Swarm volta a ter prefeituras, como era no Foursquare

Parecia um bom plano, o de dividir o Foursquare em dois. Mas aí tiraram as prefeituras do novo app para check-ins, o Swarm e… bem, o povo não gostou.

Embora o discurso oficial pós-racha seja de prosperidade e alguns números o sustente, o Foursquare ouviu as preces e trouxe de volta as prefeituras — porque o esquema novo-agora-antigo “não era muito divertido,” afinal.

As regras são simples: você será o Prefeito de um lugar se fez mais check-ins que todo mundo nos últimos 30 dias.

Apenas um check-in por dia é contabilizado para fins da disputa das prefeituras, e os do último mês já estão valendo para determinar quem é prefeito do quê. Eu, provavelmente de nada, já que desinstalei o Swarm tem um bom tempo. Mas agora, com prefeituras… Você dará uma nova chance ao app?

Se sim, baixe-o aqui.

Como consumimos vídeo online, segundo a Adobe

No início de junho a Adobe divulgou um relatório sobre consumo de vídeo online. Ele se baseia em números massivos: 201 bilhões de vídeos começados e 285 bilhões de autenticações em mais de 300 apps do tipo TV Everywhere, obtidos anonimamente via Adobe Analytics e Primetime.

A apresentação, acima, está recheada de dados interessantes, mas três chamam a minha atenção.

  1. A dominação da Apple. Quase um em cada quatro vídeos exibidos (24%) no primeiro trimestre de 2015 teve origem num dispositivo da empresa.
  2. Tablet. A frequência de vídeos vistos em tablets se igualou à de desktops (embora esse ainda ganhe em vídeos longos). Do relatório: “Na medida em que os dispositivos se tornam cada vez mais especializados, parece que um grande caso de uso para o tablet é atividades derivadas de lazer como consumo de vídeo.”
  3. Crescimento do conceito de “TV Everywhere,” ou seja, vídeo por streaming autenticado. Em relação ao ano passado, foi de 282%, puxado por dispositivos Apple e set-top boxes e sticks, como Apple TV e Roku.

Submarino oferece vale-compra a quem boletou Redmi 2, da Mi

Na noite da última terça-feira, o Submarino colocou à venda o smartphone Redmi 2, da Mi (ou Xiaomi). Ao que tudo indica, a loja queimou a largada, já que o lançamento da marca Mi e de seus produtos no Brasil está marcado para 30 de junho. Alguns clientes conseguiram fechar a compra enquanto a página do produto esteve no ar e, hoje, eles receberam uma ligação do Submarino a fim de resolver a questão.

Soube, de duas fontes distintas, que o Submarino ligou hoje à tarde aos clientes que boletaram o Redmi 2, da Mi, oferecendo um vale-compra de R$ 450 como “pedido de desculpas.” Uma das fontes havia pago o boleto e, além do vale-compra, a loja se comprometeu a fazer o estorno, com o valor do frete incluso, o que dava R$ 370. À outra fonte, o atendente do Submarino perguntou se ela havia pago o boleto (não havia) e ofereceu um o mesmo vale-compra, de R$ 450.

Na madrugada de terça para quarta-feira, a Mi, por meio da sua página no Facebook, informou que no Brasil seus produtos serão vendidos exclusivamente pelo site oficial. Por que o Submarino queimou a largada de uma corrida da qual, aparentemente, ele nem participará? Bem estranha essa história…

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