Quando (e por que) instalar um launcher alternativo no Android

Uma das belezas do Android é as concessões que ele dá ao usuário. Mesmo quem compra smartphone ou tablet com uma skin pesada e lotado de apps, encontra espaço para modificar, se não todo o sistema, parte dele. Uma das frentes mais importantes e fáceis dessa personalização são os launchers.

Um launcher é um aplicativo. Não é preciso fazer rooting ou incorrer em qualquer risco, e seu uso não viola a garantia. Um launcher é, para todos os fins, apenas um aplicativo e se comporta como tal, inclusive na instalação e remoção. Ele altera a tela inicial e alguns elementos visuais do Android — e por isso, também são conhecidos como “home replacements”, ou substitutos da tela inicial numa tradução livre.

Existem diversos launchers no mercado, de desenvolvedores independentes a grandes empresas, como o Facebook. Nas últimas semanas várias notícias nessa área surgiram, e não é de se espantar: o launcher é uma área premium, logo existe grande interesse por parte das empresas em conquistar esse espaço. (mais…)

Como converter playlists entre Rdio, Spotify, Deezer e outros

Rdio, Spotify, Grooveshark ou Deezer? Não são poucas os meios de ouvir música hoje. A facilidade em migrar de um serviço para outro, porém, esbarra na dedicação empregada para organizar músicas e criar playlists — o Alexandre citou esse problema em um podcast recente. Mas existe uma saída. Na verdade, duas. (mais…)

Prepare-se para a Copa: apps e lembretes para não perder os jogos e ficar por dentro de tudo

Estive lendo algumas coisas, analisando uns acontecimentos e conversando com meus informantes, e a essa altura é seguro dizer: vai ter Copa sim! Em 2014 o coração continuará na ponta da chuteira, os pés, tocando a bola, e é bem provável que as mãos estarão mexendo no smartphone durante o show do intervalo.

O futebol é ingrato com a tecnologia. Com uma ou outra exceção, a FIFA barra a maioria das tentativas de modernizar o esporte a fim de mantê-lo praticável em locais e/ou condições desprivilegiados, o que é compreensível. Fora dos gramados, longe do rigor da entidade máxima do futebol, o aparato high tech encontra menos amarras e nesta edição do torneio será difícil perder os lances da partida e bem mais fácil atualizar a tabelinha (digital e on the go, claro) depois dos jogos.

Baixei e testei alguns apps futebolísticos para as três principais plataformas móveis: Android, iOS e Windows Phone. Não tem smartphone? Sem problemas, dá para se manter informado e até assistir aos jogos na íntegra pelo computador. Reuni, ainda, as formas mais simples de puxar para a sua agenda de compromissos os dias e horários de todas as partidas. Por fim, testei (ou quase isso) os sistemas de interatividade das emissoras de TV, a alardeada “segunda tela” que começa a ganhar contornos mais fortes e investidas oficiais e organizadas no Brasil. Vai ter Copa sim, e será muito legal!

Os apps campeões da Copa

Às vésperas do início da competição, estava esperando uma enxurrada de apps temáticos. Eles até existem, mas não é muito difícil separar o joio do trigo sem ter que recorrer ao download: muitos apps, especialmente no Windows Phone, são feios de doer. Mais capricho em 2018, pessoal!

Como a maioria é redundante e não há muito sentido em ter dois ou mais aplicativos apitando antes de cada partida e a cada gol marcado, separei o que de fato vale a pena em cada plataforma. Vamos lá? Então vamos.

iPhone: FIFA e Guia Descomplicado da Copa

App oficial da FIFA no iPhone.
Screenshots do FIFA para iPhone.

O app da FIFA para o iPhone é muito legal. Ele já recebeu a atualização preparatória para a Copa do Mundo, que entre outras coisas traz um visual mais refinado, acompanhamento de seleções, tabelas, estatísticas e todas aquelas coisas que os fanáticos pelo esporte adoram.

Nesse app ainda rolam notícias, comentários dos usuários e a eleição dos craques de cada partida. Uma característica rara é poder acompanhar mais de uma seleção ao mesmo tempo; na maioria dos apps, você escolhe uma no início e fica limitado a ela. Existem anúncios, mas eles são discretos e, aparentemente, estáticos — são só banners ou selos dos patrocinadores oficiais do evento. É um dos mais completos disponíveis.

Foto feita no Guia Descomplicado da Copa.
VAI TER COPA SIM

Outra opção é o Guia Descomplicado da Copa, desenvolvido por Rodrigo Duarte da Igniscode. A apresentação é bem bonita, ainda que lembre o plano de fundo padrão do Galaxy S5, cheio de polígonos coloridos. Mais simples e direto, o Guia traz lembretes dos jogos, as sedes, tabelas, enfim, o cardápio básico de apps do tipo, com uma bônus: molduras para tirar fotos e espalhar nas redes sociais.

Agora vai, Brasil!

A Siri também já está atualizada, mas sem a proatividade do Google Now (veja abaixo). Pode ser útil para saber o horário de alguma partida e, imagino, resultados também:

Android: Google Now, OneFootball e UOL Copa

Tinha esperanças de ver mais apps legais no sistema do Google, mas não parece ser o caso — o da FIFA, até a publicação desta matéria, ainda não tinha sido atualizado. Calhou de ser o próprio Google a melhor opção.

O Google Now já está sabendo do torneio. Além de responder perguntas, também dá para indicar ao assistente as seleções que você deseja acompanhar. O funcionamento deve ser semelhante ao que já rolava com times, ou seja, o Now avisará quando as partidas estiverem começando, gols forem feitos e os resultados ao apito final do árbitro. Isso também funciona no iPhone, basta instalar o app do Google.

Se você prefere algo mais tradicional, minha indicação é o OneFootball Brasil. Ele é multiplataforma: tem também para iPhone e Windows Phone. No Android, ante a falta de adversários à altura, ele se destaca.

Neste app, desenvolvido na Alemanha e patrocinado pela Volkswagen, o leque de recursos básicos em apps da Copa está presente. Tem notícias também, e a promessa de acompanhamento ao vivo das partidas. O visual não é muito inspirado, mas pelo menos é bem feito, coisa rara no universo de apps analisados.

O OneFootball é uma das opções multiplataforma.
Screenshot do OneFootball Brasil para Android.

Outra alternativa é o UOL Copa (também tem versão para iPhone e Windows Phone). Consegui testar de antemão o mecanismo de acompanhamento ao vivo das partidas na pelada entre Itália e Fluminense, e é bem bacana: além dos lances, o app puxa comentários dos especialistas em futebol do portal, tuítes relacionados e traz um botão “estou vendo na TV” que remove do stream informações óbvias para quem está assistindo à partida. De quebra, traz reportagens em vídeo, fotos e o conteúdo dos blogs do UOL.

Windows Phone: Copa2014 e Bing Esportes

Cartão amarelo para o Windows Phone! Apps bem feios disputam a tapa a atenção do torcedor sofredor. Mesmo alguns que não fazem feio no Android e no iPhone, como UOL Copa e OneFootball Brasil, marcam gols contra aqui. Felizmente, Microsoft e Revolution Software salvam o sistema do vexame com dois belos chutes no ângulo!

(Vou parar com as analogias futebolísticas, prometo.)

O Bing Esportes, que deu um nó no cérebro aqui porque agora se chama só Esportes e mudou de lugar no menu, tem um módulo da Copa do Mundo com aquele feijão com arroz: tabela, estatísticas, notícias, informações dos times e sedes, datas e horários dos confrontos etc. Basta atualizar, se ainda não fez isso, e encontrar a competição nos menu do app.

Simples, mas competente.
Screenshots do Copa2014.

A melhor recomendação, porém, é o Copa2014, desenvolvido pela misteriosa Revolution Software. A interface é linda, com desenhos, cores e tipografia de muito bom gosto, tem bloco dinâmico, e permite filtrar as datas e horários pelo time escolhido. Ele é extremamente básico, mas antes fazer pouco e fazer bem, do que tentar abraçar o mundo e não conseguir.

A Copa do Mundo no PC

A FIFA não deixa entrar com PCs e tablets nos estádios, mas fora dele quero ver o Blatter me impedir de usar a minha máquina!

Screenshot de uma pesquisa no Google por 'copa do mundo'.
Copa do Mundo nos resultados do Google.

Pois bem, o Google é seu amigo até na hora de torcer. Além do Google Now o buscador também entrega informações por texto, e isso vale para o desktop. Basta digitar “copa do mundo” e ele retorna uma tabela estilizada com datas e horários, classificações dos grupos e o mata-mata da segunda fase. Para quem estiver usando um Chromebook ou em qualquer outro computador, essa é uma das opções mais rápidas para se inteirar. Para algo mais elaborado, veja a bela tabela do UOL.

Portais e sites especializados em futebol, como Impedimento e Trivela, merecem uma olhada para entender melhor o contexto das partidas e as análises táticas. Eu, que não sou muito chegado em mesa redonda, não perco uma edição do Falha de Cobertura, com Daniel e Cerginho:

O Globo Esporte fará streaming ao vivo de todos os 64 jogos, ótimo para quem está longe da TV, ou não tem TV (oi!), e não quer perder os lances.

Se você assina a ESPN, tem no Watch ESPN (além da web, com app para iOS) uma alternativa à narração do Galvão, o mau humor do Arnaldo e os comentários sagazes do Ronaldo FENÔMENO Nazário.

Todos os jogos na sua agenda

No smartphone o Google Now deve ser suficiente para lembrá-lo dos jogos. Quem prefere a boa, velha e mais organizada agenda, tem algumas opções.

Curiosamente, a do Google Agenda só é “ativável” em um computador, usando o bom e velho navegador desktop. Os passos, ensinados pelo Android Central, consistem em abrir o site, clicar na seta do “Outras agendas”, no canto esquerdo, depois em “Adicionar por URL”. No campo que surge, cole esta linha:

Clique no botão “Adicionar agenda” e corra para o abraço, meu amigo. Caso fique de saco cheio, basta apagar a agenda no gerenciador delas, e todos os eventos (são muitos, três jogos por dia na primeira fase!) sumirão.

Como colocar a Copa do mundo na sua agenda.
Os dois passos para levar os jogos da Copa ao Google Agenda.

No iPhone, uma opção mais classuda é incluir um calendário de interesses no Sunrise, o app de agenda favorito da casa. Para isso, entre nas configurações, depois em “Interesting Calendars” e, na tela seguinte, em Copa do Mundo. O app te dá a opção de baixar todos os horários da Copa ou apenas uma versão parcial, com os times selecionados. Depois, junto ao dia e horário das partidas, ele mostra os resultados delas direto da visualização dos compromissos. Um golaço do Sunrise.

Sunrise traz os dias e horários dos jogos.
Calendários de interesses no Sunrise do iPhone.

E no Android? O Sunrise foi lançado no Android recentemente, mas dois recursos, os calendários de interesses e a compatibilidade com servidores Exchange, ficaram de fora. Mandei um e-mail para os desenvolvedores perguntando quando essas coisas serão disponibilizadas no sistema do Google e a resposta foi… um dia. A compatibilidade com Exchange é prioridade e os calendários de interesses, de acordo com Pierre Valade, “está totalmente na lista de coisas a acrescentar”.

Segunda tela na Copa do Mundo

Xingar o time adversário ou reclamar do gol que o Neymar perdeu no Twitter é meio… limitado. O conceito de segunda tela ainda tem muito chão a percorrer e duas emissoras já dão os primeiros passos dessa jornada por aqui, de olho na atenção que a Copa gera e nas condições mais favoráveis em relação a 2010. Carlos Augusto, gerente de marketing de consumo da Intel, explica em um comunicado que “a infraestrutura de servidores que alimenta o sistema também está mais rápida, o que significa um mundo de possibilidades — assistir as jogadas ao vivo, de várias câmeras diferentes, em várias telas diferentes, comentando e interagindo com os amigos, tudo ao mesmo tempo.”

Com o ESPN Sync, os assinantes podem interagir com as transmissões mandando perguntas, votando nos jogadores e lendo estatísticas em tempo real, sem depender da boa vontade do operador de GC do canal. Ah, e a programação esportiva também se faz presente, com a possibilidade de agendar lembretes — esses recursos dispensam o login/assinatura.

Mais democrático, o app da Globo (iPhone, Android) é, também, mais simples. As funções são similares às do da ESPN, e tem uma espécie de área de comentários maluca, integrada ao Twitter, onde o povo fica conversando o dia todo.

Da SporTV, vem a promessa de jogos ao vivo através do app SporTV Ao Vivo na Copa do Mundo. Mas atenção: no iOS, ele só funciona no iPad. Também tem versão para Android e nenhum indicativo de que é preciso ser assinante do canal na TV ou qualquer outro pré-requisito para usufruir das transmissões ao vivo.

Para quem assistirá na TV, o SporTV Estatísticas na Copa do Mundo da FIFA (iOS, Android) oferecerá estatísticas em tempo real durante os jogos, e comparações entre seleções e jogadores após as partidas.

O banho de água fria vem da Microsoft: o empolgante Destination Brazil coloca direto na TV informações contextuais, a cornetagem das redes sociais, lembretes e até uma série exclusiva, estrelada por Thierry Henry e Edgar Davids, em busca do próximo Messi nas ruas de algumas cidades espalhadas pelo mundo. Tudo muito bom, tudo bem legal, mas o problema é que o Destination Brasil não foi disponibilizado no… Brasil. Coerência, cadê você?

Vai ter Internet nos estádios?

No leilão do espectro 4G no Brasil, uma das exigências da Anatel era que as vencedoras cobrissem no mínimo 80% das áreas urbanas com mais de 500 mil habitantes até o início da Copa do Mundo, o que abrange todas as cidades-sede e sub-sede. Segundo a SinditeleBrasil, o sindicato das operadoras de telefonia móvel, a meta foi alcançada aos 45 do segundo tempo.

Só que como qualquer um que já esteve concentrado com muitas pessoas sabe, nem sempre a infraestrutura das operadoras dá conta da demanda. A saída é encher os estádios com antenas Wi-Fi. Tudo certo? Calma aí. Seis estádios, metade dos que serão utilizados na competição, não terão esse reforço graças a atritos entre as administradoras deles e as operadoras — nas palavras de Eduardo Levy, presidente da Sinditelebrasil. Em São Paulo, Belo Horizonte, Fortaleza, Recife, Curitiba e Natal, os torcedores poderão ter dificuldades para acessar a Internet.

Se bem que com as regras rígidas da FIFA imposta aos torcedores, que inclui proibições quanto à publicação de conteúdo multimídia e até dos resultados parciais das partidas, talvez não faça tanta falta. Como ou mesmo se esse controle será feito, é outra história.

E em casa, no bar, na torcida, como me portar?

Bela foto de um estádio lotado.
Foto: Crystian Cruz/Flickr.

Chame os amigos, estoure uma pipoca e esqueça um pouco o celular. Toda essa interatividade é legal, mas nada disso supera a torcida à moda antiga, a celebração do esporte através da amizade. O smartphone será um fiel ajudante antes e depois dos jogos. Durante? Deixe-o no bolso. Ele não se importará e, de quebra, ficará a salvo de arremessos acidentais na hora de gritar GOOOOOOOOOOL!!! e daqueles banhos acidentais em copos de cerveja.

Os melhores apps para Android, iOS e Windows Phone (maio/2014)

Quase na metade de 2014, o smartphone continua sendo palco das melhores ideias e invencionices em software. Em maio esse cenário não mudou e, ainda que em menor quantidade, vimos vários apps legais lançados nas três principais plataformas móveis.

Como já é tradição aqui, todo fim de mês faço um apanhado dos melhores apps lançados para Android, iOS e Windows Phone. Melhor assim, certo? Então vamos lá — lembrando que os apps são dispostos em ordem alfabética, tudo misturado porém bem identificado.


Adobe Voice

Adobe Voice, ícone.Para iPad.
O que é? App para a criação de narrativas em formato de vídeo.
Preço? Grátis, com compra in-app.
DOWNLOAD

Com alguns toques, em poucos minutos, dá para criar vídeos com belas narrativas usando o Voice. Essa é, pelo menos, a promessa da Adobe. E o app parece capaz de cumpri-la: bem feito, com controles simples e diretos, e um acervo generoso de imagens e outros elementos visuais para compôr um vídeo institucional ou apenas contar de forma interessante um evento cotidiano.

Há reclamações de que, mesmo disponível na App Store nacional, o cadastro para brasileiros (na verdade, para qualquer um fora dos EUA) é complicado e que, sem ele, o compartilhamento das criações fica prejudicado. Verifique isso antes de liberar o artista dentro de você!


Arquivos

Arquivos, ícone.Para Windows Phone.
O que é? Gerenciador de arquivos para o Windows Phone.
Preço? Grátis.
DOWNLOAD

Exclusivo para o Windows Phone 8.1, o app Arquivos é um gerenciador de… arquivos! Com direito a pastas, pesquisa interna e capacidade de gerenciar o cartão SD, ele é bem simples e fácil de usar. Embora a ideia de lidar diretamente com arquivos seja um pouco estranha em dispositivos móveis, existe um bom público interessado nesse tipo de utilitário.

