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95 comentários

  1. Boa noite a todos.

    Depois de utilizar a linha Galaxy da Samsung por muito tempo, pela primeira vez comprei um IPhone, no caso o 11 com 64GB.

    O preço evidentemente é pornográfico de tão alto, mas o que me levou a comprar foi a curiosidade de usar o iOS depois de muitos anos de Android; chega um ponto em que você troca de telefone e não se depara mais com novidade alguma na transição e eu gosto muito de novidades especialmente na interface gráfica.

    Em resumo, o que tem agradado mais é aquilo que já é conhecido: o cuidado nos pequenos detalhes na construção do produto; o sistema e os apps passam uma ideia de integração muito grande.

    O que demora mais para adaptar é a questão de não ter um botão voltar e que força a utilizar a opção disponibilizada pelo desenvolvedor do App e que em praticamente todos os casos fica localizada na parte superior da tela e não pode ser acessada pela mesma mão que se está usando pra digitar e segurar o aparelho. Não sei se isso é pelo cacoete de usar Android muito tempo mas tem sido bastante chato.

    1. Geralmente em apps do iOS vc pode voltar fazendo um movimento de deslizar da esquerda pra direita na tela!

    2. Tive a mesma sensação. A maioria dos apps suporta gestos, então deslizar da esquerda para direita fará a função voltar, quando não é possível, uso o gesto de acessibilidade no “botão central” que permite acessar o topo da tela usando o celular com uma mão só.

      Vale dar uma olhada nos gestos e tb gostei de alguns vídeos do canal entendendo iPhone, pra usar melhor alguns recursos nativos.

      Outra coisa que valeu muito ter aprendido um pouquinho foi o uso do App atalhos.

  2. Dica de lançamento de mangá da semana:

    “Sakamoto Days” – Conta a história de um ex-assassino que vira um pacato cidadão sem chamar a atenção, e um antigo colega de crime acaba entrando em contato com ele e descobrindo alguns porquês de Sakamoto sair do mundo do crime.

    Bem divertido de ler este primeiro capítulo, meio que tem a haver com o rítimo de filmes de ação divertidos.

  3. Eu não sei vocês, mas eu acho o visual do Manual do Usuário muito bonito. É simples, leve e até chega a ser elegante.

    Tem sites em que são poluídos de informação (mesmo com bloqueador de anúncios), chegando a ser cansativo acessá-los.

    1. Eu também acho! :)

      No recesso do fim do ano pretendo trabalhar essa parte do “elegante”. A fundação do layout está bem firme, daí vou focar em corrigir alguns detalhes e dar um tapa no visual — sem me distanciar muito dessa simplicidade/leveza.

          1. Os posts em destaque na página inicial têm um espaço de largura muito reduzido. A imagem do post fica pequena e o título com uma palavra separada em cada linha.
            Exemplo:
            “Manual
            prático
            para
            retomar
            sua
            atenção do
            calabouço
            das redes
            sociais”

            É somente esse o problema. De resto eu também adoro o layout e o conteúdo do blog. Abraços!

  4. Finalmente comprei um notebook novo, chega semana que vem. Ele vem com o Endless OS, então primeira coisa vai ser instalar um Windows 10. Se você tivesse recebendo um notebook novo, que programas não deixaria de instalar? Ou configurações pra mudar, etc…

    1. Pra uso geral, VLC, Firefox, Telegram, Spotify (uso premium pelo plano família por módicos 4,50 por mês hehe), Sublime Text 3 (uso no lugar do bloco de notas). Além disso, baixo a última versão de todos os drivers pro notebook ficar o mais rápido possível. Pra office, tem o libreoffice ou o wps office, mas por hora eu uso o google docs.
      Caso seja um lenovo, eu baixo o lenovo vantage, pra saber com precisão a validade da garantia. Nas configurações, só coloco desempenho máximo quando tiver ligado na tomada, e tiro tudo que tiver de telemetria do windows.

      1. Browser é algo que tô em dúvida, sabia. Usava o Brave, fui pro Firefox, Edge, agora Brave de novo… Devo ir com ele. Larguei na outra vez pq tava lento DEMAIS, mas o problema era mais do meu computador do que deles, na real…
        Tbm sou do Google Docs, mas acho importante ter o (um) Office. Vou dar uma olhada nesses dois aí. Tenho que conseguir uma licença do Windows tbm, preciso pesquisar se tá rolando alguma promo por aí. Não queria piratear, mas tbm não queria pagar caro. (o dilema)
        É um Acer Aspire 5 A515-54G-73Y1 Intel Core I7 8GB 512GB SSD MX250 15,6′ Endless Os.
        Valeu pela dica da telemetria, não sabia! (valeu pelo comentário como um todo) (y)

