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Post livre #228

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.

102 comentários

  1. Eu caí de para-quedas em um grupo que tem muitos professores da rede pública e mães. Surgiu a questão do ensino remoto, eles falaram muito da dificuldade de acesso à internet dos estudantes de escolas públicas e que uma das alternativas é o uso do Facebook para transmitir as aulas e enviar conteúdo, porque as operadoras de telefonia não cobram do pacote de dados do celular o tempo no Fb. Eu fiquei pensando nisso e trago aqui para o PL, o quanto a situação é complicada…

    1. Caramba.

      lembro de ter visto anos atrás que o zero rating de redes sociais não se aplicava a conteúdo em vídeo (justamente por consumir mais banda)

      ainda acontece isso?

      1. Não sei… Uma das professoras falou que os alunos pediam para transcrever o conteúdo e não enviar as aulas em arquivos, talvez seja essa a razão. Outra disse que pediam para ela não colocar os vídeos no youtube pq seria muita aula para assistir e gastaria o pacote. Eu fiquei pensando no quanto as pessoas estão dependentes do Facebook, pois ele virou a opção mais viável para quem não pode pagar por um bom plano.

        1. gente, isso é um tapa de realidade na nossa cara

          e uma prova de como o monopólio do facebook é nocivo

          @ghedin, tem uma excelente pauta aqui

          1. Apoio uma matéria sobre isso, muitas vezes só quem está envolvido de alguma forma, como aluno ou professor, sabe os perrengues do ensino à distância (ou quem tem interesse no tema).

            Gabriel, eu nem preciso ir longe para ver a situação precária dos estudantes… A minha pós estava avaliando a retomada das aulas pela internet e as respostas foram desanimadoras. As pessoas no mestrado ou doutorado com a situação financeira super difícil, dividindo celular/ computador com companheiro(a) ou filho(a), sem internet boa, recebendo auxílio emergencial. Não era um nem outro, eram vários. Além da questão da saúde mental. Um deles chegou a publicar a pérola “minha saúde mental está igual ao meu auxílio emergencial, pouco e acabando”. A gente brinca mas é sério…

    2. Pelo menos na TIM não vai mais ser possível, já que os vídeos e histórias ficarão de fora dessa franquia.

    3. Jornal Nacional de hoje (03/07/2020) mostrou que no Ceará vários professores dão aula através do rádio, pois mais de um terço não tem condição de comprar um celular/computador/internet.

      1. Isso está acontecendo amplamente no Rio Grande do Norte também. Aqui em Uberlândia-MG estão usando a TV Universitária (que é aberta) para lecionar. Pessoal esquece que tecnologias de 50, 100 anos atrás ainda são tecnologias e, na minha opinião, muito válidas no nosso país, visto que alcançam muitas pessoas.
        Aliás, sabiam que em determinados horários do dia a Rádio FM tem mais audiência do que a TV aberta no Brasil?

    4. Aqui no RS a rede estadual fez um convênio com o Google e eles personalizaram uma versão do Google Classroom pra rede estadual. O governo também fechou um acordo com as operadoras e o acesso à rede das salas de aula não é tarifado.

      O grande problema disso tudo é que a maioria das pessoas não tem PC, só telefone, e muitas não tem acesso nenhum em casa, quando muito uma TV velha.

      Outro problema é que as pessoas não sabem usar computador, mesmo tendo. Elas sabem usar redes sociais. Você não consegue fazer, por exemplo, uma mãe de aluno entender como envia um arquivo pela sala de aula virtual (que tem um botão escrito “ENVIAR”) mas ela sabe enviar via Whatsapp, porque é basicamente assim que essa mãe faz tudo na vida dela. A internet pra maioria das pessoas se resume à Whatsapp, Facebook, Youtube e Instagram.

      Não temos aqui um problema de acesso à tecnologia apenas, é um problema de uso dessa tecnologia e uma prova da onipresença do Facebook na vida dos brasileiros.

      1. Muito bem pontuado: as pessoas não sabem usar computador, sabem usar redes sociais!
        Eu (formado em TI) e minha esposa (em RH) sempre dominamos muito bem informática. Muitas vezes nos deparamos com pessoas mais novas (20 a 30 anos) que tiveram condições financeiras de ter computador sofrendo para coisas básicas, mesmo Word, email ou até baixar um programa sem contaminar o computador (sim, isso ainda ocorre muito).

        1. O baixar programas sem contaminar o computador tem a haver com o que o Gabriel escreveu uns comentários atrás – a questão do Google.

      2. Passo por isso aqui também. Um curso superior, de faculdade particular, alguns alunos pós graduados, mas tudo tem que girar em torno do WhatsApp (e ainda assim com muita dificuldade) porque as pessoas não sabem como (e não querem aprender) a usar outras plataformas, incluindo o Classroom.

        1. Exatamente. As pessoas normalizaram o uso do Whatsapp pra tudo na vida. Os pagamentos, se vieram, vão ser um sucesso porque vão usar essa base de usuário que se resume a redes sociais.