Screenshots do Arquivos.
Arquivos, para Windows Phone.

Black

Black, ícone.Para Windows Phone.
O que é? Editor de fotos em preto e branco.
Preço? Grátis.
DOWNLOAD

O Black é descrito pelos seus criadores como “simulador de filmes analógicos em preto e branco” para Windows Phone. Em termos mais diretos, é um app com filtros em preto e branco, mas pela qualidade, talvez seja mais digno ficar com a descrição oficial.

A interface é magnífica, os filtros, muito legais. São sete modos, ou filtros, baseados em filmes analógicos reais. O Black ainda traz controles manuais, com curvas, efeito fade e vignette, e tem um Tumblr sensacional. Um belo app, em vários sentidos.

Screenshots do Black.
Black, para Windows Phone.

Cinamatic

Cinamatic, ícone.Para iPhone.
O que é? Gravador e editor de vídeos curtos.
Preço? US$ 1,99, com compras in-app.
DOWNLOAD

O Hipstamatic foi um pioneiro na edição de fotos e aplicação de filtros nelas no iPhone. Agora, a mesma empresa tenta chamar a atenção com vídeos: o Cinamatic nada mais é que um gravador e editor de imagens em movimento, com suporte a gravação intercalada (como no Vine e Instagram) e aplicação de filtros.

O app não tem uma rede própria, ou seja, os vídeos feitos e/ou editados ali devem ser exportados para outras redes sociais. Cada vídeo pode ter de 3 a 15 segundos, e apesar de não ser um app crucial, o espaço que existe no mundo móvel para editores de imagens talvez seja indício de que a mesma ânsia pode valer para vídeos também.

Screenshots do Cinamatic.
Cinamatic, para iPhone.

Guia Descomplicado da Copa

Guia Descomplicado da Copa, ícone.Para iPhone.
O que é? App com tabelas, horários e outras informações da Copa do Mundo.
Preço? Gratuito.
DOWNLOAD

A Copa do Mundo está aí! Antigamente a gente anotava os placares na tabelinha de papel, ou em uma planilha do Excel. Hoje? Apps como o Guia Descomplicado da Copa, criado por Rodrigo Duarte, são mais práticos e modernos.

O app traz detalhes das partidas, tabela de resultados, informações diversas (sedes, seleções, estatísticas) e até uns filtros meio estranhos para “interagir com a Copa de forma mais divertida”. Esse último é opcional, então dá para acompanhar o evento pelo app sem maiores danos. Devem existir outros apps do tipo; conhece algum mais legal ou apenas diferente? Conte nos comentários.

Screenshots do Guia Descomplicado da Copa.
Guia Descomplicado da Copa, para iPhone.

Litely

Litely, ícone.Para iPhone.
O que é? Editor de imagens com presets e controles manuais — à escolha do usuário.
Preço? Grátis, com compras in-app.
DOWNLOAD

O Litely é um editor de imagens para iPhone. Sim, mais um, mas calma que ele tem motivos para prender sua atenção. Primeiro, foi idealizado por Cole Rise, fotógrafo que já trabalhou para a National Geographic, Google, Apple e Microsoft, além de ter ajudado a criar alguns dos filtros do Instagram. Sobre o Litely em si, a interface é bastante agradável e os filtros parecem mais suaves, com o objetivo de extrair o melhor das fotos, em vez de alterá-las por completo.

O app é gratuito, e pacotes adicionais de filtros e efeitos são vendidos dentro dele por US$ 1,99 cada.

Screenshots do Litely.
Litely, para iPhone.

Lock pic

Para Windows Phone.
O que é? Provedor de imagens para a tela de bloqueio do sistema.
Preço? Grátis.
DOWNLOAD

O Lock pic busca belas imagens do Flickr, NASA, Bing, Imagem do Dia do Bing e outros locais, e altera a sua tela de bloqueio em intervalos regulares, automaticamente. Como opcional, permite desfocar levemente as imagens e acrescentar uma camada extra para melhorar a legibilidade das informações dispostas nessa tela. Gratuito, simples, direto, não há muito o que reclamar.

Screenshots do Lock pic.
Lock pic, para Windows Phone.

Noisli

Noisli, ícone.Para iPhone.
O que é? Gera ruído branco e outros sons para concentração.
Preço? US$ 1,99
DOWNLOAD

Se barulhos externos te atrapalham, ou na hora de dormir os vizinhos não dão folga, apelar para o “ruído branco” pode ser uma boa saída — já abordei o assunto com mais profundidade aqui.

O Noisli é um app feito para isso. Em uma interface simples e muito bonita, basta um toque em qualquer ícone para gerar sons: chuva, vento, água corrente, conversas em uma cafeteria, até um trem! Existe ainda um timer, para você dormir com a tranquilidade de que o Noisli não ficará a noite inteira usando recursos do seu iPhone, com direito a fade out. Por fim, como os sons são combináveis, o app ainda oferece a opção de salvar essas combinações.

Screenshots do Noisli.
Noisli, para iPhone.

Peek

Peek, ícone.Para Android.
O que é? Tela de bloqueio com notificações ativas.
Preço? ~R$ 9,09
DOWNLOAD

O Peek é um recurso da ROM Paranoid Android que, agora, está disponível para qualquer smartphone via Google Play — e nem precisa de rooting. Com ele, as notificações passam a funcionar de modo similar às do Moto X. Funciona assim: quando uma notificação chega, o Peek ativa sensores. Se eles detectarem movimento (o smartphone pego em uma mesa, ou do bolso), a tela se ilumina e oferece a opção de ignorar a notificação, exibir mais detalhes dela ou liberar o aparelho direto no app em questão.

Até agora os desenvolvedores dizem já ter testado o app com sucesso em dispositivos Nexus, mas teoricamente nada impede que ele funcione em outros modelos. O app está em estágio inicial de desenvolvimento, o que significa que apresenta bugs e inconsistências. Tenha em mente, também, que por não ser tão otimizado quanto o Moto X, a autonomia da bateria pode ser impactada pelo uso do Peek.


Secret

Secret, ícone.Para Android, iPhone.
O que é? Rede social totalmente anônima — posts, comentários e curtidas.
Preço? Grátis
DOWNLOAD Android, iPhone

Se você sempre quis compartilhar um segredo, mas temeu retaliações, o Secret é a rede social para dar vazão a essa informação que lhe corrói por dentro. O app é totalmente anônimo: você não sabe quem escreveu o quê, quem comentou, nem quem curtiu. O máximo que ele informa é quantos dos seus amigos, vinculados a partir da agenda do celular, estão na brincadeira.

Há polêmicas em torno do Secret e, no Brasil, ele ainda é uma incógnita. Muita gente tem usado para falar baixarias, mas há um bom conteúdo lá. No mínimo, vale uma olhada.

Screenshots do Secret.
Secret, para Android.

Sticky Notes HD

Sticky Notes HD, ícone.Para iPhone, Windows Phone.
O que é? App de post-its com vários recursos.
Preço? Grátis.
DOWNLOAD iPhone, Windows Phone

Grande sucesso no iOS, o Sticky Notes HD chegou ao Windows Phone — curiosamente, ele continua ausente no Android. A premissa básica é aquela de sempre: criar notas com lembretes e outras informações, usando cores e prioridade para organizá-las na tela. Os diferenciais são a possibilidade de se configurar alertas, backup no OneDrive, pesquisa instantânea, proteção por senha e integração com o Windows Phone, o que se traduz em post-its na tela de bloqueio e na forma de blocos dinâmicos.

Screenshots do Sticky Notes HD.
Sticky Notes HD, para Windows Phone.

Sunrise

Sunrise, ícone.Para Android, iPhone.
O que é? Calendário/agenda com interface bacana e cheio de recursos.
Preço? Grátis.
DOWNLOAD Android, iPhone

Um dos melhores apps de agenda do iOS finalmente chegou ao Android. O Sunrise tem uma interface maravilhosa, integra-se com diversos sistemas (Google, Facebook, Foursquare) e oferece calendários extras como, por exemplo, com os jogos da Copa, ou os feriados nacionais/regionais.

A versão para Android veio acompanhada de uma web, o que facilita o gerenciamento. Valeria só pela interface bacana, mas o Sunrise traz muito mais e deixa os apps padrões, de ambos os sistemas, no chinelo.


Swarm

Swarm, ícone.Para Android, iPhone.
O que é? Uma maneira de encontrar e ser encontrado IRL por seus amigos.
Preço? Grátis
DOWNLOAD Android, iPhone

O Foursquare se desmembrou em dois apps e um deles, o Swarm, é todo sobre a promoção de encontros IRL, em carne e osso, entre você e seus amigos.

A partir da lista de contatos do Foursquare, o Swarm indica quem está por perto e fazendo o quê. Há controles de privacidade para quando você não quiser ser encontrado, e um modo de chamar os amigos para o rolê: basta escrever uma mensagem e, quem se interessar no programa, pode dizer que estará presente com um toque.

O app é bem bonito e remove a parte de gamificação do antigo Foursquare, o que irritou alguns usuários. Mas a graça da coisa, e o que eles querem promover pra valer, são encontros mesmo.

Screenshots do Swarm.
Swarm, para iPhone.

Telegram

Telegram, ícone.Para Android, iPhone, Windows Phone.
O que é? App de bate-papo nos moldes do WhatsApp, mas gratuito e com o código aberto.
Preço? Grátis.
DOWNLOAD Android, iPhone, Windows Phone

O Telegram é um concorrente pouco usual do WhatsApp. Sem anúncios, gratuito e com o código-fonte aberto, qualquer um pode criar uma versão dele que conversa com todas as demais. O Windows Phone, até então, contava apenas com clientes não-oficiais, mas um deles, o Ngram, foi “endossado” pelo Telegram e agora tem o nome e o status de app oficial.

Para quem já conhece o WhatsApp, o funcionamento é bem similar, incluindo imagens de fundo e conversas em grupo. O grande barato do Telegram é, além de ser rápido, verdadeiramente multiplataforma — você pode conversar com seus amigos via desktop e até com a galera do ZapZap.

Screenshots do Telegram.
Telegram, para Windows Phone.

14 apps! Se isso for pouco, confira as listas de janeiro, fevereiro, março e abril, e as dos melhores apps de 2013 para iPhone, Android e Windows Phone.

Foto do topo: Kārlis Dambrāns/Flickr.

iPhone 5s, Moto G, Lumia 520.

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Os melhores apps para Android, iOS e Windows Phone (abril/2014)

Sai mês, entra mês, as listas de melhores apps para Android, iOS e Windows Phone do Manual do Usuário continuam aparecendo. A intenção, como sempre reforço, é priorizar apenas apps que realmente importam, seja pelo fator novidade, seja pela utilidade.

Os apps estão listados em ordem alfabética, com os três sistemas misturados e, quando multiplataforma, links para todas as versões.


Boxcryptor

Ícone do Boxcryptor.Para Windows Phone, Android, iPhone.
O que é? App que criptografa arquivos antes de enviá-los a serviços de armazenamento na nuvem.
Preço? Gratuito.
DOWNLOAD Windows Phone, Android, iPhone.

Box, Microsoft, Dropbox e Google garantem a privacidade dos arquivos salvos em suas nuvens, mas até que ponto dá para confiar nessas empresas? E quem garante que não haverá uma falha, uma brecha que acabe liberando dados dos usuários, inclusive os mais sensíveis? O Boxcryptor atua sobre essa incerteza: esse app criptografa seus arquivos antes de enviá-los para a nuvem.

Ele está disponível em várias plataformas e, em abril, chegou ao Windows Phone também. Existe um bug no download de arquivos com nomes especiais, cortesia da API do Box, mas no geral ele funciona a contento. Para quem quer segurança máxima da maneira mais prática, é uma boa pedida.

Screenshots do Boxcryptor.
Imagens do Boxcryptor.

Breeze

Ícone do Breeze.Para iPhone 5s.
O que é? App que conta os passos dados durante um dia.
Preço? Gratuito.
DOWNLOAD

Dos mesmos criadores do RunKeeper, o Breeze é exclusivo para o iPhone 5s por depender do M7, o chip dedicado a registrar os movimentos do usuário, presente nessa versão do smartphone da Apple.

O app faz a mesma coisa que aquelas pulseiras de exercícios (Fitbit, Jawbone Up, Nike Fuelband), mas sem precisar de nada extra — basta baixar o app, que é gratuito, e começar a andar. Ele incentiva bastante, talvez até demais já que vários reviews da App Store reclamam do excesso de notificações. Se você for do tipo que precisa de alguém enchendo o saco para se levantar e fazer exercícios, talvez isso seja um fator positivo.


Câmera do Google

Ícone da Câmera do Google.Para Android.
O que é? App de câmera nativo do Google.
Preço? Gratuito.
DOWNLOAD

Em mais passo no processo de desmembramento do Android, o Google reformulou o app de câmera nativo e o jogo no Google Play.

A interface ficou mais “flat” e mais acessível que na versão anterior. Agora, enfim, o viewfinder aparece na mesma proporção das fotos em si, permitindo enquadramentos precisos. De novidade mesmo, o Efeito foco, que embaça um dos planos da imagem depois que a foto é feita, via processamento de software. Os resultados, como demonstrei aqui, não são sempre fantásticos, mas quando dá certo, é bem incrível.

Screenshots da Câmera do Google.
Imagens da Câmera do Google.

Carousel

Ícone do Carousel.Para Android, iPhone.
O que é? Gerenciador de fotos armazenadas no Dropbox.
Preço? Gratuito.
DOWNLOAD Android, iPhone.

O novo app do Dropbox é todo sobre fotos: ele faz o upload automático de imagens, recurso já bastante conhecido do app original, e exibe as fotos salvas no serviço em uma linha do tempo bem ligeira.

A apresentação é bonita, o app é muito rápido e toda a interface é baseada em gestos. É meio confuso entender o processo de exclusão de fotos (primeiro, você esconde as imagens, depois, as apaga nas configurações), mas fora isso é um belo app para gerenciar fotos, e uma boa pedida para botar ordem nos anos de fotografia digital bagunçados no seu HD — o único problema é subir esse monte de arquivos para o Dropbox.


Chrome Remote Desktop

Ícone do Chrome Remote Desktop.Para Android.
O que é? Permite controlar o computador remotamente via smartphone ou tablet.
Preço? Gratuito.
DOWNLOAD

Instale uma extensão no Chrome do computador (Windows ou OS X), este app no seu smartphone ou tablet Android e, após inserir o PIN corretamente, você poderá usar o PC através dos dispositivos móveis. Este app é a versão móvel de um recurso que o Google lançou há algum tempo entre computadores. Agora, na palma da mão, ele se mostra ainda mais útil.

A solução do Google não tem muitos recursos avançados, como transferência de arquivos, nem tutoriais explicando coisas que, embora pareçam básicas, dependem de alguma prática, como clicar. Mas o desempenho é satisfatório e deve quebrar o galho de quem esqueceu alguma informação no PC ou precisa executar ações remotamente.

Screenshots do Chrome Remote Desktop.
Imagens do Chrome Remote Desktop.

Fenix for Twitter

Ícone do Fenix for Twitter.Para Android.
O que é? Cliente para Twitter que respeita as diretrizes de design do sistema.
Preço? ~R$ 6,15
DOWNLOAD

O Android ainda não tem um cliente definitivo para Twitter, como é o Tweetbot no iOS, mas concorrentes promissores têm aparecido na plataforma. O Fenix é o último desses: com um visual simples e limpo, ele respeita as diretrizes visuais do Google para o Android, conta com layout especial para tablets e é aberto a muita personalização.

Além dos recursos básicos do Twitter, alguns extras, como silenciar usuários, palavras-chaves ou hashtags, estão presentes. Dá, também, para alterar o tema do app — são três opções: claro, escuro e totalmente preto. Apesar de novo, sobram elogios ao Fenix; mesmo pago ele merece uma olhada mais atenta por aqueles que usam bastante o Twitter ou não suportam o cliente oficial.

Screenshots do Fenix for Twitter.
Imagens do Fenix for Twitter.

Frontback

Ícone do Frontback.Para Android, iPhone.
O que é? App que tira fotos simultaneamente com selfies, usando as duas câmeras.
Preço? Gratuito.
DOWNLOAD Android, iPhone

Selfies estão na moda, e o Frontback se aproveita disso para estender um pouco o conceito: com este app você tira duas fotos ao mesmo tempo, com as câmeras frontal e traseira, colando ambas em uma só. O Frontback saiu ano passado para iPhone e, agora, chega ao Android.

O app permite compartilhar as fotos feitas em outras redes sociais e foi bem adaptado ao Android — nada de reutilizar elementos do iOS. É um app com uma finalidade bem específica, mas que pode ser divertido dependendo do contexto.

Screenshots do Frontback.
Imagens do Frontback.

