Logo da Insider à esquerda e a frase à direita: “Use o cupom MANUALDOUSUARIO12 e garanta peças básicas de qualidade com desconto”.

Post livre #289

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo à noite.

304 comentários

    1. Achei bem interessante a ideia, mas… bate uma certa preguiça em criar uma nova conta em um novo local.

      E tem gente que não duraria um mês… alguns nem uma semana!

  1. windows 11: atualizei a minha máquina ontem, sem fazer instalação do zero, e está tudo funcionando bem até agora. senti q o sistema até um pouco mais rápida (já era rápido o suficiente pra mim). a temperatura tb parece ter diminuído, pq noto os fans trabalhando menos q no win10. a inicialização e o encerramento seguem super rápidos como antes. sei q tem gente identificando vários problemas, inclusive um q me afetaria diretamente, q é a queda no desempenho em alguns aplicativos e jogos qdo se usa processador amd. mas parece q está por vir uma correção da MS ainda esse mês pra esse problema especificamente.

    https://www.amd.com/en/support/kb/faq/pa-400

  2. Fala meu povo, me ajudem com uma coisa, por favor. Tenho um desktop com 4GB de RAM que tem sofrido bastante. São 2 pentes de 2GB 1333MHz. Gostaria de aumentar 8GB. A placa tem um total de 4 slots e suporte até 32GB.

    Qual seria melhor maneira de fazer esse upgrade, aproveitando os pentes disponíveis e os slots da placa? Seria melhor 1 pente de 8GB ou 2 de 4GB? E qual a melhor forma de organizá-los na placa?

    1. Checa a sua placa mãe se comporta e se precisa de atualização na BIOS/Uefi.

      Creio que o que vale hoje é o que o $ manda. O que o dinheiro der, investe na melhor possibilidade (2x4gb ou 1x8gb). E caso seja opção de pegar dupla, tem que ver nas especificações a posição para dual channel (geralmente é indicado pela cor do slot)

      1. Eu chequei aqui e vi que ela suporta até 32GB e aceita dual channel. No orçamento rápido que eu fiz, a diferença entre 2×4 e 1×8 é de menos de 50 reais. Acredito que vale a pena se for contribuir no desempenho.

        Eu vi que o ideal é que as memórias sejam o mais idênticas possível. Nesse caso eu só vou conseguir isso em pares. As duas de 4GB seriam iguais e as duas de 2GB também são entre si.

        1. Concordo com o Ligeiro em que o ideal é comprar o máximo que seu orçamento permitir.

          Eu diria que um SSD pode dar um ganho de desempenho maior na sua máquina do que aumentar RAM. Mas isso é mais um chute meu, de repente indo de 4GB para 8GB de RAM a diferença seja mais perceptível.

          Você chegou a ver preços no Aliexpress? Comprei 2x8GB lá e foi bem mais em conta do que os preços praticados por aqui. Comprei no início do ano e demorou 26 dias corridos, sem imposto. As compras que fiz no último mês tem demorado entre 10-20 dias pra chegar. Ai depende só da sua pressa.

          1. Eu tenho um ssd na máquina. Agora o gargalo tem sido na memória ram mesmo.

            E sim, pretendo comprar pelo Aliexpress mesmo. A ideia é comprar esses 8GB. Minha dúvida era sobre comprar 1×8 ou 2×4.

  3. Boa noite, pessoal!
    Alguém indica um bom controle para PlayStation 2? O original quebrou de vez.

    1. Os alternativos estão na faixa de R$ 40,00 na região da Pajé. Não existe marca neste caso. A não ser que tu esteja atrás de um Hori ou 8bitdo.

      E dependendo do que “quebrou” no seu controle, pode ser que o reparo seja mais fácil que pensa. Se for cabo, ver se é possível refazer as soldas encurtando o cabo (geralmente o cabo tem problemas de fio quebrado perto do controle ou do engate de entrada). Se for perda de contato dos controles, trocar a borrachinha (pode ser usado de um controle de PS2 pirata mesmo) pode resolver.

      1. infelizmente não tem 8bitdo pra ps2, pq esse controle é um dos melhores. eu tinha um pra jogar no celular e ele era perfeito. imitava um controle de supernes. era muito bonito tb.

      1. Já havia feito as verificações que você sugeriu e parece tudo ok. Poderia analisar a plaquinha eletrônica, mas estou longe do equipamento e acho que não vale o tempo e, claro, o problema pode ser algo simples.

        Obrigado pelas indicações, vou comprar um desses e ver no que dá.

    2. Vou comprar uns sem fio. Parecem razoáveis… Vc acha no ML. Tenho um original aqui em excelente estado. Achei milagrosamente um Ps2 sem uso (bloqueado).

      1. Desculpe, Fabio, não entendi bem: você tem um controle sem fio ou um ps2 em excelente estado? E outro PS2 bloquado?

        Enfim, meu PS2 está realmente bom… desbloqueado com o chip Mars se bem me lembro. Pensei em comprar um controle sem fio no ML mesmo, algo que funcione. Não precia ser o the “best of”. Pelos preços, acho que vou comprar um de cada (com e sem fio). Obrigado pela atenção.

        1. oi, fabiano.
          tenho um ps2 bloqueado. ele veio com o controle original, com fio. console e controle estão em perfeito estado. mas prefiro jogar com controles sem fio. comprei dois da marca data frog. esses parecem bons… pra jogar com ele uso um memory card q tem um esquema q abre jogos num hd. funciona e isso manteve o console no seu estado original! prefiro assim.

          1. Para quem esta curioso, o nome do esquema do cartão é “Free McBoot”.

          2. Entendi, Fabio. No meu caso, herdei o PS2 já com o chip de desbloqueio, então, pretendo mantê-lo assim (embora retirar o chip seja relativamente simples). Vou procurar uns controles sem fio, quem sabe rola aqui,
            Interessante esse esquema “Free McBoot” que o Ligeiro menciona abaixo. Não conhecia. Vou ver se funciona, mesmo com o chip de desbloqueio instalado… mera curiosidade :D

            Valeu!

  4. não sei se é bem o perfil do MdU, mas fica aqui uma sugestão de pauta:

    ascensão e queda das velhas revistas de “informática” e afins (Info, Revista Linux, PC Master, Macmania, etc)

    aquele podcast Primeiro contato deixa a gente com vontade de saber mais a respeito dos bastidores desse período

    1. Eita! Microsistemas, Microhobby, Revista do CD-ROM, recheada de sharewares e joguinhos…

    2. Revista Geek, que era um negócio meio maluco até pra época…

      Macmania, peguei o finalzinho dela, já migrando pra MacMais em outra editora, mas era incrível. A equipe, o senso de humor…

      1. Curiosidade boba: por um breve período, trabalhei para a Digerati, que editava a revista Geek e outros títulos de informática. Vendi o WinAjuda para eles em ~2011 e continuei editando o site, aí algumas notinhas dele iam para a Geek (site). Também colaborei por quase um ano com a Revista Oficial do Windows.

        Aliás, foi lá que conheci a Jacque, que hoje trava o Guia Prático. Ela editava o site da Geek.

    3. uma revista q me marcou e é bem doido q existia é a Kids PC (era esse o nome?). Lá pra 1996, 1997, meu pai vinha de domingo com essa e a Revista do CD-ROM da banca.
      Tinha até uma seção pra exibir desenhos do paint dos leitores hehehe

  5. estou sempre de olho em relógios que podem medir a pressão arterial, mas pelo visto ainda não é dessa vez. o samgung galaxy watch 4 tem essa função, mas não é precisa. vi um vídeo de um cara fazendo um teste sério sobre essa (e outras funcionalidades) e negócio ainda não funciona direito. preciso monitorar a minha pressão, então acabei comprando um omron mesmo. apesar de ser um trambolho, além de fazer o serviço direito, deve ter sido 30 ou 40 vezes menos o preço do relógio.

    https://www.youtube.com/watch?v=SHp-NiGM5-k

  6. Olá, tudo bem com vocês? Esperto que sim.

    Meu pai está ficando velho e consegui convencer ele a mudar parte dos investimentos de toda uma vida em pequenas casas de aluguéis para tesouro direto e CDB´s. Ele estava tendo muita dor de cabeça com manutenção, inquilinos, contratos… Um belo dia teria um AVC de tanto stress.
    Enfim! Acho que a melhor solução seria o app da corretora em um Ipad (tela grande e sistema mais fechado).
    Quero comprar um Ipad usado, seria um desperdício comprar versão mais recente, pois ele usaria somente para isso – entrar no app da corretora e investir.
    Minha pergunta é: A apple dá suporte para instalação de aplicativos em versões mais antigas – Ipad de terceira ou quarta geração? Tenho receio de comprar e acontecer igual smartphone android, onde aparece que o app não é suportado para aquele dispositivo.

    1. Salvo engano, quem dá suporte ou não é o desenvolvedor do app, não há Apple.

      PS:
      Eu consideraria investir em algum banco com a corretora integrada na conta corrente, pela simplicidade, como no caso do Itaú, por exemplo.

    2. Olha, não é muito garantido não.
      Eu tenho um ipad mini de 2013. No começo do ano formatei ele pra deixar o sistema zeradinho. Ia usar só pra ler quadrinhos e ver videos de aula de yoga.
      Aí eu fui lá instalar o youtube e o app já não era mais compatível com o sistema. Pesquisei e descobri como fazer instalar a ultima versão compatível. Instalei. O app abre e não conversa com o youtube. Fica lá a interface vazia, sem puxar os videos. Só consegui acessar coisas pelo navegador (e só o safari).
      As coisas da apple até levam mais tempo pra ficar assim do q o android (esse ipad vai quase fazer 10 anos se for pensar), mas eventualmente acontece igual.

      1. Obrigado pelo feedback. Ainda mais por se tratar de app de corretora. Acho que a exigência por métodos de segurança faz exigir um OS mais atual.

        Nu invest, por exemplo, exige Requer o iPadOS 11.0 ou posterior.

  7. Por motivos de sanidade, estou pensando em reduzir o elevado número de notícias que leio em sites e começar a ouvir podcasts curtos com as principais notícias em geral e sobre coisas que tenho interesse de acompanhar. Nos últimos anos, tenho me sentido muito sobrecarregado com a enxurrada de notícias que leio na internet, sem contar os vídeos no YouTube e as outras redes sociais que também impulsionam isso.

    Foi o mais perto que encontrei de ter algo como os telejornais, mas sem precisar assistir em um horário determinado. E o bom de podcasts é também que dá pra ouvi-los enquanto se faz tarefas um tanto mecânicas, como lavar louça. Assim, se algum tema que eu ouvir por lá me interessar mais, eu procuro sobre isso em sites de notícias para me aprofundar.

  8. Nos comentários abaixo sobre comunidades para se livrar de redes sociais, encontrei <a href="https://nosurf.net/activity-list/"esse link com hobbies para ficar um pouco desligado das redes.

    Eu não tenho muitas coisas que eu goste de fazer. Gosto de leitura e descobri a escrita nessa quarentena. Também gosto de ressuscitar pcs antigos. Sabe aqueles vídeos que as pessoas pegam um iPhone no lixão e deixam ele funcionando perfeitamente? Pois é. Algo naquela direção, mas bem, bem menos.

    E vocês? O que fazem ou pretendem fazer para ficar longe das redes e distrair um pouco a mente?

    1. eu adoro assistir animes e ler Mangás, e em menor escala ler ebooks e assistir séries, infelizmente todos uso telas, por isso estou ensaiando fazer um esporte.

      1. Eu não comecei a assistir animes. Tenho um pouco de dificuldade com histórias em série. Mas leitura eu gosto bastante.

        Eu acredito que a intenção da matéria seja, não necessariamente tirar da frete de uma tela, afinal, alguns hobbies ali usam uma, mas sim aproveitar essa energia sugada pelas redes para algo mais produtivo.

        Sobre os esportes, eu não sou referência em nada, mas eu iniciei um projeto de caminhadas. Onde eu moro tem uma área mais tranquila que dá para fazer isso. Eu saio todo dia e dou uma caminhada de 1h. Prefiro acordar bem cedo porque nem me destraio com outras pessoas e vou sem música para assimilar todos os sons ao redor. É impressionante como você volta para casa diferente. Depois de um tempo, você acaba sentido necessidade de fazer isso. É muito bom.

  9. Alguém sabe o por que os modelos de TV 32 polegadas são relegados a ser só 720p hoje em dia? Estou a procura de uma TV maior pra um quarto pequeno e queria uma de 32 mas provavelmente vou ter que pegar uma de 42 ou maior pra pegar pelo menos uma full HD.

    1. Meu palpite é que Full HD não faz muito sentido em TVs com painel tão pequeno. É preciso levar em conta tamanho de tela, resolução e distância da tela para que a resolução faça diferença, e no caso das de 32″, a distância para que Full HD faça alguma diferença em relação ao HD é muito curta.