        1. Sobre o dilema, te entendo perfeitamente haha
          Um brother meu conseguiu comprar uma licença do win10 na faixa dos 50 reais no gvgmall. Talvez possa te ajudar. Já o office, não faço ideia.
          Hoje estou testando o Brave, por causa do bloqueador nativo e dos anúncios “remunerados”. Até agora bloqueando bem, tô curioso pra ver quando vai começar a dar problema.
          Teu notebook é bem decente! A MX250 vai aliviar o processador de cuidar dos gráficos, e é um i7 quad-core, você tá bem servido. Dá até pra jogar uns títulos leves sem se preocupar.
          Eu tenho um Ideapad 320 com i7 dual-core, pro básico ele dá conta, mas pra qualquer coisa mais pesada é uma tristeza hahaha

          1. Que bom, o meu Dell de uns 5 anos (i7 4a ger) tava apanhando pra rodar o pacote Adobe (PS, Premiere). Games então era impossível, haha.

    2. No Win10 eu faria um “debloat win10”. Tem várias ferramentas pela internet.
      No mais é essencial um VLC, já que o Windows nunca teve bons programas nativos para audio ou video.

    3. Caramba, comprei na terça no Submarino e chegou hoje. Muito rápido.

      1. Vi esse modelo por 3900 e pouco. Está um bom preço? Quanto você pagou?
        Outra dúvida, o que é endless OS ?

        1. Paguei 3800 (contando o cashback, pq tava 4400).
          É um sistema operacional, baseado em Linux talvez, não sei.

    4. Primeira coisa que eu faria: Instalaria uma distro linux melhor, tipo Ubuntu, Elementary OS, Deepin 20, etc. (No teu caso, o SO da Microsoft).

      Programas que pra mim não podem faltar: LibreOffice, VLC, Simplenote (app de anotações que sincroniza com sua versão para Android), Firefox, Gparted (ou gnome disk, um gerenciador de partições), Balena Etcher (para criar pendrive bootáveis), Tutanota (app do serviço de email alemão com mesmo nome), etc…

    5. 7zip, protonvpn, transmission
      Se você colocar sua conta da microsoft durante a instalação, talvez ganhe uma licença digital, já vi acontecer mas não é sempre. Se você tiver uma key do win8.1 pode ser que valide também, essa aconteceu comigo.

      1. Teoricamente, até mesmo uma key do windows 7 ativa o 10.

        Do windows 8, é chave na BIOS, basta usar uma instalação limpa do windows 10 na USB sem definição de tipo que ele já automático localiza a chave e o tipo de licença (home ou pro)

        Usando uma chave windows 7, primeiro instala na versão básica (10 home single language), e a chave só é colocada pós instalação.

  5. Mudei meu computador para o Ubuntu no início desse ano e estou bem satisfeito desde então.
    A última pendência que ainda não resolvi é sobre a utilização de armazenamento na nuvem.

    Por conta das mudanças do Google Fotos, penso em assinar o OneDrive para armazenar minhas fotos, porém ele não possui uma aplicação nativa pra linux.

    Alguém usa algum app terceiro para manter a sincronização automática e enviar arquivos para a nuvem?

    1. Se você logar na sua conta google pelo gerenciador de contas do Ubuntu o gerenciador de arquivos do ubuntu vai listar o seu GDrive como uma unidade de armazenamento em rede, permitindo que você acesse seu gdrive direto do explorador de arquivos ;)

      Pode ser que ele também faça isso para o One drive!

      1. Infelizmente só para Google Drive mesmo… E esse recurso é algo parecido com WebDAV, ou seja, os arquivos são acessados diretamente na nuvem e não sincronizados.

    2. Insync é a melhor opção.
      Aguarde que ele sempre em promoção com 50% ou 75% de desconto.
      E a aplicação funciona muito bem. Inclusive com o recurso de arquivos sob demanda.

    3. Além das outras sugestões já citadas, tem o NextCloud. Ele demanda contratar um servidor e instalá-lo e configurá-lo, mas há serviços que fazem toda essa parte técnica para o usuário, como a Hetzner.

  6. Gostaria de sugestões sobre feature phones.

    Faz um ano praticamente que tenho intercalado meu Lenovo K5 com um Nokia tijolinho (sem SO). O objetivo foi sempre priorizar usar chip no Nokia para o dia a dia: ligações, SMS e MP3. Já o Lenovo (somente com Wi-Fi) para WhatsApp/ Telegram, Spotify, Uber e apps de Banco.

    Vou intercalando entre os dois e essa prática (que se relaciona com o último Tecnocracia) acabou tornando minha vida muito mais leve, uma vez que só recorro ao smartphone quando preciso de fato.

    Porém hoje, tenho dois problemas com o Nokia tijolinho: o sinal dele é ruim e não consigo bloquear as ligações de golpes e telemarketing. Até me acostumei um pouco, mas fiquei pensando se existe algum celular simples/de teclinha que resolva isso.

    1. Eu sempre tive curiosidade pelos celulares com KaiOS. Não sabia que eles eram já tão acessíveis, porém fazendo uma busca no Mercado Livre vejo que existem várias opções: https://lista.mercadolivre.com.br/kaios#D%5BA:kaios%5D.

