivos — celular, tablet e notebook. Antes do início do distanciamento social, mantinha uma média de ~7h/dia conectado a essas telas. Depois, passou para 11h/dia. Horrível, mas não é como se tivesse outra coisa para fazer e, vez ou outra, acabo incluindo atividades não necessariamente digitais em um desses dispositivos, como jogar video game (notebook, com emuladores) ou a leitura de livros (no tablet).

      De celular, apenas, minha média diária é baixa. Está em 2h30min/dia na última semana.

    7. eu sempre acho que passo muito tempo, e na quarentena, nos dias que estou em casa, é por volta de 10h tb, mas fico no duolingo ou lendo mangá, coisa que faria se tivesse na frente do PC, mas acabo não fazendo por não ser tão prático (tirando ler mangá).

      mas normalmente meu uso é de 4-5h dia, pois uso 1 hora na ida ao trabalho, 1 hora no almoço, 1 hora indo pra faculdade e 1 hora indo pra casa e vários minutos entre esses intervalos, acho muito tempo, mas não é como se eu ficasse só rolando o feed do facebook/instagram (eu espero)

    8. Eu não tenho neura, no telefone eu passo menos de 2h30 em média por dia. Hoje que deu um salto porque eu dormi e deixei o twitter aberto durante a madrugada inteira, drenou a bateria até acabar e nisso ele contabilizou 1h45 de Twitter (que deve ter sido o tempo até a bateria acabar).

      No PC eu devo ficar em uma media de 8 horas por dia.

      Mas eu não tenho nenhuma neura com isso, acho que a gente já vive numa sociedade preocupada demais com produtividade e o que se está fazendo. Se ficar no PC/telefone várias horas por dia é algo que é OK pra pessoa (não é um vício) eu não vejo problema. Problema maior é essa busca incessante por produtividade, por “fazer algo” sempre.

      1. A minha neura nem é com produtividade — faço vários “nada” no celular e computador —, mas sim em ficar olhando para telas mesmo. Por um lado, acho que faz mal aos olhos esse excesso de tela e, por outro, acho que elas acabam substituindo diversas interações e experiências por versões mais pobres, mas minimamente satisfatórias a ponto de me desestimular a busca pelas reais.

        1. Eu tento não ficar na frente do PC o tempo todo.

          Eu tenho minha rotina de caminhar com o meu cachorro (fora dos tempos de pandemia) por 1h todo o dia. Normalmente a gente faz um caminho a cada vez que saímos. Também saio às compras 3x por semana (fora da pandemia, novamente) para comprar os hortifruti numa mini-feira permanente que fica uns 2km da minha casa e ir no mercado maior comprar coisas em quantidade (normalmente leite e produtos de limpeza que nem sempre compensa comprar no mercado do meu bairro).

          Eu também mantenho uma rotina de limpeza da casa bastante espartana. Eu limpo todos os dias todas as peças. 3x por semana eu aspiro e 1x por semana em encero. Eu também tenho 3x por semana o meu tempo de leitura (que eu dedico a ler alguma coisa sobre RI ou política interna, no momento os dois livros que eu estou lendo são o Diplomacia do Henry Kissinger e a biografia do Leonel Brizola, do Clóvis Brigagão).

          Eu normalmente tomo café as 20h com a minha mãe (ela não janta mais por recomendação do cardiologista) e depois existe todo um tempo familiar de ver alguma coisa na TV, principalmente irmãos à obra que a minha mãe adora (e esse é o tempo que todo mundo senta no sofá).

          Apesar de parecer uma rotina bastante regrada, essas coisas são hábitos construídos por anos. Eu não me policio no PC, eu simplesmente sei que eu tenho que limpar, colocar a roupa pra lavar e sair com o cachorro e, assim que eu me dou conta disso, eu faço. Nada é algo que eu tenha lembretes para fazer ou que eu controle. Claro, isso é o que funciona comigo, com outras pessoas pode ser algo próximo do inferno hehehehe

          1. Paulo, eu achei muito interessante seu comportamento porque contrasta um pouco com os hábitos familiares tradicionais, calcados no machismo, não divisão de tarefas, etc. como foi isso na sua vida, você já cresceu fazendo tudo em casa ou isso foi (des)construído em algum ponto da sua vida?

            meu lugar de fala: primeiro filho homem criado numa casa com irmã mais velha que assumia quase todas as tarefas domésticas junto com minha mãe.