      Outra possível explicação é que por algum motivo tornou-se economicamente inviável ou desfavorável produzir painéis Full HD nesse tamanho. Ou uma combinação dos dois fatores.

  10. Galera, uma ajudinha econômica aqui, por favor [meme da raposa pedindo trocados].

    Tenho um LG K10 cuja bateria já anda em petição de miséria: até que dura bem (1 dia inteiro, em média), mas inventa de demorar outro dia inteiro pra carregar, aí me quebra. Até encontrei por aqui (Portugal) umas baterias pra vender na Amazon espanhola, maioria de boas avaliações, modelo com a mesma referência que o original.

    Meu medo é trocar a bateria e descobrir que o problema é outro. Tem alguma coisa que eu possa fazer pra testar essa hipótese? Sei que a troca do celular vem, certa como o sol nascente, mas como eu e a morena pretendemos mudar de cidade ano que vem, queria adiar esse gasto o máximo possível.

    1. Bom dia meu caro Adnilson.
      Sou nada entendedor de celular, mas acredito que o carregador e/ou cabo tem mais relação com a demora pra carregar fo que a bateria.
      Ja tentou carregá-lo (preferencialmente com outro cabo) na usb do computador?

      1. Pode ser mesmo o carregador. Eu só nao recomendo a porta USB do PC por que ela libera muito pouca corrente.

        1. Se liberar 1A (1000 mA), tá de bom tamanho, pois carga lenta ajuda justamente a estabelecer melhor os limites da bateria. A carga rápida é boa, mas também ajuda justamente a acabar mais rápido com a vida útil da bateria.

  11. Vamos conversar sobre o HalloApp? Eu fiquei bastante interessado na proposta do aplicativo, vou observar o desfecho desse projeto. Será que ele tem chance? 🤔

    1. Quando publiquei no Manual pela primeira vez, dois contatos se cadastraram e usaram o app por algumas semanas. Agora voltou a ser um deserto :(

    2. Eu gostei do estilo dos grupos. Criei um comigo mesmo, já que não tive nenhum contato que migrou e achei interessante. O bom é que o grupo tem como gerar link. Vou tentar compartilhar e ver se alguém se interessa.

  12. Finalmente realizei o sonho do monitor 4K próprio. Estava de olho no LG 27UL650 e ontem o Zoom mandou um alerta de preço abaixo do que eu havia configurado — é o menor dos últimos seis meses. Se alguém se interessar também, aqui vai o link do Manual.

    Só fiquei na dúvida se a GPU do velho Core i5 2500 — uma Intel HD 2000 — dará conta de tantos pixels. Sei que vídeos em 4K não vão rolar, muito menos jogos, mas será que para todo o resto ela funciona bem?

      1. Argh, que coisa… Por sorte tinha uma Radeon HD 4850 dando sopa aqui. Dobrou o TDP do computador e aumentou o barulho de cooler, mas creio que agora consiga dar conta de 4K.

  13. Olá! Semana passada o Paulo Ramos trouxe outro caso onde uma charge é retirada do instagram sem mais nem menos. Parece que vem acontecendo faz um tempo, tanto o facebook quanto o instagram tiram do ar charges, tirinhas, ilustrações (pelo que sei, sempre de esquerda, progressistas) com o argumento que as publicações infringem os termos de uso das plataformas. Alguns exemplos que eu achei no twitter dele:
    https://twitter.com/blogpauloramos/status/1256582380032339968
    https://twitter.com/blogpauloramos/status/1267901939716632579
    https://twitter.com/blogpauloramos/status/1262750745822027776
    https://twitter.com/blogpauloramos/status/1268895161184067584

    1. As que estão link dadas aí provavelmente sofreram um “flood” de denúncias, acionando o apagamento automático (acho que já falaram sobre isso tempos atrás). Era algo que aparentemente era comum no Twitter (não sei como está hoje) – um grupo organizado ira lá e “metia o dedo” no botão de denúncia.

      Essa aqui, da ciclista cortando um braço, é dúbio demais para ficar exposto, pois de qualquer forma recaí como apologia a violência.
      Aproveito para explicar um negócio: em um comentário que fiz tempos atrás, falei que não ia falar nada com medo de censura, e a explicação é porque justamente a “apologia ao crime” seria falar para a pessoa que não gosta de certas coisas pegar em uma arma e matar o outro. O que daria no mesmo resultado da charge em questão.

  14. Apreveitando a sapiência dos colegas, também!

    tenho um tablet galaxy tab a 2016, tela 10.1. Parou no tempo, não atualiza mais nada.

    DEixei com minha menina pra brincar, ver vídeos etc. O modelo específico é sm-p585 (com s pen).

    não achei lineage pra ele. tem alguma outra ROM que eu possa procurar? Só manjo essa e uma vez botei num celular que tive.

      1. Segundo o gsmarena, oficialmente só vai até o Oreo 8.1. Acho que ainda tá bem atual. Procurei aqui e parece que não tem custom rom pra ele, ainda.

  15. Pessoal, vocês fazem planilha para gastos pessoais?

    Eu estou querendo aprender a mexer no libreoffice calc e achei que seria interessante. meu controle é meio nacabeça, mesmo. não fico ticando as coisas depois q a fatura fecha. mas hoje em dia acho que se eu tiver tomando golpe, por exemplo, de poucos reais, nem sei pq não olho. a fatura tá lá em debito automatico.

    quem faz, qual o jeito que faz, tem algum jeito melhor e tal que recomenda?

    1. Eu tenho uma simplérrima onde basicamente coloco todos os gastos. É mais pra eu não me perder nas parcelas e saber quantos 110% do meu salário já estão comprometidos. 🤡

    2. Eu separo uma parte do meu salário para um fundo de economia, pago as contas e defino o orçamento semanal do resto. Geralmente gasto de 50 a 100 semanais. To com uns bons trocados guardados e não sei o que fazer… Não quero gastar com bens de consumo. To pensando até em comprar um “food trailer”. hahahah

      1. Se palpite fosse bom…

        Bem, eu manteria guardado, pois sempre um dinheiro sobrando é bom para emergências. Investir em algo depende muito do que você quer fazer e se sente seguro para se arriscar nisso, seja um Food Truck, uma loja, um passeio ou viagem, ou o que quer que seja.

        Claro que dinheiro parado em tempos de inflação é sinônimo de desvalorização. Nisso, aí alguém que entenda de investimentos (e não bitcoins ou ações) pode falar melhor.

        1. O orçamento pra mim viajar é uns 2k, então ainda pretendo deixar o resto guardado. Ano que vem vou sair da empresa e me aventurar em outra área.

    3. Sim! Acho essencial. Tenho o mesmo Excel faz uns 9 anos, é bem simples, anotando data, o que, quanto (e criei umas categorias também). É uma mão na roda quando precisa lembrar de algo.

    4. Eu era que nem vc, mas acabava meio sem noção do quanto gastava nas coisas, sabe? Ainda mais quando se parcela coisas (e mais ainda quando se tem mais de uma conta e mais de um cartão).

      Eu uso um app que chama Minhas Economias pra ser tipo um repositório dos gastos no dia a dia. Tudo que entra e sai eu vou cadastrando… É rápido e se torna hábito quando vc repete algumas vezes. Vc configura as categorias, as contas e aí depois fica fácil ver quanto vc gastou em restaurantes ou uber, por exemplo. Rola uns gráficos etc.

      Mas eu acho que planilha é legal pra acompanhar histórico! A minha eu deixo em Google Sheets pra abrir de qualquer lugar e atualizo uma vez por mês com entradas e saídas consultando o app :)

      Com isso passou a ser mais fácil enxugar custos/gastos e projetar algumas decisões!

  16. Alguém mais já conhece o Forlater? Eu conheci numa matéria do Nexo com o título “O software que monta uma newsletter com links para ler depois”. É tipo um Pocket mas, como diz a matéria, as coisas que você guardou como favoritas vêm pra sua caixa de email organizadas pra serem lidas em forma de newsletter. Além do software (ainda em versão beta), tem extensão pra Google e Firefox. Instalei no meu Firefox e gostaria de saber se alguém por aí já usou e o que achou.
    https://forlater.email/

    1. ih paulo,
      isso ai o ghedin ja recomendou

      provavelmente essa leitura ai do nexo que tu fez pode ter sido do tal moço de lá que anda por essas bandas tb

      mas serviço mt bom esse ai

      abs

  17. Passando aqui pra dizer que o Montarroios está certíssimo. E que depois de analisar bastante comprei um galaxy note 10.1 edição 2014. Tem 3gb de ram então deve ser fluido, rodando um android bem antigo. Nem vou querer instalar outra rom porque isso nunca termina bem.
    A impressão que eu tive durante minhas pesquisas é que basicamente todos os tablets novos que se encontram hoje, exceto os de primeira linha, são de um jeito ou de outro inferiores aos equivalentes lançados na década passada.

    1. Cara, tive um Galaxy Note 8 que durou um bom tempo! Saudades demais dele. Um belo de um dia apagou e nunca mais ligou.

      E eu rodava o LineageOS nele, com alguns outros componentes pra trazer de volta algumas das funcionalidades da S Pen (tipo aquele menuzinho circular) e foi bem de boa! O desempenho melhorou e consegui rodar uma versão mais recente do Android, acho que a 7. A Samsung só atualizou ele até a versão 4.4, mas lá fora, aqui no Brasil ficou eternamente na que veio de fábrica, a 4.3. Isso por si só me fez tomar birra da Samsung naquela época, mas a linha Note era a única com uma stylus decente!

      Aliás, uma dica de aplicativo pra você (se se interessar por esse tipo coisa, claro): MyScript nebo.

    2. Boa aquisição! Vai usar como “reader” também? (Ler livros, quadrinhos, etc…)

    3. O que não é assim hoje em dia?
      Não comprei um tablet, mas sim um smartphone de uns anos atrás (topo de linha de 2017). E tô tendo a melhor das experiências se comparado com modelos vendidos atualmente pelo preço que paguei no “antigo”.

    4. Oi, Roberto. Certíssimo em relação ao Tablet? Eu comentei que tinha comprado um S6 Lite pra estudar e q ele tem sido ótimo pra isso… E tb cometei a estava tentando habilitar um Xiaomi A1 M1 pra ser um segundo celular com uma rom de privacidade, mas esse eu só consegui travar legal mesmo haha.

      1. Certíssimo em relação a essa coisa selvagem de comer ossos!

        1. ah, sim, claro! haha
          então na próxima manifestação, por favor, saia com uma placa escrito “Montarroios tem razão”. precisamos fazer frente ao Olavo!

  18. Participo de um grupo de programação e esses dias estava rolando uma polêmica de um participante que criou uma biblioteca de código aberto que foi utilizada para criar um NFT e a pessoa não creditou a biblioteca na arte. A licença original não obrigava a pessoa a creditar ninguém, então a princípio ela não fez nada de errado. Isso me lembra da questão de que várias bigtechs se beneficiam amplamente de tecnologias de código aberto para criar alimentar seus impérios, e ai a questão: vocês veem alguma maneira de uma licença de código aberto conseguir abranger questões que são mais relacionadas a ética? Por exemplo, não quero que usem meu projeto para algo racista, misógino, etc e isso estaria implícito na licença ou isso é algo além da capacidade de uma licença?

    1. Sim! A licença é um contrato de adesão, ou seja, a pessoa que disponibiliza o trabalho o faz sob aquelas condições. Quem quiser usá-lo, aceita ou não. Talvez o desafio seja definir, em termos válidos legalmente, o que seria “algo racista, misógino etc.” Alguém racista que quisesse levar essa briga às últimas consequências, por exemplo, poderia argumentar que se não há condenação judicial por racismo, a proibição não vale para ele.

      De qualquer forma, liberar um trabalho sob licenças permissivas sempre implica em um risco. Outro exemplo envolvendo NFTs, parecido com esse que você comentou.

    2. O Creative Commons não tem algum ponto dentro das regras que permite o bloqueio da reprodução da obra em condições que possam gerar algum nível criminal ou situação desfavorável a própria obra?

    3. Oi, Guilherme! Achei interessante seu comentário e agora fiquei com as mesmas dúvidas que vc. O Ligeiro comentou aqui embaixo sobre as licenças Creative Commons e foi o que me veio à mente, mas não lembro de existir uma licença CC que proíba o uso em determinados contextos, as limitações se referem mais ao uso pessoal ou comercial da obra, se permite remix, se é necessário dar crédito, etc. Fiquei curiosa para saber que licença foi essa que utilizaram no projeto.