Google Docs e Google Sheets

Ícones do Google Docs e Google Sheets.Para Android, iPhone, iPad.
O que é? Apps para edição de textos e planilhas eletrônicas.
Preço? Gratuita.
DOWNLOAD Google Docs (Android, iPhone/iPad), Google Sheets (Android, iPhone/iPad)

Já era possível criar e editar documentos de texto e planilhas eletrônicas no Google Drive, sem falar no QuickOffice, que o Google comprou há alguns meses e liberou gratuitamente. Nada disso impediu a liberação de apps dedicados para essas funções, o Google Docs e Google Sheets (ou Documentos Google e Planilhas Google, como ficou a tradução no Brasil).

Os apps não trazem nada novo e, pelos últimos acontecimentos, parecem mais uma resposta à chegada do Office da Microsoft ao iPad. É uma questão puramente de percepção, já que, como dito, o Drive já fazia essas funções de forma praticamente idêntica à dos novos apps. Para quem usa e prefere só uma das aplicações, sem toda a estrutura do Drive, pode ser uma boa pedida.

Screenshots do Google Docs e Google Sheets.
Imagens do Google Docs e Google Sheets.

IFTTT

Ícone do IFTTT.Para Android e iPhone.
O que é? App de receitas para automatizar ações na Internet.
Preço? Gratuito.
DOWNLOAD Android, iPhone.

O IFTTT leva um dos conectores lógicos mais legais, o “se isto então isto”, para as massas. Com ele, dá para programar ações condicionais, executadas quando um evento pré-determinado (o primeiro “isto”) ocorre. Exemplo simples? Mande um e-mail de aviso se for chover amanhã.

O app para Android chega algum tempo depois da versão para iPhone, mas com mais coisas graças à natureza menos fechada do sistema do Google. Tanto que, por ocasião da estreia do app, o IFTTT estreou seis novos canais exclusivos para Android. Dá para, por exemplo, manter o wallpaper do seu smartphone ou tablet atualizado com a última foto publicada no Instagram. As possibilidades são incontáveis, e o app é muito bem feito.

Screenshots do IFTTT.
Imagens do IFTTT.

Lingua.ly

Ícone do Lingua.ly.Para Android.
O que é? App de auxílio para aprender palavras em outro idioma.
Preço? Gratuito.
DOWNLOAD

Apps e sites para aprender novos idiomas existem aos montes, mas sempre há espaço para novas abordagens. O Lingua.ly, exclusivo para Android, com versão para iPhone prometida, traz uma dessas.

Aqui, você não tem lições ou programas pré-estabelecidos. A premissa do app é fornecer ferramentas para que os usuários criem seus próprios vocabulários, colhendo palavras de outros locais e da web — existe uma versão para o navegador e extensões de navegadores para fazer a ponte com o app móvel. Ao coletar uma palavra, você pode ver seu significado, associar imagens a ela, escrever frases para lembrar o contexto e ler artigos reais que trazem a palavra em questão.


Mailbox

Ícone do Mailbox.Para Android, iPhone, iPad.
O que é? Cliente de e-mail com foco em produtividade.
Preço? Gratuito.
DOWNLOAD Android, iPhone e iPad

Outro ex-exclusivo do iOS, o Mailbox é um cliente de e-mail que ajuda os usuários a chegarem à mítica inbox zero. Como? Com um leque de ações para dar cabo das mensagens tão logo elas cheguem — se não respondendo/apagando/arquivando, adiando a mensagem para um momento posterior –, tudo por gestos simples e rápidos.

Apesar de alguns detalhes que lembram muito a versão para iOS, essa primeira versão é bem competente, e traz novidades, como um mecanismo que aprende seus padrões de uso para automatizar algumas coisas. Além de gratuito, ao instalá-lo você ganha 1 GB de espaço no Dropbox.

Screenshots do Mailbox.
Imagens do Mailbox.

Movie Moments

Ícone do Vídeo Moments.Para Windows Phone 8.1, Windows.
O que é? Editor de vídeos simples, com suporte a frases e música de fundo.
Preço? Gratuito.
DOWNLOAD Windows Phone 8.1, Windows.

Esse só funciona no Windows Phone 8.1, já que se aproveita das novas APIs de vídeo dessa versão do sistema. Desenvolvido pela Microsoft, e com versão para Windows 8/RT, é um editor simples de vídeos.

Existe uma limitação de tempo, os vídeos têm no máximo 60 segundos. Após fazer os recortes desejados no seu, é possível incluir legendas e textos estilizados e, depois, música — o app vem com alguns clipes de áudio, mas dá para importar sons da sua coletânea de músicas. Terminou? Mande para o OneDrive ou compartilhe no Facebook.

Screenshots do Video Moments.
Imagens do Video Moments.

Opera Coast

Ícone do Opera Coast.Para iPhone.
O que é? Navegador web com interface minimalista baseada em gestos.
Preço? Gratuito.
DOWNLOAD

Lançado ano passado para iPad, o Opera Coast, a versão do conhecido navegador reimaginada para dispositivos móveis chega agora para o iPhone.

O Opera Coast deixa para trás várias convenções de navegadores web, muitas delas migradas do desktop para dispositivos móveis. Não existe barra de endereços, a tela está sempre cheia e os controles de navegação são gestuais. Parece complicado, e existe mesmo uma pequena curva de aprendizado no começo, mas com a prática vem muita agilidade e mais área real para apreciar os sites que você gosta.


Reading List

Ícone do Reading List.Para Windows Phone 8.1.
O que é? Bookmarks para textos encontrados na web.
Preço? Gratuito.
DOWNLOAD

Outro só para Windows Phone 8.1, e que também faz dobradinha com um app homônimo no Windows 8/RT. O Reading Lists, ou Lista de Leitura, parece muito com o Pocket e Instapaper, mas ele não faz cache para leitura offline, nem salva o texto em uma formatação mais legível. É, na prática, apenas um sistema de bookmarks mais visual e, agora, sincronizado.

Screenshots do Reading List.
Imagens do Reading List.

Scanbot

Ícone do Scanbot.Para Android, iPhone.
O que é? App que tira fotos de documentos e recibos com qualidade superior.
Preço? ~R$ 2,50
DOWNLOAD Android, iPhone.

Sim, você pode abrir o app da câmera e tirar uma foto do boleto, recibo ou documento. O que o Scanbot promete, porém, é maior qualidade: além da alta resolução (200 dpi), ele tem recursos para diminuir borrados, delinear textos e melhorar a legibilidade das letrinhas em qualquer documento de texto.

Depois de tirada a foto, um processo que consiste em posicionar a câmera sobre a folha (não é preciso tocar em botão algum), o Scanbot ainda pode enviá-la para serviços de armazenamento na nuvem, como Google Drive, Dropbox e Evernote, automaticamente. Para quem trabalha com muito papel e está na luta pela digitalização, parece uma boa ponte entre os dois universos.

Screenshots Scanbot.
Imagens do Scanbot.

Tilesparency e Transparency Tiles

Ícones do Tilesparency e Transparency Tiles.Para Windows Phone 8.1.
O que é? Apps para criar blocos transparentes para a tela inicial.
Preço? Gratuito.
DOWNLOAD Tilesparency, Transparency Tiles.

O Windows Phone 8.1 permite incluir imagens de fundo na tela inicial, só que em vez delas ficarem no fundo, aparecem dentro dos blocos. Esses dois novos apps permitem brincar com o efeito e dar mais liberdade na hora de compôr o layout dessa tela. (Para funcionarem, obviamente, é preciso estar com o Windows Phone 8.1 e ter uma imagem de fundo definida.)

O Tilesparency permite criar blocos vazios, transparentes, para mostrar melhor a imagem. Não só: também dá para criar blocos com pequenas ações pré-definidas. O app é gratuito, mas permite compras in-app, para remover anúncios e garantir futuras atualizações. Já o Transparency Tiles traz atalhos para diversos apps populares, como Facebook, apps do Xbox, os do Rudy Huyn e outros vários — a lista é grande! Tenha em mente, porém, que os blocos criados por ele não são dinâmicos.

Screenshots do Tilesparency e Transparency Tiles.
Imagens do Tilesparency e Transparency Tiles.

Union

Ícone do Union.Para iPhone, iPad.
O que é? App de edição de fotos que mistura duas em uma só, com efeitos artísticos.
Preço? US$ 1,99
DOWNLOAD

Apps para editar fotos não faltam no iOS, mas o Union se destaca pela facilidade com que alcança montagens baseadas em sobreposições belíssimas, muito parecidas com as da abertura de True Detective. É tudo bem fácil e poderoso, já que bastam alguns toques para se chegar ao resultado desejado.

Após carregar a imagem de fundo e a frontal, as ferramentas permitem isolar o objeto em primeiro plano e realizar outros ajustes finos. Finalizado o trabalho, dá para exportá-lo em outros apps, preservando a resolução máxima.

Screenshots do Union.
Imagens do Union.

19 apps! Para mais, visite as listas de janeiro, fevereiro e março, e as dos melhores apps de 2013 para iPhone, Android e Windows Phone.

Foto do topo: Kārlis Dambrāns/Flickr.

Os melhores apps para Android, iOS e Windows Phone (março/2014)

Terceiro mês, terceiro post de melhores apps. Já é tradição e você pode esperar, no último dia de todo mês, essa reunião dos apps mais legais e/ou úteis lançados para Android, iOS e Windows Phone.

A opção pela janela mensal foi feita para destacar apenas a nata dos apps lançados no período. Muitos saem toda semana, mas quantos desses realmente compensam sua atenção e, eventualmente, seu suado dinheirinho? Não muitos.

A lista, como sempre, está em ordem alfabética e traz os três sistemas misturados — quando um app é multiplataforma, haverá essa indicação e todos os links possíveis. Baixe o que quiser e, caso conheça algum app lançado recentemente que mereça figurar na lista, mas não esteja nela, corrija essa injustiça nos comentários.


A Better Camera

A Better Camera, ícone.Para Android.
O que é? App de câmera com diversos recursos reunidos.
Preço? Gratuito, ~R$ 15 para desbloquear todos os recursos.
DOWNLOAD

Apps de câmeras para Android não são tão comuns ou variados quanto em outras plataformas, mas vez ou outra algum interessante aparece. É o caso do A Better Camera, que promete concentrar em um único lugar diversos recursos fotográficos.

São 11 modos de disparo, mas alguns pagos, como o panorama de alta resolução e o HDR — por ~R$ 15, todos os recursos são desbloqueados. A interface é bem simples e direta, cheia de botões configuráveis e adaptada a tablets se tirar fotos com eles for a sua praia. Só por ter a grade 3×3 já é um bom negócio, mas existem outros recursos, alguns bem avançados, como o “group shot” e a remoção de objetos, que merecem uma olhada.

Screenshots do A Better Camera.
A Better Camera para Android.

Adobe Revel

Adobe Revel, ícone.Para Android e iPhone.
O que é? Gerenciamento e compartilhamento de fotos na nuvem da Adobe.
Preço? Gratuito
DOWNLOAD Android, iPhone/iPad

O Revel é um serviço da Adobe que facilita o gerenciamento de fotos e permite compartilhá-las com amigos e familiares de forma privada. Até o início de março, existiam apps apenas para as plataformas da Apple — OS X e iOS. Agora, o Android entra na festa.

A facilidade é bastante ressaltada no Revel, e um diferencial importante em meio a tantas opções de armazenamento de fotos. Para os recém-chegados do Android, a Adobe liberou uma ferramenta de importação que deve ser útil para levar as fotos da galeria do sistema à nuvem.

Screenshots do Adobe Revel.
Adobe Revel para Android.

BitTorrent Sync

BitTorrent Sync, ícone.Para Android, iPhone e Windows Phone.
O que é? Uma espécie de nuvem privada para acesso remoto a arquivos.
Preço? Gratuito.
DOWNLOAD Android, iPhone, Windows Phone

O BitTorrent Sync chegou ao Windows Phone, fato que melhora a experiência geral do serviço. Apesar do nome, ele lembra mais o antigo FolderShare da Microsoft. A proposta do app é permitir a criação de “nuvens particulares”, ou seja, o acesso a arquivos entre vários dispositivos, através da Internet, mas sem a parte de armazenamento na nuvem. O que significa que para ver fotos que esteja no seu computador a partir de um smartphone, é preciso que o PC esteja ligado no momento do acesso.

O app para Windows Phone tem os mesmos recursos dos outros sistemas. É possível conceder acesso via código, e-mail ou com a câmera, usando códigos QR. Também está disponível o backup automático de fotos tiradas com o aparelho. Todas as conexões são seguras, criptografadas e jamais deixam rastros armazenados em servidores remotos.

Screenshots do BitTorrent Sync.
BitTorrent Sync para Windows Phone.

CloudSix

CloudSix, ícone.Para Windows Phone.
O que é? Cliente extra-oficial do Dropbox.
Preço? Gratuito, R$ 2,49 para remover os anúncios.
DOWNLOAD

Um dos grandes problemas do Windows Phone é a escassez de apps oficiais dos serviços populares em outras plataformas. Um problema que vem diminuindo com o tempo, mas que permanece em alguns casos, como o do Dropbox. Já que não se tem o app oficial dele, que tal um de Rudy Huyn, o responsável pelo 6tag, 6snap e alguns dos melhores apps do sistema?

O CloudSix permite acessar, fixar (para uso offline), gerenciar e compartilhar arquivos armazenados em uma ou mais contas do Dropbox. Outro recurso vindo diretamente do app oficial, a sincronia automática de fotos tiradas com o smartphone para o Dropbox, também está presente. É um app simples, mas muito bem feito e que até agora não me deixou na mão.

Screenshots do CloudSix.
CloudSix para Windows Phone.

Disconnect Search

Disconnect Search, ícone.Para Android.
O que é? App de buscas web que promete anonimato total.
Preço? Gratuito
DOWNLOAD

Depois de lançar uma boa extensão para navegadores, o Disconnect agora tem um app para Android. Com ele, o usuário pode realizar buscas nos principais sites do gênero (Google, Bing, Yahoo, blekko e DuckDuckGo) com a garantia da privacidade.

Em cada pesquisa realizada, o Disconnect Search passa a sua consulta por uma VPN que mascara seu endereço IP e impede que cookies e outros identificadores pessoais fiquem no seu aparelho ou sejam coletados por intermediários, como o provedor, e o próprio site de buscas. O app em si é só uma “casca”, já que os resultados abrem no navegador padrão do sistema, mas há um widget disponível que agiliza bastante as coisas.

Screenshots do Disconnect Search.
Disconnect Search para Android.

Excel, PowerPoint, Word

Excel, PowerPoint, Word, ícones.

Para iPad.
O que é? Apps para planilhas eletrônicas, apresentações de slides e edição de textos.
Preço? Gratuito, R$ 21/mês para criar e editar arquivos.
DOWNLOAD Excel, PowerPoint, Word

Os rumores sobre um Office para iPad datam de 2011. Enfim, ele chegou. Excel, PowerPoint e Word ganharam versões para o tablet da Apple adaptadas à interface sensível a toques. A Microsoft fez um bom trabalho e os apps, mesmo carentes de alguns recursos mais avançados, cumprem bem o que se esperaria de versões do tipo.

Eles estão disponíveis gratuitamente, mas apenas para visualização de arquivos — que podem ser abertos a partir do OneDrive. Para edição, é necessário assinar o Office 365 que, para usuários domésticos, custa R$ 21 por mês.

Bônus: o Office Mobile para Android e iPhone, que antes também tinham essa vinculação com o Office 365, agora são totalmente gratuitos, inclusive para criação e edição de arquivos.


Facebook Messenger

Facebook Messenger, ícone.Para Android, iPhone e Windows Phone.
O que é? App exclusivo para bate-papo do Facebook.
Preço? Gratuito.
DOWNLOAD Android, iPhone, Windows Phone

Figurinha carimbada, o Facebook Messenger está em uma constante de boas notícias para seus usuários. Primeiro, a feliz reformulação que os apps para Android e iPhone receberam no final de 2013. Em março, a chegada do app ao Windows Phone.

O app para o sistema da Microsoft é bem bonito e lembra, sem ferir as diretrizes de design do Windows Phone, suas contrapartes dos sistemas concorrentes. Dá para tirar foto, mandar figurinhas (os stickers) e entrar em conversas em grupo — ainda que a recente atualização que dá mais atenção aos grupos no Android e iPhone não tenha chegado ao Windows Phone. É um app bem melhor que o oficial/geral do Facebook (que é feito pela Microsoft) em todos os aspectos.

Screenshots do Facebook Messenger.
Facebook Messenger para Windows Phone.

FireChat

FireChat, ícone.Para iPhone.
O que é? App de bate-papo que funciona mesmo sem conexão.
Preço? Gratuito.
DOWNLOAD

Parece impossível, mas o FireChat independe de conexão para funcionar. Ele usa um recurso do iOS 7 chamado Multipeer Connectivity Framework, que permite aos dispositivos se comunicarem quando próximos, para gerar salas de bate-papo. A intenção dos desenvolvedores é que o app seja usado em eventos que concentrem muitas pessoas — citando os dos EUA, Burning Man, Wanderlust, SXSW, Super Bowl — ou mesmo estações de metrô, aeroportos, lugares com aglomerações. O raio de alcance é de pouco mais de 9 metros.