          2. @thiago cunha

            Isso sempre foi meio que padrão onde eu morava quando era pequeno, em Gravataí uma cidade da RM de POA, tanto que os filhos quase sempre foram os responsáveis pela limpeza da casa e as filhas por cuidar dos irmãos. Muitas vezes isso era alternado ou então era dividido de forma que cada filho ficasse com uma parte da limpeza como sua responsabilidade. Acontecia muito nos anos 90, principalmente porque quase todo mundo ficava sozinho em casa (sem dinheiro pra babá, empregada ou diarista) então se criava uma rede com as senhoras aposentadas para ajudar as pessoas. Eram outros tempos, não sei se essa rede comunitária ainda existe por lá, mas funcionava bem pra manter todo mundo “sob cuidados” e a casa funcionando.

            Quando fiquei mais velho esse comportamento foi orgânico, meu irmão estuda o dia todo e minha mãe trabalha o dia todo (e tem 60 anos já, então) e eu fico em casa no home office, nada mais normal que recaia sobre a “jornada dupla” (que nem é tão dupla). Sem falar que eu gosto do trabalho, eu consigo espairecer nisso muito. Prefiro 10000x um trabalho desses, ainda que bastante braçal, do que me enterrar em um escritório oito horas por dia (das três vezes que tentei, surtei em duas).

            Pretendo usar o novo blog para escrever sobre como eu tive um choque quando passei na UFRGS pela primeira vez e “adentrei” (muitas aspas) no mundo das classes média e alta. Não foi dizer que eu vivia um sonho dourado na periferia, longe disso, mas os problemas da periferia soam reais (fome, desemprego, dívidas, despejo de casa, filhos no tráfico, prisões) ao passo que os problemas das classes altas soam como algo mais relacionado ao ego (ainda que tenham muitos problemas sérios em qualquer classe social) e às implicações desse tipo de sociedade.

            Eu recomendo muito novo vídeo do Átila sobre “amizade” para mais detalhes desse tipo de pertencimento: https://www.youtube.com/watch?v=MsbnXVPIhmw

  13. Vez ou outra aparecem umas bruxarias na tecnologia que me deixam impressionado, a mais recente foi o RTX Voice que a Nvidia lançou.

    Não sei se vocês viram, mas basicamente ela usa todo o poder de processamento de suas novas placas de vídeo para limpar o áudio automaticamente. O resultado é bem impressionante: https://twitter.com/theGunrun/status/1252789873699745792

    Para mais detalhes ou quem quiser baixar, segue o link da publicação oficial no site da Nvidia: https://www.nvidia.com/en-us/geforce/guides/nvidia-rtx-voice-setup-guide/

    PS: não sei se pode postar links, mas na edição das dicas de podcast, achei pertinente falar a respeito aqui. =)

    1. Impressionante! Só fico imaginando o poder computacional/a energia gasta para isso. Sei que nem sempre é possível, mas em muitos casos talvez fosse melhor procurar um ambiente mais silencioso.

      PS: Pode postar links sim. O Manual é pró-web, links são sempre bem-vindos.

    2. O Krisp faz o mesmo (no Discord, por exemplo) mas usando o processamento da CPU.

  14. nao quero ser chato mas o modo escuro do mdu nao eh adequado, a legibilidade de fundo preto com letras brancas eh ruim e cansativa para os olhos, seria melhor um fundo em cinza escuro e letras brancas

    1. Faz duas semanas, atualizei o modo escuro para usar letras cinzas. O contraste ficou mais ameno e, acredito, mais suave aos olhos. (Não quero abrir mão do fundo preto porque ele faz diferença em telas OLED.)

      Não mudou aí? De repente é o cache do navegador. Tente entrar no modo “anônimo” e veja se as letras aparecem cinzas.

      1. Limpei o cache do meu celular e realmente ajudou muito essa fonte cinza, e o fundo preto em tela oled (Galaxy S9) fica muito bom.

  15. Pessoal, alguém aí tem experiência com roms alternativas? Tenho um oneplus 3T. No fim do ano passado a empresa parou de atualizar (inclusive atualizações de segurança). Meu celular está perfeito e nem a pau que vou gastar dinheiro com outro nesse momento. Estou pensando em colocar o lineageOS nele, mas nunca fiz nada desse tipo. Quero dar a ele uma sobrevida de software, já que o hard tá excelente, exceto a bateria, que tá uns 70%.
    Mas leio muito sobre apps de banco não funcionarem e isso seria um problema pra mim.

    Alguma sugestão ou experiências?

