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Post livre #214

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73 comentários

  1. Depois de comprar aquela mochila pequena da Quechua (NH100 10l), virei entusiasta na busca por mais do tipo. E encontrei uma com capacidade de 12l, e espaço pra garrafa d’água, mas custa uns 4x mais. Segue link:
    https://www.curtlo.com.br/twin-12l.html
    O preço me fez cair pra trás, mas parece interessante. Dá pra botar uma garrafa d’água, guarda-chuva pequeno, e ainda tem espaço interno para colocar as coisas do dia-a-dia.

  2. alguem recomenda algum app para o gerenciamento de lista de compra de supermercado? sei que existem vários, mas se alguém tiver alguma indicação já ajudaria a filtrar.

    ..hoje, mais do que nunca, acredito que isso seja necessário, principalmente para pessoas como eu que vão no supermercado e passa em todos os corredores pq não tem lista e só vai lembrando conforme vai vendo os itens na prateleira

  3. finalmente assisti ao filme A Ghost Story (que está disponível na Amazon e provavelmente nas melhores locadoras do paulo coelho)

    as composições de cena são lindas, o domínio da paleta de cores é perfeito e as cenas são maravilhosas

    e achei ótimo como o filme é uma grande pintura em movimento

    e lembrei de um quadro que gosto muito que costuma ficar exposto na pinacoteca de são paulo: https://twitter.com/notasurbanas/status/1244063238054084608

  4. Mínimo possível de ícones, só deixou ocupada a linha do dock. A pasta tem as redes sociais que eu uso. Deixei de usar o cliente de email do Gmail pra usar o Spark e ainda estou puto da cara que o FF anda travando no Android (desde fevereiro).

    https://i.imgur.com/LOns5tY.jpg

    1. Que show esse papel de parede!

      Onde conseguiu?

      Também ando notando que o Firefox tá travando.

      Tentou a versão preview?

      1. Pro widget eu uso o Overdrop.
        Esse papel de parede provavelmente eu peguei no 4chan ou Reddit, eu sempre passo pelos subs e boards deles pregando wallpapers – sou hoarder de wallpaper de PC/telefone.

        Se alguém quiser, upei ele pro IMGUR: https://i.imgur.com/tGStXbn.jpg

  5. Como vocês organizam a tela inicial do celular? Pastas? Vários ícones?

    E as notificações? Desativam todas? Algumas?

    1. Hoje uso o Trebuchet (antes usava o Zeam Launcher, mas cogito voltar nele).

      Como não gosto de ficar instalando muita coisa, então não preciso separar por pastas.

      Tela inicial apenas com 4 icones (telefone, mensagens, contatos e whats).

      Instalei o SuperFreezZ para não deixar muita coisa de fundo carregando (tou experimentando ele na verdade). Notificações apenas para os mensageiros (Whats, Telegram, SMS). Resto tudo desativado o máximo que pudar.

    2. o iPhone é bem menos sofisticado que o android em opções de organização da tela inicial mas ele funciona para mim

      uso o mínimo possível de pastas (em geral, para aplicativos de uso eventual mas que não valem a pena desinstalar e reinstalar sempre: passagens/viagens, ingressos, jogos, táxi/uber)

      todos os demais deixo nas páginas da tela inicial, separados por cor — tanto quanto possível, pois depois de alguns meses fica simplesmente uma bagunça

    3. Android 9 padrão. Deixo apenas o widget do tempo e uns apps que mais uso.

  6. O Paulo Guilherme deu uma dica do SP Cine Play semana passada e eu dou outra hoje: O Pequeno Quinquin é um filme de um diretor francês bem interessante, chamado Bruno Dummont. É um filme difícil de classificar, tanto que ele está como suspense e comédia. Pois é, ele é ambos, mas acima de tudo, se existisse o gênero chamado “filme esquisito” esse seria um bom exemplo. Como é de graça,. se vc não gostar o máximo q terá perdido são duas horas q agora, talvez, estejam até sobrando.

    https://www.looke.com.br/filmes/o-pequeno-quinquin

    1. Fui procurar e aparece como um seriado de 4 episódios de 2014.
      baixando….

      1. E isso mesmo! São 4 filminhos pra ver duma vez. Só de lembrar eu rio dessa obra. É um humor bem peculiar. Espero q goste!

