Navegador do DuckDuckGo ganha sincronia e backup de favoritos e senhas

Ícone do DuckDuckGo, um pato de gravata borboleta verde contra fundo vermelho.

O navegador do DuckDuckGo ganhou um recurso imprescindível nesta quarta (14): sincronia e backup de favoritos, senhas e configurações da proteção de e-mail.

No anúncio, a empresa diz que a sua solução dispensa a criação de contas e que todos os dados são criptografados de ponta a ponta.

A conexão entre dispositivos feita por QR codes e códigos alfanuméricos. Nas configurações do navegador, é possível gerenciar os dispositivos sincronizados.

Um detalhe importante: ao sincronizar/fazer backup dos seus dados, o navegador do DuckDuckGo gera um código de recuperação em um arquivo PDF. Caso perca o acesso aos dispositivos sincronizados, esse código é a única maneira de recuperar seus dados.

O navegador do DuckDuckGo tem bloqueador de anúncios nativo, uma ferramenta de consentimento automático para cookies e outros recursos de privacidade. Ele usa o motor de renderização padrão de cada sistema operacional onde está disponível.

DuckDuckGo Browser / Android, iOS, macOS e Windows / Gratuito

Superlist, o sucessor espiritual do Wunderlist para listas de tarefas

Ícone do Superlist: um “S” vermelho em relevo.

Muita gente se lembra (e lamenta o fim) do Wunderlist, um aplicativo de listas de tarefas que acabou comprado e encerrado pela Microsoft.

Em 2020, quando o Wunderlist bateu as botas, Christian Reber, um dos criadores do app, anunciou o Superlist, “uma renovada abordagem de produtividade turbinada para equipes”.

Quatro anos depois, o Superlist finalmente está disponível para todos.

A exemplo do Wunderlist, o Superlist tem um visual bem bacana, moderno, com linhas e animações bonitas.

As listas podem receber anotações, imagens e há integração com serviços externos, como GitHub, Figma, Notion e muitos outros.

O Superlist é apresentado como “a casa de todas as suas listas”, de projetos em uma empresa à lista de compras do mercado. Existem dois planos gratuitos e dois pagos, para indivíduos e empresas, e é possível alternar entre eles com um clique.

Superlist / Android, iOS, macOS e web / Freemium

Firefox Focus, uma alternativa mais saudável às pesquisas rápidas do Arc Search

Ícone do Firefox Focus: silhueta de raposa de fogo envolvendo um globo, com cores negativas (em relação ao ícone padrão do Firefox).

A The Browser Company fez (mais) barulho há poucos dias com o lançamento do Arc Search, um navegador web reimaginado para celulares.

Um dos seus destaques é o acesso rápido à busca: ao abrir o aplicativo (disponível apenas para iOS), a pessoa é recepcionada por um campo de busca e o teclado já expandido.

Eu já tinha visto isso em algum lugar… lembrei! Foi no Firefox Focus, um app lançado pela Mozilla em 2015.

Pode-se dizer que o Firefox Focus é um app complementar ao Firefox convencional. É para consultas rápidas e despreocupadas; nada do que é pesquisado ali fica salvo em históricos e coisas do tipo. Com um toque (ou com o tempo), todo o histórico recente é esquecido.

Outra característica bacana é a proteção contra rastreamento e anúncios invasivos, mais potente que a (já excelente) do Firefox convencional. Dá até para bloquear o carregamento de fontes externas.

O Firefox Focus não tem a inteligência artificial do Arc Search, que “lê” seis páginas do termo pesquisado e constrói uma (supostamente) melhor, mas tem três duas vantagens em relação a esse:

  1. A já mencionado proteção contra rastreamento/bloqueador de anúncios invasivos;
  2. Versão para Android; e
  3. Opções de buscadores alternativos (no Arc Search, é Google ou Google).

Atualização (12h26): Desde a versão 1.0.1, o Arc Search permite alterar o buscador padrão. As opções são limitadas, porém. (Obrigado pelo aviso, Martinatti!)