    1. usei rom alternativa por um tempo e aplicativo de banco funcionou perfeitamente

      o que percebi foi que a bateria durava um pouco menos que a original

      mas te falar, uma versão ou duas, não muda em quase nada a usabilidade do telefone.

      fora que tem um certo trabalho, tem que desbloquear o bootloader, instalar twrp, para só depois colocar a rom

      eu fiz isso tudo pq queria tirar as tranqueiras da xiaomi, ter algumas funções nativas e de quebra fazer root pra colocar um bloqueador de anúncios em todo o sistema.

      1. E como é que vc ficou no fim das contas, Will, voltou pra original ou ficou com a rom diferente? o bloqueador geral do sistema me interessa. mas como em casa tenho um pihole, to até satisfeito.

        1. estou usando a xiaomi.eu, é basicamente a miui sem as tranqueiras da xiaomi, e é até autorizada pela mesma, troquei msm pq a bateria não estava durando tanto.

    2. Fala thiago!

      Uso ROMs alternativas faz tempo, por questões de privacidade, e não usar o google play services (gapps).

      Funciona super bem! gosto que tem varias opções de personalizações, sempre usei o LineageOS, mas ultimamente estou usando o superiorOS.

      Outra dica que dou, sem o gapps a maioria dos apps mainstream não funcionam e acaba as vezes acaba dando um revertério e gastando ainda mais bateria. Edai a dica eh usar o microgG, que eh o melhor dos 2 mundos, com ele vc consegue usar vários desses apps mas com privacidade e a bateria nao fica de boas. Porem nem todas as roms suportam, pro lineage tem o lineage from microg, a superiorOS suporta.

      espero ter ajudado

      1. aplicativo de banco funciona normal? e como é a atualização dos aplicativos? vc usa o aurora ou tem como usar a playstore?

        1. Oi Will, o app do itau funciona de boas (com microg) , nao testei sem o microg …

          Isso, uso a aurora story pra instalar e atualizar os apps, mas a maioria dos meus apps sao da Fdroid …

          1. show!

            há um tempo estava pensando em instalar assim, mas acabei desistindo por medo de alguns apps não funcionarem, aí acabei instalando os gapps msm, mas sabendo que ao menos o itaú funciona, fico mais tranquilo, rs

            um problema que creio que não tem como contornar é o app “minhas finanças” de controle financeiro, pois ele é gratuito mas dentro do app exige compra para liberar todas as funções, e pelo que li, o aurora até permite logar na conta do google e baixar a parte comprada, mas o google estava banindo algumas contas que fazem isso (apesar de até hoje não ter tido problema na minha conta logada no youtube vanced)

      2. Beleza, Caio?

        Rapz, fiquei muito interessado nessa lineage from microg. parece que o modo de instalação é o mesmo da lineage comum, só mudando, naturalmente, o arquivo que vais ser carregado no celular.

        Dúvida: um amigo meu me disse que desconfia dessas roms pra usar apps de bancos, dados pessoais etc. Realmente dá alguma diferença para a rom do fabricante? Eles poderiam usar meus dados sem meu consentimento? Tem alguma garantia quanto a isso?

        quanto à instalação, fiquei um pouco de dúvida. o que exatamente faz o twrp que tenho que instalar antes de instalar o lineage for microg? eu consigo, se der tudo errado, voltar ao sistema original como se nada tivesse acontecido?

        1. Vc diz que desconfia de ROMs teria algum “virus”? ou de alguma forma espiona o celular?

          Eu diria que nao … acho que elas sao ate mais confiaveis que as roms do fabricantes, pois seus codigos sao publicos e tem muita gente olhando pra esse codigo, e tivesse algo ja teriam percebido.

          twrp ele toma o lugar do recovery, pois da maneira que as roms sao feitas, eh um zip que eh gravado no celular, sem o twrp ele nao saberia como extrair o zip …

          Quanto a voltar a sua ROM original, não posso te garantir que todos os fabricantes vc consegue fazer isso … mas pelo menos os da motorola vc pode procurar pela build original na net (tem um site super cofiável) e gravar … vc volta pro software original (mas perde a garantia), a Asus por ex disponibiliza no próprio site deles …

          1. consegui instalar a “lineage for microg” e já bateu o arrependimento. kkk

            acho que a vontade de conseguir fazer era maior do que o desejo de ter outro sistema. não gostei muito do visual e tô com uns perrengues com os contatos. vou fuçar mais. mas acho que devo tentar voltar ao rom anterior. se for possível…

    3. pelo que já notei os apps de banco não funcionam quando detectam root.
      então é bem tranquilo instalar uma ROM sem root….já achou os tutoriais?
      depois de instalar um custom recovery pode testar ROM a vontade. hehehe.

      1. msm com root o aplicativo do Itaú funciona normal

        e vc tb pode usar o magisk, ele é um usuário root mas tem opção de esconder pra certos aplicativos, eu faço isso pra poder usar a netflix da playstore.

