Ícones do Super Mario Bros.

Adoráveis esses ícones quadrados baseados no universo de Super Mario Bros. O formato é o usado pelo macOS pós-Big Sur — não sei para quê usaria um desses, mas… legais, né? / lmnt.me

Adoráveis esses ícones quadrados baseados no universo de Super Mario Bros. O formato é o usado pelo macOS pós-Big Sur — não sei para quê usaria um desses, mas… legais, né? / lmnt.me
Um estudo da Universidade de Sydney descobriu que trabalhar de pé não traz benefícios cardiovasculares e, pior, aumenta os riscos de problemas circulatórios. / sydney.edu.au (em inglês)
Passar o dia sentado tampouco ajuda, alertam os pesquisadores. Fora os comumente associados ao sedentarismo, descobri que existem problemas específicos da região glútea, como a “síndrome do bumbum morto”. / folha.uol.com.br
Os pesquisadores australianos — que descobriram que ficar o tempo todo de pé não é saudável — alertam para o real vilão: o sedentarismo.
Para quem passa o dia sentado na frente do computador, fazer pequenas pausas, caminhadas, descer e subir escadas mitigam os malefícios do sedentarismo. Em uma pesquisa anterior, o dr. Matthew Ahmadi, que liderou o estudo, descobriu que 6 minutos de exercícios intensos ou 30 minutos de moderados para intensos por dia diminui os riscos de doenças cardíacas mesmo em pessoas que passam mais de 11 horas diárias sentadas. / url.au.m.mimecastprotect.com (em inglês)
Após três anos fechado para novas contas gratuitas, o Write.as voltou a oferecê-las nesta sexta (18). O serviço é a instância principal do WriteFreely, um sistema de blogs de código aberto compatível com o protocolo ActivityPub. É dos mais simples — não substitui um WordPress da vida —, mas bom o bastante para quem só quer um espaço na web sem anúncios para escrever vez ou outra. / write.as (em inglês)
Os únicos pré-requisitos para usar o Write.as/WriteFreely são entender alguns termos em inglês, para navegar pela interface, e Markdown para formatar os posts — o editor visual é restrito aos planos pagos.
Números que ajudam a colocar em perspectiva o tamanho do setor de tecnologia — em vários sentidos.
A Aliança FIDO está trabalhando em uma especificação para padronizar a transferência chaves-senhas (passkeys) entre apps/plataformas. No anúncio, revelou que 12 bilhões de contas digitais já podem ser acessadas por elas. / fidoalliance.org (em inglês)
O Bluesky ganhou mais de 1,2 milhão de novos usuários em dois dias após o X de Elon Musk avisar que o bloqueio não impedirá mais alguém de ver as postagens de perfis públicos e alterar os termos de uso na maciota para treinar inteligências artificiais com o conteúdo da plataforma. É como alguém disse por lá: o Bluesky é engraçado porque é a única plataforma cujo crescimento está condicionado ao ódio coletivo contra uma pessoa. / @bsky.app/Bluesky (em inglês)
Atualizações de apps importantes e novidades que podem ganhar um espaço no celular ou computador.
Fossify Launcher: Um “lançador” para Android do sucessor espiritual do finado Simple Mobile Tools. Parece bem simples (e talvez ainda um pouco cru), como todos os apps do projeto. / Android / github.com/FossifyOrg (em inglês)
Infuse 8: Um dos melhores softwares de “media center” para plataformas Apple, o Infuse ganhou um novo visual e compatibilidade com o Vision Pro. / iOS, macOS, tvOS, visionOS / firecore.com (em inglês)
Inkscape 1.4: Um punhado de novidades, todas explicadas e ilustradas no anúncio oficial, focadas em acessibilidade e personalização. / Linux, macOS, Windows / inkscape.org (em inglês)
Obsidian 1.7: As “novidades reluzentes” da versão são a introdução de um histórico no Obsidian Sync e a edição de pré-visualizações de páginas. Há uma lista enorme de melhorias. Destaque para a velocidade de abertura e uso de memória. / Android, iOS, Linux, macOS, Windows / obsidian.md (em inglês)
Pageboy: Um gerador de sites estáticos que não depende da linha de comando nem de um sistema de templates. Legal! Custa US$ 13. / macOS / pageboy.app
Photomator 3.4: Atualização do editor de fotos do Pixelmator foca em novas ferramentas para organização. / iOS, macOS / pixelmator.com (em inglês)
Threads: Por algum motivo que só deve fazer sentido dentro da Meta, o Threads agora conta com um indicador que denuncia quando o usuário está online. / Android, iOS, Web / @mosseri@threads.net (em inglês)
TickTick 7.4: O app de listas de tarefas ganhou uma nova visualização semanal. Lembra alternativas mais simples, como TeuxDeux e Tweek. / Android, iOS / youtube.com/@GetTickTick (em inglês)
Papéis de parede bonitos da Microsoft
A linguagem visual da Microsoft sempre foi… controversa. Nos últimos anos, porém, a empresa aprendeu a fazer vídeos legais e tal talento se reflete nesta coleção de papéis de parede bonitões. Até o Clippy saiu bem na foto — digo, no papel de parede (“Nostalgic Scenes”). / microsoft.design
Que é difícil combater problemas sistêmicos com ações individuais, nós já sabemos. Isso não significa, porém, que pequenas atitudes simples e, por vezes, benéficas ao indivíduo devam ser ignoradas.