          O conceito tanto do Moodle como do Google Classroom é absurdamente simples, mesmo assim, as pessoas simplesmente enviam atividades pro Whatsapp e o professor que tem que dar um jeito de organizar tudo ao redor do mensageiro. Não é nada trivial lidar com 100 alunos mandando diversas tarefas em quarentena através de um Whatsapp, corrigir essas tarefas, controlar as notas/envios e depois enviar as tarefas corrigidas para os alunos é um trabalho absurdo pros professores e que consome, sem exagerar, umas 4 horas por dia.

          Some-se a isso ainda ter que gravar aulas em casa e ter de lidar com mães de alunos enviando áudio pelo Whatsapp as 22h. Vida de professor nessa pandemia só não está sendo pior do que vida de entregador.

          1. Sim, Paulo, isso mesmo. Veja, eu sou aluno, e geralmente fico responsável pela edição e organização dos trabalhos, a parte digital, e é pura tortura. Cada colega manda uma parte do trabalho de um jeito, e ninguém quer saber de fazer uma colaboração on-line no Office ou no Google Docs. Para mandar os trabalhos então, as pessoas mandam via e-mail para o professor e ficam cobrando posição para saber se chegou. Se eu já passo raiva assim, imagino o que os professores não passam lidando com um tanto de turmas. No caso dos meus colegas nem se pode dizer que é por não terem condições de acessar outro tipo de material, todos tem computador e telefone. É comodismo mesmo.

            Isso porque os professores não sabem como são, depois de todo o sacrifício, mal falados nos grupos. “Aff estão sendo pagos para não fazer nada”. 🤷🏻‍♂️

          2. Não quero ser o advogado do diabo aqui, até porque concordo com o argumento geral, mas o Moodle não é absurdamente simples. Há quem reclame até do Google Classroom, e não duvido que a experiência nele seja pior que a dos produtos comerciais do Google.

            Essas ferramentas ficam ainda mais complicadas quando comparadas ao WhatsApp, creio. A sua simplicidade, que, nesse caso de uso, desemboca em informalidade e confusão, é o seu grande diferencial. Isso se extrapola para várias outras esferas, dos grupos de condomínio aos pedidos de delivery em restaurantes. O WhatsApp reduz tudo a um mínimo denominador comum, por isso ele prospera tanto e é tão adaptável.

            Posto de outra forma, Moodle e Classroom até poderiam funcionar em uma situação como a que estamos vivendo, mas isso demandaria treinamento prévio de todos os envolvidos, professores e alunos.

          3. @Ghedin

            Pra quem apenas envia uma atividade e dane-se todo o resto do fluxo, é imbatível usar o Whatsapp. Pra quem planeja, corrige e mantém rastreio dessas atividades (porque elas valerão como presença quando as secretarias de educação voltarem às aulas presenciais) é um inferno.

            Eu ensinei minha mãe e uma amiga a usarem a planilha do Excel de forma mais aprofundada pra elas conseguirem manter um “tracking” dos alunos. Minha mão aula pro CAT (séries iniciais dos EF e tem duas turmas, dá uns 70 alunos/mães), mas professores de área tem várias turmas em vários colégios, essa amiga tem mais de 200 alunos em 2 escolas, por exemplo. Imagina o fluxo de mensagens e atividades via Whatsapp que ela recebe diariamente.

            Tudo bem, “absurdamente fácil” foi forçoso, mas é uma dinâmica mais simples de aprender e que facilitaria MUITO o trabalho dos professores e dos próprios alunos e pais. O problema é o atrito gerado em aprender uma nova ferramenta que, na cabeça de muitos é temporária, e, principalmente, a barreira que eu coloquei antes: as pessoas sabem usar *apenas* redes sociais na maioria dos casos.

    5. Os dados da pesquisa TIC Kids, feita pelo Cetic e divulgada recentemente, dão uma boa dimensão desse problema. Ela analisa o uso da internet por crianças e adolescentes (11–17 anos). Em 2019, 58% desse público no Brasil acessava a internet exclusivamente por celular. Na coletiva, perguntei se o Cetic aprofundava esse dado (por modelos, faixa de preço ou até mesmo de quem são os celulares, se das crianças ou dos pais); infelizmente, isso ainda não está contemplado na pesquisa.

      Para quem se interessar, o Cetic compilou os principais destaques da pesquisa em um PDF bem didático.

      1. O Brasil é como aquele cachorro de molas, você puxa a cabeça e só quando o corpo está bem esticado é que a parte de trás vai pra frente. A Claro está pra lançar o 5G no Brasil e tem gente que tem no máximo um rádio FM em casa… Isso tudo é um reflexo direto da desigualdade e má distribuição de renda do nosso país.
        As vezes penso a demanda por bens de consumo e o aquecimento que o mercado teria se tivessem programas reais de redistribuição de renda e ascensão social para essa (enorme) camada da sociedade. Um milionário compra 1 iate com 5 milhões de reais, enquanto a mesma grana na camada mais carente rende 100 carros. Qual o melhor para a economia, liberal?