    4. Usei a Xiaomi.EU no meu antigo Mi Mix 2, e hoje uso a rom original do Mi9T com as tranqueiras da Xiaomi removidas.

      Apps de banco funcionaram normalmente, mesmo com custom rom e bootloader destravado. O que muitos apps encrencam é a questão do root, mas você não necessariamente precisa rootear pra instalar uma custom rom.

      Caso esteja preocupado, procura Roms que mencionem explicitamente a certificação do SafetyNet. Se tiver, é tranquilo.

      Salvo engano, as builds oficiais da Lineage são certificadas. Vale a pena uma olhada no site deles ou no XDA.

    5. O que eu percebo é que há muita variabilidade da disponibilidade de ROMs de acordo com cada modelo de celular. O ideal é entrar no fórum XDA ou em grupos de Telegram do seu aparelho e ver quais ROMs são disponíveis, quais são estáveis, etc. Eu usei custom ROM no meu antigo Nexus 6P pela mesma razão que a sua, de dar uma sobrevida ao aparelho que deixou de receber atualizações. Usava a Pixel Experience que era muito parecida com o Android puro da Google, além de ser bem estável.

      Atualmente, no meu Xiaomi Mi 9, coloquei uma custom ROM assim que pude desbloqueá-lo, porque não gosto da MIUI — prefiro ROMs baseadas no AOSP. Só que, no caso desse modelo, a cena de custom ROMs ainda era um pouco incipiente (foi uma coisa que não atentei em pesquisar antes de comprar o aparelho), e só recentemente é que foram surgir ROMs estáveis. A ROM que escolhi no início é a mesma em que estou até agora, fazendo apenas as atualizações de segurança, mas de lá pra cá já surgiram outras aparentemente melhores.

      Só que eu tenho preguiça de todo o trabalho que é fazer backup de tudo para trocar de ROM de novo. Tem gente que troca de ROM como troca de roupa, mas eu não tenho muito saco pra isso. Por enquanto vou levando, com esperanças de que a ROM que eu estou apenas corrija os pequenos bugs existentes.

      1. Isso sobre a preguiça resume tudo! A gente quer simplesmente ligar e sair usando. Vivo querendo fazer o “de Google” como falam no Reddit, mas aí você descobre o tanto de comodidade. Mas é um nojo o tanto que controlam as informações.

  16. Instalei um emulador aqui para ter variações do que fazer em isolamento. Dos poucos jogos que testei, o que mais curti foi o International Super Star Soccer. Achei curioso revisitá-lo após tantos anos — com uma fatia considerável desse intervalo preenchida por Winning Eleven e, principalmente, FIFA pós-2012.

    As limitações do ISSS são visíveis, da escassez de animações aos “recursos” (possibilidades) que se tem para avançar e defender. Curioso, também, que carrinho é um artifício super válido e o tranco, que em jogos modernos de futebol é a melhor maneira de tomar a bola do adversário, ali seja uma distante segunda alternativa. (Ou eu sou muito cavalo jogando.) Levei algum tempo para pegar o jeito do chute a gol; mesmo depois de aprender que quanto mais tempo seguro o botão de chutar, mais alto a bola vai, a maneira mais fácil de fazer gol continuou sendo pegar o rebote do goleiro.

    (Um parêntese: a configuração padrão dos botões é bem desajeitada. Correr com o Y, chutar com o X e mal usar os botões superiores é… estranho. Mais um dos muitos detalhes que anos de iterações refinaram, né?)

    Apesar de tudo isso, o jogo ainda é super divertido, mesmo jogando sozinho contra o computador. Essa foi a maior surpresa de todas.

    1. taí uma coisa que sempre faço mas por algum motivo aleatório paro no meio do caminho: instalar e jogar em algum emulador e parar na metade do jogo, fiz isso com sonic recentemente.

      1. Meu passatempo na quarentena tá sendo jogar os ports de jogos de console no Android com um gamepad.

        Atualmente, tô alternando entre Stardew Valley e passar raiva na missão do trem do GTA San Andreas.

    2. Jogar games de emuladores era uma das minhas atividades no trajeto casa trabalho, agora trabalhando em casa deixei de lado Streets of Rage 2 e Asssassin´s Creed Bloodlines.
      No momento quando sobra um tempo estou jogando Doom 2016 no notebook e aguardando meu presente de aniversário ser lançado: Streets of Rage 4.