      Pela própria limitação do hardware, me parece um bom “meio termo” entre um smartphone e um feature phone.

      Porém tentei achar algum app para ele que bloquei ligações e não encontrei nada sobre… portanto não acho que irá resolver esse ponto.

      1. Eu também me interesso muito pela proposta deles. Porém, mesmo com o aplicativo oficial do Whatsapp, eu queria versões do Telegram e Spotify, com download de músicas no cartão SD. Assim daria pra usar ele por muito mais tempo pro meu uso mínimo, que é comunicação e escutar música, hehe.

        1. Para música, parece que todos os modelos aceitam cartão microSD e ele tem um player de música, logo é viável, embora menos conveniente que um Spotify da vida.

      2. Eu quase comprei um celular com KaiOS há um mês atrás. O problema é que já tem apps no Android que acostumei, e não sei se tem apps de transporte e 99.

        Mas ainda cogito descolar um KaiOS e fazer o dito: deixar o Android no wi-fi, e comunicação via KaiOs.

        Em tempos: no meu arredor não tem ninguém que use signal ou Telegram. Cogito retirá-los.

  7. Pretendo comprar uma TV e não tenho TV há anos. Estou bem por fora.

    Quero para ligar um xbox, jogar e ver netflix, mas também penso na possibilidade de usar como monitor secundário do computador e quem sabe ligar um ps2.

    Estou pensando em até 2500 e comprar em loja fisica porque é um trem que se der problema a garantia no balcão é bem mais fácil.

    Tirando ter pelo menos duas portas HDMI e video componente, o que mais devo observar? É uma compra de longo termo, então tenho medo de me arrepender.

    1. Presto serviço para uma eletrônica (consertando PCs, mas vejo eles trabalhando em TVs) e a dica é clara: TODO E QUALQUER EQUIPAMENTO ATUAL NÃO TEM DURABILIDADE. Pode até usar a “Garantia Estendida” se quiser, pois infelizmente o risco de pegar um equipamento e dar problema no fim do prazo de garantia comum é alto.

      Não sei exatamente como está as tvs atuais. Pelo que tenho notado, as tvs tem vindo mais com só HDMI e o receptor de TV digital embutido.

      Se quer ligar um PS2, o ideal é que a tv tenha entrada de Video Componente (os três cabos de vídeo), então isso já deve constar no fator de compra. E está bem raro de achar.

      Se for usar para computador, creio que não exista mais TV com entrada VGA, o que seria um problema dependendo do equipamento que você tenha, o que obrigará a usar um conversor VGA – HDMI, que é mais caro e existe um delay de visualização.

      Fora isso, acho que tvs atuais provavelmente tem tempo de resposta bom, aí possibilitando uns joguinhos de boa. E a faixa de preço é essa mesmo para TVs até 40, acima disso já foge deste preço.

    2. Acho que é difícil errar se couber no orçamento uma TV dessas mais recentes, linhas 2019 ou 2020, de marcas como Samsung e LG. Mesmo os modelos básicos parecem bem competentes, segundo as análises. A durabilidade é uma incógnita; realmente não sei em que pé está isso.

      Se serve de alguma coisa, a minha é uma Samsung de quase 10 anos e segue ok. O alto-falante dá uma chiada quando o volume está alto (não era assim, “estragou” ano passado) e o sistema da “Smart TV” é bem ruim, mas acho que era uma característica comum das TVs da época.

      1. Dica: pega o modelo da sua TV e pesquise o preço do alto falante – isso caso cogite mandar arruma-la. Mas não duvido que você hoje use algum sistema externo de som.

        1. Não tenho sistema externo de som, uso o da TV mesmo. Embora esse problema seja um pouco incômodo, não atrapalha na maior parte do tempo. Só em algumas cenas com sons mais graves que o chiado fica evidente.

    3. Opa, então, como o Ghedin comentou acima, sendo uma TV desse ano ou ano passado, difícil errar. Eu nem sei se existe teve só FullHD sendo vendida hoje em dia, mas se tivesse, eu já apostaria em TV 4K, pois mesmo que use só 1080p, o que tenho visto nos comentários é que a qualidade fica ótima.

      Porém, como você quer plugar videogames que não são 4K nativo, talvez a qualidade fique um pouco pior do que uma TV FullHD. A questão é que esse upscalling pode ser diferente de modelo para modelo. Talvez isso seja algo a se pesquisar. Mesmo assim, eu preferiria pegar um modelo de 2019/2020 4K do que uma mais antiga FullHD, pois alguns avanços tecnológicos no que tange à cor, brilho etc. podem não estar presentes nessa mais antiga.

      Quanto à questão de smart, eu não consideraria isso um ponto crucial, mas como um adicional bem vindo. É bom não precisar depender de gadgets externos (Chromecast, FireTV) porém, é bom saber que dá pra contar com eles caso a TV não dê conta.

