Post livre

Post livre #207

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.

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104 comentários

  1. Um pouco mais cedo, mas bem.

    Se este for o último comentário, digo que se o Ghedin resolver se aventurar na cozinha, o site se chamaria “Manual do Cozinheiro”

    (Referência a uma foto que o Ghedin postou nas redes)

  2. Gostei muito do novo formato do MDU. Antes entrava todo dia pra ver se tinha notícia nova (mesmo sabendo que o blog é do tipo slow web), mas agora fico tranquilo, e pacientemente espero pela quinta feira. Leio o que me chama a atenção logo de cara, e depois, aos poucos, acesso os outros posts durante o final de semana.
    Pela primeira vez consegui ler todos os posts com calma, e pensar um pouco sobre cada um. Enfim, o novo formato ajudou bastante a diminuir minha compulsão por acessar o blog, e me ajudou a focar em outras coisas, enquanto as notícias não saem. Agora é aplicar esse princípio a outros sites. Penso em me forçar a ler as notícias apenas no final do dia. Espero que eu consiga rs.

  3. Alguém aqui já montou ou pensa em montar um sistema de cloud “caseiro”?

    Estava olhando os produtos da WD e eles possuem um que aparentemente é plug and play: https://shop.westerndigital.com/products/cloud-storage/wd-my-cloud-home#WDBVXC0030HWT-NESN.

    Pensei na alternativa de um raspberry pi + um hd externo.

    O objetivo seria:
    – Backup de todos os dispositivos da casa (notebook + celulares + tablet)
    – Principalmente guardar as fotos tiradas por toda a família num único lugar
    – Acesso a essa mídia de qualquer lugar

    Os arquivos estariam no seu dispositivo de origem + cloud caseiro e precisaria ainda replicá-los em alguma nuvem.

    Alguma dica ou experiência nesse assunto?

    1. Já pensei em sugerir para alguns clientes, mas tenho minhas cismas. Dado que é uma solução “pacote pronto”, sempre haverá o risco de ter alguma porta dos fundos que um hacker pode se aproveitar.

      Outro ponto é que o ideal para um “personal cloud” é que tenha um bom firewall, para evitar uma invasão e roubo de dados.

      Não entendo tanto na verdade. Preciso me aprimorar em redes. Mas acho que basicamente é isso.

  4. Caraca… estou abismado com aquela foto das bikes sendo içadas para irem para o lixo que está no canal do MdU no Telegram. Cara… Tanta bike boa ali, prontinha pra ser usada ou só ajustada… Mandar pro ferro velho, algo q não está velho… Ou sei lá, se não for parar num lixão… Sério, deveria ser proibido.

    Há algum tempo doei minha bike para um projeto chamado BikeZN q tem aqui em São Paulo. Estava em ótimo estado, poderia ter vendido até, mas optei pela doação. Fiquei super feliz com o destino dela. Agora ver isso é triste demais…

    1. Tenho a impressão de que se eles vendessem ou doassem, soaria como “derrota” para a ideia deles (e provavelmente acionistas iriam querer saber onde ia parar a verba.

      1. Pode ser mesmo um jogo de cena… Não sei se declararam falência. Mas pode ser algo pra fugir de processos… Vai saber. Só não precisava ser assim…

    2. mas tinha boas ali mesmo?
      não acho que deixariam passar a oportunidade de vender as bikes para alguma outra empresa

      1. O único ponto é que, ao que alegam, muitas peças são “exclusivas”, feitas para a própria marca.

        No entanto nada impediu que muitos furtassem e transformassem elas em outras bicicletas.

      2. Pela foto parecem boas. A maioria pelo menos parece. Não é tão simples detonar uma bike.

        1. Tu não deve ter visto uma renca destas aí detonadas em algumas esquinas perto de favelas.

    3. Realmente foi uma foto triste de se ver. Com certeza as bicicletas poderiam ter um fim muito mais digno.

      Mesmo que a empresa não dispusesse de pessoas ou capital para essa atividade, existem pessoas na sociedade dispostas a contribuir com a distribuição delas.