O FireChat também trabalha de modo mais tradicional quando a Internet está à disposição em um bate-papo com todo mundo.

Screenshots do FireChat.
FireChat para iPhone.

Flight

Flight, ícone.Para iPhone.
O que é? App para acompanhar voos.
Preço? ~R$ 9.
DOWNLOAD

Com uma interface minimalista e bastante inspirada, o Flight é um app simples para monitorar voos. Ele informa as cidades e aeroportos de partida e destino (com direito à temperatura e clima atualizados), números de terminais, código, duração e progresso do voo, modelo do avião e companhia aérea.

Bônus: por ser destacado na App Store, o Flight está com 50% de desconto por tempo limitado.

Screenshots do Flight.
Flight para iPhone.

Link Bubble

Link Bubble, ícone.Para Android.
O que é? Navegador que abre links de outros apps em bolinhas flutuantes.
Preço? Gratuito, versão Pro por ~R$ 11,50.
DOWNLOAD

Desde o surgimento do Facebook Home, o Android tem recebido um punhado de apps que se utilizam das “bolinhas” flutuantes em sua interface. O Link Bubble é mais um deles e permite abrir páginas web nessas bolinhas. Uma ideia bem esperta, diga-se de passagem.

O foco do Link Bubble é em links que surgem em outros apps. Em vez de ir para o Chrome e esperar a página carregar, com esse app instalado o link clicado é carregado em segundo plano e, quando a página fica pronta, ela é exibida na tela a partir da bolinha. De lá ainda dá para mandar rapidamente links para outros apps (pense no Pocket) e, com a versão Pro, abrir duas ou mais páginas em segundo plano simultaneamente.


Medium

Medium, ícone.Para iPhone.
O que é? Belo app para leitura dos artigos publicados no Medium.
Preço? Gratuito.
DOWNLOAD

O Medium ainda é uma incógnita em vários aspectos, mas em termos de beleza e usabilidade, o site é um a sucessão de acertos. Este app, exclusivo para iPhone, traz para a tela do smartphone toda a beleza e os artigos publicados na plataforma.

Não dá para escrever ou editar artigos no Medium para iPhone; ele é, apenas, um app para leituras. Dentro dele pode-se recomendar artigos, compartilhá-los e até acessar perfis e coleções. É um trabalho muito bem feito, do tipo que dá gosto de ler e apreciar.

Screenshots do Medium.
Medium para iPhone.

Office Lens

Office Lens, ícone.Para Windows Phone.
O que é? “Lente” para a câmera do Windows Phone que captura e otimiza documentos e quadros.
Preço? Gratuito.
DOWNLOAD

O mundo ainda é bastante dependente do papel, o que acaba se tornando um problema para quem prefere anotações, comprovantes e outros documentos digitalizados. O Office Lens é uma “lente” para a câmera do Windows Phone que faz a ponte entre esses dois lados.

Com o app, basta apontar a câmera e tirar fotos de folhas, quadros, recibos e outros suportes com texto que ele faz o resto. Por “resto”, entenda enquadrar, otimizar e adaptar a exibição das informações no meio digital. Uma foto torta de uma folha, por exemplo, é alinhada, tem seu conteúdo destacado e a cor de fundo, nivelada. A qualidade dos resultados é magnífica e a integração com o Office, nada menos que o esperado.

Screenshots do Office Lens.
Office Lens para Windows Phone.

Organizze

Organizze, ícone.Para Android e iPhone.
O que é? Gerenciador de finanças — pessoais ou empresariais.
Preço? Gratuito.
DOWNLOAD Android, iPhone

Outro app da lista originalmente disponível apenas para iPhone que fez sua passagem para o universo Android. O Organizze é um sistema de controle financeiro que funciona tanto para contas pessoais, quanto para empresarias. Com ele, dá para lançar despesas e recebimentos, inclusive offline, agendar contas a pagar e visualizar relatórios de gastos. O objetivo? Identificar padrões e poupar.

O app e o serviço são gratuitos, mas existe uma versão paga do Organizze, que custa R$ 9,90 por mês (contas pessoais), com alguns recursos extras.

Screenshots do Organizze.
Organizze para Android.

Pocket Magnifier

Pocket Magnifier, ícone.Para Windows Phone.
O que é? Lupa operada através da câmera com filtros para facilitar a leitura.
Preço? Gratuito.
DOWNLOAD

Desenvolvido em parceria com o RNIB (Royal National Institute of Blind people) e exclusivo para aparelhos com Windows Phones da Nokia, o Pocket Magnifier é uma lupa portátil que funciona através da câmera do seu smartphone.

Além de fazer o óbvio, ou seja, aumentar o texto para facilitar a leitura, o app ainda permite congelar imagens e traz uma série de filtros para melhorar a legibilidade dos textos exibidos na tela. O flash também pode ser usado como auxílio.

Screenshots do Pocket Magnifier.
Pocket Magnifier para Windows Phone.

Remember the Umbrella

Remember the Umbrella, ícone.Para Android.
O que é? App de previsão do tempo passivo.
Preço? Gratuito, versão Pro por ~R$ 1,50.
DOWNLOAD

Muita gente usa apps de previsão do tempo com apenas uma finalidade: saber se vai chover ou não. O Remember the Umbrella faz jus ao nome e só entra em ação quando prevê que o tempo irá (literalmente) fechar.

Simples assim, após a instalação basta definir o horário e a periodicidade em que gostaria de ser alertado caso a chuva esteja no horizonte — preferencialmente um pouco antes daquele em que você costuma sair para o trabalho ou escola. A versão Pro, que custa ~R$ 1,50, permite programar mais de um alarme e não tem anúncios.

Screenshots do Remember the Umbrella.
Remember the Umbrella para Android.

Timehop

Timehop, ícone.Para Android e iPhone.
O que é? Uma viagem no tempo ao que o usuário publicou em redes sociais no dia de hoje em anos anteriores.
Preço? Gratuito
DOWNLOAD Android, iPhone

Um dos apps mais legais do iPhone finalmente chegou ao Android. No Timehop, você cadastra suas redes sociais (há suporte a Facebook, Twitter, Flickr, Instagram, Foursquare e fotos do Dropbox) e todo dia o app vasculha seu histórico e apresenta o que você fez nesses locais em anos anteriores. É sempre uma surpresa e uma boa maneira de desenterrar eventos, links e fotos esquecidas.

Screenshots do Timehop.
Timehop para Android.

toib

toib, ícone.Para Windows Phone.
O que é? Cliente do YouTube com visual refinado e rico em recursos.
Preço? Gratuito, R$ 1,99 para desbloquear tudo.
DOWNLOAD

Ainda não foi desta vez que o app oficial do YouTube voltou ao Windows Phone. Enquanto esse dia não chega, as alternativas suprem a lacuna. O toib é do mesmo criador do Phonly, um cliente para o Feedly, e faz um trabalho bem competente.

Dá para acessar canais assinados, playlists e vídeos curtidos, tudo com exibição em HD e suporte a coisas como curtir, comentários, gerenciamento de playlists e compartilhamento do vídeo em redes sociais através do mecanismo do Windows Phone.

O app é bonito e bem feito, mas na versão gratuita tem algumas limitações, como exibir apenas 10 canais assinados.

Screenshots do toib.
toib para Windows Phone.

UP Coffee

UP Coffee, ícone.Para iPhone.
O que é? Sistema de monitoramento do consumo de cafeína.
Preço? Gratuito.
DOWNLOAD

Desenvolvido pela Jawbone Labs, um braço da Jawbone das pulseiras de fitness UP, este app analisa o seu consumo de café e, baseado nesses números, dá dicas e insights sobre os melhores momentos para dormir ou se dedicar ao trabalho.

A interface é bastante agradável, cheia de gráficos e animações legais. É preciso abastecer o UP Coffee com informações por cerca de 7 a 10 dias para que ele comece a compreendê-lo e ser útil. Para quem é viciado em café ou gosta da bebida, mas acha que ela afeta o sono, é uma boa pedida.

Screenshots do UP Coffee.
UP Coffee para iPhone.

You-Doo

You-Doo, ícone.Para Windows Phone.
O que é? Lista de tarefas baseada na localização do usuário.
Preço? Gratuito, com dois in-app purchases de ~R$ 2 para desbloquear cores e ícones.
DOWNLOAD

Pegando emprestado um dos elementos da metodologia GTD, o You-Doo é um app de listas de tarefas com base na localização do usuário. Antes, ele cadastra locais e associa tarefas e lembretes a eles. Com isso, o app é capaz de emitir notificações contextuais, quando você está em um lugar que tenha tarefas associadas a ele.

O You-Doo conta com visualização no formato linha de tempo, de calendário, dividida por locais e também de mapa, via Bing Maps e Foursquare. Para o futuro, os desenvolvedores prometem uma versão paga com suporte a tarefas compartilhadas, sincronia com a nuvem e importação de tarefas do Outlook.

Screenshots do You-Doo.
You-Doo para Windows Phone.

Ao todo, 21 novos apps! Quer mais? Não perca as listas de janeiro e fevereiro, e as dos melhores apps de 2013 para iPhone, Android e Windows Phone.

Foto do topo: Lenny Wu/Flickr.

5 dicas para editar áudio no Audacity

Existem duas formas de dominar uma software. A primeira é frequentando cursos formais, passando etapa por etapa, lição por lição, seguindo à risca um roteiro preparado por especialistas e ministrado por um deles. A segunda é metendo a cara, lidando com as dificuldades e dúvidas que surgem no caminho e tirando dúvidas no YouTube e em blogs como o Manual do Usuário.

Meu caso com o Audacity, um software de edição de áudio gratuito e aberto, se encaixa na segunda forma. Comecei a usá-lo ainda na época do WinAjuda (RIP), para editar o finado podcast de lá. A escolha se deu principalmente pela gratuidade e, apesar desse critério fraco, acabou não sendo uma de toda ruim. Pelo menos funciona e tem até uns truques bacanas.

Como você deve saber, uso o Audacity para editar o podcast do Manual do Usuário. É um trabalho relativamente simples, mais braçal do que intelectual, mas que só chegou a esse estado graças às dicas que colhi nesses anos, vindas do YouTube, de posts em fóruns e da documentação oficial. Se você nunca se aventurou com edição de áudio, tem vontade, mas não quer começar no zero, siga as dicas que descreverei abaixo.

1. A interface do Audacity

O Audacity se divide em três grandes áreas. Em cima, ficam os controles de áudio (que inclui os imprescindíveis botões “gravar” e “reproduzir”, e que podem ser substituídos pelas teclas R e Barra de espaço, respectivamente) e, um pouco ao lado, algumas ferramentas que você usará bastante. Na sequência, gráficos que mostram como o áudio está sendo gravado, útil para identificar e corrigir o clipping, aqueles estouros no áudio que machucam os ouvidos, e algumas ferramentas de edição substituíveis pelo mouse.

No meio ficam as faixas. O Audacity trabalha com quantas faixas você quiser. Ao acrescentar um arquivo de áudio externo (basta arrastá-lo para dentro da janela do programa), uma nova faixa é criada. Se quiser iniciar uma limpa, é só clicar no menu Faixas, depois em Adicionar Nova… e escolher a desejada.

O áudio aparece nas faixas como riscos azuis. Acho que todo mundo já viu, talvez em tonalidades e softwares diferentes, mas a representação é bastante padronizada. Com os olhos dá para saber se uma faixa está com o volume baixo, alto, se está clippando e até em que momento, no caso de um podcast descontraído, as pessoas dão risada.

Vale a pena gravar qualquer besteira e mexer nos controles da barra de ferramentas para se familiarizar com eles. Para começar a brincar, é importante entender esses ícones:

Esses botões serão muito usados.
Ferramentas do Audacity.

As duas primeiras são bem importantes. O primeiro ícone transforma o cursor em um seletor de texto — ou, no nosso contexto, de trechos das faixas. Dá para utilizar, inclusive, algumas convenções de editores de texto aqui, como clicar em um ponto da faixa, segurar a tecla Shift e depois clicar em outro para selecionar o intervalo. O bom e velho clique duplo, segundo o botão no último e arrastando o cursor, também funciona.

Outro bacana é o segundo, o risco azul com a bolinha no meio entre dois indicadores, chamada ferramenta de envelope. Ele permite diminuir o volume de uma faixa e, usado em pares, fazer aquele truque de diminuir a música de fundo quando alguém fala. (Note que, para fade in e fade out, existem ferramentas específicas e bem mais fáceis de usar no menu Efeitos.)

Por fim, a ferramenta de ajuste de tempo — é aquela seta que aponta para os dois lados, a segunda na linha de baixo. Com ela, o cursor passa a arrastar blocos de áudio. É indicada para o trabalho com duas ou mais faixas, e permite, entre outras coisas, alocar perfeitamente efeitos sonoros e músicas.

A lupa, como você deve imaginar, serve para dar zoom. Ela funciona bem, mas no meu workflow incorporei teclas de atalho (para mim, mais ágeis e precisas). Ctrl + 1 aproxima o zoom, Ctrl + 3 diminui e Ctrl + 2 volta ao 100%.

2. Cortando e juntando áudio

Cortar um pedaço da faixa é edição mais básica — e uma das mais simples. Para separar uma faixa em duas, basta clicar no local desejado, ir em Editar, depois Cortar bordas e, por fim, Separar — ou aperte Ctrl + I, para ir mais rápido.

No meu uso, porém, o que eu faço mais é remover completamente trechos inteiros. Dessa forma, por exemplo, uma conversa anterior à gravação de fato se vai com alguns poucos cliques. E é uma ação tão simples quanto dividir uma faixa.

Com o mouse, marque o trecho desejado com a ferramenta de seleção. Caso erre na seleção por alguns poucos segundos, não se preocupe, não é preciso tentar acertar todo o processo do zero: ao aproximar o mouse das extremidades da seleção, o cursor vira uma “mãozinha”. Dê um clique duplo segurando o botão no segundo, e você poderá arrastar a seleção novamente para fazer um ajuste fino.

Quando um trecho está selecionado, ao clicar no botão de reprodução (dá para substitui-lo com um toque na barra de espaço), apenas ele é tocado; isso é bom para delimitar perfeitamente o que se deseja cortar ou remover. Estando tudo certo, dê um toque na tecla Delete e aquele trecho sumirá, unindo as duas pontas que sobraram.

Mas e se em vez de remover esse trecho, eu queira apenas silenciá-lo? O processo é o mesmo, o que muda é só o último toque. Em vez da tecla Delete, aperte Ctrl + L. Já se, em vez de silenciar, o objetivo for acrescentar trechos de silêncio, basta entrar no menu Gerar, clicar em Silêncio, definir a duração dele e dar Ok.

3. Normalizar várias faixas

Normalizar nivela os volumes no Audacity.
Normalizar o áudio.

É bem comum em podcasts com dois ou mais membros, mesmo quando são usados microfones idênticos (oi, Paulo!), os volumes saírem desnivelados. Felizmente, um dos vários efeitos do Audacity ameniza bastante esse problema que, de outra forma, seria bem chato de solucionar.

Se apenas as faixas de fala estiverem abertas, um Ctrl + A para selecionar tudo resolve. Caso contrário, será preciso fazer a seleção manualmente — e recomendo, para tanto, que você gaste algum tempo usando as teclas Shift, Home, End e as setas esquerda e direita; parece bobagem, mas usar o teclado em vez do mouse é, não raramente, mais rápido e essas teclas são universais, ou seja, também são úteis no navegador, no Word, em qualquer lugar que trabalhe com texto/seleção.

Enfim, quando todas as vozes estiverem selecionadas, entre no menu Efeitos, depois clique em Normalizar… Existem alguns parâmetros ali, mas comigo o padrão quase sempre funciona a contento. Às vezes surgem alguns clippings, mas nada que outro efeito, que veremos a seguir, não resolva.

Antes de normalizar os volumes, porém, considere fazer a dica a seguir, de eliminação de ruídos. A lógica é muito simples: você não quer normalizar barulhos indesejados, mas apenas as vozes, ou música, enfim, o que você gravou. Remover tudo que for desnecessário ou inesperado aumenta a eficácia da normalização.

4. Elimine ruídos

(Eu poderia ter facilitado e invertido as dicas, né?)

A menos que você tenha um equipamento profissional e faça gravações em uma sala com boa acústica, ruídos surgirão na sua fala. (E convenhamos: se você está gravando nessas condições, não precisa ler isso aqui.)

Remover ruídos.
Dá para remover ruídos no Audacity.

Um dos efeitos mais bacanas do Audacity é o de remoção de ruídos. Sua aplicação é parecida com a do efeito anteriormente visto, mas tem uma pegadinha: ela é feita em duas etapas.