      Sobre durabilidade, é como o Ligeiro comentou, creio que é tudo meio parecido hoje em dia. E essas TVs, internamente, são muito simples. É o painel (algo que raramente dá problema, mas pode ocorrer), a “placa-mãe” da TV e a placa de fonte, que em alguns modelos fica dentro da TV, em outros a fonte fica fora. Na minha TV (uma LG de 2013), já ocorreu um problema na fonte interna dela, uns 3 capacitores estouraram, mas eu mesmo abri a TV, retirei a placa da fonte e levei em um técnico que trocou os capacitores. Ainda funciona.

      1. O que tou por fora é como está os sistemas de conexões nas televisões atuais – se só vem com HDMI ou se vem com Componente / Composto também.

        Para quem joga jogos antigos – como o Roberto mencionou -, acho que a ausência de conexão joga contra, forçando a usar interfaces de ligação HDMI.

  8. Quase que no dia da eleição eu ia fazer uma viagem longa, no final fui votar.

    Só sei que fiquei entre 3 a 4 dias surtado por causa da política. Infelizmente a política da cidade onde resido é ainda quase um “caudilho” – na verdade é um agregado de cidadãos “da zelite” que tem rabo preso uns com os outros. Preciso é me organizar para sair logo daqui antes que eu fique doente.

    Vou ser bem sincero: apesar de eu ter uma linha “de esquerda”, acabo desconfiando demais do processo político e de sua ocorrência. A tentativa do TSE de centralizar a coleta de informações sem ter testado antes se mostrou falha.

    Entendo que o maior risco não é nem exatamente os TREs ou TSE, mas sim quem carregar as memórias da urna para a central de coleta.

    Sinceramente me lembro vagamente de apenas uma vez ter ido ver como é – geralmente é mais fechado ao público a coleta do que vocês pensam. Mas já trabalhei para político e sei que tem toda uma logística para levar as memórias de urna e os boletins (geralmente impressos) para as lideranças partidárias, que pegam e tabulam a informação (E comparam com a lista de “votos comprados” que eles tem).

    Já escutei histórias de gente que falou que pegou uma memória de urna e mexeu no carro mesmo durante a viagem entre a seção e o local de apuração, e história de uma pessoa que tirou foto do voto que ela mesmo fez, e quando foi ver o boletim de urna, o candidato que ela votou tinha zero votos – foi até tirar satisfação no TRE local.

    Torço muito que no segundo turno, as cidades ganhem candidatos progressistas e espero que a eleição não se demonstre falha.

    Minha preocupação é com cidades pequenas, onde não há tanta gente investigando, e muitas vezes a imprensa tá na mão das lideranças locais…

    1. A vida é assim, quase tudo está fora do nosso raio de ação e alcance. Para manter a sanidade não é preciso fazer muita coisa, basta lembrar que a vida é curta e fazer o possível sem exagerar.

      1. Quase que fui longe mesmo no dia da eleição… ;) Acabei indo para São José dos Campos, meio que bate-e-volta.

    2. Balela Ligeiro.

      Sou responsável pela transmissão dos dados de um conjunto de sessões aqui em SSa e garanto que é impossível manipular as mídias de resultado.

      Para além de serem criptografadas e só poderem ser lidas ao acessarmos o sistema do TSE, com uma chave tbm criptografada, o tempo entre a retirada das mesmas das urnas e a transmissão é exíguo.

      Impossível rackear em tão pouco tempo.

      1. Interessante. poderia até escrever um artigo para ilustrar melhor esse trabalho interno.
        Há um temor que o atual governo tente fraudar ou por em dúvida o processo eleitoral de 2022.

      2. Sigo com o relato do colega. Também sou técnico de transmissão em Belém. Primeiro, mídias de resultado zeradas não são uma impossibilidade; porém, se isto acontece, é porque a urna não foi encerrada corretamente e os dados não foram exportados para a MR. O técnico de transmissão é capaz de verificar isto na hora da leitura e caso aconteça, ele é obrigado a devolver para o presidente daquela seção efetuar novamente a atividade que grava os dados na mídia de resultado. Sem isso, ficarão transmissões pendentes naquela seção e o TRE com certeza não irá liberar ninguém sem que qualquer seção seja recebida e totalizada.

        Segundo, é possível para qualquer cidadão solicitar vias dos boletins de urnas quando termina o horário de votação, nos quais dá pra verificar o total de votos por candidato na respectiva urna. Qualquer ‘projeção’ de votos, comprados ou não, do partido em relação ao BU é mera especulação, o que vale é o que está na urna. E não há como manipular os dados gravados nas MRs mesmo dentro do sistema que fecha VPN com a Justiça Eleitoral, que dirá fazer isso em poucos minutos num PC com arquitetura convencional.