  5. estou testando o pushbullet (sim, em 2020) e que aplicativo maravilhoso ele é, eu pego o boleto de uma conta pelo site no PC e geralmente mando pra uma conversa comigo msm o código de barras e depois tenho que entrar na conversa e copiar, no pushbullet é só copiar da área de notificação (isso porque estou na versão gratuita), e dá pra mandar arquivos facilmente sem fio e sem ftp (não vi nada melhor na internet que isso).

    uma pena que a assinatura é cara, mas estou pensando em pegar ao menos um mês pra testar.

    1. Pelo visto, é tipo usar iPhone e macOS — todos esses cenários que você citou existem nativamente no ecossistema da Apple. E, sim, são úteis mesmo. Uso bastante o copiar e colar de um dispositivo para o outro e a transferência de arquivos (AirDrop).

      1. quem se aproxima é a microsoft com o win10, mas no computador que estou usando é o 7, então não funciona, fora que não dá pra transferir arquivos

      2. O “Your Phone” da MS compartilha área de transferência entre o Windows e o Android. Assim como notificações, fotos e SMS.

        1. mas só funciona no Windows 10,e um dos PCs que uso é o 7

          fora que ele não transfere arquivos

          1. Nem sabia disso.

            Pra mandar arquivos pro telefone/PC ainda confio mais no Telegram mesmo.

  6. A que acompanha, hoje sai os últimos capítulos de Bojack Horseman. Estou ansioso para poder chegar e casa e me saciar desse pequeno poço de angústia.

    1. Tava pensando em assistir do começo novamente, já que não lembro nada, mas me deu uma preguiça…

      também tem o fim de the good place, que estava pensando em fazer a mesma coisa

      1. Mesmo sentimento aqui. Sinto que esqueci vários pontos da tramas :(

    2. ainda não vi a última!
      acho uma pena o encerramento, pq gosto muito da série, mas tb assistir indefinidamente não dá.
      as temporadas anteriores foram ótimas.
      e a caricatura q eles fazem de hollywood é ótima. estava assistindo essas entrevistas q diretores e atores dão a jornalistas e sequência e, a depender do jornalista q aparecia, lembrava muito do ‘bojack’.

    3. Cheguei cansado em casa e resolvi começar a ver a temporada e não é que nem precisou lembrar muito da anterior? Até agora 3/4 episódios excelentes, e eu nem sou tão fã assim, só via para matar tempo mesmo

  7. Quem mora em São Paulo e/ou na região metropolitana e tem alguma curiosidade para saber os preços das passagens municipais, um amigo meu (Thiago Silva), especialista em transporte público, fez um listão com todas as tarifas.

    (Tem um dedinho meu – fui para duas cidades onde não havia informações plenas sobre a operação de transporte nelas. Uma descobri que é feito por vans “em acordo’ com a prefeitura – isso depois de casos de corrupção pela empresa de transporte anterior, e a outra inexiste transporte municipal. Apenas intermunicipal e serviços de auxilio a estudantes)

    https://plamurbblog.wordpress.com/2020/01/28/missao-impossivel-tarifas-de-onibus-municipais-das-39-cidades-da-rmsp/

  8. Fiz uma pequena aventura no fim de semana até Nova Petropolis e depois São José dos Ausentes…., por um imprevisto de rodovia bloqueada e cansaço eu acabei voltando ao invés de seguir para o litoral.
    Quem quiser ver fotos é só chegar no fb.com/rafael.guitar

    mas queria lhes pedir sobre o aplicativo de mapas…., não instalei o Here WeGo e resolvi confiar no Maps e seus mapas offline…., só que não funciona quando está offline! ou estou usando errado?
    Por que seu eu não tiver conexão ele não busca rota e tempo de chegada.
    O Here também é superior por que têm a opção de evitar estradas de interior (um aspecto que acabou me cansando muito).
    A unica coisa que o Here peca é a falta de adicionar parada no trajeto….