Primeiro, é preciso ensinar ao app o padrão de ruído a ser eliminado. Para isso, encontre um ponto de silêncio na fala, algo comum em podcasts (e considerando que as vozes sejam gravadas em faixas exclusivas). Selecione o trecho silencioso, entre no menu Efeitos, depois em Remover ruído… e, na janela que aparece, clique no botão Obter perfil de ruído.

A janela se fechará e, aparentemente, nada terá mudado. Mas mudou sim: agora o Audacity sabe o que deve buscar e eliminar.

Dessa vez, selecione toda a faixa antes de voltar ao menu Efeitos, item Remover ruído… Lá, clique no botão Ok e espere a mágica acontecer — dependendo do seu hardware, pode demorar um pouco.

5. Como corrigir o clipping

Clip Fix, efeito do Audacity, corrige o clipping.
Corrigindo clipping no Audacity.

Como explicado, clipping é o “estouro” em uma faixa. Dá para ver quando isso acontece nas ondas: ele chega às extremidades da faixa e, ao ser executado, machuca os ouvidos.

O efeito Clip fix, dentro do menu Efeitos, ameniza e em muitos casos elimina o clipping. Para usá-lo, selecione o trecho clippado e clique na opção. Uma caixa de diálogo surgirá. Clique em Ok e veja, ou melhor, ouça a mágica acontecer.


Para quem ainda não teve tempo ou interesse em explorar o que o Audacity oferece, essas dicas são um belo começo. Se você já é experiente e tiver alguma outra para compartilhar, use os comentários. Outros entusiastas, eu e os ouvintes do podcast agradecemos!

Os melhores apps para Android, iOS e Windows Phone (fevereiro/2014)

A tradição continua: todo fim de mês é publicada, no Manual do Usuário, uma lista com os melhores apps lançados no intervalo para Android, iPhone e Windows Phone.

Esse intervalo mensal foi escolhido para dar margem à escolha dos melhores de fato, afinal sai muito app toda semana, mas nem todos são bons, são os melhores. Em vez de posts semanais magrinhos ou com apps meia boca, sai só um por mês, com apps realmente bacanas, só a nata do desenvolvimento em plataformas móveis.

Reiterando as regrinhas apresentadas mês passado, a lista abaixo está em ordem alfabética, com os três sistemas misturados. Quando um app é multiplataforma, todos os links são exibidos. Aproveite e, caso note uma omissão, mande-a nos comentários.


AllCast

Ícone do AllCast.Para Android.
O que é? App que permite fazer streaming de conteúdo local para uma TV.
Preço? R$
DOWNLOAD

Agora com o Chromecast SDK, o AllCast, que chamou a atenção quando o Chromecast foi lançado para logo em seguida perder o suporte a ele, voltou a funcionar com o pequeno dongle HDMI do Google.

Na prática, o AllCast transmite para a TV conteúdo a partir de outros dispositivos, como Roku, Apple TV, Xbox 360/One e até diretamente para algumas Smart TVs. É uma comodidade extra, e funciona bem. A nova versão ganhou uma reformulação visual, melhorias no suporte a formatos menos mainstream, como MKV, e outras correções menores.

Screenshots do AllCast.


Automated Device

Ícone do Automated Device.Para Android.
O que é? Criação de regras para automatizar funções do smartphone.
Preço? Gratuito
DOWNLOAD

A interface não é só feia, é confusa. As telas não têm uma ordem muito específica, às vezes é preciso voltar para avançar (?). Telas de confirmação? Não existem. É meio complicado, mas depois que se pega o jeito a coisa flui e o Automated Device mostra o seu poder.

Com esse app é possível definir regras, gatilhos e ações para o seu smartphone. Digamos que você queira desativar a conexão de dados quando der 23h59 ou com o Wi-Fi ativado. É possível definir essa regra e o smartphone se comportará como o esperado. As possibilidades são infinitas.

O Automated Device lembra bastante o Tasker, porém é gratuito. O app é novo e está sendo ativamente desenvolvido — e quem se interessar mais por informações de bastidores pode dar um pulo neste tópico do XDA.

Screenshots do Automated Device.


Basecamp

Ícone do Basecamp.Para Android e iPhone.
O que é? App oficial do Basecamp, sistema de gerenciamento de projetos.
Preço? Gratuito
DOWNLOAD Android, iPhone

Usado e adorado por muita gente, o Basecamp, que já existia no iPhone, finalmente ganhou um app oficial no Android.

O que dá para fazer na versão web, é possível também no app móvel — que inclusive tem layout adaptável a tablets. Delegar tarefas, ver as novidades do projeto, criar e alterar listas de tarefas, conversar com os outros membros… está tudo lá, na palma da mão.

A 37Signals passou recentemente por uma grande mudança, que afetou até o nome da empresa, agora Basecamp. É um serviço antigo, tradicional e confiável.


Bing Receitas e Bebidas

Ícone do Bing Receitas e Bebidas.Para Windows Phone.
O que é? Receitas de comida, coquetéis e avaliações de vinhos.
Preço? Gratuito
DOWNLOAD

Mais um app que faz o caminho do Windows para o Windows Phone, o Bing Receita e Bebidas é um compêndio de… bem, de receitas e bebidas. Além de dar o passo-a-passo para fazer seus quitutes, ele também conta com uma seção de coquetéis e outra com avaliações de vinhos. Ainda dá para fazer a lista de compras no próprio app e salvar os itens que mais lhe interessam.

Como os demais apps Bing, esse também é bem feito e muito ágil. Para aspirantes a mestre-cuca, uma boa pedida!

Screenshots do Bing Receitas e Bebidas.


Bing Viagem

Ícone do Bing Viagem.Para Windows Phone.
O que é? Destinos para viagens, agendamento de viagens e estadias em hotéis.
Preço? Gratuito
DOWNLOAD

A receita (rá!) é a mesma do app de cima, mas adaptada ao contexto turístico. O Bing Viagem fornece informações abundantes, com fotos e destinos interessantes para quem quer viajar por esse mundão.

Além de ajudá-lo a escolher um lugar legal para passar as férias, o app ainda oferece comparação de preços de passagens aéreas e diárias de hotéis. Essas facilidades usam serviços de terceiros. No caso dos voos, até o status dele é exibido. Se rolar um atraso ou a aterrissagem for antecipada, você saberá.

Screenshots do Bing Viagem.


Catchr

Ícone do Catchr.Para iPhone.
O que é? Monitor de atividades no smartphone.
Preço? US$ 1,99
DOWNLOAD

Está desconfiado de que andam mexendo no seu iPhone quando você não está por perto? O Catchr tira a prova. Ao ser ativado, o app passa a monitorar todas as atividades desempenhadas no aparelho — quais apps foram abertos e fechados, com data e horário, e por onde ele andou, via GPS. Bom para quem tem um cônjuge ciumento e acredita que privacidade é um direito sagrado do qual não se pode abrir mão.

Há problemas com dois apps, Mail e o de telefone, devido a restrições da Apple sobre o que apps do iOS podem fazer. Tenha em mente, também, que quando ativo há um consumo acima da média da bateria, já que o GPS fica ativo o tempo todo.

Screenshots do Catchr.


Google Now Launcher

Ícone do Google Now Launcher.Para Android.
O que é? Launcher do Nexus 5.
Preço? Gratuito
DOWNLOAD

O launcher do Nexus 5 finalmente foi disponibilizado para outros dispositivos Android, mas apenas os da linha Nexus e Google Play Edition.

Gratuito, ele traz algumas mudanças estéticas, como ícones maiores, nova tela de configuração das home screens e novos planos de fundo. Outra novidade bem-vinda é o Google Now a um arrastar de dedo da esquerda para a direita, ou acessível via comando de voz — apenas com o smartphone desbloqueado e com o Google Now em inglês.

Screenshots do Google Now Launcher.


Hello SMS

Ícone do hello sms.Para Android.
O que é? App minimalista para envio de mensagens SMS.
Preço? Gratuito
DOWNLOAD

No Android 4.4, o Google deixou de lado o app dedicado para mensagens SMS e as integrou ao Hangouts. Se você quer um app exclusivo para lidar com mensagens de texto, ou está em uma versão antiga do Android e quer algo melhor que o padrão, o Hello SMS é uma boa pedida.

O app é bastante minimalista, mas conta com alguns truques interessantes. Ele puxa fotos da lista de contatos, o que facilita identificá-los em meio às conversas. Também permite mandar fotos, via MMS, direto do app. Nas configurações, dá para personalizar os sons e notificações do app. E é basicamente isso.

Screenshots do Hello SMS.


Magnify

Ícone do Magnify.Para Windows Phone.
O que é? Leitor de RSS com foco no visual.
Preço? Gratuito
DOWNLOAD

O Magnify, que até a última versão se chamava FlipMag, ainda está em beta, mas tem grandes ambições. Na sua descrição, se diz “o leitor de RSS mais bonito do Windows Phone”. Ele tem um visual que lembra os blocos dinâmicos do Windows Phone, apenas mais coloridos e chamativos. Há um bom uso de imagens extraídas dos posts e a tela de leitura é agradável.

A divisão do app é bonita e as transições, embora um pouco truncadas, têm potencial. Só é estranho o uso de paginação para a leitura dos artigos; em textos longos, pode ser cansativo.

Screenshots do Magnify.


Muzei Live Wallpaper

Ícone do Muzei Live Wallpaper.Para Android.
O que é? Planos de fundo artísticos trocados automaicamente.
Preço? Gratuito
DOWNLOAD

Cansado da mesmice visual no seu Android? O Muzei (russo para “museu”) traz pinturas célebres para o aparelho e as troca automaticamente. A fim de não prejudicar a legibilidade dos ícones e inscrições das telas iniciais, o app joga um “blur” nas pinturas — mas, caso queira apreciar a obra, basta dar dois toques em uma área vazia da tela inicial e o efeito vai embora.

Quem se achar o artistão e preferir ver suas próprias fotos trocadas periodicamente pelo app, tem essa opção também. O Muzei tem uma API aberta, o que significa que conjuntos de wallpapers podem ser criados e distribuídos por terceiros. É um app bonito e muito bem feito.


Pacemaker

Ícone do Pacemaker.Para iPad.
O que é? Mesa de DJ fácil de usar e integrada ao Spotify.
Preço? Gratuito.
DOWNLOAD

Sempre quis atacar de DJ, mas nunca levou jeito para a coisa? Os criadores do Pacemaker, exclusivo para iPad, garantem que qualquer um pode mandar bem na discotecagem com esse app. A proposta deles é que o Pacemaker seja para aspirantes a DJs o que o Paper, da FiftyThree é para desenhistas em formação: uma ferramenta agradável e acessível.

Além de facilitar o uso com uma interface pra lá de elegante, o Pacemaker resolve o problema do acervo de músicas integrando-se ao Spotify. O serviço, que ainda não estreou no Brasil, oferece mais de 20 milhões de músicas e tem um plano gratuito, suportado por anúncios.


Paper

Ícone do Paper.Para iPhone.
O que é? Nova forma de visualizar conteúdo do Facebook.
Preço? Gratuito.
DOWNLOAD

Criado por uma equipe reduzida do Facebook, o Paper (não confunda com o da FiftyThree!) é uma nova forma de acessar o conteúdo do Facebook, além de outros materiais selecionados por curadores humanos e algoritmos.

O app foi muito elogiado (inclusive por mim) devido à sua qualidade. As animações e transições de tela são suaves, a navegação por gestos é intuitiva e há pouco a reclamar dele.

O Paper só está disponível na App Store norte-americana, então se a sua conta for brasileira, o link não funcionará.

Bônus: na Loja do Windows Phone apareceu o Booklet, uma cópia fidedigna, porém sem a estabilidade e polidez do Paper.


Pin.it

Ícone do Pin.it.Para Windows Phone.
O que é? Cliente não-oficial do Pinterest.
Preço? Gratuito.
DOWNLOAD

Mais um app não-oficial, e mais um bom. O Pin.it conversa com o Pinterest, a rede social que permite criar boards e pendurar fotos de produtos, inspirações e tudo mais que você quiser. Ele usa a API oficial do Pinterest, o que deve garantir uma comunicação suave com o serviço. Seu criador garante: qualquer coisa feita no site pode ser feita no app também.

Embora capaz, o design não é tão inspirado. A visualização é em uma coluna, o que faz sentido na tela apertada do smartphone, e as configurações são bem robustas — pode-se trocar as cores da interface e acrescentar um bloco dinâmico personalizado na tela inicial do sistema. O app permite não só apreciar, mas também publicar conteúdo a partir de imagens e fotos salvas no aparelho.

Screenshots do Pin.it.


Poki

Ícone do Poki.Para Windows Phone.
O que é? Cliente não-oficial do Pocket.
Preço? R$ 3,99
DOWNLOAD

Na falta de um app oficial do Pocket, aquele serviço de “read later”, o jeito é apelar para alternativas. O Poki impressiona: é bonito, tem uma identidade visual toda própria e, ainda assim, condizente com o Windows Phone. É exemplar.

No Poki, é possível alterar bastante a tipografia, escolher até três padrões de cores e ouvir notícias — mas se restrinja a textos no idioma do aparelho; colocar a moça que fala português para ler textos em inglês é desastroso.

A versão de testes permite baixar até 50 entradas do Pocket.

Screenshots do Poki.


Stackables

Ícone do Stackables.Para iPhone.
O que é? Edição de fotos via aplicação de camadas.
Preço? US$ 0,99
DOWNLOAD

Do mesmo criador do ProCam, o Stackables é mais um app de edição de fotos com um punhado de filtros e recursos avançados. O diferencial dele é na forma com que esses filtros são aplicados. Em vez de selecionar um por um, individualmente, aqui o conceito de camadas se faz presente, quase como no Photoshop.

Não há limite de camadas, e dada a quantidade de recursos — 150 efeitos, 20 ferramentas de ajustes e 23 fórmulas pré-definidas –, dá para variar e inventar bastante coisa.

Bônus: só hoje (28 de fevereiro) o Stackables está saindo de graça na App Store!

Screenshots do Stackables.


SwiftKey Note

Ícone do SwiftKey Note.Para iPhone e iPad.
O que é? App de notas com suporte ao SwiftKey.
Preço? Gratuito.
DOWNLOAD

Não, a Apple não mudou a política que restringe teclados de terceiros no iOS. Para contornar essa limitação, o pessoal do SwiftKey, muito popular no Android, criou um app de notas e integrou, logo acima do teclado padrão do sistema, a previsão de palavras que lhe é tão característica.

O app é tão simples quanto eficiente. Ele aprende com o que o usuário digita, oferecendo palavras mais usadas e tentando adivinhar as próximas — para que se digite mais com menos toques. O Note ainda se conecta ao Evernote, importante seus hábitos de digitação de lá e permitindo a sincronização das notas redigidas no iPhone ou iPad.


Type Machine

Ícone do Type Machine.Para Android.
O que é? Grava automaticamente tudo o que é digitado no smartphone/tablet.
Preço? ~R$ 4,80
DOWNLOAD

Uma das coisas mais frustrantes é perder o texto recém-digitado. Seja um comentário, um post ou alguma bobagem, reescrever é sempre chato. O Type Machine garante que isso não aconteça. Como? Copiando tudo o que você digita.

Parece meio assustador (e é), mas o app toma medidas para evitar o pior. Dá para estabelecer uma senha de acesso a ele, um prazo para que os textos copiados expirem e, importante, ele não tem permissão para acessar a Internet — a única permissão que ele tem é a de iniciar junto com o sistema.

Os textos são copiados em tempo real e organizar por app. Dá para vê-los em uma linha do tempo e, claro, copiar qualquer coisa dali.

Screenshots do Type Machine.


Waterlogue

Ícone do Waterlogue.Para iPhone e iPad.
O que é? Conversão de fotos em pinturas.
Preço? US$ 2,99
DOWNLOAD

Não é mais necessário lidar com pincéis e tintas, ou mesmo ter habilidade artística para fazer suas próprias aquarelas. Com o Waterlogue, basta tirar uma foto e fazer os ajustes para transformá-la em uma bela pintura.

Criação de dois desenvolvedores, o app oferece alguns modos de pintura e uma interface simples e direta.

Screenshots do Waterlogue.


Zippy

Ícone do Zippy.Para iPhone.
O que é? Lista de tarefas com estatísticas.
Preço? US$ 1,99
DOWNLOAD

Mais um app de listas de tarefas… mas com um diferencial interessante: insights. O Zippy monitora e traduz, em gráficos, as suas atividades. Esses gráficos podem ser úteis para mostrar onde falta ânimo e/ou eficiência, em quais áreas você termina as pendências mais rapidamente e outras constatações.

Além de útil, o Zippy tem um visual característico e agradável. Faltam recursos comuns em apps do tipo, como compartilhamento de listas, mas o lance das estatísticas por si só já vale a pena.

Bônus: até 4 de março, o Zippy está com 50% de desconto — sai por US$ 0,99.