Nesta quarta (16), Cory Doctorow escreveu em seu blog que “você deveria usar um leitor de RSS”. Você deveria mesmo! Digo isso desde antes do finado Google Reader surgir e continuo, a exemplo do Cory, repetindo sempre que posso.
É bem provável que você já use, de uma forma ou de outra, feeds estruturados do tipo RSS1. Quem ouve podcasts, por exemplo, depende desses feeds. É graças a eles que os apps ficam sabendo de novos episódios e conseguem baixá-los sozinhos.

Uma gracinha a pelúcia do mascote do Mastodon. Por ora, à venda apenas na Europa por € 39,99 (~R$ 245). Quem comprou está compartilhando fotos no Mastodon com a hashtag #plushtodon. Esta acima é do Eugen Rochko, fundador do projeto. / shop.joinmastodon.org
Nesta seção, leitores do Manual mostram suas mesas (e o que tem em cima delas), explicam o que usam e como, e nessa todo mundo aprende alguma coisa nova. Veja outras mesas e, se puder, envie a sua.
Sou o André. Moro em Portugal há 3 anos, atualmente numa cidadezinha chamada Ovar.
Trabalho com TI há mais de 20 anos. Já fui programador, suporte, gestor e agora novamente programador. Trabalho com Python e alguma coisa em Vue.js (mas não sou fã de desenvolver front-end!), prestando serviço para uma empresa alemã como terceirizado a partir de uma empresa portuguesa. Apesar de disso, não sou o típico “nerd”. Não gosto de filmes de heróis, não gosto de ficção científica, não jogo jogos eletrônicos (meu último vídeo game foi um saudoso Nintendo 64) e não gosto de café. Estou trabalhando apenas remotamente, mas como eu “não sou todo mundo” (MÃE, Minha), preferia a época que eu podia ir para o escritório de vez em quando. Sei lá, sinto falta das conversas, das pessoas…
No meu cantinho, que fica num dos três quartos do apartamento que eu moro, é onde passo boa parte dos dias da semana. (No fim de semana em geral só passo por ele para ir para o terraço e o anexo, que é onde gostamos de fazer churrasco, jogar jogos de tabuleiro ou só tomar umas cervejas ou vinhos.) Investi pouco nele, o suficiente para me manter com um mínimo de conforto. Na mesa, que hoje está bem organizada, você vai ver:
É sempre bom ouvir um executivo que abre números. É o caso desta entrevista com Luis von Ahn, fundador e CEO do Duolingo, a Nilay Patel no podcast Decoder.
Separei alguns destaques da conversa, começando pelos referidos números que chamaram a minha atenção:
Outras curiosidades:
A conversa também passou pelo uso de IA generativa no ensino de idiomas. Luis diz que, embora as pessoas manifestem o desejo de treinar o idioma com outros seres humanos, na prática poucos querem isso por vergonha/timidez.
É aí que entram os grandes modelos de linguagem (LLMs), recurso do Duolingo Max, uma assinatura mais cara do serviço.
Os principais problemas dos LLMs, como a tendência a inventar coisas — que arruina sua aplicação em cenários onde precisão é imprescindível —, são ignoráveis na prática da conversação. Se uma personagem do Duolingo inventar alguma coisa durante uma conversa, não há prejuízo ao estudante porque o assunto é só uma desculpa para praticar o idioma.