      1. Se não me engano eu tinha testado o “Apenas Wi-Fi”, mas nao funcionou…., se olhar no tutorial ele diz que “Se a conexão com a Internet estiver lenta ou indisponível, o Google Maps usará seus mapas off-line para exibir as rotas.”
        Falso! Isso não funciona..

        Mas lição aprendida. Vou de Here WeGo para ficar offline de verdade.

        1. Comigo já funcionou. Mas geralmente é assim:
          – Você pré-seleciona uma área
          – Ele salva e fica para consultas de rotas simples, sem ser consulta de lugares (só ruas).

          É que não uso mais maps no app pois a bateria do meu celular não dá para isso. Nem o Here também. (E o GPS também falha).

          1. Exatamente! Eu sempre faço o download do mapa da cidade q vou e o da rota (minha cidade – cidade destino) tbm. Faço isso pq dificilmente uso dados móveis (sou dos q só coloca créditos +/- de 2 em 2 meses pra não perder o número 😅)

        1. vale a pena estou esperando o @ghedin fazer uma matéria sobre OpenStreetMap ao meu vê é a melhor opção para google maps

  9. Um comentário rápido: lembram daquela matéria que denunciou um professor de cursinho que ensinava os alunos a praticar atos de torturar e de execução? Então, estudo para concurso público e hoje, vendo um vídeo de atualização de Direito Penal, me deparei com a sugestão do YouTube de um vídeo desse professor como assunto relacionado. Foi a segunda vez em menos de uma semana. Evidência de que os algoritmos do YouTube selecionam vídeos que incentivam o extremismo.

  10. como é a produtividade de vocês ao longo do dia?

    de manhã eu demoro para começar a funcionar, mas costumo estar bem entre a chegada no trabalho e a hora do almoço

    depois do almoço minha produtividade cai violentamente — e é quando a armadilha da procrastinação ataca

    normalmente as pessoas detestam reuniões à tarde (de fato, logo de manhã é melhor para liberar o resto do dia) mas prefiro marcar reuniões nesse horário porque confesso que fico mais concentrado nelas que em outras atividades

    aliás, se não trabalhasse em horário comercial, eu certamente praticaria a sagrada tradição da sesta entre as 14h e as 16h

    depois das 16h minha produtividade aumenta enormemente e, caso não trabalhasse em horário comercial, ela atingiria o pico provavelmente à noite

    ou seja: o ímpeto do capitalismo em flexibilizar jornadas de trabalho faz sentido, já que pretende capturar as minhas melhores horas (o que só me faz odiar ainda mais o capitalismo).

    1. Eu trabalho em casa, sem horário como tradutor freela. Eu acordo as 10h e só trabalho depois das 14h. Mas costumo trabalhar entre as 14h e as 19h, no máximo. Depois disso o cansaço bate e eu não produzo mais. Até hoje isso me rende uma ótima média de palavras/dia (ao redor de 4k, o que dá umas 8 páginas por dia de tradução).

      Fiquei muito desconfortável quando tentei trabalhar em escritório no ano passado. Desconfortável a ponto de ter uma crise de pânico na empresa.

    2. Bem simples: Se eu dormir bem serei produtivo, senão serei um lixo.
      Uma coisa que eu tento fazer é variar o trabalho. Vou fazendo várias coisas em etapas, antes de enjoar de uma eu passo para a proxima.

    3. Uma pena que essa suposta flexibilidade de horário que o capitalismo “proporciona” seja só confortável para quem é capitalista.

      Minha produtividade depende do dia, assim como a demanda do meu trabalho, que é um tanto instável. Para mim é difícil manter uma rotina, porque atendo as pessoas em alguns horários diferentes durante a semana. Mas costumo me sentir muito bem durante o dia quando começo a trabalhar mais cedo, entre as 8h e as 9h.

      Aí entra também a rotina de estudos que é um desafio encaixar. Acabo deixando pra ler a montanha de textos nas três últimas semanas antes das provas :/

      O sono também me afeta demais, 8 horas é o que preciso, e se for menos, só com café e a taquicardia que o acompanha é que consigo me manter ativa.