  7. Crônicas da Santa Ifigênia – ou “crônicas da cama por causa da quarentena”

    * Tenho uma mania de ficar vendo o Facebook Marketplace. Já consegui algumas coisas doadas (um Home Theater e um Sensor Bar do Wii, que acho que este último já devo ter contado a história dele alguma vez por aqui), e sempre fico de olho em algo que me puxe para comprar.

    Nos últimos dias, o que tinha de anúncio de álcool gel não era brincadeira. De 5 a 50 reais. E pipoca muito também anúncio de “home office”, mas desconfio demais. Esmola demais, o santo desconfia.

    Outra coisa que o algoritmo do marketplace me joga são os “veículos só pra rodar” – motos e carros que tem problemas documentais e no final são oferecidos com preços baixos.

    * O meu twitter principal (@vagligeiro) foi bloqueado por “discurso de ódio”. Suponho que depois de uma briga que provoquei contra bolsonaristas, acho que eles fizeram o que provavelmente muitos fazem em manada quando implicam com uma conta – denunciam como “discurso de ódio” em conjunto, o que significa para o algoritmo do twitter que o @ fez algo desagradável “à comunidade”. Por enquanto não vou mexer nela (toda vez que tento entrar, pede para cadastrar um telefone, o que não desejo pois não me incomodo tanto assim – minto, se não me incomodasse nem digitaria isso), e no final criei uma segunda @ (@vagligero), que vou tentar usar apenas como “feed”. Sei que dá para acompanhar contas sem precisar do login, mas as vezes alguma conta que sigo restringe-se temporariamente, e também é uma forma de me organizar.

    1. * Ainda do Facebook, que esqueci de mencionar.

      Noto muito também no Marketplace um tipo de venda bem comum: o espeCUlador. O cara que compra vários dos mesmos produtos que são vendidos em lojas por um preço baixo, e revende no Facebook por preço maior. Geralmente brinquedos, carrinhos de coleção, videogames, etc…

      1. Isso é quase o que era o ML ali por 2004/2005. Muita gente não tinha as manhas de comprar nos sites chineses da época, principalmente DX, e acabava comprando desses vendedores que colocavam, às vezes, 100% de lucro para servir apenas como “proxy” de compra. Sempre vai existir esse tipo de coisa, infelizmente.

        Eu também rodo o MP do FB às vezes, principalmente quando eu tenho que andar de ônibus ou ficar esperando alguma coisa (ligação, teleconferência). Esses tempos tinha uma pessoa em Porto Alegre doendo 4 cães da raça maltês, se tivesse um sítio pegaria =)

        1. Quando falei dos especuladores, não é nem a galera que compra no DX / Paraguay e revende no site, mas sim dos caras que pegam itens específicos (tipo “coleção salvat” por exemplo), compram um lote nas bancas e depois revende mais caro.

          A coleção de automóveis brasileiros por exemplo, vi muitos indo parar nos anúncios do Facebook bem mais caro do que aos 40 reais ofertado na banca.

          Ou a ideia de falar que o negócio é “relíquia” / “raridade” / “vintage” para cobrar bem mais caro. Isso falando de rádios e videogames. Não nego que já ganhei dinheiro assim, mas não pra tanto.

          De fato, hoje para a questão de games está bem oscilado. Um PS2 pode achar de R$ 50,00 até R$ 500,00 em um “fat”.

          Eu queria era ter paciência e vontade de fazer uma espécie de “tabela fipe dos eletrônicos / informática”, para ver se com isso balizava alguns valores.

          1. Sabe que muito antigamente o MacMagazine tinha uma “FIPE” dos aparelhos da Apple usados. Era um bom norte pra saber os preços que as pessoas pediam no ML e assemelhados (normalmente MUITO mais caros do que essas máquinas valiam). Não sei se ainda tem.

          2. sério que tem gente que paga 500 num ps2?

            (bom, tá cheio de anúncio por aí de iPhone 2g por alguns milhares de reais, então não duvido mesmo)

          3. Como falei @gabriel, são especuladores. Galera que faz isso justamente para mexer nos preços do mercado.

            Muitos bem no estilo “programa do History Channel”.

