A tela Nxtpaper 4.0 da TCL: É igual à E-Ink do Kindle?

Fazia um tempo que estava intrigado com a tecnologia Nxtpaper, da TCL, que promete ser o elo perdido entre as telas convencionais (LCD) de tablets e celulares e a E-Ink, que não dependem de luz, presente em leitores digitais como o Kindle.

Comprei o tablet Nxtpaper 11 gen. 2 para ver com meus próprios olhos essa tela. E… bem, assista ao vídeo!

Links citados:

Se preferir, veja no YouTube.

O primeiro Oscar para o Brasil, com Ainda estou aqui na categoria de melhor filme estrangeiro, não foi o único ineditismo na premiação deste ano. A vitória de Flow como melhor animação foi, também, a vitória do software livre: o longa foi feito inteiramente no Blender.

O diretor de Flow, o letão Gints Zilbalodis, agradeceu ao Blender em seu discurso após receber a estatueta e deu mais detalhes do software na entrevista após a premiação, no vídeo acima.

Flow também foi o primeiro filme da Letônia e a primeira animação independente a levar o Oscar.

Transcrição traduzida da entrevista:

Pergunta: Quando você recebeu o prêmio, agradeceu ao Blender logo de cara. Poderia falar um pouco da ferramenta que usou, como a usou e como ela te ajudou a tornar esse filme possível? E o que significa para a animação daqui em diante?

Gints Zilbalodis: O Blender é um software livre e de código aberto, o que significa que todo mundo tem acesso a ele, Então qualquer criança agora tem ferramentas que agora são usadas para fazer um ganhador do Oscar. Acho que veremos todos os tipos de filmes empolgantes serem feitos, por crianças que não tinham a oportunidade de fazê-lo antes.

É uma ferramenta ótima, não foi uma desvantagem de maneira agora, é tão boa quanto qualquer outra, e vamos usá-lo também em meu próximo filme.

Relacionado: uma entrevista longa, por escrito e anterior à cerimônia, que Gints Zilbalodis concedeu ao pessoal do Blender.

Via @blender@mastodon.social (em inglês).

Maus-tratos ao Kindle e a iPhones 

Toda fabricante de gadgets tem uma “câmara de tortura” para testar a durabilidade deles. A Amazon abriu as portas da sua para mostrar os maus-tratos que o Kindle sofre para garantir que ele fique inteiro tanto quanto possível.

Algumas semanas atrás, a Apple abriu as portas da sua ao youtuber Marques Brownlee para mostrar os testes com iPhones.

Cinco minutos de tecnologias retrô em animes dos anos 1980 e 1990.

https://www.youtube.com/watch?v=ntjkwIXWtrc&t=3s

Causou estranheza e reações exageradas nas redes sociais (perdão pelo pleonasmo) o comercial “Crush!”, da Apple, para o novo iPad Pro.

O conceito é óbvio — o iPad substitui esse monte de objetos e produtos da criatividade humana —, mas a execução… O comercial sintetiza o “ethos” do Vale do Silício, de esmagar e pasteurizar tudo e todos que suas empresas de tecnologia tocam.

Pior: era só tocar o vídeo ao contrário para consertar o comercial.

Encerramento do podcast e dos vídeos

O podcast do Manual do Usuário precede o site. Ao longo desses quase 12 anos, houve momentos em que ele ficou hibernado, mas nunca foi encerrado.

Faz mais de uma década que eu tenho um podcast. E mesmo com as mudanças no mercado e a popularidade do formato na pandemia, o meu se manteve… estagnado.

(mais…)

A OpenAI revelou — com vários clipes — a Sora, sua nova IA que produz vídeos de até 1min a partir de enunciados. São surpreendentes. Fiquei pensando em quais os casos de uso possíveis. Por que alguém iria querer forjar vídeos, fora para fins de entretenimento (cinema/ficção)? Uma hipótese é porque tudo é entretenimento, como já alertava Neil Postman nos anos 1980. Alguém tem outra hipótese?

Uma alternativa ao YouTube

Foto em close do logo do YouTube no site, com a moldura da tela do notebook visível.

Em dezembro de 2020, quando pensava o próximo ano do Manual do Usuário, decidi que faria vídeos. É um formato popular, acessível e, imaginava, com potencial para alcançar um público maior, que talvez não conheceria o meu trabalho de outra forma. No meio do caminho, porém, havia um obstáculo: o YouTube.

(mais…)

A Sony revelou, em um vídeo de 11 minutos, a interface do PlayStation 5. O último video game que eu tive foi o Xbox 360, e já naquela época achava o painel muito burocrático. Esse é ainda mais. E extremamente verticalizado — tem notícias, tutoriais em vídeo (só para pagantes da PS Plus) e incentivos pesados para interação (PiP de gameplay de amigos?). Acho que estou ficando velho para essas coisas. Via YouTube, em inglês.