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A Samsung colocou o Galaxy Z Fold 2 5G, segunda geração do seu celular com tela dobrável que vira um tablet quando desdobrado, em pré-venda no Brasil. Custa R$ 14 mil. Além do celular, o comprador leva de brindes um par de Galaxy Buds (R$ 1,3 mil no varejo) e um relógio Galaxy Watch 3 (R$ 3 mil), acesso a suporte personalizado 24/7 e uma troca gratuita de tela (tem que pagar uma franquia de R$ 800; o reparo em “avaria na tela” do Z Fold original, fora da garantia, tem preço de tabela de R$ 4.866). O lançamento é no dia 13 de novembro. Via Samsung.

Kun-hee assumiu a Samsung no final dos anos 1980, herdando o cargo de seu pai. Em 1993, iniciou uma reviravolta na empresa que a transformou no titã global que é hoje, responsável por 20% do PIB sul-coreano. Pelo caminho, teve condenações por suborno e sonegação fiscal. Em 2014, Kun-hee sofreu um infarto que o incapacitou para as atividades do dia a dia; desde então, seu filho Jay Y. Lee tem liderado o conglomerado.

alguma apreensão sobre a herança deixada por Kun-hee (de 50–65%), que deverá render alguns bilhões de dólares ao governo da Coreia do Sul. Esse imposto sobre a herança e o papel da Samsung na economia do país são tão relevantes que havia até uma teoria da conspiração acerca da saúde de Kun-hee. O cargo deverá ser ocupado por Jay Y. Lee, mantendo a tradição dos chaebols do país, um tipo de conglomerado empresarial de grande porte, mas controlado por uma família. Via Folha, The Verge (em inglês).

Como as multibilionárias empresas de tecnologia usam seu poder para influenciar jornalistas, blogueiros e youtubers

Em 2005, críticos culturais de revistas e jornais brasileiros receberam um iPod Shuffle da assessoria de imprensa da Maria Rita contendo as faixas do segundo álbum da cantora. A história acabou saindo em uma nota não assinada da revista Veja. Virou um escândalo. Luís Antônio Giron, da revista Época, sentiu-se na obrigação de se defender da acusação, implícita na revista concorrente, de que o mimo de R$ 5901 o teria corrompido e a seus colegas. O escândalo do mensalão no governo Lula havia estourado poucos meses antes, daí que o caso do iPod acabou batizado e conhecido no meio como o “mensalinho da Maria Rita”.

Em 2020, iPod é pouco perto das benesses que empresas de tecnologia multibilionárias oferecem a jornalistas, blogueiros e youtubers, gerando relações de poder que, em última análise, comprometem a confiança na cobertura que a imprensa faz dessas mesmas empresas.

Por quase dois meses, o Manual do Usuário conversou com 11 jornalistas (de veículos tradicionais e independentes) e youtubers, no Brasil e nos Estados Unidos, para entender como empresas como Samsung, Apple e Asus usam seu poderio econômico para tentar ganhar a boa vontade da imprensa.

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Mi MIX Alpha, Galaxy Fold e o paradoxo do consumo de produtos de massa como fator de distinção

Olhe para o seu celular. Ele não é muito diferente do primeiro iPhone de 2007, o aparelho que inaugurou a era dos celulares modernos, ou smartphones. Ambos têm formato retangular, uma tela na frente, câmera atrás e no meio uma placa com alguns chips e uma bateria enorme.

A curva de inovação da indústria perfaz um “S”: começa lentamente, depois passa por um ciclo de desenvolvimento acelerado e, por fim, volta à lentidão. Na dos celulares, esse processo foi muito rápido, em velocidade condizente à sua popularidade inédita na história e aos saltos evolucionários gigantescos obtidos entre uma geração e outra. Em nenhum momento, porém, as mudanças atingiram aquele formato básico de “sanduíche de chips e bateria”. É raro, mas às vezes se acerta de primeira.