        1. Eu vi essa pesquisa do Cetic no Bloco de Notas e quando uma colega da faculdade perguntou se alguém tinha uma pesquisa sobre acesso de estudantes à internet, eu mandei para ela e todo mundo gostou! Ajudou o pessoal :D

          Então, eu fico pensando naquela iniciativa de uns anos atrás do Google para levar internet para locais fora dos grandes centros, fui pesquisar e vi que ele chegou a levar para alguns lugares e quase veio para o Brasil, mas o governo tinha um projeto semelhante e não vingou. A Google então levou para a amazônia peruana e o Brasil fez o Internet para Todos mas não sei se surtiu algum efeito. No site diz que a Internet não é gratuita e depende do interesse das operadoras (https://internetparatodos.mctic.gov.br/portal_ipt/opencms)

          É um problema depender de empresas como o Google e o Facebook para as pessoas terem acesso à internet, ao conteúdo passado nas escolas, mas não houve interesse do governo para fornecer o acesso gratuito a quem precisa e, no fim, essas empresas estão tapando a lacuna durante o isolamento social… Somado com a falta de conhecimento das pessoas que só conhecem redes sociais (como Paulo e Gustavo disseram), a dependência só aumenta, formando um ciclo infinito. Triste.

          1. Cara, a Internet na Amazônia deu puta trampo. O Brasil lançou o SGDC (Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicação) esses tempos pra trás, com transponders (semelhante a uma linha telefônica) para as forças armadas e para a Telebras vender as “linhas”. Uma empresa americana alugou alguns transponders e começou a fornecer internet para algumas escola isoladas na amazônia. Lindo né?
            Não. Uma empresa do Amazonas entrou com um processo falando que a venda exclusiva para uma empresa americana de uso dos transponders era um problema de soberania nacional e etc etc… Resultado: foi bloqueado e a empresa americana teve que dar tchau pro seu projeto.
            Resultado final: temos um satélite em órbita, sendo desgastado, perdendo vida útil e NINGUÉM (até onde eu sei e excetuando os militares) usa os transponders. Isso dá o prejuízo de alguns milhões de reais por mês desde que o bixo foi lançado.

            Fonte: https://g1.globo.com/economia/tecnologia/noticia/briga-judicial-faz-satelite-brasileiro-de-r-27-bilhoes-levar-internet-a-menos-de-01-dos-pontos-planejados.ghtml

    6. Depois de ler os comentário aqui, só me resta elaborar um pouco mais a ambientação ao Google Sala de Aula que tenho planejado para os alunos da instituição em que trabalho. Estava crente que um encontro síncrono via Google Meet seria o suficiente para a galera “pegar o jeito”, mas isto não é realista pelo visto.

  2. Triste ver como muita gente debocha da greve dos entregadores de iFood.
    Falta muita empatia.
    Pra quem possui formação e experiência já é complicado trocar de emprego, mas pra quem não tem sequer tempo de estudar sobram as migalhas.
    Na época da greve dos caminhoneiros (que geralmente não possuem graduaçoes) houve apoio em massa.

    1. O que é pior, dono de corretora ou de escola de inglês?

      Crédito pro @Gabriel Arruda no Twitter =D

    2. Tou um pouco por fora, mas vou ser bem sincero aqui: tenho um nariz torcido para esta classe. E explico.

      No caso dos entregadores, há muito a cultura de “cachorro louco” – o motociclista (ou condutor) que age de forma totalmente imprudente no trânsito apenas para exercer a entrega a tempo. Já houve movimentos passados para tentar inibir isso, mas sem sucesso (ou melhor, sem grande aplicação).

      É justo a luta para remunerar melhor os entregadores, mas este tipo de coisa já vem acontecendo na verdade há uns 10 anos ou mais. O trabalho de entrega de moto é um dos que mais tem demanda devido ao trânsito, mas também é um dos mais arriscados, e que gera um tipo de prejuízo invisível: os custos de ilegalidade (multas, veículos irregulares) e saúde (acidentes, mortes).

      Não acho que uma greve vai melhorar a situação deles – não duvido de que muitos dos entregadores de apps que entraram na briga hoje tem “cara marcada” e provavelmente os apps darão prioridade para gente não cadastrada ou que não foi na manifestação.

      Creio que o ideal era uma busca por mudança de postura dos próprios entregadores: ao invés de agir com violência no trânsito, agir com prudência, seguir as leis, não ficar sendo um risco a si mesmo apenas para entregar com diferença de 20 minutos em relação a ter ido de a pé.

      Só que isso não é de interesse nem de quem precisa da entrega rápida, nem de quem trabalha com apps. E muitas vezes nem do próprio entregador – ele pode ser que curta agir de forma “cachorro louco”, sendo um risco.

      1. Ligeiro, seu comentário confunde algumas coisas e, no fim, culpa a vítima pela exploração que ela sofre.

        Se os motoboys correm feito loucos, é porque exigem deles a entrega em prazos impossíveis. Tenho certeza que não são eles que impõem a si mesmos esses prazos surreais, que os obrigam a infringir leis de trânsito. Pode ser, pois, mais uma pauta para os protestos contra as plataformas.