Firefox Focus / Android, iOS / Gratuito

Super Mario Run, o jogo mais subestimado da história da Nintendo?

por Fabio Bracht

Rosto do Mario, personagem da Nintendo, dentro de um ícone com fundo vermelho.

Eu sei, eu sei. Semana passada eu prometi que a Jogos integrais recomendaria jogos bacanas e saudáveis que talvez você não conhecesse. E agora eu estou aqui recomendando um jogo que basicamente todo mundo já ouviu falar.

O lance é que, apesar de ter tido um lançamento bastante popular em termos de mídia (foi, afinal, o primeiro jogo que a Nintendo lançou em uma plataforma de terceiros em toda a sua longa história), Super Mario Run passou batidíssimo por uma enorme parte das pessoas por uma questão controversa.

(mais…)

O iOS 17.3, lançado nesta segunda (22), traz a Proteção de Dispositivo Roubado, uma opção que gera obstáculos (exigência de biometria e atraso de 1h) para alterar configurações sensíveis do celular e da conta Apple. O recurso vem desativado por padrão. Obrigado aos ladrões estadunidenses; é graças às ações deles, e não dos nossos, que a Apple se mexeu. O link ao lado traz detalhes e o passo a passo para ativar a novidade. Via Apple.

TimeDeposit registra o tempo gasto em projetos em qualquer dispositivo Apple

Ícone de uma ampulheta com rosto contra fundo rosa.

Precisando registrar o tempo gasto em tarefas de projetos distintos? Se você usa sistemas da Apple, o TimeDeposit é uma boa pedida.

A característica mais legal é que tem aplicativo para tudo: iPadOS, iOS, macOS e watchOS. A sincronização dos dados é feita via iCloud e os apps se integram bem aos respectivos sistemas — ícone na barra de menus do macOS, Atividades Ao Vivo no iOS, widgets no watchOS.

O TimeDeposit funciona com tarefas e projetos. É possível fazer os registros em tempo real, iniciando um cronômetro no app, ou depois (em caso de esquecimento), com a criação de sessões completas.

O único contra é que esta solução não funciona para equipes. É somente para uso individual. Outro ponto negativo é a tradução da interface para o português, aparentemente feita por alguém que não fala português. Não se pode ter tudo…

Em dias normais, o TimeDeposit tem limitações e não sincroniza com calendários na versão gratuita. Para liberar esses recursos, é exigido um pagamento único. Nesta terça (16), porém, o app sai de graça, via Indie App Santa.

TimeDeposit / iPadOS, iOS, macOS e watchOS / Freemium

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O site da Wikipédia é bom. O aplicativo para celulares é melhor

Logo da Wikipédia, um grande “W” em fonte serifada.

O site da Wikipédia funciona super bem em telas pequenas. Apesar disso, existem bons motivos para instalar o aplicativo oficial.

Na verdade, o principal motivo — ao menos para mim — são os widgets maravilhosos da versão para iOS. São três: foto do dia, o que aconteceu neste dia no passado e os itens mais lidos.

(Aliás, alguém sabe por que o verbete do filme xXx, com Vin Diesel, passou dias como mais lido na Wikipédia em português?)

Infelizmente a versão para Android carece de widgets legais.

Fora isso, o app permite baixar verbetes para lê-los sem conexão à internet, mostrar assuntos geograficamente próximos (é preciso dar permissão de geolocalização) e personalizar a experiência de leitura.

E é, antes de qualquer coisa, um bom aplicativo: leve, rápido, gostoso de usar. Como todo app deveria ser.

Atualização (17h20): O fato do aniversário da Wikipédia ser nesta segunda (15) é, acredite, uma total coincidência. (Só soube agora.)