      Pela lei, é necessário pedir autorização para uso, e assim fica mais tranquilo pois dá para analisar antes onde sua obra vai ser utilizada, mas quando o trabalho é disponibilizado com uma licença CC fica mais complicado, até pq licença CC não dá para reverter, uma vez disponível naqueles termos, vai ficar sempre disponível naqueles termos, e (acho que) não dá para ter o controle onde sua obra está sendo utilizada.

      Outro ponto que achei curioso é que vc disse que não creditaram a biblioteca, mas tudo bem pq “a licença não obrigava a dar os créditos”. Não sei que tipo de licença foi utilizada, mas pela lei dos direitos autorais (e também pela lei dos direitos autorais referente aos programas de computador – leis 9.610/98 e 9.609/98) é necessário dar os créditos. Inclusive o art. 2. da lei 9.609/98 diz assim: “§ 1º Não se aplicam ao programa de computador as disposições relativas aos direitos morais, ressalvado, a qualquer tempo, o direito do autor de reivindicar a paternidade do programa de computador e o direito do autor de opor-se a alterações não-autorizadas, quando estas impliquem deformação, mutilação ou outra modificação do programa de computador, que prejudiquem a sua honra ou a sua reputação.” Então, se a biblioteca não foi disponibilizada por uma licença CC e por isso segue o que está na lei, então é possível reivindicar a paternidade (para receber os créditos) e também dizer que não quer que o trabalho seja utilizado em tais contextos racistas, misóginos, etc. (acho que me empolguei e escrevi demais rs)

      1. A licença inicial do projeto era MIT, que é uma licença bem permissiva e que exige o uso de créditos no código, porém no caso de uma arte gerada com aquele código, isso ainda é parte do código? O caso em si em questão foi com esse projeto https://github.com/marceloprates/prettymaps que gera mapas estilizados e o autor pede para credita-lo na imagem junto com os créditos do Open Street Maps. Ambos os créditos foram removidos da imagem e vendidas como NFTs.

        Interessante esse ponto da nossa lei de direito autoral, de certa forma então a pessoa – pelo menos em território nacional – teria condições legais de exigir uma remoção do projeto ou credito para o trabalho questão.

        Essa questão territorial das licenças também acrescenta mais uma dificuldade no processo, na faculdade eu tinha uma aula de direito autoral e o professor comentava que essas licenças internacionais como CC não tinham um valor legal por aqui e o que valia mesmo era a lei de direito autoral.

        (e imagina, muito bom essa resposta para a conversa)

    4. Tá rolando uma discussão interessante no próprio repositório do projeto em questão:
      https://github.com/marceloprates/prettymaps/issues/71#issuecomment-939178179

      Nesse comentário destacado a pessoa responde essa questão que levantei sobre a posse do resultado gerado por um código, e infelizmente para o criador da biblioteca a princípio ele não teria nenhuma condição legal sobre o resultado código de acordo com a licença inicial que ele usou.

  19. Bom dia, Pessoal!
    Queria pedir uma ajuda de quem puder ajudar, claro!

    Uma cadelinha foi abandonada no condomínio onde trabalhamos, já doente e cega de um olho. Pegou a doença do carrapato.

    Levamos no veterinário, ela já tomou a primeira vacina e remédios, e terá uma segunda e mais alguns custos.

    Quem puder contribuir, agradeço: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/ajude-a-jaboticaba

    Desculpe o pedido, mas é pelo doguinho né..

  20. Não sei se é só comigo, mas já faz algumas semanas que o site do Manual do Usuário está instável, quando tento entrar “algumas” vezes dá como requisição negada.

    1. Não é só com você, William. O servidor tem apresentado algumas instabilidades pontuais. A mais grave ocorreu nesta quarta, quando o site ficou ~2 horas bem instável — em alguns locais, como aqui, inacessível.

      Já temos um plano montado para migrar o site para uma infraestrutura mais moderna e robusta, o que provavelmente resolverá essas indisponibilidades pontuais. Só falta implementá-lo. Não tenho uma data prevista para te passar, porém.

      1. Entendi, só comentei pois poderia ser algo que ainda não tinha sido levantado.

  21. Alguem empolga de montar um grupo de xonotic?
    um FPS de arena em GPL3 que funciona em várias plataformas. Joguei com alguns bots e me pareceu bem divertido
    https://xonotic.org/

    1. hahaha! Ele roda até no Windows XP! Que surpresa! Vou puxar aqui.

  22. No Post Livre da semana passada, o Gabriel respondeu a um comentário meu sobre troca de bateria do MacBook. E eu gostaria de perguntar pra ele qual a loja da Santa Efigênia onde ele foi, se fizeram a troca da bateria na frente dele e o valor que cobraram. Tava olhando no site da Apple, e, para o meu modelo, o valor da troca passa de R$ 1.000 :(((

    1. Acho que ele falou que era uma loja na Galeria São Paulo (um complexo de galerias que fica entre as ruas Aurora, Vitória, Santa Ifigênia e Andradas).

      1. Queria saber também. Preciso levar o meu pra trocar a bateria e zero chances de pagar R$ 1k pra Apple fazer isso.

    2. Foi na MacClub (que fica no primeiro andar de uma galeria na esquina da Santa Ifigênia com a Gusmões, salvo engano). Não fizeram na minha frente, mas também não pedi — e confesso que não saberia bem o que acompanhar nesse caso. Só havia pedido mesmo que eles não usassem meu usuário, então criei um novo na hora. Não lembro agora o valor, mas foi bem mais barato que mil golpes :)

      1. Vi agora o valor no histórico do Pix :)

        na verdade não foi tão mais barato assim: cobraram 800 reais

        1. Legal, deve ser a média geral, perguntei aqui na assistência não autorizada e foi 800 q passaram tbm.
          Só tô enrolando um pouco pq td mês alguma outra coisa passa na frente (e ainda tá funcionando, mal mas tá. Curioso q meu marido comprou um quase igual 6 meses antes e o dele a bateria não aguenta mais nada)

      2. A MacClub é maravilhosa e eu confio neles de olhos fechados!

    3. O MacBook, em questão, foi comprado quando? Já verificaram na autorizada se a troca não é coberta pela garantia de baterias (que me parece ser de cinco anos). O Barba (https://instagram.com/barbaaa) esses dias relatou a experiência dele em buscar uma autorizada por problemas na bateria e descobrir que tinha essa garantia.

      1. Jornalismo gente boa sem offshore e voltado ao ser humano requer recursos. ;)

        Sem problemas esta propaganda para mim. :)

        1. Ah, se é isso então COMPREM ISSO AI EU ENDOSSO ESSAS PROMOÇÕES

          pensei q fosse o mesmo esquema de comentários do youtube

          1. Tá escrito ali “Manual do Usuário”. Este sistema de comentários o Ghedin tem uma paciência gigante de moderar, ele não vai deixar passar batido alguém se passando pelo MdU para ficar anunciando coisas, né?

            (E ele já falou no próprio MdU que está testando este formato de anúncio. Eu não tenho grana para comprar note por lá… :| )

  23. Tl;dr alguém sabe sobre alguma comunidade de apoio anti-redes sociais?

    Alguém sabe sobre grupos ou coletivos que promovem ou auxiliam as pessoas a abandonarem completamente as redes sociais? Eu estou nessa jornada de abrir mão completamente de qualquer rede social – com alguns sucessos aqui e recaídas ali – e tenho certeza que esse processo seria muito mais interessante e proveitoso se tivesse um aspecto coletivo ou de comunidade nele.

    De antemão, reconheço a aparente contradição nessa proposta, isto é, buscar uma “rede social”, no sentido sociológico, para combater as “Redes Sociais”, no sentido de internet — mas isso foge do ponto que quero fazer agora.
    Seu fosse ilustrar o que estou procurando, a comparação que imediatamente vem à cabeça é “Alcoólicos Anônimos”, mas não gosto muito dessa abordagem. Pela minha experiência pessoal e pelos recursos educativos que eu já encontrei por aí (inclusive aqui no Manual do Usuário e no Tecnocracia), abordar esse problema pela linguagem do “vício” ou da correção de hábitos não só é contraproducente, mas também foge completamente da raiz do problema. Coloca muito peso na moral, costumes e culpa do indivíduo. Eca.

    O que eu procuro é um espaço de troca, onde eu posso compartilhar algumas táticas que funcionaram (ou não) pra mim e aprender o que está funcionando para os outros. E também um lugar que possa gerar organicamente um programa político para enfrentar esse problema, porque não tem como escapar da política (com p minúsculo) quando decidimos resistir à uma instituição social tão bem consolidada e estruturada.
    Por esse motivo acho que a comparação mais adequada seria com o Veganismo e não com A.A. “Dieta Midiática” é meu working title. Geralmente é possível encontrar muitas pessoas nessa Dieta Midiática em comunidades que tratam de tecnologia, open source, open knowledge ou em todo tipo de nicho pela internet (alô, alô grupo de Digital Gardens no telegram, grande abraço), mas ainda estou para encontrar uma comunidade exclusivamente dedicada à essa proposta. E aí, alguém sabe algo sobre?

    E se isso ainda não existir, quem topa criar junto? o/

      1. Disso eu não tenho dúvida Ghedin! Inclusive foi buscando materiais críticos sobre redes sociais que eu descobri o Tecnocracia e logo depois no Manual do Usuário!

    1. Isso é uma ideia interessante, e pensando no que o Ghedin comentou, realmente, o manual é um lugar desses.
      Vou me pegar se exemplo, eu desativei meu facebook no início desse ano, fiquei apenas no insta, e em julho eu o excluí definitivamente. Inclusive, confirmei que minha conta de 10 anos não existe mais.

      Mantive só o insta e percebi que fui olhando cada vez mais, esperando atualizações, mas eu não estou afim de excluir porque tem uns quadrinistas que só publicam lá, e eu gosto do trabalho desse pessoal, no entanto não estava gostando da mania cada vez mais constante de olhar a cada X minutos, então eu deletei o aplicativo e darei um tempo.

      Um ponto importante, e que discordo de você, mas isso seria realmente como um alcoólicos anônimos mesmo, porque você comentou exatamente como um alcoólatra no sentido da gravidade do seu problema. É um vício.

      1. Se as contas do Instagram que você quer seguir não são privadas, você poder usar feed RSS para ver acompanhar as postagens. Eu uso a extensão Feedbro para navegador e funciona muito bem.

      2. Eu também prolonguei a vida útil do meu Instagram para não ficar de fora dos meus quadrinhos favoritos! Minha dica é ir de artista em artista e ver quais deles publicam em sites como WebToons e Tapas, que oferecem para o criador de conteúdo um retorno financeiro mais vantajoso que o Instagram. Se não, é possível que exista algum blog ou site pessoal, aí é só adotar um rssfeed ou visitar o site diretamente.

        Meu limite com Instagram estourou quando começaram a vir duas propagandas antes das postagens de quem eu sigo, e essas muitas vezes também eram uma propaganda, já que durante a pandemia muita gente precisou pivotar seu trabalho para vendas na internet ou para a criação de conteúdo. Aí o Instagram virou apenas um grande marketplace bem mala

      3. Também acho que se algo está te fazendo mal, não se trata de uma questão de “imoralidade”, mas de saúde! N.A. e correlatos ficam na saúde, não na moralidade!

      1. eu gostava bastante desse sub e inclusive encontrei muitos recursos bons por lá. Entretanto esse tipo de comunidade esbarra naquela contradição que mencionei no post: como criar uma comunidade de negação das redes sociais que se organiza necessariamente nas redes sociais?

        Dentro da minha dieta midiática também procuro abrir mão do Reddit, por inúmeras razões. Aí ficamos nesse Catch-22. É difícil mesmo.

        A conclusão que eu cheguei é que só é possível de fato imaginar um futuro sem redes sociais se construirmos vínculos e trocas que não dependem delas. Essa é parte mais difícil

    2. Olha, acho que um pilar essencial para ou abolir de vez o uso das redes sociais ou o seu uso esporádico é trabalhar o FOMO, ou o ” medo de se sentir fora da panelinha”, e acho que a maneira mais efetiva de trabalhar isso é com terapia, pois envolve lidar com ansiedade e uma pá de coisas do nosso íntimo.

      Desde ano passado que não tenho usado meu Facebook, ainda não o excluí de vez porque gosto de entrar eventualmente para olhar os posts bolsonaristas de meu pai hauhauhauha, porém, como comentado pelo Henrique, acabou que saí de rolar o feed do Facebook e fui rolar o feed do Twitter…

      Outra questão é que envolve trabalhar o tédio. Aceitar e abraçar o tédio na vida. Gosto desse vídeo a respeito do tédio pra termos uma perspectiva positiva do tédio.

      E tal qual alguns tratamentos para dependência química envolvem a redução de danos, talvez também seja efetiva uma comunidade mais lenta para ajudar a aplacar essa “dependência”.