        No mais, simpatizar ou não com a classe é indiferente ao apoio. Eu não conheço nenhum motoboy e, quando dirigia, já me irritei com o comportamento de um ou outro no trânsito. Ainda assim, apoio a paralisação porque o tratamento que eles recebem não é digno, e parto da premissa de que todo ser humano, por pior que seja, merece um tratamento digno. Um exemplo extremo para ilustrar o que quero dizer: não tenho um pingo de simpatia por vários perfis de criminosos. Isso não significa que eu ache coreto o tratamento desumano que eles têm nas nossas cadeias e penitenciárias. Como diria o filósofo, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.

        1. Como sou péssimo em pesquisa, eu não conseguiria te trazer informações anteriores sobre as brigas políticas de entregadores. Mas como já falei, já é uma briga oriunda do passado e que até hoje não se foi feito muita coisa.

          Não estou tirando o direito de eles se manifestarem ou ir contra a necessidade deles. Mas sim botando um ponto que sim, tem a haver com tudo isso – a responsabilidade no trabalho e as consequências do mesmo.

          Entendo (e suponho) que a questão da distribuição de trabalhos e da necessidade de velocidade (trocadilho incluso) é fruto da manutenção da cultura de velocidade. E não acho que culpar quem pede para chegar rápido também vai ajudar. Por mais que eu seja ansioso por exemplo, prefiro buscar pessoalmente do que pedir entrega.

          Em tempos: enquanto eu fazia o comentário, resolvi jogar no Google os termos “manifestação motoboys”, limitando os anos até 2015. Aí me lembrou o fato que eles fizeram manifestações contra a lei de motofrete (que colocaria mais regulações, e provavelmente mais proteção aos mesmos) e contra leis que teoricamente prejudica os mesmos (como redução de velocidade e obrigatoriedade de uso de equipamentos de proteção).

          Como diz aquele meme: Sou obrigado a ter empatia?

    3. Eu imagino que a greve dos caminhoneiros teve mais apoio porque afetava diretamente e por um bom tempo a vida das pessoas, enquanto a dos entregadores pode afetar, mas é pontual. Uma categoria ter apoio e a outra não só mostra a falta de empatia e egoísmo das pessoas.

      A gente discute a situação precária dos entregadores mas tem um outro fator que torna o trabalho deles arriscado: não tem ciclovia nas cidades. Aqui no Rio só tem ciclovia perto do estádio do Maracanã e em alguns trechos da zona sul, parte rica da cidade. Tendo condições de trabalho melhores ou não, ainda assim é arriscado por ter que pedalar entre os carros, no meio-fio ou nas calçadas. O problema é ainda maior…

      1. Na verdade a greve dos caminhoneiros de 2018 teve mídia, por isso teve apoio. (E foi articulado por um puxa saco do salnorabo, que de alguma forma com isso ele conseguiu viralizar).

        Salvo engano, o que era mais noticiado era a violência sofrida de quem não queria participar da greve (e tinha o caminhão detonado ou apanhava dos grevistas).

        Greve de motoboy ou entregador não tem tanta mídia. E insisto: o problema são os proprios motoboys / entregadores que se voltaram contra eles. Foi tentado leis para regularizar o trabalho e dar mais segurança, mas eles renegaram.

        A entrada dos apps e a cultura de velocidade apenas amplificaram os problemas que eles já sofriam.

        Ao meu ver, eles precisam se organizar de uma forma a se corrigirem, quebrando os estereótipos que os cercam, e assim ter mais força para poder fazer as pessoas terem empatia por eles.

        Pois quebrar retrovisor não gera empatia nenhuma.

  3. Havia comentado no grupo do site no Telegram que o app do Bradesco amanheceu ontem totalmente renovado. Qual não foi a minha surpresa, agora, ao acessar o Internet Banking (site no computador) e vê-lo renovado também?

    Acho que o uso há mais de uma década e não me recordo de outra versão anterior à que foi substituída — era um site visivelmente datado e, embora fosse funcional, algumas partes podiam ser melhores. Ainda não naveguei direito na nova; o visual, porém, está bem mais moderno.

    1. Hahaha, só mudaram a primeira tela do Internet Banking e o cabeçalho e rodapé. As telas internas e procedimentos continuam idênticos. De certa forma, piorou: como o cabeçalho é fixo e maior verticalmente, ele cobre botões e links que no antigo eram visíveis de primeira, sem precisar rolar a página.

    2. O Bradesco tem um dos piores aplicativos (e atendimento) de todos os bancos. Já mexi com BB, Bradesco, Itaú, Caixa e, de longe, é o pior.
      99% da surra que as fintechs estão dando nos bancos convencionais não se deve ao fato de terem mais caixa ou empréstimos mais atrativos (o que não possuem), mas de conseguirem fazer um aplicativo utilizável pros clientes.