    3. Quando criança alugava ISSS na locadora do bairro e usava algum truque de hardware que fazia com que todos os meus jogadores ficassem com o status top. Podia ser o início de uma vida .h4ck3r//

      òtimo jogo. se quiser algo fora da ZONA DE CONFORTO (!!!) sugiro experimentar o Stanley Cup, que é de hoquei no gelo. Taí um jogo que figurou no meu top 10 do SNES

  17. O que o distanciamento social está fazendo comigo?
    Olhe o email do MdU e pensei “Ué, o Ghedin se perdeu, hoje é quarta ainda”.
    Mas o perdido era eu.

    1. Hahaha! No começo da semana eu às vezes me perco também, mas ao longo dela vou me situando pautado pela quinta-feira, pois dia de publicar o Manual.

    2. a marcação do tempo pra mim tem sido a quinta-feira do manual. só sei q já é quinta, pelo email do manul e pelo fechamento do grupo. e é impressionante a velocidade do tempo passando de uma semana para outra…

    3. voltei a trabalhar no inicio do mês, mas realmente estava ficando perdido. sem saber o dia da semana! tava acordando meio dia e indo dormir as 3h da madrugada.

  18. Reflexos do home office: Tenho sofrido com dores no corpo recentemente em função da (falta de) ergonomia no espaço de home office improvisado em minha casa. No ambiente “normal” de trabalho passo o dia pulando de reunião em reunião e fico, no máximo, umas 3h por dia sentado no computador, e em horários espaçados. Com isso não uso nenhum tipo de acessório, como monitor externo, mouse, teclado, etc.

    Com a nova forma de trabalhar, tenho passado de 9h a 10h por dia sentado na mesma posição olhando pra uma tela de 13″ do meu notebook, e a dor nas costas e no antebraço está me incomodando demais. Com isso pensei em investir em 2 itens pensando na saúde do meu corpo:
    1) um monitor com mais de 24″ que se ajuste bem na altura em relação aos olhos e com boa resolução (minimamente 1920 x 1080)
    2) combo teclado/mouse wireless pra compartilharem da mesma entrada USB

    Alguém pode me dar indicações destes tipos de produtos (preferencialmente sem os leds espalhafatosos do mundo gamer)?

    Obrigado e fiquem em casa!

    1. O tamanho da tela é um problema? Também fiz uns investimentos quando voltei a trabalhar em casa, mas em vez de pegar um monitor grande, comprei um suporte para elevar o notebook. (Precisei enfiar uma caixa de iPad e uns dois livros embaixo do suporte para ficar na altura correta, mas ok.) Gosto muito da tela do notebook e não acho o tamanho (13″) apertado, mas às vezes fico pensando se não estou perdendo alguma coisa, conforto ou mesmo facilidades de uso, em não trabalhar com uma tela maior…

      1. Não necessariamente um problema, a resolução dele é ótima, mas acredito que um monitor maior me traria mais conforto.

      2. +1. Primeiro comece com um suporte de elevação de notebook. É barato, se quiser se aventurar, dá pra fazer de PVC (https://www.youtube.com/results?search_query=diy+suporte+para+notebook++pvc). Acertar a altura de primeira é que é o mais chato, hehe.

        Segundo, sugestão de teclado/mouse: Logitech K235, acessível e confortável, compartilham uma conexão USB

        Terceiro, antes de investir em um monitor, invista numa cadeira. Elevando a tela atual na altura dos olhos com uma cadeira com melhor ergonomia o efeito é melhor que um monitorzão com uma cadeira meia-boca.

      3. Você nunca chegou a experimentar usar um monitor? Acho que a maioria das pessoas que conheço acham melhor, mas programadores são um público bem enviesados….é até folclórico o gosto por monitores na área.

        Quando eu preciso escrever um texto acho bem conveniente ter um espaço maior horizontal para colocar lado-a-lado outros textos e vertical para ter mais conteúdo na tela. Mas o consumo de conteúdo, eu não vejo muita vantagem mesmo, é legal mas dispensável. E acho que o simples espaço maior me faz ficar mais confortável na cadeira, menos esforço para ver as coisas.

        Eu tinha um monitor bom em Full HD antes e parei de usa-lo depois de atualizar o MacBook com tela de retina, apesar do espaço maior me incomodava a diferença na definição. Agora comprei um 4K que naturalmente é bom, mas um Quad HD é mais acessível e já não deve dar esse desconforto de ir para uma tela de baixa densidade.

        1. Uma tela vertical parta textos faz sentido, principalmente quando a ideia é escrever textos apenas.

          Para a minha atividade – traduzir – o espaço horizontal ainda é o mais necessário. Eu uso um monitor ultrawide e mais um monitor “escravo” para o Linguee/DeepL e outros locais de consulta. Eu também mantenho um Mac Mini (mid-2011) para fazer alguns trabalhos com PLN – que exigem linha de comando, principalmente, ainda que o novo terminal do Windows 10 pareça que vai acabar com isso.