    4. Minha curva de produtividade é semelhante à sua. Acordo bem cedo, tipo 6h, e depois de tomar café passo um tempo (~1h30) lendo jornais e sites especializados em tecnologia. Começo o dia (leia-se: ligo o computador) às 8h e funciono bem até a hora do almoço.

      Como trabalho por conta e em casa, tiro uma soneca depois do almoço, mas de no máximo 40 minutos; mais que isso acho que me “estraga” e prejudica o sono à noite. Volto ao batente às 14h e toco bem até às 18h, 19h.

      Com frequência me permito lacunas grandes na rotina para ir à academia, almoçar fora ou ler um livro. Às vezes tenho a sensação de que estou tapeando a mão invisível do mercado e que em algum momento a conta chegará.

    5. ué, mas vc não tava procurando informações sobre investimentos dia desses?

    6. Funciono muito bem de manhã – das 7h até as 11h (nos tempos da faculdade, costumava acordar de madrugada para estudar). Após o almoço é uma leseira só (até as 15h, por aí). Daí volto a funcionar bem das 18h até às 22h.

    7. normalmente um lixo se estou sozinho ou se não tem um prazo apertado

      rendo muito melhor com alguém do lado

    8. De certa forma, minha curva é bem similar. Logo depois de acordar, é a melhor hora até a hora do almoço. Durante o período da tarde eu prefiro não fazer nada e retomar de noite após as 18 horas. Mas tanto faz, já que trabalho em horário comercial, minha agenda é basicamente o que encaixa nas prioridades e demandas da empresa.

      Eu tenho um benefício de horas de estudo na empresa, que são 8 de horas semanais. Eu divido em dois períodos pela manhã, pois se eu pegar o dia inteiro, a tarde não rende.

    9. Em se tratando da jornada de trabalho, meu expediente é das 8 às 17h, com uma hora de almoço. Considero a primeira e a última hora do expediente praticamente perdidas, passam muito rápido e não dá tempo de fazer muita coisa. Geralmente as utilizo para responder e-mails e me inteirar do que está rolando no início do dia. Considero que meus picos de produtividade se dão das 10h ao meio dia e das 14h30 às 16h.

      Pela parte da noite, é impressionante como meu foco chega ao ápice bem tarde, perto das 22h. Sempre fui uma pessoa que dormiu muito tarde (tive épocas de achar que 3h da manhã era absolutamente normal), e só acordo cedo por força do trabalho – se dependesse apenas de mim, acordaria em torno das 10h30 todo dia, mais cedo que isso só se fosse para resolver algum problema excepcional. E isso influencia de forma cascata no meu ciclo de atenção ao longo do dia.

    10. Trabalho por conta sem horário fixo. E minha produtividade é um misto da empatia trocada entre o cliente e eu, e o quão difícil / fácil o serviço é, ou o quão o cliente auxilia ou interfere.

      Se o cliente me trata mal ou paga mal, minha produtividade é nula.

  11. O suporte do Windows 7 chegou ao fim e isso fez com que o pessoal do Linux começasse a oferecer o sistema operacional do pinguim para os usuários do W7 (vi até o pessoal do Vivaldi recomendando Linux – ainda que as bordas do vivaldi não encaixem em nenhum tema de ambiente gráfico linux).
    Confesso que de inicio achei uma boa iniciativa, mas depois, pensando bem, fiquei com a sensação de que o pessoal do Linux tá tentando pegar as migalhas que a Microsoft deixou para trás.
    Com isso, observei o público do W7: empresas, servidores, usuários demasiadamente leigos e jogadores com hardware meio defasado.
    Sinceramente, não vejo nenhum desses mudando espontaneamente para o Linux como os pinguins sonham que acontecerá.
    É mais fácil o povo pagar mais de 400,00 em uma licença do Windows 10. E não a toa, nesses dias vários posts patrocinados fizeram matérias com aquelas licenças OEM que não recomendo a ninguém.
    No fim das contas, isso mostra como é dura a batalha de quem tenta tirar o trono da MS nos desktops.