      1. Veritasium é um dos principais motivos para eu acreditar que o Youtube ainda tem mais prós do que contras!

        Concordo muito sobre a questão da terapia. É muito bom, todo mundo deveria ter o direito de fazer. Além da questão do FOMO, as redes sociais são um excelente mecanismo para evitar confrontar as partes mais duras da vida. Solidão, tesão, raiva, tédio, medo, vaidade, todos têm uma “solução” fácil e imediatista nas redes sociais, o que acaba só reforçando o ciclo vicioso de dependência. Mas acho que deve existir uma solução para esse problema que não passe apenas por essa introspecção de cada indivíduo. A solução necessariamente precisará ser também coletiva, extrospectiva, “de dentro para fora”. É aí que entra o aspecto político da coisa.

      2. Um dos meu maiores problemas é o tédio. Eu não tenho ânimo pra nada e acabo passando horas e horas aleatoriamente na internet (e eu nem tenho redes sociais). Tem vezes que me pego escovando os dentes e pensando, “eu poderia estar vendo um vídeo enquanto isso” e tipo, WHYYY??? E, invariavelmente, eu acabo caindo no twitter, que consegue estragar meu humor, não importa como já esteja me sentindo. E eu não consigo deixar de bisbilhotar.

        Acho que não quero ouvir meus próprios pensamentos.

        1. Toca aqui que somos dois. Acho que comento demais por tédio mesmo. :\

          Como sempre digo, mesmo esta área de comentários não deixa de ser uma forma de rede social. Mais simples, modesta e bem gerenciada.

    3. ainda não decidi pela desconexão completa das redes sociais, mas me alinho em grande medida à sua intenção

      nesse sentido, vou pensar alto:

      crie seu “jardim digital”, site pessoal, blog, etc. Use-o para acompanhar, no seu ritmo, espaços interessantes da velha web — espaços localizados fora dos algoritmos e linhas do tempo das redes sociais. Espaços pessoais eventualmente vão se conectar de alguma maneira no futuro, criando uma “rede social” descentralizada, no ritmo adequado para cada um.

      será que dá certo?

      1. Gostei da sua sugestão, Gabriel! Eu cheguei a fazer um rascunho de jardim digital depois de entrar lá no grupo do telegram, mas fiquei só na parte técnica do projeto, mais preocupado em descobrir o melhor host etc. Quem sabe esse é um bom tema para finalmente dar o pontapé! Acho que não precisa “dar certo”, basta ter um espaço para seguir pensando alto.

    4. Oi gustavo :)

      Sou professor e tem esse lugar em que promovemos encontros de “Detox de Redes Sociais” é basicamente um Alcoolicos Anonimos pra redes sociais, finalizamos nossa última experiência tá fazendo um mês, foi dia 09 de setembro.

      Somos um espaço aberto, então se quiser chegar e conversar: https://www.desaber.com.br/encontro/detox
      ou aqui : ola@desaber.com.br

      Boa sorte na tua jornada,
      limpo de facebook: +3 anos
      limpo de instagram: ~1 ano
      limpo de twitter: ~2 anos

      proximos objetivos: zap; site de noticia; celular inteligente;

  24. Gostaria de recomendações de software pra acesso remoto usando VNC para Windows, existem alguma alternativa boa fora o VNC Viewer? Sabem se o VNC Viewer dá pra copiar e colocar entre as maquias?

    1. Copiar e colar texto ou arquivos grandes?
      Uma vez usávamos um VNC modificado para acesso aos clientes e ele tinha uma ferramenta de transferencia de arquivos embutida.

    2. O bom e velho “Conexão a área de trabalho remota” não supre a sua demanda? Ele tem suporte ao compartilhamento de área de transferência…

    3. Bom dia!
      Já usei o Ultra VNC e o TightVNC e me atendiam bem

  25. Alguém tem ou já utilizou conta da Nomad? Chegou a fazer compras fora do Brasil com ela? Tiveram algum problema?

    1. Tentei me cadastrar para ver como funcionava e etc, meu cadastro foi negado sem maiores explicações, desisti, você conseguiu se cadastrar?

    2. Eu tenho mas nunca usei, até porque não viajei depois que abri. Mandei uns 200 usd pra poder solicitar o cartão físico.

      PORÉM, não tome meu depoimento como recomendação, estou lá por conta e risco, pois vou falar que acho esquisito, pois é um banco que usa um banco americano que usa uma outra plataforma – é como se eles fossem apenas uma ponte com o banco americano.

      O endereço que colocaram lá, quando visto pelo street view, tem um centro comercial, mas não achei referência a eles… mas a foto é meio antiga, e também pode ser uma salinha lá dentro e tal.

      Aparentemente pelas infos do site está tudo regular.

    1. É impressão minha ou SC virou uma filial da Alemanha nazista durante o governo Bolsonaro?

      Quase toda semana tem algum caso de crime de ódio ou de perda de fé na humanidade no estado.

      Algum catarinense consegue me explicar o que tá acontecendo?

      1. Esse problema se acentuou nos últimos anos, mas é meio histórico. A região Sul recebeu muitos imigrantes europeus no século XX, aí paira por aqui um suposto ar do Velho Mundo que por vezes fede a xenofobia.

        Para você ver como é algo institucionalizado: dia desses estava geando em Curitiba, mendigo quase morrendo — literalmente — congelado, e o prefeito soltou esta em suas redes sociais: “As geadas deste ano transformaram a Estufa do Jardim Botânico num Palácio de Gelo. A parte dos curitibanos que tem DNA eslavo, polonês, ucraniano ou europeu , celebra o cartão postal. Como se a Áustria , a Alemanha ou a Rússia fossem aqui. Brasil Diferente é #InvernoEmCuritiba”

        Se fosse uma esquete de humor soaria forçado, porém é real.

        1. Eu sempre achei vergonha alheia essa situação do “sul europeu”. Mais constrangedor ainda é essa maçaroca de países/povos/nacionalidades, não custava saber mais já que tem tanto orgulho da ascendência europeia.

          1. É vergonhoso até pra nós que somos daqui. Pessoal se acha o gás da coca.

    2. tb observo que é desnecessário matar animais para alimentar a população humana. na verdade, a criação de animais é uma das origens da fome no planeta todo. o consumo dos ossos, q nos faz voltar aos tempos em q eramos necrófagos, comendo o resto de animais mortos por grandes predadores, em especial o tutano, tem lá seu significado tb… mas com todo conhecimento e técnicas acumulados por milênios, ainda deixamos os animais na condição de escravizados e com a falsa noção de q eles nos alimentam (q eles voluntariamente se sacrificam por nós). e se vc cruzar essa informação com o número de pessoas q morrem justamente por se alimentarem de animais mortos, aí vc vai ver q há muito mais desumanidade aí nessa cadeia alimentar repleta de insegurança.

      1. Uma questão idiota, mas sincera.

        Se outros animais costumam se alimentar de animais menores, se aplica a mesma lógica?

        1. te respondo com outra pergunta: alguns animais comem seus filhos, daí se aplicaria a mesma lógica? não, né?

          1. Obviamente o problema não é comer outro ser. E sim a criação para alimentação alheia.

      2. Desnecessário é, de um ponto de visto muito muito estrito. Técnico, até. Mas meter essa de que as pessoas morrem de fome por causa do consumo de carne é no mínimo ingênuo. A alimentação, antes e além de ser uma questão nutricional, é também cultural, histórica, identitária. A solução pra fome do mundo não passa necessariamente por uma adoção ampla de dietas vegetarianas (embora, claro, dietas de base vegetal sejam sim bastante saudáveis e mais sustentáveis até certo ponto), muito menos num país como o Brasil, com uma capacidade de produção de alimentos ampla e historicamente pujante.

        Recomendo que, já que você parece se interessar pelo tema, procure ler alguns autores que tratam da alimentação sob uma ótica cultural e social, como o Pollan e o Harold McGee — além do conhecimento absurdo, escrevem muito bem.

        De forma geral, matar a fome no Brasil passa por política pública e incentivo ao pequeno produtor, que é responsável por mais de 90% dos alimentos que chegam à mesa das pessoas (“agro é pop” é o car*lho). No Brasil não falta comida, falta vontade.

        1. sério, adnilson, que comer também é histórico, cultural e identitário? nossa… eu jamais descobriria isso sozinho. obrigado por me trazer essa luz! é como se um portal mágico tivesse se aberto agora na minha frente… cara, quando vc diz q trato do assunto com ingenuidade, eu sinto aquela preguiça danada de falar sobre algo q tenho me debruçado já há alguns anos. não sou especialista em nutrição, mas estou suficientemente informado pra não ser ingênuo e suficientemente informado pra dizer q vc parte de premissas especistas. ao me indicar autores, q eu conheço, e q não levam em conta a questão ética de matarmos bilhões (ou trilhões se contássemos os peixes), o resultado é sempre o mesmo. mas acho curioso vermos como ‘desumano’ fazer algo que nossos ancestrais faziam: ir atrás de ossos como fonte de alimentação. mas é ok estuprar, arrancar os filhotes (e matá-los), e explorar uma vaca até o fim dos seus dias… e qdo ela não pode dar mais leite é assassinada pra ser transformar em mais “produtos”.

          as pessoas q estão atrás de ossos agora já estávam numa situação de insegurança alimentar há anos (décadas se levar em conta que nem mesmo o programa fome zero teve o êxito pretendido) ou estavam se alimentando de forma a ficarem doentes (veja o número de pessoas que morrem por doenças crônicas não transmissíveis todos os anos). uma alimentação baseada na não exploração animal permite uma dieta MUITO melhor que essa que a indústria (e nutricionistas) nos oferece. qdo vc come uma salsicha ou nuget vc está comendo o lixo do lixo da indústria, só pra dar um exemplo. e as pessoas fazem isso com grande felicidade. os pequenos produtores q vc cita de peito estufado estão lutando, e perdendo, pra grandes pecuaristas e plantadores de soja, cada vez mais espaço.

          e nem preciso falar na razão do desmatamento e dos incêndios, né? vc consegue ligar esses pontos sozinhos, presumo.

          antes de falar que alguém é ingenuo numa conversa despretensiosa como essa, ou seja ela qual for, vale antes tentar entender melhor o assunto ao qual a pessoa se refere (a matança de animais como fonte da foma mundial). o fato de muitas pessoas curtirem um churrascão com a galera e estarem pouco se importando com os animais que morreram pra fomentar aquela alegria, própria da nossa cultura (ou só uma situação instituída pela indústria como cultural através de décadas de propaganda) é fruto do desconhecimento do quão rica e parecida com a nossa é a vida das outras espécies (não só mamíferos). temos mais direitos sobre elas? se sim, isso justificaria todos os males que causamos a pessoas que determinados grupos consideram inferiores, pois isso tb é cultural, histórico e identitário… eu, por exemplo, não concordo com a visão q os talibãs têm em relação as mulheres. mas se vc for trocar uma ideia, eles vão dizer q é cultural… se é cultural, histórico e identitário tá liberado?

          a fome, que assola bilhões de pessoas no mundo, é um problema tão complexo quanto muitos outros q serão um problema pra nossa e outras gerações. tem gente q acredita q a tecnologia vai resolver tudo (isso sim é ingenuidade), mas sabemos q não vai. é preciso reconsiderar várias coisas e uma delas é matança de animais pra podermos encarar o futuro com saúde e liberdade pra reconsiderar várias coisas.

          1. Sempre bom encontrar alguém que também é apaixonado pelo tema da alimentação. Fico feliz em saber que você já está familiarizado com autores e reflexões importantes pro debate sobre alimentação humana, mas não vejo necessidade para essa hostilidade toda: eu não conheço você, logo é necessário estabelecer uma base comum. Base estabelecida, sigamos.

            Também não sou especialista em nutrição, temos também isso em comum =) Recebi educação formal em gastronomia, estudo o tema e atuo diretamente na área há mais de dez anos, mas até hoje não tinha entrado em contato com a tese do passado necrófago da humanidade. Se você puder me indicar fontes que suportam essa teoria, seria enriquecedor pra mim.

            Eu diria que “premissas especistas” é, de fato, uma forma mais ou menos correta de ver o meu ponto de partida, se com isso você quer dizer que eu acredito que as ações humanas devem considerar sempre o bem estar humano como prioridade, e esse bem estar inclui, ao menos para mim, a existência em um mundo ecologicamente sustentável. Mas sim, humanos antes dos outros, é assim que eu penso, essa é a minha base ética nesse quesito. Posso presumir que, não tendo premissas especistas, você deixaria de combater microrganismos invasores no seu corpo com a ajuda de antibióticos? Essa pode parecer uma pergunta boba e talvez você já tenha se deparado com ela muitas vezes, mas pergunto de forma honesta. Porque todos precisamos traçar essa linha em algum ponto, certo? Nem que seja matando as lagartas que tão dando cabo do meu tomateiro.