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Do Galaxy J aos novos Galaxy A: a evolução do smartphone intermediário da Samsung

por Manual do Usuário

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Não é exagero dizer que a linha Galaxy J, da Samsung, é um grande sucesso da empresa sul-coreana. Em 2017, no Brasil, os incontáveis aparelhos da linha venderam 20 milhões de unidades, o que correspondeu a 42% dos smartphones vendidos no país. Os dados são da consultoria IDC. Apesar do bom desempenho, em 2019 a Samsung revitalizou a linha Galaxy A e lançou a Galaxy M, vendida exclusivamente via internet, a fim de substituir a Galaxy J. Diz o velho ditado que “em time que está ganhando, não se mexe”, mas o exemplo da Samsung mostra que se mexe no time sim se o placar estiver apertado do outro lado do mundo.

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Os melhores celulares deixaram de ser os mais caros

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As apresentações públicas de novos produtos de tecnologia seguem um roteiro manjado. Os apresentadores, geralmente executivos da empresa, começam exibindo números positivos e/ou falando de alguma iniciativa que supostamente faz bem ao planeta. Depois, lançam um problema que, sem surpresa, o produto que será revelado dali a pouco consegue sanar. No clímax, entra um vídeo pomposo e, tcharam!, eis que aparece o melhor produto de todos os tempos — até a sua atualização ser anunciada no ano seguinte.

Essas apresentações acontecem em grandes centros de convenções ou em teatros imponentes, com uma importância insuflada que talvez a revelação do Santo Graal teria se descoberto. Alguém desavisado pode achar, pela circunstância e roteiro, que de fato o mítico cálice usado por Jesus Cristo na Última Ceia está ali, só que na forma de um pedaço de metal, vidro e placas de circuito que promete resolver todos os seus problemas.

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Celulares com telas dobráveis estão chegando. O que eu ganho com eles?

A Samsung anunciou nesta quarta-feira (20) a tradicional renovação anual do seu celular topo de linha, o Galaxy S10. Mas, ao contrário dos anos anteriores, desta vez outro modelo se destacou: o Galaxy Fold, primeiro da marca com tela dobrável. De repente, toda a indústria parece estar se movimentando no sentido de tornar realidade celulares com telas que dobram ao meio. Por quê? E quem pediu por isso? Conversei com alguns especialista para entender a nova tendência.

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O detalhe que a Samsung não conseguiu copiar da Apple

Afirmar que a Samsung copia a Apple, hoje, exige algum esforço de quem a profere para não enrubescer. É verdade que, nesta quinta-feira (9), os sul-coreanos replicaram até o mistério (nada de data de lançamento ou preço) ao anunciarem o Galaxy Home, sua versão do HomePod da Apple com inteligência artificial da casa (a Bixby, caso lhe escape o nome), mas há tempos a empresa se destaca por designs originais e iniciativas que pouco têm a ver com o modo Apple de se criar e vender gadgets. (mais…)

Preciso me preocupar com vírus e invasões em Smart TVs?

Em 2016, as Smart TVs se tornaram o tipo de TV mais vendido no Brasil. Conectadas à internet, elas facilitam o acesso a serviços de streaming (Amazon Prime Video, Netflix e YouTube, por exemplo), dispensando acessórios extras como Apple TV e Chromecast. O novo universo aberto pela internet trouxe mais do que o conteúdo sob demanda. De carona, vieram as ameaças típicas de outros dispositivos conectados, como smartphones e computadores. É preciso se preocupar com invasões e vírus na TV? (mais…)

Sem surpresas, o Galaxy S9 é um ótimo smartphone

Usar o Galaxy S9 por duas semanas ratificou uma impressão que sempre tive: é fácil escolher e avaliar smartphones topos de linha. Os desafios desse tipo de análise se resumem a encontrar algum ponto fraco inesperado (raro, mas acontece; vide a posição do leitor de digitais do S8) e justificar o valor, invariavelmente alto. (mais…)