    1. Só empresas vão pagar por uma nova licença. O resto tudo vai baixar no Pirate Bay mesmo. O domínio amplo do Windows é, exatamente, porque ele é facilmente pirateável no ambiente doméstico.

      Recomendar Linux pra qualquer pessoa que não QUEIRA usar uma alternativa ao Windows é burrice das brabas. O Linux exige um HW compatível (drivers) que normalmente é o mais caro. Placas de vídeo com drivers atualizados e com bom suporte (senão nada renderiza direito) e placas de rede sem fio com suporte do fabricante (eu tinha um Lenovo G50 que a placa de rede sem fio tinha que ser instalada depois do sistema, ou seja, tinha que dar um jeito de colocar um RJ45 nele).

      Nos tempos de Winmodem (internet discada) nenhuma distribuição de Linux tinha drivers decentes pra eles. Quem tinha um trabalho absurdo de bom com isso era o Morimoto com o Kurumin Linux (e ícones mágicos). Única distro que fazia o meu SM56 da Motorola funcionar, todas as outras ficavam sem internet.

      Essas peripécias ficaram menos comuns, mas, ainda existem. Quem indica Linux pra usuário comum que nunca ouviu falar de uma distro é irresponsável e acaba desagregando um possível usuário do sistema no futuro.

    2. Eu to com um notebook aqui justamente pra instalar Win7.
      Se eu colocar Win10 ele vai funcionar arratando-se….A dona não quer fazer upgrade de hardware e, como o Paulo comentou, linux não é uma opção.

      1. Se quiser instalar Windows 10, tenta isso:

        – Checa se a placa de vídeo aguenta DirectX 10 (que já ajuda a agilizar)
        – Faz um “Debloat” (desinstalar aplicativos pré-instalados)
        ** Pode ser usado o CCleaner para desinstalar Apps Microsot ou outro de sua preferência
        – Use o WinAero Tweaker para desativar telemetria, Cortana, fazer ajustes de velocidade, etc…
        – Cogite com a cliente trocar HDD por SSD e a memória por uma maior.

        O fórum do My Digital Life tem dicas para debloat melhorado do Windows 10. Vê lá. :)

        1. Não vale a pena o esforço.
          Não tinha nenhum documento pra fazer backup, então acho que ela usava só pra coisas muito básicas..
          Vai de Win7 mesmo.

          1. Se tá original e com atualização, pode ser que a qualquer momento pipoque o aviso de “FIM DE SUPORTE”.

            Alerte a ela sobre.

          2. Também acho que se precisa fazer uma dieta no sistema de fábrica, é porque o hardware não aguenta e por mais que se tire coisas, vai ficar uma bosta.

            Sei que isso contraria um pouco a mensagem do Capitão Caverna, mas se essa pessoa só faz uso básico, acredito que tudo pelo navegador, será que não vale a pena tentar configurar um Linux bem redondinho?

          3. @Ghedin. É como o Pilotti falou: além de ter uma curva de aprendizado diferente, o Linux exige adaptação do usuário para tal. Mesmo se for só para usar um navegador simples.

            Não duvide que um usuário empolgado com a velocidade no PC vai querer depois puxar uma música para jogar no celular (e se encasquetar) ou rodar vídeos em 1080p. Ou até mesmo se aventurar no LibreOffice.

            (galera já se atrapalha com as diferenças entre os offices)

    1. tenho escutado pouco podcast pois meu fone de ouvido sem fio fica travando quando o celular está no bolso (do nada isso)

      mas ouvi o opexcast sobre o último capítulo de one piece

    2. Rock gótico medievalesco tipo Faith and the Muse
      Podcasts:
      Pistolando
      Guilhotina
      Coemergência
      RdM
      Fronteiras invisíveis do futebol
      Chutando a escada
      Drunken Philosophy

    3. O pessoal do Pipoca e Nanquim voltaram com um novo episódio do podcast deles (Pipoca nas Infinitas Terras) e o episódio é bem legal! Até agora adorei todos os episódios lançados (só 4). Pra quem tá pensando q é só sobre quadrinhos está enganado. O primeiro episódio, por exemplo, é sobre um dia em q um dos participantes inventou de fazer um show do Charlie Brown Jr. e teve muitos perrengues kkkkk. Recomendo esse do show e o da mudança do interior pra capital.