            Não quero ser pretensioso com você, mas me parece que você incorre naquela falácia de achar que uma dieta de base animal é composta por nuggets e salsichas. Eu não lembro a última vez que comi um ultraprocessado animal, mas mesmo assim como carne todos os dias. Aliás, como você certamente sabe mas vou colocar aqui só pra ilustrar os desavisados que caírem nesse nosso papo, se come carne há dezenas de milhares de anos, muito antes do conceito de comida (ou qualquer coisa, na verdade) processada existir. Uma dieta onívora rica em vegetais e alimentos não processados tem, até onde sei, se mostrado a mais saudável para humanos. Inclusive tenho todo um respeito por nutricionistas bem formados e sérios. Toda uma comunidade científica internacional dedicada a isso, não vou ser eu que vou contradizer. Mas respeito sua escolha pessoal.

            A alegria do churrasco precede muito a nossa cultura, você bem sabe, com certeza.

            Quanto à comparação com o talibã, acho desnecessário opinar — especista que sou, com certeza vou traçar a linha ética ali: pra mim comer uma galinha é sussa, apedrejar uma mulher, não.

            A fome é, de fato, um mal terrível e complexo, que, como tal, requer soluções complexas. Hoje, porém, posturas políticas e decisões econômicas pesam para isso mais que qualquer opção dietética. Toneladas de alimentos vão para o lixo todos os anos, como você sabe (desculpe, mais uma vez — o leitor leigo me obriga), apenas pela inação do governo. Concordo que uma alimentação cuja base seja vegetal é não só mais saudável e econômica, como também mais gostosa. Mas a solução do problema não passa por aí. Pelo menos não agora.

          2. Repostando já que meu último comentário foi considerado ofensivo demais:

            Você citou das espécies de animais que comem seus filhotes (fazem isso por instinto), mas qual a explicação para esse comportamento? Quando a mãe nota um defeito mata o filhote para que ele não coloque em risco o resto da ninhada. Abater o filhote ali é mais cruel que abandoná-lo à própria sorte como outras espécies fazem? Os grandes predadores (que aliás, são os responsáveis pelo equilíbrio de seus respectivos ecossistemas) estão errados por se alimentarem de outros animais?

            Seguindo o pensamento de que criar animais com o específico fim de alimentar humanos é desprezível, posso considerar que é desprezível manter uma lavoura com esse mesmo fim, afinal o pé de alface vai ter a a vida ceifada ao ser cortado (se foi cultivado por hidroponia não vai ter nem a possibilidade de brotar de novo) assim como o coentro que foi arrancado. Ao comer uma castanha, arroz, feijão, milho… estou impedindo que aquela planta perpetue sua linhagem.

            Se o seu senso de ética considera que comer carne é algo abjeto, entenda que nem todos concordam. E nem por isso essas pessoas estão erradas. E, por favor, não tente catequizar quem não concorda com esse posicionamento.

            (Caro Ghedin, não tive a intenção de inflamar o discurso, e peço desculpas se pesei a mão no comentário anterior. Entretanto considero que o comentário ao qual respondi também tem um tom bem provacativo, quiçá ofensivo ao outro colega. Gostaria de entender, se possível, qual a régua usada na moderação).

          3. @ Onivorescência

            Isso é muito subjetivo e, infelizmente, dada a escala e a mão de obra na moderação deste espaço (pequena e eu), está sujeito a equívocos, ainda que tente ao máximo não cometê-los.

            Nesse caso específico: sinto que as primeiras trocas entre Fabio e Adnílson passaram um pouco do ponto, mas a conversa foi “modulada” e chegou a um tom apropriado para este ambiente e horário. Restringi seu comentário porque você atravessou a conversa uns dois tons acima, reavivando o clima hostil original. Sei que é um assunto delicado e que suscita emoções, mas peço um esforço extra para que essas não transbordem. (Sua nova redação ficou bem melhor, aliás!)

            O texto escrito tem uma série de limitações, eu também tenho. Sempre que achar que pisei na bola, questione.

          4. @Ghedin e demais,

            Sei que é chato julgar, mas entendo que o Montarroios as vezes também pesa um pouco no texto, pois ele obviamente fala com peso de julgamento moral. É válido os questionamentos que ele faz, no entanto o jeito que o faz é notoriamente com um texto que ausenta uma empatia de forma que convide a pessoa a refletir melhor sobre o consumo.

            “Apontar dedos” é muito fácil (eu não nego que tenho este costume também), mas achar formas de fazer a pessoa convencer sem um impacto negativo inicial pode ser uma forma de ajudar a justamente criar uma mudança social para as pessoas consumirem menos e gerar um efeito dominó de redução de consumo nocivo a natureza.

            Isso me lembra um comentário que o Leonardo “nadanovonofront” Rossato fez tempos atrás: “Uma parte da sociedade parece querer mais vinte anos de Bolsonaro no poder só pra ficar lacrando em cima e ganhando engajamento com discurso derrotista e denúncia de perda de direitos do alto de uma torre de marfim. O fato de que um monte de gente está morrendo é irrelevante” (na verdade é um outro, mas este é similar e serve também).

            Gerar um discurso ou debates, até para deixar o outro nervosinho parece legal e tal – eu já fiz isso e sei a sensação, e já sofri diversas vezes nas mãos de alguns a ponto de até hoje pensar se um dia se eu ver uns certos nomes se farei alguma besteira.

            O que precisamos não é deixar o outro nervoso, mas sim compreensível do seu papel de forma empática. Difícil em uma sociedade que compete até pela própria moralidade. Mas necessário.

          5. @Onivorescência
            confesso que ri um bocado com sua primeira e segunda mensagens. como seus argumentos me divertiram, creio que se voltássemos no tempo estivéssemos na quinta série, na mesma sala de aula, eu e vc estaríamos lá no fundão da sala zoando, o professor, os colegas (em especial os nerds e os sabichões), o diretor, o inspetor, os pais dos nossos colegas, nossos pais… tudo e todos! ninguém escaparia! tenho esse mesmo espírito zombeteiro dentro de mim.
            um forte abraço!
            ps: não esquece de lavar bem o alface antes de comê-lo!

  26. O WhatsApp tem uma infinidade de defeitos que me incomodam demais. Um deles é que ele parece não obedecer ao ajuste de “não perturbe” e suas notificações fazem barulho mesmo com a função ativada. É bug do meu Android ou é isso mesmo? Alguma forma de fazer ele obedecer e se comportar direito?

    1. no meu caso (Samsung – android 10), mesmo no status não perturbe com fone de ouvido, a notificação sonora do WhatsApp soa :(

    2. Talvez seja do Android, porque nunca tive qualquer problema desse tipo no iOS. Acho que nem é possível a um app burlar o Não Perturbe a menos que o usuário explicitamente coloque uma exceção a ele.

    3. Eu não uso o “não perturbe”, mas alguns grupos estão silenciados e funciona bem. Nunca tocou nenhuma notificação desses grupos silenciados.

      1. Sim, mas eu deixo no “não perturbe” geral pra todo o sistema, entrando automaticamente quando chega de noite e desativando sozinho de manhã cedo. Acho muito prático, só queria que o WhatsApp obedecesse.

    4. Samsung com Android 11 e funciona normal. O “Não Perturbe” é configurável e é bem granular. No meu caso só permito ligações e mensagens de contatos favoritos. Não esqueça de desativar a opção de chamar para chamadores repetitivos. Eu deixo os contatos favoritos porque assim incluo pessoas chave que em caso de emergência possam me contatar.

    5. No Android 10 ele ficava notificando… “Você pode ter mensagens não lidas”. No 11 ele não me perturbou mais. Acho que o whatsapp se aproveitava de alguma brecha… Isso é bem típico do Facebook.

  27. Esses dias estava pensando o quanto as crianças perderam espaço na TV aberta.

    Antigamente a programação matinal em basicamente todas as emissoras era dominada pelos desenhos e programas infantis. Tinha a TV Globinho na globo, Bom dia e Cia no SBT e as vezes até mesmo a record mostrava uma coisa ou outra de desenho animado. Hoje em dia, infelizmente, quase toda a programação matinal foi tomada por jornais pinga sangue e programas “para a dona de casa”

    Além disso, no sábado de manhã, a globo tinha uns programas educativos muito bons! Quem se lembra do “Um pé de quê” que passava com a Regina Casé? Também tinha outro programa, esse apresentando por um rapaz, que era muito bom, mas não me recordo do nome, somente da música de abertura.
    Mais alguém se lembra destes programas?

    1. Depois que colocaram uma série de restrições na publicidade infantil, esses programas sumiram. O Bom Dia e Cia é basicamente o único que sobrou (e ainda assim, ficou muito escondido, já que as outras praças usam o que restou desse horário pra exibir seus jornais locais). Tem até uma matéria do site NaTelinha que fala sobre isso:

      https://natelinha.uol.com.br/colunas/enfoque-nt/2021/09/08/sem-audiencia-e-faturamento-bom-dia–cia-perde-utilidade-no-sbt-169184.php

      E sobre a outra pergunta do sábado, não sei se é essa a resposta que tu quer, mas tinha a do Globo Natureza (deve ser esse o nome), que o fundo musical era “ÊÊÊÊ-ÊÊÊÊ, ÊÊÊÊÊÊÊ-ÊÊÊÊ-ÊÊÊ, ÊÊÊÊ-ÊÊÊÊ, ÊÊÊ-ÊÊÊ-ÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊ…”

      1. É o globo Natureza e é exatamente essa a música. Obrigado amigo, você é um grande amigo

      2. Acho que, além da questão da publicidade infantil, as crianças hoje têm acesso a um leque muito maior de opções. Na minha infância, ou você tinha TV a cabo (que era caríssima) ou TV aberta. Hoje, com uma conexão à Internet você tem YouTube gratuito ou, por alguns reais, Netflix.

        Claro, muitas e muitas crianças não têm acesso a esses meios, mas uma boa parte foi incluída nessas novas alternativas, o que tirou o apelo da programação infantil na TV aberta.

    2. Engraçado.

      Faz um bom tempo que não assisto TV, mas sei que a TV Cultura e o SBT tem programação voltada a criança tanto de manhã quanto fim de tarde. Acho que dias atrás vi a SBT ainda com programas infantis mais ou menos próximo ao meio-dia.

      A TV Cultura (em São Paulo), a propósito, tem mais dois canais anexos – o Multicultura (que devido a pandemia hoje transmite um misto de aulas e programação infantil) e UnespTV (com programação voltada ao EAD universitário).

      E é bem difícil as pessoas falarem da TV Cultura ou de outras TVs educativas (TV Educativa no Paraná do Ghedin por exemplo – ah, acho que em muitos Estados, a TV pública se chama “TV Educativa”, creio que no Rio de Janeiro também o é). TV Escola tem animações também. A TV Brasil (federal) creio que também estava com programação infantil matutina.

      1. A TV Brasil tem o TV Brasil Animada, que passa nos dois turnos (matutino e vespertino), normalmente usando só animações brasileiras, várias com temas de inclusão e de cunho ecológico. São excelentes. Infelizmente, minha antena em casa quebrou e agora dependemos 100% do digital, mas quando funcionava minha filha saia do netflix ou do youtube kids para assistir e gostava muito.

        1. Mas a TV Brasil tem no digital, exceto se a cidade não tem repetidora ou se está em um local com sinal fraco.

          1. desculpe, quis dizer “streaming” não digital. Aqui em casa até pego sinal digital, mas só com antena externa.

        2. Deve ter caído no filtro de comentários os links que deixei, mas tanto a TV Cultura quanto a TV Brasil (federal) tem streaming nos sites deles. Só acessar por lá.

          Como não sei a condição que você usa streaming (TV com navegador, lista de TVIP gratuitas, etc…), então não consigo deduzir como você pode assistir. :)

    3. realmente… nunca tinha me dado conta disso. bons tempos em que eu ficava assistindo “três espiãs demais” ou “bob esponja” nas manhãs da globo. hahaha

      no último sábado eu assisti um pedaço do “é de casa”, também da globo. putz… eu fiquei com vergonha alheia por tamanha futilidade e inutilidade de um quadro que eles estavam apresentando.

      eu não sei onde essa galera quer chegar com todas essas mudanças, mas não me parece ser um caminho muito bom.

    4. Esse da Regina Casé era uma producao pro canal Futura, deve ter passado na Globo da parabólica, não sei se teve distribuição na rede propriamente dita.

      Mas não se pode esquecer das emissoras públicas nessa equação, hoje a TV Cultura e a TV Brasil tem programação infantil quase a manhã e tarde inteira. O único problema aí é o alcance delas no sinal aberto, mas a audiência existe. A Cultura frequentemente tá em 4o lugar na audiência em SP capital por conta disso.