          É assim que eu trabalho (no Trados) por exemplo: https://i.imgur.com/TASQoP3.png

          No final eu fiquei com um “setup” (eu detesto essa palavra) com duas mesas e três computadores (um de trabalho, um de jogo e um macOS) que só encontra espaço no quarto apertado porque meu irmão decidiu que a dependência de empregada era melhor (porque tem um banheiro do lado): https://i.imgur.com/pNu7LNl.jpg

          1. Você arrumou para tirar foto ou é assim mesmo seu escritório? Se for ta de parabéns!

            Eu uso um a TV de 32 polegadas da Semp em que fiz besteira ao inves de comprar um monitor de 24 ou 26.

            Também tem um TV monitor de 19 Sansung que uso as vezes. Mas noto certa diferença na qualidade quando vejo imagem. Pensando em pegar um monitor Full no minimo.

          2. @Rafael Avelino

            Eu limpo tudo, todos os dias. Passo lustra móveis na mesa de MDF e limpa vidro na mesa de vidro (não recomendo, aliás, mesa de vidro pra NADA) e depois aspiro o quarto todo. As telas eu limpo com limpa telas ou álcool isopropílico, normalmente antes de começar a trabalhar.

            O primeiro é uma TV de 32′ da Philips que é onde eu uso o PC de jogo, o Mac Mini e o Switch ligados. Em segundo plano está o PC de trabalho com dois monitores, o UW da LG de 25′ e um LG FullHD de 23′. No primeiro eu uso um kit que eu ganhei da Razer (Cyclosa + Abyssus) que não tem nada demais, sinceramente; no segundo meu mouse/teclado foram pro espaço e eu estou usando um teclado Red Dragon velho e um mouse Razer Deathadder emprestado do meu irmão. E nos dois eu uso mousepad XL, aquele Razer é muito bom porque suja pouco (e foi bem barato, menos de R$40 numa promoção da Kabum) o outro é um “OEX Gamer” que eu comprei numa loja onde eu moro muito mais pra ajudar o comércio local do que por necessidade (o cara tinha aberto a loja dele fazia 2 semanas). Aquele fone branco que quase não aparece é um desses Motorola de menos de R$100 que funciona muito bem pelo preço, na parede eu deixo o backup dele, um JBL qualquer (não me lembro o modelo) que tem o som melhor mas a concha muito pequena e me aperta demais as orelhas.

            Esse leiaute é mais antigo, tem umas 3 semanas. Eu tive que mudar algumas coisas pra acomodar um livreiro que eu ganhei de uma vizinha aqui do prédio, assim, entre as duas mesas tem esse livreiro (e os livros saíram de cima do armário e foram pra um lugar decente).

            E eu deveria ter mandado isso pro @Ghedin publicar na sessão de home offices do MdU ….

          3. @ Paulo Pilotti Duarte

            Vi a foto e a primeira coisa que pensei foi “cadê esse escritório no meu e-mail??”, haha!

            Ainda dá tempo. Não publiquei nenhum esta semana porque tinha a entrevista com o Thiago, mas semana que vem eles retornam. Aguardo, Paulo!

        2. Quando usava desktop (até 2013), tinha um Full HD de 21,5 polegadas. Era legal, mas sei lá. Eu basicamente escrevo e as referências/consultas são bem pontuais, não é algo que precise manter lado a lado. Tenho certeza de que seria melhor ter um monitor grande, mas não tanta se seria muito melhor a ponto de justificar o investimento.

      4. Acredito que trabalhar com uma tela de 13″ é falta de qualidade de vida hahah. Ligo meu monitor (ultrawide, 29″) no notebook (14″) em casa, mas quando levo o mesmo pra universidade é até difícil de usar. Claro que a resolução e qualidade de um Macbook é bem superior a uma 1366×768 qualquer como a do meu notebook, mesmo assim me parece bem desconfortável trabalhar com uma tela tão pequena.

    2. Não é só você. Vai fazer 3 dias que minhas costas/pescoço estão doendo e sinto eles rígidos. Primeira coisa que vou fazer é comprar uma cadeira descente.
      Depois um mouse melhor e um monitor Full também.

      Indico também Logitech. Comprei teclado e mouse k120 e só agora, depois de alguns anos, o botão esquerdo do mouse está falhando.