Wikipédia / Android, iOS / Gratuito

Surpreso que apenas 12 milhões de números de telefone estão cadastrados no Não Me Perturbe. O site e os apps (Android, iOS) são esquisitaços, mas é um serviço legítimo que, se não resolve, ameniza o assédio de operadoras e consignado de bancos. Cadastre-se lá, se ainda não o fez. Via Convergência Digital.

Clear 2.0 está de volta com sua interface agradável para listas de tarefas simples

Ícone do Clear 2.0: sinal de “check” com degradê marcado ao fundo do vermelho para o amarelo.

Em 2012, o aplicativo Clear, para iOS, fez barulho com suas listas de tarefas bonitas, em um visual marcante, animações agradáveis e interface baseada em gestos.

Apesar do barulho, ele ficou mais de uma década sem grandes atualizações. Até que nesta segunda (8), do nada, apareceu o Clear 2.0.

A história da nova versão, contada pelo The Verge, é curiosa. Ele passou anos sem grandes novidades, mas sendo atualizado, porque seus criadores consideravam-no um app completo.

Dois anos atrás, um deles, Phill Ryu, comprou os direitos do app de colegas da empresa que desenvolveu o Clear, a Realmac Software, para recriar o app em seu atual estúdio, o Impending.

A estrutura básica do Clear 2.0 é similar à da antiga versão. Fora uma bem-vinda repaginada visual, a grande novidade é que, agora, o aplicativo é gratuito.

A geração de receita do Clear vem da venda de itens cosméticos, como temas e ícones. A loja interna do app altera os itens à venda todo dia.

Para quem procura por um aplicativo de listas de tarefas “radicalmente simples”, como dizem os desenvolvedores, é uma boa pedida.

Detalhe: estranhei o tamanho do app, 423 MB. No Twitter, os desenvolvedores disseram haver muita margem para comprimir arquivos dentro do app, e que mudanças de última hora colaboraram para o inchaço.

Clear 2.0 / Gratuito / iOS, iPadOS

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iOS 17.3 trará modo para proteger iPhones após furtos e roubos

Finalmente a Apple deu atenção à epidemia de furtos e roubos de celulares. A primeira versão de testes do iOS 17.3, liberada nesta terça (12), traz um recurso chamado “Proteção do Dispositivo Roubado” (tradução livre).

Quando o recurso está ativado, algumas ações sensíveis, como alterar senhas, desativar o Modo Perdido e redefinir o iPhone, passam a exigir autenticação biométrica (Face ID ou Touch ID) se o celular estiver longe de locais familiares. Para ações cruciais, como mexer na Conta Apple, desativar a biometria ou trocar o código de acesso do iOS, além da biometria, é preciso esperar uma hora para ter acesso a eles.

Teria a Apple olhado para o caos que se instalou no Brasil? Na verdade, não. Entre fevereiro e abril deste ano (2023), o Wall Street Journal publicou reportagens (e vídeos) mostrando um esquema nos Estados Unidos em que iPhones eram furtados em bares.

Como sempre, é preciso que um problema se manifeste em casa para que a big tech tome providências. Por aqui, falamos desse assunto desde, pelo menos, junho de 2021. Via Wall Street Journal (em inglês), MacMagazine.

A Apple liberou as versões 17.2 do iOS/iPadOS e 14.2 do macOS Sonoma nesta segunda (11). (E, também, atualizações para watchOS, tvOS e HomePod.) Os grandes destaques são o novo aplicativo de diário no iOS, Journal, e o suporte a múltiplos cronômetros simultâneos no macOS (finalmente!!!!).

É sempre uma boa esperar alguns dias antes de instalar uma atualização, como o recente desastre no Debian 12.3 nos mostrou, mas se você não se aguentar e instalar aí, conta para mim como ficou o app Journal — e os múltiplos cronômetros no macOS. Via Apple (em inglês), MacMagazine.

EUA e aliados espionam usuários de celulares via notificações push

O senador norte-americano Ron Wyden enviou uma carta pública (leia na íntegra) ao Departamento de Justiça avisando a todos que Apple e Google entregam dados de notificações push associados a celulares de indivíduos a agências governamentais de outros países.