        O processo todo é sempre alvo de escrutínio e não acho que deva ser diferente. Mas diversas auditorias foram executadas desde que a urna eletrônica foi adotada e nunca encontraram indícios de fraude flagrante ou mesmo confirmação de suspeitas, algumas dessas auditorias foram inclusive encomendadas pelos próprios partidos. Apesar da carcaça familiar e um tanto datada, o sistema interno evoluiu continuamente ao longo dos anos para fechar as pontas de vulnerabilidade. Isso fora o fator humano, nunca uma única pessoa é responsável por um único subprocesso. Pra algo dar errado, teria de combinar com muitos russos, e não existe segredo de 3 pessoas.

        1. Certo. Continuo não acreditando pois não presenciei os atos, e sinceramente não vi algo bem divulgado sobre as etapas de proteção.

          Não consigo confiar em uma justiça injusta.

          Estou desde as eleições caçando o boletim de urna no site e não vejo aqui, a propósito.

          1. Ligeiro, imagine se, para termos um sistema confiável, todos os eleitores exigissem conferir o processo de perto. Seria inviável. Viver em sociedade exige que confiemos minimamente uns nos outros. Sem isso, não demora muito para voltarmos à barbárie — e não é exagero.

          2. Estou a ponto de ser a favor da volta da barbárie, Ghedin. Estou bem a ponto.

            Do jeito que a política anda, tem horas que prefiro a barbárie.

          3. Ligeiro, falar assim dá a entender que também não devo acreditar na criação do universo, dado ao fato que eu não a presenciei.

          4. Rafael, do jeito que tou mezzo negacionista… Duvido que eu exista. Bem, sei lá, penso logo existo. Mas essa existência é enfermeira…

      3. Também acho muito difícil as urnas serem fraudadas.

        O problemas principal delas não é esse, e sim a falta de rastreabilidade: não existe recontagem!

        E houver problema técnico em urna, imagino que todos os votos serão perdidos (anulados), mas aí é só minha opinião mesmo, não conheço o processo.

        Mesmo com o problema da falta de rastreabilidade, prefiro mil vezes o sistema atual ao sistema antigo, com cédulas de papel, aquele sim muito mais fácil de fraudar: imagina alguma cidade (geralmente pequena) onde um coronel manda em tudo, o cara é dono de todo mundo, inclusive dos juízes. Fraudar votação numa situação dessas é tirar doce de criança.

        Geralmente quem levanta as hipóteses de eleições fraudadas no Brasil são políticos de direita, só quando perdem, claro.

        O TSE, como todo o judiciário brasileiro, é bastante autoritário, então com certeza haveria maneiras de melhorar o processo eleitoral, mas esse alarmismo que de vez em quando aparece é totalmente infundado.

        1. Eu acabei não indo a fundo pois o comentário fiz com a cabeça surtando.

          Acho que a falha existente no sistema atual é ainda imaginar que mesmo com o voto “secreto”, não haja alguma forma de rastreabilidade do voto, e por consequencia, “cabresto”.

          Acho que já falei uma das possibilidades: basta tabular as seções eleitorais para com isso saber como o voto foi comprado/vendido. Eu mesmo tou querendo saber se o voto que fiz foi computado (desconfio que fui o único que votei em uma pessoa naquela seção). Só que aparentemente o TSE não liberou o boletim de urna (vou lá revisar daqui a pouco).

          E soube que um responsável pela seção eleitoral fez “vista grossa” para as fotos nas urnas. Então tipo, “quem vigia os vigilantes”?

          Tem história que em Itapevi, tinha candidato em ambiente proíbido por lei.

        2. Acabei de conferir. Pelo visto fui o único mesmo que votou no candidato.

    3. A grande desconfiança em relação ao processo eleitoral é que ele funcionando normalmente já é injusto e perpétua as mesmas elites agrárias no poder. Este vídeo do chavoso da USP pode elucidar a realidade na qual vive nosso país, em que a renda per capita de 90% da população é menor que 2800/mes mas todos acham que podem virar bilionários https://youtu.be/qsm0u9jIeZY

  9. Eu uso o app Lembretes para listas de tarefas, aquele padrão da Apple. É ótimo, no iOS 13 ganhou um monte de recursos legais, mas mesmo antes não tinha nada a reclamar, exceto que no macOS o meu está com um bug irritante, a ponto de torná-lo inutilizável: sempre que o Lembretes sincroniza (e faz isso a cada X segundos), ele “atualiza” a interface, levando a rolagem da lista para o topo ou até mudando o foco para outra lista, sem que eu tenha clicado em nada.

    Tem vários pedidos de ajuda na web de gente com o mesmo problema. Até encontrei uma possível solução, mas, aqui, não resolveu.