      1. Tenho um K220 e acho ótimo também. Único ponto negativo no teclado é que ele não tem os LEDs indicando se caps lock e num lock estão ativados.

        Quanto à falha no botão esquerdo do mouse, pode ser que a chave chegou ao final da vida (basta trocar) ou o que acontecia com os mouses (mice?!) da Apple antigamente, quando usavam o padrão ADB: Ia se abrindo um sulco na peça plástica que ligava o botão do mouse à chave e isso fazia com que fosse necessário empregar uma força absurda para efetivar o clique. Nada que uma gotinha de super bonder, uma pitada de bicarbonato de sódio em cima e uma lixada depois de seco não resolvessem.

  19. Caros, minha caixinha Logitech X100 infelizmente tá nas últimas. O som de repente começou a ter chiado, como se eu tivesse ouvindo um MP3 de 32kbps. Agora começo a buscar uma substituta. Alguém tem indicação de modelos?

    1. Fred, procure em comunidades alguém que trabalhe com eletrônica a preços módicos perto de sua casa. Muitas vezes o conserto vale mais a pena, dado que Logitech tem preços altos.

      Se ficar até 50 reais o conserto, creio que compensará muito mais.

      1. Vou fazer isso sim, mas só em junho ou julho, mesmo a quarentena acabando em maio por aqui. Até lá queria ter uma substituta e doaria a minha logitech para algum parente após o reparo

    2. Não vendem mais esse modelo? Eu tenho uma também, adoro ela, seria horrível ter que procurar outro modelo nesse mar de caixinhas com Google Assistente/Alexa que temos hoje. O que gosto nela, além do som legal para ambientes pequenos, é não ter assistente de voz algum.

      A Logitech lançou, pouco depois dessa aí, o modelo X50. Nunca soube qual a diferença, fora o design. Parece menor, mas mais potente (?). Enfim.

      1. Essa X50 parece ser a opção mais conservadora, mas só encontrei em marketplaces e aí fico um pouco reticente. A x100 parece ter saído de linha mesmo, o que é uma pena.

    3. aquelas gigantes, que parecem um totem com piscas.
      uma de cada lado, só no batidão o dia todo! a sony e a lg têm.

      1. só quando eu tiver casa com piscina

        pra tudo piscar em quase harmonia, diferença de 0.05s pros que tem toc

      2. hahahahaha! Me lembrou de um projeto meu, em leeeeenta execução: Achei duas caixas velhas jogadas fora. Precisam de pequenos reparos estéticos. Depois disso um amplificador, um módulo bluetooth, uma fonte de alimentação e uma alça.

        O que eu vou fazer com isso depois é uma boa pergunta!

  20. São Paulo, resumo de quase um mês e meio de quarentena:

    – saí poucas vezes de casa. Mais para bicos ou coisas essenciais – como comprar ou pagar conta.

    – Ao menos nas primeiras semanas, quando não havia algo muito oficial, o movimento nas ruas era bem pequeno. Nas duas últimas, o movimento é similar ao de um sábado movimentado. As filas nunca são respeitadas a distância e no transporte público também é difícil manter tal distância.

    – Consegui o auxílio emergencial, mas fico triste de muitos não terem conseguido. Não tenho paciência para educar ou auxiliar, senão estaria auxiliando. E mesmo assim, por eu temer ser acusado por algo que não é do meu escopo, evito auxiliar.

    – Não sei se tenho ou tive o covid. tive tosse seca e pressão no peito algumas vezes, mas tenho rinite. Então é difícil para mim supor o que possa ser. Não confio ir no hospital local (tenho familiar lá).

    – Provavelmente vou ser obrigado a procurar trabalho logo, mesmo com o auxílio. E tá difícil o trabalho formal, ainda mais para alguém com insegurança social como eu.

    1. se estiver com dificuldade de respirar, não deixe de ir ao pronto socorro, por favor!

      a gente sabe que precisa evitar ir ao PS se estiver com sintomas leves, mas o covid é sério, se cuide!

      1. Eu tenho a desconfiança que já peguei covid na verdade e devo estar em final de processo de imunização. Explico:

        – Como falei, tenho familiar que trabalha em área de saúde. Então este é um primeiro fator de risco.

        E conheço a burocracia da saúde da cidade. Se eu ficar 1 hora esperando médico na fila, não aguento e tenho crise de pânico (tenho medo de injeção).

        – Na época do início dos rumores de quarentena, fui na região da 25 de Março (São Paulo) – Local com muitas pessoas que vem de outros estados e países. Já na época existia funcionários usando máscara – eu relatei isso há um mês mais ou menos.