Screenshots do Zippy.


Quer mais apps? Leia a seleção dos melhores apps de janeiro e as dos melhores apps de 2013 para iPhone, Android e Windows Phone.

O Paper é como o Facebook deveria ser: bonito, direto e informativo

Na véspera de completar 10 anos1 o Facebook liberou um novo app para iPhone chamado Paper. Com uma apresentação de cair o queixo e apostando na mistura do conteúdo gerado pelos seus amigos ao de curadorias especializadas, ele talvez seja um pequeno vislumbre do que será a rede social amanhã.

O melhor jornal personalizado do mundo

Paper, o novo app do Facebook.

O app do Facebook para smartphones nunca foi um exemplo de design, nem a personificação de boas práticas de desenvolvimento. Na tentativa de replicar em telas pequenas tudo o que pode ser visto na web, criou-se um espaço caótico — e a presença de anúncios só piora essa sensação.

O Paper consolida o desejo de Mark Zuckerberg de transformar o Facebook no “melhor jornal personalizado do mundo.” O app, por ora exclusivo para iPhone, lembra muito agregadores de artigos como o Flipboard e o Pulse, e consegue, com animações suaves, gestos espertos e eliminando distrações, botar ordem naquele caos. Ele conserva, além do Feed de Notícias, algumas outras áreas da rede, como notificações e perfis, embora não dê tanta ênfase a elas. Eventos, jogos e algumas outras ficam de fora.

O Feed de Notícias, no Paper, é um dos “cadernos”, ou seções que você pode acrescentar à sua lista de interesses. A semelhança a um jornal não parece ser acidental: ao abrir o app pela primeira vez, depois de passar pela bela introdução guiada (uma voz feminina o ensina a usar o app), pode-se escolher entre vários cadernos, ou editorias, para receber conteúdo.

Com exceção do Feed de Notícias, as demais seções são mantidas por editores profissionais contratados pelo Facebook. Elas são bem variadas e não visam prender o usuário dentro do ecossistema do Facebook, uma abordagem meio estranha dado o histórico claustrofóbico da rede. Não que eu esteja reclamando, longe disso. Outro efeito colateral dessa intereferência humana é o aumento da serendipidade, aquelas descobertas gostosas de textos, fotos e outros conteúdos agradáveis em momentos inesperados.

O design brilhante do Paper aponta para um futuro repleto de apps

Ainda é cedo para dizer se a curadoria, somada ao trabalho dos seus amigos e dos algoritmos do Facebook serão suficientes para fazer o usuário médio recorrer ao Paper como nossos pais abriam o jornal impresso à mesa do café da manhã. Mas uma coisa é segura de dizer: temos aqui um exemplo de app bem feito.

Diferentemente dos outros apps do Facebook, o Paper foi concebido no Creative Labs, um novo grupo restrito criado dentro da empresa para dar flexibilidade e dinamismo a novos projetos. O do Paper foi encabeçado por Chris Cox, VP de Produtos do Facebook, e conduzido por Mike Matas, que coleciona trabalhos magníficos em design e teve sua empresa, a Push Pop Press, comprada pela rede social em 2011.

Existem algumas diferenças pontuais entre o Paper e o que se esperaria de algo com a marca Facebook, começando pela ausência daquela azul característico do site. A estética do Paper é mais refinada.

[insert]Paper: um belo app.[/insert]

O app usa fotos em tela cheia, tipografia acertada e animações suaves para apresentar o conteúdo. Fotos grandes são manuseadas inclinado o iPhone para as laterais. Há menos botões e mais gestos, todos bem intuitivos. A navegação é horizontal, a rolagem vertical é reservada para a exibição de conteúdo. Quando se abre uma página web, aliás, ela ocupa a tela inteira, sem molduras. A tela de edição de “histórias” também ganhou atenção especial, é bem mais atraente que a sua contraparte no app principal do Facebook.

No geral, o Paper se parece com o Facebook Home do Android, só que mais refinado e menos ambicioso — ele não tenta mudar o jeito que você usa o smartphone, apenas oferece um outlet extra mais bonito e com boas fontes para quem deseja se manter informado.

Há muito em gestação, o Paper chega no momento em que o Facebook anseia por diversificar sua presença no espaço móvel2. Na última conferência com investidores Zuckerberg disse que em 2014 veremos mais apps dedicados a funções isoladas do Facebook. O novo e redesenhado Messenger foi o primeiro dessa safra, o Paper, o segundo. Se os próximos apps seguirem esse padrão de qualidade e foco, será cada vez mais difícil se livrar das garras do Facebook.

O Paper é gratuito e está disponível para iPhone (no mínimo iOS 7) apenas na App Store dos EUA.

  1. Pois é, 10 anos! Para celebrar, o Facebook criou um vídeo personalizado de um minuto para cada usuário da rede, mostrando as fotos mais curtidas, as primeiras e algumas aleatórias dos últimos anos. Clique aqui para ver o seu. Eu gostei um bocado do meu!
  2. É na palma da mão que o dinheiro se encontra. No último relatório fiscal referente ao quarto trimestre de 2013, o Facebook anunciou que 53% do faturamento veio de dispositivos móveis. O Paper ainda não exibe anúncios, mas deve ser questão de tempo até eles aparecerem no app.

Os melhores apps para Android, iOS e Windows Phone (janeiro/2014)

Quando estava no Gizmodo eu era responsável pela seção Apps da Semana: todo sábado subia três posts com os melhores apps lançados para Android, iOS e Windows Phone. O Giovanni manteve a tradição depois da minha saída e imagino que ele deva lidar com as mesmas dificuldades que eu na minha época.

Sai muito app toda semana (à exceção do Windows Phone, por ora), mas quantos desses são bons o bastante para aparecer em uma lista cujo título inclui a palavra “melhores”? Não muitos. Então aqui, no Manual do Usuário, proponho um prazo mais dilatado. Em vez dos melhores da semana, os melhores do mês. Fica mais fácil para todo mundo, certo? E como são poucos, melhor centralizar tudo em um post só.

Todo fim de mês teremos uma lista do tipo para que você aproveite melhor o seu smartphone, seja ele Android, iPhone ou um Lumia — ainda existem outros Windows Phones sem ser Nokia?


Command-C

Command-C.

Para iPhone e iPad.
O que é? Uma área de transferência compartilhada entre dispositivos iOS e Macs.
Preço? US$ 3,99
DOWNLOAD

O Command-C permite transferir conteúdo entre dispositivos iOS e Macs usando a área de transferência — baixe o app gratuito para Mac aqui. Basta copiar um trecho de texto (plano ou formatado) ou uma imagem (JPEG, JPEG2000, TIFF ou PNG) e mandar para o outro dispositivo. É mais rápido do que usar o email, o Dropbox ou outro serviço similar, ou mesmo o AirDrop.

Em ambos os sistemas o conteúdo transferido aparece como uma notificação e vai para a área de transferência. Há teclas de atalho e bookmarks para agilizar o uso e para usuários avançados, snippets x-callback-url para automatizar as ações.

Command-C, para iOS.


Faded

Faded.

Para iPhone.
O que é? Editor de fotos cheio de filtros e recursos de edição.
Preço? US$ 0,99
DOWNLOAD

Há espaço para mais apps de fotos? O pessoal que desenvolveu o Faded acredita que sim. O app, com um jeitão todo descolado, tem 70 efeitos, sendo 34 gratuitos, dispostos em uma interface bem construída.

Recursos básicos de edição, como controles de contraste e saturação, estão disponíveis, e dá para sobrepôr camadas nas imagens, controlar a exposição em tempo real na hora de fazer a foto, acrescentar efeitos e, claro, compartilhar os resultados em várias redes sociais, incluindo Instagram, Facebook e Flickr.


Google Play Movies & TV

Google Play Movies & TV.

Para iPhone e iPad.
O que é? App que dá acesso via iOS aos filmes e seriados comprados no Google Play.
Preço? Gratuito
DOWNLOAD

Agora você, que comprou ou alugou algum vídeo no Google Play, pode assisti-lo usando um iPhone ou iPad.

Fique atento: o app não permite comprar conteúdo, já que isso implicaria ao Google ter que pagar a comissão que apps para iOS devem em qualquer tipo de transação à Apple. Para comprar, só pela web ou usando um smartphone ou tablet Android.

Você pode assistir aos vídeos no próprio dispositivo iOS ou usar um Chromecast para transmitir o conteúdo para uma TV.

Google Play Movies & TV.


Horizon

Horizon.

Para iPhone e iPad.
O que é? App que grava vídeos em formato paisagem mesmo com o celular na vertical.
Preço? US$ 0,99
DOWNLOAD

Mesmo com campanhas anti-vídeos em modo retrato, é difícil convencer algumas pessoas de que existe, sim, uma maneira correta de filmar com o smartphone.

O Horizon propõe outra abordagem para lidar com o problema. Em vez de forçar uma mudança de comportamento, com ele o usuário pode continuar filmando com o celular de pé que, mesmo assim, o vídeo sai em formato paisagem. Graças a um corte na imagem, a proporção mais natural para consumo em telas modernas (widescreen) é preservada e todo mundo sai ganhando. O único problema é a pessoa se lembrar de usar o Horizon em vez do app nativo da câmera.


Jelly

Jelly.

Para Android e iPhone.
O que é? Nova rede social de perguntas e respostas do Biz Stone.
Preço? Gratuito
DOWNLOAD Android, iPhone

De um dos co-fundadores do Twitter, Biz Stone, o Jelly é um novo app para uma velha atividade online: perguntar e responder questões sobre qualquer coisa.

O fato de ser um app para smartphones dá ao Jelly um aspecto bastante ágil. Perguntas podem ser feitas com o auxílio de fotos e as respostas vêm da sua rede de contatos.

O app tem um punhado de animações bonitas e boas práticas em usabilidade, mas com o Quora e o Yahoo Respostas servindo às perguntas importantes e fundamentais e àquelas sem noção (respectivamente), é de se questionar se a nova aposta de Stone tem futuro.


Loopr

Loopr.

Para Android.
O que é? Menu lateral de acesso rápido a apps em segundo plano.
Preço? Gratuito
DOWNLOAD

Launchers que usam as bordas da tela para chamarem menus e outros recursos do Android não são novidade. O Loopr chama a atenção por, em vez de acionar um painel enorme, exibir apenas discretas “bolinhas-ícones” dos apps.

É possível fixar os botões Home e Voltar, ter uma pré-visualização dos apps e personalizar os ícones — essas duas últimas opções apenas mediante pagamento in-app, que custa em torno de R$ 6,30. Nas configurações pode-se delimitar a área em que ele atua em ambas as laterais, a sensibilidade e o atraso do movimento, e personalização as animações.

A abordagem do Loopr é diferente da da multitarefa nativa do Android, aquela lista vertical de miniaturas. Acredito que em smartphones e tablets mais simples o fato de não precisar renderizar todas as telas deva contar pontos em desempenho.


Music Drop

Music Drop.

Para Windows Phone.
O que é? App que transfere músicas do PC para o smartphone sem usar cabos, via Wi-Fi.
Preço? Gratuito
DOWNLOAD

Órfãos do Zune HD lembram da praticidade que era a sincronia da biblioteca de músicas via Wi-Fi. Nada de cabos, era tudo sem fio. E era lindo.

O Music Drop traz essa comodidade para o Windows Phone, ainda que de forma um pouco mais complexa. Toda a ação se dá através do navegador, com uma URL criada especialmente no app do smartphone. Estabelecida a conexão, basta arrastar a música desejada para a janela do navegador e a transferência começa.

Um pouco limitado, o conceito pelo menos é bem interessante e para transferir uma ou algumas poucas músicas, definitivamente mais cômodo do que ir atrás de cabos.

Music Drop.


Nokia Storyteller

Nokia Storyteller.

Para Windows Phone (Nokia).
O que é? App que usa a geolocalização das fotos para dispô-las em um mapa e criar narrativas a partir disso.
Preço? Gratuito.
DOWNLOAD

Ainda em estágio beta, este app, mais um exclusivo para a linha Lumia da Nokia, coloca suas fotos no mapa, agrupa elas de acordo com alguns parâmetros e embeleza a forma de mostrá-las aos amigos.

Dá para criar álbuns (além dos automáticos), colocar legendas e com um gesto de pinça, ver num mapa onde cada uma foi tirada. A tela principal permite filtrar as fotos por local, data e definir lugares favoritos, para ter sempre à mão as fotos tiradas lá.

É como se fosse um álbum de fotos mais robusto, que usa os meta dados delas para organizá-las de diferentes formas.


Pasta de Aplicativos

Pasta de Aplicativos.

Para Windows Phone (Nokia).
O que é? App que permite empilhar diversos atalhos em um bloco dinâmico na tela inicial.
Preço? Gratuito
DOWNLOAD

O que Android e iOS já fazem há bastante tempo agora também é possível no Windows Phone — desde que o seu seja fabricado pela Nokia.

A Pasta de Aplicativos, por ser um app à parte, concentra a criação dos atalhos, ou seja, elas não são configuráveis direto da tela inicial do Windows Phone. O visual é bacana, ficam miniaturas dos blocos dentro de um grande, e o acesso é em lista. É uma solução meio gambiarra, mas que pode servir para quem tem muitos blocos na tela inicial ou quer apenas organizá-la melhor.

Pasta de Aplicativos.


Path

Path.

Para Android, iPhone e Windows Phone.
O que é? Rede social intimista, com limite restrito de amigos e diversas opções de compartilhamento.
Preço? Gratuito
DOWNLOAD Android, iPhone, Windows Phone

Velho conhecido de quem usa Android ou iPhone, o Path desembarcou para Windows Phone nesse mês — ainda em beta.

O visual característico do Path foi bem mesclado com a identidade visual do Windows Phone. Não se trata de um simples port; a versão para o sistema móvel da Microsoft conta com algumas exclusividades, como filtros para fotos baseados no SDK Imaging, da Nokia.

O mais difícil é encontrar amigos e parentes usando o Path. Como seu apelo é pelo compartilhamento de pedaços mais íntimos da sua vida, só com essa galera próxima na rede ela se justifica.

Path.


SkipLock

SkipLock.

Para Android.
O que é? App que desabilita a senha do Android em redes Wi-Fi e Bluetooth.
Preço? ~R$ 11,70
DOWNLOAD

Um dos favoritos da casa, o Unlock With Wi-Fi ganhou um nome melhor, SkipLock, e novos recursos.

Se você preza pela sua privacidade, certamente tem algum tipo de senha habilitada no smartphone — um código alfanumérico ou aquele padrão, bem popular no Android. O que o SkipLock faz é desabilitar essa defesa quando ele está em redes Wi-Fi pré-configuradas ou próximo de dispositivos Bluetooth. Na sua casa, por exemplo, não faz muito sentido deixar a senha. Com o SkipLock, ela é desativada quando está na sua rede sem fio e volta a funcionar, automaticamente, assim que você sai do raio de alcance dela.

Além do suporte a dispositivos Bluetooth, a nova versão do SkipLock permite remover o ícone da barra de notificações e, em dispositivos rooteados, usar um padrão em vez da senha alfanumérica.

O app funciona por quatro dias. Depois disso, só comprando. É um pouco caro, mas pelo tempo que economiza no acumulado do uso, vale a pena. Caso você experimente e resolva removê-lo, muita atenção: por necessitar de privilégios especiais para funcionar, a desinstalação é diferente, se dá através do menu, dentro do próprio app.


Storehouse

Storehouse.

Para iPad.
O que é? Uma forma interativa e linda de contar histórias através de fotos e vídeos.
Preço? Gratuito
DOWNLOAD

Criado por um punhado de ex-funcionários da Apple e sem um modelo de negócios pronto, se existisse um campeonato de apps mais bonitos para iPad o Storehouse seria um sério concorrente.

Com ele, o usuário pode criar histórias para suas fotos e vídeos. A apresentação é linda, o app é fluído e bem arquitetado, e tudo é de muito bom gosto. Terminando suas histórias, elas podem ser visualizadas na web — atingindo, assim, quem não tem um iPad disponível. De dentro dele, porém, aquele esquema digno de redes sociais, o seguir e ser seguido, está disponível.


Talon

Talon.

Para Android.
O que é? Cliente para Twitter moderno e adaptado ao Android 4.4.
Preço? ~R$ 4,70
DOWNLOAD

Não chega a ser um Tweetbot para Android (faz falta!), mas o Talon se junta a outras alternativas ao terrível cliente oficial do Twitter na plataforma do Google.

Ele é pago, mas promete um mundo de opções e o que há de mais moderno em experiência de uso no Android. O layout segue as diretrizes do sistema e até coisas bem recentes, como suporte às barras transparentes do Android 4.4, estão presentes.

A lista de recursos e funções do Talon, na descrição do app no Google Play, é extensa. Apesar do ícone horrível, é um trabalho fenomenal e com potencial para ficar ainda melhor. Agora que os tokens do Carbon acabaram, talvez seja a melhor saída para quem não suporta o último redesign do Twitter.