  8. Pessoal, alguém aqui utiliza algum aplicativo para “monitorar” e reduzir do celular e/ou computador?

    Desde um tempo pra cá, ainda mais com a ajuda do blog, tive um período introspectivo bem grande aonde repensei muito meu consumo e meus comportamentos na Internet (que fique claro que foi muito positivo pra mim).

    Hoje já não possuo mais Facebook nem Instagram (uso somente WhatsApp e Telegram e só não consigo sair do WhatsApp por conveniência de amigos, mas os grupos lá e a forma que o aplicativo “moldou” nosso novo fluxo de conversa me incomoda muito).

    Atualmente no celular, não possuo mais notificações, uso a tela dele em p&b e uso um combo dos aplicativos ActionDash + Siempo, que funcionam muito bem pra eu saber quantas horas do dia e pra cada aplicativo, assim como posso restringir meu uso do smartphone como um todo e também bloquear aplicativos em certos horário (por ex. pra evitar usar quando acordar, o celular fica bloqueado das 5h às 8h30 e antes de dormir deixo somente o Spotify liberado, etc).

    Pode parecer maluquice o que falei ali, mas lido muito bem com isso e acho que pro celular encontrei um equilíbrio, aonde uso em torno de 1h à 2h do celular por dia e mesmo não me considerando alguém ansioso, todas essas atitudes me fazem me sentir melhor e viver mais o presente (ainda tem outras mudanças que fiz que não citei acima).

    Obs.: Acho válido sempre fazermos recortes de socio-culturais pra saber que o que funciona pra um não funciona pra outro, de modo que devemos respeitar a autonomia de cada um.

    Continuando:
    Tudo isso que falei anteriormente, funciona muito bem pra mim. Por não trabalhar com computador e passar a maior parte do tempo estudando, não dependo pra nada que seja essencial pra mim (somente acessar e-mail, materiais da faculdade, etc.).

    Porém, ainda acho que tenho que melhorar a minha relação com a Internet e o “surfing” em si, pois acabo me distraindo muitas vezes por entrar nesse limbo de ler matéria de jornais, blogs e alguns vídeos do YT.

    Felizmente, vejo que não é tão nocivo poderia ser, já tive usos piores e considero na maior parte do tempo minhas leituras e distrações “produtivas”, MAS, ainda assim, acho que eu poderia negociar melhor comigo mesmo aonde focar os momentos de distração, visando ter a mesma autonomia que tenho com o smartphone.

    Hoje uso duas extensões no navegador, o DF Youtube e um pouco do RescueTime (esse não me satisfaz tanto) porém não acho tantos softwares práticos para o Linux. SEI que muitas vezes o segredo está no comportamento e não são apps que irão nos salvar, MAS penso que a melhor maneira de parar alguns comportamentos é sair do contexto aonde ele tá inserido.

    Peço desculpas pelo grande texto (efeito quarentena), mas deixo aberto aqui o espaço pra debater o tema e sugestões de práticas / softwares!

    1. Uso o que já vem no iOS meio que de vez em quando só. Às vezes to no meio de algo e desligo o recurso, e acabo usando o celular sem parar. Como uso Windows, não tenho o mesmo recurso nativamente, e não tenho interesse em baixar um programa pra isso. Além de que, meu maior problema mesmo é o smartphone. Quero voltar a ler como antes, mas acho que to meio viciado. Vou tentar ser mais estrito comigo mesmo.

    2. Eu acho que isso cria mais ansiedade nas pessoas. Algumas pessoas saem da rotina de checar telefone/computador a cada minuto e passam pra ansiedade de não checá-los a cada minuto.

      O que é melhor/pior eu não sei, mas acho que tudo o que nos cerceia por vias que não seja a nossa mudança de comportamento é nocivo no longo prazo. Claro que redes sociais são desenhadas para te manter dentro do ambiente delas o tempo, WPP, YT e Facebook que o digam, mas a mudança de comportamento tem que vir, antes de mais nada, internamente da pessoa, senão ela apenas se escraviza aos apps que a impedem de ter uso das redes.

      Você acha que sem os apps que te limitam você continuar usando do mesmo modo o celular? Acho que se a resposta for “sim” você não resolveu o seu problema de vício.

      1. Sim, concordo com o que falou da mudança de comportamento e de ser algo interno. Temos que tomar cuidado pra não cair numa armadilha inversa pois: “Falsa liberdade é a pior prisão.”