  10. Acabei de ler a newletter dessa semana e mesmo antes de clicar nos links já estou colocando a discografia do Pavement pra tocar. :)

  11. Tenho vontade de tornar o hábito de leitura mais presente em meu cotidiano. Alguma dica pra livrar do vício da dupla seriados + games?
    Pois o meu kindle está lotado de artigos do Pocket e uma infinidade de e-books na fila pra ler

    1. Quando o livro ou artigo é bom e de fácil leitura, é bem tranquilo. Tenho que me policiar para parar de ler. Mas esses são raros. Para os livros mais casca grossa, eu sigo duas ~dicas que me ajudam a dar cabo da leitura:

      1. Não ler com sono. Se estou com sono, tiro uma soneca. Se já é muito tarde ou não dá para tirar a soneca, não leio naquele momento. Associar leitura com cansaço mata qualquer vontade de ler no futuro.
      2. Criar “bolsões” de leitura durante o dia, períodos de no mínimo 30 minutos de leitura ininterrupta e sem distrações — meu celular fica sempre no “não perturbe”; se não for o seu caso, coloque-o nesse estado durante a leitura. Ter consistência ajuda a avançar naqueles livros mais difíceis de ler.
      1. Já eu gosto de ler imediatamente antes de dormir 😅 (o kindle é imprescindível). É lógico que depende do assunto e do objetivo mas no início deste ano eu me propus a ler 12 livros durante o ano. Eu sempre gostei de ler mas nunca tive frequência, então cuminava em eu demorar meses lendo um livro.

        Graças a essa “resolução de ano novo”, neste mês estou lendo meu 12° livro 😌.

        Como visto acima, 2 pontos foram importantes:

        – rotina: ler antes de dormir me ajudou a manter uma leitura frequente e até dormir melhor (antes eu ficava vendo algo ou no celular);
        – gamificacão: além do objetivo de 12 livros, eu criei conta no Goodreads para ir trackeando meu progresso e eles mesmo disponibilizam acompanhamentos de “x livros no ano”. Aliado a isso, eu já usava um app (Daylio) que eu faço trackeamento diário de atividades/humor e ai uni a atividade leitura nele também, resultando nisso: http://imgur.com/a/xuqyi8N

    2. Acho que o primeiro e mais importante é experimentar.
      Você já sabe o que gosta de ler? Eu, por exemplo, adoro ler livros de estatística. Não os chatos, com fórmulas e etc, mas os bacanas, como “O andar do bêbado” e “Como mentir com estatística” por exemplo… Sabe quando eu descobri isso? No ano passado, quando me dispus a ler coisas diferentes e conhecer novos tipos de livros. Tenta também!

      Uma segunda dica é organizar uma ordem de leitura, caso você seja metódico.
      Eu gosto de me organizar com o app Cabeceira, onde dá pra colocar livros na sua lista de leitura, atualizar os livros que você anda lendo, colocar metas… Eu sei o livro que estou lendo, o que vou ler depois e o terceiro que vou comprar depois disso e assim me sinto mais motivado a seguir lendo.

      Leia em horários regulares até que se torne um costume.
      Reserve um horário fixo do seu dia e tente ler regularmente nesse horário. No início vai ser difícil, você vai buscar distrações… Mas logo que vira costume, a coisa acontece naturalmente.

      Ah sim, e algo polêmico: se você não amar perdidamente, não insista. Procure outras formas de aprender, como documentários, podcasts, leitura de jornais e revistar no computador/celular e etc… O mais importante é aprender a forma que você se sente melhor!

    3. ‘gamefica’ a sua leitura. faça maratona de séries e leituras.
      junta os três mundos q dá.

    4. Gostei das dicas que já te deram, mas queria apenas acrescentar o seguinte: cada um tem o seu modo, que vai do interesse, necessidade e condições. Não tem problema nenhum também não conseguir/não gostar de ler.
      O Alex Castro escritor com quem estou fazendo um curso de literatura mundial, diz: não tem problema não gostar de ler. No fim das contas é só mais um hobby.
      Eu trabalho com isso, então tenho que ler muitas coisas que na maior parte das vezes não estou a fim hehehe. Mas as vezes quando posso ler algo que quero já estou tão cansado, que vou pra série sem culpa mesmo…

    5. Na segunda metade do ano passado me propus esse objetivo e esse ano já vou em quase 40 livros lidos, entre ficção e não-ficção, fora outros tantos largados pela metade porque achei que não valia a pena.

      Pra mim existem dois fatores principais quando se trata de desenvolver o hábito de ler:
      1. Ler o que se gosta
      2. Não crie um ritual de leitura

      Não adianta muito querer ler algo só porque é útil ou porque é um clássico bem visto – se você não encarar livros como entretenimento, não vai desenvolver o hábito. Simples assim. Depois que você conseguir ler sem pegar no sono, aí eu super recomendo expandir seus horizontes, mas nesse primeiro momento foque no equivalente à confort food: aquilo que você sabe que vai gostar, seja Stephanie Meyer ou Joseph Conrad.