À Reuters, que deu esse furo, uma fonte anônima afirmou que agências dos EUA também pedem esses dados e que os outros países são “democracias aliadas aos Estados Unidos”.

A parte mais chocante é que, quando questionada pela agência de notícias, a Apple informou que a carta de Wyden deu a ela uma abertura para compartilhar mais detalhes de como governos monitoram notificações push.

“Neste caso,” disse a Apple em nota, “o governo federal [dos EUA] nos proibiu de compartilhar qualquer informação.”

Notificações push passam necessariamente por servidores da empresa dona da plataforma — no caso, Apple (iOS) e Google (Android). Em um texto de janeiro de 2023, o pesquisador francês David Libeau explicou por que “notificações push são um pesadelo de privacidade”.

Não bastasse serem um incômodo/gatilho de ansiedade e, a depender das circunstâncias, devorarem a bateria, notificações push agora são um risco à nossa privacidade.

Após a revelação do escândalo, a Apple atualizou as diretrizes para procedimentos legais nos EUA. O documento agora traz um tópico que diz:

Quando os usuários permitem que um aplicativo instalado receba notificações push, um token do Apple Push Notification Service (APNs) é gerado e registrado àquele desenvolvedor e dispositivo. Alguns aplicativos podem ter vários tokens APNs para uma conta em um dispositivo para diferenciar entre mensagens e multimídia.
O ID Apple associado a um token APNs registrado pode ser obtido com uma intimação ou maior processo legal.

O Google só libera esses dados com uma ordem judicial. A Apple poderia aprender isso com eles.

Passada a perplexidade dessa descoberta, ficam algumas perguntas. A principal é: o que mais o governo norte-americano proíbe a Apple e o Google de divulgarem em seus relatórios de (supostamente) transparência? Via Reuters, Washington Post (em inglês).

Onrise

Ícone do Onrise: dois círculos brancos, um pontilhado (externo) e outro grosso, contra um fundo preto. O Onrise é um aplicativo simples, gratuito e sem anúncios, para acompanhar e/ou forjar novos hábitos.

Ele é baseado no método “hábitos atômicos”, do escritor James Clear. A interface é simples, e conseguiram até colocar uma espécie de Pomodoro sem polui-la.

Não sei qual é o truque, se é que há algum, para o Onrise ser gratuito e sem anúncios. A política de privacidade é bem ok, e informa que dados são compartilhados com a Amplitude, uma empresa de estatísticas para software. Os dados coletados são anonimizados.

E mesmo sem modelo de negócio e tendo sido lançado em 2021, o Onrise continua recebendo atualizações — a mais recente foi há cinco meses.

Onrise / iOS (iPhone) / Gratuito

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Evernote, Castro e Simple Mobile Tools: o que está acontecendo com os aplicativos legais?

Talvez seja coincidência, talvez os primeiros sinais de uma tendência negativa. Nos últimos dias, negócios baseados em aplicativos passaram por mudanças profundas que afetaram seus usuários de maneiras nocivas.

O primeiro caso foi o do Evernote, vendido à italiana Bending Spoons em novembro de 2022. Em julho deste ano, houve uma demissão em massa e o fechamento dos escritórios nos EUA e Chile.

Dias atrás, a Bending Spoons oficializou a limitação a 50 notas e 1 caderno no plano gratuito do Evernote. Na prática, é como se o plano gratuito não existisse mais.

A Bending Spoons também arruinou outro aplicativo, o Filmic. Após mudar o modelo de negócio para assinatura, demitiu toda a equipe, incluindo o ex-CEO e fundador.

As mudanças acontecem em um momento delicado. Quase concomitante à adoção do modelo por assinatura, a rival Blackmagic Design lançou o Camera, um aplicativo similar ao Filmic, porém gratuito. A Apple usou o Blackmagic Camera para gravar seu último evento.