        No meu caso acho que lido bem e não me gera mais ansiedade, no caso consigo me sentir melhor quando estou longe dessas tecnologias e consigo usar em harmonia sem cair no limbo.

        E respondendo a última pergunta: cara, sem os apps hoje, já fiz alguns testes e consigo ter a mesma autonomia e controle do mesmo modo, por mais que seja um pouco mais difícil, MAS eu vejo que eles funcionam muito bem como “ferramentas de transição” até que o hábito se consolide.

        Como já vi de alguns especialistas e pra mim também funciona as vezes: não programar um tempo para se desligar de todas as distrações, mas programar um tempo para acessar distração e aproveitar de forma mais consciente.

        1. Cada caso é um caso, claro; eu falei do que eu percebi em pessoas que passaram a adotar medidas extremas pras duas coisas: privacidade e uso de telefone. A quase totalidade das pessoas do meu convívio – que não vale muito como amostra – continua com ansiedade, só que agora direciona ao tempo de uso e privacidade. Não mudou muita coisa em termos mentais, penso eu.

          Eu adoto a ideia, hoje, de me preocupar com o que eu posso controlar apenas. Uso muito pouco o telefone e redes sociais – criei um blog no WordPress pra, quando quiser falar algo, traduzir algum artigo ou dar uma opinião eu faço isso fora do Facebook; também criei um Tumblr pra postar coisas que, normalmente, iriam pra minha timeline do FB ou do Twitter – mas não vejo mais como controlar as coisas. Redes sociais são o uso quase obrigatório para manter contatos; Whatsapp idem (não adianta eu ter 1 contato no Telegram e mais 1 contato no Signal, por exemplo), então eu considero que essas duas coisas estão fora do meu controle pessoal, por exemplo.

          Acho que é uma visão pessimista/conformista minha.

          1. Eu fiquei assim. De tanto ler sobre privacidade e tempo de uso dos aparelhos, agora sou paranoico a respeito dos dois temas.

          2. Sim! O que está ao nosso alcance sempre. O pensamento é pessimista mas o agir é otimista.

  9. Pessoal, alguém tem boas recomendações de apps para fazer aquela limpa no PC? O tradicional Ccleaner é recomendado?
    Graciaaaas

    1. O CCleaner é bom (recomendo instalar, fazer a limpeza e desinstalar), mas apenas limpar o cache do navegador tá ok. O Windows 10 aparentemente tem menos problemas de sujeira no sistema do que os anteriores.

      O que gosto de recomendar é puxar o WinAero Tweaker e fazer ajustes no Windows para tirar propagandas e tirar funções que você não usa no Windows.

      1. Não sei se recomendaria o Ccleaner. Se quiser usar, pelo menos não limpe o registro.

        1. Isso, esqueci deste detalhe. Obrigado por lembrar.

          Na verdade, hoje só uso o CCleaner pois ele consegue desinstalar alguns apps “nativos” do Windows (como o XBox). Então para mim é um ganho total.

  10. vocês conhecem a rede social are.na? conheci nesta semana e me parece interessante, estou buscando saber mais. basicamente parece funcionar como um mecanismo de compartilhamento de conteúdos favoritos (links, imagens, textos, vídeos) em rede… parece ser um tanto impessoal e conceder uma certa privacidade, o que a princípio me agrada.

    1. Não conhecia. E ela não é exatamente nova, não? Parece uma mistura de Delicious/Pinboard com Pinterest… Não sei para o que usaria, mas a identidade visual é bem bacana.

  11. O Nexo vai lançar uma nova revista digital, a Gama, no próximo domingo (29). Diz-se “uma revista sobre identidade, reflexão e cultura”. Aqui tem o e-mail/anúncio enviado à base de leitores nesta madrugada.

    Em nota relacionada, a Exame foi relançada, agora como uma plataforma. O novo projeto gráfico ficou bonito, mas é sempre triste quando uma publicação passa às asas do mercado financeiro — o BTG Pactual comprou a revista. E, de quebra, parece que ela saiu das bancas virtuais dos aplicativos parceiros das operadoras.

  12. O isolamento tem propiciado alguns desejos… estranhos em mim. O último é jogar video game, especificamente algum jogo de tiro descerebrado tipo Doom, mas — e aí vem o ~first world problem — que seja leve (GPU integrada da Intel…) e compatível com o macOS Catalina. Conhecem algum?