      O segundo item é onde muita gente escorrega, porque por algum motivo a gente acredita que pra ler você precisa acender um incenso, fazer um chá de ervas, colocar um pijama, acender um abajur, velas aromáticas, uma playlist de lo-fi hip hop etc etc. E aí o que acontece é que você nunca lê. Imagina se a gente fizesse metade dessa maracutaia pra abrir o Instagram? Tio Mark já tinha ido à falência há muito tempo. Todo leitor voraz que eu conheço aproveita qualquer brecha: fila de padaria, roupa centrifugando, transporte público então… Então tenha sempre um livro (ou o kindle) à mão, como a gente faz com carteira e celular, e não se importe em interromper a leitura no meio de um capítulo.

      Pessoalmente eu também gosto de sempre ler ao mesmo tempo um livro de ficção e outro de não-ficção, mas aí é outra história.

      Espero ter ajudado. Se quiser falar mais sobre livros e leitura, eu tô à disposição e adoro o tema desde sempre.

      Grande abraço

  12. Pessoal,

    Estou pesquisando por mesas para trabalhar de pé motorizadas e descobri duas marcas: a GenioDesks (que descobri aqui pelo Manual, inclusive) e a Slikdesk (que me parece basicamente a mesma coisa, com poucas diferenças). Os preços também são bem parecidos.

    Alguém aqui já conhece esses produtos ou também está pesquisando para trocarmos ideia? Conhece alguma outra marca fora essas duas? Tô querendo ouvir opiniões honestas, já que é um produto caro e que eu espero que dure muitos anos. A maior parte das informações que encontrei por aí são aqueles reviews com cara de publi, que não apontam uma única desvantagem dos produtos.

  13. Boa tarde! Queria comprar um notebook razoável nessa Black friday. Alguem pode me ajudar com indicações pra que eu fique de olho?

    1. Infelizmente o dólar fez os preços estourarem. Então difícil achar algo com preço bom e que tenha custo-benefício justo.

      No final, é o de sempre: procure os i3/i5, de preferência mais voltados para empresariais do que os de consumidor final. Geralmente os empresariais tem durabilidade maior (não sei como está hoje em relação a 5 anos atrás…) e garantia melhor.

    2. Dica de Notebook “intermediário” por um preço bem honesto – e o mais barato até a data de compra, dia 17/11/2020:

      Notebook Lenovo, Intel® Core™ i7-8265U, 8GB, 256GB, 15,6, Placa NVIDIA® GeForce® MX110, IdeaPad S145 – 81S9000HBR – R$ 3.899,00 na FastShop.

      Vale prestar a atenção no código 81S9000HBR porque o Lenovo Ideapad tem várias versões com o mesmo nome (S145).

      O que fazer ao comprar? Instalar um Linux, recomendo a distro nacional
      Duzero Os, um Debian localizado.

      Abraço Ghedin, abraço povo.

    3. Seria interessante definir uma faixa de preço. O Ricardo dos Santos apontou um nesse comentário: https://manualdousuario.net/post-livre-248/#comment-95040

      É um Lenovo, Intel® Core™ i7-8265U, 8GB, 256GB, 15,6, Placa NVIDIA® GeForce® MX110, IdeaPad S145 – 81S9000HBR – R$ 3.899,00 na FastShop.

      Hoje em dia acho imprescindível um SSD em um notebook, principalmente se estiver usando Windows. Com Linux ainda dá pra se virar com HD convencional.

  14. Usuários do Firefox por aí?

    Ouvi falar que a nova atualização tornou o navegador bem mais performático, é verdade?

    1. O meu começou a ter problemas de navegação. Tipo eventualmente dar “tela escurecida” e páginas sem exibição.

      1. Puts cara… Eventualmente eu até tento usar o Firefox, mas a comodidade da sincronia entre celular e pc pessoal + pc da empresa no Chrome são difíceis de substituir… Além disso, me parece que o Firefox tende a apresentar mais erros nas páginas (graças ao monopólio Google).

        1. Por incrível que pareça, até hoje o Firefox não vinha apresentando erros.

          E olha que uso bloqueadores de anúncio.

  15. Semana passada o Gabriel perguntou, quase no fim do post livre, sobre o Big Sur. Eu ainda não atualizei e nem pretendo tão cedo porque tenho receio de que algo dê errado e eu acabe ficando na mão, sem computador. (Meu MacBook não é tão velho quanto aqueles que estão dando problema, mas… né?)

    Curioso que, embora tenha confiança na atualização, o mínimo risco me impede de fazê-la já. Estive pensando nisso e acho que essa sensação tem a ver com aquela semana, em abril, em que meu notebook foi para o conserto. Foi muito ruim.

    Quanto ao Big Sur, pretendo fazer a atualização só no final de dezembro, quando estivermos no “recesso” do Manual. Caso algo dê errado, não atrapalhará o trabalho e terei bastante tempo para consertar ou ir atrás de um plano B.