  4. E essa do Mark?
    “We’re not gonna change our policies or approach anything because of a threat to a small percent of our revenue, or to any percent of our revenue. My guess is that all these advertisers will be back soon enough.”
    https://www.youtube.com/watch?v=ME7o8HEzo9s

    1. Ele sabe o que fala. Não há uma rede social (que a população em geral realmente conheça, Mastodon não vale hahah) que faça uma frente real ao Facebook/Instagram. Além disso, como o próprio Ghedin falou, as 100 maiores anunciantes da plataforma não representam nem 10% dos lucros com ads do Facebook. Derrubar esse gigante não é mais uma opção para as empresas, é um caso para os governos.

    2. Vão voltar mesmo. O que para eles é similar ao alcance do facebook?

  5. [CADEIRAS] Já foi comentado em algumas PLs, mas nessa pandemia onde, está meio escasso, quais modelos vcs sugerem? Ainda existem modelos “games” a venda, não tenho nada contra, mas são realmente confortáveis/ergonômicas? Alguma marca em especifico que venda algo em torno dos 15000/2000 que seja confortável para quem passa o dia sentado?

    1. Olha, eu também tinha um preconceito danado até ter que trabalhar 2 semanas num banquinho.

      Daí perdi a paciência, comprei uma cadeira da Thunder X3 usada do meu cunhado e mudei totalmente de opinião. A cadeira é excelente, dá pra trabalhar sentado 8h direto sem problema com ela.

      Essa cadeira tá na faixa de 1300 a 1500,00 no site oficial. Vale a pena dar uma olhada.

      Só presta atenção no peso máximo dela, pois se você usar uma cadeira cujo limite é muito próximo do seu peso, a durabilidade dela dá uma reduzida.

    2. Eu estou todo troncho por usar o computador com uma cadeira de mesa de jantar ou na cama, mas impossível dar mais de 300 dinheiros em uma cadeira, no momento.

          1. Tinha uma época que eu ficava de olho em sites de leilões. Só que faz tempo que não faço isso. Creio que ver sites de leilões possa dar sorte e achar uma cadeira com bom preço, fruto de alguma empresa em liquidação judicial.

            OLX e Marketplace(Face) muitas vezes tem barganhas boas para aproveitar. Só pesquisar com calma.

    3. Eu to namorando cadeiras de escritório da DT3 e da Flexform, já deu olhada nelas?

      1. Na DT3 eu já vi, mas estão sem estoque, vou dar uma olhada nessa Flexform.

      2. Ótima dica, Fred. Tava em busca de uma cadeira legal, mas q não fosse estilo gamer. Tem uma da DT3 que tem todos aqueles ajustes bons pra se fazer. E tá bem mais barato que uma Herman Miller!

  6. Vocês já receberam uma “não cobrança” antes que uma conta vencesse? Acabei de atender uma ligação da fornecedora de gás do prédio. A atendente queria saber se eu já havia pago a fatura, que só vence no dia 8/7. Questionei por que estavam me ligando antes do vencimento. Ela me disse que é um “serviço” da empresa para auxiliar os clientes, ou qualquer coisa do tipo. Aí disse que não queria esse serviço e que não gostaria de receber mais ligações do tipo. Acho que ela ficou irritada, disse que faria uma anotação no meu cadastro e desligou.

    Isso é comum? Já aconteceu com alguém aqui?

    1. Ligação não, mas às vezes recebo SMS ou e-mail na véspera ou no dia do vencimento. Me dá até um certo nervosismo porque costumo programar os pagamentos com alguns dias de antecedência, então vem uma resposta sensorial automática que me faz repensar se eu programei mesmo o pagamento. No geral, acho antipático. Preferia que me enchessem o saco só depois de vencer, de preferência com 2 dias de espaço mínimo.

    2. Já recebi WhatsApp de cobrança de uma conta que vencia em um domingo (10) e o Internet Banking agendou o pagamento para a segunda (11). Achei precipitada a cobrança, dado o cenário que sequer configura um atraso…

      No caso de avisos de vencimento, já recebi avisos por email de que a fatura estaria para vencer. Não me incomodo com emails, mas me sentiria desconfortável com ligações.

    3. isso me lembrou a história de um professor quando ele trabalhava em banco

      na primeira semana do mês ele ligava pra todos os inadimplentes, pois ele dizia que quem cobrava recebia primeiro, vai ver é a msm estratégia, pra vc não esquecer de pagar a conta.

    1. Parece que a página “Sobre Nós” dele tem bastante informação (dica: pesquise sobre o responsável)

      1. Sim, tem várias pessoas conhecidas por trás do projeto, daí a estranheza no fato das matérias — mesmo que traduzidas — não estarem assinadas.

  7. Não me recordo de ter visto nenhuma nota sobre isso em sites de tecnologia, porém reparei que o Dex da Samsung agora funciona em PC ou Mac somente necessitando a instalação de um app e o cabo USB.

