Fala-se muito da incapacidade do Google em acertar a mão com apps de mensagens. O que falar da Microsoft? O fim do Skype (em 5 de maio) é só o último capítulo da lenta deterioração de um bom serviço muito querido até a Microsoft comprá-lo por US$ 8,5 bilhões, em 2011. E nem vou falar dos equívocos com o MSN Messenger, ou do fato de que o Teams só tem usuários porque as empresas obrigam os funcionários a usá-lo.
Notas
Este commit, no repositório do site da Mozilla, remove todas as referências ao compromisso em não vender dados pessoais no Firefox. No arquivo structured-data-firefox-faq.html, da sessão de perguntas e respostas, a pergunta (removida) “O Firefox vende seus dados pessoais?” terminava dizendo que “Isto é uma promessa”. A pergunta e a promessa já não constam no site.
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Em julho, em Salvador (BA), será realizada a segunda edição da WikiCon Brasil, conferência para a comunidade brasileira da Wikipédia, organizada pelo Wiki Movimento Brasil. Desta vez, o evento terá “uma direção mais propositiva, alinhada ao crescente interesse da comunidade pela governança digital”. Parece-me uma ótima direção! Mais detalhes na Wikipédia.
A Microsoft estava testando uma versão gratuita com anúncios (incluindo em vídeo) de Excel, PowerPoint e Word, com vários recursos básicos bloqueados e que só salvava arquivos no OneDrive.
Após a repercussão negativa, a empresa enviou um posicionamento a alguns sites afirmando que não tem a intenção de lançar esse Office zoado. É curioso tanto esforço para desenvolver algo e colocar esse algo para testes públicos sem ter a intenção de comercializá-lo… não?
Em momentos assim, é sempre bom lembrar de alternativas abertas e gratuitas, em especial o LibreOffice.
Depois de subir o preço do Google Workspace, chegou a vez do Google One, a assinatura para pessoas físicas que concede mais espaço na nuvem e alguns recursos exclusivos. Os reajustes variam entre 25% e 28,2% e, ao contrário do Workspace, não trazem o Gemini. (Só o plano AI Premium, que mantém o mesmo preço.)
O plano Lite (R$ 4,50/mês por 30 GB de espaço, sem recursos adicionais), lançado no final de 2024, não aumentou.
Via Tecnoblog.
O sucessor do querido iPhone SE, o recém-anunciado iPhone 16e, tem preço sugerido no Brasil começando em R$ 5,8 mil.
O novo celular da Apple junta a carcaça do iPhone 14, especificações do iPhone 16 e limitações da finada linha SE (a câmera solitária na parte de trás, ausência de MagSafe), além de marcar a estreia do modem “da casa”, o Apple C1, no lugar dos fornecidos pela Qualcomm.
Acostumei-me ao Lembretes da Apple, um app de listas de tarefas e lembretes que parece simples à primeira vista e costuma ser desdenhado, mas é bastante completo.
Na migração para o Android, achei que não teria dificuldades em substitui-lo. “Apps de listas de tarefas” me parece o tipo de categoria que serve à prática da programação — um projeto para desenvolver habilidades e, portanto, com vários títulos disponíveis.
Não há escassez, mas não encontrei um bom app do tipo que seja gratuito e, de preferência, FOSS.
Os mais próximos foram, ironicamente, os das duas big techs vinculadas ao Android: Google Tasks (carece de visualizações por prazo/data) e Samsung Reminder (cópia do da Apple até no nome, sem versões para outros dispositivos/sistemas).
Estou cogitando voltar a usar um arquivo *.txt. Antes disso, aceito recomendações.
Confesso que me perdi nas atualizações do Telegram, do que está acontecendo na plataforma desde que ela se voltou à financeirização de NFTs e outras bobagens digitais.
Dito isso, ainda acompanho o canal do Pavel Durov e, sem malícia, tem dias em que por alguns segundos me pergunto por que estou seguindo o canal de um golpista até me dar conta de que é o dele. (Como os posts de hoje.) A linguagem, as promessas, a urgência e os artifícios de venda são indistinguíveis dos de um golpe. Talvez seja um grande golpe mesmo.
Um plugin para WordPress que exporta posts e páginas do site/blog para um arquivo em Markdown compatível com o Bear Blog — e, provavelmente, geradores de sites estáticos. Se preferir, também dá para baixar o arquivo como becape.
A Meta baixou pelo menos 81,7 TB (terabytes), por torrent, de materiais piratas em sites como LibGen, Anna’s Archive e Z-Library, para treinar inteligência artificial. O número apareceu em novos documentos revelados no processo que autores estadunidenses moveram contra a empresa.
O pior é que a Meta teria agido para “‘semear’ [compartilhar] o mínimo possível” a fim de cobrir os rastros do uso ilegal do material, protegido por direitos autorais.
Gente que só baixa e não faz seeding: piores usuários de torrent.
Via Ars Technica.