Mês que vem tem mais!

7 dicas para iOS / iPhone que você talvez não conheça

Faz algumas semanas que passei a usar um iPhone 5 como celular principal e nesse meio tempo conheci alguns truques legais do iOS. Nada que mude o mundo, mas coisas que agilizam ou fazem os outros esboçarem um risinho quando veem.

(mais…)

Permissões de apps: como elas funcionam no Android, iOS e Windows Phone

Um smartphone moderno é composto por um punhado de sensores, módulos e recursos. É esse arsenal que faz com que ele seja tão versátil, tão útil no dia a dia. Os desenvolvedores podem utilizar essa gama de poderes para facilitar ou mesmo viabilizar o funcionamento dos seus apps. Só que é como dizia o tio de um super-herói: com grandes poderes vêm grandes responsabilidades. Você presta atenção nas permissões que os apps exigem antes de instalá-los?

A Tatiana contou, na Galileu, os motivos que a levaram a desinstalar o app do Facebook em seu smartphone Android: o excesso de permissões que o app pede para ser instalado. Como ela nota, algumas fazem sentido, outras soam estranhas mesmo sob a bandeira da comodidade.

Todo smartphone vendido atualmente conta com um sistema de permissão destinado aos apps. Como eles funcionam em sandboxes, ou seja, isolados entre eles e do sistema, as permissões funcionam como um contraponto de flexibilidade nessa estrutura orientada à segurança, como pontes seguras entre os apps e os recursos que o smartphone tem.

Por padrão o sistema operacional bloqueia acesso a esses recursos em prol da segurança. Um app, para usufruir desses recursos, precisa declarar explicitamente quais são necessários e apenas com a anuência do usuário as portas virtuais que os guardam são abertas.

Nós temos a chave, mas somos proprietários displicentes. Raramente atentamos para as permissões que um app pede e, nessa, acabamos abrindo a porta de casa para qualquer um. Um jogo gratuito precisa mesmo saber a minha localização? Por que uma rede social quer saber meu histórico de ligações, ou ficar aberta o tempo todo em segundo plano? E esse app de piadas, quer minha lista de contatos para quê?

Abaixo, faço um passeio pelos sistemas de permissões das três principais plataformas móveis: Android, Windows Phone e iOS.

No Android, é tudo ou nada

Ao instalar um app no Android, o Google Play exige confirmação para as permissões que ele pede. Surge uma lista delas na tela com um botão de confirmação embaixo. Clique nele e o app é instalado; discorde e você volta para a Play Store, sem o app.

Permissões que o Path pede no Android.
Ou você aceita tudo e recebe o app, ou cancela a instalação.

Essa abordagem é oito ou oitenta, não há meio termo do tipo “ok, app, você pode saber a minha localização e acessar as fotos do celular, mas nada de ler meus contatos”. Alguns apps até permitem configurações granulares de permissões após a instalação — no Facebook, talvez o exemplo-mor de app que extrapola nesse ponto, dá para deixar a localização desativada por padrão, por exemplo. No geral, porém, é aquela abordagem rígida do aceite total que vale.

Abordagem que, claro, não é a ideal, mas que tem sua validade. Dependendo do app e do que ele pede, é melhor deixá-lo de lado — em muitos casos é de se pensar se o risco vale a pena. Existem aqueles chatos, mas mais amenos, em que você verá propagandas assustadoramente precisas, de anunciantes próximos, graças à concessão da sua localização via GPS. Outros são mais graves; você pode acabar vítima de um golpe, como o do Balloon Pop 2 que sequestrava conversas no WhatsApp para revendê-las depois.

O Android carece, ainda, de uma central de privacidade. O recurso fez uma rápida aparição na versão 4.3: o App Ops abria todas as permissões de cada app instalado e permitia revogá-las individualmente. Era preciso usar algum programa que criava a interface para o App Ops, como o da Color Tiger1.

App Ops em funcionamento no Android 4.3.
Screenshots: EFF/Reprodução.

Ele não durou muito. Na versão 4.4.2 o App Ops sumiu com a justificativa, do Google, de que sua aparição recente fora um descuido e que na prática trata-se de um recurso usado apenas internamente para testes. Triste, mas compreensível: muitos apps simplesmente “quebram” quando permissões vitais são revogadas.

O melhor a se fazer, por ora, é ficar atento às permissões na hora de instalar um app — e desistir ao menor sinal de desconfiança.

As permissões de apps são ainda piores no Windows Phone

Requisitos do Hisptamatic Oggl, para Windows Phone.
No Windows Phone, requisitos dos apps são apresentados discretamente na Loja de Aplicativos.

No Windows Phone a situação é similar à do Android, com uma agravante: as permissões são listadas na Loja de Aplicativos, só que essa não pede confirmação do usuário na hora de instalar algum — com apenas uma exceção, a do acesso à localização.

A lista de permissões de um app fica soterrada na página “Detalhes” dele na loja de apps. Em texto puro, logo depois da descrição e entre links legais que recebem ainda menos atenção, o posicionamento ruim de informações tão importantes é preocupante. Elas deveriam estar em local mais acessível e ter mais destaque ali.

A Microsoft lista, na ajuda do Windows Phone, todas as permissões possíveis a um app.

O mais triste é que nas configurações do sistema existe uma aba “Aplicativos” que, em vez de contemplar todos, fica restrita a alguns nativos, pré-instalados do sistema. A exceção é o item “Tarefas em segundo plano”, que lista apps capazes de rodar em segundo plano e permite revogar esse privilégio.

iOS: demorou, mas é assim que se faz

O iOS é o sistema que melhor lida com permissões de apps.

Não foi sempre assim. Antes do iOS 6, essa parte do sistema era um desastre. Foi preciso um escândalo envolvendo o app Path para que a Apple tomasse providências e desse a devida atenção às permissões dos apps.

Exemplo de app requisitando permissão especial no iOS.
No iOS, as permissões são concedidas durante o uso do app.

No começo de 2012 o app do Path foi flagrado enviando listas de contatos dos usuários para seus servidores sem notificá-los disso. Até então o iOS só informava e pedia autorização do usuário para o uso do sistema de notificações push e dos serviços de localização que um app porventura precisasse; todo o resto era concedido de pronto, sem aviso algum.

Com o estouro do caso Path, que repercutiu até no Congresso dos EUA, mudanças foram feitas no iOS 6. Além de notificações e localização, o sistema passou a regular outras permissões nos apps, a saber:

  • Contatos
  • Calendários
  • Lembretes
  • Fotos
  • Compartilhamento Bluetooth
  • Microfone

A App Store continua sem listas de permissões para os apps por lidar com elas de maneira diferente. Ao instalar um app de lá, ele não ganha acesso imediato às permissões de que precisa. É durante o uso que o usuário concede (ou não) as necessárias. O app vai perguntando na medida em que uma função que dependa de certa permissão é acionada e aí cabe ao usuário concedê-la ou não.

Não existe o risco de “quebrar” apps porque as diretrizes da App Store exigem que o desenvolvedor preveja comportamentos alternativos para quando certas permissões forem negadas. As notas de lançamento do iOS 6 para desenvolvedores esclarecem isso:

“Além dos dados de localização, o sistema agora pede permissão do usuário antes de liberar o acesso a apps terceiros a certos dados do usuário.

(…)

Para dados de contatos, calendários e lembretes, seu app precisa estar preparado para ter o acesso negado a esses itens e ajustar o comportamento de acordo. Se o usuário ainda não foi questionado sobre a liberação do acesso, a estrutura retornada é válida, mas não contém registros. Se o usuário negou o acesso, o app recebe um valor nulo ou nenhum dado. Se o usuário garantir permissão ao app, o sistema consequentemente notifica o app de que ele precisa ser reiniciado ou reveter os dados.”

Área Privacidade, nas configurações do iOS, e app Foursquare sem acesso à localização do usuário.
No iOS, permissões são concedidas durante o uso dos apps e podem ser revogadas a qualquer momento.

Nas configurações do sistema existe, ainda, uma área chamada Privacidade. Ela concentra as permissões que o sistema oferece e dá ao usuário o poder de vetá-las, para qualquer app, a qualquer momento.

Permissões de apps são importantes

As permissões de apps são meio como a EULA do Windows, ou os termos de uso das redes sociais: a maioria aceita sem ler. Nem o fato de serem compostas por poucas linhas anima o usuário médio a prestar atenção nos privilégios que ele concede sempre que instala um app. O que é um perigo.

Este é um assunto importante. Ler aquelas poucas linhas e tentar entender por que um app pede certas permissões é um esforço válido. Na próxima vez que fizer uma parada no Google Play ou na Loja de Apps do Windows Phone, ou que um app no iOS começar a pedir muita coisa, abra de olho, questione.

Foto do topo: Vit Brunner/Flickr.

  1. A Color Tiger oferece, agora, o App Ops X. Ele não está disponível no Google Play porque o método de instalação viola as regras do Google — a saída, pois, é fazer sideloading do app. Os desenvolvedores garantem que o app funciona mesmo no Android 4.4.2 e prometem um futuro cheio de atualizações, integração com o Tasker, pré-configuração de permissões a serem desativadas de pronto e outras vantagens. Mais informações no Lifehacker. ↩︎

Importação como pessoa física: proibições, impostos e outros cuidados para evitar surpresas

Caixa dos Correios feita em casa.
Foto: Crystian Cruz/Flickr.

Um pouco tarde para as compras deste Natal, os Correios em parceria com a Senacom divulgaram um boletim de proteção ao consumidor com orientações importantes sobre a importação de produtos por pessoas físicas. A falha no timing é perdoável porque, apesar de mais frequente no fim do ano, comprar de sites estrangeiros se tornou uma prática comum para muita gente aqui — nos últimos dois anos, houve um aumento de 389% em encomendas do tipo.

DealExtreme, AliExpress, Tmart, Etsy, eBay… Muitos sites enviam produtos para o Brasil, uns até sem cobrar frete. Como lá algumas categorias de produtos saem bem mais em conta que aqui, por que não importá-los?

Existe regras na compra de produtos de fora. Tal ato é, como o boletim enfatiza, um de importação. O documento de sete páginas condensa o que importa em uma linguagem acessível, prevê casos excepcionais e vem com um punhado de links para entender melhor a burocracia da importação.

Importante: as regras descritas abaixo, como bem lembrou o leitor Leandro, valem para quando a encomenda é recebida pelos Correios. Nas palavras dele: “se vier por courier como DHL, FedEx ou UPS, é um pouco diferente, já que os Correios não participam do processo e todo o desembaraço é feito pela transportadora”. Um caso alternativo famoso que o Leandro cita é o da Amazon, que faz algum tempo passou a enviar mais coisas além de livros e periódicos cobrando os impostos na hora da compra.

Abaixo, alguns dos pontos mais importantes. Recomendo, porém, a leitura do documento original.

Proibições

Dá para importar um punhado de coisas sem problemas, ainda que alguns itens mais sensíveis dependam da anuência do órgão responsável.

Alguns produtos, porém, são proibidos. A lista é grande e pode ser vista neste PDF dos Correios.

Há uma limitação física também: encomendas muito grandes ou muito pesadas são devolvidas à origem. Os limites são os seguintes:

  • A maior dimensão deve ter até 1,05m.
  • A soma das dimensões (altura + largura + comprimento): não pode ser maior que 2m.
  • Peso máximo pode ser de até 30 kg (trinta quilos) sendo que vai variar o limite de acordo com a modalidade postal contratada pelo remetente.

A lista é concomitante, ou seja, a sua encomenda precisa respeitar esses três itens. Extrapolou um, diga adeus a ela.

Produtos isentos de imposto

Encomenda disfarçada de presente.
Foto: Arlindo Pereira/Flickr.

Livros, jornais e periódicos são isentos de imposto, bem como presentes dados de pessoa física para pessoa física desde que o valor aduaneiro, ou seja, a soma do valor, frete e seguro (se houver), não ultrapasse US$ 50.

Algumas lojas oferecem o “serviço” de remover rótulos e outros indicadores de que se trata de uma compra, para que o produto pareça um presente. Como é prática antiga (e fajuta), imagino que o pessoal da Receita esteja atento a esse jeitinho. Não cola mais.

Medicamentos acompanhados de receita médica também não pagam imposto, mas precisam passar pela fiscalização da ANVISA.

Tributação de encomendas

A tributação de encomendas feitas por pessoa física cai no Regime de Tributação Simplificada, ou RTS, que dispensa a contratação de despachante para o despacho/desembaraço. O teto em valores para essa categoria é de US$ 3.000; acima disso é preciso a contratação de um despachante e aí o processo fica caro e complexo.

Para produtos de até US$ 500, o desembaraço depende do pagamento de uma Nota de Tributação Simplificada, que consiste em 60% do valor aduaneiro. Os Correios mandam a nota para o endereço do destinatário e esse precisa ir à agência fazer o pagamento, aceito apenas em espécie.

Entre US$ 500,01 e US$ 3.000, as despesas aumentam. Além da alíquota de 60%, incide também ICMS (varia de estado para estado) e uma taxa de despacho aduaneiro no valor de US$ 150. A contratação de um despachante é opcional.

Fiscalização da Receita Federal

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Galpão da Amazon no Reino Unido.
Galpão da Amazon UK. Foto: Chris Watt/Flickr.

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Todas as encomendas que chegam ao Brasil estão sujeitas à fiscalização da Receita Federal. Ela tem por objetivo confirmar as informações anexadas à encomenda, inclusive os valores declarados, e verificar se o produto se enquadra em um dos casos especiais que dependem de anuência de outro órgão para entrar no país — o boletim dos Correios lista essas situações na terceira página.

O site da Receita esclarece como essa verificação é feita. Entre outras coisas, informa que a verificação pode ser realizada por amostragem de volumes e embalagens, o que explica porque aquele seu primo que importa o mundo nunca foi pego. Ele apenas deu sorte de nunca ter caído nessa amostragem.

Cuidados na compra

O boletim é um amigão e dá dicas de boas práticas sobre como se precaver para o caso de problemas na compra. Por melhor que seja a reputação da loja em questão, imprevistos acontecem.

Logo de cara, ele esclarece que os Correios não têm acordos comerciais com site algum lá de fora. Eles apenas fazem a ponte entre fornecedor e consumidor desde que no país de origem a postagem no país de origem tenha sido feita através da administração postal oficial por uma modalidade que seja distribuída no Brasil pelos Correios. Dessa forma, ao entrar no país a encomenda ganha aquele código de rastreamento para acompanhar o trânsito dela pelo site dos Correios.

É preciso ficar atento ao site também. Da mesma forma que existe muita loja charlatã no Brasil, no exterior não é diferente. Em conglomerados como eBay e Etsy, que funcionam de modo parecido com o MercadoLivre, ou seja, são vitrines para pequenos vendedores, atenção redobrada. Vale pesquisar a reputação do vendedor, se ele teve muitas reclamações, coisas que os próprios sites fornecem aos interessados.

Guarde todos os comprovantes e tire screenshots da oferta, do anúncio, do que puder. Mesmo internacional, ainda assim se trata de uma relação de consumo, logo ela está protegida pelo Código de Defesa do Consumidor e pode-se recorrer ao PROCON para reclamar de irregularidades na relação. Antes de apelar para a justiça, tente conversar com a loja. Já recorri ao suporte da DealExtreme e em algumas negociações no eBay; nesses casos os vendedores foram muito atenciosos e resolvemos tudo por email mesmo.

A legislação aduaneira exige a guarda de documentos relacionados à importação por cinco anos. Eles podem ser pedidos pela Receita Federal ou pelo Banco Central.

O prazo máximo para a entrega de uma encomenda importada é de 180 dias. Caso um produto venha com avaria e precise ser devolvido para reparos ou troca, deve-se recorrer à Exportação Temporária. Este PDF explica o trâmite.


Comprar nos exterior sem sair do Brasil é uma boa pedida para pagar menos e ter acesso a produtos que não estão à venda ou são difíceis de encontrar em algumas cidades brasileiras. Use as dicas acima com sabedoria e boas compras!

Os melhores apps para Windows Phone lançados em 2013

Ninguém disse que seria fácil, mas como foi difícil (ou está, dependendo do seu julgamento) emplacar o Windows Phone como terceira opção de sistema móvel. A concorrência com iOS e Android é acirrada e o fator de desequilíbrio nesse segmento, os apps, ainda aparecem em maior número e qualidade nas plataformas rivais.

Esse cenário caótico para o Windows Phone começou a mudar em 2013. Não, ainda não temos apps inovadores e sensacionais no sistema da Microsoft, mas pelo menos os apps mais populares ganharam versões para ele. É um começo.

Veja também:

Na lista abaixo você confere os dez melhores apps para Windows Phone lançados em 2013. Está em ordem alfabética, para evitar injustiças. Agradecimentos aos amigos do Twitter, em especial ao Guilherme da Silva Manso, pela ajuda na busca pelos apps.


App para Windows Phone: 627.AM.