    4. Semana passada vi aquela série documental Prohibition, do Ken Burns e da Lynn Novick, e depois já emendei Z: The beginning of everything, que conta a história da Zelda Sayre, esposa do F. Scott Fitzgerald (e que a Amazon fez o grande favor de cancelar após a primeira e única temporada), aí estou bem na vibe do jazz norte-americano dos anos 1920 via uma playlist aleatória do Apple Music.

      Coincidentemente, durante a leitura do Brasil: Uma biografia, livro da Lilia Schwarcz e Heloisa Starling, passei por um trecho em que elas falam do samba na era Vargas, nos anos 1930, encabeçada por Noel Rosa. Estava ouvindo algumas coisas e acabei parando e ouvindo bastante Aracy de Almeida.

    5. Ouvi os Podcasts rotineiros da semana – Foro de Teresina (meu xodó atual), Mangá², Frango Fino, Jogabilidade, Petit Jornal, Français Authentique e reply All. De música, só as minha tranqueiras de sempre, um pouco de Cássia Eller, Fresno e uma lista acústica do Spotify.

    6. Música:
      – Made in Heaven (albúm) – Queen
      Podcasts:
      – Salvo Melhor Juízo #93 – Revolução Judiciarista;
      – Command Line Heroes – Minicomputers: The Soul of an Old Machine;
      – Nerd Cast Speak English #23 – Incoerências de pronúncia;
      – Segunda Chamada (My News) – Glenn, Bolsonaro x Moro, a Economia ea Popularidade do Presidente e duelo na hora do divórcio;
      – Nerdcast 709 – Profissão Arquiteto;
      – Xadrez Verbal #220 – Plano de Paz Israel-Palestina;

    7. estava ouvindo e conhecendo mais sobre a billie eilish q não sabia q era tão famosa! e tb por conta de ter vindo a notícia de q o álbum dela, o ganhador do grammy, foi feito em home studio. fiquei impressionado, mas depois vi q a mixagem foi feita em outra lugar… aproveitei pra ouvir alguns podcasts de jogos pra ver as famosas listas de melhores do ano e década.

        1. Também não achei incrível, mas darei mais chances, afinal, é uma artista em formação (ela tem 18).

          Tem esse lance da idade mesmo (no nosso caso), da gente já ter preferências e elas tomarem muito espaço do q ouvimos e o novo acaba enfrentando barreiras. Mas vale a pena em muitos casos. Aproveito o fim do ano e algumas premiações pra ouvir álbuns indicados e lecionados como melhores e ouvir coisas q não conhecia. Depois dá uma espiada no podcast do Nexo, o “Escuta” (o mesmo q havia te indicado pra ouvir mais sobre a vanguarda paulista), pq eles fizeram uma lista bem diversificada e com bastante novidade interessante ali (a Billie está nela) . Tem o podcast e a playlist: https://open.spotify.com/playlist/6xTZ2Xf7vL6L1Z2dwzmwjF?si=545_bZpPRTC2iEbLO0o3Xg

          Vi tb q a cantora/incluencer é vegana. Tenho bastante receio de celebridades veganas, pq elas mudam conforme o vento sopra… Mas ela parece firme nisso, tem ensaiado algum ativismo até. E uma coisa q nos escapa: ela parece bem ligada à moda, faz umas paradas veganas na área tb (veganismo não tem relação só com comida) e essas coisas se passam muito no Instagram… ou seja, tô por fora.