Há outros bons momentos na conversa, como o foco quase obsessivo do Duolingo com design, a mensuração (meio furada) que atesta que a metodologia funciona e as motivações por trás da gamificação e dos apelos do mascote para que os usuários mantenham a sequência. Se o seu inglês estiver em dia, vale a audição. / theverge.com (em inglês)

Uma bolsa-carteiro inspirada no ícone do WinRAR. Feita sob demanda em uma campanha (já encerrada), sai por € 137,63 (~R$ 850). Seria um caso de “app vestível”? / in.tern.et
A Amazon, enfim, vai lançar um Kindle com tela colorida. O dispositivo, parte da linha totalmente renovada, vazou no site espanhol da loja. Tem previsão de lançamento para 30/10, por US$ 279,99 lá fora, ou 154,5% mais caro que o Kindle básico. Será que ver as capas dos livros e grifos em cores vale essa diferença? / theverge.com (em inglês)
Dois trechos do do The Verge, assinado por David Pierce:
Em uma breve demonstração no evento de lançamento da Amazon, fiquei impressionado com a tela do Colorsoft. Não é uma tela de iPad, mas é nítida e brilhante o suficiente para fazer HQs se destacarem sem ficarem tão saturadas. A desvantagem mais óbvia é que, quando há uma imagem colorida na página, a tela pisca por inteiro quando você vira a página; [o responsável pelo Kindle na Amazon, Kevin] Keith diz que isso só acontece quando há uma imagem grande o bastante na tela, mas aconteceu comigo mesmo com algumas imagens bem pequenas. Mas essas imagens parecem boas!
E:
A maior vantagem de uma tela colorida até agora é que ela deixa a interface um pouco mais agradável. Sua tela inicial e biblioteca ficam melhores para navegar, agora que você pode ver as capas dos seus livros em cores. Também é um grande salto para a tela de bloqueio, que agora apresenta imagens de espera muito mais vibrantes enquanto [o Kindle] repousa em sua mesa de cabeceira. (Keith acha que uma galera “aesthetics” do BookTok vai adorar a tela colorida.) A única função realmente específica das cores é que agora você pode fazer destaques coloridos e depois procurá-los por cor no aplicativo Kindle no celular.
A propósito, a Apple atualizou o iPad mini com duas novas cores, 128 GB no modelo de entrada e um chip A17 Pro. Ainda não tem data de lançamento no Brasil, mas já tem preço sugerido: a partir de R$ 6 mil. / apple.com
— Ryan Broderick.
Bom resumo — ainda que meio cínico — do que a inteligência artificial generativa, e talvez num geral, representa de fato.
O comentário foi feito em um texto sobre os robôs Optimus, da Tesla, mostrados na última quinta (10), desta vez controlados remotamente por seres humanos. / garbageday.email (em inglês)
O Manual do Usuário sempre refletiu o que acontece comigo fora da internet.
O site surgiu, no final de 2013, como a antítese do ritmo acelerado do Gizmodo, onde eu era repórter na época. Daí o “slow web” e tudo mais.
Durante o curso de comunicação (2013–2016), as influências de lá se manifestaram na linha editorial, com tentativas — algumas ok, outras meio nada a ver — de análises que se pretendiam acadêmicas.
A partir de 2017 e já em Curitiba, veio a fase concomitante e pós-Gazeta do Povo, quando pesei na carga político-ideológica1 em uma espécie de resposta imunológica ao ambiente micro (redação) e macro (Brasil) onde me vi. Sinto que ela se encerrou nas eleições de 2022, quando declarei meu voto aqui.
Faz alguns meses que me dei conta de que estou numa espécie de ressaca desde então. Ressaca de 2022 e dos anos anteriores.
Alarmo, o relógio-despertador da Nintendo
A Nintendo lançou o Alarmo, um relógio-despertador de cabeceira com sensor de movimentos e cinco temas baseados em suas franquias, como Mario e Zelda. (E a promessa de atualizações gratuitas no futuro.) O sensor funciona como uma espécie de “adiar” sem sair da cama, mas só funciona para quem dorme sozinho. Lá fora, por US$ 99,99 (~R$ 560). / nintendo.com, youtube.com (ambos em inglês)