***

Outro caso delicado é o do Castro, aplicativo de podcasts freemium para iOS, publicado pela Tiny.

A empresa publicou um comunicado em meio a rumores de que o Castro estaria com os dias contados, depois de um apagão que durou quatro dias e gente pedindo demissão.

No comunicado, a Tiny afirmou que tem uma “equipe enxuta” dedicada a manter o Castro funcionando e que está procurando “um novo lar” para o aplicativo.

Deve ser difícil competir com o Apple Podcasts, que vem pré-instalado em todo iPhone (e é bem bom, na real), com todos os streamings de música que pegaram o bonde dos podcasts, e apps independentes, como o Overcast. A quem ainda usa o Castro, porém, a notícia é bastante ruim.

***

Por fim, o caso mais dramático: o do Simple Mobile Tools (SMT), uma suíte de pequenos aplicativos para Android focados, pró-privacidade e de código aberto. (Em 2020, escrevi uma matéria e entrevistei Tibor Kaputa, criador do SMT.)

Sem aviso prévio, o SMT foi vendido à ZipoApps. Em seu site, a empresa diz que “adquire os melhores aplicativos e os leva ao próximo nível”, o que só é verdade se “próximo nível” for um eufemismo para “cobrar assinaturas caras sem qualquer motivo”.

Os colaboradores estão irados com Tibor e questionam se a licença do SMT, a GPLv3, permite uma venda sem a anuência de todos que contribuíram com o código. Falou-se até em judicializar a demanda a fim de melar o negócio.

No GitHub, uma longa conversa está se desenrolando. Tibor meio que justificou a venda assim:

Certo, eu sei que é um passo muito controverso que chateia muitos usuários, [mas] infelizmente a qualidade de todo o ecossistema Android está caindo muito rapidamente e eu queria evitar a morte lenta [dos apps]. Muito obrigado pelo apoio que eu e os aplicativos recebemos ao longo dos anos, significa muito para mim :)

O mais maluco dessa história é que no final de agosto o blog do SMT estava publicando posts críticos a aplicativos que vendem os dados dos usuários. Há um ano, lançou um celular próprio (!) com os aplicativos pré-instalados.

A ZipoApps explica, em seu site, que vender um app “é fácil” e que “a maioria dos nossos negócios é fechada em 14 dias”.

Um dos colaboradores do projeto, Naveen Singh, criou um fork chamado Fossify e prometeu dar continuidade ao Simple Mobile Tools seguindo os princípios originais do projeto. Ótimo para quem está envolvido, mas isso não resolve a vida de quem, em breve, se deparará com popups pedindo assinaturas semanais de dois dígitos e passará a ser rastreado por empresas de publicidade em apps que, até então, eram exemplos de postura pró-privacidade.

Vez ou outra, tenho a sensação de que esses bastidores de aplicativos não centrais nas nossas vidas são quase uma curiosidade, quase um hobby meu e de umas poucas pessoas que se reúnem aqui e em outros espaços. Os últimos dias mostraram que não é bem assim… né?

Imprint, o aplicativo do ano para Android

Ícone do Imprint, apenas um “I” maiúsculo em fonte serifada, branco, contra um fundo verde escuro.

O Google também elegeu os melhores aplicativos e jogos do ano de 2023 para Android. No lado verde da Força, o grande vencedor foi o Imprint.

Trata-se de um aplicativo de ensino com uma abordagem bem visual e em pequenas doses, meio parecido com o Duolingo, referência no assunto.

O Imprint promete ensinar matérias de assuntos tão diversos quanto psicologia, negócios, tecnologia e finanças, além de livros best-sellers de auto-ajuda e produtividade.

A lições só estão disponíveis em inglês.

Curiosidade: a exemplo do melhor app do ano para iOS (AllTrails), o Imprint também é multiplataforma e está disponível no sistema da Apple. Cadê os exclusivos, gente?

O anúncio dos demais vencedores da premiação do Google pode ser visto aqui.

Imprint / Android e iOS / Pago

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