Cinco minutos de tecnologias retrô em animes dos anos 1980 e 1990.

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3 comentários

  1. A tangibilidade das mídias mecânicas é algo sem igual.

    Gostava muito de operar o videocassete de 4 cabeças, programando para gravar programas de diferentes canais, que passavam quando eu não estava em casa (Homem Aranha e Fly) ou quando estava dormindo (lembro até hoje de um filme bem desconhecido do Kevin Bacon e Lawrence Fishbourne chamado “Quicksilver”, que passou no Corujão).

    Lembro de um recurso muito futurista à época: mesmo que um filme fosse gravado continuamente, era possível criar índices (capítulos) para acesso rápido depois (acho que o videocassete fazia uma marca na fita sem comprometer o aúdio ou imagem da gravação).

    E, realmente, o MD é algo fascinante. Nunca vi de perto, mas gostava muito de seu conceito.

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