627.AM

Freemium (R$ 2,99 para remover anúncios)
Twitter do desenvolvedor

Este assistente pessoal para Windows Phone não usa comandos de voz, como a Siri ou o Google Now. O 627.AM condensa em sua interface bonita e bem arranjada alguns recursos comumente dispersos em vários apps: previsão do tempo, alarme e lembretes.

O que mais agrada no 627.AM é a simplicidade. Ele oferece um bloco dinâmico que deixa à vista informações úteis, o que é um adianto no Windows Phone. Dá para configurar vários lembretes e programar alarmes para eles. Não é um app que muda vidas, mas um belo adendo ao sistema.

Screenshots do 627.AM.


App para Windows Phone: 6tag.

6tag

Freemium (R$ 2,49 para remover anúncios)
Site oficial

Poderia ser qualquer um dos apps do desenvolvedor francês Rudy Huyn. Ele parece ter tomado para si o desafio de preencher lacunas importantes do Windows Phone enquanto os desenvolvedores oficiais não o fazem.

O 6tag é um cliente do Instagram super completo e bem feito — nesse ponto, mais completo que o app oficial, ainda em beta. Grava e exibe vídeos, tem mapa, marcações e até alguns extras exclusivos, como colagem de fotos no envio. E, importante, é rápido e bonito.

Além do 6tag, Huyn também criou o 6snap (cliente do Snapchat), 6sec (Vine), apps da Wikipédia, contatos do Google e outros. Confira todos na página dele na loja.

Screenshots do 6tag.


App para Windows Phone: Audiocloud.

Audiocloud

Gratuito
Site oficial

O Audiocloud é um cliente para o SoundCloud. E um bem completo, com todos os recursos do site, como favoritar, seguir e ser seguido, fazer streaming e até download de algumas faixas — isso varia de artista para artista.

A interface não lembra muito o laranjadão do site e dos apps oficiais, mas é de bom gosto. O Audiocloud também traz um punhado de recursos do Windows Phone 8, como download e streaming em segundo plano, bloco dinâmico, capas para a tela de bloqueio e até criação de ringtones.

Screenshots do Audiocloud.


Apps para Windows Phone do Bing.

Bing apps

Gratuito

Os apps do Bing que vêm pré-instalados no Windows 8 demoraram, mas chegaram ao Windows Phone também.

São pequenos apps temáticos, sobre: notícias, esportes, finanças e previsão do tempo. Eles preservam algumas características dos irmãos mais velhos de computadores/tablets, como cores e modo de funcionamento, só que (bem) adaptados à tela menor do smartphone.

Screenshots dos apps do Bing.


App para Windows Phone: Fotor.

Fotor

Gratuito
Site oficial
Disponível também para iPhone e Android

Um editor de fotos bastante completo com opção de colagem — e das mais variadas. O Fotor tem desde as opções mais convencionais de edição (ajuste de contraste, brilho e saturação) até filtros pré-definidos e tilt shift. Essas opções são bem flexíveis, servidas com sliders e botões para ajustes finos.

A outra porção do app é a de colagens. A exemplo das telas de edição, aqui também sobram recursos e possibilidades. A proporção das colagens, a textura das bordas, o formato e tamanho dos quadros são todos personalizáveis. Depois é só salvar ou compartilhar nas redes sociais.

Totalmente gratuito, o Fotor é uma saída rápida e muito eficiente para editar fotos no Windows Phone.

Screenshots do Fotor.


App para Windows Phone: Fresh Paint.

Fresh Paint

Gratuito

Outro que fez a transição do Windows 8 para o Windows Phone, o Fresh Paint é um app de desenho bastante avançado, com vários pincéis que, ao serem arrastados pela tela, simulam a “textura” da tinta sobre o papel.

O Fresh Paint permite misturar cores e sobrepô-las na tela, como uma pintura real — e, em paralelo, existe um ventilador para “sopra” a tinta e impedir que ela se misture às demais. É possível começar os trabalhos com uma tela em branco, a partir de uma imagem ou com uma foto. O app responde muito bem aos toques, tem desfazer infinito e permite exportar ou compartilhar os trabalhos feitos nele facilmente.

Screenshots do Fresh Paint.


App para Windows Phone: Here Drive+.

HERE Drive+ e HERE Maps

Gratuito
Site oficial

Quem quer um smartphone rodando Windows Phone tem uma série de motivos para optar por um Nokia. Dois deles são esses apps, o HERE Drive+ e o HERE Maps. Eles condensam a expertise da Nokia em mapas com interfaces legais e recursos bacanas, especialmente a navegação curva a curva offline.

A cobertura no Brasil, pelo menos aqui no interior, é satisfatória. O HERE Drive+ é bem desenhado, com ícones grandes para facilitar seu uso como se fosse um aparelho GPS. Dá para salvar os mapas para uso offline e ele ainda conta com alguns recursos curiosos (e úteis), como o que te lembra onde o carro foi estacionado.

Já o HERE Maps é como se fosse o Google Maps, só que sem a parte de navegação curva a curva — a Nokia separa as duas funções em dois apps. Interface legal, com diversos pontos de interesse exibidos logo de cara e a função LiveSight, que usa realidade aumentada para mostrar, através da câmera do smartphone, a direção dos estabelecimentos próximos.

Screenshots do HERE Drive+.


App para Windows Phone: MixRadio.

MixRadio

Gratuito
Site oficial

Simples e direto, o MixRadio foi uma surpresa aos 45 do segundo tempo de 2013. Por ser gratuito, ele não dá muita liberdade ao usuário — você liga a rádio, vai informando que músicas curte e quais não fazem seu tipo e os algoritmos refinam a playlist. Porém a qualidade é bem boa, e por não cobrar nada é um negócio bem interessante.

O MixRadio permite salvar playlists em cache para ouvi-las offline e traz um punhado de playlists temáticas e com indicações de artistas. Dá também para criar canais com base em determinados cantores.

Com fones de ouvido, o MixRadio oferece equalizador e opções avançadas de áudio. Infelizmente o MixRadio+, versão paga mediante assinatura com uma série de vantagens, como playlists e pular músicas infinitos e exibição das letras das músicas, não está disponível no Brasil. De qualquer forma, o serviço básico é bem bom.

Screenshots do MixRadio.


App para Windows Phone: Nokia Camera.

Nokia Camera

Gratuito
Site oficial

A melhor câmera em um smartphone precisa de um app à altura. Pois bem, eis o Nokia Camera, antes conhecido como ProCam. Além do novo nome, o Nokia Camera ainda incorporou recursos do Smart Cam, um app que produz fotos divertidas, diferentes.

O grande barato desse app é o modo Profissional, que libera um punhado de controles manuais como velocidade de disparo, abertura do diafragma, ISO e foco. A interface, baseada em círculos, é fácil de manusear e leva as câmeras PureView ao limite — desde que você saiba o que está fazendo.

O Nokia Camera exige a atualização Amber e uma câmera PureView para funcionar. A Nokia está testando uma versão para o resto dos Lumias, mas ainda está em beta. Com a atualização Black, do Windows Phone, o app será capaz de tirar fotos RAW nos aparelhos PureView.

Screenshot do Nokia Camera.


App para Windows Phone: Simply Weather.

Simply Weather

Gratuito
Site oficial

Direto ao ponto, com uma interface minimalista e suporte aos recursos do Windows Phone (inserção na tela de bloqueio e bloco dinâmico), o Simply Weather é um app bem desenhado e muito bonito.

Arraste o dedo da borda de cima para baixo, e as poucas opções surgem. O mesmo gesto da esquerda para a direita revela a previsão do tempo para os próximos dias.

É um app simples, na mesma pegada do primeiro da Orange Tribes, o também bacana Sleeve Music.

Screenshots do Simply Weather.


A Microsoft também fez sua lista de melhores apps para Windows Phone do ano — meio fraca, com vários jogos. E, a exemplo do que rolou nas outras duas, os comentários são a extensão natural do post. Conhece algum app lançado em 2013 que não apareceu aí em cima? Conte para mim.

Os melhores apps para iPhone lançados em 2013

Depois de cinco anos apostando no esqueumorfismo, em 2013 a Apple mudou radicalmente o iOS. A última versão deixou de lado texturas e elementos do mundo real para apostar em um visual flat, plano, simples. E isso, claro, respingou nos apps. Nesta lista você confere os dez melhores apps para iPhone lançados em 2013.

É difícil encontrar algum app, pelo menos entre os mais populares, que ainda preserve a aparência antiga da era pré-iOS 7. Alguns foram atualizados sem ônus para o usuário, outros, aproveitaram a guinada visual para acrescentar recursos e cobrar novamente — o que na maioria dos casos não foi algo injusto, diga-se. Entre os novatos muita coisa boa apareceu, como é de praxe na plataforma móvel da Apple. Embora o Android tenha diminuído a desvantagem nesse setor, o iOS continua sendo o local preferido das surpresas em forma de apps.

A lista abaixo foi compilada com base em conversas no Twitter e no acompanhamento, durante o ano, dos principais apps lançados. Os dez apps estão em ordem alfabética.


App para iPhone: Any.do Cal.

Any.do Cal

Gratuito
Site oficial
Disponível também para Android

O Any.do original, um app de lista de tarefas, apareceu primeiro no Android. Quando foi portado para o iOS, trouxe de carona um totalmente novo, o Any.do Cal.

O visual deste app é fantástico. Com muitas fotos, animações suaves e abordagens um tanto diferentes para uma agenda, ele joga novas cartas na mesa para uma categoria que, especialmente no iOS, clama por boas alternativas. De quebra, ainda conversa com o Any.do, puxando listas de tarefas para os eventos do dia.

Screenshots do Any.do Cal.


App para iPhone: DuckDuckGo.

DuckDuckGo

Gratuito
Site oficial
Disponível também para Android

Em 2013 a privacidade online esteve muito em voga com as denúncias contra a NSA, utilização de dados dos usuários para fins nada nobres e outros escândalos do tipo. Muito antes disso o DuckDuckGo já oferecia uma experiência limpa, livre de usos comerciais questionáveis.

O app para iPhone traz alguns destaques na página inicial e a busca do DuckDuckGo no topo. Sem reutilizar seu histórico para direcionar publicidade, nem personalizar os resultados. O app ainda não foi atualizado para o visual do iOS 7, mas as funcionalidades estão todas ok. Para quem se encheu do Google ou quer algo diferente, é talvez a melhor alternativa.

Screenshots do DuckDuckGo.


App para iPhone: Duolingo.

Duolingo

Gratuito
Site oficial

Escolhido pela Apple o app do ano para iPhone, é fácil entender a decisão. O Duolingo ensina idiomas sem cobrar nada, com um método bem interessante de tradução colaborativa. No iPhone, o app conseguiu condensar as lições antes disponíveis apenas na web em uma interface fácil de entender e usar.

Dá para aprender espanhol, alemão, francês, italiano e português — nesses casos, tomando o inglês por idioma nativo/padrão. Falantes do português têm o inglês à disposição.

Com lições multimídia e um sistema de gamificação bem esperto, é melhor do que ficar jogando Angry Birds ou lendo a Caras na sala de espera do consultório, né?

Screenshots do Duolingo.


App para iPhone: IFTTT.

IFTTT

Gratuito
Site oficial

No curso de lógica matemática, uma das primeiras lições ensinadas é a dos conectivos lógicos. Entre eles, a condicional. “Se isso, então aquilo”, deve se lembrar qualquer estudante de Ciência da Computação, Sistemas de Informação e afins. O IFTTT leva esse conectivo à Internet.

O app para iOS permite gerenciar e acrescentar novas receitas, da mesma forma que no site. Por estar em um smartphone, o IFTTT também usa recursos dele para automatizar algumas rotinas e facilitar a vida do usuário. Dá para, por exemplo, mandar as fotos tiradas com a câmera por email ou para algum serviço de armazenamento de arquivos na nuvem, receber um SMS todo dia de manhã com a previsão do tempo ou manter uma cópia da lista de contatos no Google Drive.

Screenshots do IFTTT.


App para iPhone: Mailbox.

Mailbox

Gratuito
Site oficial

Com uma lista de espera lotada por centenas de milhares de pessoas, o Mailbox foi lançado no começo do ano com uma proposta ousada: botar ordem no seu email — desde que ele esteja hospedado no Gmail.

A premissa do Mailbox é tirar da reta as mensagens que chegam. Ainda que você não a responda imediatamente, o gesto de adiá-la a remove da sua frente e ajuda a manter a bagunça em ordem. É uma abordagem meio lista de tarefas para o email que para muita gente funciona.

O app é gratuito e há alguns meses foi comprado pelo Dropbox. Desde então, ao baixá-lo o usuário ganha 1 GB de espaço neste serviço.


App para iPhone: Mailbox.

Quip

Gratuito
Site oficial

O Quip é um editor de textos moderno. Sem o legado de décadas de outros editores estabelecidos, como o Word da Microsoft, ele foca no que importa: sincronia em tempo real com a nuvem, colaboração dentro do app (edição, comentários e bate-papo integrados em uma linha do tempo) e recursos fáceis de serem usados. A página principal funciona como uma espécie de caixa de entrada, destacando documentos que foram modificados desde a sua última visita.

O app funciona também no iPad e na versão web. Ele é vinculado a uma conta Google e traz de lá os contatos — dá para chamá-los para colaborar em um texto. A interface é baseada em gestos e o teclado, no modo editor, ganha uma linha extra com alguns comandos, incluindo uns de inserção que permitem referenciar pessoas ou documentos, além de acrescentar imagens e tabelas.

Não dá para dizer que o Quip é a evolução do Word — há algumas limitações severas, como a impossibilidade de alterar a fonte –, mas ele tem boas ideias e uma execução muito bacana.

Screenshots do Quip.


App para iPhone: VSCO CAM.

VSCO Cam

Freemium (filtros via in-app purchase)
Site oficial
Disponível também para Android

Mais um app de fotos com filtros, sim, mas filtros legais, tão inspiradores que conseguiram criar uma micro-comunidade dentro do Instagram.

O VSCO Cam tem uma interface minimalista e elegante. Ele oferece muitos filtros, vários gratuitos, alguns pagos — e são esses que mantêm o app, que não custa nada para ser baixado e não exibe anúncios. O Grid é a página, igualmente elegante, onde as fotos dos usuários são publicadas. É opcional e dá para compartilhar as fotos em várias redes sociais independentemente de usá-la ou não.


App para iPhone: Tweetbot 3.

Tweetbot 3

US$ 2,99
Site oficial

O novo Tweetbot é tão bom que, tivesse outro nome, passaria fácil por um app novo. O melhor cliente de Twitter foi adaptado ao iOS 7 e, com um punhado de gestos e soluções interessantes de interface, é quase obrigatório para quem usa o Twitter no iPhone.

Não que seja difícil bater o cliente oficial — especialmente a estranha última versão. Mas além disso, o Tweetbot 3 excede o que se esperaria de um app do tipo. Ele é bem pensado, tudo faz sentido e não é raro tentar um gesto qualquer, do nada, e ele funcionar. Seria legal se o Twitter mesmo direcionasse sua experiência da forma com que a Tapbots direciona com o Tweetbot.

Screenshots do Tweetbot 3.


App para iPhone: Vine.

Vine

Gratuito
Site oficial
Disponível também para Android e Windows Phone

O Vine, comprado e relançado pelo Twitter, é um app de compartilhamento de vídeo com uma limitação marcante — como os 140 caracteres da empresa-mãe. No seu caso, esse limite é temporal: cada vídeo pode ter no máximo seis segundos. Pode-se filmar trechos à parte e como eles são exibidos em loop infinito, os usuários mais criativos conseguem fazer coisas bem interessantes. Se o Instagram tem vídeos hoje, é por culpa do Vine.

O app tem uma interface simples de entender e é bem direto. Ele conta com a dinâmica de seguir e ser seguido, além de canais temáticos e algum conteúdo selecionado por editores do serviço. Existem diversas páginas no Facebook dedicadas a mostrar os melhores trabalhos feitos no Vine e como tecnicamente ele é bem limitado, o que separa você dos melhores vídeos é só a criatividade.

Screenshots do Vine.


App para iPhone: Yahoo Weather.

Yahoo Tempo

Gratuito
Site oficial
Disponível também para Android

Ninguém esperava do Yahoo um app tão bonito e bem feito. Puxando fotos do Flickr (uma das suas propriedades) e combinando-as com uma bela interface, o Yahoo Tempo é um exemplo de design no iOS.

Além da previsão do tempo, o Yahoo Tempo oferece um radar interativo, informações de satélite, sensação térmica e velocidade do vento. A navegação se dá por gestos — dá para manter a previsão de várias cidades, alternando entre elas horizontalmente.

Screenshots do Yahoo Weather.


Na App Store você encontra a lista de apps do ano da Apple. Tem muita coisa legal lá e tenho certeza que fora dessas duas, da Apple e da do Manual do Usuário, ainda sobram alguns apps muito bons lançados em 2013. Conhece algum? Deixe a dica aí nos comentários.