      1. Me lembro de assistir de manhã algumas vezes. Acho que depende da “praça”, pois os programas matutinos da Globo nos fins de semana geralmente são da praça de transmissão que eles enviam, como NSCTV, Globo Minas, Vanguarda, Etc…

    1. Uso um simples que comprei na amazon, articulado e ajustável, dá pra levar na mochila, custou uns 40 reais.

    2. uso aqui o [Suporte Apoio Notebook Multi Level Sn-1263 Nr17 Digitador], rustico, porém aprovado.

    3. Eu uso um da Geonav que tem 3 alturas e é dobrável pra facilitar o transporte, já usei um semelhante a esse da mStand que o Ghedin linkou, mas feito pela Belkin.

    4. Uso um da Twelve South, a descrição é semelhante ao que o Ghedin fez do mStand. É vendido no Brasil mas… site da Apple por volta dos 400 reais

  28. Algumas promoções:

    A qualquer momento novas promoções podem aparecer no post livre. E se souber de alguma, responda este comentário.

    Ao clicar e/ou comprar por estes links, o Manual do Usuário pode receber uma pequena comissão. O preço final para você não muda.

  29. Tento compartimentar minhas contas online em grupos, usando um endereço de e-mail para cada grupo. Não tenho muitas contas, mas é meio chato estar gerenciando uma certa quantidade de contas de e-mail. E mesmo assim, não é tão seguro quanto usar um alias para cada conta.

    Para contornar isto, estive pensando em usar o AnonAddy e criar um alias para cada conta online. Mas isso tem problemas. Primeiro, se o AnonAddy parar de funcionar, lascou. Segundo, é um serviço de terceiro a mais com acesso aos meus dados. Terceiro, algumas contas que tenho são importantes demais para eu sujeitá-las a algo assim.

    Também pensei em assinar o Fastmail e gerar um alias para cada conta. Mas com o valor do dólar agora, sai meio salgado. O plano básico são 3 dólares e o padrão são 5 dólares. Além disso, não sei se confio tanto no Fastmail e no AnnonAddy.

    Enfim, tô confuso. 😅

    1. O que eu faço é pagar por um servidor (o mais barato na Digital Ocean sai por 5 dólares ao mês e uso pra outras coisas, então compensa) e uso o https://hub.docker.com/r/zixia/simple-mail-forwarder/ pra redirecionar [qualrcoisa]@meudominio pra mesmo endereço. Dessa forma, tenho infinitos endereços sem pagar a mais por eles, não tem o risco do serviço ser descontinuado, ninguém vai capturar meus dados, etc.

      1. interessante, vou ler + sobre. Já tenho os pré-requisito (falta implementar).

      2. Mas isso requer muito conhecimento técnico, né? Sou totalmente leigo nessas coisas.

      3. Rudá,
        Desse modo vc consegue fazer alias reverso (responder usando o alias)?

    2. Não precisa ser o Fastmail, qualquer serviço de e-mail que ofereça o recurso de endereço catch-all resolve. A vantagem desse modelo é que você não fica atrelado ao serviço. Se um o Fastmail fechar as portas ou você quiser mudar de provedor, seus endereços vão junto com você. Eu considero essa vantagem ao pagar a mensalidade.

      1. Então, eu precisaria primeiro pagar por um domínio e então pagar pelo Fastmail? Sou muito leigo nessas coisas. Uso o Gmail desde… sempre.

        1. Sim, são duas coisas independentes, o domínio e o e-mail. O domínio é barato; se for um .com.br, custa R$ 40 por ano, e é seu enquanto você manter a anuidade em dia.

          Depois de comprar o domínio, você se cadastra no Fastmail (ou qualquer outro serviço de e-mail que suporte domínios personalizados) e pega os endereços de DNS para configurar no lugar onde você comprou o domínio, ou seja, para conectar seu domínio ao serviço de e-mail. E é basicamente isso.

          Se inglês não for obstáculo, a documentação do Fastmail tem uma boa explicação.

    3. eu tenho migrado para o migadu e tenho gostado, acho que vale a pena dar uma olhada

      1. Obrigado pela recomendação. O preço do Migadu é bem convidativo mesmo. Eu não o conhecia. É possível gerar uma quantidade razoável de aliases?

        1. olha, eu não me recordo de ter visto algum limite quanto ao que vc pode criar (aliás e domínios), nem armazenamento eles meio que tem, apesar de demonstrarem um “faixa” de GB por plano, eles só pedem bom senso na utilização

          1. Você poderia testar se eles permitem fazer login com o alias ou não.
            Não sei pq o tutanota permite isso…

          2. @Eloi, eu não consegui, não sei se isso pode ser configuração (acredito que o @Ghedin pode dizer com mais propriedade) mas eu não consegui acessar minha conta com um alias.

          3. @gimigliano
            Acho ótimo não ter conseguido, pois há um aumento marginal de segurança (segurança por obscuridade).
            Sem saber qual usuário deve fazer o login, vai precisar das 2 variáveis: o login e a senha.

    4. Tô na mesma, faz tempo e, de quando em quando, posto algo por aqui a respeito.

      Muita gente tem considerado o Migadu e o próprio Ghedin já falou bem dele aqui. Fiquei com o pé atrás, parece não possuírem criptografia em repouso.

      Fastmail parece ótimo. O preço tá meio alto pro meu bolso e a Austrália está na contramão da privacidade.

      Os redirecionadores AnonAddy e SimpleLogin parecem bons. Trazem boa reputação.
      Fui mais com a cara do SL, q tem um plano anual de $30 com menos limitações que o AA.

      Em ambos os casos considero usar um domínio próprio.
      Eu daria uma olhada tbm no já citado Migadu, no Mailbox e no Posteo.

      Se for apenas pra receber os e-mails, sem precisar responder por eles, você pode usar o mailshield.xyz que é do Grabiel RF, excelente desenvolvedor brasileiro.

  30. depois de alguns anos usando o Dropbox, finalmente estou enchendo o espaço gratuito, então vou mudar de serviço, infelizmente os preços são caros, praticamente 500 reais por ano, diferente do office que custa 100 (sei que é uma estratégia agressiva da MS, mas custando 1/5 do valor é difícil competir.

    o mais chato da mudança é que tenho que configurar os aplicativos, como o do gerenciador de senhas e backup dos dados dos aplicativos que faço a partir do Android.

    e vcs, costumam mudar de nuvem? ficam com preguiça e continuam na msm apenas por comodidade?

    1. Recentemente migrei (quase) tudo do Google Drive pro Mega, no gratuito. Comparei alguns serviços e me pareceu o melhor custo-benefício se eu eventualmente entrar num plano pago.

      No meu caso o maior trabalho foi escolher pra onde migrar. A migração foi tranquila pq tenho quase nada de conteúdo.

      1. Também tenho usado o Mega. O código fonte aberto e a criptografia de ponta a ponta são atrativos interessantes.

    2. Estou mexendo meus pauzinhos para deixar só fotos em nuvem. O restante dos arquivos manterei em backups locais e num serviço específico de backup remoto, como o Backblaze.

      Farei isso porque, na real, tenho poucos arquivos digitais, coisa de menos de 10 GB. (Tirando as fotos, obviamente.) Acho que dá para gerenciar por conta própria com um bom nível de segurança e redundância.

      1. Uso o BackBlaze tanto de forma particular e também ofereço para meus clientes acho sensacional e muito barato.

      2. A propósito uso o Duplicati para agendar os backups (Free) e em alguns casos uso o KLS Backup.

    3. eu tenho usado o office 365, o plano family mesmo (com outras 5 pessoas) o que acaba saindo MUITO barato (questão de uns R$45 por ano 1TB pra cada)

      no quesito segurança, eu criptografo os dados mais sensíveis, meu único descontentamento é que ele não tem aplicado para o Linux, mas nada que uma plugin/extensão não resolva

      1. Pra linux eu uso o Insync.
        Funciona perfeitamente. Nunca tive problema.
        E no inicio da semana ele tava com 50% de desconto.

    4. Eu sou um feliz, satisfeito e apaixonado usuário do Nextcloud fazem 10 meses. É gratuito e open-source.

      Eu não tenho uma máquina onde eu pudesse instalar e deixar permanentemente ligada pra ser a minha nuvem. Esse seria o melhor cenário eu acho.

      Mas eu preferi alugar um vps, no meu caso da Hetzner. Aluguei uma máquina barata de 4 cores e 40 giga de espaço e aluguei também o StorageBox deles, que é como se fosse um HD de 2Tb na nuvem. Ai montei o storagebox nessa máquina e lá fica meu notebook permanentemente sincronizado. Tudo me sai 14 euros por mês (99 reais em média). E eu uso essa máquina para outras coisas (blog, e outros serviços). Então acho bom a pesar de não ser o valor muito módico.

      Se tiveres condições de fazer algo parecido (pagar um VPS) ou de ter uma máquina em casa sempre ligada (bem mais barato no longo prazo), eu super recomendo.

      Nextcloud é super completo, tem tudo. Uso muito tasks (todo list), os contatos sincronizados com pc e telefone, agendas em pc e telefone, fotos do celular vai tudo pra lá automático, meu pc é inteiro sincronizado… tem chamadas de vídeo e voz, versionamento de arquivos, criptografia de ponta a ponta… enfim. Completaço. Maravilhoso. Vale muito… recomendo.

      1. Eu gosto do Nextcloud tbm. Uso uma nuvem gratuita da Oracle, é meio lerda mas quebra o galho. Mas gostaria de ter alguns recursos a mais no Nextcloud, como um web clipping (uso um chamado wallabag)

    5. Aproveitando que vc falou em Dropbox, lembrei de algo que aconteceu hoje e fiquei pasma. Precisei apresentar um trabalho para uma turma que utiliza o Jitsi para videoconferência e eu deveria gravar a apresentação. Para minha surpresa, eu só podia gravar se eu tivesse uma conta no Dropbox, onde o arquivo seria salvo. Como eu não tenho conta e eu descobri em cima da hora que precisava criar uma nova, não pude gravar a apresentação :(

    6. O Dropbox é muito caro, não consigo entender essa política deles. Atualmente a conta Free só permite app instalado em no máximo 3 aparelhos. Se existisse uma conta paga com preço baixo e sem limite de aparelhos (tipo usd 1,99) eu pagava só para poder instalar nos meus aparelhos novos. Mesmo que não agregasse tanto espaço a mais pra mim.

      Do jeito atual, o preço mínimo deles é usd 15 mensais, o que invalida o meu uso, já que tenho as opções do Google e Microsoft disponíveis. Resultado: estou deixando dia a dia de usar o Dropbox.

  31. Fala, pessoal. Tudo tranquilo?

    Essa semana tive contato com o app Session. Ele já foi tema de um PostLivre, mas eu não conhecia o MdU na época.

    Não sou paranoico por privacidade, mas gostei da proposta de ter conversas e até grupos sem usar número de celular. O app é bem estiloso e simples. Ele é de código aberto, multiplataforma, usa um sistema de nós semelhante ao da rede Tor e a zela pela preservação dos dados do usuário.

    Não existe @username ou coisas assim. Para adicionar uma pessoa, é necessário ter o ID dela. Se tiver alguém querendo testar o app, eu gostaria de criar uma micro comunidade por lá, apenas para aprendermos a usar o app juntos. Até o momento não encontrei grupos brasileiros.
    Meu ID

    1. O Session é bem legal. Usei por um tempo, mas acabei saindo dele porque não conhecia ninguém que o usava. Mas acho que vou reinstalá-lo.

  32. Galera que usa Linux, indiquem aqueles apps legais, não muito conhecidos, que dão um quentinho no coração quando vocês usam.

    1. Não é bem um aplicativo super legal, mas eu gosto bastante de eventualmente escrever documentos ou revisar código usando o nano.
      – Texto branco na tela preta
      – Edita basicamente qualquer tipo de extensão de texto

      Simples, eficiente e, pros moderninhos, distraction free

      1. Eu gosto do nano, mas o que me quebra nele são os atalhos do teclado diferentes do restante do sistema. Para texto puro, estou usando o Gedit mesmo (que é excepcional de bom).

    2. não uso já faz muitos anos, mas lembro de uma ferramenta de linha de comando bastante simpática que apresentava citações interessantes, provocativas ou simplesmente hilárias

      acho que todo mundo sabe do que estou falando, mas por algum motivo lembro especialmente dela porque dava um ar meio “amador” ou “despreocupado” para o sistema operacional

      como chamava mesmo esse comando?

    3. Déjà Dup – Para backups automatizados localmente ou na nuvem (Google Drive).

      Pika Backup – Parecido com o Déjà Dup, mas com opções de criar perfis de backups e (até onde sei) não permite backup na nuvem. O nome infelizmente soa um tanto esquisito no Brasil, hahaha.