    Dei uma olhada nessa leva de jogos atuais feitos com tecnologia de duas décadas atrás. Todos parecem muito interessantes, mas nenhum para macOS. A quem usa Windows, ficam as indicações: WRATH: Aeon of Ruin (análise do Aquino), o brasileiro Exodemon (análise) e Ion Fury (vídeo do LGR).

    1. Não é atual (pelo contrário), mas gosto pra caramba até hoje: Duke Nuken 3D. Se servir, procure por EDuke32. Tem um port para Mac (roda até no Catalina, apesar do 32 no nome) e tem umas melhorias na parte de renderização pra deixar o jogo com uma cara não tão velha. Obviamente você precisa prover os mapas. Estou jogando um mapa de terceiros, Duke it out in D.C. e estou me divertindo nessa quarentena.

      1. Voltando aqui para dizer que a instalação foi um sucesso (com o mod de texturas de alta resolução) e por uns 50 minutos consegui esquecer de tudo. Obrigado novamente pela dica!

        1. Hahaha! Legal que deu certo e você pode se distrair um pouco.

          Nesses sites de abandonware você pode achar uns mapas “novos”.

    2. Quem puder comprar no Windows saiu o “Doom64” (R$9,90) e é muito bom. Recomendo também os indies “Amid Evil” e “Dusk” que são jogos com texturas antigas mas jogabilidade atual. Só não sei se rodam em macOS.

  13. Nesses tempos de isolamento, achei uma maneira de me afastar do noticiário ruim e, sobretudo, dos pronunciamentos asquerosos de nosso presidente. Vi a ideia no feicebuque e gostei: desenhar um objeto da casa todos os dias — e, com ele, lembrar de suas histórias.

    Não sei se vou me disciplinar pra fazer isso todos os dias, mas acho uma boa maneira de escapar dessa realidade desesperadora das notícias que nos cercam…

    https://arquiteturaemnotas.com/2020/03/26/imagens-da-quarentena-26-3-caixinha-da-internacional/

    1. Não desenho bem como um arquiteto, claro, mas eu desenhava armas quando era novo (machados, espadas) pra usar de referência nos RPG’s com os amigos.

      Vou tentar fazer isso =)

  14. Bem vindos ao fim do Brasil. Se abracem no seu liberal favorito pra ter certeza que ele não vai escapar e vamos todos olhar o barco Brasil afundar para “salvar a economia” dos bilionários empresários do país.

    Sorte pra quem tem pra onde fugir (pro meio do mato, eu sugiro).

    1. elon musk vai escavar, escavar e escava até ter construído, além dos túneis para carros, uma cidade inteira embaixo da terra. será uma nova forma de viver. todos vamos poder fugi pra lá! será lindo.

      1. Bunker gourmet com acesso a fibra ótica de 1Gbit e a foto do Elon Musk espalhada pelos corredores.

      2. Já ouviu falar na teoria da terra oca?? Já está tudo lá.
        Era minha aposta para proxima teoria maluca a ser ressusscitada se essa pandemia não tivesse ocorrido.

        1. Terra oca não sei,mas se for a teoria da cabeça oca, é bem fácil achar um indivíduo que prove que é verdade.

  15. A Playdead lançou teaser do jogos novo deles!!! Tô muito ansioso. Quem nunca jogou Limbo e Inside, jogue. São ótimos.

    1. Tem outro aspecto interessante dessa notícia: o jogo será distribuído pelo novo braço da Epic Games — a do Fortnite e do Unreal Engine. Pelo acordo, o lucro será dividido pela metade entre o estúdio e a Epic, a propriedade intelectual ficará com o estúdio e a Epic bancará todas as despesas — salários, marketing e localização. Tem gente dizendo que se trata de um marco na indústria. Além da Playdead, outros dois estúdios independentes entraram nessa primeira leva: Gen Design (Ico, Shadow of the Colossus e The Last Guardian) e a Remedy (Alan Wake, Controle e Max Payne).

      1. Vi isso. Não vou muito com a cara da Epic, mas estaria mentindo se dissesse que não fiquei feliz pela Playdead. A Dinamarca deveria considerar eles tesouro nacional.