    Tenho um Galaxy S8 e lendo em fóruns eles mencionam que por enquanto só funciona no Android 10. :(

    Alguém tem um aparelho compatível para testar? Seria um S9, S10 ou S20 (e as respectivas linhas Note): https://www.samsung.com/us/explore/dex/

    1. O Galaxy S8 foi lançado em 2017 e dois anos depois já não recebia atualização? Pqp!

    2. Sim, isso acontece desde o lançamento do note 10 salvo melhor juízo.
      Com a atualização do Android veio para as linhas mais antigas. Algo assim, mas funciona mesmo.
      Eu tenho um S9 e já usei algumas vezes, mas tenho dificuldade em conseguir configurar o teclado. Como meu notebook é abnt2 e o teclado do Android é qwert us fica confuso e não consegui arrumar.
      Mas também não vi muita função para mim, então continuo usando o celular no celular mesmo.

    3. Ele funciona sim aqui, instalei o app no MacOS e ele abriu o desktop com meus apps do smartphone. Como funcionava antes? Nem lembrava desse recurso…

      1. Antes era preciso uma espécie de dock ou cabo para ligar o celular diretamente no monitor.

  8. Alguém tem alguma dica de teclado mecânico que não custe mais de 500 reais?

    Fiquei apaixonado por aquele que está no post do ghedin, mas só achei pra comprar na gringa. Em dólar complica =(

    1. Existem modelos de marcas menos conhecidas ou conceituadas no setor, como C3 Tech, Hoopson e HP (?), na faixa dos R$ 200. Nenhum desses mais baratos, dos que vi no site da Kabum, usam switches da Cherry MX, e nunca nem vi de perto, logo não sei dizer se prestam.

      Outra saída, meio complicada devido à pandemia e dólar caro, é importar de lojas chinesas.

      1. Vou dar uma olhada nas lojas chinesas e pesquisar reviews desses mais baratos, embora tenha ficado apaixonado pelos silent Red e silent Black da Cherry MX =(

    2. Recentemente comprei um Redragon Kumara e estou bem satisfeito! Comprei a versão sem RGB (apenas leds vermelhos) e com o switch brown, que é o meio termo entre barulho e feedback tátil. Paguei R$200 nele e acho que compensa bastante.

      Se a cor dos leds te incomoda, tem uma versão dele RGB que você pode configurar como bem entender se estiver disposto a pagar R$80 a mais.

      1. Obs: Quando vou digitar no notebook (MacBook Pro 2015) eu já quero voltar a digitar no mecânico novamente rs

  9. O que andam assistindo? Todo mundo no bonde Dark? Filmes antigos? Filmes brasileiros? Documentários? FutebERROR

    Da minha parte, muito conteúdo no youtube sobre receitas e mario maker 2 (eu nem quero mais saber de videogames, quero saber de mario maker) e acabei hoje o último episódio disponível de Mrs. Maisel — gostei muito muito mesmo. Acho que faz uns 2 meses que não vejo filme, no máximo pego uns 40 minutos de algum conhecido que esteja passando na TV no momento e deixo como som ambiente

    1. estou colocando em dia vikings, ainda mais que não tenho visto nenhum anime interessante passando ultimamente

    2. Estou atualmente acompanhando o Snowpiercer. É a primeira série da Netflix que consigo seguir na dinâmica de um episódio novo por semana. Atualmente está no sétimo episódio e digo que estou gostando dessa expectativa dos episódios a cada semana.

      Antes dela, assisti o documentário “Grandes Acontecimentos da Segunda Guerra Mundial a Cores”. Como o nome diz, eles coloriram artificialmente muitos materiais antigos e achei o resultado muito legal.

      Pra finalizar, recomendo a Perdidos no Espaço (preciso assistir a segunda temporada), porém gostei muito da primeira e está aqui na minha fila!

      1. Essa da II Guerra Mundial é a da Netflix mesmo? Cheguei a ver um episódio dela, mas desisti. Antes, tinha assistido a uma com título bem parecido, disponível também na Netflix, mas sem o “selo” do serviço. O título está aparecendo em espanhol, mas é uma série inglesa: La Segunda Guerra Mundial a todo color. Tirando a parte sonora (os efeitos acrescidos às imagens de época são repetitivos e cansam rápido), achei ela melhor.

        Outra série documental de guerra sensacional é um da Guerra do Vietnã, dirigida pelo Ken Burns e Lynn Novick. Infelizmente, parece que saiu do catálogo da Netflix…

          1. Os nomes são realmente parecidos, mas são séries diferentes. A que eu assisti não tem entrevistas gravadas nos dias de hoje; é só imagem de arquivo colorida digitalmente e com narração em off.

      2. Snowpiercer é distribuído pela Netflix aqui, mas a produção é da TNT.

    3. Ando assistindo só o processo da minha bebê rumo ao sono, o que às vezes demora mais que um filme do Tarantino… 🤷‍♂️
      Quando sobre um tempinho, estou vendo “This Is Us” no Prime Video (tem um quê de novelão, mas o roteiro é incrível, tudo amarradinho) e pilhado pra assistir a nova temporada do “Que Mundo É Esse?”, que é no Japão. (O programa era do Multishow, agora tá no GloboPlay).
      Não consegui ainda terminar a série do Michael Jordan no netflix, mas acho até melhor esperar o hype baixar.