      Minder – Para criar mapas mentais, sem firulas.

      OTPClient – Permite abrir e gerenciar os arquivos de códigos OTP criptografados pelo andOTP.

      PDF Arranger – Juntar PDFs e outras edições simples.

      Etcher – O único que me deu zero problemas na criação de pendrives bootáveis.

      GSConect – Na verdade é uma extensão que é um fork do KDE Conect, mas para Gnome. Permite sincronizar várias coisas entre o computador e dispositivos Android.

      wxMaxima – Interface gráfica para o Maxima, um sistema de álgebra computacional. É, essa foi bem específica, mas me dá um quentinho no coração, hahaha.

    4. Gosto do Turtl para notas rápidas (na teoria, porque na prática, acabo usando mais o Telegram, que está sempre aberto) e do Typora para editar documentos em Markdown (fazer anotações, coisas assim).

    5. Calibre – uso para remover o DRM dos meus livros comprados na loja da Kobo (os livros são meus e eu removo o DRM, sim). É minha maneira de fazer backup deles. Ali também organizo-os e os deixo conforme eu quero.

      Homebank – uso para a contabilidade da minha empresa. Apesar de ser um software para uso pessoal, consegui adaptá-lo de uma maneira que supre todas as minha necessidades contábeis.

      Inkscape – uso bastante para desenhar coisas. Gosto tanto dele que nem uso mais softwares de desenho rasterizado (como Paint e similares). Depois que saiu a versão 1.0 então ficou muito mais melhor de bom.

      1. Esse Homebank parece ótimo! Já tinha mexido com o GnuCash, mas no macOS ele é insuportavelmente lento e achei meio complexo.

      2. Eu tô ENCANTADO com a recomendação do Homebank, parece ser exatamente o que eu tava buscando. Sou psicólogo autônomo e tava usando a versão gratuita do Meu Dinheiro, mas ele tem aquelas limitações com carinha de freemium (tipo cobrar a mais pra gerenciar cartão de crédito, coisas assim). Muito obrigado mesmo!

    6. Um que eu ainda não vi citado aqui é o redshift. Ele muda a temperatura de cor da tela de forma agendada. Ajuda pra quem fica de noite no computador.
      E o lutris, para uma jogatina via wine mais ajeitada :)

    7. MC meu querido Midnight Commander. Gerenciador de Arquivos decano, que me acompanha desde sempre. Além do óbvio copiar/colar/mover/visualizar qualquer arquivo, ainda manipula arquivos compactados em qualquer formato, e até mesmo instala aplicativos tar.gz …

    8. GNOME Boxes, que uso pra testar algo em virtualizações para não afetar meu sistema e o Okular do KDE, que na minha opinião é o melhor leitor de PDFs para PCs.

    9. O Gnome Web não é muito utilizável no dia-a-dia, mas o recurso de transformar qualquer site em app Gnome. Acho uma ótima solução, uma alternativa a ter um monte de app em Electron aberto.

    10. Não consigo citar todos aqui, mas procure no youtube por “Diolinux App Showcase”, é de um canal de linux brasileiro e essa série tem justamente essa função, mostrar bons apps pro Linux.

  33. É primavera, a época de alergia.
    Alguém pode me recomendar um kit para lavagem nasal? Vocês tem dicas para o processo? Obg, não aguento mais nariz congestionado e garganta irritada,

    1. Seringa e 10ml de soro fisiológico a temperatura ambiente em cada narina.
      Vire a cabeça uns 45 graus com a narina que irá receber o soro para cima. Pode dar uma boa apertada para injetar rápido.
      Funciona que é uma beleza

      1. é ótimo. eu faço isso diariamente também. ajuda muito.

      2. Acho que nunca virei a cabeça, mas sempre tive resultados satisfatórios.

        Soro no nariz é bom demais.

      3. também sou adepto do soro fisiológico, especialmente antes de dormir!

    2. Cara, eu uso soro fisiológico direto do frascp de 500ml, que só eu uso mesmo, e uso direto no nariz. Ou pode comprar um tubinho de 100 ml e outro maior e ir abastecendo o menor.

      Só inclino a cabeça e dou uma apertada no frasco pra sair com alguma pressão até sair na outra narina.

      Depois complemento com um corticóide nasal receitado pelo meu médico. Os sintomas de rinite passam longe.

    3. Jala neti é vida! Nariz melhora muito quando eu uso. Comprei o meu no dessa marca: https://nasalpote.com.br/ na loja da Paz em gaia ( https://www.pazemgaia.com.br/ )
      Se eu fosse comprar hoje em dia, escolheria um de porcelana ao invés do de plástico que eu uso.
      Recomendo usar na lavagem algum sal marinho “integral” pq o sal comum além de iodado tem antiumectante, que deve ser algo tenebroso dentro do nariz. Ou usa soro fisiológico mesmo, como sugeriram. O ideal é que seja morno pra descongestionar melhor (mas guarde o soro aberto na geladeira e só esquente quando for usar)

    4. Recomendo procurar um médico otorrinolaringologista e evitar se auto medicar. A maioria dos “kit para lavagem nasal” são vasoconstritores, ou seja, após o efeito do remédio você tem o efeito rebote. Eu tenho rinete alergica e moro no sul do Brasil (a temperatura hoje de manhã eram 13 C e a tarde chegará a 25 C, uma baita amplitudade!) mas com um tratamento de longo prazo e remedicação de uso contínuo, posso dizer que estou “curado”. Não tenho mais crises.

  34. O que andam lendo?

    Estou tentando engatar em O vermelho e o negro do Stendhal, mas eu realmente perdi o hábito de leitura. Pior que acho que se as páginas fossem transcritas para os stories…

    1. Tô lendo “Educated”, um livro que queria ler há anos. Conta a história real da autora, a Tara Westover, criada por uma galera religiosa, ignorante e extremamente neurótica no interior dos EUA que se desconectou do governo. É excelente.

    2. Comecei a ler “Boa Economia para Tempos Difíceis”, do Abhijit Banerjee (vencedor do prêmio Nobel de Economia). Muito boa leitura para mostrar como o bom conhecimento dos fatos sobre a economia pode ajudar a resolver problemas sociais no mundo todo.

    3. Estava relendo algumas coisas, peguei “Madame Bovary” que li somente na escola. Acabava lendo um pouco mais antes da pandemia, por causa do metrô/ônibus, mas tento ler um pouco antes de dormir ainda.

    4. Estou lendo o Anna Kariênina desde começo do ano porque não sobra tempo.

    5. Eu tô lendo Homens Cordiais, de Samir Machado de Machado, Eu sou dinamite, uma biografia de Nietzsche e No caminho de Swann, de Proust.

    6. Acabei de comprar uma caixa com os livros da série Fundação, do Isaac Asimov. Está em pré-venda, deve chegar em novembro. Umas 1.900 páginas ao todo! Enquanto essa maratona não vem, eu sigo diminuindo a fila de leituras pendentes que tem por aqui. Um trecho desse livro hoje, um trecho daquele amanhã, e assim vai.

      1. Lembro que lia a trilogia da fundação sempre uns 20-30 minutos antes da primeira aula da faculdade. Bons tempos.

    7. Estou lendo a recente biografia publicada no Brasil do Roger Federer, de autoria do jornalista Christopher Clarey. Estou gostando bastante. Recomendo para os fãs do Federer ou do esporte!

        1. Não conhecia esse ensaio, Fred! Gostei demais. Obrigado pela recomendação :)

        2. Essa biografia realmente já está bem atualizada. Ele inclusive incluiu algumas entrevistas que fez esse ano mesmo via zoom com alguns personagens, como o Marat Safin por exemplo.

      1. Já lia a biografia dele escrita pelo René Stauffer muito boa também.
        Para quem gosta de tênis recomendo a biografia do Guga também.

    8. Terminei recentemente A Metamorfose, do Kafka e agora comecei Dom Casmurro (Machado de Assis). Estou indo bastante em leitura mais clássica.

      Está na fila aqui O Processo (Kafka), A Ilha do Tesouro (R.L. Stevenson), O Retrato de Dorian Gray (Oscar Wilde) e Dracula (Bram Stoker).

    9. No momento estou lendo “It – A coisa”, de Stephen King.
      Estou gostando bastante, realmente amo a maneira como o King escreve.

      Antes dele eu li “Um homem chamado Ove”, recomendação da Jac em algum Guia Prático mais antigo. É excelente! Um livro leve com um humor mordaz!

    10. Muitas leituras bacanas nos comentários. Por aqui, estou avançando n’O livro do travesseiro, de Sei Shônagon. Se alguém tiver interesse por literatura clássica japonesa, é uma boa pedida. Tem um podcast da Japan House/Quatro cinco um dedicado a ele. Recomendo!

    11. Estagnei com Moby Dick, O Triste Fim de Policarpo Quaresma e O Mundo Assombrado pelos Demonios

    12. Muita leitura massa rolando aqui hein haha

      Acabei Um Homem Chamado Ove (peguei por recomendação da Jaque). Demorei pra ler porque tava no meio do verão aqui em Portugal e na restauração a gente acaba trabalhando muito nessa época. Agora tô com Torto Arado na agulha

    13. Minha professora de francês falou para ler o Vermelho e o negro em francês, não consegui passar da segunda página…
      Porém engatei no Bullshit Jobs do David Graeber, que leio lado a lado com o Attention Merchants do Tim Wu (esse está sendo bem arrastado pois acho uma leitura meio densa).
      Fora os trocentos mangás que leio semanalmente, muito mais do que me orgulho dizer.

    14. Recentemente terminei de ler “aos 7 e aos 40” do João Anzanello Carrascoza, um livro que estava na estante de promoções da livraria, comprei sem conhecer nada sobre a obra ou autor, apenas me interessei pelo titulo e comecei a ler de forma despretensiosa, adorei, ja quero ler mais livros do autor. Atualmente começei a ler uma recomedação do Guia Pratico “o apanhador no campo de centeio”, por enquanto ainda nao me cativou. Em seguida, devo ler um livro que reconta a criação do filme “2001: Uma odisseia no espaço”, do Michael Benson

  35. Eu e o Ghedin discutimos no post sobre a queda do Facebook o fato que é mais prático e “de graça” usar os serviços do Facebook (página, Instagram, Whatsapp) para vendas do que fazer um site próprio (de graça ou quase).

    Fica a questão: vocês acham que para as pessoas é melhor montar a página no Facebook e depender do ecossistema deles, ou há opções baratas (e gratuitas) para a pessoa fazer a própria página web e vender / anunciar produtos e serviços e as pessoas não vão seja por comodidade, falta de propaganda, falta de conhecimento, etc?

    1. Em muitos países, Brasil incluso, a primeira camada da web — ou até mesmo da internet — é o facebook.
      Você é um restaurante de esquina, salão, mercadinho de esquina que tem seu site próprio… mas se você não está achável pelo facebook…

      1. pois é: Zuckerberg conseguiu transformar as plataformas do FB numa espécie de RG digital

        não estar lá é como não existir

    2. Acho que pesa a favor das redes sociais, além do custo, o fato de o público já estar lá. O esforço para que alguém descubra o perfil do seu negócio no Instagram me parece menor do que o esforço para que alguém descubra o site da sua empresa. Quando você é um pequeno negócio, isso me parece ser bastante relevante.

      1. Acho que isso vale de uma perspectiva passiva, não? Porque se alguém vai ativamente procurar por um negócio, a probabilidade dessa pessoa abrir o Google é relevante — não à toa, o Google é um negócio maior que o Facebook.

        Talvez o lance das redes sociais seja uma mistura de FOMO e senso de controle. A web é um tanto mais caótica para quem não tem familiaridade com as engrenagens da internet.

        1. Noto que uma pesquisa no Google geralmente dá resultados de página do Facebook também. E pelo que vejo, o próprio Google tem corrido atrás dos pequenos negócios (um amigo meu que é chaveiro foi procurado pelo Google uma vez para anunciar por lá).

          O ponto principal é esta frase: A web é um tanto mais caótica para quem não tem familiaridade com as engrenagens da internet.

          Eu nunca mais mexi com criação de sites por causa disto: a cada ano, era mais complexo criar um site – usar linguagem de programação, se adaptar com SEO, configurar servidor, fazer um design perfeitinho, etc… De fato, é um quê de preguiça, mas também é aquela coisa, se não é para a pessoa, não é mesmo para a pessoa.

          Para uma pessoa que tem um negócio pequeno em um distrito ermo, uma página do Facebook ou até mesmo um blog no Blogger (do Google) já resolve. Ou mesmo um anúncio no Google – voltando ao chaveiro, que eu saiba, pagando o anúncio, já fica registrado a pessoa e os dados quando faz uma busca sobre “chaveiro no bairro X da cidade Y” por exemplo. As antigas e grandes páginas amarelas viraram o Google. E o Facebook.