  16. Pessoal, estou em busca de um serviço de hospedagem de e-mail que possibilite eu configurar e-mails para diferentes domínios de sites, dependendo da confiabilidade pretendo também usar para e-mail pessoal com domínio próprio. Achei interessante o Fastmail e o mxroute e me chamou muita atenção o migadu, que não tem limite de domínios, emails e armazenamento. Estou meio indeciso, quais serviços vocês recomendam para essa finalidade ?

    1. eu estou usando o fastmail para uso pessoal, mas não to usando e-mail personalizado, gosto muito pois com ele posso usar calendários e contatos e ficar um pouco mais distante do google

    2. Eu só uso um domínio no Fastmail, mas de acordo com este documento dá para configurar mais de um — “You can also have multiple domains on the one user account.” O único possível problema é que domínios personalizados só estão disponíveis no plano intermediário, de US$ 5/mês.

      Gosto bem do Fastmail. Nunca deu dor de cabeça e, embora eu não use (prefiro apps nativos), a interface web deles é maravilhosa. Se for se cadastrar lá, use este link e nós dois ganhamos desconto: https://ref.fm/u17233576 :)

  17. Falando de videochamadas, alguém já testou o Jitsi?

    https://meet.jit.si/

    É um software livre e tem um serviço gratuito. Tenho usado para chamadas 1-1, mas comporta mais. Tem aplicativo, e permite até 50 pessoas. Pretendo instalar num servidor pessoal.

    1. pode ir sem medo! usei o Jitsi em algumas ocasiões e funcionou super bem, muito fluido e sem picotar.

  18. Ser autônomo, sem registro formal, sem carteira de clientes plena e pouco especializado (não tenho uma especialização que seja extremamente essencial, tipo “sistemas cisco” ou “desenvolvimento em php + ruby”) me deixa no limbo dos desamparados.

    20 anos batendo a cabeça na área e me pergunto pq não virei taxista…

    1. Em 2007, 2008, entrei num dilema de “afinal, o que sou”. Bacharel em Administração com Habilitação em Análise de Sistemas (ou seja, nem uma coisa nem outra, mas ao menos com nível superior), de tudo já havia feito um pouco em Linux, inclusive dando cursos, programador web… e no interiorzão da Bahia. Após conseguir uma vaga numa empresa maior, começar a trabalhar de vez à distância, resolvi que se eu queria “me vender”, precisava escolher um foco e usar o resto como “extra”.

      Agora mesmo, em processo de recolocação (hein? bem no meio da confusão), reorganizo o currículo, o portfólio (que de programador é código) mas novamente com um foco: sou “excelente” em algo e “muito bom” em várias coisas. Isso facilita que as oportunidades te vejam como mão de obra útil e consistente. Se fizer o contrário, te mostrar bom em várias coisas, não se destaca no meio da multidão.

      Eu sugiro sempre: escolha algo em que é bom, e se muna de todo conhecimento ao redor que te faça ressaltar no meio da multidão. E veja teu rastro (participações em fóruns, blog, projetos opensource).

      É isso. Ah, e se tiver domínio do inglês, realmente há muita oportunidade lá fora para freelance ou trabalho fixo. Ok, agora tudo é vago, mas acredito que deva se estabilizar em algum momento.

      PS: também não sei se é o tipo divagação que estava procurando.

      1. Fiz o comentário meio que desabafando genericamente. Grato pelas suas palavras, era para criar também uma troca de experiências.

        No inicio tentei lidar com sites (acho que foi uns 3 anos lidando com isso), mas saí fora pois sempre quis consertar PCs. Sempre fui o “suporte chão-de-loja” mas para poucos clientes. Sou péssimo em me vender (e fácil de me “vitimizar”).

        É aquela coisa do “cada um tem sua experiência”. Meu caminho foi este não só porque escolhi ou deixei rolar, mas sim porque tive adversos externos (família, amigos) que me colocaram nesta condição. E claro, minha condições psicossociais – posso estar errado, mas tenho um certo entendimento de que gente de informática geralmente tem senso social menor do que a mediana da população. Para mim que tenho muita ansiedade, o difícil é lidar com ordens e o público. E medo também de lidar com uma empresa que mais me dê dor de cabeça do que trabalho (ou eu seja a dor de cabeça da mesma).

