O LastPass sofreu outra invasão — a segunda em 2022. De acordo com a empresa, os invasores usaram informações obtidas no ataque anterior, de agosto, para acessar uma nuvem de terceiros usada pela empresa e conseguirem informações dos clientes/usuários. As senhas armazenadas no serviço, que são criptografadas, não foram afetadas.
Desde 2015, somente em dois anos (2018 e 2020) o LastPass não foi alvo de ataques ou apresentou falhas de segurança. Para um serviço que gerencia senhas, é um histórico ruim, ainda que, segundo a empresa, em nenhum momento as senhas em si tenham sido afetadas. Fica difícil confiar.
Felizmente, existem alternativas melhores no mercado, como 1Password, Bitwarden e KeePassXC — os dois últimos, gratuitos e de código aberto. Se você é um dos 33 milhões de usuários que o LastPass alega ter, talvez seja boa ideia começar a planejar uma migração. Via LastPass (em inglês).