          1. Noto que uma pesquisa no Google geralmente dá resultados de página do Facebook também.

            Bom, é para isso que um buscador serve. E no caso da consulta a um negócio que não tem site, mas tem página no Facebook, natural que ela se destaque nos resultados.

            Eu nunca mais mexi com criação de sites por causa disto: a cada ano, era mais complexo criar um site.

            Mas aí que tá: gerenciar uma página no Instagram ou Facebook também é complexo. Um equívoco comum é achar que isso é igual gerenciar perfil pessoal. Não é. O Facebook fica mudando as coisas de lugar a toda hora, lançando novas ferramentas e mexendo no algoritmo. É caótico, talvez mais do que mexer/atualizar um site em WordPress ou Squarespace.

            Toda essa complexidade que você citou some se o pequeno empresário adota essas soluções gerenciadas (WordPress, Squarespace). Ele atua só no front-end, é — literalmente — arrastar e soltar elementos e escrever o que quiser.

          2. Um copiar e colar é mais fácil que mexer no a href ou pensar em uma tag para SEO, @Ghedin.

          3. @ Ligeiro

            É perfeitamente possível criar e editar um site no WordPress.com ou similar sem saber o que é href ou mesmo HTML.

        2. Esse foi o grande insight do Montanha de Açúcar: um ambiente fácil de entrar e usar, em que qualquer leigo em internet chega e se acomoda. O problema é essa acomodação: todo mundo entrou e ficou, e todo mundo continua lá pra não ter trabalho de procurar outra rede.

        3. Acho que depende do tipo de negócio que estamos tratando.

          Construir um site é relativamente fácil e barato. Mas construir um site num “bom ponto comercial”, ou seja, na primeira página de resultados do Google, demanda tempo e conhecimentos que o pequeno empresário em geral não tem ou dinheiro que ele não está disposto a gastar. Isso porque o combo redes sociais mais Google Maps já resolve o seu problema, até mesmo na busca ativa, já que o Google exibe resultados do Maps na busca.

          Isso pensando em pequenos comércios locais que têm na web um meio de promoção ou, no máximo, um complemento à operação física, como padarias, papelarias, lanchonetes, salões de beleza, pequenos comércios em geral e autônomos em geral.

          Já para negócios digitais, como e-commerces, acho que a lógica muda: aí faz sentido em investir tempo e conhecimento (ou dinheiro) para posicionar-se bem com um site próprio, pois o online é a alma do negócio, e colocá-la totalmente nas mãos das redes sociais é bastante arriscado.

          1. mas eu ainda me irrito muito quando um negócio não tem uma página simples que eu possa consultar pra tirar algumas dúvidas sem ter que ficar procurando entre os stories salvos qual é o que tem a tabela de preços, por exemplo. Ou ter que caçar uma informação em posts antigos do facebook (que eu nem tenho conta). Ok que uma padaria não precisa disso, mas é um custo pequeno pra tantos negócios ignorarem.

          2. @Nigel Goodman
            Sinceramente as vezes fico chateado com isso também, mas entendo o lado de quem tem um negócio pequeno e não tem tempo (ou até mesmo disposição) de alimentar informações em um site e/ou rede social, de forma organizada inclusive. Imagino que para alguns negócios, por preços ou condições de venda acaba sendo chato devido a variar preços ou o estoque girar rápido e acabar.

        4. Falo por mim: só abro para procurar no google serviços que não uso com frequência. Ex.: técnico para conserto de televisão. E ainda assim, dependendo do que for, dou uma segunda checagem no instagram.

        5. Não sei se concordo com isso. Vejo o exemplo da minha mãe: Ela não entende de computadores, nem sabe abrir o Explorer e nem sabe que da pra instalar apps no Android dela. Porém, a internet pra ela é o Facebook, Instagram e WhatsApp e absolutamente tudo que ela precisa, busca por ali.

          Comércios, compra/venda, pessoas, etc? tudo pela rede do Facebook, ela mal usa o Google.

          1. Lembrei da minha mãe: após a queda do Zap e Facebook, minha mãe ligou pra mim pedindo ajuda, dizendo que “a internet” do celular dela tava com problema. Pra ela, tadinha, internet é WhatsApp e Facebook.

    3. é menos um problema de disponibilidade e gratuidade (embora isso seja importante) do que de monopólio do alcance

      não é que pequenos negócios e profissionais não possam criar plataformas próprias, mas que hoje a visibilidade está concentrada nas mãos de Zuckerberg (seja via políticas de zero rating*, seja mesmo pela trajetória agressiva de marketing, aquisições, etc). Estar no FB/WA/IG constitui hoje uma espécie de requisito para ser um “cidadão de bem” digital. Não estar lá é simplesmente mal visto (e, claro, isso é inerentemente perverso e excludente).

      Por isso são cada vez mais urgentes medidas antimonopolistas contra o facebook.

      *aliás, qual a melhor tradução para zero rating? “Anulação de cobrança”? “Tarifa zero”?

      1. Acho que o quesito facilidade de uso pesa bastante também, as vezes a pessoa só de divulgar um número do WhatsApp ou criar um perfil no Instagram consegue já vender algumas coisas diretamente por lá, sem passar por uma grande etapa de configuração e etc, porém a longo prazo e do tipo de negocio essa prática não é muito sustentável.
        Penso também que vai depender se você quer que isso seja uma ferramenta no seu processo. Por exemplo aqui do meu lado como designer usamos bastante o Instagram para divulgar o trabalho do meu estúdio e isso exige uma demanda de atenção para dar certo, ou seja, independente da solução adotada o trabalho de faze-la funcionar é sempre todo seu (e uma pitada de sorte), porém acho que nessas redes as pessoas não colocam isso como uma parte do trabalho.

      2. Zero Rating talvez seja comparável com “Faixa Exclusiva”, o problema é que usar esta semântica conflitar com o termo sobre transporte público.

      3. Achei o comentário preciso e na perspectiva que tem sido pouco esquecida no debate. O pior problema não é o fato das pessoas estarem dependentes do Facebook, do Instagram ou do WhatsApp, é ESSES TRÊS estarem na mão da MESMA empresa.

    1. Já fiz.
      Fiz instalação limpa.
      Zero problemas.
      Desempenho igual ou melhor que o W10.

    2. Não fiz porque a Microsoft barrou meu notebook (diz que o processador é antigo). Eu até faria a instalação limpa via ISO, mas com essa história de que esse tipo de instalação ficará sem atualizações, preferi não fazer.

    3. Não fiz, pois minha namorada (compartilhamos o notebook) usa vários softwares de arquitetura, e a possível dor de cabeça com eventuais incompatibilidades não vale a pena.

    4. Fiz no dia 4 via Assistente de Atualização… tenho gostado bastante. Meu laptop é um Dell Inspiron 2021, então tá tudo rodando bem liso, instalação feita de forma rápida e sem problemas.

      Tive problema com FPS em alguns jogos da Steam, mas reinstalei todos e realmente estão mais rápidos do que no Windows 10, além do HDR automático que é fantástico. Tenho achado o sistema bem bonito, nem parece Windows – o último realmente bonito foi o Vista, sou viúvo dele.

      Sou um “middle” user, então algumas limitações não me incomodam. As únicas coisas que eu realmente sinto falta é de uma interface realmente redesenhada, sem resquícios de edições passadas, e uma integração visual melhor entre os apps de terceiros e o sistema, assim como rola no MacOs. Mas estou bem satisfeito por ora, vai pro inf*rno Win10!

    5. Instalei no meu notebook de trabalho e eu tô com um bug bizarro no Menu Iniciar que não abre de jeito nenhum (aparentemente o bug é no ShellExperience). Já tentei de tudo pra arrumar e não resolveu, inclusive restaurar do zero.

      Apesar disso, o resto tá funcionando normalmente e gostei bastante do visual do SO.

    6. Estou usando a uns dois meses já, pelo Windows Insider. Não peguei bugs de funcionalidades, mas ainda há alguns bugs de inconsistência de UI.

      Eu estou gostando da performance, achei a experiência do sistema bem melhor que o Win10 (amei o novo Iniciar, dsclp) e os apps atualizando pela nova Windows Store ta excelente. Achei o Win11 excelente.

    7. Não fiz ainda por preguiça. Em outros tempos eu já estaria usando a versão insider. Hoje em dia espero a atualização sair no Windows Update. E é o que vou fazer em casa, com exceção do desktop que é de 2016 e não tem o TPM 2.0.

    8. Infelizmente meu notebook tem todos os requisitos, mas o processador está fora da lista suportada (é um intel i7-6700HQ, com TPM2). Nesse ponto a Apple manda muito melhor que a Microsoft. Meu notebook está completou 5 anos em outubro, mas permanece como novo pra mim – fiz um upgrade pra SSD alguns anos atrás e adicionei mais 8gb de ram ano passado.

      Poderia tentar uma instalação por iso, mas prefiro permanecer com os updates automáticos até por uma questão de segurança.

    9. Eventualmente devo instalar no novo notebook que comprei, porém estou com preguiça de ajeitar o dualboot com o Pop_OS.

    10. Fiz instalação limpa e deu tudo certo, só isso já me deixou contente porque em 2015 o Windows 10 não estava 100% no lançamento.

      O novo Windows é legalzinho, as bordas estão arredondadas, novas animações em toda parte, lindos temas, mas ele ainda tem dois painéis de controle…

  36. Continuando a novela do Linux.

    Já consegui replicar boa parte do que preciso ali. (Relembrando, estou rodando Debian 11 em um computador antigo.)

    A única coisa que está realmente complicada é uma falha na suspensão do sistema, ou no retorno da suspensão. O computador trava completamente. Parece que tem algo a ver com o kernel. Encontrei relatos similares, mas as soluções/gambiarras apresentadas não funcionaram. Aqui, um tópico no fórum do Debian explicando a situação (em inglês). (Sem surpresa, zero respostas.)

      1. Pior que eu entrei na BIOS e mexi em algumas coisas lá, mas não resolveu. Como não é um problema isolado/só meu, suspeito que seja uma falha mesmo, e não uma configuração errada.

        1. Sim, não duvido. Se eu deixar a preguiça de lado, depois pesquiso sobre modos de energia – me devo até para poder aprender melhor e melhorar nas instalações que faço. Aí vejo para ti se é algo que só configurar a BIOS resolve. Pelo que entendi, ele trava na hora que ele tenta sair do modo de suspensão. Por isso sugeri que mexesse na bios, pode ser que se a BIOS entra na suspensão no lugar do OSs, aí conflita.

          Vê se não tem update de bios para sua placa mãe também. As vezes é isso tamém.

    1. Você tentou outras distros além do Debian? Pode ser problema com os drives proprietários. Eu tentaria o Ubuntu, Pop!_OS ou Manajro para ver se o problema também ocorre.

      1. Sim, eu mesmo sou um fã do Debian, mas algumas questões de drivers, especialmente os mais recentes acabam sendo resolvidos com distros mais “bleeding edge”

      2. Testei o Ubuntu, achei meio… desengonçado? A implementação do Gnome deles é muito esquisita.

        Fora isso, nenhum outro. Estava falando com o James, e acho que vou dar uma chance ao Fedora. Parece a coisa mais próxima do que eu busco (Gnome padrão, sem muita coisa pré-instalada e tal).

        1. O Fedora é de longe minha distro favorita. Gnome puro é vida, hahah.

          Eu só recomendei as três distros acima porque elas costumam trazer alguns softwares proprietários. Pode ser que isso resolva o seu problema.

        2. Ghedin, sugiro, a título de matar a curiosidade se é bug ou alguma configuração, pedir uma ajudinha num grupo qualquer desses de usuários do Debian, tem muitos no Telegram, sempre tem pessoas muito dispostas a ajudar.

      3. Uso Pop!Os e tenho o mesmo problema. Achava que era um problema com a minha máquina, mas lendo essa discussão acredito ser um problema de kernel mesmo

    2. Ghedin pelo que vi na descrição da tua máquina parece bastante com uma que temos aqui no escritório. E como tu mencionou o problema estava correlacionado ao kernel. Se dispuser de tempo tenta utilizar/substituir pelo Xanmod: https://xanmod.org/

      Aqui resolveu o problema e ainda teve melhora de desempenho.

        1. Sim. Habilita o repositório com o arquivo que baixa ou segue as instruções e depois escolhe uma das versões. Aconselho a Stable. A Edge tem muitas atualizações.

Os comentários deste post foram fechados.

O site recebe uma comissão quando você clica nos links abaixo antes de fazer suas compras. Você não paga nada a mais por isso.

Nossas indicações literárias »

Manual do Usuário