      1. Parabéns pela paternidade!
        Achei interesse esse Que Mundo é Esse, vou adicionar a lista pra tentar ver num período gratuito de testes do GloboPlay

    4. Mrs. Maisel me surpreendeu demais. Que série fodida – atuação, música, cenário, roteiro. Tudo é impecável.

      Dito isso, comecei Atlanta, mas tenho dado mais atenção para filmes, principalmente aqueles super longos que a gente vai adiando, tipo Ghandi (Netflix), Ali e Malcom X (Prime). O próximo na fila é Lawrence da Arábia.

      1. Além de tudo o que você falou, achei positivo demais ser uma série leve. Nem só de dramões se vive

    5. Eu vi Nada Ortodoxa e gostei bastante, são quatro episódios apenas e ainda tem um making off. A história é muito interessante, a parte visual é muito bem produzida e achei que valeu a pena assistir para conhecer uma realidade tão diferente da nossa. No embalo do tema, assisti também Shtisel, mas achei essa um pouco arrastada. Em comum entre os dois personagens principais, além de serem judeus ortodoxos, eles têm a vontade de seguir uma carreira artística, o que não é bem visto em suas comunidades. Estou procurando ver séries de outros lugares do mundo, pretendo ver produções de Bollywood agora!

    6. Terminei Dark hoje. Gostei do fim e de ter um final.
      Mas nessa quarentena já vi e recomendo também algumas coisas da Amazon principalmente.
      Star Trek Picard, Marvelous Miss Maisel, Fleabag, The Tales from the Loop , The Expanse, Baetlestar Galactica, The Office (para quem como eu não havia visto ainda) e Upload.
      Na Netflix tem também After Life, The Good Place, Sex Education, Travelers, Star Trek Discovery (a segunda temporada é ótima a primeira mais frac, mas ainda vale) e The Witcher.
      Tem coisa aí que já tinha visto no lançamento e coisas que vi durante a pandemia.
      As da Netflix a maioria já havia visto, as da Amazon eu assinei na pandemia e vi tudo por agora. As séries da Amazon que indiquei todas achei que valem muito a pena.

    7. Não vi praticamente nada, mas assisti um animê bacaninha que fala um pouco sobre a guerra entre o Japão e Rússia. Após fima da guerra mostra a busca pelo ouro que tem como pista as tatuagens de vários homens/criminosos que já estiveram na mesma prisão.

      O nome do animê é Golden Kamuy e é um pouco pesado algumas partes, como abrindo um urso e pegando tal parte dele, etc. Interessante que a protagonista é mestiça e tem um pai russo e mãe japonesa (Ainu – índio japonês).
      https://youtu.be/NhePJyThLrU

    8. Tenho maratonado as excelentes Contra Points e Samira Close no YouTube.

  10. Dica a quem visita 25 de Março / Pajé:

    Muitas lojas mudaram ou saíram da Galeria Pajé 25 de Março. Fiquem atentos. Tenho ido lá algumas vezes para pegar encomendas e apenas lojas tradicionais continuam lá ou ao menos mudaram de andar. Muitas outras saíram fora.

    Boa parte está mais apenas atacadista agora. Poucas praticam preço baixo para cliente final.

  11. quando foi exatamente que o google deixou de ser um bom mecanismo de busca para conteúdo e se tornou apenas um enumerador de vídeos e lojas sobre o tema que você está buscando?

    isso também tem a ver, claro, com a morte dos blogs nos últimos dez anos, mas tenho a impressão que antes eu achava com maior facilidade bons conteúdos sobre assuntos variados numa busca simples do que hoje

    DuckDuckGo, que eu detestava usar, está hoje mais próximo dessa experiência antiga do que o google

    1. O Google hoje tem dois problemas greves: muitos anúncios indistinguíveis de conteúdo orgânico e muito conteúdo criado especificamente para rankear bem no Google. Demorou até para a qualidade despencar.

      Dica: quando tiver que recorrer ao Google, use o bang !s no DuckDuckGo. Ele dispara a pesquisa pelo StartPage, que diz entregar resultados do Google removendo todo o aparato de rastreamento do Google.

      1. eu usei o DDG por um tempo, mas voltei ao Google pois a função de indexar direto na pesquisa certas coisas como letra de música, tabela de futebol é muito boa, e infelizmente o DDG não tem nada parecido

        1. Tô usando o DDG há 6 meses e praticamente me acostumei com a ausência de alguns recursos que tem no Google.
          As bangs!, que o Ghedin citou, são uma mão na roda pra pesquisas em muitos sites.

          O que me faz sempre recorrer ao Google é a pesquisa de imagens, no DDG ainda é muito fraco e ainda tem muito que melhorar.