        2. Meu irmão (21 anos) adora ela. E os amigos idem.
          Você (e eu) que é velho.

    8. Olha, preciso confessar que sou meio viciado em podcast: ouço no banho, na academia, no ônibus e nunca tem louça suja na pia pq sempre vou lá e coloco um podcast pra ouvir…haha
      Fui contar e vi que no meu agregador estou com 51 canais inscritos, sendo que a maioria eu ouço pelo menos um episódio por semana.
      Meu favorito atual é um sobre trilha sonoras de cinema, chamado “Papo de Trilha”. É muito bom pra entender o estilo de cada compositor desses mais famosos, tipo o John Williams, mas também pra conhecer trabalho de caras novos tipo o Mark Koven, que fez a trilha ótima do “O Farol”.

    9. Billie Eilish – Everything I Want no repeat nervoso do Youtube

      sei nem quem é, mas o youtube no icognito mandou essa e curti

      e ouvi retrospectiva do overloadr sobre melhor jogos de 2019 e da década

  12. um sujeito de pseudônimo Nonato Canivete (como o protagonista do filme “Estômago”) me mandou um abraço no último post livre e eu só vi após o post fechar.

    um abraço pra você também, Nonato, e capricha nesse alecrim (quem viu o filme vai entender).

  13. A tampa do meu notebook não está fechando completamente. (MacBook Pro de 13″, early 2015.) Fica uma fresta pequena, mas perceptível, e depois de alguns minutos ela some sozinha.

    Alguém tem ideia do que possa ser?

    1. Tem algo na dobradiça que pode estar segurando / retendo, pois do jeito que falou, se fica um espaço que some depois de um tempo, é tipo o peso atuando para fechar o equipamento para assentar.

    2. Bateria inchada?

      O meu notebook, um MacBook Pro 15” 2017, teve esse problema e não fechava direito. Além disso, ficou meio abaulado embaixo também.

      1. Bem possível também. Mas Macs modernos tem estes problemas de bateria inchar?

      2. Problema recorrente em Macs.

        Uma amiga minha teve um MB dos brancos ainda e deu esse problema. Comprou outro MB e 2 anos depois, bateria inchada de novo.

        1. Nunca entendi porque só em Macs independente do modelo, mas pelo menos trocaram de graça mesmo (bem) fora da garantia.

          1. De graça, sério? Passou pela minha cabeça que pudesse ser bateria, mas acho que estava em fase de negação pensando na grana que consertar isso iria custar.

          2. Sim, mas acredito que facilitou porque é um MacBook com teclado borboleta com recall aberto. Ao trocar o teclado, eles trocam toda a parte superior (teclado, bateria e speaker), então provavelmente a assistência aproveitou a deixa.

            Inclusive, meu speaker tinha estourado, mas nunca quis ver isso….acabou sendo arrumado também.

          3. O sistema de refrigeração deles?

            Realmente não sei e a Apple não é muito dada a abrir a “caixa preta” dos problemas mais comuns que ocorrem com os MB. Tem que ser coisa grande, como aquela GPU (acho que da nVidia) que detonava a tela ou o teclado borboleta.

      3. Pode ser que seja isso mesmo. Meu MBP 15″ Mid 2015 teve a bateria inchada, então ficava folgado nas pontas da tela e encostava mais na parte do trackpad. Ele também não ficava muito bem na mesa, arrastando a carcaça de alumínio em vez dos pés emborrachados. Comprei uma bateria no eBay e fiz a troca seguindo o tutorial do iFixit. Tirando o fato de não ter primeiro conectado a bateria nova antes de posicioná-la, o que me fez colá-la numa posição não tão perfeita e forçar um pouco o conector, deu tudo certo.

        1. Ah, e esqueci de dizer que, apesar do meu medo de a bateria inchada ter deformado permanentemente a carcaça, felizmente tudo voltou ao normal com a troca da bateria. A tela voltou a fechar perfeitamente e a carcaça parou de arrastar na mesa.