        Se fosse para pegar forte, acho que a pior crise de tosse que tive já faz uma semana. Então tá tudo ok.

    2. Hoje meus dados do Auxilio Emergencial retornaram como “inconclusivos” e a CEF me mandou refazer o cadastramento. Todo mundo que eu fiz ou ajudei a fazer ganhou o auxilio, menos eu e meu irmão. Deve ser karma passado, eu acho. Mas ainda vamos dizer veremos.

      Porto Alegre estava realmente isolada até o presidente ir à TV falar que não tinha necessidade. De 2/3 semana pra cá a cidade está em ritmo normal, tirando os coletivos e um que outro local de trabalho com pessoal reduzido, tudo funciona normalmente e as praças seguem cheias, como se fosse um sábado movimentado (como você disse).

      O mercado da esquina da minha casa, onde eu costumo ir desde que me mudei pra cá, repeita as normas e tem controle de entrada e marcações no locais de fila (caixa, açougue e padaria); a farmácia aqui do bairro também, mas pra eles é mais fácil, eles colocaram um cordão que dista ~2m do balcão e você faz o pedido por ali e, na hora de pagar, eles te instruem a pedir pela telefone que eles entregam nos condomínios próximos sem cobrar nenhuma taxa. Tirando esses dois locais, contudo, o resto segue como se fosse férias ou final de semana com feriado prolongado.

    3. Eu acho que tive os mesmos sintomas, uma tosse seca bem leve e eventualmente sentia um leve desconforto no peito….mas era bem pouco e eu consegui seguir normalmente inclusive na minha rotina de exercícios físicos.
      Agora, já não sinto mais nada, nem tosse nem peso no pulmão,

      Em relação a movimentação tenho a mesma sensação, como eu comentei eu moro no viaduto Santa Ifigênia e no Sábado eu achei ele muito mais movimentado que na primeira semana….apesar de estar bem longe da normalidade também.

    4. Indique alguém que more na capital de São Paulo que não tenha renite ou até sinusite. EU tenho as duas e quando ataca é cruel
      Até tentei pegar o auxilio, mas o Caixa tem não colabora.

      1. Nunca fiz os exames, mas desconfio que tenho tendência a sinosite, e rinite tenho direto.

        Do auxílio, fiz o cadastro no terceiro dia pelo primeiro aplicativo. Tou achando que a equipe de TI da Caixa tá apanhando (ou tá sendo paga para NÃO TRABALHAR). Instalei o Caixa Tem para testar uma situação, e ao meu ver em partes funcionou, apesar de que como eu já tive o auxílio aprovado e utilizei o método de depósito direto em conta, então não deu opção da conta digital.

        Sinceramente, acho que o sistema do auxílio emergencial deveria ser feito em parceria com as prefeituras: o cadastro ficaria a partir deles, inclusive E PRINCIPALMENTE para informais (como eu) e pessoas em situação de rua e risco social (favela, família desestruturada, etc).

        Em seguida, para MEI e gente que teve perda de trabalho e não teve auxílios “comuns” (seguro desemprego, FGTS, etc), aí o sistema analisaria o CPF e os ganhos, e caso seja necessário, colocaria como beneficiário também.

        Isso aí tinha que ser trabalho conjunto entre o Ministério do Trabalho e Receita Federal. Seria uma ótima forma de censo também, se parasse para pensar

        1. Isso seria facilmente resolvível com uma rede bancária municipal/estadual/federal. A gente tinha isso até os anos 90, quando o FHC desmantelou os bancos e deixou apenas CEF e BB sob a asa do Estado (agora imagine como seria caótico não ter a CEF hoje em dia). O RS ainda mantém o seu banco estadual, o Banrisul, mas hoje ele é misto e o Estado mantém apenas o básico das ações para se manter “dono” do banco.

          Essa renda emergencial deveria ser dada a todos os cidadãos, transformar isso em uma renda básica universal. Sem cruzamento de dados, sem checagem familiar, sem nada. Apenas depósito na conta da CEF como fazem com FGTS e utilização do aplicativo da CEF para movimentar isso pra outro banco ou fazer pagamentos/transferências.

          Eu acho que os sistemas da CEF estão sobrecarregados, o Dataprev está sobrecarregado e, principalmente, o ministério da economia não quer liberar o dinheiro para pagarem as pessoas (ontem o MP precisou mandar o ministério da economia liberar recursos pro ministério da cidadania para o pagamento da segunda parcela e posteriores). E não espere nada além disso do Paulo Guedes.

          1. Depois do Moro caindo, o que espero agora é um processo de impeachment express. E o Paulo Gueds too (e sumindo do Brasil em seguida)

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