          1. quando usei acabei optando praticamente sempre pelos bangs, aí não vale a pena

          2. @ Will

            Os bangs são tão úteis que não me vejo sem eles hoje. Praticamente todos os sites com pesquisa têm bangs e isso agiliza muito a vida no dia a dia. Uso com frequência os da Wikipédia (!wen para a inglesa, !wpt para a portuguesa), Twitter (!twitter), Google Imagens (!gi), StartPage (!s) e IMDb (!imdb). E sempre que penso em pesquisar algo num site específico, arrisco um possível bang, tipo o da Netflix (!netflix) para procurar as séries enquanto respondia o comentário do Gustavo, mais acima. Quase sempre funciona.

      2. ghedin, sobre o comentário que não consegui responder no fio:

        o firefox tem uma função legal: ele permite vc fazer pesquisa direto em alguns sites, como na wikipedia e youtube, acho bem legal

        e tentarei dar outra chance ao DDG

        1. Ah sim, vejo os botões de buscadores alternativos quando começo a digitar na barra de endereços. Tem algum jeito de selecioná-los sem recorrer a esses botões, digo, com um termo na pesquisa? Acho que esse é um diferencial relevante do DDG: não preciso tirar as mãos do teclado quando quero alternar o buscador, basta incluir o bang no texto da consulta.

    2. Eu já migrei para o Bing há um bom tempo. Muita gente torce o nariz, mas supre todas as minhas necessidades, tem notícias na página inicial e belos papéis de parede. Também faz busca usando imagens e exibição rápida de vídeos.

      1. O design da página inicial do Bing é muito bom.
        Eu uso ele e o DDG alternadamente, normalmente quando não tem algo em um, no outro tem (= está escondido em um e no outro não).

    3. Dias atrás assisti um vídeo muito interessante do Tech Altar e em certo momento ele aborda os buscadores alternativos.

      Eu não sabia, mas boa parte deles fazem parcerias com Google e Bing para literalmente comprar resultados de busca.

      O Duckduckgo que uso diariamente faz alguns anos usa o Bing por exemplo (claro que usam diversas outras fontes, mas creio que grande parte das buscas venham do Bing).

      Vale conferir o vídeo:
      https://youtu.be/eOZFnMwkjV8

    4. Complicado que bons conteúdos textuais estão indo pro instagram… quando já não estão só no facebook

  12. Muito frio aí? 🥶

    (Puxo o “papo de elevador” porque ontem, pelo menos na minha percepção, foi o dia mais frio do ano aqui, sem falar naquele ciclone bomba que vocês devem ter visto no jornal. O ano de 2020 d.C. não está fácil.)

    1. Moro no litoral norte do RS, numa cidade onde o slogan é “A terra dos Bons Ventos”, por termos o vento nordeste predominante, e não por acaso, um imenso parque eólico. Nascido e criado aqui, tempestades e ventos fortes não me assustam muito, mas admito que na penúltima madrugada acordei com medo do que ouvia, já que não havia energia elétrica na hora. Agora, passada a tormenta, a temperatura realmente baixou bastante e podemos dizer oficialmente que o inverno chegou.

      Mudando de assunto, mas ainda dentro de um dos temas do site, enquanto lia sobre o escritório dessa edição, lembrei de sugerir um projeto que encontrei no Instagram, chamado @habitaraquarentena. Ele propõe que as pessoas compartilhem seus lares através de fotos em preto e branco e uma descrição, que mostre o impacto que a nova modalidade de vida indoor causou nas pessoas. Não conheço os criadores, nem contribui ainda para o projeto, mas me pareceu um local legal pra conhecer outros pontos de vista sobre a vida no confinamento. Peço desculpas antecipadas caso não seja permitido esse tipo de “compartilhamento” aqui.

      1. Você mora em Osório?

        Quase fui pra Osório quando estava procurando um sítio pra comprar. É muito surreal ver o “cataventos”

        1. Sim! É, o pessoal tem o costume de chamar de catavento! São legais de ver de perto, e de visitar o parque. Tive a oportunidade de estar na base de um deles uma vez, e parece ainda maior.

    2. Tá frio em Porto Alegre. 11ºC mesmo com sol e no meio da tarde. Isso quer dizer que de noite vai ficar uns 5ºC. Pra amanhã algumas previsões de 1ºC em POA. O que é raro, mas de vez em quando acontece.

      Não gosto de calor, mas tampouco sou fã de frio. Queria a temperatura eternamente entre 18 e 25 graus.

    3. De madrugada e de manhã cedo está frio. Começo do mês achei que esteve mais intenso que agora até. Mas a verdade é que sem sair de casa a noite, a percepção de frio cai muito por aqui.

    4. Aqui em Fortaleza tá um calor e sol muito fortes, impossível sair na rua sem protetor solar. ☀️🥵

      1. Que saudade de passar protetor solar, haha. Faz meses que não passo. Quando saio de casa (leia-se: quando vou ao mercado), faço de manhã e aproveito para pegar um solzinho direto e reforçar a produção de vitamina D.

      2. Faz meses que to falando pra minha esposa pra gente mudar aqui do RS pro Nordeste.

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