    1. logo que instalei senti que estava levemente mais lento, mas a sensação já passou (não sei se por me acostumar a ele ou se realmente ficou ok)

      meu modelo é o do meio de 2014 (justamente um dos que está dando problemas): no meio da instalação, inclusive, ele paralisou e eu reiniciei (mantendo pressionado o botão liga/desliga — sorte que ele ainda existe, aliás). Ele reiniciou já com o big sur instalado.

      eu achei que o sistema ficou mais bonito e mais bem aparado, apesar de algumas coisas ainda estranhas (como as cores das janelas ativas e inativas, de que tinha falado).

  16. alguém consegue se programar para ir a algum lugar novo sem verificar o google street view antes?

      1. Lembrei de um uso peculiar do Street View, e que tem sido muito útil. Faz alguns meses, comecei a organizar as fotos de família digitais, imagens que datam de 2004 e que estavam semi-organizadas (em pastas, por datas). Estou revisando cada uma delas, ajeitando a orientação, preenchendo meta dados e as enviando ao iCloud.

        Entre os meta dados estão os de localização, e é aí que o Street View entra. Eu só sei os meus endereços e dos meus pais; de resto, tenho uma ideia de onde os locais estão na cidade, mas jamais lembraria de nomes de rua ou números. Aí uso o Street View para lembrar, por exemplo, o endereço de um tio, da avó, de restaurantes e outros lugares do tipo. É assustadoramente funcional, esse sistema. Até de lugares no exterior eu consegui “me lembrar” com o auxílio do Street View. Privacidade zero, mas, né?

        Quando terminar esse trabalho, será muito legal poder filtrar todas as fotos por pessoas, datas e/ou lugares. Acho que, na esfera particular, esse poder de gerar mais fotos e manipulá-las com essa precisão é uma das coisas mais fascinantes que a computação proporciona.

        1. Se você usasse um mapa comum, ou um mapa com fotos de pontos, você também consideraria uma ausência de privacidade?

          1. Existe algo remotamente parecido com o Street View, com endereços associados às ruas de toda a cidade? Sei lá, é uma zona cinzenta..

          2. Então @ghedin, acho que já falei que minha noção de privacidade é meio aleatória. Uma rua não é privada – teoricamente privacidade a gente pode considerar “da porta de casa pra dentro”.

            Minha casa está no Street View, mas também existe na vida real. Caberia a mim lhe passar esta informação.

            Só que cartografia e identificação viária já existe a tempos, e me lembro até das famosas “páginas amarelas”, onde você poderia pegar telefones fixos e identificar os responsáveis por ele. Isso teoricamente também é uma ausência de privacidade – o número é divulgado publicamente muitas vezes sem seu consentimento. Ah! E lembrando também do 102 – Informações, que basta o nome para saber o número.

            A propósito, quando jovem, usei as páginas amarelas para identificar a residência de uma pessoa. Admito que na época no final acho que agi de forma assediante, mas nada grave a ponto de ser prejudicial a ambas as partes – isso caberia em outro assunto que noto que provavelmente nunca será tratado no MdU.

            Mas sei lá, a privacidade já se foi há tempos ao meu ver. Pena que não se usa isso para prender criminosos – eles acabam usando a lei a favor deles, infelizmente :(

        2. Privacidade zero? Isso não pode ser tratado com naturalidade. Google é o campeão de abusos, precisamos falar sério a respeito disso.

    1. Nossa, com certeza. Única coisa que faço é colocar no Maps o endereço, cogitar ir andando ou não, e pronto.

    2. Depende muito. Na verdade, gosto de usar o Street View para tentar identificar um local necessário, ou comparar um lugar entre antes e depois.

      Mas geralmente para ir a algum lugar, se eu não “fico avoado” e esqueço, costumo mesmo é consultar sites de notícia e informações sobre transportes.

      O problema: sites de informações de transportes são difíceis de achar, e são geralmente agregados de releases de órgãos públicos, quando não, é o famoso “Click Bus” enchendo o saco.

    3. Muito pra saber as condições da estrada, principalmente na hora de viajar.
      O Google maps não é tão esperto quanto o here we go para diferenciar chão de asfalto.
      Será que 20 anos atrás imaginava-se algo como o street view?

      1. O here we go vale a penar usar ainda? Pois aqui em Goiânia ele mandava entrar em algumas vias na contramão.

        1. Eu só uso para offline, pois aqui na serra gaúcha e interior em si o sinal 3g é complicado.
          Geralmente eu paro a moto pra conferir a rota, pois aqueles suportes deixam o smartphone fervendo.

        2. Sempre bom dar uma conferida no Google Maps antes, caso seja um compromisso com horário ou numa região desconhecida. Já perdi as contas de quantas vezes me perdi com o HERE We Go e o Apple Mapas.

        3. Here tá com destatualização de mapas há algum tempo – pelo que li em comunidades de GPS.

    4. Claro, naturalmente. Isso aí é sintoma de ansiedade, amigo. Não uso o street view, nem o buscador google. Abraços.

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