        Agora de quarentena, o pior é não ter como sair (recusei um serviço na segunda pois não tinha condições para atendimento e fiz um serviço em casa para pagamento de dívida na terça).

        1. Se você gosta do que faz – suporte chão de fábrica/loja – faça isso. Você pode melhorar o seu modo de atendimento tratando os seus possíveis problemas psiquiátricos (é difícil sem dinheiro, eu sei, eu pago R$80 de consulta e R$200 de remédio por mês) de ansiedade e outros que por ventura estejam se desenvolvendo.

          Um amigo da minha família se aposentou esse ano apenas com essa vida de suporte de hardware e software, o que ele fez foi fazer um curso de eletrônica e partir daí pra informática quando a coisa estourou, mas em épocas de vacas magras ele sempre podia arrumar TV, rádio e outras coisas. Ele mantinha uma pequena sala comercial numa galeria antiga aqui da ZN de POA (alugou por quase 30 anos a sala) e atendia as pessoas ali, raramente indo no cliente. Ele conseguiu ter uma vida aceitável, com casa e família, até se aposentar.

          Isso seria OK pra você? Fazer o que você gosta e ter uma vida mediana? Se sim, bola pra frente, tente bolsa de estudo ou pague um curso na área, crie um MEI pra ter CNPJ e se dedique a atender as pessoas do melhor modo possível – e não se estresse, sempre vai ocorrer desentendimentos quando se atende público.

          Nem todo mundo precisa ganhar 20k por mês e ser superfoda em alguma coisa. A maioria das pessoas não é, inclusive.

          1. O ponto é que já estou em uma vida mediana nestes últimos anos. No “climax” do trabalho (há uns 10 anos atrás), tive até condições de pagar uma motinha, ainda que atrasando pagamentos. O ponto é o saber cobrar, que me atrapalho e faz eu perder tempo e dinheiro – e hoje recuso muitos serviços justamente pq sempre desconfio que o trabalho que vou ter não vai compensar os ganhos.

            Por incrível que pareça, não tenho um bom conhecimento em eletrônica – hoje graças a trabalhar para uma, entendo um pouco mais de tipos de reparo e diagnóstico, mas não pratico como se deve. Mas não é uma má ideia – na verdade é a ideia para o pós 50 anos – se possível ir morar em Santa Catarina, montando algo do tipo por lá.

            Eu também nem quero ganhar 20k por mês – tenho um trauma familiar por causa de ganância e vi um exemplo de vida se reduzindo a pó por causa disto tudo. Apenas queria ganhar o suficiente para poder comprar uma casinha só para mim.

            Enfim, grato pelas palavras.

    2. tb tô nesse dilema

      ano que vem me formo em ciências contábeis, e tô na dúvida do que seguir no futuro, abrir escritório e ganhar razoável logo cedo (aparentemente né), me especializar em algo, mas demorar a ser reconhecido pra ganhar mais na frente, tento não pensar tanto, pois ainda vai demorar, enquanto isso vou seguindo a vida de assistente contábil numa empresa familiar

      1. Acho interessante a área contábil, pois noto que as pessoas tem que ter uma boa relação lógica entre finanças e o sistema monetário. Os poucos contabilistas que conheço não são lá boas pessoas (noto que tem gente na contábil que é mestre em tentar achar formas de burlar o sistema), não por mal. Mas te admiro por entrar nesta área.

    3. Apesar de ter ficado meio puto com algumas coisas, fico feliz de ver que o projeto de renda mínima do Suplicy hoje está sendo usado para ajudar parte da economia informal e MEIs. Espero que eu possa ser beneficiado também.

      1. Eu gosto do projeto do Suplicy, apesar de deveras complexo de entender. O BF do Lula era muito claro e simples. Ainda é, no caso. Acho que um projeto de RBU não pode se basear em IR negativo ou em descontos progressivos de impostos (inverter a pirâmide de taxação brasileira) porque isso não é o redistribuição direta de renda (precisamos fazer isso, mas, junto com a RBU) e não vai movimentar a economia em um prazo menor do que 5 anos (meu chute pra ROI do projeto do Suplicy).

        E, teoricamente eu sou beneficiário dos R$600 dessa renda emergencial. Mas ainda vamos dizer “veremos”.

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