  14. Queria deixar aqui minha admiração e agradecimento ao novo modelo do MdU.

    ..só isso mesmo kk

    1. Aê, obrigado por esse comentário! Do lado de cá, também gostei muito do processo e dos resultados das duas primeiras edições. Ainda é cedo para uma avaliação mais aprofundada, mas o começo é promissor.

  15. Nesse novo modelo do manual, por que o post livre não fica aberto durante toda a edição?

    Algum motivo pra fechar no domingo?

    1. Acho que esse respiro de alguns dias é saudável. Às vezes para refrescar uma discussão mais acalorada, em outras, para acumularmos assuntos a serem debatidos no próximo. Vejo o intervalo como uma espécie de descompressão. Sei lá, para mim funciona bem, porque nos dias de post livre fico muito atento às discussões, acompanho tudo, às vezes até em horários impróprios tipo antes de deitar-me à noite, haha!

      E tem o grupo do Telegram também, que acaba funcionando em dobradinha com o post livre. Se mantivermos o post livre aberto sempre, o grupo meio que perde a razão de existir.

      1. concordo, sempre digo que essa ritualização da pausa e do recomeço me lembra a web pré-smartphones (que, sem qualquer romantismo, era bem mais saudável)

          1. Faz sentido. Estou no grupo dos assinantes Telegram também, então sempre temos algum assunto rolando.

            Esse modelo novo ficou muito legal mesmo.

  16. Toc! Toc! licença? (Limpando os pés)

    Acabou de passar uma chuva com ventania aqui (grande sp).

    Uso de vez em quando o aplicativo MapSAT para ver o radar meteorológico. Pena que no meu caso chegou atrasado 10 minutos a imagem de proximidade de tempo.

  17. Que ferramenta vocês usam ou já usaram para marcar ponto? Trabalho em um lugar com horário flexível e não tem ponto, mas gostaria de manter registro já que, quando se faz hora extra queria ter um histórico para apresentar.

    1. Uma agenda simples serve. Mas se quer tipo “validar”, use alguma agenda que pegue o horário e crie um evento na entrada e um na saida.

    2. Se você não bate ponto, a gerência não deveria aceitar que você saia mais cedo depois de sair mais tarde?

      1. Sim, mas existem projetos que hora extra é liberada e nesses casos eu tenho que presentar meu banco de horas podendo assim, usar para estender minhas férias por exemplo ou emendar algum feriado. Mas é ruim ficar marcando de forma aleatória e por isso queria uma plataforma para gerenciar e quanto possível, extrair só o que tenho de hora extra.

        1. Entendo. Deve ter algum app que faz isso, mas como eu sou inútil eu não conheço. Mas, sinceramente, é mais fácil a empresa ter uma planilha interna ou alguma SW de ponto.

          Eu só trabalhei batendo ponto uma vez na vida e, justamente, tinha o relógio ponto nas entradas da empresa. Acho que ainda é o melhor meio de se confirmar as horas em empresas privada.

          1. Onde eu trabalho têm o ponto eletronico e quando algum funcionário faz hora extra ele marca numa folha separada.
            Então como você comentou, o ideal pra ele seria uma planilha para controlar isso.

    3. Aqui o ponto é um site na intranet que a gente acessa com usuário e senha (nada seguro e passível de fraude).

    4. olha, o melhor lugar pra exigir ponto eletrônico é justamente em espaços de trabalho com jornada flexível

    5. Quanto trabalhava em escritório, cada um tinha uma planilha no Sheets, compartilhada com a gerência. Mas lá eles eram flexíveis com o horário, e a planilha servia mais pra ter uma noção de hora extra e do tempo gasto em cada projeto.

    6. uma planilha q o rh deu.
      acho muito pouco prático.
      antes tinha controle pela porta de acesso por digital, mas acho q não estava dando muito certo e vieram com planilhas…
      não gosto dessa burocracia de ter q preenchê-las. me aborrece demais…
      as horas extras viram banco e horas…

    7. Uso um aplicativo que se chama Ponto Fácil. Tem versões para Android e IOS. Supre minha necessidade de controle de ponto.

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